testeComo usar seu tempo com mais foco e concluir os projetos do dia a dia

 

Todo mundo já chegou ao fim de um dia de trabalho com a sensação de que não havia feito tudo o que precisava. Ou já se pegou verificando o e-mail corporativo durante algum momento de lazer.

A sociedade atual nos faz acreditar que a produtividade é o segredo para ser bem-sucedido, e por isso preenchemos cada minuto de nossos dias com centenas de tarefas, muitas das quais acabam ficando esquecidas pelo meio do caminho.

Em Faça tempo, Jake Knapp e John Zeratsky defendem que essa produção em massa nunca nos deixará satisfeitos, a menos que sejamos capazes de concluir os projetos mais importantes para a nossa vida. Por isso, eles propõem um esquema em quatro etapas para que você consiga usar o seu tempo com sabedoria e focar no que realmente importa.

Ao definir um destaque, focar na realização do objetivo, encontrar a energia necessária para concluí-lo e refletir sobre o método para repeti-lo ou adaptá-lo, você finalmente terminará seus dias com a impressão de dever cumprido.

Dos mesmos autores de Sprint, Faça tempo: 4 passos para definir suas prioridades e não adiar mais nada chega às livrarias a partir de 12 de março. 

Compre em pré-venda na Amazon e garanta um brinde exclusivo do livro.

testeHumor e nostalgia se encontram em O caso da Mansão Deboën

Eles se conheceram na infância, nas férias em Blyton Hills — uma cidade famosa por seu lago enigmático e um pouco assustador. Mas anos depois, o jovem grupo não é mais o mesmo: Andy é uma mulher solitária e sente que não se encaixa em lugar algum; Kerri busca consolo para seus medos na bebida; Nate se interna voluntariamente em hospitais psiquiátricos e Peter virou um fantasma após morrer de overdose. Nenhum dos quatro podia imaginar que seu futuro seria fadado ao fracasso por conta de uma aventura adolescente envolvendo a Mansão Deboën.

No verão de 1977, eles eram apenas quatro jovens inquietos, acompanhados de um simpático cachorro, quando foram até a mansão no lago da cidade de Blyton Hills para desvendar um mistério. Em vez de monstros assustadores e espíritos vingativos, o Clube dos Detetives de Blyton, como eles se intitulavam, descobriu que tudo não passava da tramoia de um criminoso fantasiado. Mas o que eles viram e ouviram naquele dia jamais parou de assombrá-los.

Com a vida estagnada e imersa em um caos insuportável, o grupo se reúne para tentar entender o que realmente aconteceu naquele fatídico verão e, desta vez, terão certeza de que a resposta é muito mais macabra e perigosa do que imaginavam.

Em O caso da Mansão Deboën, Edgar Cantero homenageia e subverte as clássicas histórias de detetives juvenis em uma aventura inesquecível. Com doses de terror, cultura pop e referências como Scooby-Doo e H.P. Lovecraft, esse é o livro perfeito para os fãs de Stranger Things e Buffy – a caça vampiros. Ele chega às livrarias em março!

 

 

O livro foi escolhido para estrelar a caixa de janeiro do intrínsecos, nosso clube de assinatura. Os leitores amaram essa aventura recheada de surpresas e nostalgia dos anos 1990. Se você ainda não faz parte do clube, assine agora e leia os principais lançamentos da Intrínseca antes de todo mundo!

testeBoy Erased: A luta de Garrard Conley contra a cura gay

Por João Lourenço*

Garrard Conley, autor de Boy Erased, e Lucas Hedges, ator que o interpretou na adaptação cinematográfica do livro

Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Ou seja, ser gay deixou de ser considerado um transtorno ou alguma perturbação à saúde.

De lá para cá, passaram-se quase 30 anos, chegamos ao século XXI e, por mais absurdo que seja, a homossexualidade continua incomodando muita gente. Pior. Os incomodados seguem afirmando que se trata de doença e, sendo “doença”, pode ser “curada”. Só nos Estados Unidos, pesquisas mostram que mais de 700 mil pessoas já passaram por algum “tratamento” de terapia reparativa ou de conversão — termos pomposos para a famigerada “cura gay”. E quase metade desse número é formado por adolescentes. Além disso, a Associação Americana de Psicologia elaborou uma lista abrangente dos males causados por esse tipo de programa: ansiedade, confusão, depressão, desesperança, perda da fé e, até mesmo, suicídio.

Garrard Conley foi um desses adolescentes. Sobreviveu à experiência e, para ajudar pessoas que enfrentam situações parecidas, escreveu Boy Erased. No livro de memórias, ele relata com detalhes o período em que frequentou um dos maiores e mais controversos programas de reorientação sexual dos Estados Unidos, o “Amor em Ação” (AEA).

Vindo de uma família de classe média que vivia em uma cidade conservadora e religiosa no interior do Arkansas, Conley passou grande parte da infância dentro de uma igreja Batista, onde o pai era um dos pastores. O autor teve infância e adolescência normais, sem sofrer nenhum tipo de bullying na escola. Os problemas começaram quando ele foi para a faculdade. Longe dos pais, ele se sentiu livre para ser quem era e logo se envolveu com um colega de classe, que também vinha de uma família religiosa. O jovem estuprou Conley e, temendo ser denunciado, ligou para os pais do autor se passando por um coordenador da faculdade e o “tirou do armário”.

A primeira reação de Conley foi negar a acusação. Mas, sob pressão, resolveu confessar que sentia atração por homens. O pai convidou pastores e ministros da igreja para decidir o futuro do filho. E a decisão foi a pior possível: enviá-lo para um polêmico programa chamado “Refúgio”, que reúne adolescentes e adultos que sofrem de “vícios sexuais”.

Conley viajou para o estado do Tennessee, sede do AEA, com a mãe. Lá, recebeu inúmeras instruções: qual hotel deveriam ficar hospedados durante o tratamento, quais roupas Conley poderia usar, qual seria o seu corte de cabelo e até a altura da barba. No AEA, a maioria dos funcionários é formada por “gays convertidos”, pessoas sem formação acadêmica ou experiência em tratamentos psicológicos. Conley então teve aulas de como “ser homem”: exercícios de postura, voz, atividades esportivas etc. Com interpretações equivocadas da Bíblia, o lugar é movido à tortura psicológica, induzindo os “pacientes” ao medo, arrependimento e, por fim, à tal “conversão”. Os participantes também são forçados a assistir a filmes pornográficos.

Durante esse processo, a relação de Conley com a mãe foi fundamental para mantê-lo são e conservar alguma esperança. Ao contrário do pai, ela não era tão rígida e estava disposta a entender a orientação sexual do filho. No tempo livre, por exemplo, os dois compartilhavam livros e discutiam títulos com teor homossexual, como O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

A maioria dos “pacientes” do AEA precisa ficar pelo menos três meses em tratamento. Mas, com a ajuda da mãe, que enfrentou o marido, Conley permaneceu no lugar por apenas duas semanas. Hoje, ela lembra o período como “o ano em que fomos abduzidos por alienígenas”.

Por vários motivos, Boy Erased parece mais um livro de ficção do que de memórias. Conley escreve com ritmo fluido e opta por contar a sua história de forma não linear, utilizando linguagem clara e objetiva, além de abordar com leveza as passagens mais dolorosas. As técnicas utilizadas pelo AEA e os diálogos dos funcionários são tão absurdos que, às vezes, tudo beira o inverossímil. E, assim como na ficção, nem tudo é preto ou branco. Conley oferece ao leitor histórias secundárias sobre os personagens, principalmente sobre os pais, em uma tentativa de torná-los merecedores de empatia e compaixão.

Os pais de Conley, Hershel e Martha, representam o típico casal americano. Eles se conheceram e casaram-se muito jovens. Hershel era quarterback quando conheceu Martha, líder de torcida. Antes de ser ordenado como pastor, Hershel gerenciava uma concessionária de carros. Foi com o pai que Garrard aprendeu a se expressar com confiança e charme. No entanto, Garrard conta, por exemplo, episódios de violência que marcaram a vida do pai: Hershel presenciou a mãe apanhar do pai diversas vezes. Em relação à mãe, ele a apresenta como uma mulher engraçada e espontânea. São diversos os episódios que retratam o amor entre a família — relação que se desgastou após a entrada de Conley no programa de conversão.

Boy Erased foi dedicado aos pais do autor. Ou seja, mesmo após passar por uma experiência traumática, Conley decidiu perdoá-los. Ele defende que os pais vêm de uma geração em que a diversidade era apenas uma palavra perdida no dicionário. Hoje, Conley mora em Nova York com o marido. A relação dele com os pais melhorou. A mãe o acompanhou durante o lançamento do livro, mas o pai, embora tenha admitido que o AEA foi uma péssima escolha, ainda acredita que a homossexualidade não faz parte dos “planos de Deus”.

O livro ganhou adaptação cinematográfica de peso. Nicole Kidman e Russel Crowe interpretam os pais de Conley, e o papel do autor ficou com Lucas Hedges. Ao contrário do livro, o filme não alcançou o mesmo sucesso de público, além de ter gerado polêmica no Brasil. A distribuidora decidiu não exibir o filme nos cinemas por questões comerciais, mas parte do público foi às redes sociais reclamar de censura.

Em época de fake news, verdades alternativas, pós-verdade, todos que acreditam em direitos iguais precisam ajudar a esclarecer a diferença entre fato e crença. Talvez assim finalmente possamos trilhar o caminho da diversidade. Boy Erased é a história de uma família que se ama, mas, assim como outras famílias, enfrenta problemas. E, às vezes, com a melhor das intenções, escolhe o pior caminho para ajudar aquele a quem ama.

*João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Atualmente está em Nova York escrevendo seu primeiro romance.

testeO renascimento do LSD: a droga dos hippies agora também pode mudar a sua vida

Por João Lourenço*

(Fonte)

 

Antes mesmo de ser lançado, o novo livro de Michael Pollan causou burburinho entre os fãs do escritor. Queridinho dos americanos em busca de uma vida mais saudável, Pollan fez uso de LSD e outras drogas para escrever Como mudar a sua mente: O que a nova ciência das substâncias psicodélicas pode nos ensinar sobre consciência, morte, vícios, depressão e transcendência

O livro levou quase 10 anos para ser finalizado — um tempo longo que reflete muito as incertezas do autor em relação ao tema. Tudo começou em 2010 quando Pollan se deparou com uma manchete curiosa na primeira página do The New York Times: “Alucinógenos voltam a ganhar a atenção dos médicos.” A reportagem informava que, em algumas universidades americanas, médicos começavam a prescrever grandes doses de drogas alucinógenas para pacientes em estado terminal. O uso das substâncias tinha como objetivo aliviar o medo e o estresse diante da morte.

Os médicos concluíram que o LSD altera a parte do cérebro responsável pela região do ego, aquela em que reside autoreflexão e preocupações. A ressonância magnética mostra que, sob a influência de psicodélicos, esse controle do ego entra em modo off-line, permitindo que o cérebro dê espaço para conexões e percepções mais desinibidas. Ou seja: os pacientes conseguem quebrar padrões repetitivos e hábitos negativos. Assim, é possível abraçar uma perspectiva mais positiva. Quanto mais intensa é a viagem, mais duradouros são os benefícios.  

Na imagem: Cérebro com e sem LSD (Fonte)

 

Tempos depois, durante um jantar na casa de amigos, Pollan ouviu o relato de uma pesquisadora e psicóloga que tinha experimentado o LSD. Ele ficou intrigado e decidiu pesquisar sobre o assunto. Além de tratar pacientes com câncer, Pollan descobriu que doses de LSD e psilocibina (substância encontrada em cogumelos) também estavam sendo usadas para ajudar a diminuir e curar problemas como vício, depressão e ansiedade. Foi aí que ele resolveu escrever sobre o tema. 

Para os não iniciados no “culto” Pollan, vale lembrar que o jornalista ficou conhecido nos Estados Unidos como o garoto-propaganda da alimentação saudável, da meditação e da atividade física. Ele é autor de vários best-sellers, como O dilema do onívoro, obra que ajudou toda uma geração a repensar o consumo de alimentos ultraprocessados. Além de lançar livros de sucesso e de toda sua prodigiosa carreira como jornalista, Pollan estrela Cooked, série documental da Netflix inspirada em sua obra Cozinhar, em que traça a história sociocultural da alimentação humana, tendo por base a ligação entre a comida e os quatro elementos naturais: fogo, ar, água e terra.

Mesmo sendo uma das figuras mais populares e carismáticas dos Estados Unidos, Pollan não escapou da polêmica. Muitos questionaram a decisão do jornalista em gastar parte do adiantamento que recebeu pela nova obra para embarcar em “trips” de LSD — uma das drogas mais controversas (e icônicas) da história ocidental. Em Como mudar a sua mente, Pollan conta a história da substância no Ocidente e acompanha de perto as experiências de alguns pacientes tratados com ela. 

No livro, o autor defende que o LSD não deve ser associado apenas à cultura hippie. Para ele, a importância histórica da droga vai muito além do “verão do amor”. Músicos, escritores e artistas plásticos criaram obras fundamentais movidos por drogas psicodélicas como o LSD — substância alucinógena que tem o efeito de “abrir a mente”, expandir a consciência. E foi com essa nova consciência que a geração Paz e Amor acordou para questões importantes como direitos civis, feminismo, racismo etc. Esse despertar, claro, não agradou os governos, e países como Estados Unidos e Inglaterra investiram em grandes campanhas públicas contra a substância. A droga foi acusada de ser responsável por casos de suicídio e psicose, o que desencorajou jovens como Pollan a embarcar nessa “viagem”. 

Na imagem: “Viagem ou armadilha? O que é LSD?” (Fonte

 

O medo relegou o LSD ao esquecimento. Isso começou a mudar no começo dos anos 2000, quando nomes como Bill Gates e Steve Jobs confessaram utilizar com frequência pequenas doses de LSD e mescalina para estimular a criatividade. Hoje, muitos jovens do Vale do Silício fazem uso dessas drogas com o mesmo objetivo: tornarem-se mais produtivos e criativos. Entretanto as pesquisas sobre microdosagem de LSD para aumentar a criatividade ainda não são conclusivas.

 

Por ser alguém que não curte surpresas, que gosta de ter o controle sobre a própria vida, Pollan demorou a embarcar em “viagens” de LSD. Seu medo também teve a ver com os efeitos da droga, que pode proporcionar a melhor ou a pior experiência da sua vida. Outra questão é que o LSD está na lista de substâncias ilícitas, o que complicou ainda mais a pesquisa do autor. A saída foi apelar para o mercado negro. Precavido, Pollan entrevistou gurus e psicoterapeutas até encontrar a pessoa ideal para conduzi-lo nessa experiência. 

O resultado foi melhor do que o esperado. A experiência de Pollan com o LSD o ajudou a lidar com antigas questões relacionadas aos pais e outros problemas pessoais que ele acreditava já estarem resolvidos. Em entrevista à rádio NPR, disse que descrever a experiência foi uma das tarefas mais difíceis que enfrentou como escritor. Para ele, foi a mesma coisa que contar um sonho para um desconhecido. Quanto mais você tenta explicar, menos o relato parece fazer sentido. 

Se fosse para descrever em poucas palavras, Pollan diria que a droga o presenteou com uma nova dose de esperança. Em Como mudar a sua mente, ele defende que essas substâncias não devem ser desperdiçadas por jovens entediados. O autor teme que o uso abusivo, sem supervisão, pode levar a uma nova campanha contra a droga, prejudicando aqueles que realmente precisam dela.  

 

A narrativa de Como mudar a sua mente beira o místico e o espiritual, algo raramente visto na obra de Pollan e que reforça uma das teses mais interessantes do livro: a de que as fronteiras entre ciência e religião não são tão rígidas como supomos. Enquanto religiões e práticas como a Yoga e o Budismo pregam a dissolução do ego, a experiência com LSD propicia chegar ao estado de transcendência por meio de vias expressas. O resultado é uma mente serena, em paz, repleta de compaixão. A dissolução do ego também pode ser observada em religiões como o cristianismo e o islamismo. No entanto, a recompensa rápida provida pelo LSD ainda não é bem vista por gurus e religiosos. Para eles, o LSD é uma traição quando comparado às técnicas milenares como o Yoga e a meditação, pois você recebe o bônus sem ter que lidar com o ônus.

 

Na obra Michael Pollan não induz o leitor a experimentar drogas. Mas o livro é, sim, capaz de deixar até os mais caretas em dúvida: o que eu seria capaz de alcançar se experimentasse? 

A resposta fica por sua conta e risco. 

 

*João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Atualmente está em Nova York escrevendo seu primeiro romance.

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testeMundo em caos: conheça a nova edição do livro que vai virar filme estrelado por Tom Holland e Daisy Ridley

Em um mundo pós-apocalíptico, uma infecção rara e perigosa causou o inimaginável: a morte de todas as mulheres. O mesmo germe fez com que os pensamentos dos homens se tornassem audíveis, e agora o Ruído está por toda parte, impedindo que as pessoas guardem segredos.

É nesse cenário caótico e nada amigável que conhecemos Todd Hewitt, o único garoto entre os homens da cidade de Prentisstown. A apenas um mês de se tornar homem, um segredo impensável é revelado, e ele se vê forçado a fugir antes que seja tarde demais. Acompanhado por seu fiel escudeiro, o cachorro Manchee, ele embarca em uma jornada repleta de perigos e se depara com uma criatura estranha e silenciosa: uma garota. Mas quem é ela? E por que não foi morta pelo germe como todas as mulheres?

Publicado em mais de trinta países, Mundo em caos é o primeiro volume de uma distopia imperdível para quem gosta de ficção científica, ação e romance. Agora você vai poder curtir essa grande história em uma edição superespecial com conteúdo extra: além de uma nova tradução, o livro traz um conto inédito, que expande o universo da série. E não para por aí, a edição ainda conta com pintura trilateral vermelha e verniz localizado na capa, simulando os Ruídos.

Lançada originalmente há mais de uma década, a obra que consagrou Patrick Ness como um dos maiores nomes da literatura jovem também vai virar filme. Tom Holland (Homem-Aranha de Volta ao Lar) vai viver o papel de Todd e Daisy Ridley (Star Wars: o Despertar da Força) será Viola. Enquanto a produção não chega aos cinemas, corra para descobrir antes de todo mundo os segredos de Prentisstown.

testeClássico antimilitarista de Kurt Vonnegut ganha edição especial de 50 anos

Matadouro-Cinco chega às livrarias em edição capa dura

“Nada de inteligente pode ser dito sobre a guerra”, sentencia Kurt Vonnegut em sua obra máxima, o clássico Matadouro-Cinco. Publicado originalmente em 1969, em plena guerra do Vietnã, a crítica ácida e bem-humorada ao militarismo e à cultura consumista norte-americana mescla a imaginação prodigiosa de um dos mais importantes escritores da literatura contemporânea a um dos episódios mais cruéis da Segunda Guerra Mundial: o bombardeio da cidade alemã de Dresden — massacre que deixou a mesma quantidade de vítimas que o lançamento da ogiva nuclear em Hiroshima.

Assim como o protagonista da história, Billy Pilgrim, Kurt Vonnegut foi mantido prisioneiro e obrigado a trabalhar em um armazém subterrâneo de carnes durante o conflito. Como Billy, o escritor testemunhou a morte de milhares de civis, vivenciou a maldade humana e todo o absurdo da guerra: um espetáculo sem sentido, sem nada do glamour estampado nos filmes, e, na verdade, travado por garotos.

A edição comemorativa de 50 anos de Matadouro-Cinco, em formato capa dura, com pintura trilateral já está nas livrarias com tradução de Daniel Pellizzari e apresentação de Antônio Xerxenesky. Divisor de águas na carreira do escritor norte-americano, a obra inovadora combina ficção científica e relato autobiográfico com a linguagem sarcástica e simples que o consagrou. Para Kurt Vonnegut a escrita acessível não era, de forma alguma, um demérito. É um ato político.

Na trama, acompanhamos a desvairada trajetória de Billy Pilgrim, um garoto que já nasceu esquisito e que, com o tempo, ficou mais esquisito ainda. De aparência curiosa, alto e magricela, o jovem que se parecia com uma garrafa de Coca-Cola foi enviado para a Segunda Guerra Mundial sem roupas adequadas, sem armas e sem vontade de lutar. Após o massacre de Dresden, Billy é internado, como outros milhares de soldados, em um hospital psiquiátrico. No entanto, Billy passa por uma experiência única: ficar solto no tempo. Capaz de viajar no tempo e no espaço, Billy pode reviver seu passado e seu futuro, além de estar, ao mesmo tempo, em lugares distintos: trancafiado em um vagão de prisioneiros durante o rigoroso inverno europeu durante a guerra e dirigindo seu Cadillac numa ensolarada tarde americana.

Uma obra divertida e necessária, Matadouro-Cinco questiona reiteradamente nossa capacidade de nos acostumarmos com tudo. Qualquer semelhança com a atualidade não é mera coincidência.

Leia um trecho:

testeSorteio Facebook – Trilogias Jenny Han [ENCERRADO]

 

Vamos sortear 2 trilogias da nossa autora super fofa, Jenny Han!

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