testeTim Cook: a Apple muito além do iPhone

por Bernardo Barbosa*

Em 2011, semanas antes de morrer, Steve Jobs decidiu passar o bastão para Tim Cook no comando da Apple. Naquele momento, a escolha não parecia óbvia; mais do que isso, aparentava ser uma aposta arriscada em alguém que guardava poucas semelhanças com Jobs. Na imprensa especializada, houve até quem visse o começo do fim da Apple. 

Sim, Cook e Jobs estão longe de ser a mesma pessoa — mas nada pode ser mais distante do fracasso do que a era Cook na Apple. A história de como o atual CEO da gigante de tecnologia conseguiu sair da sombra do antecessor, imprimir seu próprio estilo de gestão e levar a empresa a resultados inéditos está contada no livro Tim Cook: O gênio que mudou o futuro da Apple, de Leander Kahney.

No comando da Apple, Cook tem criado uma nova cultura corporativa, colocando temas como inclusão, diversidade e sustentabilidade na ordem do dia. Ao mesmo tempo, a companhia não perdeu seu ímpeto para inovação e abriu outras fontes de receita, como o Apple Watch e o Apple Pay. 

Filho de uma farmacêutica e de um funcionário de um estaleiro, nascido em uma cidade portuária do sul dos Estados Unidos, Cook chegou à Apple no fim da década de 1990. Naquele momento, a empresa tinha uma estrutura de produção e distribuição que gerava prejuízos milionários. 

Cook assumiu as operações da Apple em 1998 e, depois de uma revisão completa nos processos, a companhia registrou lucro já naquele ano — isso depois de fechar 1997 com um prejuízo de US$ 1 bilhão. Nos anos seguintes, Cook trilhou um caminho distante dos holofotes, mas foi sendo constantemente promovido por Jobs e, em meados dos anos 2000, virou seu braço direito.

Depois de organizar as operações da Apple, Cook buscou mudanças de outra dimensão quando se tornou CEO. Jobs fazia o gênero “gênio indomável”, o que levava a um ambiente turbulento dentro da companhia, e não tinha muitas outras preocupações além do desenvolvimento de seus produtos. Agora, era a hora de falar também de valores e inaugurar uma nova forma de a empresa agir.

Um dos primeiros temas espinhosos encarados por Cook foram as condições de trabalho nas empresas fornecedoras da Apple, principalmente na China. Desde 2012, a empresa conduz um processo de revisão e melhoria destes processos. 

O novo CEO também abraçou a sustentabilidade: a companhia é 100% abastecida por energia renovável e pretende estender isso para sua cadeia de fornecimento. Os investimentos em produtos menos tóxicos e mais recicláveis passou a ser uma constante.

A busca por inclusão e diversidade também se tornou uma bandeira sob a gestão de Cook. A empresa tem liderado os esforços neste sentido no segmento de tecnologia, e o CEO deu sua contribuição pessoal com uma carta pública em 2014 na qual revelou sua homossexualidade. 

Em 2017, a Apple publicou em um balanço financeiro um conjunto de valores que guiam a atuação da empresa; entre eles, o de que diversidade significa inovação. Cook deu mais uma demonstração disso ao endossar pessoalmente o apoio da Apple, em um processo que corre na Suprema Corte americana, à manutenção de uma lei que permite a permanência de imigrantes em situação ilegal que chegaram ao país com menos de 16 anos de idade.

“Nós não contratamos eles [os imigrantes] por bondade ou caridade. Nós o fizemos porque eles são a personificação da estratégia de inovação da Apple”, afirmou Cook no documento enviado à Justiça americana.  

A preocupação de Cook com outros tipos de valores que não os financeiros tem sido rentável. No ano passado, a Apple chegou pela primeira vez ao valor de mercado de US$ 1 trilhão, cifra comparável ao PIB (Produto Interno Bruto) de importantes economias globais, como México e Holanda.

*Bernardo Barbosa é jornalista.

testeJim Hopper está de volta no novo livro do universo expandido de Stranger Things

 

6 de novembro de 1983 é uma data muito especial para os fãs de Stranger Things. Foi nesse dia que Will Byers desapareceu misteriosamente e a vida dos moradores de Hawkins – e as nossas – nunca mais foram as mesmas. Por isso, nada mais justo do que celebrar o dia conhecido carinhosamente na internet como Stranger Things Day com muitas novidades!

Isso significa que podemos finalmente revelar um segredo tão arrasador quanto o próprio Demogorgon: o próximo livro oficial do universo expandido da série está chegando! Quem já leu e releu Raízes do mal pode comemorar com a gente, porque Darkness on the Edge of Town (ainda sem título em português) chega às livrarias no primeiro semestre de 2020.

A próxima aventura acompanha um personagem que nos fez chorar MUITO na última temporada: o nosso policial rabugento favorito, Jim Hopper.

Tudo começa quando ele e Eleven estão comemorando o primeiro Natal da menina e ela descobre uma caixa misteriosa no porão em que está escrito “Nova York”. Isso quer dizer que no passado Hopper deixou Hawkins e foi morar lá? Mas por quê? O que ele foi fazer na cidade? E o que significa a caixa “Vietnã”?

Todas essas perguntas da menina fazem Hopper se abrir e falar sobre suas lembranças do período em que trabalhou como detetive da Polícia de Nova York. Ele revela detalhes de seu último grande caso – uma série de assassinatos brutais. Mas quais foram as consequências desses crimes na vida de Hopper?

Se você ainda não conhece Raízes do mal, não perca tempo e mergulhe nos segredos do Laboratório de Hawkins e de seu terrível diretor, o dr. Brenner:

testeNão é drama, é assédio! Por que as mulheres pararam de sussurrar

Diariamente mulheres são silenciadas, inferiorizadas e menosprezadas, seja no ambiente de trabalho, em suas próprias casas ou até mesmo andando na rua. As situações são tão naturalizadas que se espera que elas ajam normalmente. Mas elas cansaram de ficar caladas. 

Em Rede de sussurros, Chandler Baker costura um misterioso acidente com relatos de assédios morais e sexuais vividos por mulheres no mundo corporativo. Há anos, Sloane, Ardie e Gracie trabalham juntas. Todos sabem que Ames Garret é cercado de sussurros a respeito do tratamento que dispensa às subordinadas, porém é sempre acobertado pelos homens no poder. Com a morte repentina do CEO da empresa, tudo indica que Ames ocupará o cargo, e as amigas se veem impelidas a tomar uma atitude para evitar essa perigosa ascensão. Mentiras serão reveladas. Segredos serão expostos. E talvez nem todos sobrevivam. Construído a partir de diferentes pontos de vista, a obra demonstra o poder da união feminina e a importância de se impor frente a situações de assédio.

Fonte: davidebonazzi.com

Foi a partir de sua própria experiência que a autora reparou na necessidade da “rede de sussurros”. A expressão – emprestada do inglês Whisper Network – significa uma rede de apoio na qual as informações são passadas entre mulheres para alertar sobre homens perigosos no ambiente de trabalho. No livro, Chandler Baker relata os desafios que a motivaram a escrever esse importante romance. Confira a carta da autora:

 

Leitores,

A primeira vez que senti os benefícios de uma rede de sussurros (ou whisper network) foi durante um verão em que trabalhei em uma firma de advocacia. Em determinado evento de trabalho, um dos sócios, bem mais velho que eu, não desgrudava de mim, me concedendo uma atenção realmente incômoda. Os outros funcionários começaram a ir embora, mas esse sócio e os amigos insistiram para que eu continuasse com eles no bar. “Quantos anos você tem?”, perguntaram. (Vinte e quatro na época, enquanto eles tinham mais de cinquenta, caso alguém queira fazer as contas.) “Você gosta de homens mais velhos?” A situação era delicada — eu ocupava na empresa uma posição semelhante à de estagiária, com um salário um pouco maior, e queria ser contratada, então fazer contatos era essencial. Naquele momento, porém, eu me sentia mais como um objeto, alguém que eles esperavam — presumiam, na verdade — que fosse levar tudo “na esportiva”. Fiquei ali dando sorrisos sem graça e falsas risadas, como todas fazemos nessas horas. Eu queria sair dali, mas também queria o emprego. E desejava que aquele homem se sentisse,  não sei,  satisfeito,  talvez. Ou, no mínimo, que não se sentisse rejeitado.

A verdade é que não me lembro tanto desses caras quanto da mulher que me tirou dessa situação — com muito mais graça e habilidade do que eu jamais seria capaz de ter na época. Ela tinha um sotaque charmoso do Sul, um enorme e radiante sorriso, e, ao se juntar ao grupo, colocou o braço ao redor dos meus ombros e me falou baixinho: “Pode ir, deixa comigo.” Eu obedeci. No dia seguinte, uma das advogadas, que ouviu uma versão do que havia acontecido no dia anterior, perguntou se eu queria levar o assunto ao RH. Minha resposta: de jeito nenhum! Claro, o comportamento dele tinha sido ruim, mas o tal sócio teria envolvimento direto na decisão de me contratar ou não. Um tempo depois, descobri que eu não havia sido a única que acabou em uma situação daquelas, mas, graças à gentileza de algumas mulheres perspicazes, eu e minha carreira passamos por isso ilesas.

Sempre foi assim, pelo que me lembro. Muitos anos atrás, eu era a única mulher na equipe de remo da minha faculdade. Eu era a timoneira (mais conhecida como a pessoa que grita para os remadores e guia o barco). Como única mulher do time, eu estava sempre tentando me adequar. Nada nunca me incomodava ou ofendia. Não mesmo! Eu, não! Um dia, estávamos todos sentados, passando o tempo. Verdade seja dita, eu tinha me desentendido com um dos rapazes algumas semanas antes e ele estava irritado comigo por algum motivo que eu nem imaginava. Quando fui pegar um pedaço de pizza, esse cara — com mais de 1,90 metro — me deu um chute no maxilar, fazendo meus dentes se chocarem com um estalo alto. Ele riu com malícia, e os outros garotos ficaram ligeiramente chocados, mas continuaram quietos. Entre tudo o que poderia sentir, o que me tomou naquele momento foi um grande sentimento de vergonha. Enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas, a única coisa que eu sabia é que não queria ter uma reação “feminina”, não queria parecer exagerada. Agarrei-me desesperadamente à ideia de que eu era o tipo de garota que aguentava o tranco. Então me levantei em silêncio, fui para outro cômodo e nunca disse uma palavra sobre aquilo. Mal sabia eu que variantes dessa mesma dinâmica estavam se reproduzindo em pequena e larga escala com diversas mulheres, e que um reflexo disso se alastraria pela vida profissional de toda mulher, inclusive a minha. Entre na brincadeira! Não faça drama!

Três anos atrás, eu tive uma filha. Ser mãe me levou a um novo patamar de desafios em casa e no trabalho. Doze semanas depois do parto, voltei a trabalhar. No meu primeiro dia de volta, um sócio novo me pediu que ficasse até tarde. Por volta das sete da noite, insisti um pouco mais de que precisava amamentar a bebê recém-nascida. Ele, que era pai de três crianças, me perguntou quantos meses minha filha tinha, ao que respondi: “Só três meses.” E ele rebateu: “Bom, então ela não é mais recém-nascida.” Expliquei que, de um jeito ou de outro, ela precisava se alimentar. Magnânimo, ele me liberou por vinte minutos, sem fazer a menor ideia de que, quando eu dizia que precisava “amamentar” minha filha, significava que ela ainda mamava do peito. Naquela noite, meu marido precisou dirigir meia hora para levar minha filha até o escritório, e eu a amamentei no estacionamento.

É sobre esse tipo de coisa que converso com minhas amigas enquanto damos uma volta na hora do almoço, estamos no clube do livro ou na academia. Cheguei à conclusão de que o assunto era tão recorrente na minha vida que comecei a escrever Rede de sussurros. Conforme a história foi tomando forma, percebi que o livro merecia um coro, uma voz coletiva de mulheres, que se sobrepusesse a mim e às personagens desta obra. Liguei para a minha melhor amiga da faculdade de direito, que me falou sobre uma linha direta que redireciona reclamações de funcionários para a pessoa sobre a qual as mesmas foram feitas. Falei com uma amiga que precisou lidar com mais de dois mil e-mails quando voltou da licença-maternidade porque ninguém se dispôs a ajudar durante a sua ausência. Falei com uma advogada que travava uma luta contra a infertilidade e que chegou a ouvir de um colega, sem nenhum tipo de cerimônia, que mulheres se tornam inúteis para a empresa depois que têm filhos. Todas essas histórias formaram a voz narrativa no plural, um modo de debater a experiência da mulher no ambiente de trabalho, da qual o assédio sexual certamente é um dos elementos, mas não o único.

Enquanto escrevia este livro, me senti — e ainda me sinto — esperançosa quanto às novas maneiras como lidamos com as acusações de assédio sexual. Curiosamente, uma das minhas amigas mais próximas me ligou enquanto eu terminava meu primeiro rascunho e perguntou se eu tinha alguma indicação de advogado para ajudá-la a abrir uma queixa de assédio sexual. Contou que um incidente havia acontecido em uma convenção e, embora não quisesse entrar em detalhes, esperava que eu pudesse indicar alguém para auxiliá-la. Tenho vergonha de admitir que minha primeira reação foi: Você quer mesmo fazer isso? Eu me senti horrível. Sou advogada e escritora e passei inúmeras horas discutindo a importância de falar sobre assédio, mas eu também me importava com o bem-estar dela e sabia que trazer aquilo à tona podia custar caro. Ainda mais se a mulher não tem um suporte ou algum outro recurso de proteção, ou se pertence a algum grupo marginalizado. No entanto, as coisas estão mudando. Devagar, e sem dúvida de forma desigual, mas acredito de verdade que estão mudando, e grande parte disso se deve às diversas mulheres que pararam de sussurrar.

Enquanto essas mulheres compartilhavam relatos comigo, escrever Rede de sussurros se tornou uma espécie de rede de sussurros por si só. Estou ansiosa para compartilhar este livro com as pessoas e espero que continuem a expandir essa rede de novas formas.

 

Atenciosamente,

Chandler

 

 

testeMariana Enriquez vence Premio Herralde de Novela 2019

A argentina Mariana Enriquez, autora de As coisas que perdemos no fogo e Este é o mar, é a vencedora da 37ª edição do Premio Herralde de Novela 2019 – uma das mais importantes premiações de língua espanhola do mundo –, com Nuestra parte de noche.

Inscrito no prêmio como Mi estrela oscura, sob o pseudônimo de Paula Ledesma, o livro concorreu com mais de 650 originais, sendo seis finalistas. Com a distinção, Mariana se torna a primeira mulher argentina a vencer o Herralde, reconhecimento concedido a outros três autores do país: Alan Pauls (2003), Martín Kohan (2007) e Martín Caparrós (2011). Nuestra parte de noche será lançado na primeira semana de dezembro. No Brasil, será publicado pela Intrínseca em data a ser definida.

 

“É um orgulho ganhar esse prêmio com um livro que me custou bastante escrever”, disse Enriquez ao jornal Página/12. “Muitos dos meus livros favoritos ganharam o Herralde e me dá um misto de pudor e alegria estar acompanhada por Os detetives selvagens e O passado.”

 

Nuestra parte de noche conta a história da travessia de um pai e um filho de Buenos Aires às Cataratas de Iguaçu nos últimos anos da ditadura argentina. O pai tenta proteger seu filho do destino de se converter em médium de uma sociedade secreta que busca a vida eterna por meio de perigosos e obscuros rituais. Membro do júri do Premio Herralde, o autor mexicano Juan Pablo Villalobos afirma que Nuestra parte de noche dá continuidade à “uma tradição que poderíamos denominar como ´A Grande Novela Latinoamericana´, pertencendo a uma estirpe de obras tão distintas, mas igualmente ambiciosas e imensas, como O jogo da amarelinhaCem anos de solidão ou 2666″.

testeA maior história de empreendedorismo do Brasil chega às livrarias em novembro

Quando perdeu o emprego em sua primeira tentativa no mercado financeiro, Guilherme Benchimol não poderia imaginar que aquele seria o início da mais bem-sucedida história de empreendedorismo do Brasil.

A XP nasceu em uma salinha de 25 metros quadrados em Porto Alegre, graças à persistência de Benchimol: após todos os perrengues no seu começo de carreira, ele se agarrou à ideia da empresa disruptiva com uma força quase sobrenatural. Para evitar a falência, acumulou funções, comprou e vendeu vale-refeição na porta de fábricas, vendeu o carro, quase quebrou, brigou com sócios… A empresa só começou a dar algum lucro quando seus fundadores deram início a uma série de aulas de finanças pessoais para potenciais investidores gaúchos. E, desde então, ela nunca mais parou de crescer.

Dez anos após sua fundação, a companhia iniciou uma revolução, tirando centenas de milhares de clientes dos grandes bancos, mudando a vida financeira de muitos brasileiros e, principalmente, alterando todo o cenário econômico nacional.

A jornalista Maria Luíza Filgueiras narra essa trajetória de sucesso em Na raça, livro que mostra como a XP se tornou um fenômeno do mercado financeiro — desde seu início modesto até se tornar uma empresa que hoje vale bilhões — e também como essa história se confunde com a garra e a determinação de Guilherme Benchimol.

Com prefácio de Jorge Paulo Lemann, Na raça chega às livrarias em 26 de novembro.

testeSorteio Instagram – Leituras trevosas [Encerrado]

Se você é trevoso como a gente, não deixa a semana do Halloween passar em branco. Por isso, vamos sortear 3 livros deliciosamente assustadores para celebrar a data.

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testeSorteio Facebook – Leituras trevosas [Encerrado]

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testeSorteio Twitter – Leituras trevosas [Encerrado]

Se você é trevoso como a gente, não deixa a semana do Halloween passar em branco. Por isso, vamos sortear 3 livros deliciosamente assustadores para celebrar a data.

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testeA quietude é a chave de tudo o que importa

Durante o seu dia, você tem tempo para pensar?

Em nossas vidas cada vez mais ocupadas e multiconectadas, focar é uma tarefa praticamente impossível. Nossos dias são dominados pelo ruído do trânsito, da notificação do celular, do trabalho urgente que surge no meio da tarde ou da música que ouvimos para relaxar e preencher o silêncio. À noite, temos medo de ficar a sós com nós mesmos e é necessário um esforço gigantesco para desacelerar e descansar. Não conseguimos pensar com clareza, temos medo do presente e ficamos ansiosos com o futuro.

Como encontrar sossego em um cenário desses?

Em A quietude é a chave, Ryan Holiday nos mostra como podemos manter nossa mente limpa e desobstruída de preocupações desnecessárias usando como exemplo histórias de vida de grandes líderes, pensadores e artistas.

Com seu estilo acessível que já inspirou milhões de leitores pelo mundo, o autor de O ego é seu inimigo ensina em seu novo livro tudo o que você precisa saber para encontrar a valiosa paz interior.

A quietude é a chave chega às livrarias em 21 de novembro.