testeCinco lições que aprendemos com O Touro Ferdinando

Se tem um personagem que define a #DeixaAsPessoa, é o touro Ferdinando. Meigo e tranquilão, ele é diferente de todos os outros touros com quem vive no pasto. Ferdinando nunca gostou de brincadeiras brutas e violentas. Amante da natureza e dos outros animais, ele leva uma vida sossegada, passando os dias embaixo de sua árvore preferida, cheirando flores em paz.

O touro Ferdinando foi escrito em 1936 pelo norte-americano Munro Leaf em parceria com seu amigo, o ilustrador Robert Lawson. O livro foi lançado nove meses antes da eclosão da Guerra Civil espanhola, por isso, adeptos do ditador Francisco Franco o classificaram como um livro pacifista, sendo proibido em muitos países que adotaram modelos fascistas de governo. Em 1938, a Walt Disney adaptou o romance para um curta-metragem de animação que lhe rendeu o Oscar na categoria.

Em 2017, este clássico mundial da literatura infantil ganhou nova edição pela Intrínseca e virou um longa-metragem produzido pela Fox, com direção do brasileiro Carlos Saldanha. O filme entrou em cartaz no Brasil semana passada e está conquistando o público, provando que esta fábula não envelheceu um dia sequer. Com mais de 80 anos de vida, a história de Ferdinando continua atual, passando uma mensagem universal de respeito pelas diferenças.

Listamos algumas outras belas lições que este simpático touro nos ensina!

1 – Está tudo bem se você for introvertido

Enquanto os outros bezerros gostam de pular por aí e dar cabeçadas, Ferdinando prefere ficar sozinho, longe do bando. Mesmo sendo dócil e se dando bem com os colegas, ele curte ficar no seu próprio canto. E tudo bem! Ele só queria ficar “de boas”, contemplando a natureza. Para quê correr e tagarelar se você pode cheirar flores e ser feliz assim, não é mesmo?

 

2 – Ficar sozinho não é a mesma coisa que solidão

No princípio, a mãe de Ferdinando demorou a entender a personalidade do filho e temia que ele se sentisse isolado e, portanto, triste. Mas com o tempo ela percebeu que ele era feliz com a própria companhia. Não é preciso estar sempre rodeado de gente para se sentir preenchido.

 

3 – Siga suas próprias convicções

Todos os touros queriam participar da tourada em Madri, mas essa nunca foi uma aspiração de Ferdinando. Ele gosta do campo e não tinha interesse em ir para a cidade. Multidão, gritaria e luta? Vixe, não mesmo! Quando é escolhido por engano para ir às touradas, imagine como os outros touros não tentaram convencê-lo de que era a melhor coisa do mundo? Mas nem por isso ele se envergonha de preferir ficar onde está.

 

4 – Às vezes nossas ações são mal interpretadas. Cuidado!

Uma reação exagerada de Ferdinando fez com que os toureiros locais achassem ele perfeito para as touradas, pois seria um verdadeiro desafio domar aquele animal raivoso e descontrolado. Mas aquela não é a personalidade dele. Criou-se uma verdadeira confusão baseada em uma ação isolada.

 

5 – Não precisamos ser o que esperam de nós

“Deram a ele o nome de Ferdinando, o Feroz”. Que expectativa errada! Esse título nunca se encaixaria com o Touro mais dócil e amável da natureza. Ferdinando nunca foi bravo e sempre odiou brigas. Ele gostava de todos os animais e seres vivos, como as árvores, as plantas e as flores – suas inseparáveis companhias. Ou seja: não importa como os outros querem que você se comporte. Faça apenas aquilo que te deixa feliz.

 

Leia um trecho do livro aqui!

testeMaisa será uma das vozes principais em O touro Ferdinando

O clássico infantil O touro Ferdinando, lançado em novembro pela Intrínseca, está sendo adaptado para os cinemas e terá, no Brasil, a voz de Maisa como Nina. Sua personagem é a gentil menina que cria Ferdinando até ele ser capturado e obrigado a lutar em touradas. Maisa e Talitha Carauta, que também participa do filme, já estão confirmadas na Comic Con Experience em dezembro para falar sobre a animação. Outro grande nome a emprestar sua voz à história é Otaviano Costa, que será um cavalo chamado Hans.

O touro Ferdinando narra a trajetória de um touro grande e forte, porém inofensivo, que prefere cheirar flores enquanto seus amigos brigam. Um dia, confundido com um animal muito feroz, Ferdinando precisará mostrar que não há nada de errado em ser diferente.

A animação é dirigida por Carlos Saldanha, criador de Rio e A Era do Gelo, e chega aos cinemas brasileiros dia 11 de janeiro de 2018.

Assista ao trailer:

testeA gentileza sempre será maior

Ilustração: Amy Rose Moore

Escrito em 1936, O touro Ferdinando é um clássico da literatura infantil. Nesta encantadora fábula, Ferdinando é um touro que, apesar de grande e forte, não tem interesse em brigar. Em 11 de janeiro, essa história que marcou gerações chegará aos cinemas como Ferdinando, animação dirigida por Carlos Saldanha, criador de A Era do Gelo e Rio.

No livro que chega às livrarias a partir de 11 de novembro, com edição em capa dura, o carismático touro assiste aos outros correndo e dando cabeçadas, mas prefere ficar quietinho em seu canto cheirando flores. Com uma mensagem de paz e respeito às diferenças tão forte, a publicação de O touro Ferdinando foi proibida durante a ditadura franquista na Espanha. Mesmo com mais de 80 anos, a história permanece muito atual. Ferdinando nos ensina que todos podem ser fortes do seu próprio jeito e que não há nada de errado em ser diferente.

 

Assista ao trailer do filme:

testeLançamentos de Novembro

Confira as sinopses dos lançamentos do mês:

 

A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark MansonTodos os dias, sofremos com a pressão de sermos melhores do que os outros. A pressão de que nós temos que ser um sucesso profissional, pessoal, amoroso e ainda por cima fazer isso tudo sorrindo e sem derramar uma gota de suor. Só que a verdade é que quanto mais nos importamos em vencer na vida, maior é a decepção.

Em A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson nos convida de forma hilária a abraçarmos os fracassos da vida, dar valor ao que realmente importa para você e ligar o foda-se para o resto.

 

Mulheres sem nome, de Martha Hall Kelly — A socialite nova-iorquina Caroline está sobrecarregada de trabalho no Consulado da França, em função da eminência da guerra. O ano é 1939 e o Exército de Hitler acaba de invadir a Polônia, onde Kasia vai deixando para trás a tranquilidade da infância conforme se envolve cada vez mais com o movimento de resistência de seu país. Distante das duas, a ambiciosa Herta tem a oportunidade de se libertar de uma vida desoladora e abraçar o sonho de se tornar médica cirurgiã, a serviço da Alemanha.

Costurado por fatos históricos e personagens femininas poderosas, Mulheres sem nome é um romance extraordinário sobre a luta de mulheres anônimas por amor e liberdade. Um livro inspirador, que traz de volta a sensação da leitura de obras como A menina que roubava livros e Toda luz que não podemos ver.

 

Vejo você no espaço, de Jack Cheng — Alex tem onze anos e adora o universo. Seu maior sonho é enviar seu iPod dourado para o espaço a fim de mostrar aos extraterrestres como é a vida no nosso planeta, como seu grande herói, Carl Sagan, fez 40 anos atrás.

Um livro tocante e delicioso sobre aprendermos a discernir realidade e aparências, Vejo você no espaço é uma lição de que família também se constrói e de que, com honestidade, força e amor, nos tornamos tão grandiosos quanto o universo.

 

Endurance: Um ano no espaço, de Scott KellyVeterano de quatro viagens espaciais, o astronauta americano Scott Kelly viveu experiências pelas quais pouquíssimas pessoas tiveram oportunidade de passar. Agora, depois de ficar um ano na Estação Espacial Internacional, batendo o recorde americano de dias consecutivos no espaço, ele compartilha com o leitor o desafio extremo representado pela longa permanência no espaço — tanto os aspectos mundanos, como a saudade da família e o isolamento, quanto os potencialmente mortais, como os impactos em seu corpo e as expedições fora da estação. Memórias sem precedentes de uma viagem única para Kelly e definitiva para a humanidade.

O touro Ferdinando, de Munro Leaf e Robert Lawson — Publicado originalmente em 1938, O touro Ferdinando marcou gerações no mundo todo e chega aos cinemas pelos criadores de A era do gelo e Rio em janeiro do ano que vem. O livro conta a história de um touro que, apesar de seu tamanho e sua força, não tem interesse em participar das touradas. Tudo que ele quer é cheirar as flores e ficar quietinho no seu canto, mas às vezes o mundo à nossa volta não compreende aqueles que são diferentes da maioria.