teste7 vezes em que F*deu geral nos deu um choque de realidade

Mark Manson conquistou os leitores por sua habilidade de tratar com bom humor os grandes dilemas da vida. Seu livro A sutil arte de ligar o f*da-se, que vendeu mais de um milhão de exemplares no Brasil, ensina que quanto menos nos preocuparmos com o que não vale a pena, mais poderemos nos dedicar ao que realmente importa.

Já o novo livro apresenta uma nova e desconfortável ideia: o mundo está um completo caos e precisamos encontrar uma maneira de lidar com isso. Em F*deu geral, Manson mostra que criar estratégias de esperança pode nos ajudar a sobreviver nesse mundo complexo. Selecionamos 7 trechos do livro que são um verdadeiro choque de realidade e vão mudar sua percepção sobre a vida. Confira:

 

  1. A verdade desconfortável

Um dia, você e todos que você ama vão morrer. E com exceção de um pequeno grupo de pessoas por um intervalo extremamente breve de tempo, pouco do que você fizer ou disser vai significar alguma coisa. Esta é a Verdade Desconfortável da vida. Tudo que você pensa ou faz não passa de uma forma elaborada de evitar isso. Somos poeiras estelares irrelevantes, que toparam em um pontinho azul e perambulam sem rumo por ele. Imaginamos nossa própria importância. Inventamos nosso propósito; não somos nada.

 

  1. A suposição clássica

A Suposição Clássica é a crença de que a razão está no controle da nossa vida e de que temos que treinar as emoções para sentarem a bunda na cadeira e calarem a boca enquanto o adulto dirige. E então nos parabenizamos quando raptamos e mantemos as emoções em cárcere privado e elogiamos nosso próprio autocontrole. Mas o Carro da Consciência não funciona assim. Eis a verdade: o Cérebro Sensível (responsável pelas emoções) é quem dirige o Carro da Consciência. Dane-se se você se acha muito científico ou quantos títulos tem: você é gente como a gente, ok? Um robô doido, de carne e osso, conduzido pelo Cérebro Sensível que nem todo mundo.

 

  1. A caixa de Pandora

Existem muitas interpretações do mito da caixa de Pandora; a mais comum é que, embora os deuses tenham nos punido com todos os males do mundo, também nos equiparam com o antídoto para todos eles: a esperança. Pense nisso como o yin e o yang da eterna luta da humanidade: tudo está sempre fodido, mas quanto mais fodidas ficam as coisas, mais temos que mobilizar nossa esperança para sustentar e superar a situação.

 

  1. A esperança

Como um bisturi cirúrgico, a esperança pode salvar e destruir vidas. Pode nos inspirar e também acabar conosco. Assim como há maneiras de ser confiante de forma saudável e de forma destrutiva, e formas saudáveis e destrutivas de amar, o mesmo se aplica no caso da esperança. A diferença entre uma forma e outra nem sempre é óbvia.

 

  1. O heroísmo

Heroísmo não significa só ter coragem ou sagacidade. Esses elementos são comuns e usados muitas vezes de formas não heroicas. Ser heroico significa ter a habilidade de criar esperança onde ela não existe. De acender o fósforo que ilumina o breu. De mostrar a possibilidade de um mundo melhor — não um mundo melhor que queremos que exista, mas um que não sabíamos que poderia existir. De agir frente a uma situação em que tudo parece estar uma merda completa e de alguma maneira transformá-la em algo bom.

 

  1. A dor

A morte é psicologicamente necessária porque faz com que haja coisas em jogo. Algo a perder. Você nunca sabe o valor de alguma coisa até correr o risco de perdê-la. Não sabe pelo que está disposto a lutar, do que está disposto a abrir mão ou o que consegue sacrificar. A dor é a moeda dos nossos valores. Sem a dor da perda (ou da possibilidade de perder), fica impossível determinar o valor de qualquer coisa.

 

  1. A liberdade fake

Quanto mais opções nos dão (isto é, quanto mais “liberdade” temos), menos satisfeitos ficamos com qualquer das opções que escolhermos. Variedade não é liberdade. Variedade não passa de diferentes combinações da mesma merda insignificante. Esse é o problema de exaltar a liberdade em detrimento da consciência humana. Ter mais coisa não significa ser mais livre, e sim mais aprisionado pela ansiedade de termos escolhido ou não a melhor alternativa. Quanto mais opções temos, mais propensos ficamos a tratar a nós mesmos e aos outros como meios e não fins. Essa condição nos torna mais dependentes de ciclos infinitos de esperança.

testeLançamentos de Maio

 Confira os lançamentos do mês!

F*deu geral, de Mark Manson

 

Em 2017, Mark Manson publicou A sutil arte de ligar o f*da-se, que, de maneira brilhante, deu forma à ansiedade da vida moderna e vendeu mais de 1 milhão de cópias no Brasil.

Agora, em F*deu geral, Manson desvia o olhar para as inúmeras calamidades que assolam o mundo. Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, o autor explora a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

Com sua já conhecida mistura de erudição e p*rra-como-ele-consegue-fazer-piada-disso, Manson nos desafia a sermos mais honestos conosco e a nos conectarmos com o mundo de uma forma que provavelmente nunca cogitamos. Um passeio inusitado e divertido pela dor em nossos corações e o estresse em nossas vidas.

F*deu geral já está disponível. Leia um trecho aqui.

 

Stranger Things: Raízes do mal, de Gwenda Bond

 

Stranger Things virou um fenômeno mundial pouco tempo depois de estrear na Netflix. Nos anos 1980, o misterioso desaparecimento de Will leva seus amigos a encontrar uma estranha garota com poderes telecinéticos, Eleven.

Raízes do mal, primeiro livro oficial do universo de Stranger Things, e explora o período em que a mãe de Eleven era uma cobaia do projeto MKULTRA. Em 1969, enquanto os Estados Unidos passavam por mudanças sociais e políticas turbulentas, Terry Ives enxerga sua grande chance de entrar para a história ao se voluntariar para o projeto ultrassecreto do governo. É lá que ela conhece o dr. Martin Brenner, um homem capaz das maiores atrocidades para alcançar seus objetivos. Terry logo se vê presa em uma trama repleta de manipulações e perigos, travando com Brenner uma guerra em que a mente humana é o campo de batalha. E sua única chance de vitória reside em uma menininha com poderes sobre-humanos e um número no lugar do nome.

A terceira temporada da série estreia em 4 de julho, e enquanto ela não chega, leia um trecho de Stranger Things: Raízes do mal e descubra como os destinos de Terry, Brenner, Eleven e Eight se cruzaram  pela primeira vez.

 

Why Not, de Raquel Landim

Por que não subornar políticos? Por que não fazer gravações clandestinas de políticos em situações comprometedoras?

O Brasil assistiu nos últimos anos ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante mundial. Em Why Not, a jornalista Raquel Landim reconstrói a história da empresa desde sua origem até o acordo de delação premiada dos irmãos Batista, que comprometeu centenas de políticos, entre eles o ex-presidente da República Michel Temer, ainda no poder à época dos fatos.

Narrando o caso como um thriller político após dois anos de apuração e centenas de entrevistas, Why Not mostra os bastidores inéditos dessa teia de corrupção. A trama mostra as consequências da combinação do talento para negócios dos irmãos e das inescrupulosas relações com o poder público.

Why Not chega às livrarias a partir de 20 de maio.

 

O que aconteceu com Annie, de C.J. Tudor

 

A autora de O Homem de Giz retorna com mais um thriller eletrizante recheado de mistérios e reviravoltas, O que aconteceu com Annie.

A última coisa que Joe queria era voltar a Arnhill. A forma como tudo acabou — a traição, o suicídio, o assassinato — impossibilitavam qualquer desejo de retorno à sua cidade natal. Mas, vinte e cinco anos depois de sua irmã mais nova desaparecer misteriosamente, Joe Thorne recebe um e-mail que o leva de volta para o passado: “Eu sei o que aconteceu com sua irmã. Está acontecendo de novo.”

Ele então retorna à sua cidade natal e reencontra a mina abandonada onde tudo deu errado e sua vida mudou para sempre. Porque, para Joe, o pior não foi Annie ter sumido. Foi ela ter voltado.

O que aconteceu com Annie foi enviado antes em uma edição exclusiva na caixa do intrínsecos, o clube de assinatura da Intrínseca, e os leitores amaram! A autora está confirmada na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.   

 

 

Black Hammer: Era da destruição – Parte I, de Jeff Lemire, Dean Ormston, Dave Stewart e Todd Klein

 

Com mais de 20 mil exemplares vendidos no Brasil, Black Hammer continua conquistando os fãs. Ao vencerem o poderoso Antideus, os maiores heróis de Spiral City desapareceram sem deixar vestígios. Todos acreditam que eles estão mortos, mas há dez anos vivem  isolados em uma pacata fazenda fora dos limites do tempo, forçados a esconder seus poderes.

No terceiro volume da série ganhadora do Eisner Awards, os ex-heróis recebem uma visita inesperada que pode lhes mostrar como voltar para casa, mas que também é um prenúncio do caos e da destruição que estão por vir. Criada por Jeff Lemire e Dean Ormston, a série Black Hammer é uma história arrebatadora sobre memória, família, o peso do passado e o medo do futuro.

Leia um trecho de Black Hammer: Era da destruição – Parte I.

 

testeNovo livro do autor de A sutil arte de ligar o f*da-se será lançado em maio

Mark Manson, o autor do grande sucesso A sutil arte de ligar o f*da-se – livro mais vendido no Brasil em 2018, com 1 milhão de exemplares comercializados –, está de volta com F*deu geral: um livro sobre esperança?

Em A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson usa toda a sua sagacidade e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Agora, ele amplia a sua abordagem para refletir sobre as inúmeras calamidades que tomam conta do mundo.

Recorrendo a pesquisas psicológicas e sabedoria filosófica para investigar o mundo de hoje, Manson explora a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as nossas definições de fé, felicidade, liberdade e, até mesmo, de esperança.

O livro será lançado no dia 14 de maio e você pode conferir a capa inédita abaixo:

testeTOP 10 da Intrínseca em 2018

Se todos os anos são especiais por algum motivo, podemos dizer que 2018 foi o ano oficial de ligar o f*da-se. Nenhum dos outros 57 lançamentos ou dos grandes clássicos da editora teve chance: o livro de Mark Manson, A sutil arte de ligar o f*da-se, foi o grande destaque da lista de best-sellers, com mais de 500 mil exemplares vendidos.

Nesse ano de intrínsecos, autoajuda, thrillers e adaptações de livros na Netflix, é bom ver o quanto os leitores nos ajudaram a construir mais 365 dias repletos de boas histórias. Por isso, criamos uma lista com os dez livros da Intrínseca mais vendidos de 2018. Confira:

 

  1. A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson

Talvez você não lembre, mas em janeiro de 2018 recebemos no Brasil um visitante ilustre: o autor do que viria a ser o livro mais vendido do ano, Mark Manson. Na época, sua antiautoajuda que incentiva o leitor a se desprender dos problemas, regras e padrões que afetam negativamente sua vida havia sido lançada há pouco mais de 2 meses e já causava burburinhos nos meios literários. Hoje, mais de um ano depois, tornou-se mantra de milhares de pessoas e vem contribuindo para tornar o dia a dia mais leve e mentalmente saudável.

Saiba mais sobre o livro.

 

  1. Extraordinário, R. J. Palacio

Lançado pela primeira vez em 2013, a história do Extraordinário na Intrínseca é longa. Mudança de capa, livros complementares, edição especial do filme… Foram vários anos de trabalho, mas finalmente podemos dizer que muita gente por aí já conhece o Auggie e já se emocionou com essa linda história de superação e empatia. O filme, que chegou aos cinemas em dezembro de 2017, deu vida a alguns dos personagens mais adoráveis e inspiradores da literatura e ajudou o livro a encabeçar listas de mais vendidos durante muitos meses. É impossível não se apaixonar pelo Auggie, pela Via, pelo Jack Will (e pela Daisy, é claro) e não terminar a leitura com uma bela lição de vida.

Saiba mais sobre o livro.

 

  1. Ainda sou eu, Jojo Moyes

Não dá para falar de livros mais vendidos da Intrínseca mencionar Jojo Moyes. Ainda sou eu, terceiro e último livro da trilogia Como eu era antes de você, chegou às livrarias em fevereiro para contar um pouco mais da história de Louisa Clark e de seus desafios após os acontecimentos do primeiro livro (nada de spoilers!). Sequência de Depois de você, o livro é um belo presente para todo mundo que se apaixonou pela personagem e não queria se despedir dela de jeito nenhum (embora já estejamos morrendo de saudades <3).

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  1. Tartarugas até lá embaixo, John Green

Outra figura que não poderia faltar nessa lista é nosso querido John Green. O livro mais recente do autor, Tartarugas até lá embaixo, foi publicado em outubro de 2017, mais de seis anos após seu último livro. Dessa vez, Green apresentou aos leitores Aza Holmes e compartilhou um pouco de sua própria trajetória, narrando com sensibilidade os dilemas enfrentados por alguém que tem transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Mesclando aventura, psicologia e muitas referências pop, o autor confirmou seu lugar no top 10 e no coração de muitos leitores.

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  1. Mais escuro, E L James

A trilogia Cinquenta tons de cinza chegou ao Brasil em 2012 e imediatamente se tornou uma febre. Milhões de exemplares vendidos, três adaptações cinematográficas e os fãs queriam mais: precisavam saber como seria essa história aos olhos do Christian. Foi daí que nasceram os livros Grey e Mais escuro, narrando os episódios do primeiro e do segundo livros sob outro ponto de vista. Os leitores amaram mergulhar nos pensamentos do Grey e colocaram o livro direto no nosso top 10. (Ainda não sabemos quando será lançado o terceiro livro, mas estamos torcendo para que seja logo!)

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  1. Para todos os garotos que já amei, Jenny Han

Assim como aconteceu com Extraordinário, a história da Intrínseca com Jenny Han começou já faz um tempo. O primeiro volume da série foi publicado em 2015, e logo de cara os leitores se apaixonaram pela Lara Jean, mas o filme lançado em agosto de 2018 levou a história a outro patamar. Os três volumes (Para todos os garotos que já amei, P.S: Ainda amo você e Agora e para sempre, Lara Jean) estão disponíveis nas livrarias e mostram o amadurecimento da doce menina que escrevia cartas secretas para seus amores não correspondidos. É para ler esparramado no sofá e com um prato de cookies ao lado.

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  1. Mitologia Nórdica, Neil Gaiman

Nós amamos o Neil Gaiman e vamos gritar para todo mundo ouvir. Após sua chegada espetacular à Intrínseca com O oceano no fim do caminho, relançamento de edições favoritas do autor e HQs, a estrela do ano foi Mitologia nórdica. Narrados com o estilo inconfundível de Gaiman, os contos nórdicos ganham um tom divertido, sarcástico e sombrio, que somados a uma edição lindíssima em capa dura (que inclusive possui uma edição especial de luxo na Amazon!) não tinham como ficar fora dos mais vendidos do ano.

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  1. Leonardo Da Vinci, Walter Isaacson

Os fãs de biografias ganharam um presentão em 2017: Walter Isaacson, um dos maiores biógrafos do mundo, escreveu o livro definitivo sobre o gênio Leonardo Da Vinci. Após anos de pesquisas, o autor preencheu mais de 600 páginas com curiosidades, desenhos, informações pessoais e outros diversos conteúdos sobre o mestre que não colocava barreiras em sua mente. Em 2018, o livro permaneceu entre os favoritos e ganhou uma edição lindíssima em capa dura exclusiva da Amazon!

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  1. Com amor, Simon, Becky Albertalli

Becky Albertalli é uma autora que dá vontade de colocar em um potinho. Ela chegou aqui à Intrínseca em 2015 com o livro Com amor, Simon (que na época se chamava Simon vs. a agenda Homo Sapiens), que conta a história do Simon e do Blue, dois meninos gays que se correspondem anonimamente pela internet e que estão prestes a viver uma grande história de amor. Esse ano, o Simon foi parar no cinema, com um filme super fofo com um elenco incrível! Foi assim que todo mundo ficou conhecendo a Becky e ela finalmente chegou ao lugar que merece: o nosso top 10!

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  1. Uma breve história do tempo, Stephen Hawking

Existem vários livros que nós temos muito orgulho de publicar e os do Stephen Hawking com certeza estão entre eles. O trabalho do físico com a cosmologia, em especial os buracos negros, é mundialmente conhecido e ele ficou eternizado por suas descobertas, pelo bom humor e por ter vivido por muito tempo com uma doença degenerativa que lhe prometia uma baixíssima expectativa de vida. Esse ano, infelizmente vimos Hawking deixar esse planeta e ir viver entre as estrelas, e é um grande privilégio para a gente publicar sua obra, especialmente o novo livro, Breves respostas para grandes questões, no qual ele trabalhou em seus últimos meses de vida.

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Menções honrosas:

 

  1. Me chame pelo seu nome, André Aciman

Quem diria que a história de um adolescente que se apaixona pelo hóspede da família conquistaria tanta gente? Teoricamente, Me chame pelo seu nome não está entre os dez mais vendidos, mas em nossos corações ele é o número um! E quem não amou aquele filme com paisagens lindíssimas da Toscana e uma trilha sonora de tirar o fôlego? Melhor que isso, só vê-lo levar o Oscar de “Melhor roteiro adaptado” para casa. André Aciman sabe mesmo como escrever um livro intenso e maravilhoso.

Saiba mais sobre o livro.

 

  1. O homem de giz, C. J. Tudor

Outro livro que MERECE uma menção honrosa é O homem de giz. Desde o lançamento, é difícil vê-lo fora das listas de mais vendidos e temos certeza de que no ano que vem ele entra no top 10! O thriller sobre um grupo de amigos que encontra um corpo desmembrado fez muita gente ter medo de bonecos de giz.

Saiba mais sobre o livro

testeLivros para um carnaval literário

Seja você um folião recluso ou alguém que gosta de curtir o bloco na rua, separamos dicas de leituras incríveis para aqueles (poucos) momentos de descanso durante o Carnaval:

A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson

Poucas épocas do ano pedem tanto o botão do f*da-se ligado quanto o Carnaval, não é mesmo? Em A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson usa toda a sua sagacidade e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.

Saiba seus limites, aproveite a festa, e, para o resto, ligue o f*da-se até a Quarta-Feira de Cinzas!

Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson

Filho ilegítimo, à margem da educação formal, gay, distraído e, por vezes, herético, o Leonardo desenhado na biografia de Walter Isaacson é uma pessoa real, extraordinária pela pluralidade de interesses e pelo prazer que tinha em combiná-los.

Depois de conhecer a pessoa por trás das obras de arte, temos certeza que Da Vinci adoraria conhecer o Carnaval brasileiro.

Mais escuro, de E L James

E L James revisita Cinquenta tons mais escuros com um mergulho mais profundo e sombrio na história de amor que envolveu milhões de leitores em todo o mundo.

O relacionamento quente e sensual de Anastasia Steele e Christian Grey chega ao fim com muitas acusações e sofrimento, mas Grey não consegue tirar Ana da cabeça. Determinado a reconquistá-la, ele tenta suprimir seus desejos mais obscuros e sua necessidade de controle absoluto, aceitando a amar Ana nos termos estabelecidos por ela.

 

Me chame pelo seu nome, de André Aciman

A casa onde Elio passa os verões fica em um verdadeiro paraíso da costa italiana. Filho de um importante professor universitário, ele está bastante acostumado à rotina de, em todos os verões, hospedar na casa da família um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e outras tarefas. Quando chega Oliver, o novo hóspede, acontece uma revolução na vida de Elio. Me chame pelo seu nome explora a paixão com delicadeza inigualável, em uma narrativa magnética, inquieta e sensual.

 

Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty, e Como eu era antes de você, de Jojo Moyes

Esse é o Carnaval do poder feminino! Para entrar no clima, indicamos duas leituras com mulheres incrivelmente fortes, cada uma a sua maneira: Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty – que inspirou a premiadíssima série da HBO, Big Little Lies -, e Como eu era antes de você, de Jojo Moyes, que lançou o desfecho da trilogia no último dia 8, Ainda sou eu!

 

Mindhunter, de John Douglas e Mark Olshaker

Um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e um elenco formado por Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

 

Ordem Vermelha: Filhos da Degradação, de Felipe Castilho

Que tal viajar para a última cidade do mundo durante o feriado?  Conheça Untherak, seus becos e histórias que farão qualquer bloco superlotado parecer tranquilo. Localizada aos pés do monte Ahtul, ao lado dos Grandes Pântanos, a cidade abriga humanos e kaorshs, gigantes e anões,  gnolls e sinfos que vivem para servir à deusa Una.

Cumprindo sua missão milenar, eles coexistem em relativa paz. Até que a kaorsh Yanisha descobre um segredo capaz de abalar as estruturas do Palácio. Junto com a esposa, Raazi, ela arquiteta um plano tão corajoso quanto arriscado, que terá como cenário o Festival da Morte.

 

Tartarugas até lá embaixo, de John Green

O mais pessoal de todos os livros do autor de A culpa é das estrelas, Tartarugas até lá embaixo é recheado de frases sublinháveis, amizades cativantes, fanfics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses. Um livro sobre as mais incríveis surpresas que surgem ao longo da vida de todos nós.

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Extraordinário, de R. J. Palacio

Auggie Pullman é um menino com uma severa deformidade facial que precisa enfrentar o estranhamento e o preconceito de crianças e adultos. O livro, que foi adaptado para os cinemas em 2017, se tornou uma ode à empatia, à tolerância e à gentileza. “Escolha ser gentil”: um mantra, uma atitude, uma mensagem valiosa para a atualidade.

 Simon vs. a agenda Homo sapiens, de Becky Albertalli

Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar.

testeNo ano-novo, ligue o f*da-se!

Essa é a época em que nos preparamos para o novo ano, fazemos planos e, é claro, estabelecemos aquelas razoáveis e perfeitamente alcançáveis metas para os próximos doze meses.

No mais puro espírito de A sutil arte de ligar o f*da-se, preparamos uma lista de “antimetas” para o próximo ano. 

  1. “Este ano eu vou emagrecer! Vou entrar na academia! ”

A grande meta de ano-novo: vou ser mais saudável. Mais saudável para quem? Para aquelas revistas de saúde e bem-estar que inventam dietas insanas que ninguém consegue cumprir, exceto seres iluminados que provavelmente nem são deste planeta?

Muitas vezes emagrecer ou conseguir levantar mais peso não quer dizer necessariamente que você está mais saudável. Se seu corpo está funcionando bem e você está feliz com sua forma física, ligue o f*da-se para essa meta.

  1. “Eu vou economizar metade do meu salário todos os meses! ”

Lembra aqueles cadernos com adesivos na primeira página que você nunca usava em lugar nenhum porque estava “guardando para depois”? Temos péssimas notícias, querido leitor: não existe depois.

O mesmo funciona para o dinheiro que você acha que vai conseguir juntar. Na maior parte das vezes, a meta da economia de dinheiro vem acompanhada de algum objetivo impossivelmente caro. Seja uma viagem (para Dubai) ou um carro (zero e importado), sempre miramos alto demais, e a frustração que você terá na virada do ano que vem será ainda pior, e a próxima viagem, ainda mais impossível. Planeje a curto prazo, com objetivos menores, e use os adesivos do caderno de vez em quando.

  1. “Serei uma pessoa mais focada. Vou ser mais organizado. Vou reclamar menos.”

Você sabe de quem é esta mesa de trabalho?

Não? Nós ajudamos: Albert Einstein.

Se uma das mentes mais brilhantes da humanidade trabalhava no que só pode ser descrito como “destroços de um furacão”, por que a sua bagunça ou organização vão ajudá-lo a ter mais foco?

É uma questão muito próxima à da saúde: nós somos levados a acreditar que pessoas organizadas e alinhadas são mais focadas, mas a verdade é que não existe certo ou errado. Seja você um maníaco por limpeza ou um verdadeiro acumulador, o resultado final é o mesmo.

E sobre deixar de expressar seu descontentamento para o mundo, Anansi pode responder isso melhor do que qualquer mortal: 

“Raiva resolve tudo.”

  1. “Este ano, vou beber menos.”

Em 99% dos casos, essa frase é dita na manhã de 1º de janeiro, durante a maior ressaca do ano. Então ela quase não conta como meta para o ano novo, já que você não cumpriu o que prometeu nos primeiros minutos do ano.

  1. “Vou ler muito mais que o ano passado!”

Finalmente uma boa meta para o ano-novo! Que tal começar com um trecho de A sutil arte de ligar o f*da-se?

testeSorteio Instagram – Kit A sutil arte de ligar o f*da-se [Encerrado]

Vamos sortear 3 kits especiais de A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson!

Para participar, poste essa imagem em seu Instagram PUBLICAMENTE e preencha o formulário abaixo!

Atenção:
– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Instagram, você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 4 de dezembro, segunda-feira, em nosso perfil no Instagram. Boa sorte! 😉

VENCEDORES

testeSorteio Facebook – Kit A sutil arte de ligar o f*da-se [Encerrado]

Vamos sortear 3 kits especiais de A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson!

Para participar, compartilhe essa imagem em seu Facebook PUBLICAMENTE e preencha o formulário abaixo!

Atenção:
– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Facebook, você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 4 de dezembro, segunda-feira, em nosso perfil no Facebook. Boa sorte! 😉

VENCEDORES

testeFoco, força, fé… e f*da-se

Todos os dias, sofremos com a pressão de sermos melhores do que os outros. A pressão de que temos que ser um sucesso no trabalho, na vida pessoal, no amor e ainda por cima fazer isso tudo sorrindo, sem derramar uma gota de suor, enquanto registramos tudo no Instagram #SemFiltro.

Mas a verdade é que quanto mais nos concentramos em nossos objetivos, maior é a decepção quando não os alcançamos. Pensando nisso, Mark Manson elaborou uma filosofia de vida inusitada: ligar o f*da-se.

Só que ligar o f*da-se não significa se importar com nada e se achar invencível. Em A sutil arte de ligar o f*da-se, você é convidado a aceitar verdades que podem até ser desagradáveis, mas que tornarão sua vida muito melhor. Quanto menos se preocupar com o que não vale a pena, mais poderá se dedicar ao que realmente importa.

Leia um trecho e saiba mais sobre o livro.