testeLançamentos de fevereiro

Fevereiro já chegou com vários livros imperdíveis! Confira nossos lançamentos do mês:

O construtor de pontes

Markus Zusak está de volta!

Se em A menina que roubava livros é a morte quem conta a história, em O construtor de pontes, presente e passado se fundem na voz de outro narrador igualmente potente: Matthew, o filho mais velho da família Dunbar.

Sentado na cozinha de casa diante de uma máquina de escrever antiga, ele precisa nos contar sobre um dos seus quatro irmãos, Clay. Anos antes, os cinco garotos haviam sido abandonados pelo pai sem qualquer explicação. Um dia o patriarca retorna com um pedido inusitado: precisa de ajuda para construir uma ponte. É Clay, então, quem parte para a cidade do pai, e os dois, juntos, se dedicam ao projeto mais ambicioso e grandioso de suas vidas.

O construtor de pontes narra a jornada de uma família marcada pela culpa e pela morte. Com uma linguagem poética e inventiva, Markus Zusak nos presenteia mais uma vez com uma história inesquecível, uma trama arrebatadora sobre o amor e o perdão em tempos de caos.

 

Os prós e os contras de nunca esquecer

Joan Lennon é uma menina de 10 anos com um dom surpreendente: ela é capaz de lembrar, com exatidão de detalhes, tudo que aconteceu com ela. A maioria das pessoas, ela sabe, esquece as coisas, mas Joan não quer ser esquecida pelos outros: assim como uma boa música.

Amigo de faculdade dos pais de Joan, Gavin é um ator famoso de Los Angeles que no momento enfrenta a dor terrível de ter perdido subitamente o namorado, Sydney. Depois de ter um vídeo seu em surto vazado na internet, Gavin decide dar um tempo na casa dos velhos amigos.

Logo que se conhecem, Gavin e Joan fazem um acordo peculiar: ele vai ajudar Joan com a escrever a música e em troca a menina vai contar tudo que se lembra de Sydney. Mas o que no início era reconfortante acaba se tornando uma tortura no momento em que Gavin é obrigado a encarar o fato de que o namorado talvez estivesse escondendo alguma coisa.

Emocionante e divertido, Os prós e os contras de nunca esquecer foi o segundo livro do intrínsecos, o clube de livros da Intrínseca.

 

Você nasceu para isso

 

Sam Hurley e sua esposa Merry trocam os confortos de Nova York por um estilo de vida completamente diferente em uma casinha isolada na Suécia. O instável equilíbrio da família se perde por completo com a visita da melhor amiga de Merry, a glamourosa Frank. Ela conhece Merry muito bem, conhece sua história, e agora, com a proximidade, é capaz de ver quem Sam realmente é. Mas Frank tem os próprios segredos, e, à medida que sua narrativa se junta à história do casal, fica claro que ela sofre pelos próprios pecados e talvez não seja capaz – ou não queira – salvar ninguém.

Você nasceu para isso retrata a escuridão que há no cerne dos relacionamentos mais íntimos. Sem heróis e permeada por uma teia de segredos, obsessão e inveja, é um relato violento de vidas que quase nunca são o que parecem e das partes de nós que não somos capazes de admitir.

 

O quinto risco

Quando a eleição de Donald Trump foi confirmada, todas as agências federais se prepararam para receber a equipe de transição do futuro presidente. Só que ninguém apareceu. Após semanas de espera, os poucos enviados por Trump demonstraram brutal desinteresse no que os servidores de carreira e líderes dos departamentos tinham a lhes passar. Pior ainda: eles pareciam desconhecer por completo as funções dos setores que comandariam e ter currículos bastante questionáveis — sem falar nos casos em que havia conflitos de interesse.

Michael Lewis foi atrás de alguns desses antigos funcionários, aos poucos afastados de seus cargos, a fim de ouvir o que eles teriam a dizer sobre a atitude de Trump e os possíveis riscos da nova gestão que mais os apavoravam. Sua surpresa, porém, foi perceber que uma das principais ameaças contra a nação americana (e o mundo) é representada pela figura do próprio presidente.

Um retrato sombrio do período de transição e dos primeiros meses do governo Trump, O quinto risco mostra que um governo despreparado é o maior risco para o seu país.

testeComo escolhemos o título “O construtor de pontes”?

Títulos importam. Ao passear por uma livraria, você se vê diante de milhares de possibilidades e não sabe exatamente qual delas escolher. É então que uma capa e um título marcantes podem fazer com que você pegue determinado livro. Um título, no entanto, não é escolhido apenas para chamar a atenção: ele dá início à história que você está prestes a ler.

Definir um título é uma responsabilidade muito grande, principalmente de um livro aguardado há mais de uma década. De certa forma, a capa introduz a obra, mas é o título que convida você à imersão. E essa foi a missão que demos para O construtor de pontes.

Antes de sabermos qual era a trama, doze anos atrás já sabíamos que o nome em inglês seria Bridge of Clay. Assim mesmo: “Clay”, com letra maiúscula.

Em inglês, “clay” significa argila, mas com a primeira letra maiúscula já imaginamos que seria o nome de alguém. Ok, então tínhamos uma pista do que Markus Zusak iria nos contar. “Bridge” é ponte. Ok, então também tem uma ponte. Juntas, as palavras poderiam significar “Ponte de Clay” ou “Ponte de argila”. Mas o que é essa ponte? Por que ela é do Clay? É realmente feita de argila? O que tudo isso significa? Vai fazer sentido em português?

Permanecemos com essas perguntas por muitos anos, até que enfim o manuscrito chegou a nossas mãos. À medida que fomos lendo, descobrimos que Clay não era apenas alguém que constrói uma ponte para cruzar um rio; o objetivo dessa ponte era muito mais significativo do que impedir que uma passagem fosse tomada pela água.

As pontes eram outras. Eram muitas e assumiam diversas formas. E a história… era muito maior do que imaginávamos! “Ponte de Clay” não correspondia ao que a família Dunbar havia passado nem à importância de Clay para a narrativa. Quais seriam as outras opções de título, então? Escolhemos aquele que consideramos digno da jornada deles: de Clay, Matthew, Henry, Rory, Tommy, Penny, o Assassino, Aquiles, Aurora, Agamenon, Heitor e Telêmaco. Como irmão, como filho e como ser humano, Clay os une, é o receptáculo de suas histórias.

Portanto, nada mais justo do que receber o título que lhe compete, o de construtor de pontes. Das pontes físicas que impedem enchentes às invisíveis que unem esses personagens, que fazem com que as histórias deles se entrelacem. E talvez, quando você terminar a leitura, se sinta tocado por essa família, fique com saudade do livro, se veja diante de trechos sublinhados para compartilhar e guardar para sempre, e aí vai lembrar que bons títulos são assim: a gente carrega para a vida, porque todos nós somos um pouco construtores de pontes.

testeNovo romance do autor de “A menina que roubava livros” chega às livrarias em fevereiro

Depois de mais de uma década, o autor de A menina que roubava livros retorna com seu novo romance, O construtor de pontes. Com sua escrita poética e inventiva, Markus Zusak nos encanta mais uma vez com essa emocionante saga familiar.   

Abandonados pelo pai após a morte da mãe, os cinco irmãos Dunbar vivem de acordo com as próprias regras em uma rotina repleta de caos, desordem, violência e também de amor. Até que o patriarca volta e pede aos filhos que o ajudem a construir uma ponte. Ele é brutalmente rechaçado, exceto por Clay, o mais enigmático dos irmãos.

O menino e o pai seguem para outra cidade para erguer a ponte e desafiar a força do rio que derrubou todas as outras. A ponte de Clay não é apenas de pedras, mas também de lembranças — lembranças da mãe, uma pianista amorosa e atrevida; do pai, um homem cuja alma se enfraqueceu; dos irmãos, cada um despedaçado à sua maneira; e dele mesmo, do garoto que foi um dia, antes de tudo mudar.

Conhecemos os percalços da família Dunbar através das palavras do filho mais velho, Matthew. Diante de uma máquina de escrever antiga, ele mostra o poder das nossas escolhas e como elas também afetam a vida de todos ao nosso redor. Uma história inesquecível sobre o amor e o perdão nos tempos de caos.

O livro foi escolhido para a caixa de dezembro do intrínsecos, o clube do livro da Intrínseca, e a família Dunbar conquistou os assinantes com sua beleza poética e seus personagens cativantes.

O construtor de pontes chega às livrarias a partir do dia 20 de fevereiro.

testePor que estamos ansiosos para o novo livro do autor de A menina que roubava livros

Não conseguimos controlar a ansiedade e divulgamos que a caixa de dezembro do intrínsecos teria o novo livro de Markus Zusak, autor do nosso amado A menina que roubava livros. Agora, finalmente a edição para as lojas já está em pré-venda!

Para todo mundo entender por que ficamos tão animados com essa notícia, fizemos uma lista para mostrar como O construtor de pontes tem muitas chances de se tornar o novo queridinho da Intrínseca. Confira:

 

  1. A menina que roubava livros marcou a vida de muitas pessoas


Desde seu lançamento, a história da menina Liesel em meio à Alemanha nazista conquistou milhares de leitores. Mais de 10 anos após a publicação, ainda está entre os favoritos de muita gente, tornando-se um dos novos clássicos da literatura. Dentre os principais temas do livro estão amizade, família, coragem e resistência. É ideal para entender como a leitura pode ajudar a mudar vidas.

 

  1. Markus Zusak escreve frases inesquecíveis

(Fonte: Google)

 

Os livros de Zusak são recheados de frases fortes e marcantes. Abaixo estão algumas das nossas favoritas:  

“Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler.”

“Como quase todo sofrimento, tudo começou com uma aparente felicidade.”

“Às vezes as pessoas são bonitas, não pela aparência física, nem pelo que dizem. Só pelo que são.”

“Prefiro correr atrás do sol a esperar que ele venha incidir sobre mim.”

“É engraçado como há coisas neste mundo que só nos enchem o saco, mas de que a gente sabe que vai sentir falta quando se forem.”

E uma prévia do que o novo livro do autor trará:

“Quero lhe contar sobre o nosso irmão. Tudo aconteceu com ele. Todos nós mudamos por causa dele.”

 

  1. Zusak constrói personagens apaixonantes


Hans Hubermann e Rudy Steiner, de A menina que roubava livros, são exemplos perfeitos de personagens que cativam desde a primeira linha. Hans, o pai adotivo de Liesel, foi quem a apresentou ao mágico mundo dos livros e que, com sua personalidade meiga e seu acordeão, se tornou um porto seguro para ela. Já Rudy representa de maneira doce o início de um amor inocente e leal. Seus cabelos cor de limão ficaram eternizados tanto no coração de Liesel quanto no dos leitores.

 

  1. A ideia para o novo livro surgiu há mais de duas décadas

Com a carreira iniciada em 1999, Zusak é autor de seis livros, do quais três já foram publicados no Brasil. O fato curioso é que, apesar de estar sendo lançado somente agora, a ideia que levou ao livro O construtor de pontes surgiu há mais de duas décadas, quando Markus pensou em um garoto que construía uma ponte e se chamava Clayton. A partir daí, ele inseriu personagens e detalhes, deixando Clay no centro da narrativa e finalmente lhe dando vida nas páginas de um livro.  

 

  1. Nós amamos histórias inspiradoras

Apesar dos enredos serem muito diferentes, uma característica comum a todas as histórias de Markus Zusak é como podem ser inspiradoras. Se com Liesel Meminger, de A menina que roubava livros, aprendemos sobre a importância da amizade e da resistência em momentos difíceis, com Ed Kennedy, de Eu sou o mensageiro, fomos levados a questionar nossa própria existência, e com Cameron, de A garota que eu quero, percebemos que o amor é imprevisível. O que será que Clay, de O construtor de pontes, vai nos ensinar?

testeSeis livros para quem curte romances históricos

A humanidade já passou por duas guerras devastadoras, diversas revoluções, conflitos locais e uma disputa entre dois blocos socioeconômicos. Todos esses acontecimentos em escala global são passados de geração em geração e relatados em incontáveis livros, filmes e séries. Mas, tão impactantes quanto estas histórias, são as narrativas das pessoas comuns que as viveram.

Pensem no Titanic. Um dos maiores navios já construídos naufraga e resulta na morte de milhares de inocentes. Mas foi o romance fictício entre Jack e Rose que chamou atenção para esse terrível incidente e emocionou milhões de corações. O mesmo pode ser dito dos clássicos A lista de Schindler e O resgate do soldado Ryan. Tais experiências podem até ser menos conhecidas, mas são igualmente grandiosas em seus detalhes e nuances, justamente por transportar o leitor para determinada época e local.

Listamos alguns livros que têm como cenário esses períodos históricos para criar tramas inesquecíveis. Confira!

Mulheres sem nome

Cenário: Segunda Guerra Mundial
Local: Alemanha, Estados Unidos e Polônia

Recém-lançado, o romance de estreia de Martha Hall Kelly dá voz a três protagonistas femininas em diferentes lugares do mundo enquanto eclodia a Segunda Guerra. A socialite Caroline Ferraday está em Nova York quando Hitler invade a Polônia, em 1939, enquanto a jovem Kasia Kuzmerick se envolve cada vez mais com o movimento de resistência polonês. Levada ao campo de concentração feminino de Ravensbrück, Kasia conhece a médica alemã Herta Oberheuser, responsável por exercer uma medicina terrivelmente controversa nas prisioneiras.

Uma história que atravessa continentes enquanto Caroline e Kasia persistem no sonho de tornar o mundo um lugar melhor, Mulheres sem nome é um livro que aborda a visão das mulheres de uma guerra cujo protagonismo historicamente é masculino. Conheça mais!

 

Um cavalheiro em Moscou

Cenário: Pós-Revolução Russa
Local: Moscou/União Soviética

O autor Amor Towles se inspirou na Rússia dos anos 1920 (na época, União Soviética) para criar a história de Aleksandr Ilitch Rostov, nobre acusado de escrever uma poesia contra os ideais da Revolução Russa. Conhecido como “O Conde”, ele é condenado à prisão domiciliar no sótão do hotel Metropol, lugar de luxo e sofisticação frequentado por artistas, bons-vivants e pela antiga aristocracia de Moscou.

Com sua perspectiva única de prisioneiro de duas realidades distintas, o Conde apresenta ao leitor sua sabedoria e sensibilidade ao abandonar certos hábitos e se abrir para as incertezas de novos tempos que, mesmo com a capacidade de transformar a vida como era conhecida, nunca conseguirão acabar com a nobreza de um verdadeiro cavalheiro.

 

A garota que você deixou para trás

Cenário: Primeira Guerra Mundial
Local: França e Inglaterra

Duas mulheres separadas por um século e unidas pela arte. Na França, durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por ele. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo, inclusive sua vida, na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra.

Na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa, onde destaca-se um retrato de uma bela jovem – presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Misturando ficção com realidade, romances de diferentes épocas e a busca por finais felizes, A garota que você deixou para trás é um dos primeiros sucessos de Jojo Moyes. Conheça mais!

 

Toda luz que não podemos ver

Cenário: Segunda Guerra Mundial
Local: França e Alemanha

Vencedor do Pulitzer, o autor Anthony Doerr constrói em Toda luz que não podemos ver um tocante romance sobre o que há além do mundo visível em meio aos horrores da guerra.

Aos seis anos de idade, a jovem Marie-Laure fica cega. Ela vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável. Para ajudá-la, ele constrói uma maquete em miniatura do bairro para que Marie seja capaz de memorizar os caminhos. Quando os nazistas ocupam Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo um dos mais valiosos tesouros do museu.

Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram no lixo. Com a prática, ele acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, em uma missão especial. Cada vez mais consciente das terríveis consequências de seu trabalho, o rapaz é enviado para Saint-Malo. Lá, seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial. Conheça aqui!

 

A menina que roubava livros

Cenário: O nazismo na Segunda Guerra
Local: Alemanha

Esse livro que dispensa apresentações conta a história da pequena Liesel em meio a uma Alemanha assolada pelo nazismo durante a Segunda Guerra. A jovem é adotada por um casal que vive em um bairro alemão pobre: a mãe, dona de casa e o pai, um pintor de paredes bonachão. Para contornar o medo e a solidão, ela aprender a ler e escrever com o pai e canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

Enquanto eles tentam sobreviver a um cenário nacional conturbado, Liesel assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança, faz amizade com um menino obrigado a integrar a Juventude Hitlerista e ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar o seu lado da História. Conheça aqui!

 

Breve história de sete assassinatos

Cenário: A Jamaica de 1970 a 1990
Local: Jamaica

Em 3 de dezembro de 1976, às vésperas das eleições na Jamaica e dois dias antes de Bob Marley realizar o show Smile Jamaica para aliviar as tensões políticas em Kingston, sete homens não identificados invadiram a casa do cantor com metralhadoras em punho. O ataque feriu Marley, a esposa e o empresário, entre várias outras pessoas. Poucas informações oficiais foram divulgadas sobre os atiradores. No entanto, muitos boatos circularam a respeito do destino deles.

Breve história de sete assassinatos é uma obra de ficção que explora esse período instável na história da Jamaica e vai muito além. Marlon James cria com magistralidade personagens que andaram pelas ruas de Kingston nos anos 1970, dominaram o submundo das drogas de Nova York na década de 1980 e ressurgiram em uma Jamaica radicalmente transformada nos anos 1990. Um romance épico, brilhante e arrebatador, vencedor do Man Booker Prize de 2015. Conheça aqui!

testeOito filmes que não vão fazer você passar vergonha por recomendar a leitores obcecados pelo livro

Lista criada por Pedro Diniz, protagonista de Surpreendente!, novo romance de Maurício Gomyde, que acredita que cinema, música e literatura são instrumentos da Santíssima Trindade para salvar o ser humano da derrota como espécie.

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“O livro é muito melhor do que o filme”. Essa provavelmente é uma das frases mais proferidas no trajeto entre a poltrona e a saída da sala dos cinemas mundo afora. Isso acontece principalmente no caso de livros que têm leitores obcecados, do tipo que não admitem, sob qualquer hipótese, que algo saia fora do script do que leram.

A questão é que cada vez mais o cinema bebe da fonte literária e as comparações serão inevitáveis. Os best sellers literários já vêm com a promessa de o filme se tornar blockbusters, pois ao menos a trama já foi testada e aprovada. O que não garante sucesso, claro. O roteirista e o diretor podem destruir uma obra ou, de forma mais rara, até “melhorá-la”. No fundo, acho que não se pode esquecer que o filme é o olhar daquele diretor sobre a história. É uma visão particular, e se a adaptação caísse em outras mãos certamente o filme seria outro. Um diretor pode ressaltar algum ponto que não o mais amado pelos leitores. Outro diretor pode escolher a trilha sonora “errada”. Um terceiro talvez escolha atores que não representam com fidedignidade os personagens do papel. Sei lá, é tudo questão de gosto, percepção. Tudo no detalhe.

A literatura e o cinema são dois suportes diversos, duas linguagens. O que funciona no papel não necessariamente funcionaria na tela, e vice-versa. De toda forma, há algumas adaptações que são realmente boas e você não passará vergonha com os amigos obcecados se as recomendar.

Assim sendo, segue minha brevíssima lista dos “Oito filmes que não vão fazer você passar vergonha por recomendar aos leitores obcecados pelo livro”.

 

1 – Clube da Luta – de Chuck Palahniuk.

clube da luta

Um soco na boca do estômago do consumismo, da sociedade fútil, da vida vazia. Tanto o livro quanto o filme são esse soco doído.

 

2 – Trilogia Senhor dos Anéis – de J. R. R. Tolkien.

Elijah Wood portrays Hobbit Frodo in a scene from the film "The Lord of The Rings The Fellowship of The Ring" in this undated publicity photograph. The film received four Golden Globe nominations, including Best Drama Motion Picture, in Beverly Hills, California December 20, 2001.

Os três são filmes muito bons, o universo de Tolkien foi magistralmente levado à tela. A quantidade de Oscars obtida pela trilogia (17) não foi à toa.

 

3 – A culpa é das estrelas – de John Green.

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Quando terminei este livro, torci para que não fizessem um filme, pois me parecia bom demais e certamente iam enterrar sua magia. Mas fui obrigado a me render, porque o filme é realmente muito bom.

 

4 – Um sonho de liberdade.

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Baseado em uma novela de Stephen King, chamada Rita Hayworth and Shawshank Redemption. É meu filme favorito de todos os tempos.

 

5 – O poderoso chefão – de Mario Puzo.

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Esse dispensa apresentações. Tudo o que foi dito a respeito já indica a importância da obra. O livro é perfeito. Quem não leu, faça o favor de ler.

 

6 – A menina que roubava livros – de Markus Zusak.

THE BOOK THIEF

Admito, admito. Nesse caso, eu assisti primeiro ao filme e só depois fui para o livro. Foi um caso reverso de constatação, de que o livro era tão bom quanto o filme.

 

7 – As vantagens de ser invisível – de Stephen Chbosky.

THE PERKS OF BEING A WALLFLOWER Ph: John Bramley © 2011 Summit Entertainment, LLC. All rights reserved.

Se eu fosse escritor, queria ter escrito este livro e composto o personagem Charlie (que personagem!). O filme é muito bom, podem assistir sem medo.

 

8 – Garota Exemplar – de Gillian Flynn.

garota exemplar

Foi um caso único em que fui lendo o livro e assistindo ao filme ao mesmo tempo (sim, isso é possível!). Eu não tinha terminado ainda o livro e comecei a assistir ao filme. Quando chegou na parte em que eu estava lendo, parei de assistir e voltei ao livro. Li até o fim, então terminei o filme. A atuação de Rosamund Pike é memorável e arrepiante, em todos os sentidos.

 

Leia um trecho de Surpreendente!
Confira também: Cinco filmes que te deixam leve como uma plama

testeOito livros sobre histórias durante a Segunda Guerra Mundial

Setenta anos após a morte de Adolph Hitler, as histórias passadas durante os anos em que o ditador nazista esteve no poder ainda emocionam e chocam. Para recordamos um dos períodos mais conturbados da história mundial, selecionamos uma lista com oito livros com tramas durante a Segunda Guerra Mundial.

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mudo visível.

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Leia também: Toda luz que não podemos ver recebe o Pulitzer de ficção

O último dia dos nossos pais, de Joël Dicker — Neste livro, Dicker  aborda a criação da SOE (Executiva de Operações Especiais) e mostra como um serviço composto em sua maioria por amadores tornou-se uma das peças-chaves da Segunda Guerra Mundial. O autor relata um feito pouco conhecido da Resistência francesa e ao mesmo tempo constrói uma história sobre o ser humano e suas fraquezas.

No jardim das feras, de Erick Larson — O livro reconstitui a ascensão de Hitler sob a singular perspectiva do então embaixador norte-americano em Berlim e de sua filha — uma jovem divorciada que se envolve com importantes homens do Terceiro Reich, como o primeiro chefe da Gestapo, Rudolf Diels.

A Segunda Pátria, de Miguel Sanches Neto — Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas alia-se ao Terceiro Reich. Neste cenário alternativo, o autor desenvolve uma surpreendente história de amor enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que não está nos livros de história, mas que nem por isso deixa de ser assustadoramente plausível.

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Leia também: Gente real, gente inventada

A menina que roubava livros, de Markus Zusak — Uma menina embrutecida pela guerra apela à literatura para driblar o nazismo então dominante. Rouba livros e confia às letras o poder de salvá-la daquela atrocidade. A história, narrada sob o inusitado ponto de vista da Morte, rendeu um dos mais elogiados best-sellers dos últimos tempos.

Inferno: o mundo em guerra 1939 -1945, de Max Hastings — Resultado de 35 anos de pesquisa, o livro traça um painel completo da Segunda Guerra Mundial em todas as linhas de frente, com enfoque na experiência humana. Em um volume único, Max Hastings entrelaça o testemunho de pessoas comuns e compõe uma narrativa capaz de revelar como foi viver, lutar e morrer em um mundo em conflito.

O diário de Helga, de Helga Weiss — Calcula-se que das 15.000 crianças que passaram pelo campo de Terezín, na antiga Tchecoslováquia, apenas 100 chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. Uma delas é Helga Weiss, que relata a vida no campo de concentração.

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Leia também: As cores do Holocausto

Os óculos de Heidegger, de Thaisa Frank — O livro mescla filosofia e romance em uma ficção inusitada. O cenário é a Operação Postal, programa nazista realizado durante a Segunda Guerra Mundial em que um grupo de intelectuais — salvos de fuzilamentos e dos campos de concentração pelo conhecimento de outras línguas — respondia às cartas enviadas aos mortos do Terceiro Reich.

testeDivulgadas as primeiras imagens do filme A Menina que Roubava Livros

Confira as primeiras imagens da adaptação cinematográfica do clássico absoluto de Markus Zusak. Com estreia prevista para novembro nos Estados Unidos, A Menina que Roubava Livros tem direção de Brian Percival (Downton Abbey). Na produção, a inesquecível Liesel Meminger é interpretada pela atriz franco-canadense Sophie Nélisse, estrela de Monsieur Lazhar, indicado ao Oscar. Geoffrey Rush (indicado ao Oscar por O discurso do Rei) e Emily Watson (Anna Karenina) viverão seus pais adotivos.

Notas do set de A menina que roubava livros
Leia também: Entrevista colaborativa com Markus Zusak

testeAs mais lidas de julho

1º- A Culpa É das Estrelas – o filme: definidos os atores que viverão Isaac e a mãe de Hazel
2º- Cidades de papel, novo livro de John Green: em agosto nas livrarias
3º – Como Treinar o Seu Dragão 2 ganha teaser trailer
4º – Trilha sonora de Percy Jackson e o Mar de Monstros
5º – Entrevista colaborativa com Markus Zusak