testeGuerra dos consoles vira série de TV produzida por Seth Rogen

Escolha o seu lado na grande batalha! Para dar vida ao duelo que marcou gerações, a Legendary, produtora de filmes como Jurassic World e Interestelar está produzindo uma série de TV inspirada no livro A guerra dos consoles, que relata as disputas entre Nintendo e Sega.

Nas décadas de 1980 e 1990, a Sega e a Nintendo se enfrentavam intensamente. Travando batalhas memoráveis e cheias de criatividade, as duas empresas de videogame faziam o impossível para chamar a atenção dos consumidores e conquistar o mercado dos games. No livro, Blake J. Harris revela as estratégias utilizadas e os bastidores da épica guerra entre os nossos amigos de infância, Mario e Sonic.

O projeto ainda não tem data de lançamento, mas já há grandes nomes como Seth Rogen e Evan Goldberg, de SuperBad – É hoje, e James Weaver (Vizinhos 2) na produção executiva. Além deles, a direção e o roteiro da série ficam por conta de Jordan Vogt-Roberts (Kong: A Ilha da Caveira), Mike Rosolio (American Vandal).

teste14 livros para as férias

Confira nossa seleção com 14 livros imperdíveis!

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

S., de J.J. Abrams e Doug Dorst — Para os fascinados por mistério, J.J. Abrams, a mente por trás de séries como Lost, Fringe e o diretor do último episódio de Star Wars, apresenta um quebra-cabeça literário. Resultado de sua parceria com Doug Dorst, S. vem em uma caixa lacrada, repleta de códigos. Além do enigmático romance O Navio de Teseu, a obra contém, em suas margens, as anotações e investigações de dois leitores sobre V. M. Straka — um escritor cuja biografia nebulosa é repleta de boatos que envolvem conspirações, sabotagens e assassinatos.

História do futuro: O horizonte do Brasil no século XXI, de Míriam Leitão — Em um cenário de crise, a premiada jornalista Míriam Leitão é categórica: em vez de nos abatermos pelo pessimismo, temos que fazer um balanço racional dos muitos acertos e dos vários erros para construir um futuro melhor para o país. Em seu terceiro livro de não ficção, a vencedora do Jabuti apresenta tendências que não podem ser ignoradas em áreas como meio ambiente, demografia, educação, economia, política, saúde, energia, agricultura e tecnologia. Leitura fundamental para entendermos o presente e planejarmos o futuro do Brasil.

A espada do verão, de Rick Riordan — Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo, Magnus Chase deve empreender uma importante jornada a fim de encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. Com personagens já conhecidos do público, como Annabeth Chase, prima de Magnus, e deuses como Thor e Loki, Rick Riordan nos apresenta uma nova série, agora sobre mitologia nórdica. Mais uma aventura surpreendente, repleta de ação e humor!

Elon Musk: Como o CEO bilionário da SpaceX e da Tesla está moldando nosso futuro, de Ashlee Vance — Se você quer ter alguma ideia de como será o futuro, precisa conhecer Elon Musk. O empreendedor mais ousado de nosso tempo, que inspirou o Homem de Ferro dos cinemas, decidiu investir sua fortuna gerada em empresas digitais para mudar o mundo. Com a SpaceX, o inventor sul-africano está revolucionando os voos espaciais. Com a Tesla Motors, está trabalhando para popularizar os carros elétricos. Musk, que também está investindo em energia sustentável por meio de painéis solares, é um CEO diferente de todos os outros. Ao apostar em empreendimentos de alto risco, tem se dedicado a criar um futuro ao mesmo tempo magnífico e próximo de uma fantasia de ficção científica.

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Lugares escuros, de Gillian Flynn — Aos sete anos, Libby Day sobreviveu ao terrível assassinato de sua família e testemunhou contra o irmão, que acabou condenado à prisão perpétua. Vinte e quatro anos depois, a ambígua personagem criada por Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Objetos cortantes, é procurada por um grupo de pessoas obcecadas pelo crime e começa a investigar o passado. A história chegou aos cinemas no ano passado, protagonizada por Charlize Theron, e recentemente ganhou uma nova edição, com capa seguindo o padrão dos livros da autora.

Caçadores de trolls, de Guillermo del Toro e Daniel Kraus  Um dos artistas mais visionários da atualidade — diretor, produtor e roteirista que assina sucessos como A Espinha do Diabo, O Labirinto do Fauno e Hellboy —, Guillermo del Toro conta em Caçadores de trolls como o medo pode tomar conta das pessoas. Repleto de monstros assustadores e do encanto de um jovem com um mundo novo, o livro, que tem 10 belíssimas ilustrações de Sean Murray, será adaptado para uma série produzida pelo Netflix.

Crepúsculo/Vida e morte, de Stephenie Meyer — Publicado inicialmente nos Estados Unidos em 2005, o livro que originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, completou 10 anos! Para comemorar o aniversário da inesquecível história de amor entre Bella e Edward, Stephenie Meyer presenteou os leitores com uma edição dupla. Além de Crepúsculo, a edição especial contém quase 400 páginas de conteúdo extra que inclui Vida e morte, versão em que a autora inverte o gênero dos protagonistas.

A sexta extinção, de Elizabeth Kolbert — Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco extinções em massa. Hoje, a sexta extinção vem sendo monitorada, e a causa não é um asteroide ou algo similar, e sim a própria raça humana. Vencedor do Prêmio Pulitzer de Não Ficção de 2015, A sexta extinção explica de que maneira o ser humano tem alterado a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie fez até hoje. Para isso, Kolbert apresenta trabalhos de dezenas de cientistas em diversas áreas e viaja aos lugares mais remotos em busca de respostas.

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Grey, de E L James — Christian Grey controla tudo e todos a seu redor: seu mundo é organizado, disciplinado e terrivelmente vazio — até o dia em que Anastasia Steele surge em seu escritório, uma armadilha de pernas torneadas e longos cabelos castanhos. Conheça a história que dominou milhares de leitores ao redor do mundo agora sob um novo e apaixonante ponto de vista.
Mosquitolândia, de David Arnold — Mim Malone não está nada bem. Após o inesperado divórcio dos pais, a apaixonante protagonista de Mosquitolândia é obrigada a ir morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em uma jornada de mais de mil quilômetros até Ohio e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante.

O clique de 1 bilhão de dólares, por Filipe Vilicic — O Instagram, aplicativo de compartilhamento de fotos, é uma febre mundial desde seu lançamento em 2010. Comprado pelo Facebook em 2012 pela estonteante quantia de 1 bilhão de dólares, hoje em dia já mobiliza mais de 400 milhões de usuários ativos. O que poucos sabem é que Mike Krieger, um de seus idealizadores, é brasileiro, nascido em São Paulo. A trajetória meteórica do aplicativo e de Krieger, que se tornou milionário aos 26 anos, são detalhadas em O clique de 1 bilhão de dólares pelo jornalista Filipe Vilicic, editor de Ciência e Tecnologia da revista e do site de Veja.

Para todos os garotos que já amei, de  Jenny Han — Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, elas são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, sua vida amorosa se transforma. Se você ainda não conhece Lara Jean, é melhor correr: a continuação do romance, P.S.: Ainda amo você, chega às livrarias nas próximas semanas.

A guerra dos consoles: Sega, Nintendo e a batalha que definiu uma geração, de Blake J. Harris — Na década de 1990, a Nintendo praticamente monopolizava o mercado de video games. A Sega, por outro lado, era apenas uma empresa instável de fliperamas com grandes aspirações e egos maiores ainda. Mas tudo isso iria mudar com as táticas arrojadas de Tom Kalinske, ex-executivo da Mattel, que transformaram a Sega por completo e levaram a companhia a travar um confronto impiedoso com a Nintendo. Um livro fascinante sobre a guerra que mudou o futuro dos video games e o mercado de entretenimento.

teste10 Livros para todo tipo de geek

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Separamos histórias incríveis, para todos os tipos de geeks. De autores misteriosos à fantasia épica, de deuses nórdicos a video games, são livros e séries imperdíveis:

S., de J.J. Abrams e Doug Dorst Para os fascinados por mistério, J.J. Abrams, a mente por trás de séries como Lost, Fringe e diretor do próximo filme de Star Wars, trás uma narrativa enigmática em S., resultado de sua parceria com Doug Dorst. Uma caixa lacrada, repleta de pistas e códigos, guarda um livro misterioso. Em suas margens, as anotações e conversas de dois leitores formam um intrincado quebra-cabeça.

Série Comando Sul, de Jeff VanderMeer — A trilogia Comando Sul já recebeu alguns dos maiores prêmios de ficção científica, como o Nebula. Na série de livros, a região conhecida como Área X se isolou do restante do mundo, desaparecendo com todos os traços da presença humana, exceto um misterioso farol. Cabe à organização secreta Comando Sul investigar a região e desvendar esse mistério.

Série A Roda do Tempo, de Robert Jordan — Um dia houve uma guerra tão definitiva que rompeu o mundo, e no girar da Roda do Tempo o que ficou na memória dos homens virou esteio das lendas. Como a que diz que, quando as forças tenebrosas se reerguerem, o poder de combatê-las renascerá em um único homem, o Dragão, que trará de volta a guerra, e, de novo, tudo se fragmentará. Uma das mais importantes séries de fantasia épica de todos os tempos.

A guerra dos consoles: Sega, Nintendo e a batalha que definiu uma geração, de Blake J. Harris — Na década de 1990, a Nintendo praticamente monopolizava o mercado de video games. A Sega, por outro lado, era apenas uma empresa instável de fliperamas com grandes aspirações e egos maiores ainda. Mas tudo isso iria mudar com as táticas arrojadas de Tom Kalinske, ex-executivo da Mattel, que transformaram a Sega por completo e levaram a companhia a travar um confronto impiedoso com a Nintendo.

João e Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti — O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti se encontram para recontar o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar com coragem os perigos de uma floresta sombria.

Série Magnus Chase e os heróis de Asgard, de Rick Riordan — Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo, Magnus Chase deve empreender uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. Com personagens já conhecidos do público, como Annabeth Chase, prima de Magnus, e deuses como Thor e Loki, Rick Riordan nos apresenta mais uma aventura surpreendente, repleta de ação e humor.

O árabe do futuro: uma juventude no Oriente Médio (1978 – 1984), de Riad Sattouf — Um relato literário pleno em forma de graphic novel, com traço simples e narrativa fluida e descontraída. Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural.

 

testeSobre quando éramos jovens

Por Pablo Miyazawa*

Ilustração de Matt Leunig (http://scrapedknee.com/1986-art-print-zelda-variant/)

Ilustração de Matt Leunig (Fonte)

Na virada da década de 1980 para 1990, jogar videogame era uma atividade típica e exclusiva de crianças e adolescentes. Adultos pouco se aventuravam nessa experiência, mas tinham um papel essencial no processo: comprar o console que as crianças iriam jogar. E, naquele momento específico, a questão era relativamente simples, ainda que de solução complexa: ou você preferia a Nintendo, ou preferia a Sega.

Pelo menos era assim que a situação se definia no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Mas o enfrentamento entre marcas podia ser considerado mais “variado” por esses lados. No caso dos produtos da Sega, a responsabilidade de lançá-los no país era da fábrica de brinquedos Tec Toy, que entre 1989 e 1991 colocou no mercado os consoles Master System e Mega Drive, além do portátil Game Gear. Já a Nintendo só passou a ter um representante definido a partir de 1993 — no caso, a Playtronic, uma joint venture entre a Gradiente e a Estrela. Antes disso, diversos fabricantes de eletrônicos lançaram no Brasil suas versões não oficiais do console homônimo da Nintendo, como a própria Gradiente (rebatizando-o de Phantom System), a Dynacom (Dynavision) e a CCE (Top Game).

Abrindo um parêntese: (Por força do marketing e do apelo dos comerciais de TV, ganhei um Phantom System no Natal de 1989, apesar de o Master System ter mais jogos disponíveis. Em 1991, preferi um Mega Drive a um Super Nintendo, também convencido pelos comerciais. Pelo menos no meu caso, preferi a Nintendo e a Sega — simultaneamente.)

Apesar de intensa e divisora de águas, a guerra dos consoles à brasileira não chegou aos pés daquela que se desenrolou do outro lado do mundo. Nos Estados Unidos, o embate entre as japonesas Nintendo e Sega foi uma intensa batalha de nervos em muitos níveis, de números e campanhas de marketing agressivos a provocações juvenis e mascotes sorridentes. No início dos anos 1990, a Nintendo abraçava quase 90% do mercado norte-americano de videogames. A Sega, cansada de ser a eterna coadjuvante, armou-se com um console mais potente — o Genesis (Mega Drive no resto do mundo) — e com uma poderosa campanha de marketing inédita no segmento. O objetivo era virar o jogo e arrancar da Nintendo a liderança impossível. Deu certo, pelo menos por um curto período de tempo. E essa história rendeu um livro sensacional em 2014, que chega agora ao Brasil.

untitledA guerra dos consoles: Sega, Nintendo e a batalha que definiu uma geração, de Blake J. Harris, não é o que pode se chamar de uma obra isenta, já que é um relato dos fatos sob o ponto de vista dos azarões (o que é algo positivo, visto que livros sobre a trajetória vitoriosa da Nintendo existem aos montes). A Sega tem uma história incrível que merece ser contada, mesmo que hoje a empresa seja mais uma entre as muitas que vivem das glórias do passado e investem cada vez menos em um mercado transformado e imprevisível. Entretanto, há 25 anos, ela foi a protagonista de uma inacreditável saga de Davi e Golias definida por detalhes que geram consequências até hoje. O que A guerra dos consoles deixa claro é que se não fosse por aquela cruzada suicida da Sega contra a Nintendo, a história dos videogames teria uma trajetória completamente diferente.

Mesmo não primando pela imparcialidade, A guerra dos consoles é um marco no jornalismo investigativo sobre videogames (quem lá pensaria que isso pudesse existir um dia?). Duas centenas de testemunhas oculares foram entrevistadas de ambos os lados do conflito, o que deu a Blake J. Harris a tranquilidade para contar uma história que se prova interessante até para quem conhece pouco sobre o assunto. A investigação é séria e a reconstituição histórica é precisa, mas a narrativa só funciona graças à luz humana que o autor joga sobre cada um de seus personagens: entendemos as motivações de cada um, torcemos pelo sucesso deles e ficamos surpresos quando lembramos que aquelas pessoas cheias de defeitos existiram de verdade.

link-externoVídeo: Blake J. Harris explica A guerra dos consoles

Escolher o ponto de vista do underdog acaba sendo a grande jogada de gênio do autor de A guerra dos consoles. Mas, pensando bem, seria a única maneira possível de relatar essa história com a franqueza necessária — afinal, pessoas só gostam de falar sobre seus fracassos quando fica claro que não poderiam ter feito nada para evitá-los. No caso, o fio condutor do livro é Tom Kalinske, um executivo veterano da indústria de brinquedos que um belo dia vê o cargo de presidente da Sega of America cair no seu colo.

Tom Kalinske, ex-presidente da SEGA

Tom Kalinske, ex-presidente da SEGA (Fonte)

Naquele momento, a Sega buscava um milagre para conseguir incomodar a colossal compatriota Nintendo. E esse milagre veio pelas mãos e atitudes ousadas de Kalinske, um homem de negócios carismático e criativo que sabia que precisaria desconstruir dogmas e pensar fora da caixa para vencer. Ainda que digna de aplausos, a revolução iniciada pela Sega tem relação direta com a maneira como os produtos eram marqueteados e vendidos, e não necessariamente com a qualidade dos títulos em si. Dessa época, o exemplar mais memorável e bem-sucedido foi o Sonic The Hedgehog, um jogo de ação bidimensional que mais chamava a atenção pela velocidade com que o protagonista percorria a tela do que pela originalidade. Antes do estouro do Sonic, a Sega mal fazia cócegas no império construído de maneira metódica e restritiva pela Nintendo. Sob o comando de Kalinske, porém, a Sega passou a questionar esse estilo na prática até conseguir incomodar de verdade.

A batalha dos videogames permanece ativa ainda hoje, mesmo que estrelada por outros protagonistas — Sony e Microsoft na ponta, com a Nintendo correndo por fora. Se a indústria do entretenimento eletrônico atualmente se parece um colosso poderoso e inquebrável, muito é por conta da sucessão de acontecimentos ocorridos naqueles cinco anos que abalaram o mundo. Com requintes cinematográficos, descrições fiéis de diálogos-chave e reviravoltas emocionantes, A guerra dos consoles vai além de ser um relato rico e instigante sobre a relevância dos videogames. É também a fabulosa história de seres humanos falíveis que adoram jogar e não se conformam em perder.

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Pablo Miyazawa atua desde 1996 no mercado brasileiro de games e atualmente é o editor-chefe do portal IGN Brasil (br.ign.com). Ao longo da carreira, editou publicações especializadas como EGM Brasil, Nintendo World, Herói e o blog Gamer.br, além de ter comandado a edição brasileira da revista Rolling Stone.