testeBullying e representatividade em Fantasma

Finalista do National Book Award de 2016 — um dos prêmios literários de maior relevância no mercado — na categoria de literatura jovem, Fantasma, de Jason Reynolds, é um dos grandes lançamentos de YA do segundo semestre da Intrínseca.  A obra aborda temas como desigualdade, bullying, invisibilidade social, amizade e racismo, além de discutir a importância do esporte na vida dos jovens, tudo isso em uma narrativa verossímil e sensível.

No livro, Fantasma é um garoto que sempre soube que correr era o seu forte, mas nunca levou a atividade muito a sério. Até que, certo dia, ele disputa uma corrida contra um dos melhores atletas de uma equipe que está treinando na pista de atletismo do parque. E vence. O treinador percebe que Fantasma tem talento de sobra e quer que o menino entre para sua equipe de qualquer jeito. O problema é que Fantasma também tem muita raiva e um passado que tenta desesperadamente deixar para trás.

Em entrevista, o autor, Jason Reynolds, explicou que gosta de escrever sobre pessoas, famílias e bairros que ninguém conhece ou que estão à margem da sociedade. Para ele, independentemente da cor da pele ou do lugar de onde veio, todos têm uma história incrível para contar.  Jason declarou também que escreveu Fantasma para todos os jovens que se sentem sufocados, exaustos e traumatizados de tanto tentar fugir dos problemas.

A obra chega às livrarias a partir de 10 de agosto.

testeCinco perguntas para Jenny Han

Confira a entrevista com Jenny Han, autora da série Para todos os garotos que já amei

Nos seus livros, quanto do que acontece é inspirado na sua vida pessoal?

Todos os meus livros têm a ver comigo de alguma forma. Acho que as três irmãs Song têm características minhas, mas Kitty, em particular, é parcialmente inspirada na minha irmã mais nova, Susan, quando tinha a mesma idade da personagem. Susan costuma aparecer bastante nas minhas tramas. No fundo, a série Para todos os garotos que já amei também trata da história de amor de três irmãs.

Originalmente, Para todos os garotos que já amei seria uma série com dois livros. Em que momento você percebeu que desejava escrever uma terceira história?

Quando tentei começar a trabalhar no livro seguinte, eu continuava pensando em Lara Jean o tempo todo, querendo escrever sobre ela em vez de outra coisa. Quanto mais eu refletia a respeito, mais crescia a certeza de que havia mais a dizer sobre ela. No início do primeiro livro, Margot, a mais velha das irmãs Song, vai para a faculdade, o que deixa Lara Jean muito insegura. No terceiro livro, o ciclo se completa e é a vez da própria Lara Jean descobrir como dizer adeus.

 

O que motivou você a se referir a Margot, Lara Jean e Kitty como as irmãs Song, em vez de Covey?

Acho que foi uma forma de as três reivindicarem a parte coreana da família. E também uma forma de conectá-las à mãe, que mesmo não estando mais presente, ainda é o elo entre as três.

Se Lara Jean casasse com Peter, qual seria a música do casamento? E qual seria se ela casasse com John Ambrose McClaren?

Acho que “Sweet Child O’Mine” seria a música de Peter e Lara Jean, mas não na versão original do Guns N’Roses. Na versão do Taken by Trees a música tem certa inocência, uma doçura que me faz lembrar da história deles. Se ela se casasse com John Ambrose McClaren, eu escolheria “At Last”, mas também na versão do Kevin Michale em vez da Etta James.

Lara Jean adora cozinhar, especialmente para os outros. Quais são as suas sobremesas favoritas?

Bem, eu dediquei muito tempo a aperfeiçoar minha receita de cookies com gotas de chocolate. Até que esse ano eu finalmente senti que cheguei lá, como vocês podem reparar com toda essa história dos cookies no livro! Muitos amigos e conhecidos meus ganharam cookies de presente esse ano. Também adoro presenteá-los com travessas de pão de canela, scones de cranberry com nozes-pecã, pão doce de abóbora com chocolate, cupcakes e biscoitos amanteigados de canela. Cozinhar me ajuda a desestressar; ao mesmo tempo me relaxa e me deixa satisfeita.  

testeO último livro da série Para todos os garotos que já amei chega às livrarias em 12 de maio

Depois de mais de um ano de espera, os leitores que se apaixonaram pela Lara Jean já podem marcar a comemoração com muitos cookies e doces! Agora e para sempre, Lara Jean, a aguardada conclusão da série Para todos os garotos que já amei, chega às livrarias em 12 de maio.

No terceiro livro, Lara Jean está no último ano do colégio, e a vida não poderia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa. Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás.

Quando o coração e a razão apontam para direções diferentes, qual deles se deve ouvir?

testeDivulgada a capa do terceiro livro da série Para todos os garotos que já amei

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Como deixar os seguidores do Twitter e do Instagram (e até mesmo a equipe da editora) curiosos? Jenny Han, autora de Para todos os garotos que já amei e P.S.: Ainda amo você, ensinou a lição direitinho! Aos poucos, durante os últimos dias, Jenny foi revelando os detalhes da capa do terceiro livro da série em suas redes sociais. Always and forever, Lara Jean, ainda sem título em português, será lançado em abril de 2017.

Uma foto publicada por Jenny Han (@jennyhan) em

Em entrevista exclusiva à revista Entertainment Weekly, a autora explicou por que decidiu escrever mais um livro sobre Lara Jean. “Eu continuava pensando em Lara Jean e Peter, imaginando como eles estariam agora. Quando terminei P.S.:Ainda amo você, eu tinha mesmo terminado a série. Sempre quis escrever apenas dois livros, mas suponho que acabei ficando nostálgica porque eles eram tudo em que eu conseguia pensar.”

Jenny Han revelou também que desejava que história de Lara Jean completasse um ciclo. Para todos os garotos que já amei, primeiro livro da série, começa com Margot indo para a faculdade, deixando Lara Jean um pouco perdida. Agora ela quer mostrar como a vida da personagem mudou.

Na entrevista, Jenny disse ainda que acredita que os leitores estejam animados para ver o amadurecimento, as escolhas e os próximos passos de Lara Jean: Em qual faculdade ela vai estudar? Qual será o impacto dessa decisão no seu relacionamento com Peter K.? Será que Lara Jean vai deixar a família para trás?

testePara a personagem que me conquistou

Por Beatriz Cajaty*

Sou designer, o que faz com que eu seja melhor com imagens do que com palavras, mas tem uma coisa que amo: GIFS.

Como já dizia Kitty Song: “Não vivemos na Idade das Trevas. Se você tem GIFs, use-os!” Ok, ela nunca disse isso, mas poderia ter dito. É a cara da Kitty e, como designer, é meu dever honrar o uso divertido e educativo de imagens para ilustrar argumentos.

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Sou uma eterna apaixonada e otimista. Acho que esse é o motivo de eu ter ficado tão encantada pelo livro Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han. Como diz Margot Song, assim como a Lara Jean, eu amo amar.

Quando terminei de lê-lo, fiquei pulando pela editora, insistindo em como esse livro é amor e merece ser lido por todo mundo.

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A história é a seguinte: Lara Jean escreve cartas de amor que nunca enviou, nem pretende enviar, e as guarda em uma caixa de chapéu que ganhou da mãe. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.

Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

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Não, ela nunca se declarou para nenhum deles. Eram sentimentos só dela. Até porque um desses é ex-namorado de sua irmã mais velha!

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Isso mesmo que vocês leram. É óbvio que ela se mete em uma encrenca surreal! Mas a pergunta principal é: Por que eu amo tanto a Lara Jean?

1- Ela é asiática. Todos estávamos cansados das mocinhas americanas, não é?

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2-   Ela tem uma irmã mais nova sen-sa-ci-o-nal!

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3-   Apesar de ser ingênua, ela é forte.

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4-   Ela é péssima ao volante.

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5- Ela faz doces deliciosos.

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6-  Ela não tem nada a ver com a sua melhor amiga.

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7- Todo mundo é ou já foi romântica como ela.

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E você, quais são seus motivos para amar a Lara Jean?

O filme inspirado no livro estreia dia 17 de agosto na Netflix. Confira o trailer:

 

link-externoConheça o site do livro e escreva a carta de amor que você nunca teve coragem de enviar

 

Beatriz Cajaty é designer na Editora Intrínseca e odeia calor e batata, mas é apaixonada por Sílvio Santos, origami, livros, viajar, andar de skate e pelo Japão.