testeUm mergulho com Joakim Zander

Por João Lourenço*

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Primeiro romance do sueco Joakim Zander, O nadador é um thriller de espionagem surpreendente e, como nas melhores obras do gênero, cheio de intrigas e suspense, perseguições e tiroteios. Aqui, vale o velho clichê aplicado aos livros que magnetizam a atenção do leitor: é impossível parar de ler.

Tudo começa no início de 1980, em Damasco, na Síria. Um agente americano, depois de uma operação malsucedida, precisa abandonar a filha recém-nascida para manter um disfarce. Enquanto isso, em uma ilha remota no oeste da Suécia, uma menina, Klara Walldeen, cresce sem pai. Agora, trinta anos depois, ela descobre um segredo que foi ocultado à custa de muitas vidas.

nadadorgrandeDepois desse início explosivo, Zander apresenta Mahmoud Shammosh, um estudante de doutorado. na Suécia, George Lööw, um jovem lobista, e, claro, o nadador, um agente aposentado que busca esquecer os erros de um passado turbulento. Juntos, eles precisam encontrar e desvendar esse segredo e, para se salvarem, terão que remexer em suas memórias e revelar quem realmente são.

A história, ambientada em vários países, percorre cantos remotos da Suécia, passa por Estados Unidos e Bélgica, e chega ao Afeganistão devastado pelos conflitos recentes. “Queria escrever algo sobre as relações entre o mundo ocidental e o Oriente Médio. As memórias da minha adolescência na Síria e em Israel ainda estavam muito frescas. E, por ter trabalhado no Parlamento Europeu, também estava interessado em desvendar até onde as pessoas vão em busca do poder”, explica o autor.

Nascido em Estocolmo, Zander cresceu em Söderköping, pequena cidade na costa leste da Suécia. Quando tinha 15 anos, seu pai conseguiu um emprego na ONU e a família se mudou para Damasco e, depois, para Israel. Memórias desse período no Oriente Médio inspiraram O nadador, assim como os dez anos em que o autor trabalhou no Parlamento Europeu. “Sempre quis ser escritor, esse era meu sonho de criança, mas não tive coragem de ir atrás, então acabei virando advogado. E também demorou um tempo até eu encontrar uma história que pudesse chamar de minha.”

A complexa trama de O nadador é contada por meio de inúmeros pontos de vista, além de viajar no tempo, alternando acontecimentos passados e presentes. Zander mostra que domina muito bem seu ofício: escreve com fluidez e sabedoria, saltando entre os vários narradores sem perder o ritmo da história e construindo personagens verossímeis que vivem o conflito de ter que encarar seus segredos para, enfim, livrarem-se dos fantasmas do passado.

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Joakim Zander (Foto: Viktor Fremling)

Tendo como inspiração J.D. Salinger, Faulkner e John le Carré (“Quando se trata de romances de espionagem e suspense, não há ninguém melhor do que Carré”, ressalta o autor), Zander diz que também é admirador de Stieg Larsson: “Ele abriu as portas para muitos autores escandinavos. As pessoas começaram a prestar atenção na literatura daqui graças a nomes como ele.” O autor conta que começou a escrever O nadador depois de ler Sobre a escrita, de Stephen King: “Ele me fez perceber que eu não tinha disciplina para ser um escritor. Então, fiz uma promessa de escrever pelo menos mil palavras por dia. A maior parte do livro foi escrita de madrugada. Não queria que interferisse no meu trabalho nem na minha vida familiar.”

Desde criança, Zander foi incentivado pelos pais a buscar uma carreira artística. “Aos 18 anos eu tinha certeza de que seria um escritor de sucesso, mas não era obstinado o bastante. Acho que se eu pudesse dar um conselho para alguém que está começando, seria esse: ‘Criatividade é bom, mas disciplina é melhor ainda’.”

Após o sucesso do romance, Zander abandonou o trabalho como advogado no Parlamento Europeu. Atualmente, vive na Suécia com a mulher e as duas filhas. O nadador já foi vendido para 28 países e teve os direitos de adaptação para o cinema ou minissérie para TV adquiridos.

 

João Lourenço é jornalista. Passou pela redação da FFWMAG, colaborou com a Harper’s Bazaar e com a ABD Conceitual, entre outras publicações estrangeiras de moda e design. Atualmente está em Nova York tentando escrever seu primeiro romance.

testeQual livro combina com o seu amor?

 

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Assim como na literatura, tudo pode acontecer em uma história de amor. Suspense, comédia, drama, intrigas e reconciliações. Para celebrar o Dia dos Namorados, listamos 15 livros para todos os gostos e queremos saber: que tipo de história combina mais com o seu par?

 

Toda luz que não podemos ver, de Anthony DoerrMarie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o curioso órfão Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver, premiado com o Pulitzer de Ficção de 2015, narra um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [Confira no Skoob]

link-externoConheça Anthony Doerr

 

Um mais um, de Jojo Moyes — O novo livro da autora de Como eu era antes de você conta a história de Jess, uma mãe solteira e falida que precisa levar a filha Tanzie para a Olimpíada de Matemática na Escócia. Ed Nicholls é um geek milionário e estranho que oferece uma carona até a cidade onde acontecerá a disputa. A engraçada viagem até o destino provará que os opostos se atraem e que é possível encontrar o amor nos lugares mais improváveis. [Confira no Skoob]

 

Lugares escuros, de Gillian Flynn Aos sete anos, Libby Day sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, a ambígua personagem de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar, é procurada por um grupo de pessoas obcecadas pelo crime e começa a investigar o passado. [Confira no Skoob]
link-externoGillian Flynn em defesa das vilãs

 

O capital no século XXI, de Thomas Piketty Nenhum livro sobre economia publicado nos últimos anos provocou o furor causado por esse estudo do francês Thomas Piketty sobre a concentração de riqueza e a evolução da desigualdade. [Confira no Skoob]

 

A arte de pedir, de Amanda Palmer Mobilizadora de multidões on-line, Amanda Palmer é o retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. No livro, a cantora, compositora, ícone indie e feminista mostra que pedir é digno e necessário. Longe de ser um manual, o livro é uma provocação que incita o leitor a superar seus medos e reconhecer o valor de precisar e pedir ajuda. [Confira no Skoob]
link-externoA arte de ser Amanda Palmer

 

Cidades de papel, de John Green Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade o quarto dele pela janela, convocando-o a fazer parte de um plano de vingança. E ele, é claro, aceita. [Confira no Skoob]
link-externoO capitão John Green

 

Nós, de David Nicholls Douglas é um bioquímico de 54 anos, casado com Connie e pai de Albie, um jovem que acabou de entrar para a faculdade. Certa noite, ele é acordado pela esposa, que decide pedir o divórcio. Porém, eles estão prestes a embarcar em uma viagem em família pela Europa. Do mesmo autor de Um diaNós traz uma irresistível reflexão sobre relacionamentos. [Confira no Skoob]
link-externoDia de fã: um encontro com David Nicholls

 

A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan Da São Francisco dos anos 1970 à Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan tece uma narrativa caleidoscópica, que alterna vozes e perspectivas, cenários e personagens para contar como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. Recebeu o Pulitzer e o National Book Critics Circle Award de 2011. [Confira no Skoob]
link-externoA metáfora de Jennifer Egan ou “tudo começou aqui”

 

Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han — Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, a vida amorosa de Lara Jean se transforma. [Confira no Skoob]

 

Os filhos de Anansi, de Neil Gaiman Embrenhando-se no território da mitologia africana, a narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis e divindades vingativas. Nova edição do clássico do autor com conteúdo extra e orelha assinada por Fábio Moon. [Confira no Skoob]
link-externoSobre ter pais constrangedores e se identificar com Neil

 

Salinger, de David Shields e Shane Salerno — A biografia de Salinger foi produzida ao longo de nove anos por David Shields e Shane Salerno, que colheram relatos de mais de 200 pessoas. A personalidade multifacetada do autor do clássico O apanhador no campo de centeio é relatada nas vozes de amigos, colegas do exército, parentes, editores, críticos literários etc. [Confira no Skoob]

 

Navegue a lágrima, de Leticia Wierzchowski Uma casa de praia, num idílico balneário no Uruguai, é o cenário de duas histórias de amor e perdas, separadas no tempo. Ao entrelaçar as lembranças da editora Heloísa à trajetória dos antigos moradores da casa, Leticia Wierzchowski expõe o inexorável desgaste realizado pela passagem do tempo até nas relações mais sólidas. [Confira no Skoob]
link-externoLeia as colunas de Leticia Wierzchowski

 

O árabe do futuro, de Riad Sattouf Filho de mãe francesa, nascida na Bretanha, e de pai sírio, de uma aldeia próxima a Homs, o premiado quadrinista Riad Sattouf retrata, de forma bem-humorada, o choque cultural experimentado por uma criança criada na França socialista de Mitterrand ao vivenciar os regimes autoritários da Síria de Hafez al-Assad e da Líbia de Kadafi. [Confira no Skoob]
link-externoRevivendo o passado através de O árabe do futuro

 

Caixa de pássaros, de Josh Malerman Há algo que não pode ser visto. Algo que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. Basta uma olhada para fora e a vida corre risco. A população foi aconselhada a trancar as portas e as janelas e a andar vendada. Com uma narrativa cheia de suspense e terror psicológico, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um surto inexplicável em Michigan. [Confira no Skoob]
link-externoPássaros no escuro

 

A última dança de Chaplin, de Fabio Stassi — Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. O famoso ator está com oitenta e dois anos, mas ainda não se sente preparado para ver as cortinas se fecharem uma última vez. Desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida. [Confira no Skoob]
link-externoComo Chaplin enganou a morte

testeESTANTE INTRÍNSECA – LANÇAMENTOS DE JANEIRO

Estante janeiro

 

A menina que roubava livros, de Markus Zusak

O livro ganhou edição especial com capa inspirada no pôster da adaptação cinematográfica. Na obra, a vida de Liesel Meminger é contada pela Morte, uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática, que acompanha os passos da menina de 1939 a 1943.

Liesel foi enviada pela mãe para uma cidade alemã na tentativa de salvá-la dos nazistas, que a perseguiam. A menina é adotada por um casal alemão numa cidadezinha perto de Munique e lá Liesel recomeça a vida, aprende a ler com o pai adotivo, ajuda a esconder um judeu no porão de casa e aprende o valor das histórias. Em A menina que roubava livros, o leitor entra em contato com medo, coragem, crueldade e generosidade que fascinam a humanidade.

Homeland – como tudo começou, de Andrew Kaplan

Após escapar de uma emboscada durante um encontro clandestino no Líbano, a oficial de operações da CIA Carrie Mathison é informada sobre um iminente ataque terrorista aos Estados Unidos. Impedida de investigar o caso depois de uma discussão acalorada com seu chefe direto, ela é mandada de volta à sede da agência, em Langley, Virgínia.

Com o firme propósito de impedir uma catástrofe, Carrie segue com a investigação de forma independente, muitas vezes contrariando ordens expressas de seus superiores. Atrás de provas que conectem o possível ataque ao líder da Al-Qaeda no Iraque, ela precisará arriscar a carreira e até mesmo a vida para descobrir a verdade. Com a mesma dose de suspense e as intrincadas reviravoltas que fizeram de Homeland uma série campeã de audiência, o livro revela a história pregressa de seus principais personagens e conduz o leitor ao interior da mente de sua brilhante espiã.

O Código Bro, de Barney Stinson

A obra é um companion book da famosa série de TV How I Met Your Mother, que estreou no dia 02 de janeiro na Band com o título Como Conheci Sua Mãe. Quem assina o canal fechado Fox também pode acompanhar o programa, e todas as temporadas completas estão disponíveis na Netflix. Com 18 prêmios no currículo, um perfil oficial no Twitter com mais de 500 mil seguidores e mais de 24 milhões de curtidas em sua fan page, a série é um sucesso de público e crítica.

O Código Bro é uma espécie de bíblia escrita pelo personagem Barney Stinson, que apresenta um verdadeiro código de conduta para que o leitor se transforme em um “Bro”. O livro ensina algumas soluções para problemas cotidianos, como ter casos de uma noite só, levar sempre a quantidade certa de bebida para uma festa ou fingir um profundo conhecimento de esportes e mecânica, entre outras habilidades incríveis e muito úteis para quem pretende ser um membro da “confraria masculina”.

Salinger, de David Shields e Shane Salerno

Autor do grande sucesso O apanhador no campo de centeio, Salinger sempre será lembrado e respeitado por muitas pessoas. Afinal, ele influenciou inúmeras gerações de novos leitores. Ao longo de nove anos, Shane Salerno e David Shields entrevistaram mais de duzentas pessoas ligadas a Salinger (amigos, amantes, editores e conselheiros espirituais, entre outros) para reunir relatos reveladores sobre a vida do escritor, cujo desejo de privacidade e reclusão era notório. Parte do material incluído na biografia é inédita, como fotos de Salinger durante a Segunda Guerra Mundial, imagens de possíveis inspirações de seus personagens e trechos de cartas e contos nunca publicados.

A garota que você deixou para trás, de Jojo Moyes

Convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial, um pintor francês se vê obrigado a se separar da esposa, Sophie. Sentindo-se sozinha e vivendo em sua pequena cidade natal, agora ocupada por soldados alemães, ela se apega a uma lembrança deixada pelo marido, um retrato dela mesma, pintado por ele. A obra chama a atenção do novo comandante alemão, e Sophie resolve arriscar tudo na esperança de rever o grande amor, feito prisioneiro de guerra.

Em Londres, quase um século depois, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa, onde um retrato de uma bela jovem, presente do marido pouco antes de sua morte prematura, está pendurado na parede. O quadro a mantém ligada ao passado. Quando Liv decide retomar sua vida, um encontro inesperado revela o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da moça do quadro, Liv vê, mais uma vez, a própria vida virar de cabeça para baixo.

A garota que você deixou para trás alterna as alegrias e as tristezas das grandes histórias de amor.

A estrela que nunca vai se apagar, de Esther, Lori e Wayne Earl

Esther Grace Earl sonhava em ser escritora. A garota que inspirou John Green a escrever de A culpa é das estrelas, perdeu a batalha contra o câncer em 2010, aos 16 anos, e terá sua história contada com suas próprias palavras no livro A estrela que nunca vai se apagar.

Com introdução de John Green, além de anotações dos pais, dos irmãos e dos amigos de Esther, o livro reúne fotos, ilustrações, cartas e a reprodução de parte do diário da jovem.  Segundo Wayne, a filha começou a criar histórias aos cinco anos e nunca mais parou. Esther encarou as dificuldades da doença que abreviou seus dias com muita doçura e bom humor. Com vídeos divertidos em seu canal no YouTube, o cookie4monster4, ela conquistou amizades a muitos quilômetros de distância, encantando milhares de pessoas com seu carisma e o sorriso com covinhas. Inclui-se aí o amigo mais famoso, que dedicou a ela o livro A culpa é das estrelas, publicado em mais de 30 países.

 

testeSALINGER NO FESTIVAL DO RIO 2013

JD-Salinger.

Já exibido nos Estados Unidos, o documentário Salinger está no Festival do Rio. O filme trata da vida do recluso escritor J.D. Salinger, autor do grande sucesso O apanhador no campo de centeio, e revela detalhes a respeito de obras inéditas. Salinger também apresenta depoimentos de grandes nomes da literatura, como Gore Vidal e Tom Wolfe, além de fãs famosos, como Edward Norton e Danny DeVito.

Shane Salerno, diretor do filme, é também autor da biografia de J.D. Salinger, feita em parceria com David Shields. A dupla dedicou quase uma década à busca de informações, entrevistando mais de 200 pessoas, entre amigos, familiares e estudiosos da obra do escritor.

Salinger será publicado pela Intrínseca em janeiro de 2014. ► http://goo.gl/yWTLVO

Sexta, 04/10 – 21h45 – Estação Rio 1

Terça, 08/10 – 16h30 – São Luiz 3

Terça, 08/10 – 21h30 – São Luiz 3

Quinta, 10/10 – 16h30 – Cinepolis Lagoon 5

Quinta, 10/10 – 21h30 – Cinepolis Lagoon 5

Acesse todas as sessões do filme Salinger: ► http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/salinger

testeBIOGRAFIA DE J.D. SALINGER SERÁ PUBLICADA PELA INTRÍNSECA

JD-Salinger. Enquanto muitos autores buscam os holofotes, J.D. Salinger fugiu deles após o estrondoso sucesso que seu livro O apanhador no campo de centeio fez a partir do lançamento em 1951. O diretor e roteirista Shane Salerno (Selvagens) passou os últimos nove anos coletando informações sobre a vida do autor recluso e acaba de lançar nos Estados Unidos o documentário Salinger, juntamente com o livro de mesmo título escrito em coautoria com David Shields.

Entre as revelações da biografia — negociada pela Agência Riff e que a Intrínseca publicará em janeiro de 2014 — está um cronograma de novos trabalhos do autor que trarão ao público personagens conhecidos como Holden Caulfield e a família Glass, além de materiais inéditos.

Abaixo, trailer do documentário (sem previsão de estreia no Brasil):