Guerra

Sebastian Junger
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Berilo Vargas
  • Páginas: 272
  • Gênero: Biografias e Histórias Reais
  • Formato: 16 x 23
  • Lançamento: 07/06/2011

Durante quinze meses Sebastian Junger, acompanhado do fotojornalista Tim Hetherington, conviveu com um pelotão de infantaria do Exército dos Estados Unidos baseado numa remota área do leste do Afeganistão. A intenção era transmitir a experiência dos que lutam em um campo de batalha, contar como se sente quem participa de uma guerra.

Sem julgamentos sobre o que testemunhou - a eficiência, a lógica ou o valor da guerra -, Junger oferece um relato a partir da perspectiva privilegiada de quem conhece a realidade de um combate: o medo, a honra, a confiança que esses homens depositam uns nos outros. Guerra descreve fatos e sentimentos que poucos civis têm oportunidade de ver ou vivenciar: a infindável expectativa da batalha, que entorpece o corpo; os riscos incondicionais que os soldados assumem para proteger seus companheiros; a perplexidade e a confusão que tomam conta dos que caem numa emboscada.

Ao longo da narrativa sobre o cotidiano dos rapazes da Companhia Battle, o livro expõe a vida de homens que servem no Exército - o que vivem, veem, aprendem e sentem. Junger recorre à biologia, à psicologia e à história militar para explicar as decisões que eles tomam sob pressão, e contextualizar as provações e as provocações. Com o estilo vívido que marca suas obras, o autor revela a intensidade do trabalho físico, o calor sufocante, o barulho da fuzilaria e a angústia da perda.

Sebastian Junger

Sebastian Junger

Sebastian Junger é codiretor do documentário Restrepo, vencedor do Grand Jury Prize no Festival de Sundance. Jornalista premiado, é autor de outros dois best-sellers do The New York Times e colaborador da revista Vanity Fair.

Resenhas

[Junger] explica os apuros e aflições da vida de soldado com uma rigorosa clareza que confere ao livro a urgência de uma história de suspense... fascinante, por vezes penoso... Longe de nos distanciar da narrativa geral, esses trechos de cuidadosa análise dão ao livro importância no mundo real, convidando o leitor a colocar-se no lugar dos soldados... Mesmo quando Junger passa do Vale do Korengal para o cenário mais familiar das casas e dos hospitais americanos, o livro nunca deixa de nos fascinar, nunca perde seu poder de empatia.

Washington Post Express

É preciso que um livro seja muito bom para ostentar um título prodigioso como GUERRA, e o que Sebastian Junger escreveu... seu livro é, entre outras coisas, uma extraordinária reportagem de guerra: a narrativa exata e absorvente de algumas das batalhas mais ferozes travadas por soldados americanos nos últimos tempos.

The Economist

Com seus olhos azuis, seu belo rosto de traços fortes e alguns cabelos brancos, Junger é do tipo que Hollywood escolheria para representar um correspondente estrangeiro no Afeganistão e garantir sucesso de bilheteria... Mas insinuar que isso dá a Junger mais facilidade para abrir portas é depreciar seus talentos de repórter e seu envolvimento com a história. Aos 48 anos, ele pertence à geração anterior à da maioria dos soldados que acompanhou em combate durante quinze meses de missão militar e que têm uma desconfiança instintiva de qualquer forasteiro... O livro é escrito na primeira pessoa, mas resulta da observação atenta dos fatos, abstendo-se de fazer críticas aos combates, ou de tomar posição sobre a eficácia, a lógica ou o valor da guerra. Junger nos oferece um close-up dos homens e da matéria-prima da guerra: o medo e a coragem, os atos de matar e de morrer, o amor e a fraternidade.

Los Angeles Times

Seu considerável talento de contador de histórias fez de Junger um dos mais bem-sucedidos aventureiros/escritores.

Washington Post

A obra mais sangrenta e convincente que qualquer um de nós provavelmente terá oportunidade de ler sobre a persistente carnificina no Afeganistão.

Times Online