teste10 doramas com triângulos amorosos tão shipáveis quanto o da Trilogia Verão

Por Talitha Perissé*

Quem é fã das histórias de Jenny Han já sabe: a autora ama nos deixar indecisos e apaixonados por seus triângulos amorosos. Na trilogia Para todos os garotos que já amei, a doce Lara Jean se envolve em uma grande confusão após as suas cartas de amor serem enviadas e, ao longo dos três livros, ela acaba participando de dois triângulos diferentes — um deles incluindo a participação especial de Josh, namorado de sua irmã mais velha.

Na Trilogia Verão, lançada em janeiro pela Intrínseca, Jenny Han continua nos envolvendo com seus romances e seus personagens cativantes. Em O verão que mudou minha vida, primeiro livro da trilogia, começamos nossa viagem para Cousins Beach com Belly. Mas esse verão será inesquecível: os irmãos Conrad e Jeremiah finalmente começam a enxergá-la com outros olhos. E agora? Qual dos dois ela deve escolher?

Pensando em histórias apaixonantes e divertidas, fizemos uma lista especial de doramas com triângulos amorosos imperdíveis. Confira:

1. Top Management

Top Management é o primeiro dorama produzido pelo Youtube e tem um elenco de peso, que conta com Cha Eun Woo (membro do Astro que também estrelou My ID is Gangnam Beauty), Ahn Hyo Seop (Father is Strange e Still 17), Seo Eun Soo, A. Mond e Jung Yoo Ahn.  

Nele, a ex-trainee e agora manager Yoo Eun Sung é capaz de prever o futuro. Ela é incumbida de cuidar da banda falida SOUL na última chance que eles têm de se tornarem um sucesso, antes que o grupo seja desfeito pela empresa.

A SOUL sofreu com um escândalo anos antes, quando descobriram que um dos singles tinha sido plagiado. Agora Woo Yeon Woo trabalha como ator para ajudar a banda a se tornar relevante; Teo está sempre correndo atrás de uma oportunidade de divulgar a banda e Irib escreve raps. A última oportunidade para o sucesso acontece quando recebem um artista novo da Malásia, Hyun Soo Yong, um letrista brilhante, porém excêntrico e que não entende o mundo dos idols.

Caberá a Yoo Eun Sung unir Hyun Soo Yong aos outros membros da SOUL e fazer com que eles tenham o sucesso que merecem. O problema é que quanto mais Yoo Eun Sung se envolve com a banda, mais Hyun Soo Yong e Woo Yeon Woo se apaixonam por ela e fica impossível não sofrer com esse triângulo amoroso, porque todos eles são muito maravilhosos e merecem ser felizes. Está no Youtube. Corre lá!

Fato curioso 1: O álbum inteiro do SOUL está disponível no Spotify. É MARAVILHOSO! Mas, se você não quiser ouvir o álbum inteiro, assista ao clipe!

Fato curioso 2: Top Management foi o dorama de estreia de Cha Eun Woo, mas ele saiu depois de My ID is Gangnam Beauty, quando já tinha ficado famoso pelo papel icônico de Do Kyung Seok.

Fato curioso 3: Esse é o segundo trabalho de Cha Eun Woo e Kim Ji Min. O segundo foi My ID is Gangnam Beauty, em que ela faz a irmã dele, Do Kyung Hee.

Fato curioso 4: Ahn Hyo Seop era trainee da JYP e ia estrear como membro do GOT7, mas foi cortado por ser muito mais alto que os outros integrantes. Mesmo tendo debutado como ator, ele até hoje é muito amigo do Jackson, membro do GOT7.

 

2. The Heirs

Gostaríamos muito de viver em um mundo em que Kim Woo Bin e Lee Min Ho disputassem nosso amor, mas nem todos podem ser Park Shin Hye. E, verdade seja dita, o restante do universo de The Heirs é bem sofrido, então talvez seja melhor a gente só assistir mesmo e continuar sofrendo por esse triângulo amoroso. Um segredo: seria maravilhoso se ela ficasse com os dois e a sociedade aceitasse isso.

The Heirs narra a vida de meninos ricos e mimados que escondem histórias familiares bem complicadas (Oi, Gossip Girl!). Mas tudo pode acontecer quando uma menina de origem humilde chega: e ela vai mudar tudo mesmo.

Kim Tan (Lee Min Ho) é um herdeiro rico e foi mandado à força para os Estados Unidos pelo irmão Kim Won, para que não se envolvesse nos negócios da família — na verdade, ele é filho da amante do pai. Lá, ele conhece a azarada Cha Eun Sang, que está em busca da irmã. Apesar de já ter um casamento arranjado com Yoo Rachel, Kim Tan se apaixona por Cha Eun Sang e fica arrasado quando ela volta para a Coreia.

Ele decide que é hora de retornar ao seu país e para a escola. Lá, ele reencontra seu inimigo (e ex-melhor amigo) Choi Young Do, que decide atormentar Cha Eun Sang para incomodar Kim Tan.

O problema é que o bad boy Kim Young Do também se apaixona pela menina e uma verdadeira guerra é travada para conquistá-la. É possível que Cha Eun Sang saiba muito bem o que sente, mas nós, pobres telespectadores, nos alternamos na torcida. Aí fica bem difícil não torcer pelo malvado Young Do, mas a culpa é toda de Woo Bin e sua excelente interpretação como um vilão sensível e problemático.

Menção honrosa para o incrível elenco de apoio: Krystal (membro do f(x)), Kang Min Hyuk (o bateirista do CNBLUE) e Park Hyung Sik (o Ahn Min Hyuk de Strong Woman Do Bong Soon e membro do ZE:A).

 

3. Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo

Durante um eclipse solar, a jovem Go Ha Jin é transportada para o corpo de Hae Soo no ano de 941. Nessa dinastia, a família Wang reina e tem seus sete príncipes competindo pelo trono. Em meio a tramas políticas, o amor de Go Ha Jin é disputado pelo doce Wang Wook e o sombrio Wang So (oi, Jeremiah e Conrad da Dinastia Goryeo).

Menção honrosa aos outros cinco príncipes: Wang Eun (Baekhyun, do EXO), Wang Jung (Ji Soo), Wang Won (Yoon Sun Woo), Wang Yo (Hong Jong Hyun), Wang Wook (Nam Joo Hyuk).

 

4. You are beautiful

Park Shin Hye é a rainha dos triângulos amorosos, mas esse pode virar um quadrado dependendo de para quantas pessoas você torce. Nessa história, Park Shin Hye é Kim Mi Nyeo, uma noviça que sonha em ser freira. Ela é obrigada a mudar seus planos quando o empresário do irmão gêmeo, Kim Mi Nam, a procura para pedir ajuda. Mi Nam faz uma cirurgia plástica que dá errado e isso pode custar o sonho de debutar na banda A.N.JELL.

Seu empresário, então, pede que Kim Mi Nyeo finja que é o irmão enquanto ele se recupera, sem revelar para ninguém sua verdadeira identidade, nem mesmo para os membros da A.N.JELL.

Apesar da resistência inicial, os meninos começam a se afeiçoar por Kim Mi Nam e a protegê-lo. O problema é que os três se apaixonam por ela! Alguns começam a gostar dela sem saber que ela é mulher, e isso rende cenas maravilhosas.

Ainda que o destaque seja para Hwang Tae Kyeong (Jang Keun-Suk) e Kim Shin Wook (Yongwha, vocalista do CNBLUE), Jeremy (Lee Hong Ki, vocalista do FT.Island) rouba a cena com sua sensibilidade e fofura.

 

5. Pretty Man

Talvez o triângulo de Pretty Man seja um dos mais polêmicos dessa lista, porque pode levar a gente a torcer apenas pelo adorável Choi David e não para o protagonista, Dokgo Ma Te.

Acontece que Dokgo Ma Te é considerado o homem mais bonito do mundo, principalmente para Kim Bo Tong, uma menina sem muitas perspectivas cuja missão de vida é fazer Ma Te feliz.

O que ela não sabe é que Ma Te é ambicioso e usa sua aparência para se dar bem na vida. Quando a misteriosa Hong Yoo Ra surge na vida de Ma Te, ela lhe propõe a missão de seduzir dez mulheres e aprender diferentes lições com cada uma delas. Para cumprir as tarefas, Ma Te convoca Bo Tong para ajudá-lo.

Só que a missão dada a Bo Tong faz com que ela se aproxime do tímido e simpático acumulador Choi David. Ma Te vê seu reinado ameaçado e, em meio a suas missões, precisa decidir o que, de fato, vale a pena.

 

6. Hwarang

A rainha Jiso comanda o reino de Silla desde a morte do marido, e esconde de todos o filho a fim de evitar que ele se torne alvo de seus inimigos. Conforme o tempo passa, todos passam a clamar pelo retorno do príncipe (inclusive ele mesmo).

Para mostrar aos nobres que não são tão poderosos quanto acham, Jiso cria uma elite de guerreiros, os Hwarang.

No meio deles está o próprio príncipe, Sam Maek Jong (Park Hyung Sik), e o plebeu Moo Myung (Park Seo Joon). Os dois vão competir pelo amor de A Ro e fica muito difícil decidir para quem torcer.

Se você é do tipo que consegue tomar essa decisão de primeira, talvez possa aproveitar o restante do tempo para se divertir com os outros integrantes desse elenco maravilhoso, que conta com V (BTS), Minho (SHINee), Do Ji Han, Jo Yoo Won e Lee Kwang Soo.

 

7. While you were sleeping

While you were sleeping mistura fantasia e série policial, além de trazer um triângulo amoroso bem hilário.

Hong Joo prevê mortes em seus sonhos e tenta evitá-las, apesar de não ter os detalhes de onde e quando ocorrerão. Jae Chan é um promotor novato que sonha com o acidente que mata Hong Joo e a mãe dela.

Jae Chan consegue evitar o acidente e, junto com Hong Joo, começa a investigar casos. No meio do caminho, eles se apaixonam. Han Woo Tak é um simpático policial que os ajuda e também batalha pelo afeto de Hong Joo.

A competição entre Jae Chan e Han Woo Tak rende cenas hilárias e memoráveis.

8. She was pretty

Kim Hye Jin era uma menina linda e de família rica, mas que perdeu tudo e sofreu bastante com os efeitos negativos da puberdade. Agora, já adulta, ela pena para conseguir um emprego, principalmente por causa dos julgamentos que sofre por conta de sua aparência.

Hye Jin não sabe, mas uma pessoa a considera inesquecível: seu amigo de infância, Sung Joon. Antes um menino feio e com baixa autoestima, agora ele é lindo, bem-sucedido e está de volta à Coreia com um único desejo: reencontrar seu primeiro amor. Adivinha quem é? Claro, Kim Hye Jin.

Quando ele tenta retomar contato, Hye Jin teme que ele se decepcione e convence sua melhor amiga a se passar por ela. Para piorar, bem no momento em que está mega-ansiosa para começar em seu novo trabalho ela descobre que o editor-chefe é nada mais, nada menos, do que o próprio Sung Joon!

Mas existe alguém disposto a ajudá-la nessa confusão: Shin Kyuk! O jornalista atrapalhado se apaixona por Hye Jin e faz de tudo para vê-la feliz mesmo que isso signifique aproximá-la de Sung Joon.

Essa adorável comédia poderia ter torcida certa quando Park Seo Joon assume o papel de protagonista, mas é só colocar Choi Siwon (do Super Junior!) no papel de coadjuvante que a torcida se divide, principalmente com tantas cenas adoráveis.

 

9. Cheese in the trap

Cheese in the trap é a adaptação do webtoon homônimo e passou por um fenômeno interessante: gostaram tanto do coadjuvante Baek In Ho (Kang Seo Joon) que deram mais cenas para ele do que para o protagonista Jung Yoo (Park Hae Jin).

A história da série gira em torno do misterioso Jung Yoo, que parece o cara perfeito, mas esconde um lado sombrio, e se apaixona pela tímida Hong Seol. Surge Baek In Ho, irmão de criação de Jung Yoo, que se afastou da família depois de um acidente provocado por Jung Yoo.

O triângulo amoroso formado nessa série tem vários tons sombrios e deixa a gente com a pulga atrás da orelha: é melhor Hong Seol escolher alguém ou ficar sozinha e ser feliz?

 

10. Temperature of love

Hyun Soo é uma aspirante a roteirista que conversa pela internet com um homem que usa um apelido peculiar: “Good Soup”. Eles se conhecem na vida real e ela descobre que ele se chama Jung Sun, um cozinheiro cujo maior sonho é ter o próprio restaurante.

Mesmo gostando um do outro, os dois se separam para realizar seus sonhos. Quando se reencontram anos depois, algo os une: Park Jung Woo.

O CEO Park Jung Woo é sócio do novo restaurante de Jung Sun e também dono da emissora que apostou nos dramas de Hyun Soo, agora uma roteirista conhecida. Só que, nesses anos de parceria, Park Jung Woo se apaixonou por Hyun Soo e está esperando o momento certo para conquistá-la.

Seus planos são comprometidos pelo retorno de Jung Sun e os dois homens estão dispostos a tudo para conquistar Hyun Soo de vez.  

 

*Talitha Perissé é editora de aquisições de livros jovens e ávida usuária de gifs. Descobriu o maravilhoso mundo dos doramas e do k-pop recentemente, e está correndo atrás do tempo perdido. Não se sente capaz de escolher um dorama ou banda favorita, mas sabe recitar as frases de Strong Girl Bong Soon Goblin de cor e está contando os dias para o comeback de Super Junior completo.

testeComo seria se você deletasse seus perfis e levasse uma vida diferente?

Quase um segundo documento de identidade, as redes sociais ganharam uma importância absurda na nossa sociedade. Com as novas mídias, podemos curtir, comentar e compartilhar os mais diversos tipos de conteúdo com o restante do mundo em questão de segundos.

Porém, nem sempre essas tecnologias são boas para a gente: vivemos em bolhas personalizadas, controladas pelos algoritmos, que utilizam as informações que compartilhamos para controlar nosso comportamento diariamente sem que a gente perceba. Mas como seria se você deletasse seus perfis e levasse uma vida diferente? Essa é a proposta de Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais.

O autor Jaron Lanier, uma das maiores referências do Vale do Silício, busca conscientizar e explicar com clareza o lado perverso das mídias sociais. E, mesmo que você não saia definitivamente delas, pode aprender a utilizá-las de uma maneira melhor.

Leia um trecho do livro:

Vamos começar com gatos. Os gatos estão por toda parte na internet. Estão nos memes mais difundidos e nos vídeos mais fofinhos. Por que mais os gatos do que os cachorros? Os cachorros não foram até os humanos antigos implorando para viver conosco; nós os domesticamos. Eles foram criados para serem obedientes. Aceitam ser treinados, são previsíveis e trabalham para nós. Isso não é nenhum demérito para os cachorros. É ótimo que sejam leais e confiáveis. Os gatos são diferentes. Eles apareceram e, em parte, domesticaram a si próprios. Não são previsíveis. Os vídeos populares de cachorros costumam mostrar treinamentos, ao passo que a maioria dos vídeos absurdamente populares de gatos são aqueles que expõem comportamentos estranhos e surpreendentes.

Embora inteligentes, os gatos não são uma boa escolha para quem quer um animal que aceite o treinamento de maneira confiável. Basta assistir a um vídeo de circo de gatos na internet: o mais comovente é que fica claro que os animais estão decidindo se colocam em prática o truque que aprenderam, não fazem nada ou saem andando em direção à plateia.

Os gatos fizeram o que parecia impossível: se integraram ao mundo moderno, de alta tecnologia, sem se entregarem. Eles ainda estão no controle. Você não precisa se preocupar que algum meme furtivo produzido por algoritmos, pago por um oligarca sinistro e oculto, passe a dominar seu gato. Ninguém domina seu bichano; nem você, nem ninguém.

Ah, como gostaríamos de ter essa segurança não apenas em relação a nossos gatos, mas a nós mesmos! Os gatos na internet representam nossas esperanças e sonhos para o futuro das pessoas na grande rede.

Ao mesmo tempo, ainda que a gente adore os cachorros, não queremos ser como eles, pelo menos no que se refere à relação de poder com as pessoas. Tememos, porém, que o Facebook e redes afins estejam nos transformando em cachorros. Quando do nada fazemos alguma coisa desagradável na internet, podemos considerar isso uma resposta a um “apito de cachorro”, daquele tipo que só pode ser ouvido por eles. Temos medo de ficar sob algum tipo de controle obscuro.

Este livro é sobre como ser um gato, à luz das seguintes perguntas: como permanecer independente em um mundo onde você está sob vigilância contínua e é constantemente estimulado por algoritmos operados por algumas das corporações mais ricas da história, cuja única forma de ganhar dinheiro é manipulando o seu comportamento? Como ser um gato, apesar disso tudo? O título não mente: este livro apresenta dez argumentos para você deletar todas as suas contas nas redes sociais. Espero que ajude. E mesmo que você concorde com todo o meu raciocínio, pode ser que ainda queira manter algumas contas. Enquanto gato, você está no seu direito. Ao apresentar os dez argumentos, discutirei algumas maneiras pelas quais você pode pensar sobre sua situação para decidir o que é melhor para a sua vida. Mas só você é capaz de saber.

testePara todos os verões que já amei

Seja em Para todos os garotos que já amei ou na Trilogia Verão, Jenny Han sabe como nos deixar apaixonados por suas histórias e seus personagens.

Pensando nisso, fizemos uma lista com semelhanças entre as duas trilogias da autora:

  1. Belly e Lara Jean

Românticas e sonhadoras, Belly e Lara Jean poderiam ser melhores amigas. As duas levam seus sentimentos muito a sério, mas ficam inseguras em dar o primeiro passo. Com amores platônicos desde novas, a vida das protagonistas de Jenny Han vira de cabeça para baixo quando os garotos começam a corresponder a seus sentimentos.

  1. Primeiro amor

Outra coisa que as garotas têm em comum é que, aos 16 anos, Belly e Lara Jean vivenciam o primeiro amor. Lara Jean sempre teve uma queda por Peter, assim como Belly por Conrad, mas apesar de torcerem internamente para que seus sonhos se tornassem realidade, nunca imaginaram que os garotos pudessem realmente se interessar por elas algum dia.

  1. Conrad, Jeremiah e Peter Kavinsky

Para quem não sabe, os livros da Trilogia Verão foram os primeiros romances jovens que Jenny Han escreveu. E podemos perceber muitas coisas em comum na personalidade de Conrad, Jeremiah e na do nosso tão amado Peter Kavinsky, de Para todos os garotos que já amei.

Conrad é um garoto misterioso, um pouco estressado, mas extremamente talentoso e inteligente. Desde criança, Belly é completamente apaixonada por ele, mas Conrad nunca deu muita atenção para ela. Enquanto isso, o irmão dele é a alegria da festa – literalmente. Jeremiah já foi convidado para muitos bailes de formatura e sempre se importou muito com Belly. Engraçado e carinhoso, ele foi o primeiro garoto que Belly beijou. Jeremiah começou a sentir algo mais por ela, fazendo com que o coração de Belly ficasse dividido entre os irmãos.

Já Peter Kavinsky a gente conhece muito bem: extrovertido, popular e leal. Mas, apesar do seu jeito apaixonante, Peter tem seus segredos e sabe esconder seus sentimentos como ninguém. Fingindo que nunca teve uma quedinha por Lara Jean, Kavinsky pede para ter um namoro de mentira com ela após receber uma de suas cartas secretas, tudo isso para fazer ciúmes em sua ex-namorada, Genevieve – mas a gente sempre soube quais eram suas verdadeiras intenções, Peter Kavinsky!

  1. Grandes amizades

Além de incríveis romances, as trilogias nos mostram também amizades fortes e improváveis. Com personalidades impulsivas, Taylor e Chris são completamente diferentes de Belly e Lara Jean – e isso é o que mais amamos nas duas!

  1. Amadurecimento

Conforme a leitura avança e passamos para o próximo livro, podemos acompanhar o crescimento dos personagens. Do primeiro até o último livro da trilogia, Agora e para sempre, Lara Jean, vemos o primeiro namoro de Lara Jean, a primeira decepção e a difícil escolha da faculdade. Já na Trilogia Verão, acompanhamos Belly dos 16 aos 24 anos. Vemos Isabel passar por altos e baixos e se transformar em uma mulher incrível.

  1. Relação com a família

As protagonistas de Jenny Han também têm em comum a forte conexão com a família. Além de sua mãe e seu irmão, Belly também é completamente apaixonada por sua família do coração: Susannah, Conrad e Jeremiah. Já a trilogia Para todos os garotos que já amei mostra o laço indestrutível das irmãs Covey e o desejo de ver o pai feliz.

  1. Gente como a gente

A melhor parte de uma leitura é quando a gente consegue se identificar com os personagens, né? Não importa qual seja o livro da Jenny Han, sempre conseguimos nos enxergar nas situações e nos sentimentos da protagonista, ficando com o coração quentinho do jeito que tanto amamos! <3

 

testeResultado da seleção de parceiros 2019

Antes de mais nada, precisamos dizer que vocês são incríveis! Foram mais de 1.800 inscritos na nossa seleção de parceiros em apenas 3 dias! Fizemos uma avaliação cuidadosa e com muito carinho visitando cada uma das páginas. Levou muito tempo para ler resenhas, ver fotos e entender um pouco mais sobre cada pessoa – era tanta gente boa que deu vontade de ter todo mundo na nossa equipe. Mas, depois de toda essa saga, ficamos muito felizes em dizer que finalmente foram escolhidos os nossos novos parceiros para 2019!  

Preparados para conferir o resultado?

Se a sua página não estiver na lista, fique tranquilo! Abrimos vagas anualmente. 

NOVOS PARCEIROS

Amiga da Leitora – http://www.amigadaleitora.com/

Blog Parênteses – https://www.instagram.com/blogparenteses/

365 Cores do Universo – http://www.365coresdouniverso.com.br

Biblioteca da Nath – https://www.instagram.com/bibliotecadanath/

Books & Estante – https://www.instagram.com/bookseestante/

Corte Dos Livros – http://instagram.com/cortedoslivros/

Coruja Literaria –  https://www.instagram.com/coruja_literaria/ 

David Henrique – https://www.youtube.com/channel/UCcFt5HpDKXKC_AhkE8UF2hQ/

De livro em livro – https://www.youtube.com/channel/UCE8qOIjKzVMeur21NmVU_Mg

Despertar em Livros – https://www.instagram.com/despertar_em_livros/

Erlebnisse Books – http://www.instagram.com.br/erlebnissebooks

Ezequiel Souzza  – http://www.youtube.com/c/EzequielSouzza

Fantasiando Páginas – http://www.instagram.com/fantasiandopaginas/

Fundo Falso – http://www.youtube.com/blogfundofalso

Gabs Giorgette – http://www.youtube.com/gabsgiorgette

GETTUB – http://gettub.com.br

Hqbierman – https://www.instagram.com/hqbierman

Lar Literáriohttps://www.instagram.com/larliterario/

Leituras Da Jeh – https://instagram.com/leiturasdajeh_24

Lendo e Relendo Victor – https://www.youtube.com/channel/UC6mBDeYtWeVfpshJZAQ_QKw?pbjreload=10 

Lendo Por Aí – http://www.instagram.com/lendo_por_ai

Literacafé – https://www.instagram.com/literacafes/

Literatura Cura – http://instagram.com/literaturacura_

Little Reader – https://www.instagram.com/_little.reader_

Livros_fantasy – https://www.instagram.com/livros_fantasy/

Lost Words – https://www.instagram.com/lostwordsblog/

Louca dos livros – http://www.youtube.com/Loucadoslivros

Monte Olimpo – https://www.youtube.com/c/MonteOlimpo600

Motivação Literária – https://www.motivacaoliteraria.com.br/

Navegando nas palavras – https://www.instagram.com/navegando_naspalavras/

O menino que lê! – https://www.instagram.com/omeninoquele/

Os livros da Dani – https://www.instagram.com/oslivrosdadani/

Poltrona Nerd – http://www.poltronanerd.com.br

Porão Literário – http://oporaoliterario.blogspot.com

Retipatia – http://retipatia.com

Roendo Livroshttp://www.roendolivros.com.br

Sereia Literaria – https://www.instagram.com/sereia_literaria/

Shooting Books – https://www.instagram.com/shootinggbooks/?hl=pt-br

Sisters Bookaholic – https://www.instagram.com/sistersbookaholic/

Sociedade Científicahttp://socientifica.com.br

Só Mais Um Paragrafo – https://www.instagram.com/somaisumparagrafo/

Um Bookaholic – http://youtube.com/umbookaholic

Viagens Literárias – https://instagram.com/viagensliterarias_

Voltei da Livraria – http://www.instagram.com/volteidalivraria

Wesley Literáriohttps://www.instagram.com/wesleyliterario/

Parabéns aos selecionados! Nossa equipe entrará em contato com os responsáveis pelos perfis selecionados para passar todas as informações necessárias. <3

testeComo as fake news podem desacreditar a imprensa e desestabilizar democracias

Com a globalização e o crescimento das mídias sociais, uma notícia consegue alcançar o mundo inteiro em questão de segundos mesmo sendo falsa.

Em A morte da verdade, Michiko Kakutani analisa as origens do caótico cenário em que estamos mergulhados, no qual a verdade se tornou uma espécie em extinção e foi substituída pela sabedoria das massas. Tendo como objeto de estudo a campanha e o primeiro ano de governo de Donald Trump, a autora mostra como as fake news podem desacreditar a imprensa e desestabilizar democracias.

Leia um trecho:

Dois dos regimes mais abomináveis da história da humanidade chegaram ao poder no século XX, e ambos se estabeleceram com base na violação e no esfacelamento da verdade, cientes de que o cinismo, o cansaço e o medo podem tornar as pessoas suscetíveis a mentiras e falsas promessas de líderes determinados a alcançar o poder incondicional. Como Hannah Arendt escreveu em seu livro de 1951, Origens do totalitarismo: “O súdito ideal do governo totalitário não é o nazista convicto nem o comunista convicto, mas aquele para quem já não existe a diferença entre o fato e a ficção (isto é, a realidade da experiência) e a diferença entre o verdadeiro e o falso (isto é, os critérios do pensamento).”

O alarmante para o leitor contemporâneo é que as palavras de Arendt soam cada vez menos como um comunicado do século passado e mais como um terrível reflexo do panorama cultural e político em que vivemos hoje — um mundo no qual as fake news e as mentiras são divulgadas em escala industrial por “fábricas” de trolls russos, lançadas num fluxo ininterrupto pela boca e pelo Twitter do presidente dos Estados Unidos, e espalhadas pelo mundo todo na velocidade da luz por perfis em redes sociais. O nacionalismo, o tribalismo, a sensação de estranhamento, o medo de mudanças sociais e o ódio aos estrangeiros estão novamente em ascensão à medida que as pessoas, trancadas nos seus grupos partidários e protegidas pelo filtro de suas bolhas, vêm perdendo a noção de realidade compartilhada e a habilidade de se comunicar com as diversas linhas sociais e sectárias.

No entanto, não quero fazer uma analogia direta entre as circunstâncias atuais e os horrores opressivos da época da Segunda Guerra Mundial, apenas olhar para determinadas condições e atitudes — ao comentar as obras de George Orwell 1984 e A revolução dos bichos, Margaret Atwood as chamou de “sinais de alerta” — que tornam um povo suscetível à demagogia e à manipulação política, e transformam uma nação numa presa fácil para os aspirantes a autocratas. Quero examinar como o descaso pelos fatos, a substituição da razão pela emoção, e a corrosão da linguagem estão diminuindo o valor da verdade, e o que isso significa para os Estados Unidos e para o mundo.

“O historiador sabe o quão frágil é a tessitura dos fatos no cotidiano em que vivemos”, escreveu Arendt em 1971, no ensaio “A mentira na política”. “Ela está sempre correndo o risco de ser perfurada por uma única mentira ou despedaçada pela mentira organizada de grupos, países ou classes, ou negada e distorcida, muitas vezes cuidadosamente acobertada por calhamaços de mentiras, ou simplesmente autorizada a cair no esquecimento. Fatos necessitam de testemunhos para serem lembrados, e de testemunhas confiáveis para serem oficializados, de modo a encontrar um lugar seguro para habitar o domínio dos interesses humanos.”

O termo “declínio da verdade” (usado pelo think tank Rand Corporation para descrever “o enfraquecimento do papel dos fatos e análises” na vida pública norte-americana) entrou para o léxico da era da pós-verdade, que inclui também expressões agora corriqueiras como “fake news” e “fatos alternativos”. E não só as notícias são falsas: também existe a ciência falsa (produzida por negacionistas das mudanças climáticas e anti-vaxxers, os ativistas do movimento antivacina), a história falsa (promovida por revisionistas do Holocausto e supremacistas brancos), os perfis falsos de norte-americanos no Facebook (criados por trolls russos) e os seguidores e “likes” falsos nas redes sociais (gerados por bots).

Trump, o 45º presidente dos Estados Unidos, mente de forma tão prolífica e com tamanha velocidade que o The Washington Post calculou que ele fez 2.140 alegações falsas ou enganosas no seu primeiro ano de governo — uma média de quase 5,9 por dia. As mentiras dele — sobre absolutamente tudo, desde as investigações sobre a interferência russa nas eleições, passando por sua popularidade e suas conquistas, até o tempo que passa vendo TV — são apenas o mais espalhafatoso entre os vários sinais de alerta acerca de seus ataques às instituições democráticas e normas vigentes. Ele ataca rotineiramente a imprensa, o sistema de justiça, as agências de inteligência, o sistema eleitoral e os funcionários públicos responsáveis pelo bom funcionamento do governo norte-americano.

Entretanto, os ataques à verdade não estão limitados aos Estados Unidos. Pelo mundo todo, ondas de populismo e fundamentalismo estão fazendo com que as pessoas recorram mais ao medo e à raiva do que ao debate sensato, corroendo as instituições democráticas e trocando os especialistas pela sabedoria das multidões. Alegações falsas sobre as relações financeiras do Reino Unido com a União Europeia (em anúncios da campanha do partido Vote Leave num ônibus) ajudaram a mudar a votação em favor do Brexit; e a Rússia intensificou a propagação da sua dezinformatsiya durante as campanhas eleitorais na França, na Alemanha, na Holanda e em outros países, em esforços orquestrados de propaganda para desacreditar e desestabilizar democracias.

O papa Francisco nos lembra: “Não existe desinformação inofensiva; acreditar na falsidade pode ter consequências calamitosas.” O ex-presidente Barack Obama comentou que “um dos maiores desafios que temos em nossa democracia é o fato de não compartilharmos a mesma base de fatos” — atualmente as pessoas estão “operando em universos de informação completamente diferentes”. E o senador republicano Jeff Flake fez um discurso no qual alertou que “2017 foi o ano em que nós vimos a verdade — objetiva, empírica, baseada em evidências — ser mais agredida e atacada do que em qualquer outro período da história norte-americana, por meio das mãos da figura mais poderosa do nosso governo”.

Como isso aconteceu? Quais são as raízes da falsidade na era Trump? Como a verdade e o bom senso se tornaram espécies ameaçadas de extinção, e o que sua morte iminente sugere para o futuro do nosso discurso público, da nossa política e dos nossos governantes? Esse é o tema deste livro.

Você pode continuar a leitura do trecho aqui.

testeMúsica, Beatles e lembranças inesquecíveis

Já imaginou ser capaz de lembrar tudo o que acontece em sua vida? Ter, dentro da cabeça, uma caixinha infinita capaz de guardar momentos e diálogos com todos os seus detalhes? Lembrar não apenas a alegria do Natal, mas também o almoço e a roupa que estava usando naquele domingo em que ficou em casa o dia inteiro vendo Netflix. Essa é a vida de Joan Lennon, a protagonista do livro de novembro do clube intrínsecos.

Assim como o pai, Joan é completamente apaixonada por John Lennon e por música. Com dez anos, a garotinha é bastante inteligente e é portadora de uma síndrome raríssima chamada Memória Autobiográfica Altamente Superior, sendo capaz de lembrar todos os acontecimentos de sua vida. Com a memória extraordinária, talento e poder de observação, Joan é uma garota destemida. Porém, depois de conviver com a avó, sofrendo com perda de memória, ela descobriu o seu maior e mais terrível medo: ser esquecida.

Enquanto procura uma forma de ser inesquecível, Joan conhece Gavin Winters. Gavin, por sua vez, é um ator famoso de Los Angeles que, após perder inesperadamente o seu namorado Sydney, está determinado a esquecer tudo o que viveu ao lado dele. Desse encontro tão inusitado, surge uma amizade improvável, repleta de recordações especiais e música.

Com uma história emocionante e divertida, Os prós e os contras de nunca esquecer é o primeiro livro do autor Val Emmich e chega às livrarias no dia 1º de fevereiro.

testeGuerra dos consoles vira série de TV produzida por Seth Rogen

Escolha o seu lado na grande batalha! Para dar vida ao duelo que marcou gerações, a Legendary, produtora de filmes como Jurassic World e Interestelar está produzindo uma série de TV inspirada no livro A guerra dos consoles, que relata as disputas entre Nintendo e Sega.

Nas décadas de 1980 e 1990, a Sega e a Nintendo se enfrentavam intensamente. Travando batalhas memoráveis e cheias de criatividade, as duas empresas de videogame faziam o impossível para chamar a atenção dos consumidores e conquistar o mercado dos games. No livro, Blake J. Harris revela as estratégias utilizadas e os bastidores da épica guerra entre os nossos amigos de infância, Mario e Sonic.

O projeto ainda não tem data de lançamento, mas já há grandes nomes como Seth Rogen e Evan Goldberg, de SuperBad – É hoje, e James Weaver (Vizinhos 2) na produção executiva. Além deles, a direção e o roteiro da série ficam por conta de Jordan Vogt-Roberts (Kong: A Ilha da Caveira), Mike Rosolio (American Vandal).

testeEm entrevista, Nicole Kidman fala sobre Big Little Lies, Meryl Streep e seu novo filme, Boy Erased

Estrela da série Big Little Lies e do aguardado Boy Erased, Nicole Kidman está em um dos melhores momentos de sua carreira. Eleita a Show Woman of the Year pela revista Variety, a atriz concedeu uma entrevista em que comentou sobre os seus grandes projetos.

Inspirada no romance de Liane Moriarty, a adaptação de Pequenas grandes mentiras conta a história de três mulheres que vivem em uma pequena cidade da Austrália. Madeline é forte e passional. Celeste é dona de uma beleza estonteante e Jane é uma jovem mãe solteira. Os filhos dessas três mulheres estudam na mesma escola, onde acontece uma misteriosa tragédia.

Protagonizando e produzindo a série ao lado de Reese Witherspoon, Kidman comentou sobre o reconhecimento do seu trabalho: “Esse é o personagem sobre o qual as pessoas falam comigo mais do que qualquer outro. É provavelmente a coisa mais comercial que fiz em toda a minha carreira.” A atriz, que conquistou o Emmy pela primeira vez ao interpretar Celeste, contou que muitas vezes não se sente confiante. “Quando eu vi a cena da terapia, a que as pessoas realmente responderam, achei péssima. Todos ficaram tipo: ‘Não, não!’ Acho que foi porque eu me senti muito exposta e vulnerável. Foi demais para mim.”

Com todo o sucesso que a série está fazendo na HBO, ninguém menos do que Meryl Streep pediu para ter um papel na produção. “Ela disse: ‘Imagino que agora eu deva me juntar a vocês.’ Nós ficamos chocadas.” Ela ainda revelou que Streep assinou o contrato sem nem mesmo ter lido o roteiro: “Para você ver como ela queria nos apoiar.”

Na próxima temporada de Big Little Lies, Meryl Streep interpretará a sogra de Celeste, personagem de Nicole Kidman. “Eu estava apavorada. Você está atuando com a melhor. Eu fico nervosa de qualquer maneira, mas, na frente dela, não queria que ela pensasse ‘Quem é essa amadora?!’. Também queríamos entregar uma série em que Meryl fosse ótima. Reese e eu ficamos tipo: ‘Queremos isso para ela e para as outras mulheres.’” Quando questionada sobre uma terceira temporada, Kidman respondeu: “Acho que seria difícil reunir todo o grupo, mas gostaríamos de fazer.”

Além da produção da HBO, Nicole Kidman participou de outro grande projeto: Boy Erased. Aposta para o Oscar de 2019, o filme relata a história real de um garoto que se assumiu homossexual aos 19 anos, em uma pequena e conservadora cidade do Arkansas, nos Estados Unidos. Extremamente religiosos, seus pais o inscreveram em um cruel programa de reabilitação que prometia “curá-lo” da sua homossexualidade.

“Eu odeio que ela tenha feito isso”, disse Kidman sobre a mãe do jovem, sua personagem. “Mas, ao mesmo tempo, ela não fez por maldade. Ela pensou que iria ajudá-lo.”

A biografia que inspirou o filme chega às livrarias em janeiro.

testeMomento nostalgia: livros e filmes que marcaram a infância da nossa equipe

 

Que belo momento, a infância! É difícil encontrar alguém que não tenha ótimas lembranças relacionadas a essa fase da vida. Com mais um 12 de outubro se aproximando, fomos tomados pela nostalgia e convidamos as pessoas da nossa equipe para compartilhar o livro ou o filme que marcou a vida delas quando eram pequenas (com fotos fofíssimas de brinde)! Confira:

 

(Marina – Marketing)

Um dos livros que mais marcaram a minha infância se chama O peixe arco-íris. O personagem principal é um peixinho que tem umas escamas holográficas lindas e eu sei que amava passar a mão nas ilustrações. O problema é que os outros peixinhos não enxergavam essa diferença como algo legal e achavam que ele era estranho demais. No final, spoiler alert, tudo termina bem e ele descobre que aquilo que o torna diferente é, na verdade, muito especial. Fico feliz que esse livro tenha sobrevivido à minha fase pré-adolescente conhecida como “Eu sou uma adulta e não preciso mais disso” na qual joguei muita coisa fora. No final das contas, a gente sempre precisa lembrar dessa lição.

 

(Luana – Editorial)

A minha mãe sempre leu muito, então lá em casa tinha muito livro – os dela e os nossos. Mas a fase de leitura que mais me marcou foi a das enciclopédias para crianças que ela comprava de um vendedor que batia de porta em porta. Eu adorava as que falavam sobre o reino animal e territórios específicos, como a Antártida. O negócio me envolveu tanto que, apesar de ter ido trabalhar com texto e livros, eu ainda curto muito biologia (quase gabaritei no vestibular) e gosto muito de fazer livros de não ficção. Em um Carnaval, a minha mãe fez fantasias de vampiro pra ela, pra mim e pro meu irmão, mas eu teimei que queria sair vestida de um animal. Fui de onça e minha prima ficou com a de vampira.

 

(Talitha – Aquisições)

Quando tinha 9 anos, entrei em uma escola nova e queria muito fazer amizade com uma menina da turma que parecia muito legal. Um dia, ouvi a conversa dela com um menino sobre um livro. Anotei e corri para pedir para a minha avó de Dia das Crianças. Li correndo, focada em prestar atenção para, no dia seguinte, puxar conversa com minha nova amiguinha (na minha cabeça, já éramos melhores amigas que leriam livros incríveis e discutiríamos durante o recreio). O livro era Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li em dois dias, e li mais um milhão de vezes depois. A amizade não vingou, mas ficou a gratidão por ela ter me apresentado a esse livro que mudou a minha vida. Harry Potter pautou muitos caminhos pelos quais minha vida seguiu, inclusive o profissional. Se não fosse por ele, não estaria aqui hoje.

 

(Viviana – Comercial/Marketing)

Em 1996, uma editora publicou Eloise, de Kay Thompson, a história de uma garotinha de 6 anos cheia de energia e que nunca deixava o tédio invadir sua vida. Anos depois, vieram os filmes Eloise no plaza e O Natal de Eloise, que marcaram minha Sessão da Tarde para sempre. Já adolescente, assistia ao filme e dizia: se eu tiver uma filha vai se chamar Eloise. Muitos anos depois, a minha Eloise nasceu.

 

(Joyce – Marketing)

Quando era criança, eu amava Pokémon. Lembro de assistir ao desenho todos os dias com o meu irmão enquanto almoçava e me preparava para ir à escola. Eu jogava Pokémon sempre que podia, colecionava as miniaturas que vinham dentro da pokebola da Caçulinha do Guaraná Antarctica e me sentia a própria Misty, torcendo para que um dia eu pudesse me tornar uma verdadeira mestre Pokémon – sonho que consegui realizar aos 20 anos, percorrendo a cidade jogando Pokémon GO.

 

(Sheila – Editorial)

Meu livro preferido quando eu era pequena era um bem fininho e simpático sobre uma formiga que se chamava Gertrudes. Não tenho esse livro há muito tempo e não lembro o título nem o autor. Era todo ilustrado, mostrando o interior do formigueiro, cheio de formiguinhas em fila, trabalhando. A história era sobre a tal Gertrudes, que não gostava do nome dela. Em algum momento, é claro, ela percebia que não deveria se preocupar com isso e começava até a achar legal o nome, porque era diferente. Não lembro se eu achava feio ou não o nome, mas eu tinha uma professora chamada Gerusa na época e ela era muito legal, e Gertrudes parece um pouco Gerusa, então acho que eu devia gostar de Gertrudes também.

 

(Naotto – Marketing)

Lembro até hoje quando pedi para minha mãe comprar um gibi do Chico Bento enquanto esperávamos a barca para Niterói. Eu devia ter 7 anos na época. Nunca entendi por que gostava do personagem já que eu detestava todas as viagens que fazia com meus pais para uma área rural, mas sabia, de alguma forma, que o Chico era muito rico. A vida daquela criança, uma criança que poderia ser eu, com um cenário completamente diferente e questões completamente diferentes das que eu vivia, me fascinava. Talvez tenha sido o Chico Bento que me ensinou a ler.

 

(Rebeca – Editorial)

Um dos meus livros favoritos quando eu era criança era O menino que espiava para dentro, de Ana Maria Machado. Esse livro me ensinou a nunca deixar de sonhar que outro mundo é possível. Desde então, o que mais gosto de fazer é transformar sonhos em ideias e ideias em realidade.

 

(Ana – Marketing)

Com pernas enormes para abraçar o mundo, com macaquinhos no sótão, o Menino Maluquinho sabia de tudo, só não sabia ficar quieto. Não me lembro quantas milhares de vezes pedi para minha mãe, para meu pai ou para qualquer adulto que passasse por mim para ler a história do garoto que se vestia de fantasma, de cientista, que alargava o tempo, que era capaz de criar o sol, o riso e a alegria só com lápis de colorir. Essa história me marcou tanto que foi com ela que aprendi a ler. Li, reli, pintei e rabisquei por anos aquele livrinho. Guardado na estante, naquele lugar de honra, essa história me emociona até hoje. No fim, mesmo sabendo manejar o tempo como ninguém, mesmo pegando todas as bolas, o menino que não queria deixar de ser menino cresceu — e se tornou um cara muito legal. Pois como disse o genial Ziraldo, ele não tinha sido só um menino maluquinho, ele tinha sido uma criança feliz.

 

(Taila – Marketing)

Eu devia ter uns 6 anos quando li É proibido miar, do Pedro Bandeira. É sobre um filhotinho de uma família tradicional de cachorros chamado Bingo. Ele faz amizade com um gato e começa a miar. Mas, assim que sua família ouve o miado, se enfurece e chama a carrocinha para levar o filhotinho dali. Afinal, o que os cachorros da vizinhança iriam pensar se soubessem que o filho do senhor Bingão não era um cachorro decente? Nessa época, o maior preconceito que eu vivia era quando os meninos me proibiam de jogar bola porque eu era menina. Mas, mesmo criança, eu sabia que aquilo não estava certo. Eu carrego É proibido miar comigo até hoje e brinco que esse livro foi o começo de tudo, afinal, uma década depois de lê-lo, eu me vi na pele (pelo?) do Bingo: miando em um mundo que exigia que eu latisse.

 

(Vanessa – Comunicação)

Apesar de muitas vezes retratada como uma pequena Dora Aventureira (descamisada, descalça e na rua), passei incontáveis dias e noites dentro das cabaninhas de lençol, com uma lanterna, lendo. Minha família sempre incentivou a leitura e lembro de sempre ter comprado livros desde que comecei a ganhar qualquer dinheiro de mesada ou presente. Consigo facilmente pensar meu crescimento lembrando dos títulos que eu li. Na vida eu era a menina que levava até 8 títulos pro clube do livro semanal.

 

(Clara – Influenciadores)

O meu filme favorito na época era Tigrão – O filme, em que o Tigrão buscava a família porque ele se sentia sozinho. Meus pais fizeram a minha festa de 3 anos com o tema do filme, então eu estava completamente alucinada com o Pooh, o Tigrão e o Leitão gigantes na festa. No final da fita cassete com o registro da festa, tem um clipezinho da música tema do filme, chamada “Basta ouvir seu coração”, em que eles mesclaram fotos minhas e cenas do filme. Juro que choro até hoje quando vejo o DVD (convertemos a fita cassete). 

 

(Suelen – Editorial)

Minha relação com o universo dos livros começou com as revistinhas da Turma da Mônica. Ainda muito pequena, comecei a ter contato com as HQs por conta do meu irmão, quatro anos mais velho. Virei fã de toda a turminha e queria muito a boneca da Mônica. Quando ganhei uma, no aniversário de 2 anos, ela virou minha melhor amiga e ia comigo para todo canto. Acredito que ter contato com a leitura desde cedo nos ajuda a gostar mais dos livros e nos motiva a mergulhar em muitas histórias diferentes. Até hoje às vezes dou uma olhadinha no que está acontecendo com a Turma da Mônica. Afinal, não se abandona um melhor amigo, né?

 

(Heloiza – Marketing)

Um dos filmes que mais marcou minha infância foi o VHS de A Bela Adormecida. Eu e meus irmãos assistíamos todos os dias ao filme de 1h15 minutos e me lembro de cada parte como se fosse hoje: o início com a Malévola de quem eu morria de medo, a disputa da cor do vestido pelas fadas Fauna, Flora e Primavera e aquela roca bizarra na qual ela espetava o dedo. Gostava tanto da história que meu aniversário de 7 anos foi da Bela Adormecida com direito ao vestido confeccionado pela minha avó e bolo metade azul e metade rosa. Eu, meus irmãos e meus amigos tínhamos tanta segurança acerca do enredo (assistíamos todos os dias, repito) que resolvemos presentear os convidados da festa com uma interpretação exclusiva da história. Na foto sou eu, #PrincesaReflexiva, na coxia/varanda, esperando para entrar em cena.

 

(Márcia – Produção Gráfica)

Meu filme favorito era Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice).

 

(Marcela – Editorial)

Sempre fui macaca de imitação do meu irmão, como mostra a foto! Meu sonho era ser rock’n’roll que nem ele, mas meu gosto musical estava mais inclinado para Sandy & Junior e pop dos anos 90. Até que um belo dia ele trouxe da locadora uma fita aterrorizante que apelidei de “filme das caveirinhas”, mas que também é conhecido como O Estranho Mundo de Jack. Virou o meu filme preferido, e depois disso o sossego do meu irmão acabou porque passei a pedir o tempo todo: “Fabio, aluga o filme das caveirinhas!” Depois de muitos anos, ele me deu de presente o dvd e nunca mais precisou alugar para mim! 

 

(Pedro – Editorial)

O primeiro filme que eu me lembro de ter visto no cinema foi A Bela e a Fera, em 1992. Eu tinha 5 anos e fiquei impressionado. Saí do filme amando o castiçal e odiando o relógio, e confesso que fiquei um pouco decepcionado quando todos voltaram à forma humana (olha o spoiler!). Cheguei em casa e tentei ser amigo de um candelabro da minha mãe, mas ele vivia me deixando no vácuo. Apesar do meu ressentimento com os objetos inanimados lá de casa, o filme ficou na minha cabeça e eu sei quase todas as músicas até hoje.

 

(Martinho – Clube Intrínsecos)

Com 23 anos na cara, A Princesa e o Robô ainda é meu filme preferido de todos os tempos.

 

(Maria de Fátima – E-books)

Meu filme preferido da infância é ET. Vi na época, no cinema. Uma das poucas idas ao cinema que minha mãe me proporcionou. Eu adorava o ET, achava fofo e me identificava muito com ele. O desamparo de estar perdido longe dos seus. O sufocamento causado por quem não compreende aquilo que não conhece e tenta destruir e conter. Amor que se encontra onde não esperamos, mas pelo qual vale a pena enfrentar os mais difíceis territórios para deixar viver e ser livre.

Inspirados por essas histórias da infância que nos acompanham por toda a vida, lançamos a Coleção Pipoquinha, que reapresenta os clássicos dos anos 80 e 90 em lindos livros ilustrados, as edições perfeitas para apresentar E.T. – O extraterreste, De volta para o futuro e Esqueceram de mim para a geração que não precisa mais rebobinar.

E aí, consegue adivinhar quem é quem nas fotos? 😉 

testeSorteio Facebook – Adaptações Intrínseca [Encerrado]

Vamos sortear 3 exemplares de nossos livros que se tornaram adaptações para a televisão e cinema!

Para participar, compartilhe essa imagem em seu Facebook PUBLICAMENTE e preencha o formulário abaixo!

Atenção:
– Caso a mesma pessoa se inscreva mais de uma vez ela será desclassificada. Atenção: ao terminar de preencher o formulário aparece a mensagem “agradecemos a inscrição”. Espere a página carregar até o final para confirmar a inscrição
– Se você já ganhou um sorteio nos últimos 7 dias no Facebook ,você não poderá participar deste sorteio.
– O resultado será anunciado no dia 30 de julho, segunda-feira, em nosso perfil no Facebook . Boa sorte!