testeLeituras para o Dia das mães

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Preparamos uma lista com sugestões de livros para presentear mães de diferentes estilos: fashion, cult, alternativa, fofa, apaixonada por culinária, louca por cachorros, sensível, cinéfila, nerd, executiva, que gosta de cozinhar, de arrepiar, nerd e que curte séries.

Mãe fashion: Um brinde a isso, de Betty Halbreich

Betty Halbreich é uma figura única no mundo da moda. Há quase quatro décadas comanda o departamento de compras personalizadas da loja Bergdorf Goodman, ícone do consumo de luxo de Nova York. Em Um brinde a isso, ela fala não só de como construiu a carreira, mas também dos momentos mais difíceis que precisou enfrentar.

link-externoVeja também A Parisiense – O guia de estilo de Ines Fressange

Mãe sensívelToda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr

Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

link-externoVeja também Os últimos dias de nossos pais, Navegue a lágrima e Tempos extremos

Mãe cinéfila: A última dança de Chaplin, de Fabio Stassi

Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. O famoso ator está com 82 anos, mas ainda não se sente preparado para ver as cortinas se fecharem uma última vez. Desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida.

link-externoVeja também Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose

Mãe cult: A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan

Da São Francisco dos anos 1970 à Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan tece uma narrativa caleidoscópica, que alterna vozes e perspectivas, cenários e personagens para contar como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. A visita cruel do tempo recebeu o Pulitzer e o National Book Critics Circle Award de 2011.

link-externoVeja também Circo invisível, Lança-chamas e Max Perkins, um editor de gênios

Mãe apaixonada por cachorros: Filhotes submarinos, de Seth Casteel

O premiado fotógrafo e ativista em defesa dos direitos dos animais Seth Casteel retrata cachorrinhos na primeira fase da vida, quando ainda estão começando a descobrir o mundo. São mais de 80 cliques inéditos de filhotes cheios de energia e disposição dentro d’água.

link-externoVeja também Cachorros submarinos e Ache Momo

Mãe fofa: Um mais um, de Jojo Moyes

O livro conta a história de Jess, uma mãe solteira e falida, que precisa levar sua filha Tanzie para a Olimpíada de Matemática na Escócia. Ed Nicholls é um geek milionário e estranho que oferece uma carona até a cidade onde acontecerá a disputa. A engraçada viagem até o destino provará que os opostos se atraem e que é possível encontrar o amor nos lugares mais improváveis.

link-externoVeja também Pequenas grandes mentiras

Mãe que curte séries: Orange Is The New Black, de Piper Kerman

Condenada a quinze meses de detenção por um crime que cometeu anos atrás, Piper Kerman é obrigada a trocar a vida com o noivo, a família e os amigos por uma rotina imprevisível e assustadora em uma penitenciária feminina. Orange Is the New Black apresenta a história real que inspirou o popular seriado da Netflix.

link-externoVeja também O mundo de Dowtown Abbey , Homeland: como tudo começou

Mãe que gosta de cozinhar: A pequena cozinha em Paris, de Rachel Khoo

O livro traz versões especiais dos clássicos franceses e vai muito além dos livros de culinária tradicionais. A jovem chefe britânica Rachel Khoo acompanha suas receitas com curiosidades sobre cada prato e detalhes do dia a dia na capital francesa. Do irreverente muffin de croque madame ao frango com limão e lavanda, Rachel celebra e desmistifica a culinária francesa, revelando como é fácil transportar para a nossa casa a beleza e o aconchego parisienses.

link-externoVeja também Cozinhar

Mãe alternativa: A arte de pedir, de Amanda Palmer

Mobilizadora de multidões on-line, Amanda Palmer é o retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. Em A arte de pedir, a cantora, compositora, ícone indie e feminista mostra que pedir é digno e necessário. Longe de ser um manual, o livro é uma provocação que incita o leitor a superar seus medos e reconhecer o valor de precisar e pedir ajuda.

link-externoVeja também Não sou uma dessas, Listografia e Uma questão de caráter

Mãe de arrepiar: Caixa de pássaros, de Josh Malerman

Há algo que não pode ser visto. Algo que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. Basta uma olhada para fora e a vida corre risco. A população foi aconselhada a trancar as portas e as janelas e a andar vendada. Com uma narrativa cheia de suspense e terror psicológico, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um surto inexplicável em Michigan.

link-externoVeja também Objetos cortantes e Filme noturno

Mãe executiva: O capital no século XXI, de Thomas Piketty

Nenhum livro sobre economia publicado nos últimos anos provocou o furor causado por O capital no século XXI, do francês Thomas Piketty. O estudo sobre a concentração de riqueza e a evolução da desigualdade ganhou manchetes nos principais jornais do mundo e colheu comentários e elogios de diversos ganhadores do Prêmio Nobel.

link-externoVeja também Como o Google funciona e A loja de tudo

Mãe nerd: Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking

Qual a origem do universo? Ele é infinito? E o tempo? Houve um começo e haverá um fim? O que vai acontecer quando tudo terminar? Pensadores e cientistas debruçam-se sobre perguntas como essas há séculos, oferecendo teorias nem sempre de fácil compreensão. Em Uma breve história do tempo, o famoso físico Stephen Hawking guia o leitor – em edição revista e atualizada – pelas principais descobertas científicas da humanidade e encanta tanto leigos quanto iniciados.

Vlink-externoeja também Ordem e Os filhos de Anansi

testeReinventar-se com estilo

Por Ana Soares*

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Imagine-se em dois cenários. No primeiro, você recebeu um convite para um evento que terá a presença de famosos e da imprensa. Há um dresscode a ser seguido, mas você não tem nada no seu armário que esteja de acordo com a ocasião. No segundo, recebeu uma proposta de emprego ou uma promoção. Serão muitas reuniões pela frente, mas suas roupas atuais não são compatíveis com o novo cargo e você não faz a menor ideia de por onde deve começar.

Nos dois casos, existe uma solução: agendar uma ida ao shopping com uma especialista em compras, ou seja, contratar o serviço de um personal shopper. Trata-se de um profissional que, basicamente, vai conversar com você para compreender melhor suas necessidades e seus desejos de acordo com seu estilo de vida a fim de identificar que tipo de roupas combinam melhor com sua personalidade. É um serviço exclusivo no qual, após passar algumas horas em sua companhia, o personal shopper seleciona peças que tenham a sua cara ou que transmitam a imagem que você deseja passar para o resto do mundo.

O trabalho como consultora de estilo é o de utilizar as ferramentas oferecidas pela moda como meios de empoderar — e não aprisionar — quem as veste. É um processo que passa, muitas vezes, pela redescoberta do corpo. Ao se despir em um provador, a pessoa expõe questões profundas e a escolha do que vestir pode revelar muito sobre sua autoestima, suas inseguranças ou carências.

Capa_Umbrindeaisso_webÍcone de moda e precursora do serviço de personal shopper, Betty Halbreich — hoje uma garota de 86 anos —  tem, desde a infância, o talento de escolher as melhores roupas e acessórios. Ela divide conosco sua trajetória, entre lembranças e referências, em seu livro de memórias Um brinde a isso.

Em plena atividade, o eterno símbolo de elegância passeia pelos sete andares da luxuosa e histórica loja de departamentos novaiorquina Bergdorf Goodman, que abriga marcas como Givenchy, Lanvin e Prada, convicta de que seu trabalho envolve muitas possibilidades além das etiquetas grifadas. É capaz de melhorar e dar sentido à vida de muitas pessoas — incluindo a sua.

Leia um trecho de Um brinde a isso

Seu talento conquistou uma legião de clientes fiéis que se tornaram grandes amigas, entre elas famosas como a saudosa Joan Rivers, do programa de TV Fashion Police, a atriz Lauren Bacall e Lena Dunham, roteirista  e protagonista da série Girls. O reconhecimento também vem com convites para projetos no cinema, no teatro e na TV. Betty já foi responsável pelos figurinos de dezenas de filmes e de peças da Broadway, além da parceria bem-sucedida com a stylist Patricia Field para a icônica série Sex and the City.

Quem procura os serviços nem sempre precisa de mais uma roupa, e Betty sabe que vestir os outros pode ser uma forma de ajudá-los a encarar o mundo de uma forma mais positiva, a se sentirem mais confiantes e seguros. Ela mesma se reinventou ao começar a trabalhar aos quarenta anos, após ficar internada em um hospital psiquiátrico por não conseguir lidar com a solidão após o fim de seu casamento e a indiferença dos filhos.

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Além de não acreditar na efemeridade das tendências, a low profile Betty tem fortes convicções: roupas não devem ser descartáveis e compras não preenchem vazios existenciais. Sincera, ela não hesita quando a peça não cai bem ou não tem a ver com o estilo de quem a veste — é perfeitamente capaz de deixar clientes irem embora de mãos vazias.

Sem pretensão alguma, Betty foi visionária ao propagar a ideia de que moda não precisa necessariamente ser cara e inacessível. E seu discurso reforça uma atual e necessária ordem do consumo mundial, voltada para compras conscientes e o slow fashion. “Meu trabalho não é entulhar closets com itens inúteis. Na verdade, meu lema é: não visto closets. Minha função também não é ditar moda. É possibilitar que as pessoas se deem ao prazer de comprar coisas bonitas, se sintam importantes e se sintam melhor.”

Leia também: A história de Betty Halbreich será adaptada para a TV por Lena Dunham
Leia também: São só roupas – Um brinde a isso!

*Ana Soares é consultora de estilo com foco em moda acessível. No blog Hoje Vou Assim OFF publica seus pensamentos sobre consumo consciente e autoestima e mostra como ser feliz com o que se tem no guarda-roupa.

testeSão só roupas – Um brinde a isso!

Por Mariana Rimoli*

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“Quem entra na loja perde o fôlego na hora: ela é opulenta de verdade. A luz cintila dos lustres de cristal dependurados no centro de rotundas magníficas. Mesmo reformadas, as paredes com painéis e relevos em estilo francês exibem um charme antigo impossível de reproduzir em construções modernas. A loja é linda.”

Em fevereiro desse ano, saí de férias enquanto na editora eram feitos os ajustes finais da edição do livro Um brinde a isso, de Betty Halbreich. Aos 86 anos, Betty é personal shopper (na verdade, é muito mais que isso) da Bergdorf Goodman, uma das lojas mais chiques de Nova York, talvez uma das mais chiques do mundo. Confesso que antes de conhecer o livro nunca tinha ouvido falar de Betty, e tudo o que eu sabia sobre a Bergdorf Goodman tinha aprendido em filmes e seriados de televisão. Entre amigos, tenho a fama um pouco imerecida de fashionista, mas a verdade é que não passo de uma fraude: gosto de roupas bonitas, mas quem não gosta?

Capa_Umbrindeaisso_capa_homeNo livro, Betty conta sua trajetória, da infância em Chicago, onde cresceu num mundo de bom gosto e elegância discretos, passando por sua chegada à Nova York, para onde se mudou depois do casamento com o bon-vivant Sonny Halbreich, que lhe apresentou a uma vida de ostentação e luxos que ela nunca imaginou existir. Depois do tumultuado divórcio e de uma tentativa de suicídio, Betty se viu pela primeira diante da necessidade real de ter um emprego. Sofisticada, sincera demais e com pouco talento para números, ela não se saiu muito bem como vendedora, mas em pouco tempo se tornaria responsável pelo serviço de compras personalizadas da “Meca do estilo”. Há quatro décadas atendendo celebridades e mulheres comuns (na medida em que podem ser comuns as mulheres que procuram seus serviços), Betty, que não gosta de ser chamada de personal shopper e, desconfio, também não deve gostar do termo fashionista, oferece a suas clientes bem mais do que roupas bonitas.

link-externoLeia um trecho de Um brinde a isso

Pois bem, eu estava saindo de férias e meu destino era Nova York. Seria minha segunda visita à cidade: eu tinha ido para lá em julho passado, no auge do verão americano, e agora voltaria no inverno. Minha animação para ver o Central Park coberto de neve era inversamente proporcional à minha vontade de gastar dinheiro em peças que, morando no Rio de Janeiro, seriam usadas uma vez na vida outra na morte, se tanto. Aproveitando-me da velha desculpa de que turistas precisam de conforto, tratei de arrumar um casaco quentinho numa boa liquidação, comprei as botas mais macias que pude encontrar e parti feliz para uma jornada de 15 dias em que saí nas fotos com o mesmo look.

O que eu tinha esquecido é que, tempos antes, empolgada com as descrições de Betty, com todo aquele glamour elegante de marcas, estilistas famosos, tecidos, cores etc., eu havia prometido para o pessoal da editora que daria “uma passadinha” na Bergdorf para ver esse mundo com meus próprios olhos (e quem sabe escrever um depoimento para o blog). Os dias foram passando e toda vez que eu estava por perto da loja arrumava uma desculpa para não entrar: está frio demais, estou com pressa, estou cheia de sacolas… A verdade é que no fundo eu sabia que não tinha roupa para aquele lugar! Tudo bem que era só uma olhadinha, mas, poxa, eu não queria me sentir um peixe fora d’água nas minhas férias!

Mas a viagem estava chegando ao fim. Todos os amigos que tinham ido comigo já haviam voltado para o Brasil e só me restavam mais dois dias na cidade. Então me enchi de coragem, coloquei a melhor roupa da mala (que ficou inteiramente coberta pelo casaco preto e pelas botas pretas) e parti para a Quinta Avenida. Sem respirar, empurrei uma das enormes portas de puxadores dourados e entrei na loja mais reluzente que já vi. Mal dei dois passos um vendedor simpático do departamento de sapatos perguntou se eu procurava alguma coisa em especial. Tive vontade de rir, mas na verdade só sorri enquanto respondia com o bom e velho “obrigada, estou só olhando”. Lojas são lojas em qualquer lugar do mundo.

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Obviamente, eu não estava vestida de acordo com aquele lugar. Obviamente, eu estava morrendo de medo de encontrar Betty Halbreich materializada na minha frente e ter de me desculpar por ter editado o livro dela vestindo roupas como aquelas. Mas depois pensei que eram só roupas, e que ninguém precisa se sentir mal por isso. Subi uma escada rolante (dourada, claro), parei diante dos manequins como quem para para observar quadros num museu. E, pouco tempo depois, enquanto eu e meu casaco de 50 dólares empurrávamos outro enorme puxador dourado para encontrar uma neve fina num fim de tarde, não pude deixar de pensar nas palavras de Betty: “Roupas não são uma razão e um fim em si mesmas. Elas podem ser divertidas, podem ser bonitas, você pode pô-las na cabeça ou usá-las do avesso, se quiser. Elas estão aí para você se sentir bem.”

 

link-externoLeia também: A história de Betty Halbreich será adaptada para a TV por Lena Dunham

Mariana Rimoli é editora de livros estrangeiros na Intrínseca e morre de medo de sair de casa com a roupa errada ou sem um livro na bolsa.

testeUma vida dedicada ao estilo

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Betty Halbreich por Mike McGregor/Getty Images

Se você não é muito ligado no mundo da moda, pode nunca ter ouvido falar em Betty Halbreich. Mas guarde a informação: Betty é muito mais que um ícone fashion. Com 86 anos, a elegante senhora trabalha como personal shopper há quatro décadas na Bergdorf Goodman, uma das lojas mais sofisticadas e charmosas de Nova York.

Além de vestir mulheres anônimas, Betty é conhecida por escolher os looks de celebridades como Meryl Streep e Sarah Jessica Parker e colaborar para programas como Sex and the City e filmes de Woody Allen. No entanto, apesar de todo o glamour, sua vida nem sempre foi fácil.

Capa_Umbrindeaisso_webAntes de se tornar um dos maiores nomes da moda, Betty passou por momentos delicados. Traições, separação e até uma tentativa de suicídio são algumas das situações reveladas em Um brinde a isso, livro que reúne suas memórias como pioneira no serviço de compras personalizadas. Meticulosa e engraçada, ela conta como deu a volta por cima e teve coragem de buscar a independência em um período no qual a maioria das mulheres não trabalhava fora de casa.

link-externoLeia um trecho de Um brinde a isso

A fascinante trajetória de Betty também será adaptada para a TV por ninguém menos que Lena Dunham, criadora, roteirista, diretora e protagonista da série Girls e autora de Não sou uma dessas. A atração ainda não tem data de estreia.

link-externoA voz que faltava: confira o perfil de Lena Dunham

Betty Halbreich e Lena Dunham

Betty Halbreich e Lena Dunham por Joe Schildhorn/BFA

testeLançamentos de março

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A Segunda Pátria, de Miguel Sanches Neto — Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas alia-se ao Terceiro Reich. Neste cenário alternativo, o escritor paranaense desenvolve uma surpreendente história de amor enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que não está nos livros de história, mas que nem por isso deixa de ser assustadoramente plausível. [+]
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link-externoLeia também: Biografia de um livro

Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty — Em seu novo romance, a autora do best-seller O segredo do meu marido coloca em cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos familiares para nos lembrar das perigosas meias verdades que contamos a nós mesmos para sobreviver. [+]
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Circo invisível, de Jennifer Egan — O surpreendente romance de estreia de Jennifer Egan, escritora norte-americana que recebeu o Prêmio Pulitzer de Ficção pelo livro A visita cruel do tempo, em 2011, narra a história de uma família marcada pelos extremos dos anos 1960 e aborda os impactos provocados pela morte, pela utopia e pelo tempo. [+]
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Ordem, de Hugh Howey — No segundo volume da trilogia Silo, a história volta a um período anterior, explicando como o mundo de Juliette foi transformado. O livro revela as decisões, tomadas por alguns poucos poderosos, que foram o estopim das bilhões de mortes que deixaram a humanidade em vias de extinção. [+]
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A arte de pedir, de Amanda Palmer — Cantora, compositora, ícone indie e feminista, Amanda Palmer é o retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. Em A arte de pedir, ela incita o leitor a superar seus medos e reconhecer o valor de precisar e de pedir ajuda. [+]
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Selva de Gafanhotos, de Andrew Smith — Um mal resolvido triângulo amoroso-sexual, insetos gigantes, um cientista louco, um fabuloso bunker subterrâneo e muita confusão. Engraçado, intenso e complexo, Selva de Gafanhotos fala de um jeito inovador sobre a adolescência. [+]
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Um brinde a isso, de Betty Halbreich com Rebecca Paley — Há quase 40 anos, Betty Halbreich comanda o departamento de compras personalizadas da loja Bergdorf Goodman, ícone do consumo de luxo de Nova York. Combinando moda com relatos sobre sua vida pessoal, Betty mostra que o verdadeiro estilo de uma mulher não está impresso nos cortes, tecidos e etiquetas que ela veste, mas na história que tem para contar. [+]

A última dança de Chaplin, de Fabio Stassi — Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. Com 82 anos e desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida. [+]
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Filhotes submarinos, de Seth Casteel — Depois do sucesso de Cachorros submarinos, o premiado fotógrafo e ativista em defesa dos direitos dos animais Seth Casteel retrata cachorrinhos na primeira fase da vida. São mais de 80 cliques inéditos de filhotes cheios de energia e disposição dentro d’água. [+]
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Dentista sinistra, de David Walliams — Alfie tem 12 anos e um coração enorme, tão grande quanto seu medo de dentista. Ele não sabe o que fazer quando o obrigam a se consultar com a nova dentista da cidade: uma mulher mais arrepiante que prova de matemática. [+]
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