testeTudo o que sabemos sobre a terceira temporada de Stranger Things

O verão está chegando para Eleven, Mike, Lucas, Dustin, Max e Will! Se você é fã de Stranger Things, já deve saber que a terceira temporada estreia no dia 4 de julho, né? Serão oito episódios para matarmos as saudades de Hawkins e as coisas estranhas que acontecem por lá.

Para celebrar o lançamento de Raízes do mal, o primeiro livro oficial do universo expandido de Stranger Things, decidimos fazer uma lista com tudo o que sabemos sobre a nova temporada e te deixar ainda mais curioso! Confira:

 

*Atenção: esta lista pode conter alguns spoilers *

 

1. Tudo pode mudar

 

Não passou nem um ano entre a segunda e a terceira temporada de Stranger Things – pulamos de outubro de 1984 para o verão norte-americano de 1985 –, mas isso não quer dizer que as coisas não estão diferentes em Hawkins. Mike e Eleven estão namorando, assim como Lucas e Max, Steve se formou na escola e arranjou um emprego e o Devorador de Mentes não se esqueceu da nossa cidade favorita e pode estar mais perto do que nunca!

 

2. O verão

Diferente do clima sombrio das temporadas passadas, a terceira promete ser muito mais solar e alegre. Como dessa vez a história se passa no verão, as crianças vão estar de férias e curtindo muito a piscina pública de Hawkins. Mas não se engane: segundo os criadores, os irmãos Duffer, essa temporada vai ser a mais “nojenta” de todas.

 

3. O novo point

 

Uma das grandes novidades dessa temporada é o Starcourt Mall, um shopping novinho em folha e que acaba de abrir em Hawkins. Cheio de lojas, cinemas e uma praça de alimentação lotada, é lá que o recém-formado Steve Harrington está trabalhando em uma sorveteria. Esse lugar promete ser o cenário de várias aventuras!

 

4. Novos personagens

Assim como na segunda temporada, vamos conhecer algumas caras novas: Robin, uma menina que trabalha com Steve no shopping, Bruce, um repórter duvidoso do The Hawkins Post, e o prefeito Kline, um político que pode não ser tão bonzinho quanto parece. O prefeito, inclusive, é interpretado por Cary Elwes, o astro de um clássico dos anos 1980, A princesa prometida.

 

5. Será que o dr. Brenner vai voltar?

A segunda temporada deu alguns indícios de que o dr. Brenner pode não ter morrido ao ser atacado pelo Demogorgon, e Eleven pareceu muito assustada ao rever seu “Papa” na visão criada por Kali… Será que ainda veremos mais do temido médico?

Com certeza existem muitas coisas que não sabemos sobre esse personagem, especialmente depois de ler Raízes do mal. Para todo mundo que quiser saber mais sobre a origem da Eleven, a história misteriosa de sua mãe e o que realmente acontecia por trás das portas do Laboratório de Hawkins, assim como se aprofundar no relacionamento de Brenner com as cobaias do projeto MKULTRA, esse livro é imperdível!

testeSorteio Twitter – Oblivion Song

Em parceria com o Twitter Walking Dead Brasil, vamos sortear 3 exemplares de Oblivion Song!

Para participar você precisa seguir os dois perfis (@intrinseca e @twdbrasil), compartilhar essa imagem no FEED do seu Twitter PUBLICAMENTE e preencher o formulário abaixo!

Atenção:
– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– O resultado será anunciado no dia 24 de maio, sexta-feira, em nosso perfil no Twitter e também no Walking Dead Brasil. Boa sorte!

O link do seu perfil no Twitter. Exemplo: https://www.twitter.com/fulanodetal

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testeConheça o elenco de Pequenos incêndios por toda parte

As gravações da série de Pequenos incêndios por toda parte já estão a todo vapor! Inspirada na obra de Celeste Ng, a adaptação será produzida e estrelada por ninguém menos que Reese Witherspoon e Kerry Washington. As primeiras imagens da série foram divulgadas essa semana, e já estamos morrendo de amores pelo elenco!

Além de Witherspoon e Washington nos papéis das protagonistas Elena Richardson e Mia Warren, a adaptação também conta com a participação de Joshua Jackson (Dawson’s Creek) como Bill Richardson e Jade Pettyjohn (School of Rock), Megan Stott, Gavin Lewis (Prince of Peoria) e Jordan Elsass interpretando os irmãos Lexie, Izzy, Moody e Tripp Richardson, respectivamente. Além deles, Lexi Underwood (A Casa da Raven) aparece no papel de Pearl Warren e Rosemarie DeWitt (La La Land: Cantando estações) será Linda McCullough.

A trama se passa em Shaker Heights, uma cidade onde todos os detalhes são planejados: suas construções, a localização das escolas e até as cores das casas. Com tanta perfeição e regras, ninguém imaginaria que a chegada de uma nova inquilina pudesse abalar de forma tão intensa a estrutura do local. Quando um misterioso incêndio destrói a casa da família Richardson, o leitor é conduzido ao passado e descobre que as primeiras faíscas desse episódio surgiram há muito tempo, com vários pequenos acontecimentos que desencadearam uma teia de segredos, dores e desavenças dentro da comunidade local.

Confira as primeiras imagens da série:

 

A adaptação será transmitida pelo serviço de streaming Hulu e ainda não possui data de lançamento. Estão ansiosos?

testeApaixone-se pelo novo romance da autora de Cinquenta tons de cinza

Você está preparado para se apaixonar mais uma vez? E L James, a autora de Cinquenta tons de cinza, está de volta com um novo romance imperdível: Mister. Dessa vez, vamos conhecer Maxim Trevelyan, um inglês rico, bonito e que quase nunca dorme sozinho. Quando o jovem rapaz conhece a enigmática Alessia, surge uma enorme atração entre os dois. Mas, afinal, quem é essa mulher misteriosa? Será que Maxim é capaz de protegê-la do mal que a ameaça? E o que ela fará quando souber que ele também esconde segredos?

Se você ficou curioso para mergulhar nessa história de amor e suspense, leia o trecho e apaixone-se:

 

“Naquela manhã, Alessia tivera a sorte de encontrar um assento no trem, mas a mulher ao seu lado passara a maior parte do trajeto gritando no celular sobre seu encontro malsucedido da noite anterior. Alessia tentou ignorar e ler o jornal gratuito para melhorar seu inglês, mas queria mesmo era escutar música, não a reclamação barulhenta daquela mulher. Terminada a leitura, ela fechou os olhos e imaginou montanhas majestosas salpicadas de neve, pastagens onde o ar tinha aroma de tomilho e era dominado pelo zumbido das abelhas. Alessia sente saudade de casa. Saudade da paz e do silêncio. Saudade da mãe e do piano.

Flexiona os dedos dentro dos bolsos enquanto relembra sua música de aquecimento, ouvindo as notas em alto e bom som, vendo-as em cores vivas. Quanto tempo faz desde a última vez que tocou? Sua empolgação cresce ao pensar no   piano à sua espera no apartamento.

Atravessa a entrada do prédio antigo em direção ao elevador, quase sem conseguir conter o entusiasmo, e segue até a cobertura. Durante algumas horas, todas as segundas, quartas e sextas, aquele lugar maravilhoso com cômodos grandes e arejados, chão de madeira escura e piano de cauda é todo dela. Alessia abre a porta, preparada para desativar o alarme, mas, para sua surpresa, o sistema não emite um bipe. Talvez esteja quebrado ou desativado. Ou… Não. Ela se dá conta, horrorizada, de que o dono deve estar em casa. Ouvindo com atenção, tentando detectar qualquer sinal de vida, ela para no corredor amplo com paredes decoradas com fotos de paisagens em preto e branco. Não ouve nada.

Mirë.  

Não. ‘Que bom.’ Inglês. Pense em inglês. Quem quer que more ali deve ter ido trabalhar e se esquecido de ativar o alarme. Ela nunca viu o sujeito, mas sabe que tem um trabalho bom, porque o apartamento é imenso. De que outra forma poderia bancar aquilo? Ela suspira. Ele pode até ser rico, mas é um porco. Alessia já esteve ali três vezes, duas delas com Krystyna, e o apartamento está sempre uma bagunça, demandando horas de arrumação e faxina.

O dia cinzento se infiltra pela claraboia ao final do corredor, então Alessia liga o interruptor, e o lustre de cristal acima dela ganha vida, iluminando a passagem. Ela tira o cachecol de lã e o pendura com o casaco no armário ao lado da entrada. Pega na sacola plástica os tênis velhos que Magda lhe deu e substitui as botas e meias molhadas por eles, satisfeita por estarem secos e aquecerem seus pés. Sua camiseta e o casaquinho finos não são páreo para o frio. Ela esfrega os braços com força para reanimá-los um pouco enquanto atravessa a cozinha e entra na lavanderia. Ali, larga a sacola de compras na bancada. Tira de dentro o uniforme de náilon grande demais que Krystyna lhe deu e o veste por cima da roupa, então amarra um lenço azul-claro na cabeça, tentando manter o cabelo grosso e trançado sob controle. No armário debaixo da pia, pega o kit de limpeza e, do alto da máquina de lavar, tira um cesto de roupa, seguindo para o quarto dele. Se ela se apressar, pode terminar a faxina antes da hora e ter o piano para si por um tempinho.

Ela abre a porta, mas fica paralisada na entrada no quarto.

Ele está aqui.

O homem!

Dormindo sem roupa, de barriga para baixo e esparramado na cama enorme.

Ela fica ali, ao mesmo tempo em choque e fascinada, com os pés enraizados no piso de madeira enquanto observa. Ele ocupa o colchão inteiro, enroscado em seu edredom, mas nu… muito nu. Seu rosto está virado para ela, mas coberto por cabelos castanhos desgrenhados. Um dos braços está sob o travesseiro, e o outro, estendido na direção de Alessia. Ele tem ombros largos e definidos, e uma tatuagem cheia de detalhes no bíceps, parcialmente escondida pelo lençol. O bronzeado das costas some à medida que os quadris se estreitam e dão lugar a covinhas e um traseiro pálido e forte.”

testeSorteio Twitter – intrínsecos [Encerrado]

Vamos sortear 5 caixinhas maio/008 do nosso clube do livro, o intrínsecos!

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– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Twitter,você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 20 de maio, segunda-feira, em nosso perfil no Twitter. Boa sorte!

testeSorteio Instagram – intrínsecos [encerrado]

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– O resultado será anunciado no dia 20 de abril, segunda-feira, em nosso perfil no Instagram. Boa sorte!

VENCEDORES

testeTornar-se artista

Foto Letrux: Sillas Henrique

No romance Tempo de luz, Whitney Scharer ficcionaliza a história real de Lee Miller, uma das artistas mais interessantes da geração de modernistas que viveu em Paris nos anos 1930. O livro acompanha a trajetória de Lee desde quando era modelo da Vogue americana, passando pelo turbulento relacionamento com o artista surrealista Man Ray, até se tornar uma artista visual e fotógrafa.

A cantora e compositora Letícia Novaes – a Letrux – divide suas experiências em um texto pessoal e emocionante, inspirado no angustiante processo de transformação e entendimento do que é tornar-se artista pelo qual Lee Miller passa ao longo do livro. Confira:

Tornar-se artista

Por Letrux*

Foto: Antonio Brasiliano

“Letícia é maluquinha” era uma frase constante na infância. Só sabia ser daquele jeito e cedo entendi que ser espontânea significava ser uma “figura”. Com 13 anos já tinha um metro e oitenta, e ser figura se expandiu como minha altura. Percebendo isso, a professora de artes me convidou para fazer seu curso de teatro, fora do colégio. Me senti adulta. Uma figura adulta. Marina, minha única prima mais velha, minha musa (tão à frente de seu tempo que nem pertence mais a esse plano terrestre), me viu numa das peças que fizemos. Ao final, disse: “Você vai fazer isso pro resto da vida.” Não sabia que podia. Mãe professora de francês, pai bancário. Lá em casa nunca faltaram instrumentos musicais e festas. Domingo era dia de Bethânia no almoço, Raça Negra à tarde, Barry White à noite e talvez “Bolero” de Ravel antes de dormir. Mas ser artista era outra história.

Sou ansiosa, mas não tenho pressa. Arrisco uma explicação: tenho urgência de que a vida não seja em vão, mas não tenho pressa de que as coisas aconteçam. E aí entra toda uma formação espiritual e mística que devo a meu pai e principalmente a minha mãe. Eu contemplava artistas no cinema (pirava com Harry & Sally e Os Incompreendidos), na literatura (delirava com Pessoa, Drummond, mas já sentia arrepios que confirmavam que Ana Cristina Cesar e Sylvia Plath sacudiriam minha cabeça sem volta), no teatro (ficava maravilhada vendo Marieta Severo em A dona da história e achava que iria morrer com Mariana Lima fazendo Tchekhov em A gaivota). A arte já me emocionava muito mas nada d’eu dizer “é isso então”.

Sentia e escrevia muito, mas não sabia que aquilo era um embrião da artista que eu viria a ser. Minha mãe me dava diários e eu oscilava da Turma da Mônica para “Meu querido diário” em minutos. Essa prática de escrever todo dia foi muito importante. Não era pra ninguém (tinha até cadeado!), era pra mim mesma. Me entendo muito mais escrevendo do que falando, queria até fazer análise por escrito. “Uma figura.” Risos. Entrei na faculdade de Letras, mas achava que seria um clima Sociedade dos Poetas Mortos. Ledo engano. Percebendo minha tristeza, minha mãe me matriculou no teatro, sensível que só. Durante o teatro, inventei de pegar o violão e entender seu corpo e seu funcionamento. O mundo dos diários foi ganhando som e melodia. Simples, quatro acordes, rimas pobres, aquela coisa. Mas era uma maneira de sentir e de transformar. Dor, paixão, sono, tédio, graça, era todo o caldeirão de emoções que qualquer jovem sente, e eu ali, não me cabendo e sentindo aquela onda ancestral de abrir a boca e emitir som. Inventar letras com melodia, que terapia. Então pode? Não parei. Transformava tudo. Sentava com o violão e os diários e me resolvia. Montei banda, fiz showzinhos. Tomei gosto. Com 25, conheci Lucas, um profissional da música, enquanto eu era só uma especuladora de sensações. Nos apaixonamos e durante anos fizemos um bocado de canções lindas, com a banda Letuce. Geralmente eu chegava com as letras e ele me oferecia a música, mas era o famoso processo “não sei onde começa um e termina o outro”, tamanha a fusão. Foi uma fase muito rica de criatividade. Com pausas para lavar a louça, mas, sem dúvida, que fertilidade musical. Não é fácil viver e trabalhar com a pessoa amada. A fusão pode ser fatal. Em algum momento quisemos seguir sozinhos. Muitos risos e choros depois, estou prestes a completar 37 voltas ao sol, viajando o Brasil inteiro e me apresentando com meu primeiro disco “solo”: Letrux em Noite de Climão. Me emociona saber que minha emoção emociona as pessoas. Roda da fortuna curiosa, essa. “Obrigada por entender os símbolos e passar para a gente” é uma frase que os fãs me dizem. Acho que só sei ser artista assim: figura mesmo.

 

Letrux é a Letícia Novaes pós-Letuce. Atriz, escritora, cantora, compositora e instrumentista. Fênix Tijucana. Caçula e estabanada. @leticialetrux  

testeSorteio Facebook – intrínsecos [ENCERRADO]

Vamos sortear 5 caixinhas maio/008 do nosso clube do livro, o intrínsecos!

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testeLançamentos de Maio

 Confira os lançamentos do mês!

F*deu geral, de Mark Manson

 

Em 2017, Mark Manson publicou A sutil arte de ligar o f*da-se, que, de maneira brilhante, deu forma à ansiedade da vida moderna e vendeu mais de 1 milhão de cópias no Brasil.

Agora, em F*deu geral, Manson desvia o olhar para as inúmeras calamidades que assolam o mundo. Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, o autor explora a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

Com sua já conhecida mistura de erudição e p*rra-como-ele-consegue-fazer-piada-disso, Manson nos desafia a sermos mais honestos conosco e a nos conectarmos com o mundo de uma forma que provavelmente nunca cogitamos. Um passeio inusitado e divertido pela dor em nossos corações e o estresse em nossas vidas.

F*deu geral já está disponível. Leia um trecho aqui.

 

Stranger Things: Raízes do mal, de Gwenda Bond

 

Stranger Things virou um fenômeno mundial pouco tempo depois de estrear na Netflix. Nos anos 1980, o misterioso desaparecimento de Will leva seus amigos a encontrar uma estranha garota com poderes telecinéticos, Eleven.

Raízes do mal, primeiro livro oficial do universo de Stranger Things, e explora o período em que a mãe de Eleven era uma cobaia do projeto MKULTRA. Em 1969, enquanto os Estados Unidos passavam por mudanças sociais e políticas turbulentas, Terry Ives enxerga sua grande chance de entrar para a história ao se voluntariar para o projeto ultrassecreto do governo. É lá que ela conhece o dr. Martin Brenner, um homem capaz das maiores atrocidades para alcançar seus objetivos. Terry logo se vê presa em uma trama repleta de manipulações e perigos, travando com Brenner uma guerra em que a mente humana é o campo de batalha. E sua única chance de vitória reside em uma menininha com poderes sobre-humanos e um número no lugar do nome.

A terceira temporada da série estreia em 4 de julho, e enquanto ela não chega, leia um trecho de Stranger Things: Raízes do mal e descubra como os destinos de Terry, Brenner, Eleven e Eight se cruzaram  pela primeira vez.

 

Why Not, de Raquel Landim

Por que não subornar políticos? Por que não fazer gravações clandestinas de políticos em situações comprometedoras?

O Brasil assistiu nos últimos anos ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante mundial. Em Why Not, a jornalista Raquel Landim reconstrói a história da empresa desde sua origem até o acordo de delação premiada dos irmãos Batista, que comprometeu centenas de políticos, entre eles o ex-presidente da República Michel Temer, ainda no poder à época dos fatos.

Narrando o caso como um thriller político após dois anos de apuração e centenas de entrevistas, Why Not mostra os bastidores inéditos dessa teia de corrupção. A trama mostra as consequências da combinação do talento para negócios dos irmãos e das inescrupulosas relações com o poder público.

Why Not chega às livrarias a partir de 20 de maio.

 

O que aconteceu com Annie, de C.J. Tudor

 

A autora de O Homem de Giz retorna com mais um thriller eletrizante recheado de mistérios e reviravoltas, O que aconteceu com Annie.

A última coisa que Joe queria era voltar a Arnhill. A forma como tudo acabou — a traição, o suicídio, o assassinato — impossibilitavam qualquer desejo de retorno à sua cidade natal. Mas, vinte e cinco anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta para o passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Ele então retorna à sua cidade natal e reencontra a mina abandonada onde tudo deu errado e sua vida mudou para sempre. Porque, para Joe, o pior não foi Annie ter sumido. Foi ela ter voltado.

O que aconteceu com Annie foi enviado antes em uma edição exclusiva na caixa do intrínsecos, o clube de assinatura da Intrínseca, e os leitores amaram! A autora está confirmada na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.   

 

 

Black Hammer: Era da destruição – Parte I, de Jeff Lemire, Dean Ormston, Dave Stewart e Todd Klein

 

Com mais de 20 mil exemplares vendidos no Brasil, Black Hammer continua conquistando os fãs. Ao vencerem o poderoso Antideus, os maiores heróis de Spiral City desapareceram sem deixar vestígios. Todos acreditam que eles estão mortos, mas há dez anos vivem  isolados em uma pacata fazenda fora dos limites do tempo, forçados a esconder seus poderes.

No terceiro volume da série ganhadora do Eisner Awards, os ex-heróis recebem uma visita inesperada que pode lhes mostrar como voltar para casa, mas que também é um prenúncio do caos e da destruição que estão por vir. Criada por Jeff Lemire e Dean Ormston, a série Black Hammer é uma história arrebatadora sobre memória, família, o peso do passado e o medo do futuro.

Leia um trecho de Black Hammer: Era da destruição – Parte I.

 

testeAutor de A sutil arte de ligar o f*da-se confirmado na Bienal do Livro

Autor de A sutil arte de ligar o f*da-se, livro mais vendido de 2018 no Brasil, Mark Manson virá ao país para participar da XIX Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que ocorrerá entre os dias 30 de agosto e 8 de setembro de 2019.

Neste, Manson deu forma à ansiedade moderna causada pela busca frenética pelo sucesso e usa seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.

O autor virá à Bienal para divulgar sua nova obra, F*deu geral – Um livro sobre esperança?, em que desvia o olhar para as inúmeras calamidades que assolam o mundo. Explorando nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de felicidade e esperança, Manson nos desafia a nos conectarmos com o mundo de uma forma que provavelmente nunca cogitamos. Um passeio inusitado e divertido pela dor em nossos corações e o estresse em nossas vidas. Leia um trecho de F*deu geral.

Mark Manson é o terceiro autor internacional da Intrínseca confirmado na Bienal do Livro. O evento também contará com C. J. Tudor, autora de O Homem de Giz, e Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros!