teste12 filmes inspirados em livros para você curtir no Telecine Play

Grandes histórias de amor, animações incríveis e tramas de tirar o fôlego: seja nos livros ou nas telonas, todos gostamos de aproveitar boas histórias. Pensando nisso, fizemos uma lista com doze adaptações imperdíveis que estão disponíveis no Telecine Play. Pegue a pipoca, chame os amigos e aproveite!

 

  1. Mentes sombrias

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Uma doença misteriosa estava matando jovens pelo país. Os que sobreviveram a ela, entretanto, desenvolveram perigosos poderes. Vistos como uma ameaça para a sociedade, eles foram enviados para Thurmond, um centro de reabilitação governamental.

Após seis anos vivendo as crueldades do governo e escondendo seus verdadeiros poderes, Ruby consegue fugir de Thurmond e embarca em uma jornada no mundo real. Lá, ela se une a Liam, Zu e Bolota em uma perigosa aventura em busca de um refúgio para pessoas como eles.

 

  1. Boy Erased

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Boy Erased relata a história real de um garoto que se assumiu homossexual aos 19 anos, em uma pequena e conservadora cidade do Arkansas, nos Estados Unidos. Extremamente religiosos, seus pais o inscreveram em um cruel programa de reabilitação que prometia “curá-lo” da sua homossexualidade.

 

  1. Com amor, Simon

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Escrito por Becky Albertalli, o livro que deu origem ao filme conta a história de Simon (Nick Robinson), um adolescente de 16 anos que está vivendo a sua primeira paixão. Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, ele vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada.

 

  1. Como eu era antes de você

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Em uma das histórias mais queridas de Jojo Moyes, a bem-humorada e atenciosa Lou Clark (Emilia Clarke) tem a vida virada do avesso quando o café em que trabalha fecha as portas. Em busca de um novo emprego, Lou se torna cuidadora de Will Traynor (Sam Claflin), um milionário atordoado que desconta em todos ao redor o seu ressentimento por estar preso a uma cadeira de rodas. Contudo, embora não desconfiem, eles vão marcar para sempre a vida um do outro.

 

  1. O lado bom da vida

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Após sair de uma instituição psiquiátrica, Pat (Bradley Cooper) está disposto a recuperar sua vida. Sem lembrar muito bem de como foi parar lá, ele busca reconstruir sua relação com a família e a ex-mulher, que se recusam a comentar sobre o que aconteceu antes da internação. Através de amigos, ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence), uma mulher com problemas semelhantes que vai mudar completamente o seu rumo.

 

  1. A forma da água

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Expandindo o universo do grande vencedor do Oscar de 2018, A forma da água foi escrito por Del Toro e Daniel Kraus e é uma emocionante história sobre o encontro perfeito entre dois mundos. A história se passa na década de 1960, em meio a diversos conflitos políticos e sociais nos Estados Unidos. A faxineira Elisa se encanta com uma criatura misteriosa aprisionada no laboratório secreto em que trabalha. Com muita coragem, ela traça um plano para libertar o homem-peixe dos maus-tratos do local, mas isso pode ser mais perigoso do que ela imaginava.

 

  1. História da sua vida e outros contos

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Com 8 indicações ao Oscar – incluindo melhor filme, melhor diretor, melhor fotografia e melhor roteiro adaptado –, A Chegada é um desses filmes que você nunca mais vai esquecer.

Na produção estrelada por Amy Adams, a nossa musa das adaptações (Objetos CortantesAnimais Noturnos), uma linguista é convocada para tentar compreender e decifrar a linguagem de alienígenas que estacionaram doze naves em diversos lugares aleatórios da Terra.

O filme é inspirado em um conto de Ted Chiang, que faz parte da brilhante coletânea História da sua vida e outros contos

 

  1. De volta para o futuro

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Esse os seus pais conhecem! Um dos grandes clássicos da década de 1980 e a maior bilheteria de 1985, De Volta para o Futuro é o primeiro filme da trilogia dirigida por Robert Zemeckis e produzida por Steven Spielberg.

Nessa aventura conhecemos Marty McFly, um adolescente que adora andar de skate, namorar e tocar guitarra. Só existe uma diferença entre ele e os outros garotos da sua idade: seu melhor amigo é Doc Brown, um excêntrico cientista que acabou de transformar um carro em uma máquina do tempo. Quando McFly acidentalmente vai parar na década de 1950, ele acaba atrapalhando o primeiro encontro de seus pais. Por isso, se não quiser desaparecer para sempre, vai precisar fazer de tudo para que eles fiquem juntos, além de tentar encontrar uma maneira de voltar para o seu tempo antes que seja tarde demais.

Esse clássico virou um lindo e encantador livro ilustrado da Coleção Pipoquinha, que, assim como o DeLorean da história, promete encantar diversas gerações.  

 

  1. O touro Ferdinando

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Um dos maiores clássicos da literatura infantil, O touro Ferdinando é uma história que aquece nosso coração! Sempre bem-humorado e tranquilo, Ferdinando gosta de passar seu tempo cheirando flores e quietinho no seu canto. Um dia, ele é escolhido acidentalmente para lutar nas famosas touradas em Madri. E agora?

 

  1. Cidades de papel

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Estrelado por Cara Delevingne e Nat Wolff, Cidades de papel conta a história de Quentin Jacobsen, um adolescente que nutre uma paixão platônica por sua vizinha Margo Spiegelman desde a infância. Certa noite, a garota invade seu quarto e propõe um plano de vingança contra o ex-namorado. Contudo, quando a noite de aventuras acaba, Margo desaparece. Buscando solucionar esse grande mistério, Quentin encontra pistas deixadas por Margo e começa a segui-las. Contudo, quanto mais se aproxima da amiga, mais ele se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

 

  1. Cinquenta tons de liberdade

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No terceiro filme da trilogia Cinquenta tons de cinza, podemos acompanhar a evolução do aclamado romance de Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan). Agora casados, os dois parecem viver em um verdadeiro conto de fadas. Porém, ainda há contas a acertar com o passado.

 

  1. Trumbo

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Declarado culpado e preso por desacato ao Congresso em 1950, o cineasta Dalton Trumbo (Bryan Cranston) foi, como centenas de profissionais na época, banido de trabalhar para os grandes estúdios de Hollywood. Em um dos períodos mais sombrios da história do cinema norte-americano, Trumbo escreveu por quase uma década clandestinamente, assinando com pseudônimos e colaborando com outros artistas marginalizados. Dois Oscar depois e com o enfraquecimento do macarthismo no país, o roteirista tornou-se o primeiro integrante da lista a ser novamente creditado em uma produção, abrindo caminho para o fim definitivo da caça às bruxas em Hollywood.

Além dessas adaptações, vocês também podem conferir a playlist do Telecine Play com filmes baseados em livros!

Qual dessas adaptações você vai ver primeiro?

testeEu sou Spartacus: Dalton Trumbo, o começo e o fim da lista negra

Por Ana Maria Bahiana*

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No outono norte-americano de 1998, eu estava dirigindo pela avenida Wilshire, na altura da sede da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, quando notei uma peculiar aglomeração na calçada em frente ao prédio. Um grupo animadíssimo, com cartazes e até um alto-falante, andava metodicamente em círculo, de tempos em tempos gritando palavras de ordem: “Não esqueceremos!” e “Lista negra, jamais!”. Deviam ser, no máximo, umas vinte pessoas. Nenhuma aparentava ter menos que 75 anos.

No dia seguinte a revista Variety explicava tudo: tratava-se de integrantes da academia e alguns amigos protestando contra a escolha de Elia Kazan para receber o prestigioso Oscar honorário pelo conjunto da obra. Em 1952, Kazan, um mestre realizador, responsável por obras-primas como Um Bonde Chamado Desejo, Viva Zapata! e Sindicato de Ladrões, compareceu diante do Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso norte-americano e, sob juramento, denunciou vários colegas de ofício por terem sido (como ele) membros do Partido Comunista dos Estados Unidos. O comitê já tinha conhecimento desses nomes, mas a atitude de Kazan marcou-o até o fim de seus dias.

Num país que preza a liberdade de expressão e se orgulha de oferecer e proteger os direitos de seus cidadãos, as atitudes do Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso entre 1947 e 1959 são uma notável aberração. Criado em 1938 para investigar agentes nazistas possivelmente infiltrados nos Estados Unidos, o comitê assumiu, depois da Segunda Guerra Mundial, um tom paranoico de perseguição ideológica, correndo paralelo à intensificação da Guerra Fria.

Dois fatores tornavam as artes — especialmente o cinema — particularmente vulneráveis à perseguição do comitê: a Grande Depressão dos anos 1930 e o início do movimento sindicalista nos Estados Unidos colocaram as questões sociais no centro do debate intelectual e artístico, levando muitos atores, atrizes, escritores, cineastas e intelectuais a se filiarem ao jovem Partido Comunista dos Estados Unidos; e desde suas origens no início do século XX  a indústria de cinema se mantivera decididamente independente, não aceitando interferências do governo, regulando a si própria e acolhendo tanto artistas e intelectuais europeus progressistas quanto os jovens norte-americanos entusiasmados pelas causas sociais, muitos filiados ao Partido Comunista.

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Um deles era James Dalton Trumbo. Nascido no Colorado, numa família descendente de imigrantes suíços, Trumbo trabalhou como repórter para jornais locais da cidade de Grand Junction, Colorado, antes de se mudar para Los Angeles a fim de cursar a universidade (para pagar seus estudos, Trumbo trabalhou no turno da noite de uma padaria). Em 1937, depois de alguns anos atuando como jornalista e crítico de cinema, Trumbo começou a escrever para o cinema e rapidamente se tornou um dos roteiristas mais bem pagos da época — sobretudo depois que seu livro Johnny Got His Gun, um libelo antiguerra, recebeu o National Book Award em 1939.

Como muitos de seus amigos e companheiros de trabalho — inclusive Elia Kazan —, foi nessa época que Trumbo se filiou ao Partido Comunista. A Segunda Guerra Mundial, alinhando Estados Unidos e União Soviética contra Alemanha, Itália e Japão, permitiu um momento de paz à esquerda norte-americana. Na verdade, Hollywood produziu vários filmes pró-URSS durante a guerra, com títulos como Canção da Rússia e Missão em Moscou.

Tudo mudaria nos anos seguintes, com Estados Unidos e União Soviética polarizados na tensa Guerra Fria, e o Congresso norte-americano dominado por conservadores apavorados com a ideia de uma “infiltração vermelha” no próprio coração da América do Norte. Especialmente na indústria de cinema, agora a maior fonte de entretenimento do país — e, cada vez mais, do mundo.

Em julho de 1946, uma coluna na revista Hollywood Reporter, escrita e assinada por seu fundador, William Wilkerson, bradava contra a presença de “discípulos de Stalin” entre os profissionais da indústria de cinema e mencionava explicitamente Dalton Trumbo e nove outros profissionais. Um ano depois, o Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso intimou os “10 de Hollywood” a depor — ou seja, delatar outros. Eles se recusaram, alegando seus direitos constitucionais à liberdade de expressão. Foram presos por desacato à autoridade.

Washington, DC, USA --- Original caption: 10/27/47-Washington, DC: The group of Hollywood writers and producers summoned to appear before the House Un-American Activities Committee in probe of communism in the film city, are shown as they left the investigation late today. Front row: Lewis Milestone, Dalton Trumbo, John H. Lawson, who was cited for contempt, and Bartley Crum, attorney for witnesses. Center row: Gordon Kahn, Irving Pichel, Edward Dmytryk, Robert Rossen. Top row: Waldo Salt, Richard Collins, Howard Koch and Albert Maltz; Herbert Biberman; Lester Cole and Ring Lardner, Jr., writers and Martin Popper, another attorney for the group. Photo by G.B. Kress --- Image by © Bettmann/CORBIS

Image by © Bettmann/CORBIS

Começava ali um longo período de obscurantismo. Outros foram intimados e, como Kazan, compareceram para depor. Os estúdios prepararam uma “lista negra” contendo os nomes citados pelo comitê — profissionais que, a partir daquele momento, eram “indesejáveis”. Muitos, entre eles Charles Chaplin, Orson Welles e a roteirista Norma Barzman (que conheci na passeata em frente à academia…), optaram por sair do país, indo trabalhar na Europa e na América Latina. Outros, como o compositor Elmer Bernstein, foram obrigados a aceitar salários de fome e trabalhos anônimos. Outros ainda, como Trumbo, passaram a usar pseudônimos em suas obras (dois roteiros de Trumbo com nomes alheios ganhariam o Oscar — A Princesa e o Plebeu, em 1954, e Arenas Sangrentas, em 1957).

No final da década de 1950, com a ala liberal em ascensão, o Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso já havia perdido muito de sua força política. O golpe mortal na lista negra veio em 1960, com um simples gesto de um profissional: Kirk Douglas, estrela e produtor de Spartacus, dirigido por Stanley Kubrick, recusou-se a ocultar o nome de seu roteirista nos créditos — Dalton Trumbo.

untitledNuma das cenas mais eloquentes de Spartacus, o general romano vivido por Laurence Olivier oferece misericórdia aos escravos derrotados em seu levante em troca da delação de seu líder, Spartacus (Kirk Douglas). Todos se recusam, bradando, um a um: Eu sou Spartacus!

PS: Flash-forward para 1999. Apesar do apoio de gente mais jovem e mais poderosa, o boicote do pessoal na frente da academia não deu resultado. Aos noventa anos, Elia Kazan recebeu seu Oscar honorário, apresentado por Francis Ford Coppola e Robert De Niro. Em seu discurso, agradeceu à academia “por sua coragem e generosidade”. E eu conheci Norma Barzman e a turma mais sensacional de octogenários de Hollywood.

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Leia um trecho de Trumbo: a vida do roteirista ganhador do Oscar que derrubou a lista negra de Hollywood

 

 

*Ana Maria Bahiana é jornalista, autora, pesquisadora, produtora e tem uma longa e prestigiosa carreira no Brasil e no exterior, em imprensa, rádio, televisão e internet. Residente de Los Angeles há duas décadas, é editora associada do site goldenglobes.com e já entrevistou nomes como Kathryn Bigelow e Francis Ford Coppola.

testeO Regresso lidera as indicações ao Oscar 2016

Depois de se consagrar com três prêmios no Globo de Ouro, O Regresso superou todas as previsões e foi indicado a 12 Oscars, se tornando a produção com maior número de nomeações na edição de 2016 do prêmio. Com estreia marcada para 4 de fevereiro nos cinemas brasileiros, o filme é inspirado no livro homônimo de Michael Punke que acaba de ser lançado pela Intrínseca.

Na premiação, que será realizada no dia 28 de fevereiro, o filme estará no páreo nas seguintes categorias: fotografia, figurino, edição de som, mixagem de som, maquiagem, ator coadjuvante (Tom Hardy), efeitos visuais, edição, direção de arte, diretor (Alejandro González Iñárritu), ator (Leonardo DiCaprio) e melhor filme.

A trama é inspirada na impressionante história real de Hugh Glass, caçador da Companhia de Peles Montanhas Rochosas atacado por um urso-cinzento e depois abandonado pelos companheiros, que levam suas armas e suprimentos. Entre delírios, Glass é tomado por um único desejo: vingança.

Além da indicação de DiCaprio na categoria melhor ator, concorre na mesma categoria Bryan Cranston por sua interpretação do personagem que da título a Trumbo: Lista Negra, inspirado no livro de Bruce Cook. Na categoria melhor canção original, o artista the weeknd concorre com a música “Earned it”, da trilha sonora de Cinquenta Tons de Cinza.

Confira todos os indicados ao Oscar 2016.

testeFilmes e séries para assistir em 2016

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O ano ainda está no começo, mas as novidades sobre filmes e séries não param de ser divulgadas. Para ajudar na difícil tarefa de escolher a que assistir, selecionamos atrações para diferentes estilos.

Confira a lista:

Trumbo — O roteirista Dalton Trumbo tem uma trajetória singular em Hollywood: apesar de ter escrito algumas das histórias de maior sucesso de sua época, como A Princesa e o Plebeu (1953), ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso dos EUA e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.

Dirigido por Jay Roach (Virada no Jogo), o filme inspirado na biografia de Dalton Trumbo escrita por Bruce Cook tem no elenco Bryan Cranston, astro da série Breaking Bad, Diane Lane (Infidelidade) e Helen Mirren (A Rainha). O filme está em cartaz nos cinemas.

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O regresso Grande vencedor do Globo de Ouro 2016, o filme é inspirado no livro homônimo, de Michael Punke. Em 1822, o aventureiro Hugh Glass parte para o oeste americano disposto a ganhar dinheiro caçando. Atacado por um urso, ele fica seriamente ferido e é abandonado à própria sorte pelo parceiro John Fitzgerald, que ainda rouba seus pertences. Entretanto, mesmo com todas as adversidades, Glass consegue sobreviver e inicia uma árdua jornada em busca de vingança.

Dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñárritu, o papel de Hugh Glass ficou a cargo de Leonardo DiCaprio, vencedor do prêmio de melhor ator principal no Globo de Ouro. O longa está em cartaz nos cinemas.

Orgulho e preconceito e zumbis — A adaptação do livro de Seth Grahame-Smith chega aos cinemas em 25 de fevereiro. Na releitura da clássica história de Jane Austen, Elizabeth Bennet, especialista em artes marciais, está determinada em acabar com todos os zumbis que atravessam seu caminho. Mas tudo muda após a chegada do arrogante Sr. Darcy.

Dirigido por Burr Steers (17 Outra Vez), a produção tem no elenco nomes como Lily James (Cinderela), Elizabeth Bennet, Sam Riley (Malévola), Lena Headey (Game of Thrones), Matt Smith (Doctor Who), Jack Huston (Trapaça), Hermione Corfield (Sr. Holmes), Bella Heathcote (Sombras da Noite) e Charles Dance (Game of Thrones).

Downton Abbey — A sexta e última temporada estreou no último fim de semana, dia 9 de janeiro, no canal GNT. Vencedor de três Globos de Ouro e alguns Emmys, o drama de época conta a luta da família para manter o legado de Downton Abbey.

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Leia um trecho de O mundo de Downton Abbey

Como eu era antes de vocêA aguardada adaptação do romance de Jojo Moyes chega aos cinemas em junho.  Emilia Clarke (Game of Thrones), Sam Claflin (Jogos Vorazes), Matthew Lewis (Harry Potter), Charles Dance e Jenna Coleman estarão no elenco do longa.

O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares A adaptação do livro de Ransom Riggs acompanha as aventuras de um garoto que, após ser enviado para uma ilha isolada no País de Gales, descobre que no local estão exiladas várias crianças com poderes especiais. Dirigido por Tim Burton, o filme conta com Eva Green e Samuel L. Jackson no elenco. A estreia está prevista para 25 de dezembro. Cidades dos etéreos, sequência do livro que inspirou o longa, será lançado pela Intrínseca em fevereiro.

Girls A quinta temporada da série criada por Lena Dunham, autora de Não sou uma dessas, estreia no dia 21 de fevereiro na HBO. Premiada como a melhor série de comédia no Globo de Ouro em 2013, Girls narra a vida de quatro jovens vinte e poucos anos em Nova York.

Orange is the new black — A quarta temporada da série foi confirmada e estreia em 17 de junho no Netflix.

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Estante Intrinseca

O regresso, de Michael Punke – Inspirado na impressionante história real de Hugh Glass, caçador da Companhia de Peles Montanhas Rochosas atacado por um urso-cinzento e depois abandonado pelos companheiros, que levam suas armas e suprimentos. Entre delírios, Glass é tomado por um único desejo: vingança. O livro inspirou o filme homônimo, estrelado por Leonardo DiCaprio (O lobo de Wall Street) e dirigido por Alejandro González Iñárritu (Birdman)  [Leia +]

Leia também: O Regresso recebe 3 indicações ao Globo de Ouro

P.S.: Ainda amo você, de Jenny Han – Continuação de Para todos os garotos que já amei, o livro conta a história de Lara Jean. Em P.S.: Ainda amo você, ela vai aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois. [Leia +]

Leia também: A continuação de Para todos os garotos que já amei

A arte do descaso, de Cristina Tardáguila – Em pleno Carnaval, quatro homens invadiram o Museu da Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, e roubaram cinco obras de arte cujo valor estimado, na época, ultrapassava 10 milhões de dólares. Até hoje é considerado o maior roubo de arte do Brasil e o oitavo do mundo. Decidida a desvendar o mistério, a jornalista Cristina Tardáguila chegou a se colocar em situações de risco a fim de encontrar respostas. [Leia +]

O nadador, de Joakim Zander – Damasco, Síria. Um agente secreto norte-americano abandona a filha recém-nascida em meio a um bombardeio, entregando-a a um destino incerto. Alternando habilmente entre passado e presente, entre Suécia, Síria e Estados Unidos, Joakim Zander tece uma rede de intrigas e suspense em um estilo sofisticado e descritivo que transformou O nadador em um estrondoso sucesso. [Leia +]

Trumbo, de Bruce Cook – Em 1947, o jornal The Hollywood Reporter divulgou uma série de nomes de cineastas suspeitos de instilar sutilmente propaganda comunista nos filmes de Hollywood. O principal nome era o de Dalton Trumbo, que se recusou a entregar qualquer informação. Ele foi julgado, declarado culpado e, em 1950, preso. Após sair da prisão, Trumbo driblou a lista negra anticomunista e, por quase uma década, viveu de produzir roteiros clandestinamente. O livro inspirou o filme Trumbo: Lista negra, estrelado por Bryan Cranston (Breaking Bad) e Helen Mirren (A Rainha). [Leia +]

Leia também: O homem que rasgou a lista negra de Hollywood

Vale-tudo da notícia, de Nick Davies – A notícia de que um editor do jornal britânico News of the World invadia caixas postais de telefones atrás de recados que lhe rendessem furos sobre a realeza não seria tão aterradora se parasse por aí. O problema surgiu quando o repórter Nick Davies decidiu investigar a história mais a fundo e descobriu um lamaçal de crimes e corrupção que afetava boa parte da imprensa britânica, com ramificações no gabinete do primeiro-ministro e no alto escalão da Scotland Yard. [Leia +]

Orgulho e preconceito e zumbis, de Seth Grahame-Smith e Jane Austen –  “É uma verdade universalmente aceita que um zumbi, uma vez de posse de um cérebro, necessita de mais cérebros.” Assim começa essa paródia da obra consagrada de Jane Austen, que se tornou um best-seller do The New York Times. Agora, porém, no tranquilo vilarejo de Meryton, nossa heroína, Elizabeth Bennet, treinada nos rigores das artes marciais, está determinada a eliminar a ameaça zumbi. Até que sua atenção seja desviada pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy.       O filme inspirado na obra, estrelado por Lily James (Cinderela) e Sam Riley (Malévola), estreia em fevereiro.

Leia também: Orgulho e preconceito e zumbis nos cinemas

Sr. Tigre solto na selva, de Peter Brown – Para tudo tem hora e lugar… até para se soltar! Ninguém esperava isso do sr. Tigre. Sempre tão comportado, tão polido, tão educado. De terno e cartola, lá estava ele, totalmente acostumado à vida na cidade, aos cumprimentos distantes, ao refinado chá da tarde. Ele queria se soltar, queria ser selvagem. E um dia, foi isso o que ele fez. Só que, num mundo tão civilizado, a mudança não pegou muito bem. Mais um livro de Peter Brown, autor e ilustrador de Minha professora é um monstro! (Não sou, não.)

 

testeO homem que rasgou a lista negra de Hollywood

1969 D Trumbo suit and cigar_cortadoDalton Trumbo (Foto de Cleo Trumbo)

Roteirista de clássicos como A princesa e o plebeu, Exodus, Spartacus e Papillon, Dalton Trumbo criou mais do que grandes sucessos do cinema. Declarado culpado e preso por desacato ao Congresso, em 1950, Trumbo foi, como centenas de profissionais, banido de trabalhar para os grandes estúdios devido à caça aos comunistas liderada pelo então senador Joseph McCarthy.

Em um dos períodos mais negros da história do cinema norte-americano, Trumbo escreveu por quase uma década clandestinamente, assinando com pseudônimos e colaborando com outros artistas marginalizados. “É impossível dizer quem realmente escreveu seus filmes favoritos dos anos 1950”, reflete Bruce Cook, jornalista que reconstrói a carreira e a atuação marcante do roteirista contra a perseguição política em Hollywood.

untitledCom entrevistas de profissionais do cinema, amigos e do próprio Dalton Trumbo, concedidas durante o escaldante verão de 1973, Bruce Cook criou Trumbo, biografia sobre a vida do roteirista ganhador do Oscar.

A obra que chegará às livrarias em 14 de janeiro, publicada pela Intrínseca, também inspirou a cinebiografia protagonizada por Bryan Cranston. Indicado ao Globo de Ouro e ao SAG Awards pela interpretação, o astro da série Breaking Bad já desponta como um dos fortes candidatos a receber o Oscar em 2016.

Dirigida por Jay Roach (Virada no Jogo), a produção tem ainda no elenco Diane Lane (Infidelidade) e Helen Mirren (A Rainha), que concorre ao Globo de Ouro e ao SAG Awards na categoria de melhor atriz coadjuvante pela interpretação da atriz Hedda Hopper na trama. O filme, que também foi indicado nas categorias de melhor elenco no SAG Awards, chega ao Brasil em 28 de janeiro. Assista ao trailer:

 

link-externoLeia um trecho de Trumbo

testeO Regresso recebe 3 indicações ao Globo de Ouro

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O Regresso, novo filme do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu  — vencedor do Oscar de melhor filme e direção por Birdman (2014) —  acaba de ser indicado a três Globos de Ouro. Além de concorrer aos prêmios de melhor direção e de filme dramático, a história de vingança de um mercador de peles norte-americano no século XIX rendeu a Leonardo DiCaprio sua 11ª nomeação ao prêmio. O ator, que também foi indicado ao SAG Awards pelo papel, já levou dois Globos de Ouro por O Lobo de Wall Street (2013) e O Aviador (2004).

Com estreia prevista para fevereiro nos cinemas brasileiros, O Regresso é inspirado na história real do caçador de ursos Hugh Glass narrada por Michael Punke no livro homônimo que será lançado pela Intrínseca em janeiro.

Protagonizado por Bryan Cranston, astro da série Breaking Bad, Trumbo é outra história real que chegará aos cinemas e às livrarias em 2016. No filme dirigido por Jay Roach (Virada no Jogo), o ator revive Dalton Trumbo, um dos maiores roteiristas da história do cinema, autor de épicos como Exodus, Spartacus e Papillon, conhecido como o homem que rasgou a Lista Negra de Hollywood — mantida pela indústria de entretenimento para boicotar artistas indiciados pelo Comitê de Atividades Antiamericanas, a caça aos comunistas liderada pelo senador McCarthy na década de 1950.

Helen Mirren concorre ao prêmio de melhor atriz coadjuvante pela interpretação da atriz Hedda Hopper na trama. O filme, que também foi indicado nas categorias de melhor elenco, ator e atriz coadjuvante no SAG Awards, chega ao Brasil em fevereiro. O livro de Bruce Cook que o inspirou será publicado em janeiro pela Intrínseca.

Steve Jobs, cinebiografia do cocriador da Apple, concorre nas categorias de melhor ator (Michael Fassbender), roteiro (Aaron Sorkin) e melhor atriz coadjuvante (Kate Winslet). A transformação do jovem gênio detestável no CEO maduro que revolucionou a indústria de tecnologia é narrada em Como Steve Jobs virou Steve Jobs, única biografia do inventor que teve contribuição dos mais altos executivos da Apple, entre eles o atual CEO Tim Cook.

“Love Me Like You Do”, interpretada por Ellie Goulding na trilha sonora de Cinquenta tons de cinza, disputa a categoria de melhor canção original. Já Orange Is The New Black concorre pela terceira vez ao prêmio de melhor série de comédia ou musical. Uzo Aduba, a Crazy Eyes, também recebe sua terceira nomeação para a disputa de melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV. Joanne Froggatt, a Anna Bates de Downton Abbey, que venceu essa categoria na última edição, disputa pela segunda vez.

A cerimônia da 73ª edição do Globo de Ouro acontece em 10 de janeiro. Confira a lista completa dos indicados.