teste14 livros para as férias

Confira nossa seleção com 14 livros imperdíveis!

ferias_1_b

Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

S., de J.J. Abrams e Doug Dorst — Para os fascinados por mistério, J.J. Abrams, a mente por trás de séries como Lost, Fringe e o diretor do último episódio de Star Wars, apresenta um quebra-cabeça literário. Resultado de sua parceria com Doug Dorst, S. vem em uma caixa lacrada, repleta de códigos. Além do enigmático romance O Navio de Teseu, a obra contém, em suas margens, as anotações e investigações de dois leitores sobre V. M. Straka — um escritor cuja biografia nebulosa é repleta de boatos que envolvem conspirações, sabotagens e assassinatos.

História do futuro: O horizonte do Brasil no século XXI, de Míriam Leitão — Em um cenário de crise, a premiada jornalista Míriam Leitão é categórica: em vez de nos abatermos pelo pessimismo, temos que fazer um balanço racional dos muitos acertos e dos vários erros para construir um futuro melhor para o país. Em seu terceiro livro de não ficção, a vencedora do Jabuti apresenta tendências que não podem ser ignoradas em áreas como meio ambiente, demografia, educação, economia, política, saúde, energia, agricultura e tecnologia. Leitura fundamental para entendermos o presente e planejarmos o futuro do Brasil.

A espada do verão, de Rick Riordan — Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo, Magnus Chase deve empreender uma importante jornada a fim de encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. Com personagens já conhecidos do público, como Annabeth Chase, prima de Magnus, e deuses como Thor e Loki, Rick Riordan nos apresenta uma nova série, agora sobre mitologia nórdica. Mais uma aventura surpreendente, repleta de ação e humor!

Elon Musk: Como o CEO bilionário da SpaceX e da Tesla está moldando nosso futuro, de Ashlee Vance — Se você quer ter alguma ideia de como será o futuro, precisa conhecer Elon Musk. O empreendedor mais ousado de nosso tempo, que inspirou o Homem de Ferro dos cinemas, decidiu investir sua fortuna gerada em empresas digitais para mudar o mundo. Com a SpaceX, o inventor sul-africano está revolucionando os voos espaciais. Com a Tesla Motors, está trabalhando para popularizar os carros elétricos. Musk, que também está investindo em energia sustentável por meio de painéis solares, é um CEO diferente de todos os outros. Ao apostar em empreendimentos de alto risco, tem se dedicado a criar um futuro ao mesmo tempo magnífico e próximo de uma fantasia de ficção científica.

ferias_2_b

 

Lugares escuros, de Gillian Flynn — Aos sete anos, Libby Day sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, a ambígua personagem criada por Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Objetos cortantes, é procurada por um grupo de pessoas obcecadas pelo crime e começa a investigar o passado. A história chegou aos cinemas no ano passado, protagonizada por Charlize Theron, e recentemente ganhou uma nova edição, com capa seguindo o padrão dos livros da autora.

Caçadores de trolls, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus  Um dos artistas mais visionários da atualidade — diretor, produtor e roteirista que assina sucessos como A Espinha do Diabo, O Labirinto do Fauno e Hellboy —, Guillermo del Toro conta em Caçadores de trolls como o medo pode tomar conta das pessoas. Repleto de monstros assustadores e do encanto de um jovem com um mundo novo, o livro, que tem 10 belíssimas ilustrações de Sean Murray, será adaptado para uma série produzida pelo Netflix.

Crepúsculo/Vida e morte, de Stephenie Meyer — Publicado inicialmente nos Estados Unidos em 2005, o livro que originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, completou 10 anos! Para comemorar o aniversário da inesquecível história de amor entre Bella e Edward, Stephenie Meyer presenteou os leitores com uma edição dupla. Além de Crepúsculo, a edição especial contém quase 400 páginas de conteúdo extra que inclui Vida e morte, versão em que a autora inverte o gênero dos protagonistas.

A sexta extinção, de Elizabeth Kolbert — Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco extinções em massa. Hoje, a sexta extinção vem sendo monitorada, e a causa não é um asteroide ou algo similar, e sim a própria raça humana. Vencedor do Prêmio Pulitzer de Não Ficção de 2015, A sexta extinção explica de que maneira o ser humano tem alterado a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie fez até hoje. Para isso, Kolbert apresenta trabalhos de dezenas de cientistas em diversas áreas e viaja aos lugares mais remotos em busca de respostas.

ferias_3_b

Grey, de E L James — Christian Grey controla tudo e todos a seu redor: seu mundo é organizado, disciplinado e terrivelmente vazio — até o dia em que Anastasia Steele surge em seu escritório, uma armadilha de pernas torneadas e longos cabelos castanhos. Conheça a história que dominou milhares de leitores ao redor do mundo agora sob um novo e apaixonante ponto de vista.
Mosquitolândia, de David Arnold — Mim Malone não está nada bem. Após o inesperado divórcio dos pais, a apaixonante protagonista de Mosquitolândia é obrigada a ir morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em uma jornada de mais de mil quilômetros até Ohio e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante.

O clique de 1 bilhão de dólares, por Filipe Vilicic — O Instagram, aplicativo de compartilhamento de fotos, é uma febre mundial desde seu lançamento em 2010. Comprado pelo Facebook em 2012 pela estonteante quantia de 1 bilhão de dólares, hoje em dia já mobiliza mais de 400 milhões de usuários ativos. O que poucos sabem é que Mike Krieger, um de seus idealizadores, é brasileiro, nascido em São Paulo. A trajetória meteórica do aplicativo e de Krieger, que se tornou milionário aos 26 anos, são detalhadas em O clique de 1 bilhão de dólares pelo jornalista Filipe Vilicic, editor de Ciência e Tecnologia da revista e do site de Veja.

Para todos os garotos que já amei, de  Jenny Han — Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, elas são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, sua vida amorosa se transforma. Se você ainda não conhece Lara Jean, é melhor correr: a continuação do romance, P.S.: Ainda amo você, chega às livrarias nas próximas semanas.

A guerra dos consoles: Sega, Nintendo e a batalha que definiu uma geração, de Blake J. Harris — Na década de 1990, a Nintendo praticamente monopolizava o mercado de video games. A Sega, por outro lado, era apenas uma empresa instável de fliperamas com grandes aspirações e egos maiores ainda. Mas tudo isso iria mudar com as táticas arrojadas de Tom Kalinske, ex-executivo da Mattel, que transformaram a Sega por completo e levaram a companhia a travar um confronto impiedoso com a Nintendo. Um livro fascinante sobre a guerra que mudou o futuro dos video games e o mercado de entretenimento.

teste10 dos “melhores” anúncios sobre video games de todos os tempos

Antes de participarem dos mesmos jogos, Mario e Sonic brigavam entre si através de propagandas constrangedoras.

Antes de participarem dos mesmos jogos, Mario e Sonic brigavam em propagandas constrangedoras.

Além de alguns dos jogos mais divertidos das décadas de 1980 e 1990, a guerra entre Nintendo e Sega criou alguns dos comerciais mais estranhos já vistos na história da publicidade. De carros de Fórmula 1 com televisões a pessoas vestidas de robôs espaciais, as duas empresas fizeram de tudo para chamar a atenção de novos consumidores. Separamos uma lista com dez anúncios que são incríveis de uma forma nada convencional:

1- Um dos primeiros anúncios do tipo foi o de lançamento do slogan da Nintendo “Now you’re playing with power” (Agora você está jogando com poder). Listando todas as novidades do Nintendo Entertainment System (NES) ao som de trovões e música dos anos 1980, é uma das propagandas mais “comportadas” da lista:

2- Antes mesmo da chegada de Tom Kalinske, personagem central de A guerra dos consoles, à presidência da Sega dos Estados Unidos, a empresa já estava focada em combater tudo o que a concorrência fazia. Isso criou um dos mais constrangedores slogans de todos os tempos, “Genesis does what Nintendon’t” (O Genesis faz o que a Nintendo não):

3- Como anunciar um video game portátil? Que tal usar um robô alienígena, que faz um jovem aparecer em um planeta em chamas para jogar Tetris? Aparentemente, foi essa a resposta que deu origem ao anúncio do Game boy:

4- Novamente buscando responder à concorrência diretamente, a Sega anunciou a tela colorida de seu portátil Game Gear comparando os donos do Game Boy a um cachorro e dizendo que o outro portátil tinha “cor de espinafre”:

5- Seguindo o lançamento do Super Nintendo, a empresa apostou em uma dinâmica mais jovem, e acabou sendo uma das primeiras aparições do ator Paul Rudd (de Homem-Formiga):

6- Como mostrar que seu personagem é legal para adolescentes? Colocando uma mãe preocupada reclamando de sua atitude em oposição à do bom moço Mario. Foi assim que o Sonic foi anunciado para o público:

7- Um dos acessórios mais concorridos do NES foi a Power Glove, o primeiro controle de movimento da história, que apareceu no filme O rei do video game, de 1989. Ainda que prometesse uma revolução, o produto só acabou sendo lembrado por anúncios como esse:

8- Para tentar batalhar pelo primeiro lugar no mercado de video games, a Sega decidiu que ia apostar no público jovem, se distanciando das crianças. De alguma forma inexplicável, isso se traduziu em imagens desconexas e um constante grito do nome da empresa:

9- Tentando vender mais jogos, as empresas acabavam abordando características que muitas vezes não tinham a menor relação com o produto em questão. É o caso desse anúncio que mostra Super Mario World, um jogo no qual se lutava contra tartarugas gigantes como um jogo “mais realista”:

10- Na mesma linha do anúncio anterior, a Sega anunciava orgulhosa que seu console possuía Blast Processing. A resposta para “o que seria isso?” envolve um carro em alta velocidade:

Em A guerra dos consoles, Blake J. Harris revela os oponentes, as estratégias e os diversos fronts de batalha da grande guerra entre esses colossos do entretenimento eletrônico. Um verdadeiro thriller que mostra os bastidores de uma batalha épica pelo coração e pelo dinheiro de gamers do mundo inteiro e como tudo isso mudou e marcou definitivamente a cultura pop.

Leia também: Sobre quando éramos jovens, por Pablo Miyazawa