testeOs imperdíveis Casos de Família na literatura

Seja por dinheiro, diferenças de personalidade ou conflitos de interesse, não há nada comparável a uma boa briga familiar. Pensando nisso, separamos alguns livros em que as confusões entre parentes renderiam episódios imperdíveis do programa Casos de Família.

 

  1. Pequenos incêndios por toda parte

Após anos tentando sem sucesso conceber uma criança, os McCullough decidem adotar uma bebê chinesa que havia sido abandonada na região em que vivem. O que eles não esperavam é que essa decisão criaria uma ruptura na cidade com o reaparecimento da mãe biológica, arruinando parte de sua vida perfeita e ordenada.

Pequenos incêndios por toda parte, livro da aclamada autora Celeste Ng, conta a história das conservadoras famílias da cidade de Shaker Heights, onde tudo é cuidadosamente planejado, desde a localização das escolas até a cor usada na pintura das casas. As coisas parecem muito tranquilas até que começam a fugir do controle, e a vida dessa comunidade tão organizada torna-se um verdadeiro caos.

 

  1. Nix

 Samuel Anderson é um escritor fracassado que foi abandonado pela mãe quando era apenas uma criança. Porém, ele é obrigado a reencontrá-la quando um vídeo no qual ela aparece atirando pedras em um candidato a governador racista e homofóbico viraliza na internet. Pressionado pelo seu editor para entregar um novo livro, Samuel vive um dilema: cumprir seu contrato investigando e expondo toda a vida de sua mãe ou ser processado e perder tudo o que tem.

Nix apresenta uma trama ao mesmo tempo contemporânea e atemporal, ao abordar, através das histórias de gerações, as dores cíclicas de uma família que mal se conhece. O elogiado livro de Nathan Hill será adaptado para a TV pela Warner Bros., com Meryl Streep no elenco e produção de J.J. Abrams.


  1. Objetos cortantes

Recém-saída de uma clínica de reabilitação, a repórter Camille Preaker retorna à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra desaparecida. O grande problema é que Camille terá que lidar com os fantasmas do passado e com a sua conflituosa família. Abandonada por seu pai enquanto ainda estava na barriga da mãe, a repórter cresceu rejeitada, levando a culpa pela destruição de sua família.

Objetos cortantes é a primeira obra de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar. O livro será adaptado para a TV pela HBO, tendo Amy Adams (A Chegada e Animais Noturnos) como protagonista da trama. A minissérie será dirigida por Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas e Big Little Lies) e tem previsão de estreia para 8 de julho.


  1. Pequenas grandes mentiras

 Madeline foi abandonada pelo marido na época em que sua filha era um bebê. Quinze anos depois, seu ex reaparece com a nova família, muda-se para a vizinhança e atreve-se a bancar o “pai do ano” ao tentar uma reaproximação com a menina, o que deixa Madeline furiosa.

Com três protagonistas femininas, a obra de Liane Moriarty explora habilmente os perigos das meias verdades que todos contamos o tempo inteiro. Pequenas grandes mentiras foi adaptado para a TV pela HBO, com produção de Reese Whitherspoon e Nicole Kidman, que, junto com Shailene Woodley, interpretam as protagonistas da série.

 

  1. Um amor incômodo

Delia volta à sua cidade natal, Nápoles, após a misteriosa morte de sua mãe, encontrada em uma praia vestindo apenas um sutiã chique. Ela decide averiguar o que ocorreu e refaz os últimos passos de sua mãe Amália enquanto relembra intensos momentos de sua relação ambígua com ela. Diante das revelações de seu passado, Delia descobre que é muito mais parecida com Amália do que imaginava, embora sempre tenha desprezado e tentado fugir de sua mãe.

Um amor incômodo, o primeiro livro da consagrada escritora Elena Ferrante, é uma história perversa e delicada sobre mãe e filha, duas mulheres unidas por um complicado nó de mentiras e emoções.

 

  1. A grana


Os irmãos Plumb aguardam ansiosamente um dinheiro deixado pelo pai que rendeu muito até virar uma pequena fortuna – mas o dinheiro só pode ser retirado quando Melody, a filha mais nova, completar 40 anos ou pela mãe, em casos de emergência.

Quando Leo, o irmão mais velho, sofre um acidente e precisa pagar uma grande indenização para uma garçonete, utilizar o dinheiro guardado para o seu futuro e o dos irmãos é a melhor saída – e a mãe fica do lado dele. Porém, ele não esperava que, após ficar um tempo internado em uma clínica de reabilitação, teria que enfrentar os irmãos cobrando a devolução de todo o dinheiro que foi pego para pagar pelo imprudente acidente. Agora Leo, que estava desempregado e nem sequer tinha onde morar, precisa encontrar uma solução para devolver a quantia aos irmãos.

A Grana é o livro de estreia da autora Cynthia D’Aprix Sweeney, sendo um dos mais vendidos no ano de 2016, segundo a Amazon e o The New York Times. A obra ganhará uma adaptação, ainda sem data de estreia, com produção de Jill Solloway (Transparent) e roteiro da indicada ao Oscar Emily V. Gordon (Doentes de Amor).


  1. Precisamos falar sobre o Kevin

Eva era uma mulher independente que nunca havia pensado em ter filhos e estava muito satisfeita com a própria vida. Já seu marido, Franklin, ansiava por uma criança. Ao se ver encurralada, Eva aceita o pedido e dá à luz seu primeiro filho, Kevin, por quem não sente nenhum tipo de conexão afetiva – e o garoto parece saber disso desde o primeiro contato com a mãe.

Com o passar dos anos, ele começa a demonstrar um pouco de sua crueldade para a mãe, fazendo coisas para tirá-la do sério. E, quando finalmente Eva acha que conseguirá estabelecer uma relação maternal com o filho, um trágico evento envolvendo Kevin destrói qualquer possibilidade de isso acontecer.

O livro Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver, deu origem ao filme estrelado por Ezra Miller (As Vantagens de Ser Invisível) e Tilda Swinton (Constantine) e aborda questões importantes sobre psicologia e relações familiares em um suspense de tirar o fôlego.

teste12 filmes inspirados em livros que estão disponíveis na Netflix

 

É normal ouvir por aí que às vezes passamos mais tempo navegando pelo catálogo da Netflix do que assistindo aos filmes. Para ajudar nessa tarefa, selecionamos atrações que foram baseadas em obras publicadas pela Intrínseca. Temos sugestões para todos os gostos!

Confira:

O lado bom da vida — Publicado em 2013, o livro de Matthew Quick virou uma superprodução com Jennifer Lawrence e Bradley Cooper.

A obra conta a história de Pat Peoples que, depois de uma temporada em um hospital psiquiátrico, passa a seguir uma nova filosofia de vida que inclui entrar em forma, ser gentil e, principalmente, fazer de tudo para se reconciliar com a ex-mulher.  O longa teve oito indicações ao Oscar.

 

Um dia — O best-seller de David Nicholls emocionou milhares de pessoas ao contar a história de Dexter Mayhew e Emma Morley. Os dois se conhecem em 1988 e sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro, e 15 de julho, data do primeiro encontro, os acompanhará pelos próximos vinte anos.

Um dia foi adaptado para os cinemas em 2011 com Anne Hathaway e Jim Sturgess no elenco.

 

Série Crepúsculo — A série escrita por Stephenie Meyer virou um fenômeno no mundo todo e deu origem a cinco filmes. Com Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner e Billy Burke no elenco, os longas acompanham a história da adolescente Isabella Swan, que se muda para Forks e vivencia um mundo totalmente novo ao se apaixonar pelo vampiro Edward Cullen.

 

Ele está de volta — Já pensaram como seria se Hitler aparecesse em um terreno baldio sem saber o que aconteceu após 1945? No sarcástico livro do escritor alemão Timur Vermes, Adolf Hitler acorda em Berlim com uma forte dor de cabeça, 66 anos depois do fim da Segunda Guerra e na Alemanha de Angela Merkel. As pessoas acreditam que ele não passa de um ator, um imitador brilhante que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: ele se torna um campeão de audiência no YouTube e todos querem ouvir seu discurso.

O livro deu origem ao filme dirigido por David Wnendt.

 

Percy Jackson e o Ladrão de raios — A adaptação do primeiro livro da série mais famosa de Rick Riordan não poderia ficar de fora do catálogo!

Percy Jackson é um garoto problemático: aos 12 anos, já foi expulso de seis escolas diferentes. Mas esse é o menor de seus problemas: ao descobrir que é um semideus — filho de um deus do Olimpo com uma mortal —, ele também percebe que criaturas mitológicas, por algum motivo, estão bastante irritadas com ele.

O filme foi lançado em 2010 pela Fox Film do Brasil.

 

A rede social Os detalhes sobre os bastidores do Facebook foram revelados com a publicação de Bilionários por acaso: a criação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição em 2010.

A obra que deu origem ao filme A rede social conta como dois estudantes desajustados de Harvard conseguiram criar a maior rede social do mundo enquanto tentavam apenas aumentar suas chances com o sexo oposto.

O longa recebeu oito indicações ao Oscar e ganhou a estatueta nas categorias de melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor trilha sonora.

 

HospedeiraAlém da série Crepúsculo, Stephenie Meyer também escreveu A hospedeira. O livro foi adaptado para o cinema com Saoirse Ronan, Max Irons, Jake Abel e Diane Kruger no elenco.

Na história, estreia de Meyer na ficção científica, a Terra foi ocupada por alienígenas que parasitam os humanos, tomando o lugar de suas almas. Melanie é uma hospedeira que resiste, bombardeando a alma coabitante com memórias e desejos, recusando-se a esquecer seu passado, inclusive Jared, que se torna a paixão das duas habitantes do mesmo corpo.

 

Precisamos falar sobre o Kevin — O perturbador livro de Lionel Shriver deu origem a uma das adaptações mais comentadas de 2012. Na tentativa de compreender o motivo do assassinato em massa cometido pelo filho adolescente na escola, a mãe escreve cartas ao pai de Kevin e rememora cada minúcia da vida conjugal. Em um antielogio à maternidade ela explicita os instintos sombrios, diariamente menosprezados, por trás dos sagrados laços de família.

A adaptação teve indicações ao Globo de Ouro em 2012 e ganhou diversos prêmios na Europa.

 

O mestre dos gênios Incluído recentemente no catálogo da Netflix, o filme foi inspirado na biografia Max Perkins: um editor de gênios. Max Perkins foi um dos maiores editores do século XX e fez história ao revelar talentos como F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Thomas Wolfe.

O longa tem Colin Firth, Jude Law e Nicole Kidman no elenco.

 

O homem que mudou o jogo — Estrelado por Brad Pitt, a adaptação de Moneyball: o homem que mudou o jogo, de Michael Lewis, conta a história real de Billy Beane. Gerente geral do time de basebol do Oakland Athletics, Beane mudou a forma de se pensar a gestão dos times de beisebol ao usar um alto conhecimento em matemática para determinar o modo de contratar e selecionar atletas.

 

Intocáveis — A produção francesa mais assistida de todos os tempos foi inspirada no livro O segundo suspiro, que relata a amizade improvável entre Phillippe Pozzo di Borgo, um aristocrata francês que ficou tetraplégico após um acidente de parapente, e seu acompanhante,  Abdel Sellou, ex-presidiário argelino.

 

Como treinar o seu dragão — A série de Cressida Cowell serviu de inspiração para animação produzida pela Dream Work Studios, que mostra o cotidiano de uma tribo de vikings às voltas com dragões de todo o tipo. 

testeCinco livros sobre maternidade

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Uma das características mais importantes da literatura é ampliar as perspectivas e desconstruir alguns mitos. A maternidade, por exemplo, é um assunto que gera bastante discussão. Os rituais maternos, o estereótipo da mãe ideal, o comportamento que a mulher deve ter, o que se deve fazer com os filhos, como lidar com os seus desejos e a culpa são algumas questões da vida real que também são abordadas em obras de ficção.

Confira a lista com cinco livros que apresentam diferentes aspectos da maternidade:

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A filha perdida, de Elena Ferrante — Leda é uma professora universitária de 40 e poucos anos que decide tirar férias no sul da Itália após as filhas já crescidas se mudarem para o Canadá com o pai. Com elementos simples e uma trama bem construída, a obra acompanha os sentimentos conflitantes dessa personagem que reflete sobre o papel de ser mãe, os desejos e as vontades das mulheres.

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Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver — De forma perturbadora, a autora levanta a polêmica sobre a maternidade romantizada e constrói uma personagem muito forte e humana. Na obra, uma mãe escreve cartas ao pai do seu filho Kevin, na tentativa de compreender o motivo do assassinato em massa cometido pelo adolescente na escola. Ela rememora cada minúcia da vida conjugal e faz um antielogio à maternidade ao explicitar os instintos sombrios, diariamente menosprezados, por trás dos sagrados laços de família.

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Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty — A obra conta a história de três mulheres que aparentemente têm uma vida perfeita em uma pequena cidade da Austrália. Madeline é forte e passional, Celeste é dona de uma beleza estonteante e Jane é uma mãe solteira recém-chegada na cidade. Os filhos das três mulheres estudam na mesma escola, onde acontece uma misteriosa tragédia que as envolve. Violência doméstica, estupro, bullying e a pressão que as mães sofrem são alguns dos temas abordados na história.

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Primatas da Park Avenue, de Wednesday Martin — O livro causou uma grande polêmica quando foi publicado nos Estados Unidos.  Wednesday analisa a região do Upper East Side, área mais rica de Nova York, e aponta o comportamento das moradoras que sofrem com depressão, vícios e ansiedade por serem as principais responsáveis pela criação dos filhos e terem que se adequar aos padrões rígidos de beleza e status social. Com um relato forte e repleto de curiosidades, a autora traz à tona questões que assolam o universo feminino, como a insegurança e o medo de não ser uma boa mãe.

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Um mais um, de Jojo Moyes — Nessa obra publicada em 2015, a autora de Como eu era antes de você traz uma personagem que representa as mães solteiras, que cuidam dos filhos sozinhas e fazem qualquer coisa para ajudá-los.

Jess se casou muito nova depois de engravidar.  Quando o marido sai de casa para tratar a depressão na casa da mãe, ela precisa acumular dois trabalhos para sustentar a família composta por Tanzie, a filha que é um prodígio da matemática, Nicky, o enteado emo, e um gigantesco cachorro babão. Para garantir a educação e o futuro de Tanzie, Jess vai ter de recorrer a um geek milionário e fazer uma road trip cheia de surpresas.

testeLista de autoras que tratam do universo feminino

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Quantos livros escritos por mulheres vocês leram recentemente? No Dia Internacional da Mulher, convidamos os nossos leitores a conhecer obras de autoras publicadas pela Intrínseca. Os livros abordam questões como empoderamento feminino, violência doméstica, igualdade de gênero e maternidade, temas importantes para discutirmos a data, além de histórias de ficção com personagens femininas fortes.

 

Confira a lista:

A arte de pedir, de Amanda Palmer — Amanda é cantora, produtora, compositora e artista plástica. Nesse livro, ela levanta a bandeira do feminismo, questiona a maneira como lidamos com o casamento e fala abertamente sobre a liberdade das mulheres para fazer o que quiserem com seus corpos. A obra foi inspirada em uma palestra ministrada no TED Talk e narra também a experiência bem-sucedida da autora em campanhas de financiamento coletivo para projetos artísticos. Leia também: A arte de ser Amanda Palmer

Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty — O livro mais recente da autora aborda temas como violência doméstica e sexual e bullying. A obra conta a história de três mulheres que aparentemente têm uma vida perfeita em uma pequena cidade da Austrália. Madeline é forte e passional, Celeste é dona de uma beleza estonteante e Jane é uma mãe solteira recém-chegada na cidade. Os filhos dessas três mulheres estudam na mesma escola, onde acontece uma misteriosa tragédia que as envolve.

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver — Nesse livro, Lionel constrói uma personagem muito forte e humana, que emocionou milhares de pessoas. Na obra, uma mãe escreve cartas ao pai do seu filho Kevin, na tentativa de compreender o motivo do assassinato em massa cometido pelo adolescente na escola. Ela rememora cada minúcia da vida conjugal e faz o antielogio da maternidade ao explicitar os instintos sombrios, diariamente menosprezados, por trás dos sagrados laços de família.

Não sou uma dessas, de Lena Dunham — Lena já foi considerada a voz de sua geração por falar abertamente de assuntos polêmicos. Criadora, produtora e atriz de Girls, ela conta a história da sua vida e aborda temas como sexo, culto ao corpo, violência sexual, amizade e a luta para ser reconhecida na carreira aos vinte e poucos anos. Leia também: As causas de Lena

P.S.: Ainda amo você, de Jenny Han — SPOILER!
Na continuação de Para todos os garotos que já amei, Lara Jean está em um relacionamento de verdade pela primeira vez na vida, mas ainda está aprendendo a lidar com as dificuldades de um namoro. Nesse segundo livro, Jenny Han aborda o feminismo de uma forma sutil e levanta a questão sobre o vazamento de imagens íntimas.

Primatas da Park Avenue, de Wednesday Martin — Wednesday é ph.D. e lecionou estudos culturais em Yale, onde concluiu o doutorado em literatura comparada e estudos culturais com foco em antropologia e história da psicanálise. No livro, ela analisa a região do Upper East Side, área mais rica de Nova York, e aponta o comportamento das moradoras que sofrem com depressão, vícios e ansiedade por serem as principais responsáveis pela criação dos filhos e terem que se adequar aos padrões rígidos de beleza e status social. Wednesday utiliza seus conhecimentos para questionar a obrigação da mulher de estar sempre perfeita e se dedicar 100% às crianças. Leia também: A tribo escondida por trás dos luxuosos prédios de Nova York

História do Futuro: O Horizonte do Brasil no Século XXI, de Míriam Leitão — A premiada jornalista apresenta dados que ajudam a compreender o atual cenário brasileiro. Resultado de quatro anos de pesquisa, a obra indica tendências e aponta reflexões sobre demografia, política, economia, educação, meio ambiente, temas importantes para as leitoras que querem estar informadas.

A garota que você deixou para trás, de Jojo Moyes — Nessa obra, Jojo apresenta personagens corajosas e determinadas.  O romance conta a história de Sophie, uma francesa obrigada a se separar do marido, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre, durante a Primeira Guerra Mundial.  Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, ela apega-se às lembranças admirando um retrato seu pintado pelo marido. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.

Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo.

Operação impensável, de Vanessa Barbara — Vanessa é uma jovem e premiada autora brasileira. Com humor ácido e muitas referências sobre cinema, ela narra o fim de um casamento entre a historiadora Lia e o programador Tito marcado por e-mails espirituosos, vocabulário próprio, muitas sessões de cinema e longas e disputadas partidas de jogos de tabuleiro.

Objetos cortantes, de Gillian Flynn — Gillian é conhecida por criar personagens femininas ambíguas e perturbadoras. Em seu livro de estreia, a autora conta a história de uma jovem repórter que investiga casos de assassinato ao mesmo tempo em que tenta sobreviver a uma família completamente disfuncional.

testeTop 10 de Pedro Gabriel

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Procurando por uma nova leitura? Confira as dez indicações de Pedro Gabriel, autor de Eu me chamo Antônio e Segundo: Eu me chamo Antônio. Os e-books de alguns títulos dessa seleção estão com preços promocionais na Google Play até a próxima quinta-feira, dia 3 de março. Confira aqui.

 

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista.

Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [+]

O árabe do futuro: uma juventude no Oriente Médio (1978 – 1984), de Riad Sattouf — Filho de mãe francesa e de pai sírio, o quadrinista Riad Sattouf conta o choque cultural que viveu quando foi, ainda bem criança, para a Síria e a Líbia, e fala também do retorno da família à França. Depois de viver em lugares tão diferentes, Riad se tornou um completo estrangeiro, com uma visão crítica, afiada e muito bem-humorada sobre o mundo.

Um relato literário pleno em forma de graphic novel, com traço simples e narrativa fluida e descontraída. Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural. [+]

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker — Em 1975, na pequena cidade de Aurora, em New Hampshire, Nola Kellergan, de quinze anos, é vista pela última vez sendo perseguida na floresta e nunca mais é encontrada. Trinta e três anos depois, Marcus Goldman, jovem escritor de sucesso, vai a Aurora encontrar seu amigo e professor, o respeitado romancista Harry Quebert, na esperança de conseguir superar um bloqueio criativo. Durante esse tempo, ele descobre que seu mentor teve um caso com a adolescente.

Depois de encontrarem o cadáver da garota em seu jardim, Harry é preso, acusado de ter cometido assassinato. Marcus precisa correr contra o tempo para inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um romance bem-sucedido. [+]

 

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Queria ver você feliz, de Adriana Falcão — O Amor, essa entidade mítica, obstinada e perfeccionista, desempenha o papel de narrador na história real do casal Caio e Maria Augusta, pais da autora Adriana Falcão. Com linguagem poética e ao mesmo tempo bem-humorada, Adriana revela para seus leitores aquilo que poderia ser descrito como uma história trágica protagonizada por dois personagens atormentados por seus demônios.

Apaixonados, Caio e Maria Augusta se casam no Rio de Janeiro da década de 1950 e têm três filhas. Todo o sentimento que eles compartilham não impede que a personalidade exuberante de Maria Augusta se torne mais obsessiva e asfixiante com o passar do tempo, apesar dos medicamentos e dos tratamentos psiquiátricos a que é submetida. Caio, por sua vez, aprofunda uma melancolia que existia nele desde a adolescência, e que culmina nos anos 1970 em tentativas de suicídio. Mais do que uma história com final dramático, trata-se de memórias afetivas que alternam momentos de intensa felicidade e outros tantos de dor. [+]

Pó de lua, de Clarice Freire — Filha de Wilson Freire, parceiro do compositor Antônio Nóbrega, Clarice cresceu rodeada por artistas. Ela própria compõem letras de músicas e toca violão. Não é à toa que conseguiu encantar o público com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenhos e fragmentos de palavras.

A obra segue o formato dos cadernos moleskine em que Clarice acostumou-se a exercitar sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua — minguante, nova, crescente e cheia —, ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, enfeitada com ilustrações singelas. [+]

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Um livro sem figuras? O que tem de divertido nisso? Combinando simplicidade e criatividade de uma forma surpreendentemente engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Um livro original e divertido capaz de transformar qualquer leitor em um verdadeiro comediante, que vai fazer as crianças implorarem para ouvir a história repetidas vezes. [+]

 

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Paris versus New York, de Vahram Muratyan — Vahram Muratyan é um jovem artista gráfico de origem armênia criado em Paris. Em 2010, depois de uma longa temporada em Nova York, ele criou o blog Paris versus New York como uma espécie de registro visual de suas experiências, um bem-humorado confronto entre duas das mais míticas cidades do mundo. O sucesso foi surpreendente e o blog teve mais de cinco milhões de visitas em um ano. A sofisticada batalha visual, travada por um amante de Paris vagando por Nova York, se transformou em livro e firmou o artista como um designer renomado, com uma carteira de clientes que inclui grandes nomes da moda, entre eles Prada e Chanel.

Este amistoso confronto artístico é dedicado aos amantes de Paris, de Nova York e àqueles que estão divididos entre as duas cidades. [+]

A lebre com olhos de âmbar, de Edmund de Waal — Um dos mais importantes ceramistas da atualidade, Edmund de Waal era fascinado pela coleção de 264 miniaturas japonesas entalhadas em madeira e marfim guardadas no apartamento do tio-avô, que vivia em Tóquio. Nenhuma daquelas peças era maior do que uma caixa de fósforos e, no entanto, seu valor revelou-se grandioso.

Mais tarde, quando herdou estes netsuquês, Edmund descobriu que, além da riqueza artística, eles carregavam uma história muito maior: revelavam o passado de sua família e eventos cruciais do século XX. A partir dessa delicada coleção, A lebre com olhos de âmbar, obra vencedora do Costa Book Award na categoria Biografia e finalista do South Bank Sky Arts Award na categoria Literatura, transporta o leitor desde um império em Odessa — passando pela Paris do fin-de-siècle e pela Viena ocupada pelos nazistas — até o Japão e a Inglaterra contemporâneos. [+]

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver — Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive.

Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável. [+]

Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel — Em seu primeiro livro, Pedro Gabriel apresenta uma narrativa que transita por todas as fases de um relacionamento amoroso: com um estilo simples e acessível, mas nem sempre óbvio, o leitor acompanha os encontros e desencontros de Antônio. Percebe-se uma irreverência no tom de versos e trocadilhos como: “Invista nos amores à primeira vista”. Outras emoções são apresentadas de forma singela, quando há uma separação, por exemplo: “Você, distante, diz tanto sobre mim”. Enquanto a angústia, sentimento que faz parte da instabilidade de qualquer casal, também é citada no livro: “Na dança do amor: dor pra cá, dor pra lá”.

Antônio é um personagem sensível e verossímil, talvez seja por isso que os leitores cultivem a dúvida sobre até onde vai a linha tênue que separa a realidade da ficção. [+]

testeA nova república

Por Lionel Shriver* Lionel Shriver (c) Suki Dhanda Escrito entre Dupla falta e Precisamos falar sobre o Kevin, A nova república foi concluído em 1998. Naquela época, meu histórico de vendas era um horror. E, o que talvez seja mais importante, meus compatriotas norte-americanos, em sua maioria, descartavam o terrorismo como um Problema Chato dos Estrangeiros. Não consegui despertar interesse pelo manuscrito em nenhuma editora dos Estados Unidos.

Em pouco tempo, essas duas fontes de desincentivo desapareceram. Minhas vendas melhoraram. Depois do 11 de Setembro, os norte-americanos ficaram muito interessados no terrorismo, para dizer o mínimo. Por isso, durante anos após a calamidade em Nova York, fui obrigada a manter o romance na gaveta, porque um livro que tratasse dessa questão com um toque de leveza seria considerado de mau gosto.

Mas o tabu parece haver chegado ao fim. As sensibilidades se robusteceram. Tenho esperança de que este romance — cujos temas só se tornaram mais contundentes desde que ele foi escrito — possa agora ser lançado sem causar melindres. Apesar de revisado com o olhar frio da distância, o livro está sendo publicado mais ou menos como o escrevi originalmente, com um pequenino e irresistível acréscimo no epílogo, que os leitores reconhecerão de imediato.

*Nota da autora em A nova república. Leia um trecho do romance que acaba de ser publicado no Brasil:

testeTempo de Flip

Lionel Shriver Jennifer Egan

O celular não pega. As ruas são confusas e andar é um perigo — quando finalmente é possível se equilibrar nas pedras centenárias que pavimentam Paraty, está na hora de ir embora. Todo ano é a mesma história, e sempre voltamos todos, mais ou menos ali pelo sétimo mês do ano, à próxima Festa Literária Internacional de Paraty. Para as duas escritoras que assessorei no evento, veteranas em festivais de literatura mundo afora, a Flip também deixou saudade.

A norte-americana Lionel Shriver, criadora do psicopata que assombra mães no mundo inteiro em Precisamos falar sobre o Kevin, não esquece a Flip 2010 — “a melhor festa literária de que já participei, com toda franqueza”, derramou-se em artigo escrito para o Blog da Intrínseca.

Dois anos depois, a Pulitzer de Literatura Jennifer Egan também se rasgou em elogios em uma mensagem para o nosso editor: “foi o ponto alto de 2012”. Naquele ano ela viajou o mundo com seu premiado A visita cruel do tempo — não é pouco. Veio com as crianças e o marido, bateu papo com o ídolo Ian McEwan e ouviu dele que Caixa preta, conto de Egan escrito para o Twitter, era a obra mais sensacional daquele ano.

De volta a Paraty, com os olhos pregados no chão de pedras e a atenção voltada para nossos escritores convidados em 2014 — o romancista Joël Dicker e o ensaísta Michael Pollan —, vamos lá conversar sobre livros maravilhosos e criar lembranças inesquecíveis. Fazer o quê? É tempo de Flip!

*Por Juliana Cirne, gerente de comunicação da Intrínseca.

testeLionel Shriver apresenta “Grande irmão” aos brasileiros

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Por Lionel Shriver

Sempre penso nos brasileiros como um povo esbelto e sensual, por isso, fiquei surpresa ao saber que a obesidade é uma preocupação crescente no Brasil. A gordura parece ser o preço da prosperidade. O estranho é que, tal como acontece nos Estados Unidos, o excesso de peso entre vocês é, cada vez mais, um problema dos pobres. E isso não faz sentido, faz? Não são os ricos que podem bancar a despesa de comer mais? Minha teoria é que, muitas vezes, comer em demasia é um sinal de deficiências em outras áreas da vida — um sentimento maior de insatisfação, que pilhas de batata frita não têm como remediar.

Grande irmão é um livro sobre comida, sobre gordura — questões sociais que são também profundamente íntimas: como nos sentimos quando nos olhamos no espelho, ou quando vemos uma fotografia nossa. O juízo que fazemos sobre as pessoas, dependendo do quanto elas pesam. O romance pergunta: santo Deus, por que comer ficou tão complicado?

Passei a ter um carinho especial pelos leitores brasileiros desde que estive na FLIP, em Paraty (a melhor festa literária de que já participei, com toda franqueza), e descobri toda uma base da fãs da qual eu não tinha conhecimento. Fiquei sem jeito com a grande generosidade de todos. Eu sempre me impressiono com os leitores estrangeiros, que se dispõem alegremente a dar um salto da imaginação para um romance que se passa em outro lugar. Portanto, em Grande irmão, sejam bem-vindos ao Iowa, o “celeiro” do centro-oeste americano, a pátria da glucose de milho, com seu notório alto teor de frutose. Mas não recomendo a leitura desse livro, em particular, acompanhada de um cremoso brownie. De preferência, deve-se ter à mão um desolador potinho de queijo cottage de baixa caloria e uma bolacha de arroz.

Tradução de Vera Ribeiro

 

testeEstante Intrínseca – Lançamentos de Maio

5/5 – Memórias de um vendedor de mulheres, de Giorgio Faletti — Em seu novo livro, o, fenômeno mundial da literatura italiana contemporânea Giorgio Faletti recria as insanas noites milanesas da década de 1970 sob a perspectiva de Bravo, um negociante de mulheres. Entre cabarés e cassinos clandestinos, este homem enigmático compartilha suas noites em claro com mulheres desesperadas, viciados e membros da máfia. Dotado de avidez, rancor e cinismo — as três características que julga fundamentais para a função que exerce —, Bravo não questiona seus atos até que eles o levam a viver um pesadelo: ser caçado pela polícia, pelo crime organizado e pelos militantes das Brigadas Vermelhas. Falleti também é autor dos best-sellers Eu mato e Eu sou Deus.
Leia o primeiro capítulo.

12/5 – No jardim das feras, de Erik Larson — Em 1933, o professor William E. Dodd, da Universidade de Chicago, é convidado a assumir a embaixada dos Estados Unidos na Alemanha de Hitler. Sem experiência diplomática, ele se muda para Berlim acompanhado pela mulher e pelos dois filhos adultos Bill Jr. e Martha — uma jovem que se envolve com alguns homens do Terceiro Reich, como o primeiro chefe da Gestapo, Rudolf Diels. A partir da perspectiva dessa família norte-americana — registrada em documentos oficiais e em diários —, o mestre da narrativa de não ficção Erik Larson reconstituí a crescente tensão em Berlim e a intimidade de personagens históricos como Göring, Goebbels e o próprio Hitler.
Leia o primeiro capítulo.

21/5 – Tempo é dinheiro, de Lionel Shriver — Shep Knacker sempre economizou para a “Outra Vida”: um retiro idílico no Terceiro Mundo onde a correria da cidade grande seria substituída por tempo livre e horas de sono suficientes. Quando ele vende sua empresa e a realização de seu sonho parece próxima, sua mulher descobre que está doente e os custos incrivelmente altos do tratamento consomem, diariamente, suas economias. Em uma pesada crítica aos sistemas de saúde, a premiada escritora Lionel Shriver — autora de Precisamos falar sobre o Kevin, O mundo pós-aniversário e Dupla falta se atreve a fazer a temida pergunta: quanto custa a vida de uma pessoa?
Leia o primeiro capítulo.

Ficção para jovens

2/5 – Parasita vermelho, Andrew Lane — Na segunda aventura da série, o jovem Sherlock Holmes atravessa o oceano em direção à misteriosa América e a uma trama mortal. Leia mais
Leia o primeiro capítulo.

7/5 – O filho de Netuno, de Rick Riordan – Na aguardada continuação de O herói perdido, Percy Jackson desperta sem memória, agarrado apenas às lembranças de sua namorada, Annabeth, e a uma certeza: os dias de jornadas e batalhas não terminaram. Leia mais.
Leia o primeiro capítulo

testeAs melhores redes sociais sobre cinema

Não é ótimo quando se consegue juntar duas coisas de que se gosta muito? Quem é fã de literatura e de cinema, por exemplo, sabe como é bom quando um livro ganha adaptação cinematográfica. Recentemente, o premiado romance de Lionel Shriver, Precisamos falar sobre o Kevin, chegou à telona, a exemplo de outros títulos, como Bilionários por acaso: a criação do Facebook, thriller de Ben Mezrich que inspirou o premiado A Rede Social; Um dia, em que Anne Hathaway e Jim Sturgess interpretam o inesquecível casal Emma e Dexter criado por David Nicholls; e a SagaCrepúsculo, cujo quinto filme, Amanhecer – Parte 2, será lançado ainda neste ano. Com informações técnicas sobre as produções e as opiniões dos espectadores, as redes sociais sobre cinema são muito úteis tanto para escolher o que assistir quanto para conhecer pessoas que curtem o mesmo tipo de filme que você. Compartilhamos abaixo a lista feita pelo site Youpix com as melhores redes sobre o assunto:

FLIXSTER – É uma das maiores que existe no segmento. Nela é possível conferir as opiniões de quem já assistiu ao filme, além de indicações de novas produções.

GET GLUE – A rede mais popular no Brasil extrapola o cinema e abarca cultura pop em geral. É possível fazer um check-in do que está lendo/assistindo/ouvindo e pronto!  Já vai dar para todo mundo saber o que você está curtindo no momento.

ICHECKMOVIES – O Icheckmovies gira em torno de listas.  A pessoa escolhe a lista dos filmes que quer ver — as opções são muito completas, como “todos os filme vencedores do Oscar” — e depois marca os que assistiu. Também é possível criar suas próprias listas. A intenção é que, com base nos filmes marcados, seja possível encontrar outras pessoas com gostos parecidos.

MUBI – Essa é especializada para quem gosta de filmes alternativos. Assim como nas outras redes, também é possível dar nota, escrever críticas, ler sinopses etc. Mas a grande sacada do Mubi é a transmissão de filmes via streaming.