O clube do filme

David Gilmour
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Luciano Trigo
  • Páginas: 240
  • Gênero: Não Ficção
  • Formato: 14 x 21 cm
  • Lançamento: 25/05/2009

Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro contado e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. O autor, diante da falência, da desorientação e da infelicidade do filho-problema, faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos por ele, o pai.

A aposta diferente resultou no Clube do Filme. Semana a semana, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa da Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de "melhores filmes de todos os tempos") a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do coreano Wong KarWay).

David Gilmour, crítico de cinema e escritor premiado, oferece uma percepção singular sobre filmes, roteiros, diretores e atores inesquecíveis ao relatar essa vivência com olho clínico e muita sinceridade. E emociona ao mostrar aos leitores a descoberta da vida adulta pelos olhos de um jovem e os dilemas da adolescência administrados por um pai muito presente.

David Gilmour

David Gilmour

Escritor e crítico de cinema, David Gilmour é autor dos romances Back on Tuesday, How Boys See Girls, An Affair with the Moon, Lost Between Houses e A Perfect Night to Go to China, que venceu a premiação de ficção canadense Governor-General’s Award de 2005.

Resenhas

É um relato sincero sobre como é difícil crescer, como é difícil ver alguém crescer, e como no meio da raiva e da desordem de uma família não há nada tão bem-vindo quanto um filme.

The New York Times

Gilmour lida habilmente com a nostalgia não só do cinema, mas também dos pais, que assistem ao crescimento de seus filhos e ao desenvolvimento de vidas independentes.

Publishers Weekly

O que surge para o leitor é um belo retrato de pais e filhos, sem retoque — com imperfeições, parcial, repleto de mágoa e afeição.

Newsweek

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