A regra é não ter regras

A Netflix e a cultura da reinvenção

Reed Hastings e Erin Meyer
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Alexandre Raposo
  • Páginas: 352
  • Gênero: Administração, Negócios e Economia
  • Formato: 15,5 x 23 x 1,7 cm
  • Lançamento: 10/09/2020

Nunca houve uma empresa como a Netflix. De um serviço de locação de DVDs por correio a uma superpotência de streaming, em vinte anos a companhia se tornou um dos principais nomes das indústrias de entretenimento do mundo. Com mais de 180 milhões de assinantes em 190 países e uma receita anual de bilhões de dólares, a Netflix causou uma verdadeira revolução com sua filosofia corporativa nada convencional. Cofundador, presidente e CEO da empresa, Reed Hastings se une à especialista no mundo dos negócios Erin Meyer para falar pela primeira vez sobre a cultura que transformou a marca em um exemplo inigualável de criatividade e adaptação.

A partir de centenas de entrevistas com funcionários da Netflix e relatos nunca antes compartilhados, Hastings explica como seus princípios controversos fizeram da Netflix um exemplo de inovação e sucesso global. Uma obra fascinante sobre uma empresa que desafiou tradições e expectativas e dominou as premiações do cinema e da TV, além do imaginário de milhões de pessoas, uma tela por vez.

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Reed Hastings e Erin Meyer

Reed Hastings e Erin Meyer

Reed Hastings é empresário e filantropo. Formado pelas universidades de Bowdoin e Stanford, foi professor voluntário do Corpo da Paz no sul da África, presidente do Conselho de Educação do Estado da Califórnia e integrou o comitê administrativo de diversas organizações educacionais, como Dreambox Learning, KIPP e Pahara. Em 1997, fundou a Netflix — empresa que viria a revolucionar a indústria do entretenimento —, onde até hoje é CEO e presidente.

Erin Meyer é autora do livro The Culture Map e professora da INSEAD, uma das mais conceituadas instituições de ensino de negócios do mundo. Seu trabalho já foi publicado em veículos como Harvard Business Review, The New York Times e Forbes. Entre 1994 e 1995, também atuou como professora voluntária do Corpo da Paz no sul da África. Em 2019, foi indicada pela lista Thinkers50 como uma das principais pensadoras do mundo dos negócios.