testeA última carta de amor, de Jojo Moyes, vai virar filme

A autora Jojo Moyes anunciou hoje suas redes sociais que um dos seus livros mais queridos e o primeiro publicado pela Intrínseca, A última carta de amor, vai virar filme!

Não foram divulgadas muitas informações, mas já sabemos que Augustine Frizzell, responsável pela direção do episódio piloto da série Euphoria, será a diretora do filme, e Nick Payne cuidará do roteiro. A produção ainda está em busca de suas protagonistas.

O livro acompanha duas linhas do tempo: uma em 1960 e outra em 2003. A primeira conta a história de Jennifer Stirling, uma mulher que acorda sem memória em um hospital após um acidente de carro. Ao voltar para casa com o marido, ela acaba descobrindo uma série de cartas de amor secretas endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”. Será que ela estava vivendo um romance fora do casamento?

Quatro décadas depois, conhecemos a jornalista Ellie Haworth, que encontra as cartas secretas trocadas entre Jennifer e “B” nos arquivos do trabalho. Ela fica fascinada por essa história de amor proibido e começa a procurar por “B” na vida real, sem desconfiar que unir esses dois apaixonados talvez seja o caminho para encontrar uma solução para seu relacionamento turbulento com um homem casado.

Se você é um Jojo Lover, também vai adorar saber que o mais novo livro da autora, Um caminho para a liberdade, vai chegar primeiro – antes mesmo do lançamento mundial – para os assinantes do intrínsecos, o clube do livro da Intrínseca.

Quem assinar até o dia 1º de setembro vai receber esse livro inédito e em edição colecionável, um livro-presente extra em formato diferente, uma revista recheada de conteúdos extras, marcador e brinde. Garanta o seu no site.

testeSaiba como escolhemos o título do novo livro de Jojo Moyes

Novo romance da autora de Como eu era antes de você terá lançamento mundial no clube intrínsecos

Qualquer pessoa que já escreveu uma redação, criou um blog, preparou um artigo ou até mesmo inventou um grupo de WhatsApp certamente se deparou com o dilema: que nome devo dar? Não basta que o conteúdo seja o máximo, o título precisa ser bom.

A necessidade de dar títulos às obras tem registros datados de alguns milênios atrás, na época da antiguidade greco-romana, quando havia competições de atos dramáticos. Mas saber que os gregos há dois mil anos já se debatiam com “que nome eu dou para isso?” não vai deixar ninguém mais feliz ou criativo por aqui.

E enfim estamos nós, Brasil de 2019, sentados em cadeiras de praia no hall da editora (sim, isso mesmo que você leu), pensando “que nome vamos dar para isso daqui?”, mais nervosos que felizes. O “isso daqui” da vez é o novo livro da Jojo Moyes. Um importantíssimo isso daqui.

O título original é lindo: The Giver of Stars. Importado de um poema citado no livro, em inglês carrega toda a metáfora e a simbologia da mensagem que o livro quer passar. Mas não podemos simplesmente traduzir. A expressão em português não soa tão bem, a imagem criada pela autora se perde um pouco, além de esbarrarmos na necessidade de designação de gênero.

Avaliamos as possibilidades cientes de que a autora e os editores dela vão querer aprovar o título que criarmos. Que baita responsabilidade!

Papel e caneta na mão, listas de ideias malucas para lá, títulos feiosos para cá, meia dúzia de bons insights aqui, algumas palavras-chave anotadas, dezenas de possibilidades cogitadas e descartadas durante todo o processo.

Algum tempo depois, duas palavras. Caminho e liberdade. Caminho para simbolizar as rotas de entregas de livros que as protagonistas seguem com uma espécie de biblioteca itinerante e também a jornada delas em busca da própria voz num mundo conservador, dominado por homens. E liberdade, essa palavra tão forte, representando a luta das personagens no livro. Liberdade de ser e fazer o que se quiser, a liberdade que o conhecimento proporciona. Um caminho para a liberdade.

Literal e metafórico, forte e poético, como o original.

Não é fácil dar nome às coisas, muito menos a uma obra que não é nossa, mas, com toda a coragem e confiança, enviamos nosso título a Jojo Moyes e sua equipe, que aprovaram. E é uma imensa alegria poder fazer parte, mesmo que de forma discreta, de uma obra de tema atemporal, que fala da força da união das mulheres e do poder que a leitura e o conhecimento têm de transformar vidas.

Um caminho para a liberdade será publicado pela primeira vez no mundo no clube intrínsecos, e chega para os assinantes com um livro-presente extra em formato diferente, uma revista de apoio, marcador e brinde. O novo romance da autora de Como eu era antes de você faz parte das comemorações do primeiro aniversário do clube de assinatura da Intrínseca. Assine o intrínsecos até dia 1o de setembro e receba essa história em casa antes de todo o mundo.