testeCinco rituais matinais para começar bem o dia

Se você ganha a manhã, ganha o dia. É assim que pensa Tim Feriss, um dos maiores gurus do meio empresarial. No livro Ferramentas dos titãs, ele reúne dicas e ensinamentos dos mais bem-sucedidos CEOs, atletas, artistas, cientistas, estrategistas e outras personalidades influentes.

Confira cinco dicas selecionadas por Tim Ferriss para aproveitar melhor os primeiros sessenta a noventa minutos do dia — afinal, eles podem facilitar ou dificultar bastante as doze horas seguintes:

 

1 — Arrume a cama (menos de três minutos)

“Se você arrumar sua cama todas as manhãs, terá cumprido a primeira tarefa do dia. Isso lhe dará um pequeno sentimento de orgulho e o incentivará a realizar outra tarefa e outra e outra. No fim do dia, aquela tarefa concluída terá se transformado em muitas tarefas concluídas. Arrumar a cama também reforçará o fato de que pequenas coisas na vida têm sua importância.”

Em 2011, Tim Ferriss estava se em um período muito disperso. “Sentia como se minha energia estivesse espalhada em um milhão de direções”, explicou ao ex-monge Dandapani que foi quem lhe deu esse conselho: arrume a cama!

 

2 — Medite (de dez a vinte minutos)

Pelo menos 80% dos entrevistados de Tim Ferriss têm algum tipo de prática diária de atenção plena. Separe alguns minutos logo no início do dia para se dedicar a alguma técnica de meditação ou a exercícios de mobilidade.

 

3 — Faça de cinco a dez repetições de alguma coisa (menos de um minuto)

A ideia por trás dessa atividade é simples: acordar e inteirar-se do seu corpo. Para isso, basta repetir, mesmo que por trinta segundos, algum exercício. Não se trata de musculação, é apenas um estímulo que para Ferriss provoca “um efeito radical sobre o meu humor, silenciando a tagarelice dentro da minha cabeça”.

 

4 — Prepare um “chá de titânio” (de dois a três minutos)

O nome desse chá é uma piada de Tim Ferriss que pegou. Para prepará-lo basta misturar chá preto, chá verde e raspas de cúrcuma e gengibre (uma colher rasa de cada ingrediente). A mistura é excelente para cognição e perda de gordura, e o preparo pode ser feito em uma chaleira ou prensa francesa.

 

5 — Páginas matinais ou diário de cinco minutos (de cinco a dez minutos)

 

Todas as manhãs, Tim Ferriss preenche um diário de 5 minutos (D5M), uma ferramenta para identificar prioridades e agradecer. Cada indicação tem três linhas para três respostas, por exemplo:

 

Sou grato por 1. __________ 2. __________ 3. __________

O que tornaria o dia de hoje ótimo? 1. __________ 2. __________ 3. __________

Afirmações diárias. Eu estou 1. __________ 2. __________ 3. __________

Se você é obcecado ou ansioso, é normal estar constantemente focado no futuro. Assim, fazer uma avaliação, mesmo que por dois ou três minutos, pode ser um bom remédio para contrabalançar — pense no que você já tem e não só no que você almeja.

 

Tim Ferriss garante que essa rotina matinal parece mais longa no papel do que é na realidade. É claro que ele não consegue seguir todos esses passos todos os dias, mas ressalta que “é sempre possível liquidar pelo menos um. Se fizer três, garanto que probabilidade de o dia ser um sucesso será maior.”

 

testeElon Musk, o Homem de Ferro que quer viver em Marte

Por Rennan Setti*

Foto: Getty Images /Justin Sullivan

O futuro do automóvel protagonizou o pregão do último 3 de abril em Wall Street. Naquele dia, o valor de mercado na Bolsa da fabricante de carros elétricos Tesla superou o da Ford, que inventou essa indústria há mais de um século. A ultrapassagem foi entendida não apenas como o marco de uma nova era automotiva, mas também como a redenção de Elon Musk face aos céticos que sempre questionaram suas mirabolâncias. Aos 45 anos e dono de uma fortuna de US$ 14,9 bilhões (cerca de R$ 47 bilhões), o executivo-chefe da Tesla é uma espécie de enfant terrible do Vale do Silício, cuja audácia goza de celebridade proporcional ao espanto que provoca. 

Desde que deixou sua África do Sul natal, no início dos anos 1990, Musk estabeleceu reputação de empreendedor em série. Após ter participado do comando do sistema de pagamentos on-line PayPal — cuja venda ao eBay lhe renderia US$ 165 milhões —, Musk decidiu criar startups que desafiam alguns dos setores mais conservadores da economia. Além da Tesla, Musk fundou a SolarCity com o objetivo de popularizar painéis solares como fonte de energia, enquanto a SpaceX tem a ambição de viabilizar a indústria de viagens interplanetárias.  

Mas Musk chama mais atenção pelo que ainda sonha conquistar. Em setembro do ano passado, deixou boquiaberta a plateia do Congresso Internacional de Astronáutica ao anunciar planos concretos de levar humanos a Marte a partir de 2024. É dele também o projeto do Hyperloop, sistema de transporte por meio de um túnel com pressão reduzida capaz de fazer o trajeto entre Los Angeles e São Francisco em meia hora. No fim de março, o The Wall Street Journal revelou que Musk lançou a Neuralink, companhia dedicada à implantação de eletrodos no cérebro de pessoas, o que permitiria aos usuários interagir com máquinas e com a internet por meio de pensamentos.  

Nada mal para alguém que superou o bullying implacável na escola (após surras sucessivas, precisou fazer uma plástica no nariz), a malária e sinais iminentes de falência, como narra o jornalista Ashlee Vance na biografia Elon Musk. É bem verdade que ainda pairam suspeitas sobre seu sucesso. A maioria de suas empresas, apesar de inovadoras, ainda são máquinas de queimar dinheiro, enquanto os críticos duvidam que seus planos mais heterodoxos serão concretizados. Sua personalidade é controversa. Vance conta no livro que Musk questionou o comprometimento de um funcionário que faltou a uma reunião para acompanhar o nascimento do filho (ele nega), e o empreendedor já se divorciou três vezes, duas delas da mesma mulher, o que garantiu presença constante em tabloides. Também causou polêmica o fato de ele atuar no conselho econômico de Donald Trump, que se elegeu afirmando que as mudanças climáticas são uma falácia e prometendo retirar incentivos à energia limpa, o contrário de tudo o que acreditam os donos do Tesla Model S e dos painéis da SolarCity. 

A favor de Musk estão seu endereço (o Vale do Silício é compreensivo com fracassos e paciente com inovações que custam a dar resultados) e a comunidade de fãs que já estabeleceu. Musk inspirou o Tony Stark “Homem de Ferro”, chegando a fazer uma aparição na sequência do filme, e é considerado por admiradores o sucessor natural de Steve Jobs. Para saber se suas apostas vão dar tão certo quanto a Apple, será preciso esperar, mas ter ciência delas é incontornável no universo tecnológico. Conheça a seguir um pouco mais sobre suas iniciativas.     

 

Tesla, de beira do precipício a modelo de futuro

Model S (via Tesla Motors)

Batizada em homenagem ao inventor Nikola Tesla, a companhia de Palo Alto não foi fundada por Musk mas se tornou indissociável dele. A Tesla nasceu em 2003 como um projeto do veterano Martin Eberhard, com o objetivo de criar veículos que utilizem como combustível apenas energia elétrica.

Em 2008, quando estourou a crise financeira global, a empresa estava à beira da falência, e Musk teve que tirar dinheiro do próprio bolso para sustentá-la. Aquele ano, aliás, seria lembrado por Musk como o pior de sua vida (além da Tesla, a SpaceX e o casamento de Musk também passavam por sérias dificuldades). Mas Musk, que passou a ocupar o cargo de CEO, conseguiu reequilibrar a empresa. Em 2010, ela foi a primeira montadora desde a Ford, em 1956, a lançar ações na Bolsa americana, levantando US$ 226 milhões.

 

Dificuldades em inovação solar

SolarCity (via Forbes)

Criada em 2006, a SolarCity produz e presta serviços de instalação e manutenção de painéis de energia solar. Musk teve a ideia original e ofereceu parte do capital inicial para a companhia, que seria fundada por seus primos Lyndon Rive e Peter Rive. Musk ocuparia o cargo de presidente do conselho de administração.

Hoje, a SolarCity é a maior empresa do segmento nos EUA, com mais de 300 mil clientes, mas continua enfrentando dificuldades para sair do vermelho. Em oito dos últimos 12 trimestres, a firma registrou prejuízo. A dramaticidade da situação levou a Tesla a adquiri-la no fim de 2016, por US$ 2,6 bilhões. 

 

O caminho mais rápido para o planeta vizinho

Nasa/Getty Images

Desde criança, Musk sonhava com o espaço. A SpaceX foi fundada por ele em 2002 para satisfazer esse fascínio. Seu principal objetivo é reduzir drasticamente o custo de viagens espaciais e, em algum momento, permitir a colonização de Marte. Na verdade, Musk sempre condicionou a abertura do capital da SpaceX ao pleno funcionamento de uma espaçonave capaz de levar pessoas àquele planeta.

A companhia se estabeleceu como uma importante prestadora de serviço para a Nasa. Em 2012, a SpaceX se tornou a primeira firma privada a levar uma cápsula à Estação Espacial Internacional. Para o futuro, a companhia tem mais de 70 lançamentos planejados, uma promessa de US$ 10 bilhões em contratos. Apesar de falhas notáveis em alguns lançamentos, a SpaceX obteve um feito em março deste ano: lançou o primeiro foguete reutilizado da história, o Falcon 9. A façanha é a chave para permitir o barateamento das viagens espaciais e, logo, a eventual colonização de Marte.        

Musk estima que um foguete à altura estaria pronto em 2024 — e deseja que a primeira espaçonave se chame “Heart of Gold” em homenagem ao Guia dos Mochileiros da Galáxia. Cada voo poderia levar cem passageiros, e as viagens ocorreriam a cada 26 meses, quando a Terra e Marte estão mais próximos entre si. O empreendedor projeta que o preço por viagem poderia cair para algo entre US$ 100 mil e US$ 200 mil por pessoa e que cerca de 10 mil voos seriam necessários para estabelecer uma colônia autossuficiente no planeta vizinho.  

 

Insurgência contra a distopia da inteligência artificial

Shutterstock

O fascínio de Musk por Marte não é resultado apenas de literatura de ficção científica em excesso. Na verdade, o empresário realmente acredita que a raça humana corre risco de extinção na Terra, e, dessa forma, a colonização de outro planeta poderia ser uma garantia de sobrevivência. Apesar de ser um notório entusiasta de tecnologias futuristas, Musk teme que os computadores exterminem os seres humanos.

Por isso, no fim de 2015, ele fundou a OpenAI, uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é desenvolver uma plataforma de inteligência artificial que não caia na tentação de se virar contra seus criadores e aniquilar a humanidade. O objetivo da organização — que conta com o suporte de outros magnatas, como Peter Thiel (PayPal) e Reid Hoffman (LinkedIn) — é disponibilizar ferramentas de IA de código aberto que atendam esses requisitos. 

Saiba mais sobre a vida e as realizações do homem mais audacioso do Vale do Silício em Elon Musk, um exame profundo do significado da carreira de Musk para a indústria tecnológica.

 

Rennan Setti é jornalista.

testeUm banho de futebol

* Por Pedro Staite

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A ciência tem tarefas mais importantes a desempenhar, mas, se estivesse com tempo e ideias inúteis de sobra, comprovaria que eu sou um caso excepcional do futebol. Excepcionalmente lamentável. Minha coordenação tem lacunas constrangedoras, já perdi o fôlego uma vez jogando Banco Imobiliário (mesmo tendo ficado seis rodadas seguidas descansando na cadeia) e não tenho aquela gana animal para executar desarmes no ponto futuro. Na verdade, às vezes me falta gana até para atravessar a rua.

A introdução é só para deixar bem claro que eu sou péssimo em futebol. É imprescindível que a raça humana nunca dependa dos meus gols.

Mas, por algum motivo, adoro futebol. A vida tem disso mesmo, é sempre muito revelador acompanhar alguém fazendo alguma coisa que você não sabe fazer. É por isso que eu adoro reality shows de culinária, shows de rock e pessoas que enriquecem.

Um dos livros com os quais entrei em contato nos últimos meses aqui na Intrínseca foi o Liderança, de Sir Alex Ferguson, treinador escocês que fez história no Manchester United. A obra foi produzida pela Luana Luz, uma fonte cristalina de conhecimento a um braço meu de distância. Fiz uma das revisões do livro: a ideia era verificar termos futebolísticos, porque, embora a obra discorra sobre liderança e as experiências de gestão do autor, o estofo é todo envolto no relvado. É recheado de bastidores, números e causos de futebol, e isso é lindo.

untitledAlex Ferguson foi técnico do Manchester United por quase 27 anos, ou 1.500 jogos, e o que ele tem de títulos eu não chego a ter de dentes (sim, ele conseguiu a proeza de ganhar mais de 32 títulos no Manchester, e eu tirei os sisos). Isso sem contar a carreira de sucesso que ele já tinha na Escócia, onde treinou a seleção do país e o Aberdeen na década de 1980 — um raro momento no século passado em que algum time ofuscou o brilho dos gigantes Celtic e Rangers. Dos quatro títulos que o Aberdeen tem em sua história no Campeonato Escocês, Ferguson conquistou três. O pessoal de lá deve amar muito o cara. Ainda mais se esmagarmos os números para observarmos suas entranhas:

— O Campeonato Escocês já teve 121 edições.

— O Celtic e o Rangers ganharam, juntos, 101 vezes. (Sim, só há 16,53% de chances de qualquer outro time ganhar o Escocesão. Não sei de onde os torcedores tiram esperança no início de cada temporada.)

— O maior intervalo NA HISTÓRIA sem título de um dos dois foi de apenas três anos (da temporada 1982-83 até a 1984-85). Ali, o Aberdeen de Ferguson conseguiu dois títulos. Na verdade, depois disso, nenhum outro time foi campeão, só o Celtic e o Rangers.

Ou seja, Sir Alex Ferguson sempre pareceu saber o que estava fazendo. E muitas das estratégias que comprovam isso estão nos causos de Liderança.

 

O banho de banheira que trouxe Cantona

Em 1992, depois de um jogo contra o Leeds, alguns jogadores do Manchester United fizeram algo que a maioria das pessoas vão morrer sem fazer (como se jogar no Manchester United já não fosse o suficiente): tomaram um banho de banheira com o chefe. É por isso que o futebol é maravilhoso; isso nunca aconteceria num escritório de arquitetura.

Durante o banho pós-jogo, Steve Bruce e Gary Pallister, dois pilares do time na época, contaram para Ferguson que o Leeds tinha um atacante francês muito perigoso chamado Éric Cantona. “De algum modo, esses comentários plantaram uma semente que pouco depois nos levou a comprar o atacante francês”, conta Ferguson no livro.

Foi um banho de banheira abençoado: Cantona fez mais de oitenta gols e ajudou o time a ganhar nove títulos nos quatro anos seguintes. Portanto, a moral do parágrafo é a seguinte: escute os conselhos de quem toma banho com você.

 

O mesmo Cantona e a bicuda de kung fu

O francês sempre foi conhecido por ter um pavio inexistente. Em um jogo inesquecível contra o Crystal Palace, Cantona se irritou com um torcedor do time adversário. Em vez de dizer “Meu senhor, suas ofensas são injustificadas e não me agradam, por favor, pare com a bravata”, Cantona correu até o cara e desferiu uma VOADORA nele (e ainda tentou dar uns socos, eu vi no YouTube).

A completa falta de verniz social do francês lhe rendeu uma suspensão de oito meses. O sábio Ferguson, depois das broncas que devem ter balançado o Paraíso e o Inferno, reforçou a importância da lealdade no time: “Foi natural ele se sentir isolado e esquecido. Eu me esforcei muito para que soubesse que nos importávamos com ele, e, no fim das contas, quando ele estava prestes a se transferir para a Itália, nossa lealdade o fez ficar no Manchester United.”

 

Bons, bonitos, ricos e pelo menos um sem caspa (segundo o anúncio)

Cristiano Ronaldo e David Beckham são duas traduções do sucesso completo no futebol. Estão entre os melhores jogadores da história, são as coisas mais bonitas em que já pus os olhos, viraram chamarizes das marcas mais conceituadas do planeta e não entram no cheque especial desde o início da década de 1990. À semelhança de Sérgio Chapelin em frente ao telão do Globo Repórter, me pergunto: “Qual é o segredo deles?”

(Evidentemente várias pessoas talentosas seguem os mesmos caminhos, mas acabam não vicejando na profissão, então devemos complementar com o fator “sorte” tudo o que vier escrito em seguida.)

Ferguson tem algumas respostas sobre Cristiano Ronaldo: “Ele tinha uma verdadeira ânsia de se tornar o melhor jogador do mundo e estava determinado a alcançar tal objetivo. Também tinha um cuidado tremendo com a alimentação, um hábito anterior à sua mudança para a Inglaterra (…) [Cristiano Ronaldo] Não chega nem perto de bebidas alcoólicas.” Se eu jogasse bem assim, também ficaria longe de bebidas alcoólicas. Mas eu — esquisito, beberrão, pereba, usuário do xampu do anúncio dele e simpático — sou o completo oposto do Cristiano Ronaldo.

Beckham, que chegou molequinho ao Manchester United, também é conhecido por sua dedicação febril. Nas palavras do autor de Liderança, “[ele] também era extraordinário. Quando se juntou a nós, morava em um alojamento, e não treinava apenas de manhã e à tarde, mas também aparecia à noite para praticar com os meninos da escolinha”. Poucos são os que usam tão bem a sorte a favor.

 

Futebol não é só bola

E isso é uma das razões que tornam Liderança tão divertido. No livro a gente acompanha, por exemplo, como o Manchester (que, embora bem estruturado, não conta com o macete de dinheiro infinito que Chelsea, Real Madrid e Manchester City têm) lutou para contratar vários craques. Um spoiler da vida real: em várias ocasiões, Ferguson levou a pior. O Lucas, por exemplo, que jogou no São Paulo (no Google, é o segundo Lucas que aparece na caixa de buscas. O primeiro é o Lucas Lucco), quase foi para o Manchester, mas acabou preferindo o dinheiro infinito do Paris Saint-Germain. Esse jogo de xadrez chamado “janela de transferência junto com muito time rico por perto” é esmiuçado várias vezes, e sempre dá uma sensação de “ooolha isso, gente, eu não sabia!”.

Brigas de bastidores, reviravoltas impossíveis dentro de campo, rivalidades e lealdades para uma vida inteira, as impressões sobre os melhores jogadores da história… A vida de Sir Alex Ferguson no Manchester United é um recorte não só de uma lenda da bola, como também da bola em si. É ao mesmo tempo um relato autobiográfico e uma biografia do futebol. Uma homenagem ao futebol, para falar a verdade.

>> Leia um trecho de Liderança

 

Pedro Staite é editor-assistente de livros estrangeiros da Intrínseca e é uma lenda do handebol amador, pena que a editora não tem livros sobre esse esporte. Escreveu um livro chamado Memorial leve, que não tem nada a ver com futebol (nem handebol, claro).