testeLançamentos de julho

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Não se iluda, não, de Isabela Freitas — Em seu segundo livro, Isabela Freitas dá sequência às histórias dos personagens de Não se apega, não. Dessa vez, com a cabeça nas nuvens e os pés firmemente no chão, a personagem Isabela vai em busca daquilo que seu coração realmente deseja, mesmo quando o caminho é acidentado e cada curva parece esconder uma nova surpresa. [Leia mais]

Como a música ficou grátis, de Stephen Witt — Seguindo a tradição de escritores como Michael Lewis, autor de Moneyball, Witt investiga a fundo a história secreta da pirataria de músicas na internet, partindo dos engenheiros alemães criadores do mp3 e apresentando figuras incríveis — inventores, executivos da indústria fonográfica, operários e ladrões — que revolucionaram a indústria fonográfica e o universo digital. [Leia mais]

A mulher perfeita é uma vaca: Guia de sobrevivência para mulheres normais, de Anne-Sophie Girard e Marie-Aldine Girard Sabe aquela mulher que tem tudo, pode tudo e conhece tudo, que é multitarefa, plena e feliz, que não fracassa nunca, sabe se comportar bem em qualquer situação e cabe em qualquer roupa? Pois é, ela não existe. É só uma vaca, esnobe e petulante, que vive na sua cabeça exclusivamente para sabotar você. Aprenda a tirá-la de lá e prepare-se para ser feliz! [Leia mais]

Mosquitolândia, de David Arnold — Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para morar com o pai e a madrasta no árido Mississippi. Para fugir dessa nova vida e buscar seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, ela embarca em um ônibus e encontra companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho, numa odisseia contemporânea tão hilária quanto emocionante. [Leia mais]

Notícias: Manual do usuário, de Alain de Botton — O aclamado escritor e filósofo do cotidiano se vale de histórias típicas da tevê e dos jornais para refletir sobre o impacto dos noticiários em nossa vida. Um manual definitivo da nossa era viciada em informação, que trará entendimento e um parâmetro de sanidade para as nossas interações diárias (e às vezes feitas a toda hora) com a máquina de notícias. [Leia mais]

Linda, como no caso do assassinato de Linda, de Leif G. W. PerssonEm um verão especialmente quente na Suécia, Linda, aluna da Academia de Polícia de Växjö, é brutalmente estuprada e assassinada. Evert Bäckström, um policial machista e autocentrado de Estocolmo, recebe a missão de comandar a investigação do crime e desloca sua equipe para a bucólica cidade. Para resolver o caso, a resignada equipe de policiais precisará correr contra o tempo e seguir as escassas pistas que a intransigência de Bäckström não deixou escapar. [Leia mais]

Half Wild, de Sally Green — Na sequência de Half Bad, após descobrir seu dom mágico, Nathan se une aos rebeldes da Luz e das Sombras de toda a Europa para derrubar Soul, líder tirânico do Conselho, e os caçadores, cujo domínio se espalhou para além da Inglaterra. Agora ele vai precisar encontrar um modo de conviver com seu lado selvagem, descobrir quem são seus verdadeiros aliados e, principalmente, quem é seu verdadeiro amor. [Leia mais]

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A coroa de Ptolomeu, de Rick Riordan — Depois do encontro de Percy e Carter, em O filho de Sobek, e de Annabeth e Sadie, em O cajado de Serápis, enfim chegou a hora de os quatro se unirem em uma divertida aventura mágica em um novo conto que une as séries de mitologia greco-romana e egípcia de Rick Riordan. O lançamento inclui o primeiro capítulo de A espada do verão, livro que dá início à nova série de Rick Riordan: Magnus Chase e os deuses de Asgard. [Leia mais]

Plutão, de R. J. Palacio — Em uma linda história sobre o valor da amizade na vida das crianças, R. J. Palacio apresenta Christopher, o melhor amigo de infância de August Pullman, o garoto de feições incomuns que encantou leitores do mundo inteiro no romance Extraordinário. O livro, que acompanha Chris ao longo de um dia especialmente complicado, alterna entre o presente e flashbacks de quando os dois meninos eram vizinhos, mostrando quanto esse armário marcou a vida de cada um. [Leia mais]

testeVocê vai encontrar alguém melhor

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Dizem por aí que não tem nada pior do que terminar um relacionamento. Ah, talvez tenha. Terminarem por você. Sei disso porque gosto de ser sempre aquela que toma decisões, que está à frente e tem tudo sob controle. Uma perfeccionista chata, podemos dizer. Quando algo foge das minhas mãos me sinto perdida. Enfraquecida. Como se tirassem um pedaço de mim. Aquele pedaço que sempre soube o que fazer. E agora? O que eu faço? Me permito ser tola por um tempo? Imploro para que ele fique? Para que ele volte? Eu, hein.

Olha, vou dividir aqui o pouquinho do que sei sobre a vida, essa aventura louca que nos tira do sério às vezes:

1) amor não se implora;
2) e se implora, não é amor;
3) não se pede para que uma pessoa fique;
4) porque se ela ficar, não vai ser por vontade própria e sim por pena de você.

Deu para entender? É basicamente isso. Sempre que terminava um relacionamento as pessoas automaticamente começavam: “Nossa! Mas você não vai sentir falta?”. Posso até sentir. E vou. Mas se um dia a pessoa não quis estar mais ao meu lado, isso é motivo suficiente para que eu siga minha vida sem ela. Sem noia. Sem medo. Só eu, eu mesma, e os sonhos que carrego dentro do peito.

Não existe isso de que “você nunca encontrar alguém melhor”. Isso é a maior besteira que já ouvi na vida. Todo relacionamento acrescenta e ensina algo. E foi bom, foi perfeito, foi amor enquanto durou. Deu certo enquanto eterno. Porque algumas eternidades duram o tempo suficiente para o seu amadurecimento. E te ensinam que seguir em frente é sempre o melhor caminho.

Siga em frente. Saiba que o seu caminho deve ser trilhado em plena solidão. Um dia, nessas estradas da vida, você vai olhar para o lado e perceber que nunca esteve de fato sozinha. Milhares de outros rostos se iluminarão ao te ver. Corações machucados, destroçados, arrancados, batendo apenas por um fio de vida… Mas que ainda estão à procura de algo mais. Porque sabem que eles podem bem mais do que encontraram um dia.

Sempre vai existir alguém melhor. Sempre. Porque do contrário, você não vai precisar sequer ouvir essa frase. Porque vocês estarão lado a lado. Sem soltar as mãos. Sabendo que a eternidade de vocês é maior do que qualquer outra já vivida. E que por mais que o “para sempre” não exista, quando duas pessoas querem, elas podem fazer do seu pouco tempo de vida um felizes para sempre… Até quando ele durar.