testeMundo em caos: conheça a nova edição do livro que vai virar filme estrelado por Tom Holland e Daisy Ridley

Em um mundo pós-apocalíptico, uma infecção rara e perigosa causou o inimaginável: a morte de todas as mulheres. O mesmo germe fez com que os pensamentos dos homens se tornassem audíveis, e agora o Ruído está por toda parte, impedindo que as pessoas guardem segredos.

É nesse cenário caótico e nada amigável que conhecemos Todd Hewitt, o único garoto entre os homens da cidade de Prentisstown. A apenas um mês de se tornar homem, um segredo impensável é revelado, e ele se vê forçado a fugir antes que seja tarde demais. Acompanhado por seu fiel escudeiro, o cachorro Manchee, ele embarca em uma jornada repleta de perigos e se depara com uma criatura estranha e silenciosa: uma garota. Mas quem é ela? E por que não foi morta pelo germe como todas as mulheres?

Publicado em mais de trinta países, Mundo em caos é o primeiro volume de uma distopia imperdível para quem gosta de ficção científica, ação e romance. Agora você vai poder curtir essa grande história em uma edição superespecial com conteúdo extra: além de uma nova tradução, o livro traz um conto inédito, que expande o universo da série. E não para por aí, a edição ainda conta com pintura trilateral vermelha e verniz localizado na capa, simulando os Ruídos.

Lançada originalmente há mais de uma década, a obra que consagrou Patrick Ness como um dos maiores nomes da literatura jovem também vai virar filme. Tom Holland (Homem-Aranha de Volta ao Lar) vai viver o papel de Todd e Daisy Ridley (Star Wars: o Despertar da Força) será Viola. Enquanto a produção não chega aos cinemas, corra para descobrir antes de todo mundo os segredos de Prentisstown.

testeClássico antimilitarista de Kurt Vonnegut ganha edição especial de 50 anos

Matadouro-Cinco chega às livrarias em edição capa dura e já está em pré-venda

“Nada de inteligente pode ser dito sobre a guerra”, sentencia Kurt Vonnegut em sua obra máxima, o clássico Matadouro-Cinco. Publicado originalmente em 1969, em plena guerra do Vietnã, a crítica ácida e bem-humorada ao militarismo e à cultura consumista norte-americana mescla a imaginação prodigiosa de um dos mais importantes escritores da literatura contemporânea a um dos episódios mais cruéis da Segunda Guerra Mundial: o bombardeio da cidade alemã de Dresden — massacre que deixou a mesma quantidade de vítimas que o lançamento da ogiva nuclear em Hiroshima.

Assim como o protagonista da história, Billy Pilgrim, Kurt Vonnegut foi mantido prisioneiro e obrigado a trabalhar em um armazém subterrâneo de carnes durante o conflito. Como Billy, o escritor testemunhou a morte de milhares de civis, vivenciou a maldade humana e todo o absurdo da guerra: um espetáculo sem sentido, sem nada do glamour estampado nos filmes, e, na verdade, travado por garotos.

A edição comemorativa de 50 anos de Matadouro-Cinco, em formato capa dura, chega às livrarias a partir de 11 de março com tradução de Daniel Pellizzari e apresentação de Antônio Xerxenesky. Divisor de águas na carreira do escritor norte-americano, a obra inovadora combina ficção científica e relato autobiográfico com a linguagem sarcástica e simples que o consagrou. Para Kurt Vonnegut a escrita acessível não era, de forma alguma, um demérito. É um ato político.

Na trama, acompanhamos a desvairada trajetória de Billy Pilgrim, um garoto que já nasceu esquisito e que, com o tempo, ficou mais esquisito ainda. De aparência curiosa, alto e magricela, o jovem que se parecia com uma garrafa de Coca-Cola foi enviado para a Segunda Guerra Mundial sem roupas adequadas, sem armas e sem vontade de lutar. Após o massacre de Dresden, Billy é internado, como outros milhares de soldados, em um hospital psiquiátrico. No entanto, Billy passa por uma experiência única: ficar solto no tempo. Capaz de viajar no tempo e no espaço, Billy pode reviver seu passado e seu futuro, além de estar, ao mesmo tempo, em lugares distintos: trancafiado em um vagão de prisioneiros durante o rigoroso inverno europeu durante a guerra e dirigindo seu Cadillac numa ensolarada tarde americana.

Uma obra divertida e necessária, Matadouro-Cinco questiona reiteradamente nossa capacidade de nos acostumarmos com tudo. Qualquer semelhança com a atualidade não é mera coincidência.

testeSorteio Facebook – Trilogias Jenny Han [ENCERRADO]

 

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testeSorteio Twitter – Trilogias Jenny Han [ENCERRADO]

 

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testeSorteio Instagram – Trilogias Jenny Han [Encerrado]

 

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testeOblivion Song, nova HQ do autor de The Walking Dead, chega às livrarias em abril

Em abril, a Intrínseca lançará Oblivion Song, a mais recente HQ de Robert Kirkman, aclamado autor de The Walking Dead e vencedor do Prêmio Eisner, o mais importante do universo dos quadrinhos.

Na trama ilustrada pelo italiano Lorenzo de Felici, trezentos mil moradores da Filadélfia desaparecem subitamente e vão parar em Oblivion, uma nova dimensão repleta de criaturas ameaçadoras.

Dez anos depois, o governo já desistiu de procurar mais sobreviventes, mas Nathan Cole não se deu por vencido… Ele retorna todos os dias para a inóspita dimensão, na esperança de salvar aqueles que estão sozinhos, perdidos e amedrontados.

Mas quem Nathan tanto procura talvez não deseje ser encontrado…

O primeiro volume reúne os fascículos de 1 a 6 da série e chega às livrarias no dia 13 de abril. Não perca!

testeScorsese e Leonardo DiCaprio estão desenvolvendo série sobre o primeiro serial killer americano

Depois de sucessos como O lobo de Wall Street, O aviador e Gangues de Nova York, Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio estão desenvolvendo um novo projeto juntos: uma série inspirada no livro O demônio na Cidade Branca para a plataforma de streaming Hulu — responsável pela aclamada série The Handmaid’s Tale.

Na obra, o escritor Erik Larson entrelaça as histórias reais de dois homens durante a construção da grande Feira Mundial de Chicago de 1893, idealizada para comemorar os 400 anos da chegada de Cristóvão Colombo à América.

Com o objetivo de apresentar a maior e mais impressionante exposição de inovações científicas e tecnológicas já idealizada, coube ao arquiteto Daniel Burnham, famoso por projetar alguns dos edifícios mais famosos do mundo, a difícil tarefa de transformar uma área desolada em um lugar de magnífica beleza: a Cidade Branca. Reunindo as mentes mais importantes da época, Burnham enfrentou o mau tempo, tragédias e o prazo curto para construir a enorme estrutura da feira.

A poucas quadras dali, outro homem igualmente determinado, H. H. Holmes, estava às voltas com mais uma obra grandiosa, um prédio estranho e complexo. Nomeado Hotel da Feira Mundial, o lugar era na verdade um palácio de tortura, para o qual Holmes atraiu dezenas, talvez centenas de pessoas. Autor de crimes inimagináveis, ele ficou conhecido como o primeiro serial killer da história americana.

testeA lista perfeita para quem gosta de investigação

 

Geralmente tudo começa com um crime, policiais determinados, alguns suspeitos e muitas dúvidas no ar. Mas, apesar desses elementos já conhecidos do público, é quase impossível não se surpreender, ficar tenso e soltar gritinhos quando as peças parecem se encaixar. Para aqueles que adoram romances policiais, investigações intrigantes, mistérios e quebra-cabeças aparentemente impossíveis, preparamos uma lista de livros, séries e filmes imperdíveis! Confira:

 

1. O desaparecimento de Stephanie Mailer

Joël Dicker, autor do aclamado A verdade sobre o caso Harry Quebert, está de volta! Em seu novo romance policial, O desaparecimento de Stephanie Mailer, vamos conhecer a pequena e pacata cidade de Orphea, localizada nos Hamptons. Apesar das aparências, um crime chocante abala a vida de seus moradores: em 1994, no dia da estreia do primeiro festival de teatro da região, quatro pessoas são brutalmente assassinadas, entre elas o prefeito. O caso é solucionado por dois jovens policiais, Jesse Rosenberg e Derek Scott, e o responsável vai parar atrás das grades.

O problema é que, vinte anos depois, quando Jesse está prestes a se aposentar, a obstinada jornalista Stephanie Mailer afirma que houve um terrível erro na investigação. Quando ela desaparece misteriosamente, os policiais precisam reabrir o caso e desvendar segredos enterrados há décadas. Com uma narrativa que mistura passado e presente, essa é a leitura perfeita para os fãs do gênero.

 

2. True Detective

Falando em narrativas que misturam passado e presente, não podemos deixar de fora uma série que é mestre no assunto: True Detective. Na primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, acompanhamos ao longo de 17 anos a busca de dois policiais por um serial killer na Louisiana. Na segunda, com um elenco completamente diferente, a história é outra: três detetives estão envolvidos em uma conspiração após um assassinato. Já na terceira, o ganhador do Oscar Mahershala Ali é um policial que investiga o desaparecimento de duas crianças ao longo de três linhas temporais distintas. O criador e roteirista da produção da HBO é Nic Pizzolatto, que publicou Galveston pela Intrínseca.

 

3. Sharp Objects (Objetos cortantes)

A HBO também é responsável por umas das minisséries mais faladas de 2018: Sharp Objects. Inspirada no livro de estreia de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar, a trama narra a história da repórter Camille Preaker (Amy Adams), uma mulher enigmática que acabou de sair de um hospital psiquiátrico. Ela é obrigada a voltar à sua cidade natal, Wind Gap, para investigar o assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra. Além dos crimes, ela também precisa lidar com as lembranças nada agradáveis de sua infância e adolescência, que envolvem uma mãe neurótica e uma meia-irmã que praticamente não conhece.

 

4. Zodíaco

Já que falamos em Gillian Flynn, é impossível não lembrar a excelente adaptação cinematográfica de Garota exemplar, dirigida por David Fincher. O diretor, famoso por seus ótimos filmes de suspense, como o grande sucesso Se7ven, não poderia ficar de fora dessa lista. Por isso, escolhemos Zodíaco, a produção de 2007 que conta a história real do assassino que matou sete pessoas em São Francisco entre dezembro de 1968 e outubro de 1969. Fincher passou dois anos estudando o caso, que, apesar de não ter respostas, ainda é um dos enigmas investigativos mais famosos de todos os tempos.

 

5. Mindhunter

Para finalizar, Mindhunter, a série da Netflix também dirigida por David Fincher. Nela, acompanhamos John Douglas, uma figura lendária no FBI que ajudou a revolucionar as investigações em uma época em que a expressão serial killer sequer existia. Ao longo de sua carreira, o agente especial que inspirou personagens como Jack Crawford de O Silêncio dos Inocentes, confrontou, entrevistou e estudou Charles Manson, Ted Bundy, Ed Gein, entre outros. A produção ­– cuja segunda temporada já foi confirmada – é inspirada no livro homônimo publicado pela Intrínseca.

testeLeia um trecho de Boy Erased

Boy Erased: Uma verdade anulada acompanha a emocionante jornada de Garrard Conley ao ser matriculado em um programa de conversão sexual. Imersos na comunidade conservadora em que vivem, os pais de Garrard acreditavam que sua homossexualidade poderia ser curada.

Essa história real mostra as consequências de tentar aniquilar uma parte de si mesmo. É uma mensagem de esperança e um pedido de tolerância para todos que vivem situações semelhantes de repressão. O livro deu origem ao filme homônimo com Nicole Kidman, Russell Crowe e Lucas Hedges, que chega no Brasil em formato digital ainda em 2019.

Leia um trecho:

 

segunda-feira, 7 de junho de 2004

John Smid estava de pé, as costas retas, sorrindo com seus óculos de armação fina, usando a calça cáqui e a camisa de botão listrada que haviam se tornado o uniforme dos homens evangélicos de todo o país. As costuras da camiseta que usava por baixo se esticavam, rígidas, sob a camisa, e o cabelo louro e grisalho estava domado por um corte máquina cinco, comum em todos os barbeiros do Sul dos Estados Unidos. O resto de nós estava sentado em um semicírculo voltado para ele, todos vestidos de acordo com as regras determinadas em nossos manuais de instruções de 274 páginas.

    Homens: Sempre usar camisas, inclusive para dormir. Camisetas sem manga não são permitidas, seja como roupa comum ou de baixo, inclusive regatas. A barba deve ser feita todos os dias. Costeletas nunca devem ficar abaixo da ponta da orelha.

    Mulheres: Usar sutiã o tempo todo, a não ser para dormir. Saias devem ficar na altura dos joelhos ou abaixo deles. Tops permitidos apenas se usados sob blusas. Pernas e axilas devem ser raspadas pelo menos duas vezes por semana.

— A primeira coisa que vocês precisam fazer é reconhecer o quanto se tornaram dependentes de sexo, de coisas que não são de Deus — disse Smid.

Estamos no Primeiro Passo do Amor do programa de Doze Passos para a Ação, uma série de princípios que põe os pecados da infidelidade, da brutalidade, da pedofilia e da homossexualidade no mesmo patamar de vícios como o alcoolismo e o jogo: um tipo de Alcoólicos Anônimos para o que os conselheiros chamam de “desvio sexual”.

Algumas horas antes, sentado sozinho em sua sala, eu havia visto um homem diferente: um Smid mais bondoso e brincalhão, um palhaço de meia-idade disposto a usar todo tipo de técnica para me fazer sorrir. Ele havia me tratado como criança, e eu tinha relaxado naquele papel, apesar de ter dezenove anos na época. Smid disse que eu tinha ido ao lugar certo, que a Amor em Ação me curaria, me tiraria do pecado e me levaria à luz da glória de Deus. O escritório dele parecera iluminado o bastante para sustentar aquela afirmação, as paredes nuas a não ser por alguns recortes de jornal e versos da Bíblia bordados dispostos em molduras. A janela dava para um terreno baldio, raro naquela área dos arredores da cidade: um gramado abandonado, pontuado por dentes-de-leão coloridos e seus milhares de sementes que se espalhariam pela rodovia até o fim da semana.

— Nós tentamos misturar vários modelos de tratamento aqui — garantira Smid, girando a cadeira de escritório para olhar pela janela.

Um sol alaranjado se erguia atrás dos prédios mal caiados ao longe. Esperei que a luz do sol os tomasse, mas, quanto mais observava, mais ela parecia demorar. Eu me perguntei se era assim que o tempo funcionaria naquele lugar: minutos pareceriam horas, horas pareceriam dias, dias pareceriam semanas.

— Assim que você entra no grupo, já está caminhando para a recuperação — dissera Smid. — O importante é se lembrar de manter a cabeça aberta.

Eu estava ali por escolha própria, apesar do meu ceticismo crescente, apesar da vontade secreta de fugir para não encarar a vergonha que sentia desde que meus pais haviam descoberto que eu era gay. Tinha investido demais em minha vida para deixá-la para trás: em minha família e naquele Deus cada vez menos definido que conhecia desde pequeno.

Deus, eu havia pedido em oração, deixando a sala de Smid e seguindo pelo corredor estreito até o salão principal, as luzes fluorescentes estalando em seus suportes de metal, não sei mais quem é o Senhor, mas, por favor, me dê sabedoria para sobreviver a tudo isso.

 Algumas horas depois, sentado no meio do semicírculo de Smid, eu esperava que Deus se juntasse a mim.

— Vocês não são melhores nem piores do que os outros pecadores do mundo — disse Smid.

Ele mantinha os braços cruzados atrás das costas, o corpo todo tenso, como se tivesse sido amarrado a uma tábua invisível.

— Deus vê todos os pecados sob a mesma luz.

Todos assentimos. O jargão do ex-gay já havia se tornado familiar para mim, apesar de ter sido um choque quando o lera pela primeira vez no site da instituição, quando ficara sabendo que a homossexualidade que eu tinha tentado ignorar durante grande parte da minha vida estava “fora de controle”, que eu podia acabar tendo relações com o cachorro de alguém se não me curasse. Por mais absurda que a ideia possa parecer neste momento, eu não tinha muitas informações em que me basear na época. Ainda era jovem o suficiente para ter tido apenas casos passageiros com outros homens. Antes da faculdade, eu só havia conhecido um homem que dizia abertamente que era gay: o cabeleireiro da minha mãe, um cara grande e peludo que passava a maior parte do tempo dando sinais do que eu considerava um estereótipo — elogiava minha aparência, fofocava sobre os colegas de trabalho, discutia os planos para sua próxima festa de Natal maravilhosa, a barba branca impecável já esculpida para encarnar o papel de Papai Noel Safado. O restante do preconceito eu havia aprendido em pantomimas: punhos frouxos e gestos exagerados de membros da igreja fazendo piada; frases que chamavam atenção em virtude daquela cadência melódica comum na TV — “Ai, não precisaaava” —; petições da igreja que tinham que ser assinadas para manter o país a salvo dos “pervertidos”. O brilho de uma legging neon, o agitar de um boá, um bumbum durinho rebolando para a câmera. O que eu via na TV parecia corroborar que ser gay era estranho, não natural.

— Vocês precisam entender uma coisa muito importante — disse Smid, a voz tão próxima que pude senti-la em meu peito. — Estão usando um pecado sexual para preencher o vazio que sentem pela falta de Deus em suas vidas.

Eu estava ali. Ninguém podia dizer que eu não estava tentando.

O salão principal era pequeno, iluminado por lâmpadas fluorescentes e tinha uma porta de correr que dava para uma varanda de concreto desbotada pelo sol. Nosso grupo estava sentado em cadeiras dobráveis acolchoadas, perto da frente da sala. Nas paredes atrás de nós, havia folhas plastificadas com os Doze Passos que prometiam uma cura lenta, mas duradoura. Além desses pôsteres, as paredes não tinham basicamente nada. Não havia crucifixos nem estações da via crucis. Ali, tal iconografia era considerada idolatria, assim como a astrologia, o jogo Dungeons & Dragons, as religiões orientais, os tabuleiros de Ouija, o satanismo e a ioga. A Amor em Ação tinha uma posição mais extrema contra o mundo secular do que as igrejas da minha infância, embora eu já estivesse familiarizado com o modo de pensar dos conselheiros. (…)

— Harry Potter não passa de um sedutor das almas das crianças — dissera certa vez um pastor batista que fora visitar a igreja da nossa família.

Não duvido que meus conselheiros da AEA também tivessem descartado qualquer menção a Harry Potter e que, portanto, o tempo que passei em Hogwarts tivesse que continuar sendo um prazer secreto. Eu havia selado um pacto ainda mais sério com Deus ao ir até ali, algo que exigia que abstraísse a maior parte do que acontecera antes da AEA. Antes de entrar naquela sala, tinham me pedido para deixar tudo para trás, com exceção de minha Bíblia e meu manual.

testeSorteio Facebook – Personagens LGBT+[ENCERRADO]

Vamos sortear 3 exemplares de alguns dos nossos livros com personagens LGBT+!

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