testeSorteio Facebook – John Green [encerrado]

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testeSorteio Instagram – John Green [encerrado]

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testeSorteio Twitter – John Green [Encerrado]

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testeEu, John Green e os infinitos dentro de nós

Por Leticia Vallecilo*

Existem histórias que passam rápido, outras que ficam por um tempo, mas tem aquelas que nunca realmente vão embora, que nos acompanham desde a primeira leitura até as adaptações cinematográficas e que nos deixam morrendo de vontade de ler todos os livros do autor. Certa vez, um escritor entrou na minha vida em forma de metáforas, amor e lágrimas, and this, kids, is How I Met John Green (caso não tenha entendido a referência, deixarei um texto para você nas sugestões lá no final).   

Se alguém me pergunta por que ler um livro do John Green, a resposta vem fácil: porque ter um livro dele nas mãos é como estar com um amigo. Eles te fazem rir, emocionam, fazem o tempo passar mais rápido naqueles momentos chatos, ensinam lições importantes, mostram pontos de vista diferentes e, quando você termina, quando finalmente precisa deixá-los, a vontade que fica é de abraçá-los com força e não largar nunca mais. Mas, como acontece com todo bom amigo, os anos de distância não diminuem o sentimento.

Eu tinha 18 anos, fazia faculdade do outro lado da cidade e passava muita raiva nos transportes públicos quando decidi que era hora de trazer Hazel Grace e Augustus Waters para me ajudarem a enfrentar essa odisseia diária. Eu posso até não lembrar o que jantei ontem ou quem disputou a semifinal da Copa do Mundo, mas é impossível esquecer onde estava quando a cena da capela me fez chorar compulsivamente em público. “POR QUE FAZ ISSO COMIGO?”, pensei, em caps lock. “Sabe de nada, inocente”, respondeu a versão imaginada do John Green na minha cabeça. 

As cento e vinte três caixas de lenços de papel foram só uma amostra do novo mundo que se abriria para mim, e não demorou muito para que eu desse gargalhadas com o Colin de O teorema Katherine (que tem uma habilidade sobre-humana de se apaixonar por meninas chamadas Katherine). Alguns anos depois, esbarrei com uma edição de Cidades de papel na estante da casa de uma prima. Eu pedi umas quarenta vezes, o que pode ou não ter envolvido tentativas de chantagem emocional, mas ela não quis me emprestar, porque era o “xodó” dela. Não teve jeito, eu precisei seguir a vida me contentando em assistir à adaptação de A culpa é das estrelas (e chorar nas mesmas cenas) mais um milhão de vezes e em ver a Cara Delevingne sendo linda no filme inspirado em Cidades de papel.

Foi aí que eu entrei na Intrínseca e Quem é você, Alasca? logo cruzou o meu caminho. Uma ida de ônibus para São Paulo e eu já estava arrebatada: nossa, que história! (Muitas pessoas me diziam que Alasca era melhor que Culpa, mas, como uma cinéfila que não consegue escolher entre Titanic e E.T., recomendo que leiam os dois.) Pouco mais de um ano depois, recebemos o grande e esperado lançamento do autor, Tartarugas até lá embaixo (que eu li antes da minha prima porque o mundo dá voltas), e é obvio que após tantos livros e filmes inspirados nas obras dele eu já era uma fã de carteirinha (ou Nerdfighter, if you know what i mean).

De todos os livros do John Green, Tartarugas foi o único com o qual tive a oportunidade de trabalhar no departamento de marketing. Foi uma sensação totalmente diferente, porque me apaixonar pela Aza junto com tantos leitores tornou essa história ainda mais especial. Se tinha algo que faltava para o John marcar um “J” no meu coração, agora está tudo mais que completo. E, embora seja difícil encontrar quem veja o mesmo mundo que o meu, graças a ele eu encontrei milhares.

Por isso digo que os livros do John são aqueles amigos que ficam para sempre. Faz cinco anos desde que aprendi que “Alguns infinitos são maiores que outros”, e, mesmo depois de tanto tempo, de conhecer a complexidade da Alasca, de rir com as confusões do Colin, de explorar os mistérios da Margo e de mergulhar nos pensamentos da Aza, aqueles Hazel e Gus do primeiro livro estarão sempre convidados para cruzar a cidade — e a vida — junto comigo, porque o nosso infinito é maior que aquele entre 0,1 e 1.000.000.

P.S.: Todas as referências de Cidades de papel deste texto foram baseadas no filme, pois apesar dos anos e das voltas do universo, Julia jamais me emprestou seu exemplar.

Leticia Vallecilo tem uma prima egoísta, já assistiu a How I Met Your Mother quatro vezes e felizmente não precisa mais cruzar a cidade todos os dias.

testeJohn Green lê o primeiro capítulo de Tartarugas até lá embaixo!

 

Chega de mistério! Se até então não sabíamos muita coisa sobre Tartarugas até lá embaixo, novo livro de John Green, agora vamos poder ouvir na voz do próprio autor o primeiro capítulo do livro inteirinho!  Confira aqui (não esqueça de ligar as legendas):

O livro já está em pré-venda e terá lançamento mundial em 10 de outubro! Garanta na pré-venda pelos links abaixo:

Amazon: http://amzn.to/2xvJiBT
Livraria da Folha: http://bit.ly/2wQUokE
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Livraria cultura: http://bit.ly/2wEW77V 

testeO que esperamos de Tartarugas até lá embaixo?

Por Iris Figueiredo*

Foto: Ana Franco

John Green é um dos meus autores favoritos, não apenas pelo jeito que escreve, mas pelo que transmite. Há pouco mais de dois anos, eu me desmontei em lágrimas quando tive a chance de conhecê-lo pessoalmente e dizer um pouquinho do que ele representava para mim. É muito louco (e bom!) o quanto livros conectam pessoas. As histórias do John não me apresentaram apenas personagens incríveis como também me deram amigos, parte de uma comunidade maravilhosa construída através do trabalho criativo dos irmãos Green.

John (sou íntima, ele me pediu um abraço!) vai publicar seu novo livro no dia 10 de outubro — que terá lançamento simultâneo no Brasil. Minhas expectativas para Tartarugas até lá embaixo são muito altas, não apenas porque é o primeiro livro dele depois do best-seller A culpa é das estrelas, que o elevou a um novo patamar de reconhecimento, mas também porque dessa vez ele conta uma história bem mais pessoal.

Depois de passar alguns anos sem conseguir escrever por causa da pressão e da ansiedade para entregar algo que correspondesse às expectativas do público, John finalmente conseguiu concluir seu projeto. Ao longo dos anos, eu o acompanhei em seu canal no YouTube, e até mesmo no Twitter, sobre a dificuldade que estava enfrentando para encontrar a história. Não consigo imaginar quão louco deve ser ter o mundo de olho no que você está fazendo, mas sei que do John Green sempre posso esperar algo apaixonante.

Ame ou odeie, não dá para negar que John sempre cria histórias para lá de originais. Narrados por adolescentes nerds que pensam demais sobre a vida, cada livro segue um caminho diferente e todos eles são ótimos — cada um a seu modo. Quem diz que John Green é autor de uma “história única” com certeza não leu os livros dele.

Em Quem é você, Alasca? aprendi que algumas pessoas podem mexer com a gente a ponto de nos ajudar a encontrar o caminho para fora do labirinto de sofrimento (mesmo que elas estejam presas nele). Com O teorema Katherine descobri que por mais que a matemática seja exata, os relacionamentos não são. Em Cidades de papel entendi que não podemos ficar depositando todos os nossos sonhos e expectativas em uma pessoa. E com A culpa é das estrelas me dei conta de que nada está garantido, que o amanhã é uma dádiva e que cada dia deve ser vivido da melhor forma possível.

Tartarugas até lá embaixo é o primeiro livro em que o John vai falar sobre um transtorno que afetou sua vida assim como a da protagonista da história, Aza Holmes. Isso mexe comigo porque também sei como é ser enganada pelo próprio cérebro às vezes e acho que só quem passa por isso consegue transportar bem a sensação para as páginas.

Sinto que Tartarugas até lá embaixo vai ter um lugar especial no meu coração, não apenas por ser um livro do John Green, mas porque sei que essa é uma história mais pessoal para o John e provavelmente vai falar comigo de forma ainda mais próxima que os outros. Mal posso esperar para ter o livro em minhas mãos e devorar todas as páginas em apenas um dia, só para morrer mais alguns anos esperando pelo próximo.

Eu quero é tartaruga pra dedéu — como dizem os nerdfighters — e espero que, mais uma vez, John Green me toque com suas palavras incríveis, personagens adoravelmente esquisitos e uma história que vai permanecer comigo anos depois de virar a última página.


 

Iris Figueiredo é escritora, tradutora e revisora. Sua paixão são os livros para jovens adultos, histórias que falam sobre crescer e amadurecer no mundo real e imaginário. Quando não está com a cara enfiada nos livros, está debatendo cultura pop por aí.

testeNovo livro de John Green terá lançamento simultâneo no Brasil

Depois de seis anos, dois filmes e 4,5 milhões de livros vendidos no Brasil, John Green está de volta!

Em seu novo livro, Turtles All The Way Down (ainda sem título em português), vamos conhecer a história de Aza Holmes, uma jovem de 16 anos em busca de um bilionário desaparecido para tentar ganhar a recompensa oferecida. Um livro sobre amizades duradouras, reencontros inesperados, fan fictions de Star Wars e répteis neozelandeses. O livro será publicado simultaneamente com os Estados Unidos, em 10 de Outubro.

John Green incluiu na nova obra muitos elementos da própria vida, entre eles o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), com o qual conviveu por muitos anos – mas é uma história totalmente fictícia. Em entrevista ao Entertainment Weekly, o autor declarou:

 “Há anos que trabalho em Turtles All The Way Down e estou animado para compartilhar essa história com os leitores, em outubro. É minha primeira tentativa de escrever diretamente sobre o tipo de distúrbio mental que afeta minha vida desde a infância, então, embora seja uma história ficcional, também é algo muito pessoal.”

O autor tem quatro romances publicados pela Intrínseca:

A culpa é das estrelas, best-seller que conta o romance de dois adolescentes, Hazel e Gus, que se conhecem em um grupo de apoio para jovens com câncer.

Cidades de papel, no qual Quentin nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo desde a infância.

Quem é você, Alasca?, que acompanha o retraído Miles Halter em busca de um Grande Talvez e a misteriosa Alasca Young, que quer descobrir como sair do labirinto. Depois que suas vidas colidem na Escola Culver Creek, nada nunca mais será o mesmo.

O teorema Katherine, em que Colin decide comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

testeQuem é você, Alasca pela Intrínseca

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Antes do sucesso de A culpa é das estrelas, John Green escreveu Quem é você, Alasca?, que chega agora às livrarias publicado pela Intrínseca com nova tradução, incluindo um Guia de Leitura elaborado pelo autor na forma de perguntas e respostas. O livro, que narra o encontro de dois jovens em busca do significado de suas vidas, venceu o Printz Award, da American Library Association, e, assim como A culpa é das estrelas e Cidades de papel, também será adaptado para os cinemas. Com a publicação de Quem é você, Alasca?, a Intrínseca se torna a editora de todos os romances de John Green no Brasil.

No livro, Miles Halter leva uma vida sem graça e sem muitas emoções na Flórida. O garoto tem um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história, e uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XV, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”. Para não ter que esperar o próprio fim para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para um internato no ensolarado Alabama, onde conhece Alasca Young. Ela tem em seu livro preferido, O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, a pergunta para a qual busca incessantemente uma resposta: “Como vou sair desse labirinto?” Miles se apaixona por Alasca, mesmo sem entendê-la, e o impacto da garota em sua vida é indelével.

A adaptação cinematográfica de Quem é você, Alasca?, ainda sem estreia marcada,terá direção de Sarah Polley e produção de Mark Waters, diretor de Meninas Malvadas, e Jessica Tuchinsky, produtora de (500) Dias com Ela, mas ainda não tem estreia marcada. O outro filme de John Green que chegará aos cinemas, Cidades de Papel, tem lançamento previsto para julho de 2015 nos Estados Unidos.

 

testeTÁ TENDO CULPA

JohnFigurinha_dentro do post

 

A Intrínseca já fez sua doação, e agora convoca os nerdfighters brasileiros a contribuírem também para termos John Green na torcida pelo Brasil durante a Copa do Mundo da Fifa. É que o autor de A culpa é das estrelas está leiloando sua torcida durante os jogos, mas não para proveito próprio: o dinheiro arrecadado será doado para a Sarcoma Foundation of America, instituição devotada à pesquisa do tipo de câncer de que sofre o personagem Gus. Para cada dólar doado, John Green contribuirá com mais três, e nessa disputa cada dólar vale um voto.

Contribua aqui: http://fightworldsuck.org/pickourteam.php (site em inglês)

testeJOHN GREEN É 100

John Green Bloguinho

John Green é uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, de acordo com a revista Time. A seleção é feita anualmente pela publicação americana e teve, entre outros escolhidos deste ano, Hilary Clinton, Jeff Bezos e Beyoncé.

Shailene Woodley, protagonista da adaptação cinematográfica de A Culpa É das Estrelas, assina o perfil do autor e o descreve como alguém que vê as pessoas com curiosidade, compaixão, graça e emoção. “E ele está incentivando uma enorme comunidade de seguidores a fazer o mesmo. Que presente é viver na mesma época que esse admirável líder.”

Vale lembrar que o filme A Culpa É das Estrelas estreia no Brasil em 5 de junho.

Leia o texto de Shailene aqui (em inglês): http://goo.gl/Fbx53r