A menina que roubava livros: edição especial com capa do filme

Markus Zusak
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Vera Ribeiro
  • Páginas: 480
  • Formato: 16 x 23cm
  • Lançamento: 06/01/2014

A menina que roubava livros, de Markus Zusak, se tornou um best-seller. O livro ganhou edição especial com capa inspirada no pôster do filme.

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

 

Markus Zusak

Markus Zusak

Markus Zusak nasceu em 1975, em Sydney, na Austrália. Seu best-seller A menina que roubava livros lhe rendeu sucesso mundial, tendo sido traduzido para mais de quarenta idiomas e conquistado diversos prêmios. Pela Intrínseca, também publicou Eu sou o mensageiro e A garota que eu quero. O construtor de pontes foi escrito ao longo de treze anos, uma grande jornada para Zusak, mais grandiosa ainda para quem o lê.

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