teste4 séries para um Dia da Toalha incrível

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Duas semanas após o falecimento de Douglas Adams, autor de O guia do mochileiro das galáxias, fãs da aclamada série de livros propuseram uma data para celebrar seu autor. No espírito da saga, decidiram que 25 de maio seria chamado de Dia da Toalha, já que no guia é explicado o papel fundamental das toalhas para a sobrevivência de um mochileiro.

Ao longo dos anos, a data foi se tornando cada vez mais relevante e, graças a uma coincidência digna de um Gerador de Improbabilidade Infinita (entendedores entenderão), marca também o aniversário da estreia de Uma nova esperança, primeiro dos filmes da série Star Wars. Com isso, a data passou a agregar toda e qualquer celebração nerd, e, para aproveitar o espírito da ocasião, separamos quatro séries que nossos leitores mais nerds precisam conhecer.

Silo

No futuro, em que poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste em um gigantesco silo subterrâneo. Mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras. Aqueles que ousam sonhar e ter esperanças são condenados a uma punição simples e eficiente: serem levados para o lado de fora, onde a paisagem destruída se tornou hostil. Juliette é uma dessas pessoas. E talvez seja a última.

O terceiro livro da série Silo será lançado no segundo semestre de 2016!

A Roda do Tempo

A ideia de ler 14 livros de 800 páginas em média pode espantar o menos astuto dos leitores, mas, apesar de longa, a história é bem construída e acompanha diversas fases da vida de personagens em um épico de fantasia medieval.

Ambientada em um universo em que o tempo se desenvolve através de ciclos, a série acompanha o jovem Rand al’Thor, que é obrigado a abandonar sua vida pacata para fugir de um ataque de bestas. A partir daí, Rand descobre mais sobre a lenda do Dragão Renascido — aquele que poderá salvar ou destruir o mundo — e sobre como fazer parte dessa história.

Além do quinto livro, anunciado para o segundo semestre de 2016, os leitores têm mais o que aguardar ansiosos: a viúva do autor Robert Jordan anunciou que os direitos de produção de uma série inspirada em A Roda do Tempo foram adquiridos por uma produtora.

Magnus Chase e os deuses de Asgard

O mais nerd dos semideuses de Rick Riordan, Magnus Chase é fã inveterado de Doctor Who e, durante o período em que viveu na rua, invadia bibliotecas para poder acessar a internet e ler diversos livros. Além de seus gostos peculiares, a série mostra como até mesmo deuses nórdicos podem ser viciados em séries e Netflix. Mais nerd que isso, impossível.

O segundo volume será lançado ainda em 2016.

Comando Sul

A próxima grande aposta cinematográfica baseada em séries de ficção científica, a trilogia Comando Sul conta a exploração de uma região inóspita do mundo conhecida apenas como Área X. Alternando pontos de vista e com elementos de horror, a série chegará aos cinemas em 2017, estrelada por Natalie Portman.

 

Para aqueles que ainda não conhecem o Snapchat da Intrínseca, tivemos um programa especial sobre as quatro séries. Para não perder as novidades, é só adicionar o perfil da editora: ed.intrinseca.

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testeDo que você mais sentiria falta se o mundo como o conhecemos hoje desaparecesse?

Por Mirelle Candeloro*

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Imaginem o mundo que conhecemos devastado por uma epidemia de gripe. Bilhões de pessoas morrem e as que restam precisam sobreviver em locais inóspitos, desprovidos de qualquer conforto ou tecnologia com que estejamos acostumados. Com o tempo, as lembranças da humanidade vão desaparecendo. Imagine perder os elos com a nossa história, deixando para trás conquistas e realizações não só científicas, como também artísticas.

Foram questionamentos como esses que inspiraram Estação Onze, de Emily St. John Mandel. Na distopia, a autora cria um enredo inusitado e reflexivo, que convida a analisar as consequências de uma grande catástrofe.

Quando a Intrínseca propôs aos seus parceiros que discutissem sobre o que mais sentiriam falta caso uma calamidade assolasse o planeta e qual objeto levariam para o Museu da Civilização, local em Estação onze que mantém resquícios da sociedade perdida, minha mente começou a ferver.

CapaFrente_EstacaoOnze_16x23cm.inddFiquei horas e horas atrás de uma resposta. De imediato, tudo me pareceu imprescindível, mas acabei escolhendo um objeto bem óbvio para uma bibliófila: um celular recheado com milhares de livros digitais, pois, para mim, seria impossível optar por um único exemplar físico.

Levando a minha decisão em consideração, pensei no que outras pessoas responderiam, principalmente as que também são ligadas ao universo literário. Será que todas sentiriam falta da mesma coisa? Como seria o  Museu da Civilização, composto por objetos de indivíduos tão diferentes, mas, ao mesmo tempo, com tantas coisas em comum?

Assim, decidi escrever para vários autores publicados pela Intrínseca! Reuni uma autora brasileira apaixonada por faróis, uma jornalista muito preocupada com a supervalorização da fama, uma artista que adora destruir e recriar e um autor perito em mundo pós-apocalíptico. Confiram abaixo o que eles disseram sobre o assunto:

“Sentiria falta dos meus amigos e família e levaria um laptop com a Wikipedia salva nele.”
Hugh Howey, autor da trilogia Silo

“Eu levaria um livro: Memórias de Adriano, de Margarete Yourcenar.”
Leticia Wierzchowski, autora de Navegue a lágrima e Sal

“Sentiria falta da natureza e levaria Folhas de Relva, de Walt Whitman.”
Keri Smith, criadora de Destrua este diário, Termine este livro e O mundo imaginário de…

“Eu sentiria falta de Nova York e levaria comigo as obras de Shakespeare.”
Nancy Jo Sales, autora de Bling Ring: a gangue de Hollywood

E você, do que mais sentiria falta?

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Leia um trecho de Estação onze
Uma distopia para aprender a sonhar 

*Mirelle Candeloro é blogueira, youtuber e escritora. Troca o dia pela noite, está sempre conectada nas redes sociais e ama tudo relacionado a livros, filmes e séries, comida e maternidade.

teste12 livros que podem salvar (ou não) sua pele caso o planeta seja destruído

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No Dia da Toalha, os especialistas em sobrevivência da Intrínseca listaram 12 livros que podem ajudá-lo (ou não) a salvar sua pele. Após exaustivas pesquisas, detectamos quatro comportamentos clássicos mediante cataclismos. Mas tenha em mente que nem todos podem garantir sua sobrevivência.

 

Essa é sua chance! Com base em tudo o que você já leu, esse pode ser o seu momento de salvar o mundo! Ainda não leu nada que possa ajudar? Bom, temos algumas dicas…

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1 – Aniquilação, de Jeff VanderMeer: Quem sabe, se você prestar bastante atenção, consiga achar um jeito de não se dar mal. A bióloga da 13ª expedição a Área X precisou se lembrar de todas as suas experiências observando a natureza para (tentar) entender as bizarrices que aconteciam por lá.

2 – Frank Einstein e o motor antimatéria, de Jon Scieszka: Se interessar por ciência é muito importante, mas é preciso ser criativo para aproveitar TUDO que temos em volta. Você pode ser a salvação do seu povo. Ou faça amizade com o Frank, certeza de que ele terá um plano incrível.

3 – Breve história do tempo, de Stephen Hawking: Nunca subestime o conhecimento. Sempre dá para usar física quântica para explicar por que não é uma boa ideia destruir seu planeta para construírem uma rodovia espacial.

 

O mundo vai acabar… E EU COM ISSO? Sério, você já rala demais todo dia. Não tem por que correr atrás de salvar o mundo também. Duvida? Talvez você se identifique com esses livros…

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4 – O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman: Às vezes o melhor é simplesmente ficar na sua. Talvez, se tivesse ouvido Lettie, o protagonista de O oceano, não teria se enfiado numa furada tão grande.

5 – Selva de gafanhotos, de Andrew Smith: Um apocalipse em forma de louva-a-deus canibais e tarados provocado por dois adolescentes. Como sobreviver baseado nessa história? Simples! Faça o contrário de tudo que Austin e Robby fizerem.

6 – Listografia, de Lisa Nola: Talvez não dê tempo de escrever uma biografia inteira para deixar para os arqueólogos aliens que com certeza vão xeretar os destroços do planeta para provar que, apesar de meio ingênua, nossa espécie tinha capacidade artística e cultural. Mas algumas listas devem conseguir exprimir toda a sua individualidade e transformá-lo em um exemplo da raça humana.

 

Xi, não deu… seu planeta já foi destruído… Mas espere! Você conseguiu entrar numa nave e escapar!

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7 – O olho do mundo, de Robert Jordan: Viagens espaciais são LONGAS. Muito longas. Aquele livrinho de 240 páginas não vai dar conta de te distrair. Uma série de livros grandes e um universo complexo é mais garantida. Dica: se precisar economizar espaço na bagagem, leia em e-book.

8 – Silo, de Hugh Howey: O confinamento também pode ser problemático e te deixar meio doido. Pouco espaço, sabe? Faça igual aos habitantes do silo e mantenha seu ambiente limpo. Apresentação é tudo e pode manter sua sanidade mental (por um tempo).

9 – Como o Google funciona, de Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg: Okay, okay, não deu pra salvar o planeta. Tudo bem. Se você foi esperto e conseguiu se enfiar uma nave, deve estar pronto para começar seu próprio império de informação em outro lugar.

 

Tá, na verdade o planeta não foi destruído. Mas vai que… Nunca é cedo demais para se preparar para um apocalipse. E nada melhor que aprender com quem já tem experiência no assunto.

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10 – Endgame, de Nils Johnson-Shelton e James Frey: Doze tribos treinam heróis para vencer um jogo criado por seres de outro planeta. Quer um manual melhor que esse de como agradar aqueles que vão destruir o seu planeta? Hora de procurar as chaves, parceiro.

11- Léxico, de Max Barry: Habilidades especiais são muito úteis em caso de apocalipse. Comece a exercitar sua mente. A arte de mover objetos e convencer pessoas será essencial para sua sobrevivência. Afinal, é primordial estar na primeira nave.

12 – O colapso de tudo, de John Casti: Não adianta aprender a sobreviver se os  humanos acabarem com o planeta antes. É preciso estar preparado para outras possíveis catástrofes, o que o manterá vivo para, sabe como é, ver seu planeta dar lugar a uma via expressa.

 

testeA saga independente de Hugh Howey

Por João Lourenço*

Foto: Amber Lyda

Foto: Amber Lyda

Hugh Howey é um daqueles casos em que a vida do autor é tão interessante quanto a vida dos personagens que ele inventa. Howey foi criado em Monroe, cidade interiorana do estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Durante os anos de faculdade, transformou um pequeno veleiro em moradia. “Eu não tinha muito dinheiro. Então, em vez de comprar um carro popular, comprei um barco e o transformei em uma minicasa flutuante. Foi difícil levar o barco para a minha cidade, pois eu o adquiri em outro estado. A jornada quase colocou a minha vida e a de um amigo em risco.” As ondas no pequeno porto onde o veleiro ficava ancorado mexeram com seus sentidos. Ele decidiu, então, que não esperaria a aposentadoria — abandonou os cursos de inglês e de física para percorrer o mundo com seu barco.

Hugh Howey começou por ilhas do oceano Atlântico e enfrentou, logo de cara, dois furacões. Após um ano velejando, suas economias acabaram. De volta aos Estados Unidos, encontrou um trabalho como capitão de iate. A nova profissão o levou para as Bahamas, o Canadá e vários outros cantos. E, talvez o mais importante, a aventura também o levou até a pessoa que iria convencê-lo a baixar a âncora e, finalmente, comprar uma casa em terra firme: Amber, sua esposa.

Enquanto gerenciava uma livraria independente, Howey começou a escrever sobre o tempo em que viveu no mar. Depois de iniciar vários romances que nunca conseguia concluir, decidiu explorar outros gêneros e formatos. Nas manhãs de folga e durante o horário de almoço, escreveu as histórias que deram origem ao primeiro volume da série Silo. Inicialmente publicado em e-books de forma independente, Silo teve sucesso repentino. Isso sem Howey fazer qualquer propaganda. A série tomou proporções gigantescas apenas com o boca a boca dos internautas. Ao perceber o burburinho em torno de sua obra, ele resolveu aprofundar a narrativa sobre o fantástico mundo subterrâneo.

capasSucesso de público e crítica, o livro se destacou nas listas mais importantes de best-sellers e abocanhou diversos prêmios, entre eles o Kindle Best Indie Book de 2012 — dedicado às publicações independentes. “Estava contente com minha carreira. Antes de Silo, fazia três anos que já estava publicando contos e pequenas histórias por conta própria. O sucesso me obrigou a deixar a livraria que eu ajudava a gerenciar. Pensei que conseguiria conciliar tudo, mas de repente eu tinha milhares de e-mails chegando o tempo todo: de fãs, agentes e pessoas de Hollywood. Por meses, meu trabalho foi apenas lidar com todo o assédio da mídia.” Até o escritor Stephen King, mestre do suspense e do sobrenatural, já se declarou fã da obra. E não para por aí: em Hollywood, o diretor Ridley Scott (Blade Runner: o caçador de androides) já adquiriu os direitos da adaptação da trilogia e planeja uma versão para o cinema.

Enquanto isso, Ordem acaba de ser lançado no Brasil. O segundo volume da série leva os personagens ao extremo. Esse é um tema recorrente na literatura de Howey, sempre interessado em observar como as pessoas agem para sair de situações de risco e de desespero. É fácil se imaginar no apocalipse que o autor criou. Talvez por isso Hugh Howey seja tão reverenciado. Ele nos lembra que somos capazes de tudo, e que violência e destruição estão mais perto do que gostamos de imaginar. Ao mesmo tempo, o autor mostra que até nos cenários mais cruéis e obscuros há espaço para compaixão, amor e esperança.

Howey é o tipo de pessoa que aguça a curiosidade. Além da ficção científica, ele já explorou gêneros como horror, literatura jovem, fanfiction, entre outros. No momento, está trabalhando em um livro infantil e, depois, pretende escrever sobre as pessoas que conheceu no tempo em que era capitão de iate. Presença forte nas redes sociais, seu blog pessoal está recheado de dicas para quem está preso nas primeiras páginas de um manuscrito. Em vídeos descontraídos, ele conta um pouco do mundo dos bastidores, fala sobre o dia a dia de um escritor e até ensina truques para quem pretende publicar seu livro de forma independente. Ele também planeja abrir uma livraria.

Atualmente, o autor mora em Júpiter (no caso dele, poderia ser o planeta), na Flórida. E não abandonou a paixão pelo mar. Às vésperas de completar 40 anos, está transformando outro barco em moradia — agora, o espaço vai acomodar também a mulher, Amber, e a cadela, Bella. Hugh Howey segue navegando em busca de novas histórias para contar. O que estão esperando? Todos a bordo!

João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFW MAG!, colaborou com a Harper’s Bazaare com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Agora, está em NYC tentando escrever seu primeiro romance.

testeLançamentos de março

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A Segunda Pátria, de Miguel Sanches Neto — Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas alia-se ao Terceiro Reich. Neste cenário alternativo, o escritor paranaense desenvolve uma surpreendente história de amor enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que não está nos livros de história, mas que nem por isso deixa de ser assustadoramente plausível. [+]
Leia um trecho.
link-externoLeia também: Biografia de um livro

Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty — Em seu novo romance, a autora do best-seller O segredo do meu marido coloca em cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos familiares para nos lembrar das perigosas meias verdades que contamos a nós mesmos para sobreviver. [+]
Leia um trecho

Circo invisível, de Jennifer Egan — O surpreendente romance de estreia de Jennifer Egan, escritora norte-americana que recebeu o Prêmio Pulitzer de Ficção pelo livro A visita cruel do tempo, em 2011, narra a história de uma família marcada pelos extremos dos anos 1960 e aborda os impactos provocados pela morte, pela utopia e pelo tempo. [+]
Leia um trecho

Ordem, de Hugh Howey — No segundo volume da trilogia Silo, a história volta a um período anterior, explicando como o mundo de Juliette foi transformado. O livro revela as decisões, tomadas por alguns poucos poderosos, que foram o estopim das bilhões de mortes que deixaram a humanidade em vias de extinção. [+]
Leia um trecho

A arte de pedir, de Amanda Palmer — Cantora, compositora, ícone indie e feminista, Amanda Palmer é o retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. Em A arte de pedir, ela incita o leitor a superar seus medos e reconhecer o valor de precisar e de pedir ajuda. [+]
Leia um trecho
link-externoLeia também: conheça Amanda Palmer

Selva de Gafanhotos, de Andrew Smith — Um mal resolvido triângulo amoroso-sexual, insetos gigantes, um cientista louco, um fabuloso bunker subterrâneo e muita confusão. Engraçado, intenso e complexo, Selva de Gafanhotos fala de um jeito inovador sobre a adolescência. [+]
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Um brinde a isso, de Betty Halbreich com Rebecca Paley — Há quase 40 anos, Betty Halbreich comanda o departamento de compras personalizadas da loja Bergdorf Goodman, ícone do consumo de luxo de Nova York. Combinando moda com relatos sobre sua vida pessoal, Betty mostra que o verdadeiro estilo de uma mulher não está impresso nos cortes, tecidos e etiquetas que ela veste, mas na história que tem para contar. [+]

A última dança de Chaplin, de Fabio Stassi — Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. Com 82 anos e desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida. [+]
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Filhotes submarinos, de Seth Casteel — Depois do sucesso de Cachorros submarinos, o premiado fotógrafo e ativista em defesa dos direitos dos animais Seth Casteel retrata cachorrinhos na primeira fase da vida. São mais de 80 cliques inéditos de filhotes cheios de energia e disposição dentro d’água. [+]
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Dentista sinistra, de David Walliams — Alfie tem 12 anos e um coração enorme, tão grande quanto seu medo de dentista. Ele não sabe o que fazer quando o obrigam a se consultar com a nova dentista da cidade: uma mulher mais arrepiante que prova de matemática. [+]
Leia um trecho

testeSEMANA UNDERGROUND

A realidade não é o que parece para os habitantes de Silo, de Hugh Howey, e os leitores vão mergulhar de cabeça nessa distopia apocalíptica. Diariamente, entre os dias 7 e 13 de abril, o livro será tema de resenhas, matérias sobre o autor e curiosidades a respeito da série, além de promoções, em 15 blogs participantes da Semana Especial Silo.

Os blogs participantes são: Livrólogos; La Sorcière; Brincando com Livros; PsychoBooks; Recanto da Mi; Burn Book; De Tudo um Pouquinho; Filmes, Livros e Séries; Entrando numa Fria; Muito Pouco Crítica; Guardiã da Meia-noite; Este Já Li; Sobre Livros; Uma Janela Secreta; Feed your Head.

Confira o que já foi publicado aqui:

Dia 07/04 – #Semana Especial Silo @ Intrínseca; Autopublicação no Brasil #SemanaEspecialSilo@Intrínseca; Silo – Hugh Howey; #SemanaSilo: Universo Silo e concurso cultural; Semana Silo #1: Perfil do autor; Semana Silo – Resenha – Dia 1; Semana Especial :: Silo – Hugh Howey; Promoção: Silo; Semana Especial: Silo; (Promoção) Semana Especial Intrínseca: Silo – Kit 1; Apocalipse – Bem vindo ao Silo@Intrínseca; [Semana Silo + Sorteio] Silo?; Semana Especial Silo: Sobre o Autor Hugh Howey

Dia 08/04 – Semana Silo: conheça o mundo pós-apocalíptico de Hugh Howey; Resenha: Silo – Hugh Howey; [SEMANA SILO] O Mundo Dentro do Silo + Promoção Dupla; #SemanaSilo: Reflexão e Discussão – Distópicos x Pós-Apocalípticos; Semana Silo – Conhecendo o autor Hugh Howey – Dia 2; [Resenha] Silo – Hugh Howey; Autopublicação não é desmerecedor

Dia 09/04 – E depois que o mundo acabou? Embarque na Distopia #SemanaSilo@intrínseca; Conheça o Mundo do Silo; Afinal, o que são as distopias? ; Semana Silo – Os desafios da autopublicação – Dia 3; [Conhecendo o autor] Hugh Howey; #SemanaSilo: Entendendo a obra de Hugh Howey; Alguns clássicos distópicos…; #SemanaSilo: Promoção – Concurso Cultural Apocalíptico (Kit 2)

Dia 10/04 – Semana Especial Silo: No Universo de Silo – Dicas de Filme; #SemanaEspecialSilo: Silo – Resenha; Semana Silo: Hugh Howey – de autor independente a autor da Simon & Schuster; Semana Silo: Conheçam Shift e Dust – Dia 4

Dia 11/04 – Um mundo em Silos; #SemanaSilo: Silo – Resenha; Semana Silo #3: A limpeza; [Semana Silo] Auto-publicação, pirataria e sucesso; Semana Especial Silo: No Universo de Silo – Dicas de filme; #SemanaSilo – Autopublicação?; [Semana Silo] Vamos falar sobre Hugh Howey!; Semana Especial Silo: Resenha premiada Silo (Hugh Howey) Silo – Livro #01; Semana Silo – Quotes de Silo – Dia 5

Dia 12/04 – Leve Silo de Hugh Howey para casa! #SemanaEspecialSilo@intrinseca; [Entrevista] Hugh Howey; [Semana Silo] 05 motivos para ler Silo; [Capas pelo mundo] Silo; Resenha: Silo, por Hugh Howey; #SemanaSilo: Resultado das promoções valendo kit; Resultados das promoções da Semana Silo; Semana Silo – Top 10 Filmes Distópicos – Dia 6; [Resultado] Promoção Semana Especial Silo; #SemanaSilo: O que ainda esperar da trilogia Silo?; Semana Silo – Promoção – Dia 7;

testeTop 10 futuros apocalípticos

Abandonem as esperanças todos aqueles que no futuro se aventurarem. Não adianta sonhar com dias melhores, o amanhã sempre guardará um cenário apocalíptico, mesmo para quem não sabe que vive nele, como no caso de Juliette e de todos os habitantes do Silo. Confinados em um bunker subterrâneo de 144 níveis, eles nasceram e cresceram cercados por terra, mentiras e regras invioláveis. A única visão do exterior revela uma paisagem inóspita ocupada por cadáveres em decomposição, vítimas do ar envenenado que a tudo corrói. Esse é o mundo criado por Hugh Howey e que em breve deve ganhar uma versão cinematográfica pelas mãos de Ridley Scott.

Em homenagem ao lançamento do livro, elaboramos uma lista com 10 futuros apocalípticos da história do cinema. Em qual deles vocês gostaria de viver?

1)      Planeta dos Macacos (Planet of the Apes/1968)

Uma viagem de dois mil anos pelo espaço sideral tem um final trágico quando a nave pousa em um planeta desconhecido e seus tripulantes morrem um por um, vítimas das adversidades e de macacos inteligentes e impiedosos, que escravizam humanos e portam rifles. No entanto, a pior descoberta ainda estava por vir. Após se livrar de seus captores, o astronauta George Taylor (Charlton Heston) percebe que na verdade está na Terra quando se depara com as ruínas da Estátua da Liberdade.

2)      Mad Max 2 – A Caçada Continua (Mad Max 2: The Road Warrior/1981)

Uma guerra provocada pela disputa por petróleo resultou na ruína da civilização como a conhecemos. Os sobreviventes vivem em tribos espalhadas por uma terra deserta e sem lei, onde guerreiros psicóticos batalham pelo controle da gasolina remanescente. Esse é o mundo de Max (Mel Gibson), um ex-policial que vaga sem rumo após perder a família e que não perdoa os selvagens que cruzam seu caminho.

3)      O Exterminador do Futuro (The Terminator/1984)

No futuro, as esperanças da humanidade na guerra contra as máquinas encontram-se nas mãos da Resistência, liderada por John Connor. Mas tudo pode mudar quando as máquinas enviam um Exterminador (Arnold Schwarzenegger) para o passado. Sua missão: eliminar Sarah Connor (Linda Hamilton), mãe do líder rebelde.

4)      Akira (Akira/1988)

Após a terceira guerra mundial, a cidade de Neo-Tóquio levanta-se sobre os escombros de Tóquio, arrasada durante o conflito. Kaneda lidera uma gangue de motoqueiros, e um de seus integrantes, Tetsuo, é capturado pelo governo durante um confronto com rivais. Tetsuo passa por uma série de experimentos e desenvolve poderes paranormais, que o equiparam ao lendário Akira – a criança que causou a destruição de Tóquio –, trazendo de volta o medo da aniquilação total.

5)      Os Doze Macacos (12 Monkeys/1995)

Um vírus exterminou 99% da humanidade e os poucos sobreviventes vivem nos subterrâneos, enquanto a vegetação e feras selvagens ocupam as cidades abandonadas. Cientistas decidem mandar James Cole (Bruce Willis) para o fatídico ano de 1997, a fim de descobrir a cura do vírus mortal. Só que algo não dá certo e Cole acaba parando no ano errado, sendo considerado louco e internado em um sanatório.

6)      Matrix (The Matrix/1999)

Nada é real. Você na verdade encontra-se adormecido em uma cápsula de hibernação enquanto suas energias vitais abastecem as máquinas, que venceram a guerra travada contra a humanidade. Essa foi a dura verdade revelada para Neo (Keanu Reeves) quando ele aceitou seguir os passos de Morpheus (Laurence Fishburne), um famoso “terrorista”. No entanto, Neo possui poderes especiais capazes de controlar a Matrix, e pode ser a peça que faltava para uma reviravolta contra as máquinas.

7)      Extermínio (28 Days Later/2002)

Após passar 28 dias em coma, Jim (Cillian Murphy) acorda em um hospital deserto de Londres e vaga pela cidade sem saber onde todas as pessoas foram parar. Até encontrar o primeiro infectado. Então, descobre que um vírus terrível alastrou-se como fogo em palha e dizimou a maior parte da população. Os infectados transformam-se em canibais psicóticos e os sobreviventes precisam matá-los para não serem contaminados. Serão esses os últimos dias da humanidade?

8)      Reino de Fogo (Reign of Fire/2002)

Os dragões acordaram e suas chamas arrasaram os quatro cantos do planeta. Os poucos sobreviventes escondem-se das feras míticas em refúgios fortificados e fazem de tudo para não atrair atenção. Mas tudo muda quando um grupo de guerreiros de uma terra distante alcança a base de Quinn (Christian Bale) e o recruta para dar um fim à ameaça dos dragões.

9)      O Dia Depois de Amanhã (The Day After Tomorrow/2004)

Uma mudança drástica na temperatura terrestre gera uma série de catástrofes naturais, como furacões e maremotos, acionando o cronômetro para o início de uma nova Era do Gelo. Para sobreviver à onda de frio que ameaça devastar os Estados Unidos, os cidadãos precisarão seguir para o sul. Mas e quanto àqueles que ficaram para trás? Existirá alguma esperança para eles?

10)   Filhos da Esperança (Children of Men/2006)

Faz 18 anos que não nascem crianças no planeta, e a pessoa mais jovem do mundo foi esfaqueada até a morte. A infertilidade levou ao colapso da civilização, e os poucos lugares considerados seguros, como o Reino Unido, transformaram-se em estados policiais imersos em ciclos de violência e insegurança. Quando Theo (Clive Owen) descobre a existência de uma mulher grávida, no entanto, uma esperança surge nesse cenário desolado.