Solteirona

O direito de escolher a própria vida

Kate Bolick
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Lourdes Sette
  • Páginas: 320
  • Gênero: Não Ficção
  • Formato: 16 x 23 x 1,6 cm
  • Lançamento: 22/04/2016

"Com quem se casar e quando: essas duas questões definem a existência de toda mulher", provoca a autora logo no início de Solteirona. Em uma análise inteligente e bem-vinda dos prazeres e possibilidades de ficar solteira, a jornalista e crítica cultural Kate Bolick parte da própria experiência para ponderar o porquê de mais de cem milhões de americanas hoje preferirem ficar solteiras.

As projeções apontam que esse número só tende a crescer, mas, mesmo assim, uma mulher passar batida pelos vinte, trinta anos sem se casar continua sendo uma questão - mesmo, e talvez principalmente, se isso for uma escolha deliberada. Decidida a fincar pé na solteirice, Bolick apresenta um elenco de personalidades femininas do último século que, pela genialidade e determinação, são inspirações para sua escolha: a colunista Neith Boyce, a ensaísta Maeve Brennan, a visionária Charlotte Perkins Gilman, a poeta Edna St. Vincent Millay e a escritora Edith Wharton. Ao destacar a trajetória nada convencional dessas mulheres, Bolick faz lembrar quão atemporal é o dilema a respeito de se casar e ter filhos e levanta uma pauta ainda mais crucial nessa discussão: o direito de escolher a própria vida.

Intensamente pessoal e bem embasado, Solteirona é ao mesmo tempo um inquietante livro de memórias e uma ampla análise cultural dessa encruzilhada que não deveria, mas tanto interfere no universo feminino. Uma defesa da liberdade da mulher de ser autêntica e fiel às inúmeras possibilidades de futuro que ela pode e deve projetar para si mesma. Se será um futuro construído a duas ou a quatro mãos, só a ela cabe decidir.

Kate Bolick

Kate Bolick

Kate Bolick colabora como editora da The Atlantic. Foi editora-executiva da revista Domino. Mora em Nova York.

Resenhas

O surpreendente em Solteirona é que o livro traz uma ideia clara não apenas para as solteiras, mas para todas as mulheres: a de se desgarrar das concepções vigentes de como devem viver.

The New York Times

Um misto de estudo e memórias eloquente e bem escrito.

Kirkus Reviews