10 bilhões

Stephen Emmott
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Kvieta Brezinova de Morais
  • Páginas: 208
  • Formato: 11 X 18
  • Lançamento: 18/09/2013

Dez mil anos atrás, um milhão de seres humanos caminhavam sobre a Terra. Em 1800, já éramos um bilhão. Hoje, chegamos aos sete bilhões e as previsões indicam que passaremos de dez bilhões até o fim do século. O aumento da população mundial traz consigo uma série de problemas que afetam todo o planeta. Para o cientista Stephen Emmott, a situação é crítica.

Uma população de sete bilhões de pessoas demanda o consumo de recursos naturais a uma velocidade maior do que a capacidade de reposição planetária. Emmott defende a necessidade de se discutir seriamente o impacto da ocupação humana sobre a Terra antes que uma catástrofe ocorra. Mas o cientista aponta que pode já ser tarde demais e que uma profunda mudança social e política em escala mundial é imprescindível. E talvez nem isso adiante.

“O pequeno, acessível e ricamente ilustrado livro de Emmott apresenta evidências marcantes de que ‘ecossistemas globais não apenas são capazes de alcançar pontos de catástrofes iminentes, eles já estão chegando a essa transição’.”

 

 

Stephen Emmott

Stephen Emmott

STEPHEN EMMOTT lidera o departamento de pesquisas em ciências da computação da Microsoft com sede em Cambridge, na Inglaterra, além de comandar estudos em diversas linhas, como climatologia e biologia molecular.

Resenhas

O pequeno, acessível e ricamente ilustrado livro de Emmott apresenta evidências marcantes de que ‘ecossistemas globais não apenas são capazes de alcançar pontos de catástrofes iminentes, eles já estão chegando a essa transição.

The Guardian

A mensagem de Emmott é que a ciência e a tecnologia não têm poder para reverter a catástrofe global, mas ações sociais e políticas radicais – e não somente gestos apaziguadores – talvez consigam resolver o problema.

Financial Times

Um lembrete do que acontece por trás da nossa vida cotidiana. A forma como Emmott encara os fatos é libertadora, mas também alarmante... Ele informa, incomoda, provoca. E cumpre bem a sua tarefa.

The Times