Grito de guerra da mãe-tigre

Amy Chua
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Adalgisa Campos da Silva
  • Páginas: 240
  • Gênero: Biografias e Histórias Reais
  • Formato: 16 x 23 cm
  • Lançamento: 23/03/2011

Grito de guerra da mãe-tigre é a história polêmica da sino-americana Amy Chua, renomada professora de Direito da Universidade de Yale, e por se opor drasticamente à indulgência dos pais ocidentais, tomou a decisão de criar as suas filhas, Sophie e Lulu, à moda chinesa.

Como as mães-tigres veem a infância como um período de treinamento, Sophia e Lulu tiveram aulas de mandarim, exercícios de rapidez de raciocínio em matemática e duas ou três horas diárias de estudo de seus instrumentos musicais (sem folga nas férias, e com sessões duplas nos fins de semana). Os resultados são indiscutíveis: ambas são alunas excepcionais; Lulu ganhou um prêmio estadual para prodígios do violino e Sophia se apresentou no Carnegie Hall aos 14 anos. Entretanto, o preço dessas conquistas é muito alto, e os confrontos generalizados com a rebelde Lulu põem a prova os princípios e os métodos dessa mãe-tigre.


Uma mãe-tigre acredita que:

1 - os deveres escolares são sempre prioritários;
2 - um A-menos é uma nota ruim;
3 - seus filhos devem estar dois anos à frente dos colegas de turma em matemática;
4 - os filhos jamais devem ser elogiados em público;
5 - se seu filho algum dia discordar de um professor ou treinador, sempre tome o partido do professor ou do treinador;
6 - as únicas atividades que seus filhos deveriam ter permissão para praticar são aquelas em que pudessem ganhar uma medalha;
7 - essa medalha deve ser de ouro.

Amy Chua

Amy Chua

Amy Chua é professora titular da Escola de Direito da Universidade de Yale, autora de dois outros best-sellers de não ficção. Vive com o marido, as duas filhas e as duas cadelas samoiedos em New Haven, Connecticut.