testeLançamentos de agosto

Conheça os lançamentos do mês!

Inspeção

Uma torre isolada no meio de uma floresta esconde muitos segredos. Lá funciona uma escola só para garotos, e seus vinte seis internos estudam para se tornar grandes gênios das artes e das ciências. Eles nunca tiveram contato com as pessoas do mundo exterior e acreditam ser filhos de P.A.I., o fundador da escola.

Entre esses alunos está J, um menino insatisfeito com as explicações que recebe. Na verdade, ele suspeita da existência de algo fora dali, para além da Torre em que vivem, algo que a escola não quer que eles vejam. J começa a se questionar: qual é o verdadeiro propósito daquele lugar? Por que os alunos não podem sair? E que segredos P.A.I. está escondendo deles?

Essas perguntas perigosas dão início ao grande suspense Inspeção, o novo livro de Josh Malerman. Esse é o quarto livro do autor publicado no Brasil, onde os três primeiros já venderam mais de 260 mil exemplares. Malerman ficou famoso pelo grande sucesso Caixa de pássaros, que virou filme estrelado por Sandra Bullock e produzido pela Netflix.

Inspeção chega às livrarias no dia 19 de agosto e você pode conferir um trecho aqui.

 

Pare com essa merda

Você acha que não é capaz de realizar seus sonhos? Culpa seu passado pelos fracassos de agora? Vive reclamando que a vida é difícil, como se ela estivesse sempre contra você? Se a resposta é sim, parabéns! Você está se autossabotando e chegou a hora de parar com isso!

Gary John Bishop é um dos principais nomes na área de desenvolvimento pessoal, e sua abordagem de “filosofia urbana” representa uma nova tendência de empoderamento, com resultados surpreendentes na qualidade de vida e no desempenho de muitas pessoas.

Suas técnicas inovadoras para vencer a autossabotagem deram origem às páginas de Pare com essa merda, um livro leve e em tom de bate-papo, perfeito para ajudar a conquistar o tipo de vida que você sempre quis, mas nunca soube muito bem como alcançar.

O livro chega às livrarias no dia 9 de agosto. Confira um techo.

 

Daqui pra baixo

A regra número 1 é não chorar. A número 2, nunca dedurar alguém. A terceira, a crucial: se fazem algo com você ou com os seus, é preciso se vingar.

Will tem 15 anos e conhece intimamente a violência: ela está no cotidiano do seu bairro e nos sussurros dos vizinhos. Só que, dessa vez, os sussurros são sobre seu irmão mais velho, assassinado na rua onde a família mora. Agora, Will tem o tempo que o elevador do prédio leva até o térrero para decidir se vai seguir as regras de sua comunidade  ou se é possível não perpetuar esse ciclo de violência.

Escrito originalmente em prosa e depois adaptado para verso, Daqui pra baixo de Jason Reynolds, foi o livro de junho do intrínsecos, o clube do livro da Intrínseca. Diferente de tudo o que você já leu, essa história tem o ritmo e a velocidade de um rap.

O livro já chegou nas livrarias! Confira o que os leitores do clube acharam.

 

Serpentário

O novo livro de Felipe Castilho, autor de Ordem Vermelha: Filhos da Degradação, chega esse mês!

Todo ano, Caroline, Mariana e Hélio costumavam deixar a capital paulista para encontrar Paulo, um jovem habituado à simples vida caiçara. No entanto, a amizade construída nas areias do litoral sofre abalos sísmicos no Réveillon de 1999, quando eles decidem explorar uma misteriosa ilha que despontava no horizonte: a Ilha das Cobras.

Entre lembranças e fatos fragmentados, o que aconteceu naquele local se torna um mistério. Mas de algumas coisas eles se recordam perfeitamente: uma enorme e ameaçadora serpente, além de uma pessoa sendo entregue ao ninho da víbora, um sacrifício sem chance de recusa.

Anos depois eles decidem se reunir para tentar entender o que realmente aconteceu, mas será que vão gostar de descobrir que tudo fez parte algo maior e maligno?

Em uma edição linda e com pintura trilateral, Serpentário chega às livrarias no dia 15. Leia um trecho.

 

Caçadores de nazistas

Quando a Segunda Guerra Mundial acabou, apenas uma pequena parcela de pessoas – tanto em cargos oficiais quanto de forma independente – atuou para perseguir e punir nazistas, impedindo que o mundo esquecesse seus atos criminosos. Essas pessoas ficaram conhecidas como Caçadores de nazistas, um grupo heterogêneo que buscou reverter o êxito inicial desses criminosos de guerra.

Alguns tornaram-se emblemáticos, como Simon Wiesenthal e Serge Klarsfeld, e outros trabalharam longe dos holofotes da imprensa, entre eles jovens promotores, juízes e agentes.

São tantas histórias impressionantes que Andrew Nagorski resolveu reuni-las em um livro, dando crédito aos heróis que provaram que, cedo ou tarde, ninguém pode se julgar livre da justiça.

O livro será lançado no dia 13 de agosto. Leia um trecho.

 

Agassi

Uma das autobiografias mais importantes dos últimos anos está de volta às livrarias! A partir de 12 de agosto, Agassi – uma autobiografia retorna em nova edição.

Rebelde e icônico, Andre Agassi é um dos maiores esportistas da história. Por trás dos brincos e do cabelo comprido, se escondia um jovem em busca dos próprios desejos, deixados de lado por uma infância e adolescência totalmente voltadas para a construção daquele que seria o melhor tenista do mundo.

Os bastidores dessa trajetória extraordinária, desde os comentados relacionamentos amorosos com Barbra Streisand, Brooke Shields e Steffi Graf, até seu espetacular regresso às quadras, cujo clímax foi a épica campanha de Roland Garros em 1999, estão nessa leitura obrigatória para todos que apreciam uma grande biografia.

Leia um trecho.

testeConheça o terror da Ilha das Cobras no novo livro de Felipe Castilho

Se você já ouviu falar da Ilha das Cobras, sabe que o local é um verdadeiro pesadelo para quem não suporta seres rastejantes. Mais do que um equívoco darwiniano ou uma lenda popular, tudo que envolve a ilha do litoral paulista é muito assustador e misterioso.

Esse cenário inspirou Felipe Castilho, autor de Ordem Vermelha: Filhos da Degradação, a escrever seu novo livro, Serpentário. Com traços de H.P. Lovecraft, a obra que chega às livrarias no dia 15 de agosto mescla referências do folclore e de mitologias a elementos da cultura pop, da ficção científica e do horror.

Na trama, Caroline, Mariana e Hélio costumavam deixar a capital paulista todos os anos para encontrar Paulo, um jovem habituado à vida caiçara. Mas a amizade do grupo sofreu um abalo sísmico no Réveillon de 1999, quando algo tão inquietante quanto o bug do milênio abriu caminho para uma ilha — e explorá-la talvez não tenha sido a melhor decisão.

Entre memórias e fatos fragmentados, o que aconteceu naquela noite se tornou um mistério. Mas de algumas coisas eles se lembram: uma ameaçadora serpente, além de uma pessoa sendo entregue ao ninho da víbora — um sacrifício sem chance de recusa.

Sobreviver à Ilha das Cobras tem um preço. E os amigos vão descobrir isso do pior modo.

 

Leia um trecho:

Sua cabeça doía, o calcanhar também, e o medo e a ansiedade a atingiam como prenúncios de todas as instabilidades que acompanhavam as lembranças do réveillon. Quando sua memória sobre o passado começava a invadir o presente, toda a realidade falhava, como as luzes de uma casa piscando durante uma tempestade. Era assim que ela começava a perder o controle.

— Algum problema aí, moça?

Estava parada entre a fachada de uma casa de materiais de construção e um terreno baldio. Sem jeito, Caroline arrumou o cabelo, ajeitou uma mecha fujona atrás da orelha e se virou para o homem que a chamou, parado junto à entrada de uma lojinha, que deveria estar fechada àquela hora da madrugada.

— Eu… tudo bem, tudo bem. É só uma tontura.

— Quer uma água? — ofereceu ele, acendendo as luzes que ficavam próximas dos troncos dos coqueiros, no meio da grama do jardim.

Caroline então percebeu que conhecia o sujeito. Não se lembrava de seu nome, mas sabia que ele havia feito manutenções e serviços gerais algumas vezes na casa da família dela durante sua infância. Ele com certeza não a tinha reconhecido.

— Não, tudo bem. Só pressão baixa, e tenho água aqui na mochila — respondeu, com um sorriso falso, mas que era disfarçado pela sombra. Para tentar fazer com que aqueles olhos desconfiados parassem de examiná-la, decidiu jogar conversa fora. — Você mora aí na loja?

— O quê? Ah, não… Eu trabalho para eles, recebo mercadoria de vez em quando. E eles me indicam para reformas. Estou esperando uma carga de azulejos, devia ter chegado lá pela meia-noite.

— Ele deu um passo para fora, mais à vontade. Caroline conteve o impulso de dar um para trás. — E você? Veio passar o Ano-novo aqui? Amanhã vai fazer sol, hein.

— Ah, sim. É. Vim visitar um amigo, na verdade.

— Que mora aqui? — Ele abriu um sorriso. Geraldo, Caroline lembrou. Seu Geraldo. — Então eu conheço! Qual é o nome do seu amigo?

— Não, na verdade, ele é da Praia da Baleia — respondeu ela, sentindo que a conversa estava se alongando demais.

Sua atenção começou a se despedaçar, dividida em vários detalhes e sensações. Em algum lugar de sua mente ou da cidade abaixo, Manson começava a latir de novo, como se a avisasse do perigo. Ao mesmo tempo, o mato alto no terreno baldio ao lado se agitou, mesmo que não tivesse vento algum.

— Eu também conheço um pessoal da Baleia.

— É que ele já morreu.

— Ah — falou o homem, e o sorriso se desfez. — Desculpa, eu não ti…

— Tudo bem, não tem problema. Vou indo…

— Mas olha, o cemitério mais próximo é um pouco longe daqui. Indicaram para você uma hospedagem nada prática. Você é bem-vinda, não me entenda mal, Deus sabe quanto a gente precisa do turismo aqui no litoral norte, mas você precisava ter pego uma pousada lá em Barequeçaba, ou perto da balsa para Ilha Bela…

Com a infalível bússola interna de quem realmente vivia em São Sebastião, seu Geraldo apontou com exatidão para a direção de Barequeçaba e Ilha Bela. A atenção de Caroline se deteve no pulso, pouco antes do dedo em riste: uma tatuagem malfeita de um verde desbotado.

Era uma serpente.

A tatuagem se mexeu, colocando a língua vermelha para fora. O mato do terreno ao lado se agitou de novo, agora com um ruído baixinho, parecido com o de um chocalho. Geraldo não parecia estar escutando aquilo. A urgência tomou conta de Caroline.

— É, verdade. Amanhã eu vejo isso, mas já reservei aqui mesmo. Boa noite.

Em seguida, ela deixou para trás o primeiro de muitos moradores intrigados.