Regras da comida

Um manual da sabedoria alimentar

Michael Pollan
  • Formato(s) de venda: livro, e-book
  • Tradução: Adalgisa Campos da Silva
  • Páginas: 160
  • Gênero: Não Ficção
  • Formato: 14 x 21
  • Lançamento: 01/09/2010

Escrito com a concisão, a sabedoria e a clareza que se tornaram marcas registradas de Michael Pollan, esse manual estabelece uma série de regras simples e fáceis de memorizar para comer com sabedoria – uma por página, seguida de uma breve explicação quando necessário.

Pollan elegeu os princípios básicos que devem nortear a dieta equilibrada e dividiu as regras da alimentação saudável em três categorias. A primeira, "O que devo comer? Coma comida de verdade", destina-se a distinguir o que é comida saudável das "substâncias comestíveis parecidas com comida", que fazem adoecer e engordar. "Que tipo de comida devo comer? Principalmente vegetais" esclarece distinções entre os variados tipos de alimentos e questões como o consumo de carne – que não precisa ser banida da dieta. Na terceira parte, "Como devo comer? Pouco", ele aborda as estratégias para se chegar à maneira correta de se alimentar com dicas que visam a evitar os excessos responsáveis pelo sobrepeso e suas consequências.

Sucinto e prático, o livro Regras da comida: um manual da sabedoria alimentar prova que comer bem pode ser fácil e muito prazeroso.

Michael Pollan

Michael Pollan

Escritor, professor de jornalismo da Universidade da Califórnia em Berkeley, Michael Pollan também é colaborador de longa data da revista dominical do jornal The New York Times. É autor de The Botany of Desire: A Plant's-Eye View of the World, A Place of My Own e Second Nature. Mora em São Francisco, Estados Unidos.

 

Resenhas

Nunca encontrei nada mais inteligente, sensato e simples de seguir do que os 64 princípios básicos descritos nesse livro pequeno e fácil de digerir.

The New York Times

O trabalho de Pollan fornece um dos alicerces do movimento global pela revalorização da comida natural.

Época

Outro s título s de Michael Pollan pela Intrínseca