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testeCinco motivos para ler Um dia, de David Nicholls

Se você ainda não conhece Um dia, de David Nicholls, listamos cinco razões que fazem o livro  ser um dos títulos mais especiais do catálogo da Intrínseca!

1) É fácil se identificar com Dexter e Emma!

Os personagens são muito bem construídos e reais, e esse é um dos pontos fortes da obra de David Nicholls.  Ao acompanhar o amadurecimento dos dois ao longo de vinte anos, conseguimos nos aproximar da história.  Em alguns momentos somos capazes de odiá-los com toda a força e em outros estamos torcendo por eles como se fôssemos amigos próximos. São personagens humanos e inesquecíveis!

 

2) O livro ensina que um dia pode mudar nossas vidas para sempre

15 de julho de 1988: era para ser apenas uma noite depois da festa de formatura em 1988, mas o encontro foi tão intenso que foi capaz de mudar para sempre a vida de Dexter e Emma. Apesar de terem seguido caminhos diferentes na manhã seguinte, Dex e Em não conseguiram parar de pensar no outro e entenderam que um simples dia pode, sim, ser determinante nas nossas vidas.

 

3) David Nicholls é o autor da obra

Nascido na Inglaterra, começou a carreira como ator de teatro. Trabalhou também como roteirista em filmes como O Bebê de Bridget Jones e com pesquisas para a BBC.

Uma curiosidade importante: em sua visita ao Brasil durante a Bienal do Livro Rio, conquistou toda a equipe com seu jeito gentil e simpático.

 

4) O livro foi adaptado para os cinemas em 2011

A adaptação de Um dia foi estrelada por Anne Hathaway e Jim Sturgess. Além das excelentes críticas, o filme arrancou lágrimas de milhares de pessoas.

 

5) Frases inesquecíveis

É impossível não marcar alguns trechos de Um dia. O livro tem cartas inesquecíveis dos personagens e frases que nos fazem pensar sobre as decisões que tomamos.

teste12 filmes inspirados em livros que estão disponíveis na Netflix

 

É normal ouvir por aí que às vezes passamos mais tempo navegando pelo catálogo da Netflix do que assistindo aos filmes. Para ajudar nessa tarefa, selecionamos atrações que foram baseadas em obras publicadas pela Intrínseca. Temos sugestões para todos os gostos!

Confira:

O lado bom da vida — Publicado em 2013, o livro de Matthew Quick virou uma superprodução com Jennifer Lawrence e Bradley Cooper.

A obra conta a história de Pat Peoples que, depois de uma temporada em um hospital psiquiátrico, passa a seguir uma nova filosofia de vida que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher.  O longa teve oito indicações ao Oscar.

 

Um dia — O best-seller de David Nicholls emocionou milhares de pessoas ao contar a história de Dexter Mayhew e Emma Morley. Os dois se conhecem em 1988 e sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro, e 15 de julho, data do primeiro encontro, os acompanhará pelos próximos vinte anos.

Um dia foi adaptado para os cinemas em 2011 com Anne Hathaway e Jim Sturgess no elenco.

 

Série Crepúsculo — A série escrita por Stephenie Meyer virou um fenômeno no mundo todo e deu origem a cinco filmes. Com Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner e Billy Burke no elenco, os longas acompanham a história da adolescente Isabella Swan, que se muda para Forks e vivencia um mundo totalmente novo ao se apaixonar pelo vampiro Edward Cullen.

 

Ele está de volta — Já pensaram como seria se Hitler aparecesse em um terreno baldio sem saber o que aconteceu após 1945? No sarcástico livro do escritor alemão Timur Vermes, Adolf Hitler acorda em Berlim com uma forte dor de cabeça, 66 anos depois do fim da Segunda Guerra e na Alemanha de Angela Merkel. As pessoas acreditam que ele não passa de um ator, um imitador brilhante que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: ele se torna um campeão de audiência no YouTube e todos querem ouvir seu discurso.

O livro deu origem ao filme dirigido por David Wnendt.

 

Percy Jackson e o Ladrão de raios — A adaptação do primeiro livro da série mais famosa de Rick Riordan não poderia ficar de fora do catálogo!

Percy Jackson é um garoto problemático: aos 12 anos, já foi expulso de seis escolas diferentes. Mas esse é o menor de seus problemas: ao descobrir que é um semideus — filho de um deus do Olimpo com uma mortal —, ele também percebe que criaturas mitológicas, por algum motivo, estão bastante irritadas com ele.

O filme foi lançado em 2010 pela Fox Film do Brasil.

 

A rede social Os detalhes sobre os bastidores do Facebook foram revelados com a publicação de Bilionários por acaso: a criação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição em 2010.

A obra que deu origem ao filme A rede social conta como dois estudantes desajustados de Harvard conseguiram criar a maior rede social do mundo enquanto tentavam apenas aumentar suas chances com o sexo oposto.

O longa recebeu oito indicações ao Oscar e ganhou a estatueta nas categorias de melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor trilha sonora.

 

HospedeiraAlém da série Crepúsculo, Stephenie Meyer também escreveu A hospedeira. O livro foi adaptado para o cinema com Saoirse Ronan, Max Irons, Jake Abel e Diane Kruger no elenco.

Na história, estreia de Meyer na ficção científica, a Terra foi ocupada por alienígenas que parasitam os humanos, tomando o lugar de suas almas. Melanie é uma hospedeira que resiste, bombardeando a alma coabitante com memórias e desejos, recusando-se a esquecer seu passado, inclusive Jared, que se torna a paixão das duas habitantes do mesmo corpo.

 

Precisamos falar sobre o Kevin — O perturbador livro de Lionel Shriver deu origem a uma das adaptações mais comentadas de 2012. Na tentativa de compreender o motivo do assassinato em massa cometido pelo filho adolescente na escola, a mãe escreve cartas ao pai de Kevin e rememora cada minúcia da vida conjugal. Em um antielogio à maternidade ela explicita os instintos sombrios, diariamente menosprezados, por trás dos sagrados laços de família.

A adaptação teve indicações ao Globo de Ouro em 2012 e ganhou diversos prêmios na Europa.

 

O mestre dos gênios Incluído recentemente no catálogo da Netflix, o filme foi inspirado na biografia Max Perkins: um editor de gênios. Max Perkins foi um dos maiores editores do século XX e fez história ao revelar talentos como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe.

O longa tem Colin Firth, Jude Law e Nicole Kidman no elenco.

 

O homem que mudou o jogo — Estrelado por Brad Pitt, a adaptação de Moneyball: o homem que mudou o jogo, de Michael Lewis, conta a história real de Billy Beane. Gerente geral do time de basebol do Oakland Athletics, Beane mudou a forma de se pensar a gestão dos times de beisebol ao usar um alto conhecimento em matemática para determinar o modo de contratar e selecionar atletas.

 

Intocáveis — A produção francesa mais assistida de todos os tempos foi inspirada no livro O segundo suspiro, que relata a amizade improvável entre Phillippe Pozzo di Borgo, um aristocrata francês que ficou tetraplégico após um acidente de parapente, e seu acompanhante,  Abdel Sellou, ex-presidiário argelino.

 

Como treinar o seu dragão — A série de Cressida Cowell serviu de inspiração para animação produzida pela Dream Work Studios, que mostra o cotidiano de uma tribo de vikings às voltas com dragões de todo o tipo. 

testeA primeira carta de amor

Por Rebeca Bolite*

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Era fim de 2011, talvez início de 2012, e começamos a trabalhar em um livro de uma autora que já tínhamos ouvido falar, por alto. De cara, confesso que não me chamou muito a atenção. O original tinha uma capa meio rosada, com tons de lilás, a história parecia ser algo sobre duas mulheres, cada uma em sua época, enfrentando questões de relacionamento. Havíamos acabado de lançar Um dia, existia muita expectativa em torno da E L James, autora de Cinquenta tons de cinza, e o livro de capa meio rosada estava lá na minha mesa, esperando para ser lido.

A autora era Jojo Moyes, o romance, A última carta de amor, e eu ainda não tinha noção do livro fantástico que tinha em mãos.

Em uma semana, é claro, eu só queria trabalhar naquele livro. Comentava empolgada com os colegas como ele era bom, surpreendente, cheio de reviravoltas. Imaginem vocês, Londres, em 1960. Após sofrer um acidente, Jennifer perde a memória completamente. De volta à casa, com marido, familiares e amigos fazendo de tudo para que ela lembre algo, Jennifer encontra uma série de cartas de amor, endereçadas a ela, assinadas por um tal de B. Ela percebe então que estava vivendo um romance fora do casamento. Nos anos 2000, na mesma Londres, Ellie encontra uma dessas cartas enquanto faz pesquisas para uma matéria no jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os dois protagonistas da história, ela empreende diversas investigações, que, ao final, farão com que os caminhos do seu próprio destino sejam alterados.

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Capa antiga e capa nova de A última carta de amor

Fiquei durante meses intrigada com essa ideia sensacional e inovadora de enredo. Como seria acordar um dia como Jennifer e não lembrar nada da minha vida? Olhar para objetos que guardo para me recordar de determinados momentos e eles de uma hora para outra não significarem nada para mim? (Isso porque não tenho cartas de amantes guardadas, hehehe.)

Ou, como Ellie, achar uma carta tão emocionante e verdadeira que encontrar remetente e destinatário se torne prioridade, além de fazer repensar tudo que você considerava verdade na sua vida?

Confesso que me sinto uma mistura da jornalista metida a detetive com a mulher dos anos sessenta que perdeu a memória quando revisito as fotos antigas dos meus pais, avós, bisavós. Não que eu repense toda a verdade da minha vida ou que esqueça quem as pessoas são, claro. Mas faço muitas reflexões sobre as verdades das vidas, de modo geral, e tento encontrar, identificar, reconhecer as pessoas das fotos, só que de forma abstrata.

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Vovó, mamãe e titia enfileiradinhas, encostadas num carro, como numa capa de disco dos anos setenta. Obviamente foi proposital. Titia está com uma cara de adolescente entediada, mamãe decidiu posar mirando o nada e vovó aparentemente não entendeu o conceito da coisa toda e resolveu olhar de forma coquete para o fotógrafo.

Papai sentadinho no chão de um lugar qualquer, olhando para o lado, com as mãozinhas juntas: vovó, tão cheia de capas plásticas no sofá, TV e máquina de lavar, já teve coragem de largar um filho bebê num chão de cimento qualquer com o único propósito aparente de tirar um retrato?

Em uma foto tirada do alto por alguém certamente de pé numa cadeira, uma festa de aniversário: vovó de óculos escuros estilo gatinho virando a cara do titio, para ele aparecer na foto?, uma bronca?, a bisavó com cara de poucos amigos mais atrás, talvez pensando em ralhar com alguém, mamãe de colarzinho olhando alguma coisa na cara do titio.

No que parece ser um evento da Marinha, vovó olha para vovô, estão dançando?, de forma quase apaixonada, um sentimento que não transparece mais nas macarronadas de domingo.

Vovô, vovó, mamãe e titia num brinde a alguma coisa: vovó com a mesma cara de hoje em dia, impressionantemente; vovô de bigodón fumando, e eu nem sabia que vovô já havia sido fumante, sem nem ligar para a foto, bem blasé, característica que mantém; mamãe fazendo pose de bonita e requintada brindando com o fotógrafo, quem era ele?, e titia com um corte de cabelo bem hippie que eu não ousaria usar e nem a encorajaria a repetir.

Vovó posando de pé ao lado de um Fusca. Na verdade, segurando a maçaneta do carro, em um terreno descampado tão bizarro que, se não fosse minha própria família, eu poderia dizer que é o registro do roubo do veículo. Talvez seja. As famílias escondem muitas coisas do passado…

E olhando essas fotos sempre me pergunto quem são essas pessoas retratadas, quem são as pessoas que tiraram as fotos. São as mesmas do almoço de domingo? A resposta, acho, é que são e não são. Talvez fossem pessoas com outros sonhos e aspirações, que não imaginavam os filhos, os netos e os bisnetos que iam ter: criaturas que lhes dariam alegrias e desgostos na mesma medida (apesar de que, se perguntados agora, certamente dirão só alegrias).

O tempo muda muito as pessoas. Ainda falta um pouco para eu ser octogenária como os meus avós, mas em algumas fotos minhas mais antigas eu enxergo uma Rebeca que sou e não sou eu, cuja trajetória foi alterada, as arestas, lixadas. Alguns sonhos foram desbotados pela realidade; outros surgiram, mas já moldados pela noção de possibilidade.

Talvez tenha sido isso que aconteceu com as pessoas das minhas fotos de família. Mas não quero perguntar nada. Amo vislumbrar, nessas pausas impressas do tempo, potências de vida dos seres humanos cujos rostos reconheço.

Essas reflexões claro sempre trazem mais perguntas que respostas, bem ao estilo Jojo Moyes. Bem ao estilo A última carta de amor, que foi, na verdade, a primeira carta de amor entre mim e Jojo e é um xodó da editora, por ter sido nosso primeiro livro dela. Um livro de enredo incrível, como eu já disse, que fala sobre amor, memória, essência do ser, personalidade… Prato cheio para diversas reflexões.

Três, quatro anos depois, já são 6 livros da Jojo lançados pela Intrínseca e nós temos cada vez mais orgulho de publicá-la. Uma autora habilidosa, com um talento insuperável na criação de personagens femininas fortes e cativantes, histórias de amor quem fazem rir e chorar (às vezes chorar mais que rir), que retrata com perfeição épocas passadas e também o tempo atual.

Fica então o convite para que todos revisitem as antigas fotos de suas famílias com outro olhar, procurando desconhecer as pessoas que você conhece, como a Jennifer, ou talvez sentindo-se um pouco como Ellie, uma detetive de histórias passadas.

*Rebeca Bolite é editora de livros na Intrínseca e, como Pat Peoples, está sempre procurando o lado bom das coisas.

testeBate-papo e sessão de autógrafos com David Nicholls – parte II

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O escritor inglês David Nicholls participou de um bate-papo com os leitores e de uma sessão de autógrafos na Bienal do Livro Rio. Mais de 400 fãs tiveram a oportunidade de conhecer o autor do best-seller Um dia e do lançamento Nós no evento.

Confira a segunda parte da galeria de imagens: