testeO evento para os que amam livros infantojuvenis

De 27 de junho a 5 de julho, estaremos presentes no 20º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Rio de Janeiro. O evento contará com uma seleção especial de títulos infantis e juvenis, marcadores de páginas, materiais promocionais e descontos.

A FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) também premia anualmente as melhores obras da produção nacional, sendo uma referência para pais e professores. Um dos livros premiados com o selo Altamente Recomendável FNLIJ em 2018, foi O touro Ferdinando, de Munro Leaf e Robert Lawson. Com um humor delicado, a obra que deu origem ao filme de animação da FOX conquista corações abordando de forma inspiradora o respeito pelas diferenças.

A história do touro Ferdinando foi publicada originalmente 80 anos atrás, tendo sida traduzida para mais de 60 idiomas. A edição lançada pela Intrínseca, em 2017, se manteve completamente fiel à original.

Outros títulos da Intrínseca que ganharam o selo Altamente Recomendável são Sr. Tigre Solto na Selva e O livro sem figuras. Em 2016, o livro João & Maria, de Neil Gaiman, foi o grande vencedor na categoria de Melhor Tradução e Adaptação de Reconto do Prêmio FNLIJ. O autor e o ilustrador Lorenzo Mattotti recuperam o ar aterrorizante do conto clássico dos irmãos Grimm, com imagens em tons sombrios que encantam seus leitores.

 

Local: Centro de Convenções SulAmérica – Salão Nobre
Av. Paulo de Frontin nº 1 — Cidade Nova, Rio de Janeiro 
Estande da Intrínseca: 23 e 24
Horários: Durante a semana, 8h30 às 17h. Exclusivamente na sexta, 29 de junho, o horário será de 8h30 às 20h.
Finais de semana, 10h às 18h.
Ingresso: R$12,00

teste9 leituras imperdíveis para crianças

 

dia-das-criancas

Confira a nossa lista com 9 leituras imperdíveis para crianças:

 

O livro sem figuras, de B.J. Novak
Combinando simplicidade e criatividade de forma engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Recebeu o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.

foto_interna_o_livro-sem-figuras_2

 

João & Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti

O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti recontam o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar os perigos de uma floresta sombria.

Obra vencedora da categoria de melhor tradução e adaptação de reconto do Prêmio FNLIJ 2016 e também contemplada com o selo Altamente Recomendável.
Indicado para leitores a partir de 6 anos.

foto_joao-e-maria

 

As inusitadas histórias de David Walliams

Dentistas sinistras, ratos que dançam break e tias trapaceiras são só alguns dos inusitados personagens criados por David Walliams, escritor que se tornou um fenômeno da literatura infantojuvenil na Inglaterra. Ator, roteirista e escritor premiado, Walliams trata com muito bom humor os dramas da vida da criança, sempre com muito respeito à inteligência dos leitores.

Indicado para leitores a partir de 10 anos.
instagram


As descobertas de Peter Brown

Em duas narrativas sensíveis sobre a construção da identidade, o premiado escritor e ilustrador Peter Brown mostra, em Minha professora é um monstro!, como as aparências enganam (e como professores podem ser incríveis) e, em Sr. Tigre solto na selva, como descobrir seu lugar no mundo.

Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.
foto_minha-professora-e-um-mosntro

 

Série Os Dois Terríveis, de Jory John e Mac Barnett

Uma série sobre amizade e companheirismo, Os Dois Terríveis narra as aventuras de uma dupla de pregadores de peças que aterrorizam um cidade até então pacata, o Vale do Bocejo. Ricamente ilustrada, a série também é recheada de piadas hilárias.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.
doisterriveis

 

Série Os irmãos Tapper, de Geoff Rodkey

Com uma narrativa totalmente original, incluindo fotos, capturas de tela dos jogos, registros de chats e muitas mensagens trocadas pelo celular entre os pobres pais dos beligerantes, Os irmãos Tapper mostra, de forma autêntica e hilária, os conflitos entre dois irmãos adolescentes numa era saturada de recursos visuais e digitais.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.

facebooktapper


Série Frank Einstein, de Jon Scieszka

Com robôs e muitas experiências, Jon Scieszka apresenta conceitos de ciência de maneira fácil e divertida, criando histórias sobre disputas, espionagem e amizade. Frank Einstein é um menino de dez anos que adora passar o tempo no laboratório montado na garagem do avô, explorando ciência com inventos muito originais.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.

graficafrank-12334

 

 

O mistério do mapa (volume 1 da série Poptropica), de Kory Merritt e Jack Chabert

Inspirada no jogo educativo on-line, a história acompanha três amigos que embarcam em um passeio de balão, Oliver, Mya e Jorge nunca poderiam imaginar que acabariam caindo em uma ilha desconhecida habitada por animais exóticos e uma horda de vikings raivosos. Bem-vindo a Poptropica: um arquipélago completamente fora dos mapas, cuja existência é mantida em segredo do restante do mundo.

Série indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

poptropicainstagram

 

Série Como treinar o seu dragão, de Cressida Cowell

Os vikings são uma parte importante da história mundial. E nada melhor que acompanhar as aventuras do adorável Soluço Spantosicus Estrondus III,  herdeiro da tribo dos Hooligans Cabeludos, e de seu dragão Banguela. A série que inspirou a animação da DreamWorks é composta por 12 volumes — o último será publicado em janeiro de 2017.

Série indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

dragao

testeConheça o estande da Intrínseca na FNLIJ

fnilij

Venha nos visitar no 18º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, evento que acontece até o dia 19 de junho, no Rio de Janeiro. Com uma seleção especial de títulos para crianças e jovens, o estande da Intrínseca também está recheado de materiais exclusivos e livros com descontos.

“O evento é muito importante porque aproxima as editoras dos educadores. É uma oportunidade maravilhosa para apresentarmos aos professores livros que podem ser adotados ou servir de material de apoio em sala de aula”, explica a gerente de marketing Heloiza Daou.

Obras premiadas

joaoemaria2113191João e Maria, de Neil Gaiman, foi o grande vencedor da categoria de melhor tradução e adaptação de reconto do Prêmio FNLIJ 2016. A obra, publicada em 2015, revisita a história clássica dos irmãos Grimm, com ilustrações de Lorenzo Mattotti, e foi traduzida por Augusto Calil.

Além do prêmio de melhor tradução, João e Maria recebeu o selo Altamente Recomendável. “Ficamos muito felizes com a premiação. Neil Gaiman reconta o clássico João & Maria com mestria e resgata o clima sombrio da história original. Augusto Calil, com muita habilidade, conseguiu trazer para a edição brasileira a mesma atmosfera assustadora”, comemora Cristhiane Ruiz, editora de ficção jovem.

O livro sem figuras, de B.J. Novak, também recebeu o selo Altamente Recomendável concedido pela fundação, que seleciona anualmente os melhores livros para indicação a crianças e jovens.

 

Local: FNLIJ – Centro de Convenções Sul América
Av. Paulo de Frontin nº 1 — Cidade Nova, Centro, Rio de Janeiro
Estande da Intrínseca na FNLIJ: 38
Horário de funcionamento: Segunda a sexta | 8h30 às 17h
Sábados e domingos | 10h às 18h

 

Ingresso para entrada na FNLIJ: R$ 6,00
Gratuidade para maiores de 60 anos, portadores de deficiência, professores da rede municipal do Rio de Janeiro e instituições que trabalham com crianças e jovens de comunidades de baixa renda, contando que pré-agendadas com a FNLIJ. Mais informações.

testeIntrínseca ganha Prêmio FNLIJ por melhor tradução de livro de Neil Gaiman

João E maria texto

A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil anunciou os vencedores do Prêmio FNLIJ 2016.  João e Maria, de Neil Gaiman, foi o grande vencedor da categoria de melhor tradução e adaptação de reconto. A obra, publicada em 2015, revisita a história clássica dos irmãos Grimm, com ilustrações de Lorenzo Mattotti, e foi traduzida por Augusto Calil.

Além do prêmio de melhor tradução, João e Maria recebeu o selo Altamente Recomendável. “Ficamos muito felizes com a premiação. Neil Gaiman reconta o clássico João & Maria com mestria e resgata o clima sombrio da história original.  Augusto Calil, com muita habilidade, conseguiu trazer para a edição brasileira a mesma atmosfera assustadora”, comemora Cristhiane Ruiz, editora de ficção jovem.

O livro sem figuras, de B.J. Novak, também recebeu o selo Altamente Recomendável concedido pela fundação, que seleciona anualmente os melhores livros para indicação a crianças e jovens.

Os certificados de premiação serão entregues na cerimônia de abertura do 18º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens que acontece entre os dias 8 a 19 de junho, no Rio de Janeiro. A Intrínseca terá um estande com uma seleção especial de títulos e materiais exclusivos voltados para o público infantil, juvenil e professores.

testeTop 10 de Pedro Gabriel

GooglePlay_PedroGabriel_blog

Procurando por uma nova leitura? Confira as dez indicações de Pedro Gabriel, autor de Eu me chamo Antônio e Segundo: Eu me chamo Antônio. Os e-books de alguns títulos dessa seleção estão com preços promocionais na Google Play até a próxima quinta-feira, dia 3 de março. Confira aqui.

 

capas_1

Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista.

Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [+]

O árabe do futuro: uma juventude no Oriente Médio (1978 – 1984), de Riad Sattouf — Filho de mãe francesa e de pai sírio, o quadrinista Riad Sattouf conta o choque cultural que viveu quando foi, ainda bem criança, para a Síria e a Líbia, e fala também do retorno da família à França. Depois de viver em lugares tão diferentes, Riad se tornou um completo estrangeiro, com uma visão crítica, afiada e muito bem-humorada sobre o mundo.

Um relato literário pleno em forma de graphic novel, com traço simples e narrativa fluida e descontraída. Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural. [+]

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker — Em 1975, na pequena cidade de Aurora, em New Hampshire, Nola Kellergan, de quinze anos, é vista pela última vez sendo perseguida na floresta e nunca mais é encontrada. Trinta e três anos depois, Marcus Goldman, jovem escritor de sucesso, vai a Aurora encontrar seu amigo e professor, o respeitado romancista Harry Quebert, na esperança de conseguir superar um bloqueio criativo. Durante esse tempo, ele descobre que seu mentor teve um caso com a adolescente.

Depois de encontrarem o cadáver da garota em seu jardim, Harry é preso, acusado de ter cometido assassinato. Marcus precisa correr contra o tempo para inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um romance bem-sucedido. [+]

 

capas_2

Queria ver você feliz, de Adriana Falcão — O Amor, essa entidade mítica, obstinada e perfeccionista, desempenha o papel de narrador na história real do casal Caio e Maria Augusta, pais da autora Adriana Falcão. Com linguagem poética e ao mesmo tempo bem-humorada, Adriana revela para seus leitores aquilo que poderia ser descrito como uma história trágica protagonizada por dois personagens atormentados por seus demônios.

Apaixonados, Caio e Maria Augusta se casam no Rio de Janeiro da década de 1950 e têm três filhas. Todo o sentimento que eles compartilham não impede que a personalidade exuberante de Maria Augusta se torne mais obsessiva e asfixiante com o passar do tempo, apesar dos medicamentos e dos tratamentos psiquiátricos a que é submetida. Caio, por sua vez, aprofunda uma melancolia que existia nele desde a adolescência, e que culmina nos anos 1970 em tentativas de suicídio. Mais do que uma história com final dramático, trata-se de memórias afetivas que alternam momentos de intensa felicidade e outros tantos de dor. [+]

Pó de lua, de Clarice Freire — Filha de Wilson Freire, parceiro do compositor Antônio Nóbrega, Clarice cresceu rodeada por artistas. Ela própria compõem letras de músicas e toca violão. Não é à toa que conseguiu encantar o público com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenhos e fragmentos de palavras.

A obra segue o formato dos cadernos moleskine em que Clarice acostumou-se a exercitar sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua — minguante, nova, crescente e cheia —, ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, enfeitada com ilustrações singelas. [+]

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Um livro sem figuras? O que tem de divertido nisso? Combinando simplicidade e criatividade de uma forma surpreendentemente engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Um livro original e divertido capaz de transformar qualquer leitor em um verdadeiro comediante, que vai fazer as crianças implorarem para ouvir a história repetidas vezes. [+]

 

capas_3

Paris versus New York, de Vahram Muratyan — Vahram Muratyan é um jovem artista gráfico de origem armênia criado em Paris. Em 2010, depois de uma longa temporada em Nova York, ele criou o blog Paris versus New York como uma espécie de registro visual de suas experiências, um bem-humorado confronto entre duas das mais míticas cidades do mundo. O sucesso foi surpreendente e o blog teve mais de cinco milhões de visitas em um ano. A sofisticada batalha visual, travada por um amante de Paris vagando por Nova York, se transformou em livro e firmou o artista como um designer renomado, com uma carteira de clientes que inclui grandes nomes da moda, entre eles Prada e Chanel.

Este amistoso confronto artístico é dedicado aos amantes de Paris, de Nova York e àqueles que estão divididos entre as duas cidades. [+]

A lebre com olhos de âmbar, de Edmund de Waal — Um dos mais importantes ceramistas da atualidade, Edmund de Waal era fascinado pela coleção de 264 miniaturas japonesas entalhadas em madeira e marfim guardadas no apartamento do tio-avô, que vivia em Tóquio. Nenhuma daquelas peças era maior do que uma caixa de fósforos e, no entanto, seu valor revelou-se grandioso.

Mais tarde, quando herdou estes netsuquês, Edmund descobriu que, além da riqueza artística, eles carregavam uma história muito maior: revelavam o passado de sua família e eventos cruciais do século XX. A partir dessa delicada coleção, A lebre com olhos de âmbar, obra vencedora do Costa Book Award na categoria Biografia e finalista do South Bank Sky Arts Award na categoria Literatura, transporta o leitor desde um império em Odessa — passando pela Paris do fin-de-siècle e pela Viena ocupada pelos nazistas — até o Japão e a Inglaterra contemporâneos. [+]

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver — Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive.

Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável. [+]

Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel — Em seu primeiro livro, Pedro Gabriel apresenta uma narrativa que transita por todas as fases de um relacionamento amoroso: com um estilo simples e acessível, mas nem sempre óbvio, o leitor acompanha os encontros e desencontros de Antônio. Percebe-se uma irreverência no tom de versos e trocadilhos como: “Invista nos amores à primeira vista”. Outras emoções são apresentadas de forma singela, quando há uma separação, por exemplo: “Você, distante, diz tanto sobre mim”. Enquanto a angústia, sentimento que faz parte da instabilidade de qualquer casal, também é citada no livro: “Na dança do amor: dor pra cá, dor pra lá”.

Antônio é um personagem sensível e verossímil, talvez seja por isso que os leitores cultivem a dúvida sobre até onde vai a linha tênue que separa a realidade da ficção. [+]

testeLista Dia das Crianças

DiaDasCrianc¦ºas_Intrinseca2

Selecionamos algumas sugestões de presentes para o Dia das Crianças. Tem livro para os pequenos, para os que gostam de ciência, para os bagunceiros, para os que gostam de mitologia, de contos clássicos e muito mais!

Confira:

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Combinando simplicidade e criatividade de forma engenhosa, o livro inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

A espada do verão, de Rick Riordan — Primeiro livro da nova série do autor: Magnus Chase e os deuses de Asgard. Desde a morte da mãe, em um acidente misterioso, Magnus vive nas ruas de Boston, até que um dia descobre um segredo improvável: ele é filho de um deus nórdico. Magnus vai ter que enfrentar trolls, gigantes e outros monstros para impedir o fim do mundo. O novo herói de Rick Riordan vai empreender uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos.

link-externo

Leia também 9 fatos inusitados sobre Magnus Chase

Img Magnus Chase

Extraordinário, de R. J. Palacio  — Auggie nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Frank Einstein e o eletrodedo, de Jon Scieszka — O esperto inventor-mirim Frank está trabalhando para criar o “eletrodedo”, um dispositivo que pode fornecer energia solar de graça para a sua cidade. Mas para isso vai ter que enfrentar seu arqui-inimigo T. Edison, que deseja controlar toda a eletricidade de Midville monopolizando as fontes de energia e ficar ainda mais rico. Sequência de Frank Einstein e o motor antimatéria, este segundo livro da série mostra que é possível aprender ciências de um jeito bem divertido.

Minha professora é um monstro, de Peter Brown — Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e deixa sem recreio as crianças que gostam de jogar aviõezinhos de papel. Ela é um monstro! Por sorte, Beto sempre tem os fins de semana para se divertir e brincar no parque. Até que um dia… ele encontra sua professora em seu lugar preferido. Com humor leve e belas ilustrações, o livro ensina que nem sempre as pessoas são o que parecem.

Os Dois Terríveis, de Jory John e Mac Barnett — Miles era o garoto mais terrível de sua escola, mas acaba de se mudar para a entediante cidade de Vale do Bocejo, conhecida unicamente por suas muitas vacas. Só que Vale do Bocejo já tem um rei das travessuras. E dos bons. Se quiser roubar o posto, Miles vai ter que se superar.

João e Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti — Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar com coragem os perigos de uma floresta sombria. Em uma bela edição de capa dura, Gaiman reconta com maestria a clássica história que vem encantando gerações até hoje.

Cidades de Papel, de John Green — Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certa noite, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que Margo desapareceu. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

untitledTitia Terrível, de David Walliams — Nesta aventura repleta de surpresas e ricamente ilustrada, o leitor vai conhecer Stella, uma menina de 12 anos, única herdeira da Mansão Saxby. O problema é que a terrível tia Alberta e sua coruja gigante vão fazer de tudo para roubar a herança da menina. Elas só não imaginam que Stella conta com a ajuda de um fantasma e os dois juntos vão unir forças para enfrentar a tia e impedir que ela fique com o único bem da  sobrinha.

O mundo imaginário de…, de Keri Smith — Nesse livro, Keri Smith propõe um mundo inteiramente novo, com nomes, mapas, moeda, habitantes e histórias que o próprio leitor deverá criar com a ajuda do livro.

Percy Jackson e os deuses gregos, de Rick Riordan — Com muito humor e tiradas sarcásticas, Percy Jackson explica sua versão da mitologia grega para a criação do mundo e dá aos leitores sua visão pessoal sobre quem é quem na Grécia Antiga, de Apolo a Zeus. Edição de luxo, em capa dura, inteiramente colorida e ilustrada por John Rocco.

Como treinar o seu dragão, de Cressida Cowell — Divertida aventura que se passa num mundo mítico de vikings corpulentos e dragões ferozes. A história gira em torno de Soluço, um adolescente franzino que vive na ilha de Berk, onde precisa capturar e treinar o dragão mais impressionante de todos. Soluço tem um coração viking, mas não é o herói que seu pai queria que ele fosse. Ao se unir a Banguela, um dragão teimoso, mal-educado e nada ameaçador, finalmente o menino tem a chance de mostrar quem realmente é. Inteiramente ilustrado, este é o primeiro livro da série Como treinar o seu dragão, sucesso no mundo inteiro.

testeBrincadeira de criança

Por Cristhiane Ruiz*

II2A8914

Sabe aqueles especiais de tevê que mostram os bastidores de gravações, com aquelas mesas cheias de botões comandadas por profissionais bastante concentrados em alguma coisa acontecendo na frente deles? Pois é. Participei de algo assim outro dia.

O ambiente de um estúdio é bem descontraído e informal, mas que ninguém se engane: técnicos e editores têm ouvido biônico e uma capacidade incomum para notar ínfimas diferenças em rabiscos coloridos que mais parecem o resultado de um eletrocardiograma. Eles chamam isso de “gráfico do sinal de áudio” (ou algo assim) e vão colando os trechos selecionados da gravação um ao lado do outro até terem a versão final, seja uma música da Katy Perry ou a divertidíssima leitura de O livro sem figuras feita por Lúcio Mauro Filho e Maria Clara Gueiros.

Uma gravação funciona assim: o artista chega, muito simpático e disposto, segue para uma sala com isolamento acústico (onde qualquer barulhinho extra é fatal) e, lá, faz o que melhor sabe fazer.

Foi assim com Lúcio e Maria Clara, no dia da gravação para o e-book com aúdio de O livro sem figuras.

A equipe de som e o pessoal da editora ficaram em outra sala (a tal sala dos botões que costuma aparecer nos especiais de tevê), no controle da gravação, enquanto os atores, um de cada vez (eles nem se encontraram naquele dia, veja só!) davam voz a UENGARENGAS e XABLAUS.

II2A8903

Minha função era acompanhar a leitura conferindo se todas as palavras eram lidas como estavam no livro, cuidando para que eles não deixassem passar nenhuma letrinha. Para isso, precisei sentar ao lado do editor de som, diante da maravilhosa mesa dos botões.

Como a minha tarefa era acompanhar a leitura, acabei ficando responsável por controlar o MARAVILHOSO BOTÃO BRANCO da mesa de som. O MARAVILHOSO BOTÃO BRANCO, quando acionado, permite que o som da sala de controle seja ouvido na sala de gravação. É por meio dele que o diretor fala com o artista. Veja bem: o diretor.

Se Lúcio esquecia um pronome, eu apertava o MARAVILHOSO BOTÃO BRANCO e dizia: “Lúcio, você esqueceu o pronome tal. Pode repetir, por favor?” Se Maria Clara por acaso se atrapalhasse com o Bléguite, o Glóbite ou com o Urucurucururu, eu apertava o MARAVILHOSO BOTÃO BRANCO e falava, tal qual um Steven Spielberg: “Maravilha, Maria Clara! Vamos fazer só mais uma vez?”

II2A8838

O mais divertido é que esses atores são muito competentes e educados, e, com muita elegância e profissionalismo, atendiam aos meus pedidos prontamente, sem questionar. Lá pelas tantas (é preciso repetir algumas vezes para uma gravação ficar perfeita), muito empolgada e bem à vontade, passei a sugerir diferentes entonações para as partes mais hilárias da história. Como me considero uma pessoa de bom senso, acionei meu botão interno de autocontrole e me forcei a deixar de lado o MARAVILHOSO BOTÃO BRANCO!

Mas não fui a única a virar uma criança encantada com um brinquedo novo enquanto morria de rir com aquelas atuações sensacionais. O pessoal do estúdio e da editora também teve uma tarde incrível. Foi uma sorte poder assistir a talentosos atores criando vozes malucas para um livro original e muito, muito engraçado. Não havia uma única pessoa na sala dos botões que não gargalhasse com O livro sem figuras.

Você também pode participar dessa divertida experiência. É só clicar aqui e adquirir a versão em áudio do e-book de O livro sem figuras.

 

*Cristhiane Ruiz é editora de livros infantojuvenis na Intrínseca.

testeO editor como artesão

Por Sheila Louzada*

foto_interna_o_livro sem figuras

É como nas fotografias: dê zoom em um inseto ou em uma flor, e você vai ver cada detalhe ampliado de tal forma que assume proporções gigantescas.

Se você faz um livro de mil páginas, o natural é que seu foco seja mais efêmero. Aquela infinidade de frases se dilui, uma se apoiando na outra em uma espécie de companheirismo literário de maneira a formar um elenco sem protagonistas. Um ou outro trecho com alguma dificuldade vai exigir atenção especial, mas o fluxo de ideias se sobrepõe ao efeito individual de cada bloco de texto.

link-externoLeia também: A diferença entre “ler para” e “ler com” uma criança, por Natalia Klussmann

Em um livro sem figuras de uma única lauda, em que espaços em branco são tão importantes quanto imensas onomatopeias coloridas, cada frase e cada palavra e cada mínima pontuação merece uma atenção desmedida. Dos 2.113 caracteres originais, cada um foi pensado e repensado e invertido e observado e testado, desde a tradutora até a designer que convocamos para ler em voz alta para a equipe. Cada item ali tem uma função; cada cor, um propósito. A pizza de goiaba, por exemplo, era originalmente azul-escura, por ser uma pizza de mirtilo. No entanto, a tradução optou por uma fruta mais comum no Brasil — coerente com a escolha do tamanduá em vez do macaco, por exemplo, e com a própria sonoridade mais abrasileirada dos estranhos sons que inundam as páginas 38 e 39 —, o que nos levou a trocar também a cor das letras. Outro exemplo é o “bip bip”, que, embora esteja ali escondidinho entre um extravagante XABLAU e um cativante BOROGOTONGO, não podia ser esquecido, por remeter ao tamanduá robô.

link-externoConheça O livro sem figuras, de B.J. Novak

foto_interna_o_livro sem figuras_2

Cada frase tem inúmeras possibilidades de escrita, e cada versão tem inúmeras possibilidades de entonação. Vimos isso com mais clareza na gravação do e-book com áudio, em que passamos horas e horas atentos a versões e mais versões de uma mesma frase e tentando decidir qual transmitia melhor a ideia. Um mero “Jura?” pode ser dito de forma incrédula (“Não acredito que estou lendo essas baboseiras”), debochada (“Aham. Sei.”), impaciente (“Será que estou lendo isso direito?”) ou mesmo feliz (“Concordo inteiramente!”).

link-externoConheça o e-book especial de O livro sem figuras com áudio nas vozes de Maria Clara Gueiros e Lúcio Mauro Filho

Experimente. Duvido você ler esse livro da mesma forma duas vezes. E é essa a graça dele: a cada voz, a cada momento, a leitura muda e se renova, e se a graça de um livro com figuras é repetir o prazer da primeira leitura, a graça é esse prazer ser constantemente renovado e jamais recuperado. Haverá infinitas primeiras leituras.

 


Sheila Louzada
, 30 anos, é editora assistente no setor de ficção infantojuvenil da Editora Intrínseca.

testeContação de histórias de O livro sem figuras

Contacao_O livro sem figuras_Facebook

Como um livro infantil sem nenhuma imagem pode ser divertido? Com um texto engenhoso, O livro sem figuras é certeiro: arranca gargalhadas de crianças e adultos durante a leitura em voz alta.

Confira a agenda com os eventos de contação de histórias da surpreendente obra de B.J. Novak. Todos são gratuitos.

link-externoLeia também: A diferença entre “ler para” e “ler com” uma criança

São Paulo
Dia: 27/6, sábado
Horário: 16h
Local: Espaço Intrínseca na Fnac Pinheiros
Endereço: Praça dos Omaguás, 34 — Pinheiros

Belo Horizonte
Dia: 4/7, sábado
Horário: 16h
Local: Livraria Leitura BH Shopping
Endereço: Rod. BR 356, 3049 | Loja OP51 — Belvedere

Porto Alegre
Dia: 4/7, sábado
Horário: 16h
Local: Saraiva Praia de Belas Shopping Center
Endereço: Av. Praia de Belas, 1.181 | Piso 2 — Praia de Belas

Recife
Dia: 4/7, sábado
Horário: 17h
Local: Livraria Cultura Shopping Rio Mar
Endereço: Av. República do Líbano, 251 | Piso L2 — Pina

Rio de Janeiro
Dia 4/7, sábado
Horário: 11h
Local: Livraria Cultura Cine Vitória
Endereço: Rua Senador Dantas, 45 — Centro

São Paulo
Dia 4/7, sábado
Horário: 14h
Local: Livraria Cultura Shopping Market Place
Endereço: Av. Chucri Zaidan, 902 | Piso 1 | Loja 222 — Brooklin

Curitiba
Dia: 5/7, domingo,
Horário: 16h15
Local: Livrarias Curitiba – ParkShopping Barigui
Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 | Loja T17 — Campina do Siqueira

Salvador
Dia: 5/7, domingo
Horário: 17h
Local: Livraria Cultura Salvador Shopping
Endereço: Av. Tancredo Neves, 3.133 | Piso L2 — Caminho das Árvores

São Paulo
Dia: 5/7, domingo
Horário: 17h
Local: Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos
Endereço: Avenida Nações Unidas, 4.777, Piso 2 | Loja 245 — Jardim Universidade Pinheiros

testeLer para, ler com

Por Natalia Klussmann*

o livro sem figuras_2

Filhos, dizem, vêm sem manual de instruções. Mas posso contar um segredo? Não é bem assim! Na verdade, o que parece mesmo é que eles vêm com duzentos manuais. E cada um diz uma coisa diferente: às vezes eles se anulam, noutras, se sobrepõem, mas, invariavelmente, soterram mães e pais com infinitas informações.

Agora, se existe algo unânime na maternidade e na paternidade, para além das óbvias instruções básicas que visam à sobrevivência dos rebentos, tal coisa é a leitura.

Leia para seus filhos. Todas as pesquisas acadêmicas com as quais tive contato defendem e ressaltam a importância da precoce exposição aos livros e às rimas infantis. Ler para crianças desde sempre contribui significativamente para a ampliação de vocabulário, desenvolvimento cognitivo e fonológico, aporte de noções básicas de cálculo, melhoria no desempenho de leitura e escrita quando da época pós-alfabetização e mais. A lista é vasta e bastante convincente. Até mesmo o senso comum ou o bom senso sabem disso, sem teorias ou referências bibliográficas.

No entanto, existe uma coisa ainda melhor e mais eficiente do que ler precocemente para os pequenos. É ler com a criança desde muito cedo. Sim, porque uma coisa é ler para a criança, sentada no sofá ou na cama, tendo o objetivo de distrair, cumprir o ritual do sono ou pensando em desenvolver habilidades. Outra coisa é ler com a criança, interpretando falas, entrando no mundo de fantasia que o livro abre, partilhando emoções, impressões e surpresas. Ler com significa entregar-se ao instante, dividir sentimentos e descobrir novas maneiras de contar as mesmas palavras. O espaço lúdico da literatura e o espaço afetivo do estar presente unem-se e não há mais uma simples leitura: acontece um momento. Um momento (delicioso) de aprendizado.

LIVRO SEM FIGURAS_3dPara ler com, crianças e adultos precisam se engajar no que vai escrito, mesmo que as palavras registradas soem estranhas ou absurdas. Por isso, O livro sem figuras, de B. J. Novak, é genial: ele não deixa alternativa e só é concebível uma leitura interativa da obra. Impossível ser burocrático em meio a borogotongos e uengarengas. Menos ainda se seu filho fizer como o meu e cair na gargalhada já bem no comecinho do livro (e seguir assim não importando quantas vezes você repita tudo).

Esta é a mágica: fazer gostar de ler e de ouvir histórias. Entender que mesmo um livro sem figuras é divertido e envolvente. Porque através das palavras é que as imagens vão se construir, lentamente, no imaginário de quem as lê.

Claro que livros infantis ilustrados são maravilhosos e também muito importantes para as crianças. Não se pode ignorar ou subestimar o poder comunicativo e narrativo de desenhos e imagens. Mas meu ponto, e o genial no livro de Novak, é que, em uma vida mediada pelo audiovisual, crianças conhecem muito bem a potencialidade das imagens coloridas e atraentes.

Contudo, as palavras — talvez, a princípio, letras monocromáticas sobre o papel, porém sempre muito vivas e vívidas conforme a imaginação as vai encadeando — também são poderosas. Elas ganham vida somente com a leitura, mas, a partir de então, as construções são múltiplas e ricas. E quando, em vez de ler para, você lê com uma criança, vive com ela a experiência da imaginação, sonha as histórias, vai ao lado dela nos caminhos que se desdobram. É um momento partilhado, conectado e interativo.

No entanto, sabemos que nem sempre é fácil, depois da cansativa jornada diária da vida adulta, ter pique ou criatividade para inventar vozes, interpretar onomatopeias e conduzir uma contação vivaz. Por isso que, desde a primeira vez que li O livro sem figuras, fiquei encantada. A história é breve e despretensiosa, ótima para mentes e corpos cansados. E o texto é tão bom e a tradução tão bem cuidada que ninguém vai precisar fazer um curso de interpretação para conseguir provocar risadas. Aliás, risadas, não! Gargalhadas. Homéricas, daquelas que levam embora o cansaço, a mesmice e a previsibilidade, mas prendem bem firme a atenção dos filhotes. Isso acontece porque o autor consegue tomar para si a responsabilidade de conduzir a trama e guia o leitor pela mão, em uma narrativa declarada e descaradamente maluca. Isso permite aos adultos relaxar e aproveitar: a conexão vai se estabelecer na risada e no estranhamento partilhados.

Ao mesmo tempo, apesar da leveza e da espontaneidade, a história acaba por resgatar um tempo infantil dentro de nós. A estranheza presente exige atenção e dedicação e, assim, retomamos a fruição, o engajamento com aquilo que é novo, a fascinação com o nunca visto. Mais uma vez a fusão adulto-criança acontece. Estamos lendo com os olhos divertidos de uma criança, saboreando cada sílaba ressonante e cada invencionice surrealista. Reaprendendo o prazer da literatura e, ao mesmo tempo, mostrando aos pequenos como é fascinante uma história bem contada.

Com o firme propósito de fazer rir e de provar que um livro sem figuras é divertido, Novak vai além do que se propõe e cria uma obra inteligente, engraçada e educativa. Sua principal lição? Ler para crianças é bom e faz bem, mas ler com as crianças é o melhor que você pode fazer para você, sua criança e a relação de vocês.

Palavra de tamanduá que aprendeu a ler sozinha!

Confira a leitura de B.J. Novak:

Natalia Klussmann é mestre em literatura brasileira e bacharel em comunicação pela UFRJ, tradutora, mãe e leitora. Gosta dos bons livros, sejam eles com ou sem figuras.