teste7 livros e filmes de terror para fãs de Stephen King

Se você não resiste a uma boa história de terror, vai adorar esses livros, séries e filmes capazes de assustar até o maior fã do gênero. Só tome cuidado, não prometemos uma boa noite de sono depois de conferir essa lista!

1.Stranger Things

 

Se você nunca ouviu falar dessa série, com certeza estava morando em uma caverna nos últimos dois anos. A história se passa em Hawkings, nos anos 1980, uma cidade pequena no interior dos Estados Unidos onde uma instituição secreta realiza experimentos paranormais que começam a afetar os moradores. Quando uma criança desaparece misteriosamente, seus amigos decidem investigar o caso. Na busca encontram uma menina perdida no meio da floresta, de quem ficam amigos, e depois descobrem que ela tem poderes telecinéticos.

2.O iluminado

 

O aclamado livro de Stephen King se tornou um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. Quando Jack, um escritor e alcoólatra em recuperação, aceita um emprego como zelador de um hotel isolado, ele não imagina os horrores que assombram o lugar. Mas seu filho, que possui habilidades psíquicas. O garoto é capaz de ver coisas do passado e do futuro, como os fantasmas que habitam o local. Os dois ficam presos no hotel por causa de uma tempestade de neve e Jack aos poucos cede à loucura, possuído por um espírito assassino.

5.O exorcista

 

Esse livro também se tornou um clássico do cinema de terror. Ele conta a história de uma garota de 12 anos possuída pelo demônio, fazendo com que ela adquira poderes de levitação e força descomunal. A menina passa a falar palavrões e a blasfemar contra Deus com uma voz masculina, além de ter o rosto brutalmente desfigurado pela possessão. As ocorrências paranormais continuam a ocorrer, até que um padre é chamado para realizar o exorcismo.

4.O Homem de Giz

 

 

Um grupo de crianças nos anos 1980 em uma cidade pequena correndo perigos. Não, não é Stranger Things de novo. Essa é a história de Ed e seus amigos que costumam se comunicar através de sinais de giz no chão. Porém, tudo muda quando um dia esses sinais os levam até um corpo desmembrado na floresta. Trinta anos depois, esses amigos recebem a mesma mensagem: o desenho de um boneco de giz enforcado. Quando um deles aparece morto, é hora de revirar o passado e descobrir o que realmente aconteceu tantos anos antes.

5.A orfã

Após a morte prematura de um dos seus filhos, Kate e o marido adotam uma misteriosa garota russa de nove anos, que havia perdido seus antigos pais adotivos em um incêndio. A menina começa a apresentar comportamentos estranhos e a atrair terríveis acidentes. Intrigada, Kate desconfia que a filha não é quem aparenta ser, mas devido ao seu passado de alcoolismo, ninguém acredita nela.

6.Penny Dreadful

 

A série sobrenatural entrelaça várias criaturas e personagens famosos da literatura de terror, como o Dr. Frankenstein, Jack, o Estripador, Dorian Gray, lobisomens, bruxas e vampiros. Em Londres, durante a época vitoriana, um caubói americano é contratado por dois ingleses para usar suas habilidades com o revólver em uma emboscada, sem saber que as criaturas que enfrentaria seriam vampiros.  

7.Psicose


Após dar um desfalque em seu empregador, a secretária Marion Crane vai parar num decadente motel, dirigido por um rapaz perturbado, Norman Bates, que nutre um forte respeito e temor por sua mãe. Marion decide passar a noite no local, sem saber o perigo que a cerca.

testeEm defesa das vilãs

Por Vanessa Corrêa*

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Nascida no meio-oeste dos Estados Unidos, filha de uma professora de interpretação de textos e de um professor de cinema, Gillian Flynn aprendeu a amar histórias de terror em casa. Após estudar inglês e jornalismo na Universidade do Kansas, mudou-se para Nova York, onde trabalhou durante anos em uma revista como crítica de televisão e cinema. Apaixonada por ficção, nas horas vagas começou a escrever seu primeiro livro.

A história de uma jovem repórter que investiga casos de assassinato, ao mesmo tempo em que tenta sobreviver a uma família completamente disfuncional, viria a ser Objetos cortantes, sua estreia literária. Publicado em 2006, o romance traz algumas das características pelas quais as obras de Flynn ficariam conhecidas: assassinatos e desaparecimentos como tema central, histórias cheias de reviravoltas, tramas que se passam no meio-oeste americano, personagens ambíguos e mulheres extremamente perturbadas.

untitledA crise do jornalismo nos Estados Unidos também permeia as duas obras de Gillian já publicadas no Brasil. Em Objetos cortantes, a repórter Camille Preaker, que se esforça para manter o emprego em um jornal secundário de Chicago, tem uma visão bastante desoladora da profissão. Já em Garota exemplar, Nick e Amy são jornalistas que perdem seus empregos em Nova York e acabam se mudando para a pequena North Carthage, cidade natal de Nick.

A reviravolta na vida do casal de Garota exemplar foi inspirada na experiência da própria autora, que, pouco antes do lançamento de seu segundo livro, Dark Places, foi demitida da revista Entertainment Weekly. A perda inesperada do emprego acabou tendo um lado positivo: com mais tempo livre, Flynn pôde dedicar-se totalmente a Garota exemplar, livro que já vendeu mais de 6 milhões de exemplares no mundo todo.

link-externoLeia também: Desconstruindo Amy

Se a frieza calculada de Amy Dunne assustou os leitores, o comportamento destrutivo de Camille Preaker e os jogos doentios de sua mãe e sua irmã em Objetos cortantes não ficam atrás. O thriller foi definido por Stephen King como a saga familiar mais aterrorizante lida por ele nos últimos 30 anos.

A atmosfera sombria das obras de Gillian Flynn reflete a paixão da autora pelo cinema de horror. Certa vez, ela contou em uma entrevista que assistiu a Psicose, de Alfred Hitchcock, “um milhão de vezes”. “Eu praticava obsessivamente no espelho a cena final de Anthony Perkins: o sorriso de Norman Bates diretamente para a câmera. Ainda consigo imitá-lo muito bem”, disse Flynn.

link-externoLeia também: Making of A cena do chuveiro de Psicose

Contudo, nas tramas criadas pela escritora, fantasmas e assassinos desconhecidos dão lugar a mulheres de personalidades extremamente doentias, que representam uma ameaça não só para as pessoas à sua volta, mas também para si mesmas.

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Rosamund Pike e Ben Affleck em cena de “Garota exemplar” (2014)

Muitos leitores se perguntam se uma autora capaz de criar um casamento tão tóxico como o de Garota exemplar ou uma mãe tão desequilibrada quanto Adora Preaker, de Objetos cortantes, não teria uma vida tão assustadora quanto a dos personagens de seus livros. Mas Flynn nega que tenha se inspirado em qualquer aspecto de sua realidade para criar as histórias.

“O número de autores de mistério e horror que conheci e que são as pessoas mais sãs e gentis do mundo é uma loucura. Parece que quanto mais sombrios os livros, mais legais os autores são”, disse Gillian em uma entrevista ao jornal The Guardian.

Os retratos tão pouco lisonjeiros das personagens femininas de seus livros também renderam a Gillian Flynn acusações de misoginia. Em um texto publicado em seu site, a autora rebate as críticas dizendo que seu objetivo é dar voz à violência feminina, tão pouco retratada na história da literatura, e mostrar que mulheres também podem ser más. “Já me cansei das heroínas determinadas, das corajosas vítimas de estupro e das fashionistas à procura de autoconhecimento que aparecem em tantos livros. Lamento especialmente a falta de vilãs femininas — boas e potentes vilãs femininas”, explica.

“As mulheres passaram tantos anos lutando por direitos que não sobrou espaço para reconhecer nosso lado obscuro. Lados obscuros são importantes. Eles devem ser cultivados como repugnantes orquídeas negras. Por isso Objetos cortantes é meu pequeno e assustador buquê.”

Vanessa Corrêa da Silva é jornalista, já trabalhou na Folha de S.Paulo e no portal UOL e é apaixonada por livros, cinema e fotografia.

 

testeMaking Of: A cena do chuveiro

Alfred Hitchcock e Janet Leigh durante as filmagens

“Uma pessoa nunca está tão indefesa quanto no chuveiro. Nua, num espaço apertado, sentimo-nos totalmente sós. Uma súbita intrusão assim é um grande choque.” A partir dessa ideia Robert Bloch criou a cena que se tornaria célebre nas mãos do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Discípulo e apadrinhado do conceituado escritor de terror H.P. Lovecraft, Bloch se inspirou em um crime real para escrever Psicose, romance publicado em 1959 e vencedor do prêmio Edgar do Mystery Writers of America (Associação dos Escritores de Mistério dos Estados Unidos).

Capa do romance de Robert Bloch, assinada pelo artista gráfico Tony Palladino. O inconfundível logotipo também foi usado para o cartaz do filme de Hitchcock.

Depois de 46 longa-metragens e três temporadas de sucesso na televisão, com o programa da CBS Alfred Hitchcock Presents, Hitchcock estava em guarda contra a ameaça de se repetir. “Estilo é autoplágio”, alardeava. Em sua incansável busca por material realmente novo, o diretor que dispunha de vistosos recursos de produção, locações de cartões-postal e grandes estrelas, jogou tudo para o alto quando descobriu o livro Psicose. Atraído pelo inesperado assassinato no chuveiro e pela esperteza de Bloch em empregar o recurso de travestismo, o cineasta recusou o veredito da Paramount, que considerava o original de Bloch “Impossível para o cinema” e decidiu financiar o projeto com seus próprios recursos. Como único produtor, abriu mão de seu salário de 250 mil dólares em troca de 60% da propriedade dos negativos.

O filme independente de Hitchcock contou com um orçamento de 800 mil dólares, o equivalente a três vezes o custo de um episódio para TV. O projeto de Psicose previa apenas 36 dias de filmagem e, para realizá-lo, o diretor teve que deixar de trabalhar com muitos de seus colaboradores de longa data e usar a equipe de seu programa de TV. No set, filmava-se muito mais do que o habitual para um diretor de primeiro escalão: de quatorze a dezoito cenas por dia.

Conforme Stephen Rebello relatou no livro Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, Hitchcock nunca passava de três ou quatro tomadas de cada cena, pois acreditava que a espontaneidade diminuía e a cena tomaria um rumo diferente. A exceção foi a sequência do chuveiro, que levou sete dias para ser filmada, com setenta posições de câmera para 45 segundos de filme. Para realizar esta sequência, Hitchcock pediu ao inovador designer gráfico Saul Bass que desenvolvesse storyboards.

Frames dos bastidores de Psicose, com Saul Bass, Alfred Hitchcock, and Janet Leigh, 1960. © Copyright Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

Frames dos bastidores de Psicose, com Saul Bass, Alfred Hitchcock e Janet Leigh (1960).                            © Copyright Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

Aos 39 anos, Bass já havia causado alvoroço ao criar ousadas sequências de abertura para Carmen Jones, O homem do braço de ouro e O pecado mora ao lado. O designer também assina as sequências de abertura para Um corpo que cai, Intriga internacional  e do próprio Psicose.

Pôster de Saul Bass e Art Goodman (ilustrador), para Um corpo que cai (1958). © Copyright Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

Pôster de Saul Bass e Art Goodman (ilustrador), para Um corpo que cai (1958).
© Copyright Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

Com grau de violência e nudez potencialmente censuráveis, Hitchcock decretou: “Vou filmar e cortar em movimentos rápidos, de modo que o público não tenha ideia do que está acontecendo.” A partir desse conceito, Bass criou uma abordagem de videoclipe, com uma saraivada de ângulos oblíquos, planos americanos e close-ups.

Para a filmagem foi construído um cenário com quatro paredes, cada uma delas era destacável para que as câmeras pudessem ser posicionadas de acordo com os ângulos exatos propostos pelo storyboard. Em entrevista concedida a Stephen Rebello para Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, Saul Bass explica:

“O ponto de vista básico da coisa é sustentado por uma série de imagens repetitivas nas quais existe muito movimento, mas pouca atividade. Afinal, tudo que acontece é apenas uma mulher tomando banho, sendo atacada e caindo lentamente para o fundo da banheira. Em vez disso [filmamos] séries de movimentos repetitivos: ‘Ela toma banho, toma banho, toma banho. É atacada-atacada-atacada-atacada-atacada. Ela cai-cai-cai. É atacada-atacada-atacada-atacada. Cai-cai-cai.’ Em outras palavras, o movimento era muito limitado, e a quantidade de ação para chegar a ele, muito intensa. Foi o que eu sugeri a Hitchcock. Não acho que aquela foi uma cena típica de Hitchcock, no sentido habitual da palavra, porque ele nunca tinha usado antes aquele tipo de corte rápido. Pelos padrões modernos, não achamos que ela representa um corte em staccato, pois já estamos tão acostumados com as edições frenéticas. Mas, naquela época, fazer — sei lá, dois, três minutos, quanto quer que dure a cena — com quarenta ou sessenta cortes, quantos fossem, era uma ideia muito nova do ponto de vista estilístico. Como um profissional das sequências de abertura, para mim era muito natural usar aquela técnica de montagem com cortes rápidos para criar o que resultou numa visão de assassinato impressionista, e não linear.”

testeO mestre da propaganda

Alfred Hitchcock em uma das fotos de divulgação de Psicose. Seguindo seu humor peculiar, o cineasta manteve, ao longo de toda a filmagem, uma cadeira especial no set reservada para a Sra. Bates.

Para o mestre do suspense, a palavra de ordem para a produção de seu 47º filme foi sigilo. Nos bastidores, todas as comunicações internas usavam o codinome “Wimpy” para se referir à Psicose, obra-prima do cineasta lançada em 1960. Para evitar que seu final surpreendente fosse descoberto, Hitchcock exigiu que o set de filmagens permanecesse fechado e que sua equipe fizesse um juramento de que não divulgaria “uma só palavra da trama”, relata a atriz Vera Miles.

Cena do filme Hitchcock, que reproduz o juramento feito pelo elenco de Psicose. Na foto, Jessica Biel interpreta Vera Miles, Scarlett Johansson é Janet Leigh e James D’Arcy vive Anthony Perkins.

Com uma ousada estratégia de lançamento, Hitchcock proibiu a divulgação de qualquer sinopse ou foto das filmagens, a exibição prévia para críticos e formadores de opinião e gerenciou uma campanha massiva que orientava os exibidores a não admitirem nenhum espectador após o início da sessão.

Para que o público não visse sequer uma cena do filme, ele criou um dos mais famosos trailers publicitários da história do cinema. No vídeo de seis minutos o próprio diretor conduz os espectadores a um tour pelo interior da casa e do motel dos Bates. “Aqui temos um motel pequeno e tranquilo…”, diz o mestre. “Afastado da estrada principal e, como podem ver, de aparência perfeitamente inofensiva, considerando que agora ele ficou conhecido como uma cena de crime.”

 

Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, do escritor e roteirista Stephen Rebello, parte da história verídica do crime que inspirou o clássico e expõe, minuciosamente, todas as etapas de produção do filme, além de trazer entrevistas com o próprio diretor e com a equipe envolvida nas filmagens.

testeEstante Intrínseca – LANÇAMENTOS JOVENS DE JANEIRO

12/01 – O lado bom da vida, de Matthew Quick – Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica — mas ele não se lembra o que fez nem quanto tempo ficou por lá. Para trazer a sua vida de volta aos eixos, Pat passa a seguir uma nova filosofia de vida, que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher, Nikki.

A adaptação do comovente e bem-humorado romance de estreia de Matthew Quick chega aos cinemas brasileiros em 1º de fevereiro. Dirigido por David O. Russell (O vencedor) e estrelado por Bradley Cooper (Se beber não case), Jennifer Lawrence (Jogos vorazes) e Robert De Niro, O lado bom da vida já foi eleito o melhor Filme do Festival Internacional de Toronto pelo público, recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro e 5 ao Spirit Awards, o Oscar do cinema independente norte-americano.

Assista ao trailer:

18/01 – Finale, de Becca Fitzpatrick – No desfecho da série Hush, Hush, Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás com a morte de Hank. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara – o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch.

Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano: os dois farão com que todo mundo acredite que não estão mais juntos, manipulando, assim, seus respectivos grupos. Mas quando as linhas do combate são finalmente traçadas, eles precisam encarar suas diferenças ancestrais e decidir entre ignorá-las ou deixá-las destruir o amor pelo qual sempre lutaram.

Assista ao book trailer:

21/01 – Muncle Trogg e o Burro Voador, de Janet Foxley – No segundo volume da série, Muncle Trogg, o menor gigante do mundo, está preocupado. O Monte das Lamentações, lar de todos os gigantes, tem dado sinais de que vai explodir, mas tudo que aqueles grandalhões conseguem pensar é em celebrar que os humanos foram embora do sopé da montanha. Sorte a dele que Emily, uma menina que conhecera quando, certa vez, tentou se passar por um garoto humano, não o abandonou – e ela tem uma ideia. Se os gigantes não querem dar ouvidos ao pequeno Muncle, talvez ouçam o mais inteligente e prodigioso dos animais: o Burro Voador!

Ficção e não ficção:

18/01 – Um mundo, uma escola, de Salman Khan – Com mais de 115 milhões de lições vistas no Youtube, o americano Salman Khan é um fenômeno educacional dentro e fora da internet: seus vídeos, que exploram 40 áreas do conhecimento humano, já foram assistidos por mais de 4 milhões de alunos. Em Um mundo, uma escola, o fundador da Khan Academy expõe, pela primeira vez, sua visão radical e revolucionária para o futuro do ensino. Ele propõe uma revisão geral do modelo de sala de aula tradicional, empregando a tecnologia para tornar o ensino um processo mais estimulante e participativo, feito sob medida para cada aluno.

Leia a entrevista concedida por Salman Khan à revista Veja, publicada como matéria de capa da edição de 1° de fevereiro.

25/01 – Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, de Stephen Rebello – Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, essa não ficção do jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores de Psicose, considerado pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos. O livro parte da história verídica dos crimes que inspiraram o clássico e expõe minuciosamente todas as etapas de produção do filme, além de trazer entrevistas com o próprio diretor, o elenco e a equipe envolvida nas filmagens.

Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose inspirou o filme Hitchcock, de Sacha Gervasi, protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição pela Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

Assista ao trailer legendado:

testeEstante Intrínseca – LANÇAMENTOS DE JANEIRO

12/01 – O lado bom da vida, de Matthew Quick – Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica — mas ele não se lembra o que fez nem quanto tempo ficou por lá. Para trazer a sua vida de volta aos eixos, Pat passa a seguir uma nova filosofia de vida, que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher, Nikki.

A adaptação do comovente e bem-humorado romance de estreia de Matthew Quick chega aos cinemas brasileiros em 1 de fevereiro. Dirigido por David O. Russell (O vencedor) e estrelado por Bradley Cooper (Se beber não case), Jennifer Lawrence (Jogos vorazes) e Robert De Niro, O lado bom da vida já foi eleito o melhor Filme do Festival Internacional de Toronto pelo público, recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro e 5 ao Spirit Awards, o Oscar do cinema independente norte-americano.

Assista ao trailer:

18/01 – Um mundo, uma escola, de Salman Khan – Com mais de 115 milhões de lições vistas no Youtube, o americano Salman Khan é um fenômeno educacional dentro e fora da internet: seus vídeos, que exploram 40 áreas do conhecimento humano, já foram assistidos por mais de 4 milhões de alunos. Em Um mundo, uma escola, o fundador da Khan Academy expõe, pela primeira vez, sua visão radical e revolucionária para o futuro do ensino. Ele propõe uma revisão geral do modelo de sala de aula tradicional, empregando a tecnologia para tornar o ensino um processo mais estimulante e participativo, feito sob medida para cada aluno.

Leia a entrevista concedida por Salman Khan à revista Veja, publicada como matéria de capa da edição de 1° de fevereiro.

25/01 – Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose, de Stephen Rebello – Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, essa não ficção do jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores de Psicose, considerado pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos. O livro parte da história verídica dos crimes que inspiraram o clássico e expõe minuciosamente todas as etapas de produção do filme, além de trazer entrevistas com o próprio diretor, o elenco e a equipe envolvida nas filmagens.

Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose inspirou o filme Hitchcock, de Sacha Gervasi, protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição pela Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

Assista ao trailer legendado:

Ficção para jovens:

18/01 – Finale, de Becca Fitzpatrick – No aguardado desfecho da série Hush, Hush, Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. No entanto, na ausência do Mão Negra, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim e terminar o que seu pai começara. Quando as linhas do combate são finalmente traçadas, Nora e Patch precisam encarar suas diferenças ancestrais e decidir entre ignorá-las ou deixá-las destruir o amor pelo qual sempre lutaram. [Leia mais]

21/01 – Muncle Trogg e o Burro Voador, de Janet Foxley – No segundo volume da série, Muncle Trogg, o menor gigante do mundo, está preocupado. O Monte das Lamentações, lar de todos os gigantes, tem dado sinais de que vai explodir, mas tudo que aqueles grandalhões conseguem pensar é em celebrar que os humanos foram embora do sopé da montanha. Mas se os gigantes não querem dar ouvidos ao pequeno Muncle, talvez ouçam o mais inteligente e prodigioso dos animais: o Burro Voador! [Leia mais]

 

testeO que esperar de 2013? Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose

Psicose, de 1960, entrou para a história do cinema como uma das obras mais importantes do mestre do suspense Alfred Hitchcock. No livro, o jornalista e roteirista Stephen Rebello desvenda os bastidores da produção considerada pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos, conta a impressionante história real que inspirou o filme e revela a decisão do cineasta, após a recusa do projeto pela Paramount, de bancar ele próprio as filmagens, atraindo estrelas famosas por uma fração do cachê habitual, marca de sua obstinação artística e determinação.

Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose será publicada em 25 de janeiro e inspirou Hitchcock, filme de Sacha Gervasi protagonizado por Anthony Hopkins e Helen Mirren — que acaba de ser indicada ao Globo de Ouro e ao SAG Awards por sua atuação como Alma, esposa do famoso diretor. Com previsão para estreia nacional em 8 de fevereiro e distribuição da Fox, a produção ainda tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, a estrela da célebre cena do chuveiro.

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Leia também:
Scarlett Johansson recria cena do chuveiro de Psicose para a capa da V Magazine

teste[ATUALIZADO] OS BASTIDORES DE PSICOSE COM ANTHONY HOPKINS, HELEN MIRREN E SCARLETT JOHANSSON

A Fox Searchlight Pictures divulgou novo preview de Hitchcock, filme sobre os bastidores de Psicose que estreia no Brasil em fevereiro de 2013. No trecho, o cineasta interpretado por Anthony Hopkins debate com sua esposa Alma Reville (Helen Mirren), sobre a célebre morte da protagonista.

O filme é dirigido por Sacha Gervasi e tem Scarlett Johansson como Janet Leigh, estrela da célebre cena do chuveiro. A produção é baseada em Hitchcock, obra de não ficção de Stephen Rebello — que também assina o roteiro do filme — que será lançada em janeiro de 2013 pela Intrínseca. Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, o livro parte da história verídica do crime que inspirou o clássico Psicose e expõe minuciosamente todas as etapas de produção do filme, além de trazer entrevistas com o próprio diretor e com a equipe envolvida nas filmagens.

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Scarlett Johansson recria cena do chuveiro de Psicose para a capa da V Magazine

testeScarlett Johansson recria cena do chuveiro de Psicose para a capa da V Magazine

Intérprete da atriz Janet Leigh no filme Hitchcock, que estreia no Brasil em fevereiro de 2013, Scarlett Johansson recriou a célebre cena do chuveiro de Psicose em um ensaio para a capa da revista V Magazine (foto acima). Dirigido por Sacha Gervasi e protagonizado por Anthony Hopkins, um perfeito Alfred Hitchcock, o filme tem ainda Helen Mirren no papel de Alma Reville, a esposa do cineasta.

Hitchcock é a adaptação cinematográfica do livro homônimo, não ficção de Stephen Rebello que será lançada em janeiro de 2013 pela Intrínseca. Leitura obrigatória para todos os amantes do cinema, desvenda os bastidores da produção de Psicose, obra-prima do cineasta considerada pelo American Film Institute o melhor thriller de todos os tempos.

testeScarlett Johansson em Hitchcock

Após a impressionante caracterização de Anthony Hopkins como o cineasta em Hitchcock, a segunda imagem divulgada traz Scarlett Johansson como Janet Leigh, a protagonista da célebre cena do chuveiro. O filme sobre os bastidores da produção de Psicose é baseado em Alfred Hitchcock and the Making of Psycho, não ficção de Stephen Rebello que será lançada pela Intrínseca em 2013.

Com roteiro do próprio Rebello, o filme é dirigido por Sacha Gervasi (roteirista de O Terminal) e está em pré-produção.