Como mudar sua mente

Michael Pollan
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Rogerio W. Galindo e Rosiane Correia de Freitas
  • Páginas: 480
  • Gênero: Não Ficção
  • Formato: 16 x 23 x 2,4
  • Lançamento: 09/11/2018

Nos anos 1940, quando o LSD foi descoberto, pesquisadores, cientistas e médicos acreditavam que a sociedade se preparava para uma iminente revolução no campo da psicologia. A substância alucinógena teria o potencial de revelar os mistérios do inconsciente, bem como oferecer avanços no tratamento de doenças mentais. Poucas décadas depois, o LSD se popularizou como droga recreativa, mas a intensa repressão ao movimento de contracultura fez com que as pesquisas com a substância fossem suspensas.

Após se debruçar sobre a história social dos alimentos em suas obras anteriores, o jornalista Michael Pollan parte em busca de uma compreensão aprofundada da psique humana e de como as substâncias psicodélicas poderiam auxiliar tratamentos médicos. Como mudar sua mente conta a história do renascimento das pesquisas com esses compostos depois de anos de coibição e esquecimento. Pollan se dedicou a variadas experiências com alucinógenos e notou que eles também seriam capazes de melhorar a vida de pessoas saudáveis.

Em uma impressionante jornada de caráter tanto científico quanto pessoal, Pollan mergulha nos mais diversos estados da consciência e apresenta os progressos que essas substâncias trazem para os estudos mais recentes da neurociência, revelando que os benefícios terapêuticos das substâncias psicodélicas são indissociáveis das experiências de transcendência proporcionadas por elas.

Leia mais no BLOG

Michael Pollan

Michael Pollan

Escritor, professor de jornalismo da Universidade da Califórnia em Berkeley, Michael Pollan também é colaborador de longa data da revista dominical do jornal The New York Times. É autor de The Botany of Desire: A Plant's-Eye View of the World, A Place of My Own e Second Nature. Mora em São Francisco, Estados Unidos.

 

Outro s título s de Michael Pollan pela Intrínseca