testeLançamentos de fevereiro

Confira as sinopses e trechos dos livros que publicaremos neste mês:

Paris para um e outros contos, de Jojo MoyesCom mais de 20 milhões de livros vendidos em todo o mundo, Jojo Moyes se consagrou autora de grandes romances. Paris para um e outros contos apresenta um novo lado da criadora de Como eu era antes de você com dez histórias divertidas e apaixonantes.

No conto que dá título ao livro, a jovem Nell planeja um final de semana romântico em Paris com o namorado e fica sabendo, já na estação, que ele desistiu de acompanhá-la. Sozinha em um país estrangeiro, Nell descobre uma nova versão de si mesma, independente e corajosa. Já em “Lua de mel em Paris”, que fecha a coletânea, Jojo Moyes brinda os leitores com um reencontro com as personagens do best-seller A garota que você deixou para trás, Liv e Sophie, que, separadas por algumas décadas, acreditam que o casamento é apenas o início de suas histórias de amor. [Leia +] [Leia um trecho]

A viúva, de Fiona BartonUm marido amoroso ou um assassino cruel? Em seu celebrado romance de estreia, a jornalista Fiona Barton reconstrói um crime imperdoável por meio de três perspectivas diferentes (a viúva do suspeito, o detetive que lidera a investigação e a jornalista que cobre o caso) ao mesmo tempo em que faz uma análise impiedosa de um relacionamento complexo.

Na trama, Jean Taylor deixou de contar, ao longo dos anos, muitas coisas sobre o terrível crime que o marido era suspeito de ter cometido. No entanto, após um acidente cheio de enigmas, o marido está morto, e Jean não precisa mais representar o papel de esposa perfeita.

Leitura indicada para quem gosta de thrillers como Garota exemplar, de Gillian Flynn. [Leia +] [Leia um trecho]

Pequenas grandes mentiras — edição especial com capa inspirada na série, de Liane MoriartyA história de três mulheres, cada uma diante de sua encruzilhada particular, chegará às livrarias em uma edição especial com capa inspirada no cartaz da nova série da HBO: Big Little Lies.

A adaptação do romance de Liane Moriarty tem estreia na TV marcada para 19 de fevereiro e conta com a produção de Reese Witherspoon e Nicole Kidman que, com Shailene Woodley, também interpretam as protagonistas. A direção é de Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas e Livre). [Leia +] 

A verdade é teimosa: diários da crise que adiou o futuro, de Míriam Leitão Com 25 anos de colunismo diário em O GloboMíriam Leitão está acostumada a ver além dos acontecimentos. Para a jornalista, a crise pela qual o Brasil passa hoje já estava anunciada havia muito tempo, pois o governo fechou os ouvidos a todos os alertas e a todas as críticas, enquanto fazia escolhas desastrosas.

Em seu novo livro, A verdade é teimosa, Míriam apresenta 118 textos produzidos desde 2010, quando falar em crise econômica parecia um verdadeiro atrevimento, até novembro de 2016, quando o governo Temer atravessava momentos de grande instabilidade política. Com uma linguagem clara, a obra examina os antecedentes que levaram à recessão, à desordem fiscal e à inflação, bem como aos momentos mais agudos da crise em si. [Leia +] 

Matéria escura, de Blake Crouch Você é feliz com a vida que tem? Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca. Neste novo mundo, ele leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que este é mesmo seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?

Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura é uma criação de Blake Crouch, também autor da trilogia Wayward Pines, que deu origem à série de TV exibida pela FOX.  [Leia +] [Leia um trecho]

Às urnas, cidadãos!, de Thomas PikettyAutor do impactante O capital no século XXI, Piketty revolucionou para sempre o pensamento econômico contemporâneo. Nas mais de cinquenta crônicas que compõem Às urnas, cidadãos!, ele analisa de modo incisivo assuntos de extrema relevância para a economia mundial, como as dívidas nacionais, a redistribuição de recursos e a fragmentação do bloco europeu.

Diante de países que pouco se importam com seus vizinhos, qual seria a solução? Para responder a essa e a outras perguntas, Piketty critica os egoísmos nacionais, lança um amplo olhar sobre a economia global e acompanha a escalada da desigualdade além da Europa, ao discutir a situação de Estados Unidos, África do Sul, Brasil, Índia, Oriente Médio e China. [Leia +] 

Eu e você no fim do mundo, de Siobhan VivianEnquanto alguns se preocupam com o presente, fazem planos para o futuro e passam os dias empacotando suas coisas para mudar de cidade, Keeley e seus colegas do ensino médio decidem aproveitar ao máximo o tempo que ainda têm juntos em Aberdeen. Para ela, é o momento perfeito para tomar coragem e se declarar para o garoto que sempre amou, Jesse Ford.

A vida de Keeley está prestes a virar de cabeça para baixo, e a sensação de que não há nada a perder é perfeita para dar a ela a coragem de fazer o que normalmente não faria. Ou falar o que não falaria. E o risco quase sempre vale a recompensa. Quase sempre. [Leia +] [Leia um trecho]

testeO que gera a desigualdade?

Conheça os tópicos centrais de O capital no século XXI, obra de Thomas Piketty

Rennan da Rocha *

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[Fonte: Social Europe]

Há dois anos, O capital no século XXI emergia no Brasil como o mais improvável dos best-sellers. Lançado com pouco destaque na França em 2013, a obra de Thomas Piketty causou grande repercussão no ano seguinte graças à tradução para o inglês. Em poucos meses vieram edições em diversas línguas — como a publicada pela Intrínseca em novembro de 2014, traduzida pela economista Monica Baumgarten de Bolle —, o que transformou o texto em fenômeno global.

De uma hora para outra, todos pareciam estar lendo e discutindo a mais importante obra do professor da École des Hautes Études en Sciences Sociales. Façanha notável para um tratado econômico de mais de 600 páginas que discorre sobre o aumento da desigualdade global e cujo título faz referência direta a Karl Marx. Além das virtudes de um texto didático e elegante, o sucesso da obra de Piketty se deve sobretudo à situação do mundo que o lia: deprimido pelo colapso financeiro de 2008, chacoalhado por movimentos como o Occupy Wall Street e escandalizado pelo poder e pela riqueza detidos pelo 1% mais rico da população. Como afirmou o Nobel de Economia Paul Krugman na New York Review of Books, “O capital no século XXI mudará tanto a forma como pensamos a sociedade quanto como praticamos economia.”

Confira alguns dos tópicos centrais sobre esse divisor de águas no debate do pensamento econômico contemporâneo.
 

Do que fala O capital no século XXI?

O livro reconstitui a evolução da distribuição de renda e de riqueza nos últimos duzentos anos, sobretudo em países desenvolvidos, onde há mais dados disponíveis, como Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha. A obra não menciona o Brasil, pois Piketty e seus colaboradores não conseguiram convencer a Receita Federal a divulgar dados anônimos sobre os contribuintes daqui.

A partir dessa análise, o autor conclui que a desigualdade tem crescido em ritmo acelerado nas últimas décadas. Nos Estados Unidos, por exemplo, os 10% mais ricos abocanharam praticamente metade da renda distribuída no país entre 2000 e 2010, contra uma parcela abaixo de 35% na década de 1970. Mas Piketty ressalta que não se trata apenas de um fenômeno de desigualdade salarial, exposta pelos bônus nababescos de banqueiros e CEOs na chamada “Corporate America”. O avanço da renda extraída do capital é muito mais acelerado do que o dos salários, e essa riqueza está sendo distribuída de forma cada vez mais desigual. Na França, por exemplo, 70% da riqueza disponível hoje foi herdada, em oposição a menos de 50% em 1970.  

 

Como a pesquisa para o livro foi feita? 

O principal diferencial da obra é o método de investigação usado para entender como se dava a distribuição de riquezas séculos atrás. Piketty e seus colaboradores, economistas como Anthony Atkinson e Emmanuel Saez, foram pioneiros na combinação de informações de declarações de imposto de renda com outros tipos de dados para estudar a desigualdade. A utilização de informações tributárias permitiu a Piketty analisar a concentração de riquezas nas mãos de um número muito restrito de pessoas (o 1% ou até o 0,1% mais rico a população, por exemplo) que acabava ignorado em pesquisas tradicionais.

Como cereja do bolo, O capital no século XXI também recupera no cânone literário vestígios de uma desigualdade ancestral. “Os romances de Jane Austen e de Honoré de Balzac nos oferecem um retrato impressionante da distribuição da riqueza no Reino Unido e na França de 1790 a 1830. Os dois escritores possuíam um conhecimento íntimo da hierarquia da riqueza em suas sociedades”, observa o autor. 

 

O que gera a desigualdade?

A análise histórica dos dados permitiu a Piketty desenvolver a teoria que é central em seu livro. Segundo ele, a acumulação de riquezas é resultado da relação entre a taxa de remuneração do capital (como o lucro obtido por uma empresa ou o aluguel de um imóvel) e o crescimento econômico. Quando o retorno do capital é maior do que, digamos, a expansão do PIB, a riqueza herdada cresce mais rápido que o surgimento de patrimônio novo, pronto para ir para as mãos de outras pessoas.

“Basta então aos herdeiros poupar uma parte limitada da renda de seu capital para que ele cresça mais rápido do que a economia como um todo. Sob essas condições, é quase inevitável que a fortuna herdada supere a riqueza constituída durante uma vida de trabalho e que a concentração do capital atinja níveis muito altos, potencialmente incompatíveis com os valores meritocráticos e os princípios de justiça social que estão na base de nossa sociedade democrática moderna”, explica o livro, que resume essa dinâmica em outro trecho: “Uma vez constituído, o capital se reproduz sozinho, mais rápido do que cresce a produção. O passado devora o futuro.”

A análise de Piketty apresenta que, desde 1700, o retorno sobre capital tem sido de 4% ou 5% — ou seja, quem investe R$100 costuma lucrar de R$4 a R$5 em um ano. Durante os séculos XVIII e XIX, esse ritmo foi muito maior do que o crescimento econômico. Por isso, esses períodos foram tão marcados pela desigualdade, como mostra o estilo de vida dos personagens de Jane Austen. A industrialização proporcionou maior crescimento produtivo e de renda para os trabalhadores, mas não foi capaz de reequilibrar a equação da desigualdade.

A situação melhora, ironicamente, com as duas guerras mundiais e a Grande Depressão, que, além de estimular a produção, aniquilaram uma parcela significativa da riqueza que estava pronta para ser herdada. Pense, por exemplo, no destino que os imóveis da Berlim nazista teria. A reconstrução europeia no pós-guerra e a adoção de medidas fiscais extremas para financiar esse esforço proporcionaram os chamados Trinta Gloriosos. Nesse ciclo inédito de prosperidade, a geração de novas riquezas foi maior do que o retorno sobre o capital já existente. Por isso, a desigualdade diminuiu no período de 1945 a 1975, argumenta Piketty.     

 

Por que a desigualdade está aumentando hoje?

De acordo com a teoria de Piketty, um rápido crescimento é essencial para frear uma acumulação desigual de riquezas. O problema é que o mundo enfrenta hoje um período de baixo crescimento, não só por causa da crise recente mas também por razões como a estagnação populacional e a ausência de novos saltos tecnológico de produtividade semelhantes aos proporcionados por adventos como a eletricidade ou a linha de montagem. O resultado disso, segundo Piketty, é a volta a um capitalismo patrimonial, com níveis de desigualdade próximos daqueles da Belle Époque europeia e no qual a meritocracia é suplantada, pouco a pouco, por uma dinastia de poucos herdeiros. 

 

O que Piketty propõe para resolver esse problema?

A teoria do economista francês implica uma ideia indigesta (e daí a polêmica envolvendo o livro) para os defensores da famosa “mão invisível” dos mercados: nos últimos séculos, o capitalismo liberal estimulou, salvo em poucos períodos excepcionais, uma concentração desigual de riquezas. A manutenção das democracias, das classes médias e do bem-estar social depende, então, de intervenções que corrijam esse processo. A principal proposta de Piketty é a criação de um imposto global e progressivo sobre capital, a ser implementado por vários países em um esforço coordenado. Ele propõe que as alíquotas iriam de 0,1% a, no máximo, 10% (para fortunas bilionárias, por exemplo). 

“Com ele, é possível evitar a espiral desigualadora sem fim e ao mesmo tempo preservar as forças da concorrência e os incentivos para que novas acumulações primitivas se produzam sem cessar”, concluiu o economista. 

Alguns anos após o lançamento de O capital no século XXI, o argumento de Piketty ganha novo impulso no momento em que um herdeiro bilionário, que observa o mundo do alto do 58º andar de um arranha-céu na Fifth Avenue, se instala no posto que deveria representar o ápice da democracia.    

 

Rennan da Rocha é jornalista.

testeÉ a economia, estúpido. E a educação, a moradia, a saúde…

Por Bernardo Barbosa*

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A profissão de economista pode não ser a mais divertida ou glamorosa do mundo. Mas, se há um deles que tem pinta de popstar, este é Thomas Piketty. Alçado à fama mundial após o best-seller O capital no século XXI, um vasto e polêmico estudo sobre desigualdade, o francês mostra as raízes de sua inquietude — e também de sua veia midiática — em É possível salvar a Europa?, coletânea de mais de oitenta crônicas publicadas no jornal Libération entre 2004 e 2011.

No prefácio da obra, Piketty diz: “Alguns textos envelheceram um pouco; outros, menos.” Seu livro está longe de ser uma coletânea de textos velhos; funciona como uma coleção de artigos de um estudioso que sabe quais são vários dos grandes temas dos nossos dias, e os trata de forma crítica e propositiva.

E possível salvar a europa - capa 3.inddPiketty não enrola. Mostra logo aonde quer chegar com textos diretos e rascantes, por vezes irônicos, sem fazer uso gratuito do economês e desmontando discursos políticos, à direita (o ex-presidente Nicolas Sarkozy é um dos alvos preferenciais) e à esquerda (sobram críticas ao Partido Socialista, do qual já foi assessor econômico e hoje se distancia). Artigos de cunho local sobre aposentadorias e impostos na França ressoam no Brasil de novas fórmulas previdenciárias e ajustes fiscais.

No Libération — um jornal de esquerda fundado na década de 1970, entre outros, por Jean-Paul Sartre —, Piketty não falou só de economia. Teve espaço para se lançar sobre educação, habitação, sistema público de saúde, eleições (as francesas e as americanas), meio ambiente e até imigração, assunto na ordem do dia da Europa atual. As crônicas ainda abordam salários, heranças, regimes trabalhistas, crises financeiras, entre outros assuntos que marcam o debate sobre que sociedade queremos. Ainda há espaço para surpresas, como um elogio à competência acadêmica de Milton Friedman, economista liberal americano, cujas ideias não escapam da crítica do esquerdista Piketty.

Pode-se questionar a propriedade de um economista para abordar tantos assuntos diversos, mas o francês sabe como atrair a atenção do público com seu olhar agudo sobre o mundo ao seu redor. Talvez um dos maiores méritos de Piketty seja dar a cara à tapa, saindo da academia para debater suas ideias em praça pública. Ao longo de anos, a cada vez, deu aos leitores do Libération — e agora aos brasileiros — material para concordar, discordar e principalmente refletir. As crônicas de É possível salvar a Europa? já apontam o destemor em abraçar grandes temas e marcar posição que Piketty mostra no Capital e que o levou a ter críticos que vão de Bill Gates — para quem o Capital apresenta um retrato incompleto sobre a criação de riqueza — a um doutorando americano, passando pelo próprio Libération, segundo o qual o Capital não foi suficientemente de esquerda.

Mesmo depois de explodir mundialmente, Piketty mantém-se inquieto, como se estivesse em busca da próxima boa briga. Em janeiro, numa atitude que caberia mais a um rockstar rebelde dos anos 1960, recusou a mais alta condecoração francesa, sob o argumento de que não é o governo quem deve “decidir quem é digno de honra”. Em setembro, aceitou fazer parte de um conselho de pesos pesados da economia, montado para aconselhar o Partido Trabalhista britânico, e topou também assessorar o programa econômico do Podemos, legenda espanhola criada em 2014 no rastro dos protestos antiausteridade no país e que hoje causa sensação na esquerda mundial. Ninguém passa ileso por Piketty; resta saber qual a próxima trincheira em que ele vai aparecer.

 

Bernardo Barbosa é jornalista, com passagens por O Globo e Agência Efe, e gostaria de ver um Thomas Piketty em português para colocar fogo nos grandes temas brasileiros.

testeQual livro combina com o seu amor?

 

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Assim como na literatura, tudo pode acontecer em uma história de amor. Suspense, comédia, drama, intrigas e reconciliações. Para celebrar o Dia dos Namorados, listamos 15 livros para todos os gostos e queremos saber: que tipo de história combina mais com o seu par?

 

Toda luz que não podemos ver, de Anthony DoerrMarie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o curioso órfão Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver, premiado com o Pulitzer de Ficção de 2015, narra um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [Confira no Skoob]

link-externoConheça Anthony Doerr

 

Um mais um, de Jojo Moyes — O novo livro da autora de Como eu era antes de você conta a história de Jess, uma mãe solteira e falida que precisa levar a filha Tanzie para a Olimpíada de Matemática na Escócia. Ed Nicholls é um geek milionário e estranho que oferece uma carona até a cidade onde acontecerá a disputa. A engraçada viagem até o destino provará que os opostos se atraem e que é possível encontrar o amor nos lugares mais improváveis. [Confira no Skoob]

 

Lugares escuros, de Gillian Flynn Aos sete anos, Libby Day sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, a ambígua personagem de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar, é procurada por um grupo de pessoas obcecadas pelo crime e começa a investigar o passado. [Confira no Skoob]
link-externoGillian Flynn em defesa das vilãs

 

O capital no século XXI, de Thomas Piketty Nenhum livro sobre economia publicado nos últimos anos provocou o furor causado por esse estudo do francês Thomas Piketty sobre a concentração de riqueza e a evolução da desigualdade. [Confira no Skoob]

 

A arte de pedir, de Amanda Palmer Mobilizadora de multidões on-line, Amanda Palmer é o retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. No livro, a cantora, compositora, ícone indie e feminista mostra que pedir é digno e necessário. Longe de ser um manual, o livro é uma provocação que incita o leitor a superar seus medos e reconhecer o valor de precisar e pedir ajuda. [Confira no Skoob]
link-externoA arte de ser Amanda Palmer

 

Cidades de papel, de John Green Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade o quarto dele pela janela, convocando-o a fazer parte de um plano de vingança. E ele, é claro, aceita. [Confira no Skoob]
link-externoO capitão John Green

 

Nós, de David Nicholls Douglas é um bioquímico de 54 anos, casado com Connie e pai de Albie, um jovem que acabou de entrar para a faculdade. Certa noite, ele é acordado pela esposa, que decide pedir o divórcio. Porém, eles estão prestes a embarcar em uma viagem em família pela Europa. Do mesmo autor de Um diaNós traz uma irresistível reflexão sobre relacionamentos. [Confira no Skoob]
link-externoDia de fã: um encontro com David Nicholls

 

A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan Da São Francisco dos anos 1970 à Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan tece uma narrativa caleidoscópica, que alterna vozes e perspectivas, cenários e personagens para contar como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. Recebeu o Pulitzer e o National Book Critics Circle Award de 2011. [Confira no Skoob]
link-externoA metáfora de Jennifer Egan ou “tudo começou aqui”

 

Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han — Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, a vida amorosa de Lara Jean se transforma. [Confira no Skoob]

 

Os filhos de Anansi, de Neil Gaiman Embrenhando-se no território da mitologia africana, a narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis e divindades vingativas. Nova edição do clássico do autor com conteúdo extra e orelha assinada por Fábio Moon. [Confira no Skoob]
link-externoSobre ter pais constrangedores e se identificar com Neil

 

Salinger, de David Shields e Shane Salerno — A biografia de Salinger foi produzida ao longo de nove anos por David Shields e Shane Salerno, que colheram relatos de mais de 200 pessoas. A personalidade multifacetada do autor do clássico O apanhador no campo de centeio é relatada nas vozes de amigos, colegas do exército, parentes, editores, críticos literários etc. [Confira no Skoob]

 

Navegue a lágrima, de Leticia Wierzchowski Uma casa de praia, num idílico balneário no Uruguai, é o cenário de duas histórias de amor e perdas, separadas no tempo. Ao entrelaçar as lembranças da editora Heloísa à trajetória dos antigos moradores da casa, Leticia Wierzchowski expõe o inexorável desgaste realizado pela passagem do tempo até nas relações mais sólidas. [Confira no Skoob]
link-externoLeia as colunas de Leticia Wierzchowski

 

O árabe do futuro, de Riad Sattouf Filho de mãe francesa, nascida na Bretanha, e de pai sírio, de uma aldeia próxima a Homs, o premiado quadrinista Riad Sattouf retrata, de forma bem-humorada, o choque cultural experimentado por uma criança criada na França socialista de Mitterrand ao vivenciar os regimes autoritários da Síria de Hafez al-Assad e da Líbia de Kadafi. [Confira no Skoob]
link-externoRevivendo o passado através de O árabe do futuro

 

Caixa de pássaros, de Josh Malerman Há algo que não pode ser visto. Algo que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. Basta uma olhada para fora e a vida corre risco. A população foi aconselhada a trancar as portas e as janelas e a andar vendada. Com uma narrativa cheia de suspense e terror psicológico, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um surto inexplicável em Michigan. [Confira no Skoob]
link-externoPássaros no escuro

 

A última dança de Chaplin, de Fabio Stassi — Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. O famoso ator está com oitenta e dois anos, mas ainda não se sente preparado para ver as cortinas se fecharem uma última vez. Desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida. [Confira no Skoob]
link-externoComo Chaplin enganou a morte

testeLeituras para o Dia das mães

lista

Preparamos uma lista com sugestões de livros para presentear mães de diferentes estilos: fashion, cult, alternativa, fofa, apaixonada por culinária, louca por cachorros, sensível, cinéfila, nerd, executiva, que gosta de cozinhar, de arrepiar, nerd e que curte séries.

Mãe fashion: Um brinde a isso, de Betty Halbreich

Betty Halbreich é uma figura única no mundo da moda. Há quase quatro décadas comanda o departamento de compras personalizadas da loja Bergdorf Goodman, ícone do consumo de luxo de Nova York. Em Um brinde a isso, ela fala não só de como construiu a carreira, mas também dos momentos mais difíceis que precisou enfrentar.

link-externoVeja também A Parisiense – O guia de estilo de Ines Fressange

Mãe sensívelToda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr

Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

link-externoVeja também Os últimos dias de nossos pais, Navegue a lágrima e Tempos extremos

Mãe cinéfila: A última dança de Chaplin, de Fabio Stassi

Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. O famoso ator está com 82 anos, mas ainda não se sente preparado para ver as cortinas se fecharem uma última vez. Desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida.

link-externoVeja também Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose

Mãe cult: A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan

Da São Francisco dos anos 1970 à Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan tece uma narrativa caleidoscópica, que alterna vozes e perspectivas, cenários e personagens para contar como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. A visita cruel do tempo recebeu o Pulitzer e o National Book Critics Circle Award de 2011.

link-externoVeja também Circo invisível, Lança-chamas e Max Perkins, um editor de gênios

Mãe apaixonada por cachorros: Filhotes submarinos, de Seth Casteel

O premiado fotógrafo e ativista em defesa dos direitos dos animais Seth Casteel retrata cachorrinhos na primeira fase da vida, quando ainda estão começando a descobrir o mundo. São mais de 80 cliques inéditos de filhotes cheios de energia e disposição dentro d’água.

link-externoVeja também Cachorros submarinos e Ache Momo

Mãe fofa: Um mais um, de Jojo Moyes

O livro conta a história de Jess, uma mãe solteira e falida, que precisa levar sua filha Tanzie para a Olimpíada de Matemática na Escócia. Ed Nicholls é um geek milionário e estranho que oferece uma carona até a cidade onde acontecerá a disputa. A engraçada viagem até o destino provará que os opostos se atraem e que é possível encontrar o amor nos lugares mais improváveis.

link-externoVeja também Pequenas grandes mentiras

Mãe que curte séries: Orange Is The New Black, de Piper Kerman

Condenada a quinze meses de detenção por um crime que cometeu anos atrás, Piper Kerman é obrigada a trocar a vida com o noivo, a família e os amigos por uma rotina imprevisível e assustadora em uma penitenciária feminina. Orange Is the New Black apresenta a história real que inspirou o popular seriado da Netflix.

link-externoVeja também O mundo de Dowtown Abbey , Homeland: como tudo começou

Mãe que gosta de cozinhar: A pequena cozinha em Paris, de Rachel Khoo

O livro traz versões especiais dos clássicos franceses e vai muito além dos livros de culinária tradicionais. A jovem chefe britânica Rachel Khoo acompanha suas receitas com curiosidades sobre cada prato e detalhes do dia a dia na capital francesa. Do irreverente muffin de croque madame ao frango com limão e lavanda, Rachel celebra e desmistifica a culinária francesa, revelando como é fácil transportar para a nossa casa a beleza e o aconchego parisienses.

link-externoVeja também Cozinhar

Mãe alternativa: A arte de pedir, de Amanda Palmer

Mobilizadora de multidões on-line, Amanda Palmer é o retrato perfeito da boa conexão entre o artista e seu público. Em A arte de pedir, a cantora, compositora, ícone indie e feminista mostra que pedir é digno e necessário. Longe de ser um manual, o livro é uma provocação que incita o leitor a superar seus medos e reconhecer o valor de precisar e pedir ajuda.

link-externoVeja também Não sou uma dessas, Listografia e Uma questão de caráter

Mãe de arrepiar: Caixa de pássaros, de Josh Malerman

Há algo que não pode ser visto. Algo que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. Basta uma olhada para fora e a vida corre risco. A população foi aconselhada a trancar as portas e as janelas e a andar vendada. Com uma narrativa cheia de suspense e terror psicológico, Caixa de pássaros conta a história assustadora de um surto inexplicável em Michigan.

link-externoVeja também Objetos cortantes e Filme noturno

Mãe executiva: O capital no século XXI, de Thomas Piketty

Nenhum livro sobre economia publicado nos últimos anos provocou o furor causado por O capital no século XXI, do francês Thomas Piketty. O estudo sobre a concentração de riqueza e a evolução da desigualdade ganhou manchetes nos principais jornais do mundo e colheu comentários e elogios de diversos ganhadores do Prêmio Nobel.

link-externoVeja também Como o Google funciona e A loja de tudo

Mãe nerd: Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking

Qual a origem do universo? Ele é infinito? E o tempo? Houve um começo e haverá um fim? O que vai acontecer quando tudo terminar? Pensadores e cientistas debruçam-se sobre perguntas como essas há séculos, oferecendo teorias nem sempre de fácil compreensão. Em Uma breve história do tempo, o famoso físico Stephen Hawking guia o leitor – em edição revista e atualizada – pelas principais descobertas científicas da humanidade e encanta tanto leigos quanto iniciados.

Vlink-externoeja também Ordem e Os filhos de Anansi

testeEstante Intrínseca – Lançamentos de janeiro

Lancementos janeiro blog

Cinquenta tons de cinza – edição com capa inspirada no pôster do filme, de E L James: O primeiro volume da trilogia que vendeu mais de 100 milhões de exemplares em todo o mundo — 5 milhões apenas no Brasil — ganha nova capa, inspirada no pôster do filme estrelado por Jamie Dornan no papel de Christian Grey e Dakota Johnson como Anastasia Steele. O livro conta o início do apimentado romance entre Christian Grey, um bilionário charmoso e controlador, e a recatada estudante Anastasia Steele. [Leia trecho]

A nova república, de Lionel ShriverEm A nova república, a autora do consagrado Precisamos falar sobre o Kevin criou um cenário de guerra fictício porém não inverossímil. Em Barba, região ficcional de Portugal, um grupo separatista explode bombas como estratégia para conseguir sua independência e aterroriza a comunidade internacional com seus atentados e sua autodeterminação. A capital, Cinzeiro, abriga repórteres de toda parte, entre eles o recém-chegado Edgar Kellogg — advogado que trocou a carreira em Nova York pela imprevisibilidade do jornalismo. Hostilizado na infância por ser gordo, Kellogg construiu uma idolatria por personagens magnificentes. Enviado para substituir o excepcional repórter desaparecido Barrington Saddler, o novato reconhece nesse homem grandioso a figura que deseja imitar. [Leia trecho]

Sniper americano, de Chris Kyle, Jim DeFelice e Scott McEwen: Best-seller do The New York Times e um dos livros mais comentados de 2013 na imprensa dos Estados Unidos, Sniper americano é considerado um dos relatos de guerra mais importantes da atualidade. Em uma década de serviço, incluindo diversas incursões ao Iraque e a outras zonas de combate durante a chamada guerra ao terror, Chris Kyle, atirador de elite dos Seals, alcançou o recorde de mais de 150 mortes confirmadas pelo Pentágono. No livro, ele fala da morte brutal dos companheiros, da ação como atirador e da frieza e da precisão que desenvolveu ao longo da carreira, lançando luz não só sobre a realidade dos combatentes como também sobre a dificuldade de readaptação dos que retornam ao lar. Em 2013, Chris Kyle foi assassinado por um veterano de guerra que sofria de transtorno de estresse pós-traumático. A adaptação cinematográfica do livro estreia no Brasil em 22 de janeiro em grande circuito. Com direção de Clint Eastwood e protagonizado por Bradley Cooper, o filme está entre os favoritos na corrida ao Oscar 2015. [Leia trecho]

A economia da desigualdade, de Thomas PikettyNeste livro, o economista francês Thomas Piketty, autor do celebrado O capital no século XXI, aprofunda-se em seu discurso sobre desigualdade e riqueza e o insere no centro do debate político. Revisto e atualizado continuamente desde sua primeira edição francesa, em 1997, A economia da desigualdade demonstra que o antagonismo esquerda/direita do debate político não reflete noções discordantes de justiça social. Na verdade, diz Piketty, trata-se de uma divergência essencial sobre quais mecanismos econômicos produzem desigualdade e de que maneira é possível melhorar as condições de vida das parcelas mais desfavorecidas da população. Com gráficos e tabelas bastante ilustrativos, a obra é mais uma aula valiosa sobre a natureza da distribuição de renda e o cenário econômico atual. [Leia trecho]

Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking: Lançado originalmente em 1988, Uma breve história do tempo vendeu mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo e ficou 237 semanas na lista dos livros mais vendidos do The Sunday Times. Considerado um dos mais importantes cientistas da atualidade, Stephen Hawking fez descobertas sobre a natureza do tempo e o funcionamento dos buracos negros. Suas teorias revolucionárias também elevaram seu nome ao patamar de gênios como Galileu, Newton e Einstein. Nesta obra, um clássico da divulgação científica, Hawking apresenta ilustrações criativas e texto lúcido e bem-humorado para desvendar desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. A Teoria de Tudo, filme que narra a vida do celebrado físico e cosmólogo e é estrelado por Eddie Redmayne e Felicity Jones, chega aos cinemas brasileiros em 22 de janeiro. [Leia trecho]

Sonhos com deuses e monstros, de Laini TaylorNo desfecho da trilogia Feita de fumaça e osso, best-seller do The New York Times, dois mundos se equilibram na iminência de uma terrível guerra. Na Terra, os humanos recebem com êxtase os anjos e seu imperador, que pretendem angariar armas para um combate maligno. Jael nem desconfia de que, em Eretz, quimeras e Ilegítimos ensaiam unir forças na tentativa de alcançar a paz. Karou assumiu o controle da rebelião quimera e, ao menos na batalha contra o inimigo em comum, está, finalmente, ao lado de Akiva. É uma versão distorcida do tão antigo sonho dos dois, uma esperança de futuro para seus povos. E, talvez, para o amor que eles sentem renascer. [Leia trecho]

As presas, de Andrew FukudaAndrew Fukuda vira do avesso o romance de vampiros e cria uma história assombrosa e original. Com a morte pairando sobre suas cabeças, Gene e os outros humanos precisam encontrar uma forma de sobreviver na Vastidão, uma área desértica e isolada, por tempo o bastante para escaparem dos predadores sedentos de sangue que os caçam obstinadamente na noite. Conforme a tênue linha entre inimigos e aliados se torna cada vez mais indistinta, uma coisa fica absolutamente clara: se quiser sobreviver, Gene precisará confiar em alguém além de si próprio. As presas é o segundo volume da eletrizante série A caçada. [Leia trecho]

Caixa de pássaros, de Josh MalermanRomance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante,que explora a essência do medo. Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio.Ninguém é imune nem sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e seus dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que têm pela frente é assustadora: uma decisão errada e todos morrerão. [Leia trecho]

testeDistribuição de renda

Nesta coluna, Monica de Bolle detalha um assunto citado no vídeo da semana passada: a distribuição de renda tratada por Thomas Piketty em O capital no século XXI.

“É comum associar renda a salário, afinal, a maioria de nós tem como fonte principal de proventos o nosso trabalho. Mas volto a esse assunto e o da distribuição da riqueza porque no livro de Piketty a renda é tratada de diversas formas: há aquela advinda do trabalho e a que pode vir da detenção de ativos”, explica Monica.

 

testeLIVRO DO ANO

Piketty

O capital no século XXI, do economista francês Thomas Piketty, ganhou o prêmio mais importante de livro sobre negócios – o Business Book of the Year do Financial Times e McKinsey.

A obra, lançada no Brasil em 1º de novembro, teve a tiragem inicial de 50 mil exemplares esgotada e já se encontra em reimpressão. Mais 30 mil exemplares devem chegar às livrarias em breve.

Confira a notícia completa no Valor Econômico: http://goo.gl/cKWlAo

testeColuna Monica de Bolle

Desigualdade social e concentração de renda, dilemas que fazem parte da realidade brasileira, são os temas estudados por Thomas Piketty em O capital no século XXI, que a Intrínseca publica no Brasil com tradução da economista Monica Baumgarten de Bolle.

Especialista pela London School of Economics e colunista dos jornais O Globo e O Estado de S.Paulo, Monica passa a colaborar semanalmente para o Blog da Intrínseca com vídeos que farão outra tradução da obra de Piketty.

Nesta primeira postagem, Monica de Bolle explica o porquê do sucesso editorial sem precedentes de O capital no século XXI: um livro de economia com mais de 600 páginas que figurou nas listas de best-sellers de todo o mundo, causou polêmica e arrancou elogios da crítica especializada.

Além da relevância e atualidade, o grande diferencial do título é a forma como o tema é tratado. Piketty cria uma narrativa sobre a desigualdade social e a distribuição de renda usando dados dos últimos 200 anos e a literatura do século XIX. Autores como Emile Zolla, Honoré de Balzac, Charles Dickens e Jane Austen se notabilizaram ao denunciar as diferenças sociais ou ao retratar a miséria como pano de fundo de suas obras.

A tradutora também contextualiza para nós a importância do livro, que não traz dados brasileiros, visto que não foram disponibilizados para as pesquisas do economista francês.

“O Brasil tem de um lado um aspecto de economia desenvolvida e rica e, de outro, um aspecto de economia extremamente subdesenvolvida e pobre. Em notícias recentes a respeito de um estudo do IPEA, lê-se exatamente sobre como a miséria caiu ao longo dos últimos anos e como, na realidade, a pobreza estabilizou e agora voltou a subir um pouco.”

Thomas Piketty mostra porque e como a realidade do século XXI, em países ricos e pobres, tende a se reaproximar do panorama que inspirou tantas obras literárias do século XIX.

 

testeESTANTE INTRÍNSECA – LANÇAMENTOS DE NOVEMBRO

 

Mosaico 2

 

O capital no século XXI, de Thomas Piketty

Em O capital no século XXI, o economista francês Thomas Piketty apresenta um conjunto inédito de dados de vinte países para os últimos duzentos anos. O autor demonstra que o crescimento econômico e a difusão do conhecimento ao longo do século XX impediram que se concretizasse o cenário apocalíptico preconizado por Karl Marx, mas, ao contrário do que o otimismo dominante após a Segunda Guerra Mundial costuma sugerir, a estrutura básica do capital e da desigualdade permaneceu relativamente inalterada. Piketty constata que a taxa de rendimento do capital supera o crescimento econômico — e isso se traduz numa concentração cada vez maior da riqueza, um círculo vicioso de desigualdade que, a um nível extremo, pode levar a um descontentamento geral e até ameaçar os valores democráticos.

 

Não sou uma dessas, de Lena Dunham

Em seu livro de estreia, Lena Dunham, criadora, produtora e estrela da série Girls, da HBO, faz um balanço das escolhas e experiências que a conduziram à vida adulta. A autora apresenta uma coleção de sinceros relatos pessoais, que a revelam como um dos jovens talentos mais originais da atualidade. Engajada, Lena expressa sua opinião sobre sexo, amor, solidão, carreira, dietas malucas, problemas com sua autoimagem e a luta para se impor num ambiente dominado por homens com o dobro da sua idade.

 

Filme Noturno, de Marisha Pessl

Em uma noite fria de outono, Ashley Cordova é encontrada morta em um armazém abandonado em Manhattan. Embora a polícia suspeite de suicídio, o jornalista Scott McGrath acredita que exista algo mais por trás dessa história. Seu interesse pelo caso não é gratuito: Ashley é filha do famoso e recluso diretor de filmes de terror Stanislas Cordova, um homem que não é visto em público há mais de trinta anos e que, no passado, teve um papel trágico na vida de McGrath. Impulsionado por vingança, curiosidade e necessidade de descobrir a verdade, o jornalista é atraído para o horripilante e hipnótico mundo de Stanislas. Da última vez que chegou perto do cineasta, McGrath perdeu o casamento e a carreira. Dessa vez, pode acabar perdendo muito mais.

 

Segundo – Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel

 Com frases irreverentes e poéticas, Antônio, o alter ego do autor Pedro Gabriel, expressa, entre um chope e outro, seus sentimentos em ilustrações feitas em guardanapos de papel. Em Segundo – Eu me chamo Antônio, ele abre para o mundo as páginas do caderno em que escreve fragmentos de textos e explora sua criatividade brincando com frases e esboços. Com ilustrações inéditas, o livro apresenta textos em prosa poética e novas técnicas, como xilogravura, nanquim e colagem.

 Annie, de Thomas Meehan

 Annie é uma corajosa garota de onze anos que tem um grande sonho: encontrar os pais. Deixada por eles num orfanato quando ainda era um bebê com a promessa de que um dia voltariam para buscá-la, a menina leva uma vida difícil sob o comando da malvada Srta. Hannigan, diretora do lugar. Felizmente, a sorte de Annie parece mudar quando o bilionário Oliver Warbucks, auxiliado por sua secretária, a amável Srta. Grace Farrell, decide convidar Annie para passar as festas de fim de ano em sua mansão e logo se vê cativado pelo otimismo dela. Inspirado em uma popular tirinha de um jornal norte-americano, a história da órfã foi retratada em espetáculo da Broadway e agora ganha nova adaptação para o cinema, que estreia no Brasil em fevereiro de 2015.

 Max Perkins, um editor de gênios, de A. Scott Berg

O livro, vencedor do National Book Award, explora a vida de Max Perkins, um editor extraordinário. Com acesso sem precedentes à correspondência entre Perkins e seus escritores, A. Scott Berg revela, com perspicácia e humor, detalhes da vida profissional e pessoal de uma das figuras mais lendárias da história do mercado editorial americano. Além do tumultuado casamento, das excentricidades sedutoras e do romance secreto de 25 anos com Elizabeth Lemmon, a obra aborda a relação de Perkins com os maiores luminares da literatura do século XX: F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway, Thomas Wolfe, Taylor Caldwell e vários outros.

 Noite de bolo e marionetes − Uma novela da trilogia Feita de fumaça e osso, de Laini Taylor ─ lançamento exclusivo em e-book

Esta novela conta como Zuzana e Mik começaram a namorar, em uma noite que é citada no romance Feita de fumaça e osso.  Mesmo sendo muito pequena, Zuzana, a “fada raivosa”, não é de se deixar intimidar. Sua melhor amiga, Karou, diz que ela tem “olhos de vodu”, capazes de fazer o sangue das pessoas congelar. Mas na hora de falar com Mik, a coragem a abandona. Os dois trabalham com teatro de marionetes: ela, como artesã dos fantoches, e ele, como violinista. Há tempos ela está apaixonada pelo “garoto do violino”, mas agora é hora de tomar uma atitude. Zuzana está determinada a se fazer notar, e tem um plano — repleto de verdadeira magia. É uma caça ao tesouro, que vai levar Mik por toda Praga em uma fria noite de inverno, e o tesouro será a própria Zuzana.

 Cachorros submarinos, de Seth Casteel

 Nesse livro, o premiado fotógrafo de bichos de estimação e ativista em defesa dos direitos dos animais mostra um novo lado dos cães com vibrantes fotografias subaquáticas. De fora,parece simples: um cachorro dá um salto, mergulha e então volta à superfície molhado e triunfante, com uma bola na boca. Debaixo d’água, porém, o que vemos é um caótico balé de dentes e bolhas, patas se movendo, pelos e orelhas balançando. Em mais de oitenta fotos, selecionadas entre quase 300 mil, Seth Casteel apresenta imagens de cães que se tornaram uma sensação em todo o mundo.

O presente do meu grande amor: Doze histórias de NatalStephanie Perkins (org.)

 Nas doze histórias escritas por alguns dos mais populares autores da atualidade, entre eles David Levithan, Jenny Han, Gayle Forman, Laini Taylor, Rainbow Rowell e Holly Black, há um pouco de tudo: presentes, árvores enfeitadas, luzes pisca-pisca, beijo à meia-noite. Cada conto preserva o estilo e as características de seu autor, que surpreendem com textos para leitores de todas as idades.

 A vingança dos seteSérie Os Legados de Lorien (Vol. 5), de Pittacus Lore

 No volume anterior da série Os Legados de Lorien, a Garde sofreu uma perda irreparável. O Número Cinco os traiu. O Número Oito se foi parasempre. Ella foi raptada. Os outros estão agora dispersos por vários lugares. Nesse quinto livro, John faz o mais improvável dos aliados: Adam, um mogadoriano que virou as costas para seu povo. Ele tem informações valiosas sobre a tecnologia, as estratégias de batalha e as vulnerabilidades dos mogs. Mais importante, ele sabe onde abatê-los: na base de comando, perto de Washington, DC. Durante a ação, no entanto, John e Adam compreendem que talvez seja tarde demais. Os mogadorianos deram início a seu plano de invasão definitivo. Nas mãos do inimigo, Ella está prestes a assistir à invasão de um lugar privilegiado. Por algum motivo, ela é mais valiosa viva. Enquanto isso, Seis, Nove e Marina seguem no encalço de Cinco. Com o desenvolvimento de um novo Legado, Marina finalmente tem o poder de reagir — se sua sede de vingança nãoconsumi-la primeiro. A Garde está abalada, mas não será derrotada. A batalha pela sobrevivência da Terra não está perdida.