testeQue tipo de pai é o seu?

O Dia dos Pais está chegando e vamos te dar uma forcinha para que você encontre o presente perfeito! Que tipo de pai é o seu?

  1. Pais que amam o universo geek
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Deuses americanos, de Neil Gaiman: O livro acompanha Shadow Moon, que passou quase três anos na cadeia ansiando por voltar para casa. Dias antes do fim da pena, ele fica sem rumo ao descobrir que a esposa faleceu em um acidente.

Após o velório, ele conhece o sr. Wednesday — um homem de olhar enigmático e sorriso insolente constante no rosto  —, que  lhe oferece um emprego. Na nova função, Shadow começa a desvendar a real identidade do chefe e a se dar conta de que os Estados Unidos, ao receberem pessoas de todos os cantos do mundo, também se tornaram a morada de deuses dos mais variados panteões.

 

Black Hammer, de Jeff Lemire: Os super-heróis de Black Hammer salvaram o mundo, mas agora estão presos no passado, em uma fazenda fora dos limites do tempo. Sem saber como fugir, ou como chegaram lá, Abraham Slam, Menina de Ouro, Coronel Weird, Madame Libélula e Barbalien são forçados a fingir ser uma típica família disfuncional, tentando criar para si uma vida normal. Mas, com tantos poderes e egos envolvidos, será que isso vai dar certo?

 

O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro e Cornelia Funke: Em 1944, Ofélia e a mãe chegam a um vilarejo no interior da Espanha para morar com o cruel padrasto da menina, que busca exterminar os rebeldes que se escondem na floresta dos arredores. Mas o que eles não sabem é que a mata também abriga criaturas mágicas e poderosas, súditos em busca de sua princesa há muito perdida. Uma princesa que, segundo os sussurros das árvores, finalmente retornou ao lar.

 

  1. Pais interessados em política
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Why Not, de Raquel Landim: Nos últimos anos, o Brasil assistiu ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante do setor alimentício mundial. Em Why Not, a jornalista Raquel Landim reconstrói a história da empresa desde sua origem até o acordo de delação premiada dos irmãos Batista, que comprometeu centenas de políticos, entre eles o ex-presidente da República Michel Temer, ainda no poder à época dos fatos.

 

A morte da verdade, de Michiko Kakutani: No livro, a autora analisa as origens do caótico cenário em que estamos mergulhados, no qual a verdade se tornou uma espécie em extinção e foi substituída pela sabedoria das massas. Tendo como objeto de estudo a campanha e o primeiro ano do governo Trump, a autora mostra como as fake news podem desacreditar a imprensa e desestabilizar democracias.

 

Você foi enganado, de Cristina Tardáguila e Chico Otavio: Ao longo da história do Brasil, candidatos à Presidência da República, vice-presidentes e presidentes eleitos faltaram com a verdade na hora de se dirigir à população. Independentemente de partido, se não mentiram, muitas vezes optaram por omitir dados ou induzir os cidadãos a conclusões equivocadas sobre o cenário político. Em Você foi enganado, os jornalistas Cristina Tardáguila e Chico Otavio apresentam uma seleção de casos que marcaram nossa história, desde 1920 até os dias atuais. 

 

  1. Pais que curtem um bom thriller

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O que aconteceu com Annie, de C. J. Tudor: A última coisa que Joe queria era voltar a Arnhill. A forma como tudo acabou — a traição, o suicídio, o assassinato — impossibilitava qualquer desejo de retorno a sua cidade natal. Mas, vinte e cinco anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta ao passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Ao retornar à cidadezinha, ele reencontra a mina abandonada onde tudo deu errado e sua vida mudou para sempre. Porque, para Joe, o pior não foi Annie ter sumido. Foi ela ter voltado.

 

Caixa de pássaros, de Josh Malerman: Caixa de pássaros é um thriller tenso e aterrorizante que explora a essência do medo. Cinco anos após o início de um surto sem explicação, poucos sobreviventes resistem, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ninguém sabe a causa, mas basta uma olhadinha para fora para um impulso violento e incontrolável se desencadear, culminando em suicídio. Malorie sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas terá que enfrentar o medo de encarar o mundo fora da casa em que está trancada.

 

Mindhunter, de John Douglas e Mark Olshaker: Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer — assassino em série — nem existia, ele foi um agente exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Ele confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers. Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, esse é o relato da vida e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A obra inspirou a série homônima da Netflix, que volta para a sua segunda temporada este mês.

 

  1. Pais que precisam desestressar

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A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva – a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita para parecermos otimistas o tempo todo. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o f*da-se. Uma abordagem franca e inteligente que vai te ajudar a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. É hora de se livrar da felicidade maquiada e superficial e abraçar esta arte verdadeiramente transformadora.

F*deu geral, de Mark Manson: Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, Manson explora em seu segundo livro a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

 

  1. Pais fascinados por história

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O desaparecimento de Josef Mengele, de Olivier Guez: Conhecido como Anjo da Morte, Josef Mengele fazia pesquisas, experimentos macabros e torturas com os presos no campo de concentração de Auschwitz. Apesar de seus terríveis crimes, o médico nazista consegue escapar dos tribunais no fim da Segunda Guerra Mundial e muda-se para a América do Sul em 1949.

Usando vários pseudônimos para se esconder, Mengele constrói uma vida nova na Argentina de Perón, quando o mundo inteiro quer esquecer os crimes cometidos pelos nazistas. Mas as perseguições recomeçam, e o médico precisa fugir para o Paraguai e depois para o Brasil. As mudanças de local só cessam com sua misteriosa morte em uma praia brasileira no ano de 1979. Como um médico da mais temida organização nazista pôde passar despercebido por trinta anos?

 

Holocausto brasileiro, de Daniela Arbex: Nesta premiada obra, Arbex faz uma denúncia sobre a situação de abandono a que eram submetidos os pacientes do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena. Conhecido como Colônia, o local funcionou de 1903 a 1996, em Minas Gerais, e deixou o saldo de mais de 60 mil mortos e inúmeras vidas marcadas pelo descaso do Estado, dos médicos e da sociedade. Motivada pelas fotos chocantes das condições sub-humanas impostas aos pacientes, Arbex localizou sobreviventes e entrevistou ex-funcionários a fim de traçar o retrato de uma das maiores atrocidades perpetradas em nosso país, o que transformou o livro em um marco do jornalismo investigativo.

 

Inferno, de Max Hastings: Resultado de 35 anos de pesquisa, o livro traça um painel completo da Segunda Guerra Mundial em todas as linhas de frente, com enfoque na experiência humana. Em um volume único, Max Hastings entrelaça o testemunho de pessoas comuns e compõe uma narrativa capaz de revelar como foi viver, lutar e morrer em um mundo em conflito.

testeA segunda vinda de Deuses Americanos

Por Bruno Grandis*

Muitos adjetivos já foram usados para descrever Deuses americanos, mas acredito que o que melhor define a essência do livro é: estranho. Talvez essa não seja a melhor forma de apresentar um mundo novo para um desavisado leitor, mas essa é inegavelmente a verdade.

Poucos autores teriam uma ideia como: “E se deuses antigos tivessem vindo para a América junto com os imigrantes e se alimentado das crenças do povo?”, acrescentariam à história uma guerra com os “novos deuses” e concluiriam que isso daria uma saga épica de fantasia urbana. Mas também, poucos autores são como Neil Gaiman, o cara que já imaginou toda uma hierarquia fantástica pelos subterrâneos do metrô de Londres (Lugar nenhum), revolucionou os quadrinhos (Sandman) e ainda nos fez olhar para as lembranças da infância com outros olhos (O oceano no fim do caminho).

Essa estranheza de Deuses americanos ficou ainda mais clara quando, por anos, diversos produtores e estúdios tentaram traduzir a visão de Gaiman para a TV. A HBO chegou a ensaiar uma adaptação, mas acabou deixando a série em um limbo de produção, até finalmente o canal por assinatura Starz se encarregar da primeira temporada de American Gods, que estreou em 2017, com direito a muito sangue, bizarrices e esposas-mortas-revividas-por-acidente-graças-a-uma-moeda-mágica-jogada-em-seu-túmulo (eu falei que a história era estranha!).

Antes da estreia, muitos se perguntavam por que adaptar um único livro em  temporadas de uma série de TV. Deuses americanos não chega nem perto do tamanho dos muitos volumes de Game of Thrones ou A Roda do Tempo, que também deve ganhar uma adaptação televisiva. Mas o que a obra de Gaiman não tem em quantidade compensa em sua densidade incomparável de acontecimentos.

Em um único volume de mais de quinhentas páginas, somos introduzidos a diferentes divindades, panteões, conflitos, resoluções e reviravoltas. A obra é tão rica que seria simplesmente impossível — e contraprodutivo — resumir s saga de Shadow Moon e do sr. Wednesday em poucos episódios. De forma similar, a versão quadrinhos da obra também foi dividida em diversos volumes.

Por isso, a primeira temporada tratou de apresentar o rico universo concebido por Gaiman. Apesar da palavra “deus” denotar certa importância e poder, na série eles são bem mais “humanos” do que imaginamos. Os deuses antigos são muitas vezes caquéticos, sujos, imprestáveis. Suas vidas na América se tornaram miseráveis por conta de uma sociedade que os esquece um pouco mais a cada dia.

Qualquer entidade rejeitada precisa de um inimigo em quem botar a culpa pelo fim dos dias de glória, e na escala divina de Gaiman esses inimigos são a mídia, as drogas, a tecnologia, entre outros, sempre com sua petulância jovial. A série faz uma releitura muito interessante desse “embate” entre os deuses antigos e novos, mostrando  como os deuses antigos estão dispostos a tudo para se manterem relevantes, chegando a mudar de lado e apelar as práticas dos novatos, como armas de destruição em massa e aplicativos.

A segunda temporada da série, que estreou em março deste ano, dá continuidade às linhas narrativas iniciadas na primeira e se aprofunda na história. Já no começo os fãs do livro se deparam finalmente com a glória e a estranheza da House on the Rock , casa de bizarrices perdida em pleno coração dos Estados Unidos e também ponto de encontro das divindades do Velho Mundo.

Como o sr. Wednesday explica, os verdadeiros locais de fé na América não são templos ou igrejas — meras cópias das ideias que os colonizadores europeus trouxeram consigo. A fé americana está melhor representada nas atrações de beira de estrada, que encontramos por acaso, quando viajamos pelo Novo Mundo. Nesses locais, nunca sabemos o que realmente pode acontecer e sempre saímos transformados por sua irrelevância ou bizarrice.

Ao dividir a obra-prima de Gaiman em temporadas, temos tempo para explorar facetas desconhecidas dos personagens e também entender um pouco de seus dilemas e motivações. O passado de Shadow, por exemplo, que na primeira temporada não recebeu tanto destaque, ganha merecido espaço.

Grandiosa e vibrante, American Gods é uma ótima forma de os fãs matarem a saudade da obra-prima de Gaiman, mas também é uma série para qualquer pessoa que goste de uma boa história (com um toque mais do que bem-vindo de excentricidade).

Os deuses estão esperando.   

*Bruno Grandis é uma dessas pessoas que fazem de tudo um pouco nesse mundo, entre podcasts, publicidade e outras coisas estranhas no geral, setenta por cento disso aprendido quando era assistente de mídias sociais na Intrínseca.

testeEstá aberta a votação dos melhores livros do ano, segundo o Goodreads

O Goodreads é uma plataforma digital de catálogo que, todos os anos, realiza uma votação entre usuários para premiar os melhores livros lançados nos últimos doze meses. Ao longo de novembro, os leitores poderão votar nos seus livros favoritos nas 21 categorias disponíveis. Já começaram as semifinais, e a Intrínseca tem vários livros na disputa!

Confira os indicados ao Goodreads Choice Awards:

Na categoria Melhor Ficção, tem Ainda sou eu, a conclusão da trilogia Como eu era antes de você, de Jojo Moyes, e Nine perfect strangers, o novo livro de Liane Moriarty, autora de Pequenas grandes mentiras.

Em Melhor Livro Jovem Adulto, tem o recém-contratado Emergency Contact e dose dupla de Becky Albertalli, com Leah fora de sintonia e a grande novidade What if it’s us! Escrito por Albertalli em parceria com Adam Silvera, o livro, ainda sem título em português, será lançado no Brasil em 2019. Ele narra a história de Ben, um menino que, depois de um término difícil, vai ao correio para enviar os pertences do ex-namorado e acaba conhecendo Arthur, que está de férias na cidade. O que poderá sair desse encontro? Os dois terão que se arriscar para descobrir.

Em Ciência & Tecnologia, estão concorrendo Breves respostas para grandes questões, o presente final de Stephen Hawking para a humanidade, e Como mudar sua mente, de Michael Pollan.

Em Infantojuvenil, tem Labirinto de fogo, terceiro livro da série As provações de Apolo, de Rick Riordan, e, na categoria Livro Ilustrado, o fofíssimo Love, a ser publicado.

O homem de giz, de C. J. Tudor, concorre em duas categorias: Mistério & Thrillers e Autor Estreante.

Mais escuro, o segundo livro da trilogia Pelos olhos de Christian, está concorrendo em Romance, e A forma da água, em Fantasia. As obras ainda não publicadas Where the crawdads sing, de Delia Owens, e We sold our souls, de Grady Hendrix, estão concorrendo respectivamente em Romance Histórico e Terror, e o segundo volume de Black Hammer, O evento, em Graphic Novels & Quadrinhos.

Na categoria Best of the Best, que reúne os livros mais votados das últimas edições da premiação, estão concorrendo alguns dos nossos livros favoritos: A culpa é das estrelas, de John Green; Pequenos incêndios por toda parte, de Celeste Ng; O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman; Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr; e Garota exemplar, de Gillian Flynn.

A votação vai até o dia 26 de novembro, e os vencedores serão anunciados no dia 4 de dezembro. Não esqueça de votar e escolher os seus favoritos!

teste13 livros infantis que você precisa conhecer

 

Os livros que lemos quando crianças podem influenciar nosso hábito de leitura enquanto crescemos, por isso é muito importante escolher obras maravilhosas e instigantes para os pequenos. Separamos algumas histórias fofas, emocionantes e divertidas que vão encantar os minileitores e acompanhá-los por anos! Confira:

 

1. Coleção Pipoquinha

A coleção mais fofa do mundo chega para a geração que não precisa mais rebobinar. A Coleção Pipoquinha traz de volta os clássicos dos anos 1980 e 1990 em livros infantis ilustrados e em capa dura:

E.T – O Extraterrestre

O menino Elliott encontra uma criatura muito diferente e descobre que seu novo amigo vem de outro planeta. Juntos, eles tentam achar um jeito de mandar o E.T. de volta para casa e, no caminho, aprendem importantes lições sobre coragem, amizade e o poder da imaginação.

De volta para o futuro

Marty McFly é um adolescente com problemas em casa e que tem um amigo cientista que inventa uma máquina do tempo. Sem querer, Marty viaja trinta anos pra trás, e agora precisa descobrir não só como voltar para casa, mas também como consertar a confusão que ele criou na vida dos próprios pais quando jovens.

Esqueceram de mim  

Kevin McCallister é um menino de 8 anos que, chateado com a mãe, deseja que sua família desapareça. E o desejo se realiza! Sozinho em casa na véspera de Natal, Kevin tem que aprender a se virar e usa suas artimanhas infantis para se defender de dois ladrões insistentes.

*Indicado para leitores a partir de 6 anos.

 

2. Extraordinário

O livro que inspirou o filme com Julia Roberts conta a história de Auggie Pullman, um garoto que tem uma deformidade facial e enfrenta o grande desafio de frequentar a escola pela primeira vez, aos 10 anos. Com momentos comoventes e outros descontraídos, o livro consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos a seu redor: família, amigos e comunidade.

*Indicado para leitores a partir de 12 anos.

 

3. Somos todos extraordinários

Resgatando elementos do romance Extraordinário e inserindo os personagens em um mundo ilustrado que representa a imaginação de Auggie, Somos todos extraordinários vai deliciar os leitores que já se emocionaram e os que ainda vão se emocionar com essa incrível história de superação, amizade e, acima de tudo, amor.

*Indicado para leitores até 10 anos.

 

4. O touro Ferdinando

Amante da natureza e dos animais, Ferdinando leva uma vida sossegada, passando os dias embaixo de sua árvore preferida e cheirando as flores. Até um toureiro confundi-lo com um animal feroz e levá-lo para as arenas espanholas. Este clássico mundial da literatura infantil passa uma mensagem universal de respeito pelas diferenças e em 2017 chegou aos cinemas, numa produção da Fox com direção do brasileiro Carlos Saldanha.

* Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

 5. A série Como treinar o seu dragão

Os vikings são uma parte importante da história mundial. E nada melhor que acompanhar as aventuras do adorável Soluço, herdeiro da tribo dos Hooligans Cabeludos, e de seu dragão Banguela. Com 12 volumes inteiramente ilustrados, muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, a série inspirou a animação de mesmo nome.

*Indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

 

6. Vovó vigarista

Ben descobre um grande segredo sobre sua avó e agora nem liga mais de ter que dormir na casa dela às sextas-feiras e comer repo­lho no jantar. Pelo contrário: ele passa a semana ansioso aguardando esse momento. Juntos, ele e a avó vão tramar uma incrível aventura. Uma bela história que mos­tra que a amizade pode ser cultivada entre avós e netos de uma forma bem divertida. Basta ter criatividade.

 * Indicada para leitores entre 10 e 14 anos.

 

7. Os piores pirralhos do mundo

Conheça 10 pirralhos assustadores com histórias nojentíssimas! Beto Babão inunda a cidade inteira de baba, enquanto Charlene Chorona arranca os cabelos de tanto chorar (e mentir!) e Pedro Piolho vira um super-vilão com a ajuda de seus amiguinhos parasitas. Essas aventuras hilárias e lindamente ilustradas não são apenas asquerosas. Elas também se desdobram em lições para ensinar de maneira divertida às crianças a importância da higiene, da atenção e da honestidade.

* Indicada para leitores entre 8 e 12 anos.

 

 8. Vovô deu no pé

Vovô é a pessoa que Jack mais ama no mundo. Não importa se ele vai ao supermercado de pijama, nem se de vez em quando esquece o nome do neto. Vovô está velhinho e por isso, às vezes, acaba ficando confuso. Ele vive se metendo em encrenca, e só uma pessoa é capaz de entendê-lo: o neto, Jack. O problema é que agora vovô cismou que está de volta à Segunda Guerra Mundial, época em que foi piloto de caça da Força Aérea Britânica! Ele tem certeza de que ainda está no meio do combate! E essa confusão vai levar vovô e Jack a embarcar na maior aventura de suas vidas.

* Indicada para leitores entre 10 e 14 anos.

 Conheça outros livros de David Walliams.

 

 9. TazerCraft: Uma aventura Chume Labs

Donos de um dos canais de games mais populares do YouTube, Pac e Mike são os protagonistas de uma aventura interplanetária que mistura humor, games, magia, fantasia e muita criatividade. No livro escrito por Gustavo Magnani, Pac, Mike e seu fiel escudeiro Gutin descobrem um portal escondido no laboratório em que as mães trabalham, o Chume Labs. Esse portal os leva para um planeta que abriga criaturas como geleias amortecedoras de quedas, peixes dentistas e um mago bem estranho com seis braços, cabeça de arara e uma tromba enorme. Mas há também um tirano cruel chamado Hilário de La Mancha, que planeja acabar com toda a alegria que existe. E é claro que Mike, Pac e Gutin não vão deixar isso acontecer.

*Indicado para leitores a partir de 12 anos.

 

10. Tigre solto na selva

O sr. Tigre sempre foi muito comportado. De terno e cartola, ele estava totalmente acostumado à vida na cidade. Até que decidiu que estava na hora de se soltar e ser selvagem. E, um dia, foi isso que ele fez. Só que, num mundo tão civilizado, a mudança não pegou muito bem. Ao viver o conflito entre o que esperavam dele e o que ele realmente queria ser, o sr. Tigre mostra as dificuldades que qualquer criança (ou adulto) já enfrentou e vai enfrentar enquanto tenta descobrir seu verdadeiro lugar no mundo.

*Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

 11. Robô selvagem

Roz é uma robô que, ao abrir os olhos pela primeira vez, se vê sozinha em uma ilha. Ela não tem a menor ideia de como foi parar ali, mas está programada para sobreviver. Tudo parece melhorar quando Roz consegue, aos poucos, se aproximar dos bichos e criar um elo com um filhote de ganso abandonado. Mas sua natureza é diferente, e o misterioso passado da robô, que a levou até ali, está prestes a retornar para assombrá-la.

*Indicada para leitores entre 8 e 12 anos.

 

 12. Minha professora é um monstro

Nem sempre as pessoas são o que parecem — é o que você vai descobrir nesse livro ilustrado!

Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e deixa sem recreio as crianças que jogam aviõezinhos de papel na sala de aula. Ela é um monstro! Por sorte, Beto sempre tem os fins de semana para se divertir e brincar no parque. Até que um dia… ele encontra sua professora justamente em seu lugar preferido. Será que ela é tão monstruosa mesmo?

*Indicada para leitores entre 4 e 6 anos.

 

13. João e Maria

O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti recontam o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o livro narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e desesperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar os perigos de uma floresta sombria.

*Indicado para leitores a partir de 6 anos.

testeO evento para os que amam livros infantojuvenis

De 27 de junho a 5 de julho, estaremos presentes no 20º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, no Rio de Janeiro. O evento contará com uma seleção especial de títulos infantis e juvenis, marcadores de páginas, materiais promocionais e descontos.

A FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) também premia anualmente as melhores obras da produção nacional, sendo uma referência para pais e professores. Um dos livros premiados com o selo Altamente Recomendável FNLIJ em 2018, foi O touro Ferdinando, de Munro Leaf e Robert Lawson. Com um humor delicado, a obra que deu origem ao filme de animação da FOX conquista corações abordando de forma inspiradora o respeito pelas diferenças.

A história do touro Ferdinando foi publicada originalmente 80 anos atrás, tendo sida traduzida para mais de 60 idiomas. A edição lançada pela Intrínseca, em 2017, se manteve completamente fiel à original.

Outros títulos da Intrínseca que ganharam o selo Altamente Recomendável são Sr. Tigre Solto na Selva e O livro sem figuras. Em 2016, o livro João & Maria, de Neil Gaiman, foi o grande vencedor na categoria de Melhor Tradução e Adaptação de Reconto do Prêmio FNLIJ. O autor e o ilustrador Lorenzo Mattotti recuperam o ar aterrorizante do conto clássico dos irmãos Grimm, com imagens em tons sombrios que encantam seus leitores.

 

Local: Centro de Convenções SulAmérica – Salão Nobre
Av. Paulo de Frontin nº 1 — Cidade Nova, Rio de Janeiro 
Estande da Intrínseca: 23 e 24
Horários: Durante a semana, 8h30 às 17h. Exclusivamente na sexta, 29 de junho, o horário será de 8h30 às 20h.
Finais de semana, 10h às 18h.
Ingresso: R$12,00

testeDeuses americanos: um quadrinho impossível

Por Fábio Moon*

Uma das maiores qualidades da prosa de Neil Gaiman é sua capacidade de envolver os leitores, descrevendo qualquer mundo com tal facilidade que, não importa quão fantástico seja, soa sempre estranhamente familiar. Ao lermos uma de suas histórias, concluímos que, sim, é claro que deuses existem. É claro que estão entre nós. Provavelmente já cruzamos com um deles alguma vez na vida. Gaiman nos faz acreditar (e nós acreditamos) que tudo é possível.

E agora acreditamos, inclusive, que é possível adaptar Deuses americanos – seu livro mais aclamado, mais ousado, mais denso – para os quadrinhos.

P. Craig Russell, parceiro de Gaiman de longa data, traça com maestria a rota dessa viagem, decidindo o que deve ser mantido do texto original e o que deve ficar a cargo das imagens. As ilustrações de Scott Hampton nos apresentam o mundo pelo qual Shadow viaja, um mundo repleto de personagens fantásticos, que nosso herói conhece à medida que cruza a América à beira da tempestade.

Esta adaptação convida muitos outros artistas incríveis para fazerem, eles também, parte desta jornada alucinante. Os leitores ainda são agraciados com o fascinante processo de criação do livro, com uma espiadinha no layout original a lápis de Russell e na arte-final de Hampton e dos demais artistas.

Todos a bordo? A viagem pela América de Shadow, do sr. Wednesday e de tantos outros está apenas começando. Os deuses aguardam.

Fábio Moon é um dos quadrinistas brasileiros mais importantes da atualidade. Junto com o irmão, Gabriel Bá, é autor de Daytripper, Casanova e Dois irmãos.

Deuses americanos: Sombras

teste11 leituras imperdíveis para crianças

Confira a nossa lista com 11 leituras imperdíveis para crianças:

O touro Ferdinando

Amante da natureza e dos outros animais, Ferdinando leva uma vida sossegada, passando os dias embaixo de sua árvore preferida e cheirando as flores. Até um toureiro confundi-lo com um animal feroz e levá-lo para as arenas espanholas. Com mais de 80 anos de vida, a história de Ferdinando continua atual, passando uma mensagem universal de respeito pelas diferenças.

Este clássico mundial da literatura infantil virou um longa-metragem de animação produzido pela Fox, com direção do brasileiro Carlos Saldanha. O livro é tão especial que recebeu o selo Altamente Recomendável da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) em 2018.

Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.

No tempo dos feiticeiros

Da autora da série Como treinar o seu dragão, Cressida Cowell, No tempo dos feiticeiros conta a divertida história do menino feiticeiro Xar, cujos poderes ainda não despertaram, e da princesa guerreira Desejo, que possui um objeto mágico poderoso. Na história, os caminhos dos dois se cruzam e eles precisam aprender e superar as diferenças para enfrentar lado a lado um mal terrível, desafiando a grande regra de que feiticeiros e guerreiros devem odiar um ao outro.

Indicado para leitores entre 8 e 12 anos.

Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.

Somos todos extraordinários

O livro de R. J. Palacio resgata elementos do romance Extraordinário e insere os personagens em um mundo ilustrado que representa a imaginação do protagonista, Auggie, Somos todos extraordinários vai deliciar os leitores que já se emocionaram e os que ainda vão se emocionar com essa incrível história de superação, amizade e, acima de tudo, amor.

 

Pax

Peter e sua raposa, Pax, são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o pai do menino vai servir na guerra e o obriga a devolver Pax à natureza. A separação vai fazer Peter repensar seus atos e sentimentos e tomar uma atitude corajosa mas muito arriscada. Uma linda história sobre lealdade e amor!

Indicado para leitores a partir de 10 anos.

O livro sem figuras, de B.J. Novak
Combinando simplicidade e criatividade de forma engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Recebeu o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

Indicado para leitores a partir de 6 anos.

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João & Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti

O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti recontam o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar os perigos de uma floresta sombria.

Obra vencedora da categoria de melhor tradução e adaptação de reconto do Prêmio FNLIJ 2016 e também contemplada com o selo Altamente Recomendável.
Indicado para leitores a partir de 6 anos.

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As inusitadas histórias de David Walliams

Dentistas sinistras, ratos que dançam break e tias trapaceiras são só alguns dos inusitados personagens criados por David Walliams, escritor que se tornou um fenômeno da literatura infantojuvenil na Inglaterra. Ator, roteirista e escritor premiado, Walliams trata com muito bom humor os dramas da vida da criança, sempre com muito respeito à inteligência dos leitores.

Indicado para leitores a partir de 10 anos.
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As descobertas de Peter Brown

Em duas narrativas sensíveis sobre a construção da identidade, o premiado escritor e ilustrador Peter Brown mostra, em Minha professora é um monstro!, como as aparências enganam (e como professores podem ser incríveis) e, em Sr. Tigre solto na selva, como descobrir seu lugar no mundo.

Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.
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Série Os Dois Terríveis, de Jory John e Mac Barnett

Uma série sobre amizade e companheirismo, Os Dois Terríveis narra as aventuras de uma dupla de pregadores de peças que aterrorizam um cidade até então pacata, o Vale do Bocejo. Ricamente ilustrada, a série também é recheada de piadas hilárias.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.
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Série Frank Einstein, de Jon Scieszka

Com robôs e muitas experiências, Jon Scieszka apresenta conceitos de ciência de maneira fácil e divertida, criando histórias sobre disputas, espionagem e amizade. Frank Einstein é um menino de dez anos que adora passar o tempo no laboratório montado na garagem do avô, explorando ciência com inventos muito originais.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.

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Série Como treinar o seu dragão, de Cressida Cowell

Os vikings são uma parte importante da história mundial. E nada melhor que acompanhar as aventuras do adorável Soluço Spantosicus Estrondus III,  herdeiro da tribo dos Hooligans Cabeludos, e de seu dragão Banguela. A série que inspirou a animação da DreamWorks é composta por 12 volumes — o último será publicado em janeiro de 2017.

Série indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

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testeLançamentos de abril

Confira as sinopses dos nossos lançamentos do mês:

Estúpida, eu?: A blogueira que conquistou seu lugar no mundo da moda, de Camila Coutinho

Criado mais de dez anos atrás para trocar informações com as amigas numa época em que o conteúdo criativo na internet ainda engatinhava, o Garotas Estúpidas se tornou um dos maiores blogs de moda do mundo.

Em Estúpida, eu?, a designer de moda por formação e empreendedora por destino Camila Coutinho compartilha o que fez para transformar — com muita inteligência e jogo de cintura — o que era apenas um hobby em um grande negócio, além de compartilhar suas ideias sobre o que podemos esperar do futuro da moda em um mundo cada vez mais conectado.

 

Comer para não morrer: Conheça o poder dos alimentos capazes de prevenir e até reverter doenças, de Michael Greger com Gene Stone

Comer para não morrer trata de um estilo de alimentação capaz de prevenir, controlar e até reverter muitas das principais causas de morte da atualidade: a dieta à base de vegetais, tendência global conhecida também por plant-based diet.

Com uma linguagem clara e bem fundamentado em estudos acadêmicos, o livro oferece dicas práticas sobre o que comer e em qual quantidade, e ensina como ter uma relação mais saudável com os alimentos para garantir uma vida mais duradoura e com mais qualidade.

 

No tempo dos feiticeiros, de Cressida Cowell

Nesta nova aventura da criadora da série Como treinar o seu dragão,somos apresentados ao jovem feiticeiro Xar, cujos poderes ainda não despertaram, e à menina guerreira Desejo, cujo maior sonho é ser reconhecida pela mãe.

Xar e Desejo foram ensinados a odiar um ao outro, pois os guerreiros querem acabar com todo tipo de Magia, mas terão que superar as diferenças e enfrentar um mal que pode destruir seus lares.

 

Nix, de Nathan Hill

Samuel é um professor universitário e escritor fracassado que tem a monotonia de sua vida interrompida quando descobre que sua mãe cometeu um crime absurdo, atraindo a atenção da internet e de todos os noticiários.

Para ele, é uma surpresa ainda maior quando, ao contrário da imagem de boa moça que se casou cedo com o namoradinho da escola, a mídia passa a retratá-la como uma hippie radical de passado sórdido. Aclamado pela crítica, o livro será adaptado para série protagonizada por Meryl Streep e produzida por J.J. Abrams.

 

Todas as coisas belas, de Matthew Quick

Aos 18 anos, Nanette nunca se sentiu realmente parte do grupo. Tudo muda quando ela ganha um livro de seu professor preferido, o clássico cult O ceifador de chicletes, e fica fascinada com a mensagem de que pode ser de fato quem é.

Encantada com esse novo mundo que se abre, ela se permite, pela primeira vez, tomar as próprias decisões. No entanto, aos poucos Nanette percebe que a liberdade pode ser um desejo arriscado e começa a se perguntar se a rebeldia não cobra um preço alto demais.

 

Deuses americanos: Sombras, de Neil Gaiman

Mistura de road trip, fantasia e mistério, Deuses americanos alçou Gaiman à fama mundial e ao posto de um dos maiores escritores de sua geração.

Agora, os fãs de quadrinhos e da obra-prima do autor — adaptada também para uma celebrada série de TV — têm mais um motivo para comemorar: chega às livrarias o primeiro volume das graphic novels inspiradas em Deuses americanos, com os traços e as cores vibrantes de P. Craig Russell e Scott Hampton.

 

O senhor do caos, de Robert Jordan

No sexto volume da épica saga de fantasia, as intrincadas tramas continuam a se desenrolar. Robert Jordan demonstra toda a sua maestria ao resolver os conflitos dos volumes anteriores ao mesmo tempo que cria novos suspenses. A ordem e as antigas instituições desmoronam, abrindo caminho para o senhor do caos.

testeDeuses americanos ganha versão em quadrinhos!

 

Mistura de road trip, fantasia e mistério, o romance Deuses americanos alçou Neil Gaiman à fama mundial e ao posto de um dos maiores escritores de sua geração. Agora, os fãs de quadrinhos e da obra-prima do autor têm mais um motivo para celebrar: em 9 de abril, chega às livrarias o primeiro volume da trilogia de graphic novels inspiradas no clássico.

Em Sombras, Shadow Moon está completamente perdido. Recém-saído da prisão, o homem descobre que sua esposa morreu em um trágico acidente de carro. No caminho para o funeral, ele conhece o enigmático sr. Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses — os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) —, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.

O livro foi feito em parceria com Scott Hampton e P. Craig Russell, dois dos quadrinistas mais conceituados da atualidade.

Além disso, o volume traz extras para nenhum fã botar defeito, como esboços dos quadrinhos e estudos de personagens, layouts originais e também capas de artistas renomados , como Fábio Moon, David Mack, Becky Cloonan e Glenn Fabry.

Confira algumas imagens da edição:

testeMagnus Chase, Somos todos extraordinários e outros vencedores do prêmio Goodreads

O Goodreads Choice Awards é uma votação anual feita entre os usuários do Goodreads, plataforma digital de catálogo e resenha de livros, que escolhem os melhores títulos do ano. Foram selecionados 20 livros de 20 categorias diferentes para disputar o prêmio final. A votação, que está rolando desde 31 de outubro, chegou ao fim, e os vencedores foram anunciados!

Pelo sétimo ano seguido, Rick Riordan ficou em primeiro lugar na categoria Infantojuvenil com O navio dos mortos, último livro da trilogia Magnus Chase e os deuses de Asgard. O autor também abocanhou o segundo lugar com A profecia das sombras, segundo livro da série As provações de Apolo. O sexto lugar da categoria ficou com Vejo você no espaço. Em Livros Ilustrados, Somos todos extraordinários foi o grande vencedor.

Little Fires Everywhere, segundo livro de Celeste Ng, autora de Tudo o que nunca contei, ocupou o topo do pódio na categoria Ficção. O livro será lançado pela Intrínseca no primeiro semestre de 2018. A história se passa em um bairro pacato de Cleveland, onde Elena Richardson mora. Mia Warren, artista e mãe solteira, chega ao lugar e muda a dinâmica das relações, ameaçando o status quo do lugar. Elena tentará desvendar os segredos da nova moradora para retomar seu lugar na hierarquia, mas sua obsessão terá um custo.

Tartarugas até lá embaixo, o livro mais recente de John Green, ficou em segundo lugar em Livro Jovem Adulto. Agora e para sempre, Lara Jean ficou em quinto e Geekerela em sexto. Neil Gaiman arrebatou o segundo lugar de Melhor Fantasia com Mitologia Nórdica. Quem era ela conquistou a sétima posição na categoria Mistério & Thriller e Projeto desfazer ficou em oitavo lugar em História & Biografia.