teste“Por trás de seus olhos” vai virar série na Netflix

Com os mesmos produtores de The Crown, o livro Por trás de seus olhos, de Sarah Pinborough, será adaptado para uma série de seis episódios na Netflix! Steve Lightfoot, de Justiceiro, e Angela La Manna, de Hannibal, estão responsáveis pelo roteiro. Não foi divulgada a data de lançamento, mas as filmagens estão previstas para iniciar ainda em 2019.

A história acompanha Louise, uma mãe solteira presa à rotina da vida cotidiana. Em uma rara saída à noite, ela conhece um homem no bar e se deixa envolver. Quando descobre que seu novo – e casado – chefe é o homem do bar, os dois passam a ter um caso. Depois de uma série de encontros infelizes, Louise acidentalmente se torna amiga da esposa do chefe. À medida que conhece mais o casal, Louise percebe que algo naquele casamento está muito errado e começa a duvidar de que a relação é somente entre os três.

Mas Por trás de seus olhos não se parece com nenhum livro que já tenha passado por suas mãos. O best-seller do Sunday Times e do The New York Times não só reinventa o tradicional triângulo amoroso, como o vira do avesso e de ponta-cabeça, numa trama “com tantos jogos mentais que você vai começar a se perguntar se esse triângulo tem mesmo três lados”, como destaca Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros.

 

 

 

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teste5 livros com finais surpreendentes

É sempre uma sensação agradável chegar ao final de um bom livro. Mas há leitores que gostam mesmo de histórias com grandes reviravoltas e que os deixam pensando no que aconteceu por dias (ou anos). Pensando nisso, separamos cinco livros que vão surpreender você até a última página:

Garota exemplar: Como não mencionar o livro com um dos finais mais surpreendentes dos últimos anos? A narrativa não linear de Gillian Flynn se alterna entre duas perspectivas opostas e conflitantes, construindo uma atmosfera dúbia, capaz de fazer o leitor mudar de opinião sobre o casamento de Nick e Amy a cada capítulo. Tudo culminando em um final perturbador.

Matéria escura: Um professor de física é raptado e acorda em uma realidade que parece outra versão da sua vida: sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor, ele é um gênio da física quântica. Preso em um laboratório, ele precisa descobrir como retornar para a família que tanto ama e para tudo que conhece por realidade. Um thriller de ficção científica irresistível sobre escolhas e caminhos não tomados que o fará questionar o que você seria capaz de fazer para recuperar sua vida.

Pequenas grandes mentiras: Todos sabem, mas os culpados ainda não foram nomeados. Enquanto um misterioso incidente se desdobra nas páginas do livro de Liane Moriarty, acompanhamos três mulheres que aparentemente levam uma vida perfeita em uma cidadezinha da Austrália. Madeline é forte e passional, Celeste é dona de uma beleza estonteante e Jane é tímida e enigmática. Os filhos dessas três mulheres estudam na mesma escola, onde acontece uma misteriosa tragédia que as envolve. Violência doméstica, estupro, bullying e a pressão que as mães sofrem são alguns dos temas abordados na história.

Quem era ela: É preciso responder a uma série de perguntas, passar por um criterioso processo de seleção e se comprometer a seguir inúmeras regras para morar no nº 1 da Folgate Street, uma casa linda e minimalista, uma obra-prima da arquitetura em Londres. Jane não consegue resistir aos encantos da casa, mas, pouco depois de se mudar, fica sabendo da morte trágica da inquilina anterior. Há muitos segredos por trás daquelas paredes claras e imaculadas. Com tantas regras a cumprir, tantos fatos estranhos acontecendo ao seu redor e uma sensação constante de estar sendo observada, o que antes parecia um ambiente tranquilo na verdade se mostra ameaçador.

Por trás de seus olhos: Mesmo em uma lista de livros com finais surpreendentes, detalhar qualquer elemento da reviravolta de Por trás de seus olhos é estragar talvez o maior plot twist literário que você ainda não leu. Tudo que podemos falar é que a ideia de um triângulo amoroso nunca mais será a mesma depois desse livro.

testeCrimes de paixão: a construção de Por trás de seus olhos

Entrevistamos a autora de Por trás de seus olhos, o livro mais surpreendente do ano.

Por André de Leones*

 

Sarah Pinborough

Jornalistas adoram rótulos. Ainda que Rebecca, romance de Daphne Du Maurier, tenha sido lançado em 1938 (e adaptado para o cinema dois anos depois por ninguém menos que Alfred Hitchcock, em um longa que faturou o Oscar de Melhor Filme), deram um jeito de apelidar os recentes thrillers psicológicos, narrados por personagens femininas nada confiáveis e coroados por reviravoltas incríveis, de Grip-Lit (ou gripping psychological thrillers). É onde se encaixam obras como Garota exemplar, de Gillian Flynn, e Por trás de seus olhos, romance de Sarah Pinborough que vem cativando muito leitor calejado com sua narrativa escorregadia, cujo desfecho, mais do que imprevisível, é fantasticamente perturbador — aliás, escrevemos sobre o livro aqui.

Nascida em 1972, na pequena cidade de Milton Keynes, a uns setenta quilômetros de Londres, Pinborough já tinha uma carreira estabelecida como autora de ficção young adult, fantasia e terror antes de investir no (vá lá) gênero Grip-Lit. Deu muito certo: Por trás de seus olhos chegou sem demora às listas dos mais vendidos e vem sendo traduzido e lançado em dezenas de países. Uma adaptação para cinema ou TV não deve demorar. Foi com simpatia e bom humor que ela cedeu a entrevista que se segue, na qual fala um pouco sobre a escrita do livro, as circunstâncias em que bolou seu desfecho marcante, os próximos planos e outras coisas.

 

Li que Por trás de seus olhos tem elementos autobiográficos. Isso é verdade? Se for, em que sentido?

Sarah Pinborough: Não há tantos [elementos autobiográficos] assim! Mas, como mulher solteira na casa dos quarenta, fui estúpida o bastante para ter aquele caso equivocado e estranho (no romance, a personagem Louise se envolve com seu chefe, David, um homem casado). E eu bebo vinho branco e tenho um cigarro eletrônico. Mas as semelhanças param por aí!

 

A primeira coisa que chamou a minha atenção foram as vozes dos personagens. Você realmente fez um ótimo trabalho ao distinguir essas vozes, o que é imprescindível para que o romance funcione apropriadamente. Como foi o processo?

SP: Ah, obrigada! Eu realmente não levo as vozes tão em conta, mas, considerando que havia duas narradoras principais em primeira pessoa, ambas mulheres, quis diferenciá-las da melhor maneira possível. Adele é uma pessoa bastante meticulosa e controlada e eu tentei fazer com que sua linguagem refletisse isso, enquanto que Louise, que Deus a abençoe, é mais dispersa, bagunçada, então seus pensamentos expressam isso. Mas, acima de tudo, assim que você conhece o personagem, a voz dele simplesmente aparece — ainda que isso soe um pouco pretensioso.

 

Além de ser um thriller psicológico, o romance explora temas importantes como atração, infidelidade, ciúmes etc. Na verdade, se esses temas não fossem abordados de forma realista, o suspense e as reviravoltas não seriam tão impactantes. Você tinha a intenção de abordar esses temas desde o começo?

SP: Sim, sem dúvida. Eu realmente queria escrever sobre um caso amoroso e todos os pormenores e emoções que vêm à tona, e quis brincar com o estereótipo da amante mais jovem e bonita, por isso era importante Adele ter uma beleza mais padrão. Acho que, no mundo moderno, com todos tão conectados via redes sociais, celulares e e-mail de uma forma que não éramos há vinte anos, é bem mais fácil sermos atraídos pela infidelidade. A maioria dos relacionamentos começa com as pessoas dizendo que jamais voltarão a trair e quase sempre termina porque alguém fez isso, e então eu quis explorar esse mundo.

Você também escreve para a televisão. Esta experiência influencia seu trabalho como romancista?

SP: Por certo me ajudou nos diálogos. Além disso, na televisão e no cinema cada cena tem um propósito a cumprir — tem que conduzir a história de alguma forma —, então eu continuo tentando trazer isso para a escrita dos meus romances. Nem sempre funciona — é muito mais fácil pesar a mão num romance que num roteiro para a TV.

 

Adele e Louise são fascinadas uma pela outra. É justo dizer que esse fascínio transcende o personagem masculino, de tal forma que David é meramente instrumental? Ele, por exemplo, não tem uma voz.

SP: Sem dúvida. Descobri pela minha própria experiência e pelas experiências de amigos que, se uma mulher dorme com um homem casado, ela quase sempre fica fascinada pela esposa, e a esposa, pela amante, e o homem se torna quase irrelevante. Mulheres foram condicionadas por séculos a competir umas com as outras, e todas pensamos que as outras são melhores nisso de “ser mulher”. Nós constantemente nos comparamos com outras mulheres e nos achamos inferiores. Sobretudo quando somos jovens. Eu quis explorar esse fascínio. É um livro mais sobre elas do que sobre ele, ainda que seja ele quem as aproxime.

 

Como você vê o desenvolvimento e o protagonismo de personagens femininos na literatura contemporânea, especialmente em thrillers?

SP: É realmente incrível como personagens femininas passaram ao primeiro plano e deixaram de ser algo mais do que apenas calculistas ou vítimas. Amo Rebecca, de Daphne Du Maurier, e penso que Amy, de Garota exemplar, abriu a porta para que nos thrillers as mulheres possam ser mulheres, boas e más, e assumam o lugar central. Não sei quanto tempo a bolha Grip-Lit vai durar, há tantos livros desse gênero já publicados, mas estou curtindo, e espero que ela tenha mudado para valer a maneira como escrevemos sobre mulheres na literatura policial.

 

Você poderia, por favor, falar um pouco sobre como surgiu a ideia para o final? Quer dizer, você já começou a escrever o romance sabendo como ele terminaria?

SP: Eu com certeza já tinha o final em mente antes de começar. Sabia que queria escrever um thriller sobre um affaire, algo claustrofóbico e com uma pegada Polanski/Hitchcock, mas não conseguia encontrar algo, uma ideia, que não parecesse corriqueira. Comecei a me sentir bastante frustrada, então fui a um bar, pedi uma taça de vinho, abri o notebook e passei a rascunhar meus personagens: quem eram, o que acontecia com eles – e então foi como se uma lâmpada se acendesse, o momento em que pensei “E se?”, e foi isso. O fim estava lá.

 

Li que você mora em Milton Keynes. Não sei se você curte futebol (caso não curta, apenas ignore isto), mas, como torcedor do Liverpool, gostaria de agradecer o Milton Keynes Dons por destroçar o Manchester United na Copa da Liga anos atrás. Aquilo foi quase tão emocionante quanto Por trás de seus olhos.

SP: (Risos.) Vai, Dons!

 

Para terminar, você poderia dizer o que vem a seguir? Está trabalhando em algum novo projeto?

SP: Estou trabalhando em outro thriller que se concentra em personagens femininas e tem uma reviravolta, mas é bem diferente de Por trás de seus olhos. Estou bastante satisfeita com ele, que será lançado em maio do ano que vem. Não sei ao certo se posso dizer qual é o título, então não vou revelar!

 

*André de Leones é autor do romance Abaixo do paraíso, entre outros. Página pessoal: andredeleones.com.br.

testeNão confie em ninguém

Sarah Pinborough edifica um suspense conduzido por personagens escorregadios até um desfecho imprevisto e perturbador.

Por André de Leones*

 

Vou confessar uma coisa para vocês: não é nada fácil escrever sobre um livro como Por trás de seus olhos. É que existe essa ameaça constante de incorrer em spoilers, a empreitada se transforma em um passeio por um campo minado e a qualquer momento este texto pode ir pelos ares, despedaçado por uma revelação tão inadvertida quanto indesejada. Assim, prometo que tomarei bastante cuidado. Se alguém aí ouvir um clique, sugiro que feche o navegador, saia correndo para a livraria mais próxima e compre um exemplar. É a melhor forma de se proteger.

Com esse espírito sobressaltado, primeiro discorrerei sobre a maneira como a autora Sarah Pinborough estruturou seu suspense psicológico (adiantando que poderia me referir a ele de uma maneira mais acurada, mas até mesmo isso seria proibitivo, pois revelaria um dos desdobramentos mais bacanas – e inesperados – do romance). Em seguida, falarei um pouco, e só um pouco mesmo, sobre os personagens e o enredo. Por fim, direi algumas coisinhas acerca da engenharia intrínseca a histórias desse tipo, cujas reviravoltas são tão fantásticas que o leitor se sente vitimado por uma cama de gato muito bem armada – e, o que é melhor, gosta disso.

Para começo de conversa, ressalto que Pinborough estruturou o romance alicerçada pela menos confiável das pessoas: a primeira. Mais do que isso, ela recorre não a uma, mas a duas primeiras pessoas. E, além delas, há ainda uma série de flashbacks em terceira pessoa, que enfocam eventos cujos detalhes são revelados ou, antes, obscurecidos a fim de incrementar a linha narrativa. Nesta, aliás, temos um “fim e um começo agora eternamente entrelaçados”, e a única coisa que posso dizer sem estragar a(s) surpresa(s) é: desde a estrutura do romance até o que os protagonistas dizem uns para os outros e para si, não confie em ninguém e mantenha os olhos bem abertos.

Citando outro trecho do romance, os laços que envolvem os personagens “parecem feitos de arame farpado”. Para onde quer que o leitor olhe, há pessoas que “transbordam de segredos”. E é impossível não olhar de perto, pois desde o começo as narradoras nos intimam a acompanhar as respectivas versões do que acontece. Elas são Louise, uma mãe divorciada que trabalha como secretária em uma clínica particular, e Adele, lindíssima, esposa de um psiquiatra chamado David, com quem acabou de se mudar para Londres e mantém uma relação tão complicada quanto intrigante – afinal, quem controla quem? E por quê? Louise e David se conhecem por acaso e acabam se envolvendo. Por sua vez, Adele se aproxima da amante do marido, estabelecendo uma amizade sem que ele saiba, e coloca em andamento um plano que… melhor parar por aqui.

A engenharia capaz de colocar de pé um edifício narrativo como Por trás de seus olhos é das coisas mais legais para se atentar, e por uma série de razões. Mais do que expor, sonegar e/ou controlar o fluxo de informações, a autora tece por meio de seus personagens uma rede de segredos e mentiras que engolfa os leitores. A gente se vê devorando uma página após a outra, correndo não só em direção ao desfecho e suas revelações (no plural mesmo, pois são várias), mas, também e acima de tudo, a uma reviravolta em particular, daquelas capazes de dar outro significado a todo o resto. É a tal cama de gato de que falei.

Pensem no conteúdo daquela caixa ao final de Seven saltando para nos assombrar ou, para usar um exemplo literário, nas coisas que descobrimos sobre a Garota exemplar, de Gillian Flynn. São livros diferentes, é claro, mas é possível encontrar similaridades estruturais entre eles, no modo como as vozes narrativas e os pontos de vista (inclusive por serem tão pouco confiáveis) brincam com as nossas expectativas. Em suma, Por trás de seus olhos tem cores sombrias, arquitetura labiríntica e corredores que nos levam a ambientes imprevistos. Vocês não gostariam de viver nesse edifício, mas o tour vale muito a pena.

>> Leia um trecho de Por trás de seus olhos

 

André de Leones é autor do romance Abaixo do paraíso, entre outros. Página pessoal: andredeleones.com.br.

testeLançamentos de agosto

 

Confira as sinopses dos lançamentos do mês: 

Meu livro. Eu que escrevi, de Duny — Duny é uma celebridade de alcance mundial, rainha das grosserias e desbocada. Estrela da websérie Girls in the House, criada por Raony Phillips, Duny lança uma autobiografia recheada de ironia, lacres e histórias divertidas sobre a sua busca desesperada pela fama. [Leia +]

 

Os 27 crushes de Molly, de Becky AlbertalliDa mesma autora de Simon vs. a agenda Homo Sapiens, o livro conta a história de Molly, uma garota que já viveu muitas paixões, mas só dentro da própria cabeça. Aos 17 anos, ela acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que Molly precisa ser mais corajosa, a garota não consegue suportar a ideia de levar um fora. Então, age com muito cuidado. Para ela, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas. [Leia +]

 

Hoje vai ser diferente, de Maria Semple A vida de Eleanor está uma bagunça, e ela sabe que a culpa é toda dela. Só que hoje ela vai ser uma pessoa melhor e vai fazer diferente. Mas antes mesmo de começar, a vida já lhe dá uma rasteira, e a força a abandonar suas humildes ambições e acordar para um novo e inesperado futuro. Uma história hilária e otimista sobre uma mulher que acorda determinada a ser a melhor versão dela mesma. [Leia +]

O livro vai ser adaptado como minissérie para a HBO com Julia Roberts no papel principal.

 

 

Fantasma, de Jason ReynoldsFantasma é um garoto que sempre soube que correr era o seu forte, mas nunca levou a atividade muito a sério. Até que, certo dia, ele disputa uma corrida contra um dos melhores atletas de uma equipe que está treinando na pista de atletismo do parque. E vence. O treinador quer ele entre para a equipe de qualquer jeito. O problema é que Fantasma tem muita raiva dentro de si e também um passado que tenta desesperadamente deixar para trás.

Finalista do National Book Award de 2016, um dos prêmios literários de maior relevância no mercado, Fantasma aborda com leveza temas como bullying, representatividade, invisibilidade social e racismo. [Leia +]

 

O curso do amor, de Alain de BottonRabih e Kirsten se conhecem e logo se apaixonam. Eles se casam, têm filhos. A sociedade nos faz acreditar que esse é o fim da história, quando, na verdade, é apenas o começo. Em seu retorno à ficção, o filósofo Alain de Botton discute, através da história de Rabin e Kirsten, as complexidades de um relacionamento amoroso duradouro. Um livro extremamente provocativo e verdadeiro para todos que acreditam no amor.  [Leia +]

 

Por trás dos seus olhos, de Sarah PinboroughLouise é mãe solteira, trabalha como secretária e está presa à rotina. Em uma rara saída à noite, ela conhece um homem no bar e se deixa envolver. Embora ele se vá logo depois de um beijo, Louise fica muito animada por ter encontrado alguém.

Ela só não esperava que seu novo e casadíssimo chefe seria o homem do bar. Apesar de ele fazer questão de logo esclarecer que o beijo foi um equívoco, os dois passam a ter um caso. Em uma terrível sequência de erros, Louise acaba ficando amiga da esposa do amante. E, se você acha que sabe para onde esta história vai, pense de novo, porque Por trás de seus olhos não se parece com nenhum livro que já tenha passado por suas mãos. [Leia +]

 

A grande saída, de Angus Deaton Vencedor do Prêmio Nobel de Economia, o economista Angus Deaton, um dos maiores especialistas em estudos sobre pobreza, apresenta um estudo que analisa por que as desigualdades ainda são tão presentes no cenário global e examina os padrões históricos e atuais por trás das nações ricas e com boas condições de saúde. [Leia +]