testeOs finalistas da Intrínseca no Prêmio Jabuti 2017

O Jabuti, principal premiação literária do país, divulgou os finalistas das 29 categorias deste ano. Pela primeira vez, a Intrínseca tem três livros na disputa. A obra Enquanto houver champanhe, há esperança: Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral, do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, concorre na categoria biografia. Já Como matar a borboleta-azul: Uma crônica da era Dilma, da economista e professora Monica de Bolle, foi selecionado na categoria economia, administração, negócios, turismo, hotelaria e lazer e Pó de lua nas noites em claro, segundo livro de , concorre entre os melhores de 2017 na categoria ilustração.

A cerimônia que revelará os vencedores do Jabuti 2017 acontecerá em 30 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Confira a lista completa dos indicados no site do Prêmio Jabuti.

testeDiga-se de passagem

 

Quando eu era criança, sonhava ser atriz.

Essa vontade durou até um pouco depois da infância, não pelo desejo da fama ou pela glória diante de todos — talvez até fosse secreta e inconscientemente. Eu era tão tímida que talvez desejasse ver a fama cuidando do trabalho de fazer amizades por mim, mas apenas por um grande motivo: eu queria ter a possibilidade de viver várias vidas numa só.

Uma atriz quase literalmente incorpora diversas pessoas ao longo da sua — curta demais, por que a vida é tão fugaz? — existência. E isso parecia a solução perfeita para o fato de que, sim, eu seria uma só, com uma vida só, com escolhas mutáveis e as assustadoramente definitivas.

Monótono, igual, previsível, eu achava.

Via os atores mirins, os da minha época: Macaulay Culkin, Elijah Wood, Mara Wilson, todos os Batutinhas ou os maravilhosos do Castelo Rá-Tim-Bum apareciam de repente com outras roupas, em outros filmes ou sendo entrevistados em programas de auditório com um novo jeito de falar, andar, olhar, outro cabelo… Eram outras pessoas. Tinha de fato algo de mágico ali, e, nossa, eu os invejava de todo o coração.

Invejava também as aventuras que viviam: florestas geladas, fugas com cachorros, magia, perigo — com a certeza, obviamente, de que tudo daria certo — e uma vida emocionante. Tudo aquilo, até certa idade, era real para mim. Quando entendi que era atuação, trabalho, luz, câmera, ação, eu achava que fingir já estava ok. Tudo bem, aceito. Confesso que me conformei rapidamente. Melhor isso do que a previsibilidade da vida normal, eu achava. Em outras palavras, melhor isso do que uma vida só.

Até fiz um tempo, maravilhoso, de teatro, que ajudou a me encontrar como gente, mas não segui em frente. A vida me levou por outros caminhos e fui para a plateia mesmo, que é um lugar brilhante. A plateia do teatro, do cinema ou a cadeira de casa, onde abrimos um bom livro e somos transportados para longe.

Gosto de ser plateia. Adoro ser leitora. Sempre gostei de ler. Assistir é bom.

Mas cá estou eu aqui, neste momento, escrevendo, não lendo.

De repente percebi que escrevo.

Hoje em dia, talvez, tanto quanto ou mais do que leio, sinceramente. Escrevo e escrevo e escrevo histórias, poesias, pensamentos, esta coluna…

…Escrevo a minha única vida.

Do dia para a noite você não é mais aquela criança sonhando com aventuras em florestas mágicas, mas uma bem crescida criatura vencendo a selva. Do mundo e da sua própria alma, diga-se de passagem.

Ei, você, me leu? Diga-se de passagem!

Estamos aqui de passagem.

Imaginemos agora uma estação de trem. Milhares de pessoas apressadas indo e vindo, entrando e saindo… O que guardam nas mãos e nos bolsos? Passagens. Nos aeroportos, milhares de passagens. No meu relógio mais velho que a fome, o tempo também está de passagem. E como passa depressa!

Não mais que do dia para a noite, eu me percebo vivendo, como previa, uma vida só. E normalmente minhas passagens são só de ida — poucos passos na vida real têm um retorno —; raro ser ida e volta. Mas as voltas existem. Claro, graças a Deus elas existem. Mas as voltas, a palavra já fala por si só, já foram a algum lugar. Então trazem o cheiro do vento, a marca do sol, a poeira nos pés, a memória de onde foi. A volta, afinal, foi a algum lugar, e nunca voltamos os mesmos quando vamos a algum lugar.

Gente, até as voltas já passaram.

Mas, reconheço, estar de passagem tem a sua maravilha: estamos magicamente em transformação.

Uma espécie de mutação constante que às vezes evolui e outras retrocede, verdade, mas é dinâmica, viva, nunca parada… Sempre e sempre

de passagem.

A vida até me deu hoje amigas atrizes. Brilhantes atrizes! Adoro assisti-las porque sei como são na vida real e isso tem um gosto bom; volto à minha infância. Acho fantástico observar aquela pessoa normal que almoça comigo segurando uma espada, travando batalhas com um amor proibido, vivendo outra vida. Acho o máximo.

Eu na plateia, elas em cena.

Quando a cena acaba, somos todos “povo 1”, “multidão 3” ou “transeuntes da rua 4” mesmo. Pela rua, em casa, vivendo a passagem da vida normal.

Elas e eu. E você, caro leitor.

Saí dos palcos, dei um jeito de escrever. O que me tira da “total plateia”, talvez?

Escrevo um papel e ao vento também. Todos os dias, quando acordo, escrevo sem papel o roteiro do dia, na verdade dos próximos segundos do dia, e eles normalmente não obedecem ao que está no script. Os atores da nossa “uma vida só” são demasiadamente livres, criativos e surpreendentes para se deixarem guiar por um roteiro, ainda que ele seja fantástico, porque vão dar um jeito de inventar um ainda mais mirabolante, inimaginável, surpreendente. E bota surpreendente nisso!

Nossa vida está de passagem; estamos passando, sim. Somos passageiros de um trem sem destino certo. O destino: mistério. O caminho: aventura, drama, romance e, por favor, grandes doses de fé e coragem.

As aventuras do meu hoje em dia superam — ô, como superam — a emoção daquelas histórias fantásticas do cinema.

Diga-se sempre: estou de passagem! Diga-se de passagem.

E tudo ganha vida própria. Muito mais de mil vidas numa só.

Acho que perdi a inveja dos meus queridos atores mirins.

Do fundo do meu coração.

testeO cheiro do cheiro é de saudade

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Tenho uma amiga querida com um estranho dom para cheiros peculiares. Nunca soube de fato distinguir se isso era fruto de um olfato aguçado, de uma imaginação fértil ou das duas coisas. Por exemplo: “cheiro de retiro”, “cheiro de cavalo de Glória” — o que dizia respeito aos cavalos que ela cavalgava em Glória do Goitá, um município de Pernambuco —, “cheiro de frio” ou até “cheiro de gato depois de tomar banho”. Sempre me diverti muito com essas associações que ela faz, de repente, do nada, em contextos inusitados.

Não vou negar, contudo, que guardo em segredo alguns cheiros de coisas específicas também. Ontem consegui um tempo para caminhar no parque umas três e meia da tarde. Durante a caminhada, passei por uma mangueira aberta aguando a grama seca pelo verão intenso. O cheiro era de bolo de terra. Automaticamente, fui transportada para minha infância no interior, na casa de minha avó, quando fazia uma verdadeira papa de terra que me lembrava brigadeiro de colher. O cheiro da terra quente do sol molhada por mim era exatamente aquele: cheiro de bolo de terra. Começo a rir sozinha, lembrando minha amiga a quem amo tanto e que alarga meu sorriso. Continuo a caminhada, agora invadida por diversas pequenas lembranças esquecidas.

Termino a caminhada e saio do parque para o meio da rua. Nesse instante o cheiro é de fim de ano, composto por uma mistura de tinta fresca, pano molhado — provavelmente tapetes lavados estirados na janela —, gás carbônico — porque o trânsito enlouquece a partir de dezembro, e cada carro deve criar mais dois na garagem durante a calada noite, só pode ser — e doces. Sinto um cheiro atípico de doces no ar. A essa altura, já estava divagando sobre o poder de teletransporte que têm os cheiros.

Minha tia Lourdes tinha cheiro de pano guardado, mas gostoso. Às vezes, cheirava a mingau. Tia Nevinha tinha cheiro de perfume forte com adição de livros e rua. Meu avô tem cheiro de dinheiro e graxa, normalmente. Ele tem uma vendinha de autopeças. Minha mãe tem cheiro de madeira e banho. Às vezes, flores e banho — depende do produto que está usando nos cabelos. O interior tem cheiro de terra seca com folhas se acabando. Domingo tem cheiro de missa, e missa tem cheiro de incenso com famílias e seus diversos odores. Algumas vezes, na rua, quando sinto cheiro de chocolate quente ou bolo saindo do forno, sinto cheiro de Espanha.

O cheiro vem de fora e entra completamente em nós, ativa todos os sentidos. Penso que ele nos teletransporta tão rapidamente porque é uma das conexões mais intrínsecas, mais íntimas, que temos com as coisas e as pessoas ao redor. Essa conexão crava na memória porque entra, toca dentro de nós, organicamente. O cheiro de alguém ou de algum lugar nos faz sentir que estamos perto dele de novo, ou naquele lugar outra vez, se fecharmos os olhos.

O cheiro do cheiro, portanto, é de saudade.

Ela também vem de fora e entra completamente em nós, só porque estamos passando desprevenidos.

A saudade boa, a que dói, a que se quer esquecer, volta com o olfato. Ela reescreve páginas apagadas, dias deixados no passado, pessoas deixadas de lado e aquelas que permaneceram.

Só sente cheiro de saudade quem degusta o tempo com todos os sentidos que ele traz.

 

E deixa que ela entre

com toda a baderna que faz,

com todo os gostos que tem.

E permite sentir como aquele cheiro

faz bem

e tantas vezes faz mal

também.

testeEnquanto o asfalto ainda está quente

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Liga o toca-fitas. Coloca um rock antigo. Se joga na estrada que o asfalto ainda está quente, não dá pra sentir? Tira os sapatos que dá. Eu só dirijo descalça.
Por isso meus sapatos são facilmente tiráveis,
assim como deveriam ser meu medo da chuva, minha cautela exagerada, minhas previsões erradas, minhas caras lavadas de sereno quando escurece e o asfalto perde o quente.
Perde para o calor que bate na alma, num fim de tarde de inverno. Quando em silêncio escuto uma música, namoro a janela
e me sinto eterno.
Também não gosto muito do freio. Nem de nada freia a gente, por isso eu ouso um novo antigo, muito antigo, de abrir a mente, segurar o quente.
Mas é claro que falo do amor, é ele somente
que eterniza as tardes de inverno. Diviniza as noites de inferno.
Aumenta o volume do rock antigo, quem sabe ele não fala mais alto que as más lembranças e embala em boa melodia as belas esperanças.
Cantarola alto como se a gente não morresse, como se você não fosse.
Lá se vai o Sol por entre duas colinas cheias de cana-de-açúcar:
o dia seguinte vai ser doce!
Coloca um jeans jogado se aproveita do amor enquanto ele ainda está quente. E sereno.
Se eu fosse um chão, seria estrada. Se um adjetivo, alada, mas sempre descalça para não estranhar a dureza do asfalto.
E amaria o silêncio nas madrugadas de verão.
Viajaria
com o pensamento preso
no sonho mais alto.

Clarice.

testeTurnê Poética em Brasília

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Pedro Gabriel e Clarice Freire, autores de Eu me chamo Antônio e Pó de lua estiveram em Brasília no dia 08/10, como parte da Turnê Poética. Os autores conversaram com os leitores e falaram sobre seus novos livros, Ilustre Poesia e Pó de lua nas noites em claro.

Confira as fotos do evento!

testeNão acredito em impossíveis. Mas na poesia, sim.

Confira a visita de Clarice Freire ao Colégio Salesiano, no Rio de Janeiro.

A professora viu um livro “interessante” em cima da mesa de Jade, sua aluna. Jade emprestou o livro para a professora antes mesmo de ler. A professora gostou e resolveu adotá-lo como estudo para suas turmas, mas achava impossível uma turma inteira gostar de trabalhar poesia. Como não foi impossível e aconteceu uma — boa — surpresa, ela procurou saber quem o havia escrito. Eis que chegou um e-mail dessa professora, chamada Sandra, que me pareceu alguém que não acreditasse em impossíveis. O e-mail queria saber se eu poderia visitar a escola. Pensei “talvez seja impossível”, porque moro no Recife. O tempo passou e tive um evento marcado no Rio.

Oportunidade! Resolvi com a Intrínseca de ir um dia antes, tudo certo. Disse que sim para a professora e ela me confessou: “Mas eu achava que seria impossível!”

Cada dia acho mais que impossíveis não existem. 

Foi uma manhã inteira de autógrafos e bate-papo com os alunos mais conhecedores da minha obra em todo o Universo. Talvez me conheçam mais do que eu mesma, pensei. 

Nunca fiz uma prova sobre mim. Eles, sim. 

Em uma manhã me fizeram pensar, me emocionar, rir; me deram presentes físicos e outros que o tempo não corrói, a vida não destrói e nada pode levar. 

Queridos alunos e professores do Salesiano Rocha Miranda: muito obrigada por me mostrarem e provarem cientificamente que impossível é uma palavra pequena demais para os valentes de coração, os guardiões da arte de acreditar e, acima de tudo, para os que não têm medo de aprender.

Como disse na escola, acredito no poder revolucionário da educação, da arte, da literatura. Tudo isso salva. Que privilégio poder, de alguma forma, com o meu trabalho, participar dessa missão com vocês! Que a poesia sempre nos aqueça o coração para que ele nunca se endureça com o mundo! Obrigada mais uma vez e uma vez mais: aprendi muito com vocês.

testePor trás da poesia

POESIA

A poesia, por mais escancarada e rasgada que seja, ainda é fachada.
Disse aí acima a minha própria declaração polêmica.
Como dizer algo tão rasteiro do sagrado que é o poético?
Mas não é raso, veja bem. A palavra que é pequena, coitada, diante de mim, de nós, pouco tem. Infelizmente é preciso reconhecer que até a minha estimada, amada, palavra se parece comigo: limitada.
Um verso é só o que está por fora, o que sobrou, o que foi escolhido para tradução. Tradução de uma língua não falada. Existe um universo por trás da poesia, sabia?
Por trás da poesia há carne e osso. Alma e gosto. Desalma e desgosto.
Por trás da poesia há palavras empoeiradas que foram jogadas debaixo do tapete. Há também umas conversas jogadas fora, outras de pé do ouvido.
Há um sonho inteiro, um amor dividido.
Por trás da poesia há um filme de terror visto por uma pessoa só, de olhos fechados. O filme tem participação especial de outro, fantasioso, e uns takes de comédia.

Por detrás de cinco estrofes existe um romance de mil páginas. Barroco, moderno, policial e eterno. Um tratado, umas cartas quilométricas molhadas em lágrimas e beijinhos de batom, como aquelas feitas pelos adolescentes, dedicadas aos seus ídolos — isso ainda existe?
Escondidos na poesia existem uma criatura e as milhões que moram nela. Sangue, lágrima e coisas não substanciosas. Coisas intangíveis. Umas visões delirantes como beleza no vento, grandeza numa folha caindo amarelada, admiração por um velho de bengala atravessando a rua e carregando suas próprias compras.

Por detrás da poesia existe uma alma analfabeta.
Com esforço, ela junta as sílabas das artérias, as vogais dos olhares e as frases soltas do mundo. Com dificuldade, insere as consoantes que aprendeu na vida acadêmica e lá vem um verso tímido. E outro e outro e outro. A poesia final é como uma janela para quem está passando pela rua poder dar uma espiadela dentro da alma analfabeta e se surpreender com o que a iletrada ensina.
O universo se esconde num verso, as palavras são frágeis como o ar.
E a poesia só mostra que todo esse meu caos infinito
pode rimar.

testeLivros que você não pode deixar de conhecer na Bienal de São Paulo

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Esperamos todos vocês no nosso estande da Bienal Internacional de São Paulo (F30)! Além da chance de conhecer seus autores preferidos e de encontrar outros leitores, a Bienal é o lugar ideal para descobrir livros incríveis.

>> Veja a programação completa do nosso estande na Bienal

Confira nossa seleção de livros e autores:

 

– Jojo Moyes

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Se você gosta de romances e de personagens inesquecíveis, precisa conhecer as obras da britânica Jojo Moyes. Autora do sucesso Como eu era antes de você, que inspirou o filme protagonizado por Emilia Clarke e Sam Claflin, Jojo Moyes têm uma legião de fãs no mundo todo e outros seis romances já publicados pela Intrínseca.

 

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Coleção Como Lidar

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Sim, a vida adulta é muito difícil: repleta de contas para pagar, ansiedade com relação a aparência, relacionamentos… Mas não se preocupe, se você não sabe como lidar com os muitos problemas da vida adulta, ainda assim é possível rir um bocado deles.

A Coleção Como Lidar reúne guias simples e ultradidáticos sobre questões clássicas que atormentam uma parcela considerável dos que já atingiram a maioridade: como lidar com os encontros? Como sobreviver à ressaca? Como compreender o hipster? E como funcionam dois seres para lá de enigmáticos: o marido e a esposa?
 

– Série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares

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Com fotografias sinistras e uma narrativa emocionante, o sombrio universo criado por Ransom Riggs estreará nos cinemas no final de setembro, com direção de Tim Burton!

Biblioteca de almas, terceiro e último volume da saga, já está nas livrarias. Nele, Jacob e seus companheiros continuam empenhados na batalha pela sobrevivência dos peculiares iniciada em Cidade dos etéreos.

E tem mais! Dia 3 de setembro, dia da Fenda Temporal da srta. Peregrine, a Intrínseca lançará na Bienal Contos peculiares, o livro dentro dos livros. A coletânea de contos, citada ao longo da série, reúne histórias que os jovens peculiares escutam sua protetora contar e recontar.

 

Obras de autores que estarão na Bienal:

 

Simon vs. a agenda Homo Sapiens, de Becky Albertalli

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Simon troca e-mails anônimos com Blue. Eles são dois garotos gays que só confiam um no outro para se abrir e discutir sobre suas identidades, desejos e medos mais íntimos. Durante a troca de mensagens os dois acabam se apaixonando. O livro discute também o que deve ser o padrão. Por que a heterossexualidade é o padrão?  Por que ser branco é o padrão? Simon analisa todos esses estereótipos de um jeito sensível e perpicaz.

Becky Albertalli participa do bate-papo “A diversidade na literatura para jovens adultos” na Arena Cultural, no sábado, 3/09, às 19h. A sessão de autógrafos será no dia seguinte, ao meio-dia, em nosso estande.

 

Os Dois Terríveis ainda piores, de Jory John e Mac Barnett, ilustrado por Kevin Cornell

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A dupla mais terrível de Vale do Bocejo está de volta, e agora os dois amigos precisarão ser mais inteligentes e desordeiros do que nunca se quiserem dar fim a um vilão alérgico a brincadeiras e felicidade.

Mac Barnett participa do bate-papo “A importância da ilustração na literatura infantil: a identificação das crianças com as imagens” na quinta-feira, 1/09, às 11h, na Arena Cultural. O encontro será seguido por sessão de autógrafos.

 

Pó de lua nas noites em claro, de Clarice Freire

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Em seu segundo livro, Clarice vira a madrugada ao avesso em palavras e imagens, dedicando uma hora a cada capítulo, da meia-noite ao amanhecer. O livro alterna passagens em prosa e poesia, acompanhando sua personagem durante um longo e mágico passeio pela cidade quase deserta.

Clarice participa de sessão de autógrafos no nosso estande no domingo, 28/08, às 15h.

 

Ilustre Poesia Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel

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Desta vez, Antônio procura escapulir do confinamento nos quadradinhos de papel dos guardanapos e ganhar a liberdade. Ao mesmo tempo, explora galáxias, as profundezas do mar e os confins da terra em textos de prosa poética que podem ser lidos como uma espécie de correspondência com o personagem. O senso de humor, a irreverência e o gosto pelos trocadilhos são compartilhados por Antônio e seu poeta.

Pedro Gabriel participa de sessão de autógrafos no nosso estande no sábado, 27/08, às 15h.

 

Gentil como a gente, de Fernanda Gentil

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Com leveza e humor, Fernanda Gentil conta uma história de amores vivida por uma família singular e ao mesmo tempo igual à de todo mundo. Mocinha (ou Fernanda?) briga e, com a frequência de eclipses lunares, pede desculpas. Quando quer, sabe ser fofa. E mostra-se craque em entender as diferenças entre o feminino e o masculino, mata no peito, sai de impedimento, bota para escanteio e bate um bolão. Porque o que Fernanda mais quer é fazer e ser feliz. Sem firulas. Gentil. Como a gente.

Fernanda participa de sessão de autógrafos no nosso estande na quarta-feira, 31/08, às 18h.

 

Não se iluda, não, de Isabela Freitas

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Em seu segundo livro, Isabela Freitas dá sequência às histórias dos personagens de Não se apega, não. Dessa vez, com a cabeça nas nuvens e os pés firmemente no chão, a protagonista vai em busca daquilo que seu coração realmente deseja, mesmo quando o caminho é acidentado e cada curva parece esconder uma nova surpresa.

Isabela participa do bate-papo “A relação entre a realidade e a fantasia na autoficção” na Arena Cultural na terça-feira, 30/08, às 11h.

 

Tudo tem uma primeira vez, de Vitória Moraes (Viih Tube)

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Como foi o seu primeiro beijo? E a primeira vez que teve coragem de dizer “eu te amo” para alguém? Ou que vacilou feio com uma amiga? Em Tudo tem uma primeira vez, Vitória Moraes, a Viih Tube, fala abertamente e com muito bom humor sobre os grandes (e primeiros) momentos da adolescência.

Viih autografa seu livro no domingo, 28/08, às 14h no estande da Saraiva.

 

História do futuro, de Míriam Leitão

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Somente a jornalista mais premiada do país seria capaz de aceitar o desafio de olhar para além do imediatismo do presente e mapear o que está por vir. O resultado é História do futuro, que compila pesquisas, análises, entrevistas e depoimentos para apresentar, de forma acessível, tendências e perspectivas para os próximos anos.

Míriam media o bate-papo “Lutas na ditadura e desafios na democracia” no Salão Ideias na sexta-feira (02/09), às 20h. A sessão de autógrafos acontece logo depois, às 21h, em nosso estande.

 

E tem mais lançamentos imperdíveis!

 

Alerta de risco, de Neil Gaiman

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Um escritor sofisticado cujo gênio criativo não tem paralelos, Gaiman hipnotiza com sua alquimia literária e nos transporta para as profundezas de uma terra desconhecida em que o fantástico se torna real e o cotidiano resplandece. Repleto de estranheza e terror, surpresa e diversão, Alerta de risco é uma coletânea de contos de terror e de fantasmas, ficção científica e conto de fadas. Um tesouro que conquista a mente e agita o coração do leitor.

 

PAX, de Sara Pennypacker

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Peter e sua raposa, Pax, são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde vai morar por um tempo, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas.

 

Loney, de Andrew Michael Hurley

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Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno numa extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, Smith é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes, quando ainda era jovem e visitou o lugar. Com personagens ricos e idiossincráticos, um cenário sombrio e a sensação de ameaça constante, Loney é uma leitura perturbadora e impossível de largar, que conquistou crítica e público. Uma história de suspense e horror gótico, ricamente inspirada na criação católica do autor, no folclore e na agressiva paisagem do noroeste inglês.

testeIntrínseca na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

 

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A Intrínseca chega à 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo com uma programação intensa e repleta de atrações. Entre 26 de agosto e 4 de setembro, autores best-sellers internacionais, como o norte-americano Mac Barnett (Os Dois Terríveis), e nacionais, como Isabela Freitas (Não se apega, não e Não se iluda, não), vão movimentar os corredores do Pavilhão de Exposições Anhembi com palestras, bate-papos e sessões de autógrafos. Este ano oito escritores da casa participarão da feira literária, incluindo queridos do público, como a musa do jornalismo esportivo Fernanda Gentil (Gentil como a gente). Os leitores também encontrarão cerca de 400 títulos, com descontos entre 10% e 80% durante o evento, no estande da Intrínseca, que este ano ocupará uma área de 140 m².

No time dos internacionais, Mac Barnett vem à Bienal lançar Os Dois Terríveis ainda piores, segundo livro da série criada com Jory John, Os Dois Terríveis — ambos os títulos na lista de mais vendidos do The New York Times —, com sessão de autógrafos e palestra sobre a importância da ilustração na literatura infantil. Outra atração que a Intrínseca trará especialmente para o evento é a psicóloga norte-americana Becky Albertalli, autora do premiado romance Simon vs. a agenda Homo Sapiens. Ela participará de uma conversa sobre diversidade na literatura para jovens adultos, seguida por sessão de autógrafos.

Entre os destaques nacionais, os fenômenos da internet Viih Tube (Vitoria Moraes) e Isabela Freitas chegam para representar o público jovem. Com mais de 2 milhões de inscritos no seu canal do Youtube, Viih irá autografar seu livro Tudo tem uma primeira vez. Já Isabela, autora de Não se apega, não — livro que virou série no Fantástico já com uma segunda temporada confirmada, baseada na sequência Não se iluda, não, da Intrínseca. Ela participará de um bate-papo sobre realidade e fantasia na autoficção.

Outros nomes que marcam presença são os escritores Pedro Gabriel, do aclamado projeto Eu me chamo Antônio, e Clarice Freire, autora de Pó de lua. Ambos vão lançar e autografar seus novos trabalhos: Ilustre poesia e Pó de lua nas noites em claro, respectivamente. A jornalista Míriam Leitão completa a imperdível programação nessa Bienal com bate-papo sobre seu livro História do futuro: O horizonte do Brasil no século XXI, no Salão de Ideias.

 

Estande da Intrínseca na Bienal
Localização: F030
Horário de funcionamento:
De segunda à sexta, das 9h às 22h
Sábado e domingo, das 10h às 22h
4 de setembro, das 10h às 21h

 

Confira a programação completa:

Atenção: Informações sobre senhas no site da Bienal.

27/ago, sábado
Pedro Gabriel
15h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F030
Confirme sua presença no evento do Facebook

28/ago, domingo
Clarice Freire
15h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F030
Confirme sua presença no evento do Facebook

Viih Tube
14h às 16h – Autógrafos no Estande da Saraiva | D030/E030
Confirme sua presença no evento do Facebook

30/ago, terça-feira
Isabela Freitas
Palestra “A relação entre a realidade e a fantasia na autoficção”
Autógrafos dos livros Não se iluda, não e Não se apega, não
11h – Arena Cultural BNDES
Confirme sua presença no evento do Facebook

31/ago, quarta-feira
Fernanda Gentil
18h – Autógrafos no Estande da Intrínseca | F030
Confirme sua presença no evento do Facebook

1/set, quinta-feira
Mac Barnett
Palestra “A importância da ilustração na literatura infantil: a identificação das crianças com as imagens”
Autógrafos e lançamento do livro Os Dois Terríveis ainda piores
11h – Arena Cultural BNDES
Confirme sua presença no evento do Facebook

02/set, sexta-feira
Míriam Leitão

20h – Bate-papo no Salão Ideias: Lutas na ditadura e desafios na democracia
Autógrafos no Estande da Intrínseca | F030
Confirme sua presença no evento do Facebook

3/set, sábado
Encontro de blogueiros Intrínseca
Bate-papo sobre os lançamentos e assuntos referentes à blogosfera
9h – Sala Jacarandá Branco do Hotel Holiday Inn
Confirme sua presença no evento do Facebook
Para se inscrever, envie um e-mail com nome completo e nome do blog/site perfil para marketing@intrinseca.com.br. Assunto do e-mail: Encontro de blogueiros na Bienal SP

Becky Albertalli
Palestra “A diversidade na literatura para jovens adultos”
Autógrafos do livro Simon vs. a agenda Homo Sapiens
19h – Arena Cultural BNDES
Confirme sua presença no evento do Facebook

 

04/set, domingo
Becky Albertalli
Autógrafos do livro Simon vs. a agenda Homo Sapiens
12h –Estande da Intrínseca | F030