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Vencedores:

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Comemorando o Dia Internacional da Mulher, vamos sortear 3 exemplares de livros escritos por mulheres. 

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Comemorando o Dia Internacional da Mulher, vamos sortear 3 exemplares de livros escritos por mulheres. 

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VENCEDORES

testeSeis livros para quem curte romances históricos

A humanidade já passou por duas guerras devastadoras, diversas revoluções, conflitos locais e uma disputa entre dois blocos socioeconômicos. Todos esses acontecimentos em escala global são passados de geração em geração e relatados em incontáveis livros, filmes e séries. Mas, tão impactantes quanto estas histórias, são as narrativas das pessoas comuns que as viveram.

Pensem no Titanic. Um dos maiores navios já construídos naufraga e resulta na morte de milhares de inocentes. Mas foi o romance fictício entre Jack e Rose que chamou atenção para esse terrível incidente e emocionou milhões de corações. O mesmo pode ser dito dos clássicos A lista de Schindler e O resgate do soldado Ryan. Tais experiências podem até ser menos conhecidas, mas são igualmente grandiosas em seus detalhes e nuances, justamente por transportar o leitor para determinada época e local.

Listamos alguns livros que têm como cenário esses períodos históricos para criar tramas inesquecíveis. Confira!

Mulheres sem nome

Cenário: Segunda Guerra Mundial
Local: Alemanha, Estados Unidos e Polônia

Recém-lançado, o romance de estreia de Martha Hall Kelly dá voz a três protagonistas femininas em diferentes lugares do mundo enquanto eclodia a Segunda Guerra. A socialite Caroline Ferraday está em Nova York quando Hitler invade a Polônia, em 1939, enquanto a jovem Kasia Kuzmerick se envolve cada vez mais com o movimento de resistência polonês. Levada ao campo de concentração feminino de Ravensbrück, Kasia conhece a médica alemã Herta Oberheuser, responsável por exercer uma medicina terrivelmente controversa nas prisioneiras.

Uma história que atravessa continentes enquanto Caroline e Kasia persistem no sonho de tornar o mundo um lugar melhor, Mulheres sem nome é um livro que aborda a visão das mulheres de uma guerra cujo protagonismo historicamente é masculino. Conheça mais!

 

Um cavalheiro em Moscou

Cenário: Pós-Revolução Russa
Local: Moscou/União Soviética

O autor Amor Towles se inspirou na Rússia dos anos 1920 (na época, União Soviética) para criar a história de Aleksandr Ilitch Rostov, nobre acusado de escrever uma poesia contra os ideais da Revolução Russa. Conhecido como “O Conde”, ele é condenado à prisão domiciliar no sótão do hotel Metropol, lugar de luxo e sofisticação frequentado por artistas, bons-vivants e pela antiga aristocracia de Moscou.

Com sua perspectiva única de prisioneiro de duas realidades distintas, o Conde apresenta ao leitor sua sabedoria e sensibilidade ao abandonar certos hábitos e se abrir para as incertezas de novos tempos que, mesmo com a capacidade de transformar a vida como era conhecida, nunca conseguirão acabar com a nobreza de um verdadeiro cavalheiro.

 

A garota que você deixou para trás

Cenário: Primeira Guerra Mundial
Local: França e Inglaterra

Duas mulheres separadas por um século e unidas pela arte. Na França, durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por ele. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo, inclusive sua vida, na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.

Na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa, onde destaca-se um retrato de uma bela jovem – presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Misturando ficção com realidade, romances de diferentes épocas e a busca por finais felizes, A garota que você deixou para trás é um dos primeiros sucessos de Jojo Moyes. Conheça mais!

 

Toda luz que não podemos ver

Cenário: Segunda Guerra Mundial
Local: França e Alemanha

Vencedor do Pulitzer, o autor Anthony Doerr constrói em Toda luz que não podemos ver um tocante romance sobre o que há além do mundo visível em meio aos horrores da guerra.

Aos seis anos de idade, a jovem Marie-Laure fica cega. Ela vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável. Para ajudá-la, ele constrói uma maquete em miniatura do bairro para que Marie seja capaz de memorizar os caminhos. Quando os nazistas ocupam Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo um dos mais valiosos tesouros do museu.

Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram no lixo. Com a prática, ele acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, em uma missão especial. Cada vez mais consciente das terríveis consequências de seu trabalho, o rapaz é enviado para Saint-Malo. Lá, seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial. Conheça aqui!

 

A menina que roubava livros

Cenário: O nazismo na Segunda Guerra
Local: Alemanha

Esse livro que dispensa apresentações conta a história da pequena Liesel em meio a uma Alemanha assolada pelo nazismo durante a Segunda Guerra. A jovem é adotada por um casal que vive em um bairro alemão pobre: a mãe, dona de casa e o pai, um pintor de paredes bonachão. Para contornar o medo e a solidão, ela aprender a ler e escrever com o pai e canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

Enquanto eles tentam sobreviver a um cenário nacional conturbado, Liesel assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança, faz amizade com um menino obrigado a integrar a Juventude Hitlerista e ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar o seu lado da História. Conheça aqui!

 

Breve história de sete assassinatos

Cenário: A Jamaica de 1970 a 1990
Local: Jamaica

Em 3 de dezembro de 1976, às vésperas das eleições na Jamaica e dois dias antes de Bob Marley realizar o show Smile Jamaica para aliviar as tensões políticas em Kingston, sete homens não identificados invadiram a casa do cantor com metralhadoras em punho. O ataque feriu Marley, a esposa e o empresário, entre várias outras pessoas. Poucas informações oficiais foram divulgadas sobre os atiradores. No entanto, muitos boatos circularam a respeito do destino deles.

Breve história de sete assassinatos é uma obra de ficção que explora esse período instável na história da Jamaica e vai muito além. Marlon James cria com magistralidade personagens que andaram pelas ruas de Kingston nos anos 1970, dominaram o submundo das drogas de Nova York na década de 1980 e ressurgiram em uma Jamaica radicalmente transformada nos anos 1990. Um romance épico, brilhante e arrebatador, vencedor do Man Booker Prize de 2015. Conheça aqui!

testeMulheres sem nome: a história por trás da História

Por Fabiane Pereira*

Mulheres sem nome é inspirado em (duas) histórias reais vividas no período da Segunda Guerra Mundial. Martha Hall Kelly passou vários anos pesquisando e viajando pela Alemanha, França e Estados Unidos para entender esse universo sombrio — e carregado de lembranças — da vida de mulheres que se encontraram no único campo de concentração feminino Ravensbrück, na Alemanha.

Antes de ler pensei que seria mais um livro sobre os (absurdos) atentados contra a humanidade comandados por Hitler, entre o final da década de 1930 e o início da década de 1940, mas Mulheres sem nome é um livro interessantíssimo, costurado por fatos históricos e personagens femininas empoderadas numa época em que empoderamento passava longe da teoria, mas era prática diária e garantia de sobrevivência.

Estamos acostumadas a ler a história das guerras sob a ótica masculina, mas, neste romance, a autora opta por uma narrativa carregada de detalhes nem um pouco piegas protagonizada por três mulheres num dos (recentes) momentos inexplicáveis da história — o cenário é o regime totalitário alemão, cujas atrocidades jamais encontraram justificativas —, e como a Segunda Guerra Mundial afetou diretamente a vida delas.  

A socialite nova-iorquina Caroline Ferriday está sobrecarregada de trabalho no Consulado da França, em função da iminência da guerra. O ano é 1939 e o Exército de Hitler acaba de invadir a Polônia, onde Kasia Kuzmerick vai deixando para trás a tranquilidade da infância conforme se envolve cada vez mais com o movimento de resistência de seu país. Distante das duas, a ambiciosa Herta Oberheuser tem a oportunidade de se libertar de uma vida desoladora e abraçar o sonho de se tornar médica-cirurgiã, a serviço da Alemanha. A história das três se cruzam no campo de concentração feminino de Ravensbrücke, de forma controversa em alguns casos, todas realizam seus desejos mais íntimos pela persistência.

Sabemos tão pouco sobre as mulheres que vieram antes de nós… A história é predominantemente masculina, por isso livros como Mulheres sem nome ajudam a preencher esta lacuna. Mas não pense que a leitura é fácil. Martha Hall Kelly não poupa detalhes nem ameniza algumas passagens estarrecedoras e isso acaba por nos remeter a imagens terríveis. Sabiamente, a autora estruturou o livro em capítulos narrados por cada uma das três protagonistas, o que permite que o leitor no auge do incômodo respire ao entrar em algum momento mais “leve” da vida de outra personagem.

Caroline Ferriday é o respiro a que me refiro acima. Suas angústias giram em torno do desejo de amar e ser correspondida — e isso a torna mais próxima dos leitores. “Desisti dos homens, Roger — declarei. Aos trinta e sete anos, havia me resignado a permanecer solteira“, diz Caroline logo no início do livro. Sua vida é marcada pela filantropia (ela ajuda franceses desalojados, refugiados europeus em busca de asilo e tem um Fundo para Famílias Francesas que auxilia órfãos que se perderam dos pais por qualquer razão) e pela paixão por Paul Rodierre, um ator judeu, francês e casado, que corresponde aos seus sentimentos, porém a guerra os separa por um longo período.

Mulheres sem nome

Inspirado em personagens reais da Segunda Guerra Mundial, "Mulheres sem nome" conta a história de três mulheres que foram esquecidas pelo tempo.Leia um trecho: http://bit.ly/2mnX1G9

Posted by Editora Intrínseca on Friday, November 24, 2017

 

Já Kasia Kuzmerick era uma adolescente apaixonada por Pietrik Baroski quando teve a juventude suspensa e os sonhos adiados por causa da guerra. Capturada como “espiã” pelos nazistas, viu sua vida e a vida de sua mãe e irmã mudarem completamente ao chegarem em Ravensbrück. As passagens de Kasia são as mais difíceis de serem digeridas pelo leitor. “Éramos como moscas presas no mel, vivas mas sem viver de fato“, diz em um dos momentos delicados do livro. Em outro, narra a forma como foi recebida no campo de concentração: “recolheram o que trazia comigo: um lenço, meu relógio, aspirina, os últimos vestígios de uma vida normal. E ainda raspou minha cabeça de modo indelicado.” E continua: “agiu sem nenhuma consideração com o fato de que eu era jovem e ela estava me violando de maneira irreversível. Tive pouco tempo para lamentar.” Talvez não tenham sido os sonhos o que a fez persistir, mas o ódio que passou a nutrir dentro de si. “Em certos dias, o ódio era a única coisa que me fazia seguir adiante“, conta.

Kasia foi transformada, contra sua vontade, numa “Coelha” devido aos experimentos da médica Herta Oberheuser, que servia ao Exército alemão. A Dra. Oberheuser chamava todas as mulheres de cobaias experimentais de Króliki, coelha em polonês. Essas mulheres — na verdade, jovens entre 15 e 20 anos que haviam sido presas por violarem regras de Hitler — eram vítimas de experiências com sulfonamida. Kasia e as muitas mulheres foram operadas como parte de uma complexa série de experiências médicas que replicava ferimentos traumáticos. A equipe comandada pela Dra. Oberheuser aplicava culturas de bactérias aos ferimentos para provocar gangrena gasosa, então administraram sulfa em algumas para provar uma teoria científica. O fato é várias se tornaram mancas e/ou aleijadas e pulavam pelo campo para poderem se locomover, daí serem chamadas de Coelhas.

Herta era uma mulher cujos princípios éticos tangenciavam a servidão inquestionável ao Estado alemão. “Era triste ver os bens de alguém serem levados daquela maneira, mas os judeus haviam sido alertados. Eles sabiam quais eram as exigências do Führer. Aquilo era lamentável, mas não era novidade, e era pelo bem da Alemanha“, comenta em um dos momentos que nos faz questionar como foi possível toda uma nação se enganar e concordar com o totalitarismo de Hitler. ” Hitler é a nossa esperança. Em pouco tempo, ele nos livrou das favelas. E precisa dominar. A Alemanha não pode prosperar sem ter para onde expandir. Ninguém devolverá as terras que perdemos“, acreditou Herta e outros milhares que embasaram as atrocidades cometidas pelo ditador alemão.

Há uma passagem de tempo, a guerra chega ao fim e a esperança volta a ter espaço na vida dessas mulheres que só sobreviveram graças a sororidade, conceito que naquela época nem sequer existia. Por terem umas às outras — sejam como amigas, irmãs ou na relação entre mãe e filha — como exemplos de coragem, as relações afetivas se fortaleceram a ponto de serem molas propulsoras de sobrevivência.

Mulheres sem nome é um livro feminista mesmo sem ter a pretensão de sê-lo. É uma história forte que nos faz agradecer o momento em que vivemos — por mais difícil que esteja sendo 2017 — e nos dá forças para lutar contra tudo aquilo que nos limita como ser humano. É um livraço! É a história por trás da História.

*Fabiane Pereira é jornalista, pós-graduada em Jornalismo Cultural pela ESPM e em Formação do Escritor pela PUC-Rio. É mestranda em Comunicação, Cultura e Tecnologia da Informação no Instituto Universitário de Lisboa. É curadora do projeto literário Som & Pausa e toca vários outros projetos pela sua empresa, a Valentina Comunicação. Foi apresentadora do programa Faro MPB, na MPB FM.

testeComo a história real de uma mulher esquecida pelo tempo inspirou Mulheres sem nome

É difícil definir de onde vem a inspiração para novas histórias, mas Martha Hall Kelly consegue se lembrar exatamente do momento em que leu uma reportagem sobre Caroline Ferriday, uma ex-atriz da Broadway e socialite americana que trabalhava no Consulado da França em Nova York no ano em que o exército de Hitler invadiu a Polônia, 1939.

A história sobre Caroline era até então desconhecida para Martha. Na matéria, as fotos da bela casa com jardim onde a socialite havia morado despertaram sua curiosidade. Mas isso era apenas um pequeno detalhe que levaria a escritora a conhecer melhor a vida dessa mulher que lutou tanto em um dos períodos mais tristes da história.

Anos depois, Martha não conseguia esquecer o que havia lido e decidiu conhecer a casa de Caroline pessoalmente. Durante o tour pelo local, a autora descobriu que Caroline foi uma das responsáveis por denunciar os horrores cometidos em Ravensbrück, campo de concentração exclusivamente feminino localizado no norte de Berlim, durante a Segunda Guerra Mundial.

E foi assim, com um simples passeio, que surgiu a ideia de escrever Mulheres sem nome. Durante dez anos, enquanto ainda trabalhava como publicitária, a autora viajou pelos Estados Unidos e por várias cidades da Europa para entender melhor o que se passou em Ravensbrück. O objetivo de Martha era escrever um relato fictício, mas costurado por fatos históricos, sobre três mulheres muito diferentes que merecem ser lembradas.

Em Mulheres sem nome, Martha constrói um romance baseado em duas protagonistas que existiram de verdade — Caroline Ferriday e Herta Oberheuser — e em Kasia, livremente inspirada nos relatos das sobreviventes de Ravensbrück.  

Caroline Ferriday

A autora entrelaça as trajetórias dessas três personagens femininas fortes com os fatos da Segunda Guerra Mundial. No livro, Caroline Ferriday trabalha como voluntária no Consulado da França, quando, depois de invadir a Polônia, o exército de Hitler ameaça invadir a França, país do homem no qual Caroline está interessada.

Herta Oberheuser

Enquanto isso, a jovem polonesa Kasia Kuzmerick vê sua infância perdida quando é enviada para o campo de concentração de Ravensbrück. E é em Ravensbrück que a ambiciosa Herta Oberheuser encontra a oportunidade de trabalhar como médica- cirurgiã a serviço da Alemanha nazista e faz experiências terríveis com mulheres e crianças.

Com uma narrativa que atravessa várias décadas, lugares e histórias, Martha Hall Kelly escreve um romance capaz de mostrar o poder destrutivo da guerra na vida de todos que a viveram e dar voz a mulheres que foram esquecidas pelo tempo.

testeLançamentos de Novembro

Confira as sinopses dos lançamentos do mês:

 

A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark MansonTodos os dias, sofremos com a pressão de sermos melhores do que os outros. A pressão de que nós temos que ser um sucesso profissional, pessoal, amoroso e ainda por cima fazer isso tudo sorrindo e sem derramar uma gota de suor. Só que a verdade é que quanto mais nos importamos em vencer na vida, maior é a decepção.

Em A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson nos convida de forma hilária a abraçarmos os fracassos da vida, dar valor ao que realmente importa para você e ligar o foda-se para o resto.

 

Mulheres sem nome, de Martha Hall Kelly — A socialite nova-iorquina Caroline está sobrecarregada de trabalho no Consulado da França, em função da eminência da guerra. O ano é 1939 e o Exército de Hitler acaba de invadir a Polônia, onde Kasia vai deixando para trás a tranquilidade da infância conforme se envolve cada vez mais com o movimento de resistência de seu país. Distante das duas, a ambiciosa Herta tem a oportunidade de se libertar de uma vida desoladora e abraçar o sonho de se tornar médica cirurgiã, a serviço da Alemanha.

Costurado por fatos históricos e personagens femininas poderosas, Mulheres sem nome é um romance extraordinário sobre a luta de mulheres anônimas por amor e liberdade. Um livro inspirador, que traz de volta a sensação da leitura de obras como A menina que roubava livros e Toda luz que não podemos ver.

 

Vejo você no espaço, de Jack Cheng — Alex tem onze anos e adora o universo. Seu maior sonho é enviar seu iPod dourado para o espaço a fim de mostrar aos extraterrestres como é a vida no nosso planeta, como seu grande herói, Carl Sagan, fez 40 anos atrás.

Um livro tocante e delicioso sobre aprendermos a discernir realidade e aparências, Vejo você no espaço é uma lição de que família também se constrói e de que, com honestidade, força e amor, nos tornamos tão grandiosos quanto o universo.

 

Endurance: Um ano no espaço, de Scott KellyVeterano de quatro viagens espaciais, o astronauta americano Scott Kelly viveu experiências pelas quais pouquíssimas pessoas tiveram oportunidade de passar. Agora, depois de ficar um ano na Estação Espacial Internacional, batendo o recorde americano de dias consecutivos no espaço, ele compartilha com o leitor o desafio extremo representado pela longa permanência no espaço — tanto os aspectos mundanos, como a saudade da família e o isolamento, quanto os potencialmente mortais, como os impactos em seu corpo e as expedições fora da estação. Memórias sem precedentes de uma viagem única para Kelly e definitiva para a humanidade.

O touro Ferdinando, de Munro Leaf e Robert Lawson — Publicado originalmente em 1938, O touro Ferdinando marcou gerações no mundo todo e chega aos cinemas pelos criadores de A era do gelo e Rio em janeiro do ano que vem. O livro conta a história de um touro que, apesar de seu tamanho e sua força, não tem interesse em participar das touradas. Tudo que ele quer é cheirar as flores e ficar quietinho no seu canto, mas às vezes o mundo à nossa volta não compreende aqueles que são diferentes da maioria.