teste17 livros para conhecer na Bienal do Livro Rio

A Bienal do Livro Rio é o maior evento literário do país e começa nesta quinta-feira. São muitos autores, encontros, sessões de autógrafos, marcadores, momentos inesquecíveis e, claro, livros com desconto!

Para ajudar os leitores que estarão por lá, selecionamos alguns títulos muito legais para diferentes estilos:

Para quem gosta de livros com histórias românticas:

Amor & Gelato — Paixões, segredos e um verão inesquecível na Itália! Essa é a trama do romance de estreia de Jenna Evans Welch.

Depois da morte da mãe, Lina tem que realizar um último pedido: ir até a Itália para conhecer o seu pai. Do dia para a noite, ela se vê na encantadora paisagem da Toscana, passeando pelos famosos pontos turísticos que no passado marcaram a juventude da mãe. Guiada por um antigo diário, Lina agora vai construir a própria história, descobrir o amor e aprender a lidar com o luto.

 

Os 27 crushes de Molly — De Becky Albertalli, autora de Simon vs. a agenda Homo sapiens, que participou da Bienal do Livro de São Paulo no ano passado.

O livro conta a história de Molly, uma garota que já viveu muitas paixões, mas só dentro da própria cabeça. Aos 17 anos, ela acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que Molly precisa ser mais corajosa, a garota não consegue suportar a ideia de levar um fora. Então, age com muito cuidado. Para ela, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas. 

Box de Para todos os garotos que já amei — Vamos lançar o box da trilogia completa de Jenny Han, autora que participa do evento em 2 de setembro.

O box inclui os três livros e um pôster exclusivo autografado para os fãs brasileiros.

Para todos os garotos que já amei conta a história de Lara Jean, uma garota romântica, descendente de coreanos, apaixonada por doces e que gosta de escrever cartas secretas para suas paixões. 

Lara Jean não tem coragem de se declarar e prefere manter essas cartas em segredo. Porém, um dia, elas são enviadas misteriosamente para os destinatários e agora todos vão saber o que ela sempre tentou esconder.

 

Em busca de abrigo — O romance de estreia de Jojo Moyes conta a história de três mulheres que precisam lidar com a quebra de laços familiares aparentemente indestrutíveis.

Joy mora numa mansão fria no sul da Irlanda com seu marido, cuja saúde está se deteriorando depressa. Kate e Sabine, respectivamente filha e neta de Joy, moram no subúrbio da Inglaterra e têm uma relação conturbada. Quando as três mulheres finalmente se reencontram há conflito entre amor e obrigação, mães e filhas e diferentes escolhas de vida.

 

Para quem gosta de bons livros com MUITO desconto:

Teremos muitos livros com preços especiais na Bienal, mas selecionamos alguns títulos que você não pode deixar de conhecer!

Mosquitolândia — Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em um ônibus e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante.

 

Perdão, Leonard Peacock — O livro de Matthew Quick, autor que já participou da Bienal em 2013, narra o drama de um estudante que planeja assassinar seu ex-melhor amigo para depois se matar com a arma que pertenceu ao avô no dia do seu aniversário. Antes, no entanto, ele pretende entregar três presentes para três pessoas que lhe são importantes.

 

A visita cruel do tempoNa obra vencedora do Pulitzer, do National Book Critics Circle Award e do LA Times Book Prize no ano de 2011, Jennifer Egan combina diferentes pontos de vista sobre histórias que se entrelaçam de maneiras inesperadas. 

Bennie Salazar é um executivo da indústria fonográfica. Sasha é sua assistente cleptomaníaca. E é a partir da história desses dois personagens que a autora retrata, em uma narrativa caleidoscópica, a passagem do tempo e a transformação das relações. Da São Francisco dos anos 1970 até a Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan cria um romance de estilo ímpar sobre continuidade e rupturas, memória e expectativas.

 

Para quem gosta de romances jovens bem construídos e inesquecíveis:

Enquanto o novo livro de John Green, Tartarugas até lá embaixo, não chega às livrarias, indicamos A culpa é das estrelas e Quem é você, Alasca?, que também estarão com desconto especial no nosso estande! É uma oportunidade de conhecer duas das mais importantes obras do autor.

 

Para quem gosta de livros nerds e geeks:

Geekerela — O divertido romance de Ashley Poston  traz a clássica história da Cinderela para os dias atuais e aborda temas como internet, independência da mulher, indústria do cinema e cultura nerd.

Quando Elle, nerd de carteirinha, descobre que sua série favorita vai ganhar um remake hollywoodiano, ela fica dividida. Antes de morrer, o pai lhe transmitiu a paixão por aquele verdadeiro clássico da ficção científica, e agora ela não quer que suas lembranças sejam arruinadas por astros pop e fãs que nunca ouviram falar da série.

 

Deuses americanos — A obra de Neil Gaiman já foi adaptada para a TV e é um dos livros mais comentados desde então!

O livro acompanha Shadow Moon, que passou quase três anos na cadeia contando os dias para voltar para casa. Pouco antes do fim da pena, ele fica sem rumo na vida ao descobrir que a esposa faleceu em um acidente.

Após o velório, ele conhece o sr. Wednesday — um homem com olhar enigmático e sempre com um sorriso insolente no rosto  —, que  lhe oferece um emprego. É na nova função que Shadow começa a desvendar a real identidade do chefe e a se dar conta de que os Estados Unidos, ao receberem pessoas de todos os cantos do mundo, também se tornaram a morada de deuses dos mais variados panteões.

 

Para quem gosta de mistérios e de narrativas com muitas reviravoltas:

Por trás de seus olhos — Esse é o tipo de livro que não podemos falar muito porque existe um grande risco de soltar um spoiler, mas podemos garantir que você precisa conhecê-lo durante a Bienal.

Um suspense com personagens escorregadios e um desfecho imprevisível e perturbador.

 

Até que a culpa nos separe — Novo romance de Liane Moriarty, autora de Pequenas grandes mentiras e O segredo do meu marido.

A história começa com um convite inesperado para um churrasco de domingo em Sydney, na Austrália. Três famílias resolvem passar uma tarde tranquila em uma bela casa sem imaginar como suas vidas mudariam para sempre a partir daquele dia.

Sem conhecer direito os anfitriões, Clementine, uma mulher casada e com duas filhas, acompanha a amiga de infância, Erika, quando um episódio assustador acontece no evento.

 

Para quem gosta de livros com personagens cativantes e mensagens importantes:

Fantasma — Se você estiver procurando um livro rápido, que pareça com uma série na Netflix e ao mesmo tempo fale sobre temas como bullying, representatividade e preconceito de uma forma sensível, não pode deixar de conhecer a obra de Jason Reynolds!

Fantasma é um garoto que sempre soube que correr era o seu forte, mas nunca levou a atividade muito a sério. Até que, certo dia, ele disputa uma corrida contra um dos melhores atletas de uma equipe que está treinando na pista de atletismo do parque. E vence. O treinador quer que ele entre para a equipe de qualquer jeito. O problema é que Fantasma tem muita raiva dentro de si e também um passado que tenta desesperadamente deixar para trás.

 

Extraordinário — Não tem como fazer uma lista sobre a Bienal e não incluir Extraordinário. O filme inspirado no livro estreia em novembro, e tem muita gente que ainda não se encantou (e chorou) com Auggie.

Extraordinário conta a história de Auggie Pullman, um garoto que tem uma deformidade facial e enfrenta o grande desafio de frequentar a escola pela primeira vez. Com momentos comoventes e outros descontraídos, o livro consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos a seu redor: família, amigos e comunidade.

 

Apenas uma garota — Uma história sobre aceitação e as primeiras experiências de uma adolescente trans!

Prestes a entrar na vida adulta, Amanda Hardy acabou de mudar de cidade, mas a verdadeira mudança de sua vida vai ser encarar algo muito mais importante: a afirmação de sua identidade. Tudo que ela mais quer é viver como qualquer outra garota. E, embora acredite firmemente que toda mudança traz a promessa de um recomeço, ainda não se sente livre para criar laços afetivos.

 

Para quem gosta de thriller psicológico:

Piano vermelhoO novo livro de Josh Malerman, autor que foi destaque na Bienal em 2015 com Caixa de pássaros, nos deixa com medo e assustados o tempo todo!

Escute o áudio e conheça a história:

 

Para quem curte mitologia:

Hotel Valhala: Guia dos mundos nórdicos — Com dados importantes, entrevistas exclusivas e muitas reflexões, o guia foi pensado para ajudar o guerreiro viking recém-chegado ao Hotel Valhala a começar o treinamento para o Ragnarök com o pé direito, evitando qualquer constrangimento desnecessário na pós-vida viking. 

 

Estande da Intrínseca na Bienal
Endereço: Pavilhão Azul (3) entre a rua E e a rua F
Horário de funcionamento:
31 de agosto: 13h às 22h
7 de setembro (feriado): 10h às 22h
Durante a semana: 9h às 22h
Finais de semana: 10h às 22h
Confira o mapa

testeEntrevista com Matthew Quick

Aproveitando a visita de Matthew Quick ao Brasil para a XVI Bienal do Livro Rio, fizemos uma entrevista exclusiva com a colaboração dos leitores para o Blog das Séries. Os autores das cinco perguntas selecionadas no Concurso Cultural receberão exemplares autografados de O lado bom da vida e do lançamento  Perdão, Leonard PeacockConfira a entrevista completa:

Gabriela Mendes: Gostaria de saber como você faz, e se é muito difícil, explorar esse lado mais sombrio e raivoso de seus personagens, como o do Leonard, o do Pat e até mesmo o da Tiffany. E se você já viveu emoções como essas para poder descrevê-las com tanta clareza, pois são personagens muito intensos e marcantes.

MQ: Minha esposa sempre me descreve como uma pessoa intensa — e ela diz isso como um elogio. Aqueles que me conhecem bem vão dizer que há um pouco de mim em cada um dos meus personagens. Eu não gosto de conflitos. Eu gosto de estar em harmonia com as pessoas, mas nem sempre isso é bom. Às vezes precisamos de raiva. Quando eu era jovem, costumava ficar com raiva por dentro e aparentar tranquilidade. Usaria até uma máscara se fosse para estar em harmonia com os outros. Isso não era saudável. Quando comecei a escrever, percebi que a ficção precisa de conflito e que a minha raiva interior era necessária para fazer arte. E então comecei a colocar minha raiva em prática e a explorar através da minha escrita muitos assuntos que eu estava desconfortável em explorar na vida real. O processo de escrita — especialmente escrever suas verdades honestamente — nunca é fácil. No meu escritório, experimento todas as emoções dos meus personagens enquanto os crio. Nem sempre é agradável, mas é muitas vezes catártico.

Bruna Bento: Tendo em mente que o Pat Peoples é professor — e possivelmente tem jeito ao lidar com jovens — e que ele já enfrentou maus bocados na vida, estando inclusive internado em uma instituição psiquiátrica, que conselhos ele daria a Leonard Peacock caso eles se encontrassem em um jogo dos Eagles, por exemplo?

Eu não acho que Leonard Peacock estaria disposto a ir a um jogo dos Eagles, mas, se ele fosse forçado, aposto que não daria atenção à partida; talvez olhasse para o belo horizonte da Filadélfia, que é visível de algumas partes do estádio. E talvez Pat Peoples notasse o desconforto de Leonard. Acho que Pat iria falar com Leonard. Talvez o aconselhasse a ver o lado bom da vida. Ele diria: “Você tem Walt e Herr Silverman para ajudá-lo a concluir o ensino médio. E logo o ensino médio vai terminar e, se você se esforçar, vai conhecer novas pessoas maravilhosas. Talvez uma Tiffany comece a segui-lo aonde quer que você vá!” Eu também acho que Pat iria encorajar Leonard a procurar ajuda. Talvez ele o apresentasse ao Dr. Cliff Patel. Aposto que Leonard poderia aprender muito com Cliff.

Valéria Regina: Quais são as expectativas para a Bienal no Rio de Janeiro? O que espera dos brasileiros nesse grande evento?

MQ: Espero conhecer e agradecer aos muitos brasileiros maravilhosos que leem meus livros! Eu sempre quis visitar o Brasil. E o Rio… Eu admirei a cidade de longe por muitos anos. Estou muito feliz de estar no Brasil. Mal posso esperar para conhecer todo mundo.

Julia Alves: Em seu novo livro, Perdão, Leonard Peacock, você trata sobre vários temas, como o bullying e a relação aluno-professor. Como você já foi professor, queria saber se passou por alguma experiência em sala que o tenha influenciado a escrever o livro.

MQ: Leonard Peacock é um personagem fictício, como todos em meus livros. Dito isso, Perdão, Leonard Peacock foi muito inspirado em minhas experiências como professor de ensino médio nos Estados Unidos. Trabalhei em uma escola que era muito competitiva. Muitos dos meus alunos eram extremamente inteligentes e concorriam por vagas nas melhores universidades dos Estados Unidos. Muitas vezes eles se esforçavam tanto para serem perfeitos que sentiam necessidade de esconder seus problemas, o que nem sempre era saudável. Eu era um conselheiro extraoficial para os adolescentes, e os que confiavam em mim estavam sofrendo em silêncio, muitas vezes intensamente. Sempre me incomodou o fato de que nosso sistema educacional muitas vezes causa problemas psicológicos nos adolescentes, mas ninguém queria falar sobre esses problemas. E é por isso que Leonard Peacock também tinha tanta raiva.

Giovanni Rei: Tanto em O lado bom da vida quanto agora em Perdão, Leonard Peacock, você procura nos trazer personagens com grandes conflitos internos. No meio da loucura, eles ganham vida e nos conquistam. Por mais amarga que possam parecer as suas histórias, nós observamos sua batalha e torcemos para que eles encontrem algo inspirador, que os guie de volta para o que a vida realmente pode nos dar. Qual a inspiração para criar personagens tão complexos e inconstantes?

MQ: Em Perdão, Leonard Peacock, Herr Silverman diz: “Ser diferente é bom. Mas ser diferente é difícil.” Eu acho que isso é verdade. Meus alunos preferidos eram frequentemente rotulados pelos outros como estranhos. Mas as pessoas “diferentes” geralmente também são as que veem o mundo de uma forma única. Esses são os nossos artistas, músicos, escritores, pensadores, criativos etc. Acho que nós enraizamos essas pessoas em histórias porque esperamos ser como elas. Esperamos encontrar algo único dentro de nós e trazer isso à fruição. Mas ser diferente é difícil. É sempre o caminho mais difícil. E por isso as pessoas ao nosso redor às vezes nos desencorajam a ir pelo caminho desconhecido. Às vezes, elas querem nos proteger. Às vezes, têm medo de serem deixadas para trás. Às vezes, temem que nós tenhamos sucesso e elas não. E ainda há algo dentro de nós que se identifica com os heróis de histórias, apesar de outros identificá-lo como “louco”. Como Kerouac escreveu: “As únicas pessoas que me interessam são os loucos.” Personagens simples e estáveis geralmente não embarcam em viagens interessantes.

Na XVI Bienal do Livro Rio, Matthew Quick participará, no dia 31 de agosto, do evento Café Literário “Novas definições do leitor: o jovem, o jovem adulto e o adulto”, às 14h (pavilhão azul), e da sessão de autógrafos no estande da Intrínseca, das 15h às 17h (pavilhão azul, F2).

Leia também:
Uma conversa com Matthew Quick, autor de O lado bom da vida
biblioteca de Pat Peoples

testeResultado – Concurso cultural: entreviste Matthew Quick

Perguntas selecionadas no Concurso cultural: entreviste Matthew Quick e concorra a livros autografados:

Gostaria de saber como você faz, e se é muito difícil, explorar esse lado mais sombrio e raivoso de seus personagens, como o do Leonard, do Pat e até mesmo o da Tiffany. E se você já viveu emoções como essas para poder descrevê-las com tanta clareza, pois são personagens tão intensos e marcantes.
Gabriela Mendes

Tendo em mente que o Pat Peoples é professor – e possivelmente tem jeito ao lidar com jovens – e que ele já enfrentou maus bocados na vida, estando inclusive internado em uma instituição psiquiátrica, que conselhos ele daria a Leonard Peacock caso eles se encontrassem em um jogo dos Eagles, por exemplo?
Bruna Bento

Quais são as expectativas para a Bienal no Rio de Janeiro? O que espera dos brasileiros nesse grande evento?
Valéria Regina 

Em seu novo livro, Perdão, Leonard Peacock, você trata sobre vários temas, como o bullying e a relação aluno-professor. Como você já foi professor, queria saber se passou por alguma experiência em salas que o tenha influenciado a escrever esse livro.
Julia Alves

Tanto em O lado bom da vida, quanto agora em Perdão, Leonard Peacock, você procura nos trazer personagens com grandes conflitos internos. No meio da loucura, eles ganham vida e nos conquistam. Por mais amarga que possam parecer as suas histórias, nós observamos sua batalha e torcemos para que eles encontrem algo inspirador, que os guie de volta para o que a vida realmente pode nos dar. Qual a inspiração para criar personagens tão complexos e inconstantes?
Giovanni Rei

Parabéns aos vencedores! Entraremos em contato por e-mail para o envio dos exemplares autografados. Assim que tivermos as respostas de Matthew Quick, publicaremos a entrevista completa aqui no Blog das Séries. :)

testeConcurso cultural: Entreviste Matthew Quick e concorra a livros autografados

Presença confirmada na XVI Bienal do Livro Rio, Matthew Quick participará, no dia 31 de agosto, do evento Café Literário “Novas definições do leitor: o jovem, o jovem adulto e o adulto”, às 14h (pavilhão azul), e da sessão de autógrafos no estande da Intrínseca, das 15h às 17h (pavilhão azul, F2).

Aproveitando a visita do escritor americano ao Brasil, faremos uma entrevista exclusiva com a colaboração dos leitores para o Blog das Séries: esta é a oportunidade de ter sua pergunta respondida por Matthew Quick e ainda concorrer a cinco exemplares autografados pelo autor de O lado bom da vida e seu último lançamento, Perdão, Leonard Peacock.

Como participar

Envie uma pergunta direcionada ao autor Matthew Quick para imprensa@editoraintrinseca.com.br até o dia 28 de agosto de 2013, quarta-feira — pode mandar em português mesmo, nós traduziremos!
Assunto do e-mail: Concurso cultural Matthew Quick
Será permitido o envio de, no máximo, duas perguntas por participante.

Datas importantes

26 de agosto – início do concurso cultural Entreviste Matthew Quick
28 de agosto – último dia para o envio de perguntas a Matthew Quick
29 de agosto – anúncio das cinco perguntas selecionadas

Prêmios

Os autores das cinco perguntas selecionadas pela equipe da Intrínseca e respondidas por Matthew Quick serão premiados com exemplares O lado bom da vida e Perdão, Leonard Peacock autografados pelo escritor.

 

O lado bom da vida e Perdão, Leonard Peacock

No novo livro de Matthew Quick, Leonard Peacock planeja comemorar seu 18º aniversário usando a pistola nazista que foi do avô para matar seu ex-melhor amigo e depois se suicidar. Antes, porém, ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, Baback, Lauren e Herr Silverman. Leia o primeiro capítulo.

testeProgramação da Intrínseca na Bienal do Livro Rio

autores da Intrínseca

Com eventos diários, o estande da Intrínseca será o ponto de encontro dos nossos leitores na XVI Bienal do Livro Rio. Em 31 de agosto, o espaço receberá a aguardada visita de Matthew Quick, autor do best-seller internacional O lado bom da vida, que lançará nesta edição da feira seu novo livro, Perdão, Leonard Peacock. No mesmo dia, nossos autores nacionais Edney Silvestre e Leticia Wierzchowski estarão no estande da editora para autografar seus novos romances, Vidas provisórias e Sal, respectivamente. Os três ainda participarão de bate-papo com leitores no Café Literário.

A Intrínseca também promoverá eventos de contação de história das séries Como treinar o seu dragão e Muncle Trogg — com teatro de fantoches para as crianças — e do livro Vovó Vigarista, encontro dos fãs de John Green (autor de A culpa é das estrelas, O Teorema Katherine e do lançamento Cidades de papel) e o já tradicional encontro entre blogueiros, no Auditório Mário de Andrade, pavilhão verde.

Confira a programação:

31/08, sábado

Matthew Quick
14h – Evento Café Literário
15h às 17h – autógrafos no estande

Leticia Wierzchowski
17h – Evento Café Literário
18h às 20h – autógrafos no estande

Edney Silvestre
20h – Evento Café Literário
21h às 22h – autógrafos no estande

1/9, domingo
10h30 às 12h – Encontro entre blogueiros
Local: Auditório Mário de Andrade – Pavilhão verde

2/9, segunda-feira
16h – Contação de histórias: série Como treinar o seu dragão
Local: Estande da Intrínseca

4/9, quarta-feira
16h – Contação de histórias: série Muncle Trogg
Local: Estande da Intrínseca

6/9, sexta-feira
16h – Contação de histórias: Vovó vigarista
Local: Estande da Intrínseca

7/9, sábado
10h30 às 12h – Encontro com fãs de John Green
Local: Mezanino – Pavilhão verde

testeEstante Intrínseca: lançamentos de agosto

Vidas provisórias, de Edney Silvestre — Expatriados, separados no tempo e na geografia, Paulo e Barbara compartilham, além da experiência do exílio, o estranhamento pela perda de suas identidades, o isolamento e a sensação de interrupção do curso normal de suas vidas. Diferentes motivos os levam ao estrangeiro. Em 1970, Paulo, perseguido pela ditadura militar, é preso, torturado e abandonado sem documentação na fronteira, de onde segue para o Chile e depois para a Suécia. Barbara, com uma identidade falsa, deixa o país para trás em 1991 — durante o governo Collor —, fugindo de um rastro de violência, e se instala nos Estados Unidos como imigrante ilegal.

Em Vidas provisórias, o escritor e jornalista Edney Silvestre — vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance em 2010 — retoma a história de personagens de seus dois primeiros romances para criar um vigoroso retrato das transformações que ocorreram no país e no mundo nos últimos quarenta anos. Com sensibilidade, o autor se vale de sua experiência de onze anos como correspondente baseado em Nova York para revelar o universo dos imigrantes e, ao mesmo tempo, recriar de forma contundente um Brasil visto a distância.
[Leia um trecho]

A nova era digital, de Eric Schmidt e Jared Cohen — Um dos nomes mais notáveis do Vale do Silício, Eric Schmidt está entre os responsáveis pela transformação do Google de modesta start-up em um verdadeiro gigante. Diretor do Google Ideas, Jared Cohen tem profundos conhecimentos de relações internacionais e trabalhou como assessor para o Departamento de Estado do governo norte-americano, nas gestões de Condoleezza Rice e Hillary Clinton. Neste livro, Schmidt e Cohen combinaram seus conhecimentos para analisar algumas das questões mais relevantes sobre o futuro da sociedade. Quem será mais poderoso, os cidadãos ou o Estado? Os avanços tecnológicos facilitam ou dificultam o combate ao terrorismo? Será que a privacidade se tornará um luxo para poucos na nova era digital?

Com clareza e conhecimento de causa, Schmidt e Cohen anteveem a maior revolução da tecnologia da informação na história da humanidade.

Por que o mundo existe?, de Jim Holt —  Uma tragédia pessoal levou o filósofo e jornalista Jim Holt a empreender uma investigação sobre o mistério da existência, procurando grandes nomes de diferentes áreas do conhecimento, como o escritor John Updike, o filósofo Adolf Grünbaum e o físico Andrei Linde.

Em seu itinerário, Jim Holt incluiu uma parada reflexiva no famoso Café de Flore, reduto dos existencialistas em Paris, frequentado por Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. O resultado de suas inquietações é uma obra bem-humorada que mescla debates filosóficos, físicos e teológicos com diário de viagem e memórias. [Leia um trecho]

Vingança da maré, de Elizabeth Haynes — Depois de trabalhar duro por muito tempo — alternando um emprego como executiva de vendas durante o dia com o de dançarina de pole dance à noite —, Genevieve finalmente conseguiu juntar dinheiro para realizar seu sonho: comprar e reformar um barco e mudar-se para Kent, bem longe da vida estressante em Londres. Tudo parece enfim perfeito até que, na festa de inauguração do barco, um corpo aparece boiando próximo ao ancoradouro.

Em seu novo thriller, a premiada autora de No escuro constrói um submundo de corrupção, crimes e traição que revela os perigos de se misturar negócios e prazer.

Cidades de papel, de John Green No novo livro do autor de A culpa é das estrelas e O Teorema Katherine, Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.
Leia também: O capitão John Green
Novidades sobre a adaptação de A culpa é das estrelas para o cinema

Perdão, Leonard Peacock, de Matthew Quick Do autor de O lado bom da vida, romance que deu origem ao filme estrelado por Bradley Cooper e Jennifer Lawrence.

Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto.

Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.
Leia também: A biblioteca de Pat Peoples

Gataca, de Franck Thilliez — No novo livro do autor de A síndrome E, o cadáver de uma jovem cientista descoberto na jaula de um centro de estudos de primatas. Os restos mortais de uma família de Neandertais assassinada por um primitivo homem de Cro-Magnon, achados no topo de uma montanha nos Alpes. O assassino de crianças Gregory Carnot encontrado morto em sua cela, na cadeia. Um ginecologista especializado em genética selvagemente assassinado dentro de casa.

Para descobrir o elo invisível que une esses crimes atrozes, cometidos com trinta mil anos de diferença, os policiais Lucie Henebelle e Franck Sharko se lançam numa investigação em conjunto que os conduzirá às origens do mal. [Leia um trecho]
Leia também: Mensagens subliminares 

O Olho do Mundo, de Robert Jordan Primeiro dos 14 volumes da série A Roda do Tempo, que compõem um elaborado universo fantástico, só comparável ao da obra de J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis).

Um dia houve uma guerra tão definitiva que rompeu o mundo, e no girar da Roda do Tempo o que ficou na memória dos homens virou esteio das lendas. Como a que diz que, quando as forças tenebrosas se reerguerem, o poder de combatê-las renascerá em um único homem, o Dragão, que trará de volta a guerra e, de novo, tudo se fragmentará.

Nesse cenário em que trevas e redenção são igualmente temidas, vive Rand al’Thor, um jovem de uma vila pacata que, após a chegada de uma forasteira, é invadida por Trollocs — bestas do universo das lendas. A mulher ajuda Rand a escapar, mas esse é só o começo: ela é uma Aes Sedai, artíficie do poder que move a Roda do Tempo, e acredita que Rand seja o profético Dragão Renascido. Aquele que poderá salvar ou destruir o mundo. [Leia mais]