teste5 motivos pelos quais Um lugar bem longe daqui é o livro mais emocionante do ano

Com mais de 3 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos em menos de um ano, Um lugar bem longe daqui já está disponível nas livrarias brasileiras! Se você ainda não conhece essa história ou quer saber mais sobre esse grande sucesso, fizemos uma lista com 5 motivos pelos quais ele é um dos livros mais emocionantes que você pode ler no ano:

 

A comovente jornada de crescimento da protagonista

A emocionante e dolorida jornada de Kya Clark começa em 1952, quando sua mãe a abandona com apenas seis anos. Durante os anos seguintes acompanhamos sua história, desde a infância até a vida adulta, com todas as descobertas, dificuldades e perigos característicos desse período.

 

A natureza é um personagem tão forte quanto Kya

Além de escritora, Delia Owens também é cientista e dedicou muitos anos ao trabalho em campo. Usando toda a sua experiência, ela é capaz de descrever paisagens e animais com o olhar apaixonado de quem ama sua melhor amiga, a natureza – além de cientificamente precisas, suas descrições são extremamente vívidas.

 

A abordagem do preconceito

Assim como o preconceito que Kya sofre por viver reclusa em um brejo, a questão racial dos Estados Unidos também é mostrada na história. A segregação que existia no Sul do país na década de 1960 foi responsável pelo surgimento de guetos e espaços periféricos conhecidos como “cidades dos negros”. Em Um lugar bem longe daqui, Pulinho, um senhor negro dono de um posto de combustível, vive em uma dessas áreas e é também um dos maiores aliados da protagonista.

 

Tem romance!

Como toda adolescente, Kya Clark também tem suas paixões. Seu primeiro amor é Tate Walker, filho de um pescador da região, que navegava sempre pelos rios do brejo. A princípio, os dois cultivam apenas uma amizade infantil, mas logo surge um sentimento puro, uma intenção genuína e recíproca de amor entre os personagens.

 

Kya é salva pela literatura

É justamente Tate quem ensina Kya a ler. A menina rapidamente se encanta com o poder das palavras e se apaixona por poesias e livros de biologia. Mesmo sem frequentar a escola, ler sobre o ambiente ao seu redor transforma a mente e a visão de mundo da “Menina do brejo”.

Já está apaixonado por essa história? Então leia um trecho.

Um lugar bem longe daqui chegou primeiro no intrínsecos, o clube de assinatura da Intrínseca. Todos os meses você recebe em sua casa um livro inédito no Brasil, em capa dura e com um projeto especial. Assine agora!

teste7 vezes em que F*deu geral nos deu um choque de realidade

Mark Manson conquistou os leitores por sua habilidade de tratar com bom humor os grandes dilemas da vida. Seu livro A sutil arte de ligar o f*da-se, que vendeu mais de um milhão de exemplares no Brasil, ensina que quanto menos nos preocuparmos com o que não vale a pena, mais poderemos nos dedicar ao que realmente importa.

Já o novo livro apresenta uma nova e desconfortável ideia: o mundo está um completo caos e precisamos encontrar uma maneira de lidar com isso. Em F*deu geral, Manson mostra que criar estratégias de esperança pode nos ajudar a sobreviver nesse mundo complexo. Selecionamos 7 trechos do livro que são um verdadeiro choque de realidade e vão mudar sua percepção sobre a vida. Confira:

 

  1. A verdade desconfortável

Um dia, você e todos que você ama vão morrer. E com exceção de um pequeno grupo de pessoas por um intervalo extremamente breve de tempo, pouco do que você fizer ou disser vai significar alguma coisa. Esta é a Verdade Desconfortável da vida. Tudo que você pensa ou faz não passa de uma forma elaborada de evitar isso. Somos poeiras estelares irrelevantes, que toparam em um pontinho azul e perambulam sem rumo por ele. Imaginamos nossa própria importância. Inventamos nosso propósito; não somos nada.

 

  1. A suposição clássica

A Suposição Clássica é a crença de que a razão está no controle da nossa vida e de que temos que treinar as emoções para sentarem a bunda na cadeira e calarem a boca enquanto o adulto dirige. E então nos parabenizamos quando raptamos e mantemos as emoções em cárcere privado e elogiamos nosso próprio autocontrole. Mas o Carro da Consciência não funciona assim. Eis a verdade: o Cérebro Sensível (responsável pelas emoções) é quem dirige o Carro da Consciência. Dane-se se você se acha muito científico ou quantos títulos tem: você é gente como a gente, ok? Um robô doido, de carne e osso, conduzido pelo Cérebro Sensível que nem todo mundo.

 

  1. A caixa de Pandora

Existem muitas interpretações do mito da caixa de Pandora; a mais comum é que, embora os deuses tenham nos punido com todos os males do mundo, também nos equiparam com o antídoto para todos eles: a esperança. Pense nisso como o yin e o yang da eterna luta da humanidade: tudo está sempre fodido, mas quanto mais fodidas ficam as coisas, mais temos que mobilizar nossa esperança para sustentar e superar a situação.

 

  1. A esperança

Como um bisturi cirúrgico, a esperança pode salvar e destruir vidas. Pode nos inspirar e também acabar conosco. Assim como há maneiras de ser confiante de forma saudável e de forma destrutiva, e formas saudáveis e destrutivas de amar, o mesmo se aplica no caso da esperança. A diferença entre uma forma e outra nem sempre é óbvia.

 

  1. O heroísmo

Heroísmo não significa só ter coragem ou sagacidade. Esses elementos são comuns e usados muitas vezes de formas não heroicas. Ser heroico significa ter a habilidade de criar esperança onde ela não existe. De acender o fósforo que ilumina o breu. De mostrar a possibilidade de um mundo melhor — não um mundo melhor que queremos que exista, mas um que não sabíamos que poderia existir. De agir frente a uma situação em que tudo parece estar uma merda completa e de alguma maneira transformá-la em algo bom.

 

  1. A dor

A morte é psicologicamente necessária porque faz com que haja coisas em jogo. Algo a perder. Você nunca sabe o valor de alguma coisa até correr o risco de perdê-la. Não sabe pelo que está disposto a lutar, do que está disposto a abrir mão ou o que consegue sacrificar. A dor é a moeda dos nossos valores. Sem a dor da perda (ou da possibilidade de perder), fica impossível determinar o valor de qualquer coisa.

 

  1. A liberdade fake

Quanto mais opções nos dão (isto é, quanto mais “liberdade” temos), menos satisfeitos ficamos com qualquer das opções que escolhermos. Variedade não é liberdade. Variedade não passa de diferentes combinações da mesma merda insignificante. Esse é o problema de exaltar a liberdade em detrimento da consciência humana. Ter mais coisa não significa ser mais livre, e sim mais aprisionado pela ansiedade de termos escolhido ou não a melhor alternativa. Quanto mais opções temos, mais propensos ficamos a tratar a nós mesmos e aos outros como meios e não fins. Essa condição nos torna mais dependentes de ciclos infinitos de esperança.

teste5 momentos que provam que tudo pode acontecer no Oscar

No próximo domingo, os maiores nomes do cinema mundial se reunirão em Los Angeles para a cerimônia do Oscar. Em 90 anos de história, a premiação já foi palco de todo tipo de protesto, polêmica e, é claro, momentos incríveis.

Já na expectativa para a premiação de 2018, que tem A Forma da Água e Me Chame pelo seu Nome entre os favoritos, separamos alguns momentos que mostram que tudo pode acontecer durante o evento:

  • Marlon Brando não aceita o prêmio de melhor ator

Em um dos protestos mais icônicos da premiação, Marlon Brando recusou o prêmio de melhor ator por O Poderoso Chefão em 1973, enviando ao palco, em seu lugar, uma ativista pela inclusão de índios americanos em produções de TV e cinema.

A mulher teve seu discurso cortado depois de 45 segundos no palco. Quanto à estatueta de Brando, até hoje não se sabe onde está. 

  • A selfie que quebrou a internet

Durante a premiação de 2014, a apresentadora Ellen DeGeneres serviu pizza para os presentes e decidiu tirar uma selfie com alguns dos maiores nomes de Hollywood, no meio da transmissão. A foto se tornou a mais retuitada da história do Twitter, com quase 3,5 milhões de compartilhamentos.

  • Jennifer Lawrence não consegue ficar em pé

Imagine como deve ser ter seu nome anunciado como vencedora do prêmio de melhor atriz? Deve ser uma emoção incomparável! No caso da atriz Jennifer Lawrence, as emoções falaram mais alto e, quando anunciaram sua vitória por seu papel em O lado bom da vida, a atriz tropeçou nos degraus do palco e foi ao chão.

  • John Travolta e Adele Dazeem

Falando em atores e momentos peculiares, John Travolta protagonizou um dos mais bizarros dos últimos anos. Na hora de apresentar a atriz Idina Menzel para sua apresentação da música “Let it Go”, ele a chamou… disso:

Um ano depois, o par foi reunido para uma piada sobre o incidente e o resultado foi igualmente bizarro:

  • La La Land… epa, Moonlight

Sem sombra de dúvida, o momento mais bizarro foi no ano passado, quando os envelopes de Melhor Filme e Melhor Atriz foram trocados, declarando La La Land o vencedor do grande  prêmio da noite. Enquanto o elenco de um filme comemorava, a produção corria para reparar o erro e anunciar Moonlight como o verdadeiro vencedor.

O resultado é uma das ocasiões mais constrangedoras e impossíveis de assistir sem sofrer vergonha alheia:

teste6 assassinos assustadores que estão em Mindhunter

Para desvendar e evitar crimes é preciso entender como e por quais razões eles acontecem. Como um assassino escolhe sua vítima? O que ele sente? Como age?

Em busca de respostas, o agente especial John Douglas decidiu entrevistar pessoalmente dezenas de serial killers. Além de revolucionar a Unidade de Ciência Comportamental do FBI, Douglas desenvolveu técnicas praticamente infalíveis para identificar suspeitos e determinar padrões de comportamento de criminosos.

Essa história é narrada com riqueza de detalhes em Mindhunter: O primeiro caçador de serial killers americano, livro que inspirou a série da Netflix dirigida por David Fincher. Prepare-se para conhecer alguns dos casos mais assustadores que estão no livro. E não se esqueça, são todos reais:

 

Robert Hansen, o caçador de prostitutas do Alasca

Robert Hansen era um indivíduo improvável de se tornar suspeito de um crime. Respeitável homem de família, ele trabalhava como padeiro e era o pilar da comunidade onde vivia.

No entanto, para se vingar das prostitutas e dançarinas eróticas que contratava, Hansen as levava de avião até o meio da mata e iniciava uma caçada até abatê-las. Ele estuprava, batia, esfaqueava e atirava nelas.

Diz-se que Hansen se excitava ao ver suas vítimas implorando pela vida.

Wayne Williams, o assassino de crianças em Atlanta

Educado, controlado, articulado e simpático. Com seus óculos de armação grossa e mãos delicadas, Wayne se parecia mais com um boneco de pelúcia do que com um matador de crianças.

A investigação começou com a morte de Patrick Baltazar, de 12 anos, cujo corpo foi encontrado numa rodovia, e de Terry Pue, de 15 anos, que foi estrangulado e teve o corpo jogado dentro de um rio.

Os fios de cabelo e fibras encontrados no corpo de Patrick Baltazar combinavam com evidências encontradas em cinco outras vítimas. Mais tarde, constatou-se que eram do tapete da casa de Williams.

Até onde se sabe, ele matou 11 crianças.

Edward Gein, o colecionador de pedaços de pele

Ed iniciou sua carreira no crime como ladrão de túmulos. Seu interesse era a pele dos cadáveres, que ele removia, curtia e vestia.

Ao se dar conta de que seria impraticável realizar uma operação de mudança de sexo, decidiu elaborar uma fantasia de mulher, feita com pele de verdade.

No arquivo de investigação, foram encontradas fotos de corpos femininos nus, pendurados de cabeça para baixo por cordas e com a genitália removida. Outras fotos mostravam cabeças decapitadas sobre uma mesa.

Algumas de suas características serviram de inspiração para a criação de personagens de Psicose e de O Silêncio dos Inocentes.

 

Ted Bundy, o assassino de estudantes da Flórida

As principais vítimas de Ted Bundy se encaixavam em uma única descrição: universitárias bonitas, com cabelos compridos e escuros partidos ao meio.

Charmoso, comunicativo e sofisticado, ele se voluntariou para trabalhar em um centro contra estupros. Ironicamente, ele seduzia as mulheres, as estuprava e matava.

O mais marcante de seus crimes foi o assassinato em série de estudantes numa república da Flórida. Bundy morreu numa cadeira elétrica acionada por uma mulher. Ninguém sabe ao certo quantas vidas ele destruiu.

 

Charles Manson, o messias satânico

O detento mais famoso e temido do mundo teve a adolescência marcada por uma série de crimes e passagens por reformatórios.

Aos 32 anos, liberto da última passagem pela prisão, Manson teve contato com hippies, virou guru e começou a arregimentar seguidores.

Em 1969, membros da “família Manson” invadiram a casa do diretor de cinema Roman Polanski e da sua esposa, a atriz Sharon Tate. Ela e quatro hóspedes foram violentamente assassinados em uma perversa orgia. Sharon Tate estava grávida de quase nove meses.

O culto de Charles Manson e seus assassinatos serviram de inspiração para o livro As garotas.

 

Gary Ridgway, o matador do rio Green

As principais vítimas de Ridgway eram prostitutas e transeuntes das estradas entre Seattle e Tacoma, Estados Unidos.

Em 1982, o corpo de uma menina de 16 anos foi encontrado no rio Green, mas ninguém deu muita atenção. Mais tarde, os corpos de outras quatro mulheres também foram descobertos.

A idade e a etnia das vítimas variavam, mas todas estavam nuas e tinham sido sufocadas. Algumas haviam sido amarradas, e, em dois casos, pequenas pedras foram encontradas dentro da vagina da vítima.

Ridgway foi condenado à prisão perpétua em 2001, por 48 homicídios.

teste30 reflexões extraordinárias

 Com Julia Roberts, Owen Wilson e Jacob Tremblay no elenco, Extraordinário emociona e traz lições inesquecíveis!

Algumas das frases, ditas por Sr. Browne, professor de Auggie, já são emblemáticas para os leitores, outras foram pescadas ao longo das 320 páginas dessa história incrível e encantadora, e outras vieram da família extraordinária, que conta ainda com os livros 365 dias extraordinários, Auggie e eu, Diário extraordinário e Somos todos extraordinários.

A ideia é tentar usar uma destas inspirações durante os próximos 30 dias, para que eles sejam mais leves e prazerosos. Vamos nessa?

1) “Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil.”

2) “A grandeza não está em ser forte, mas em usar a força corretamente.”

3) “Carregamos dentro de nós as coisas extraordinárias que procuramos à nossa volta.”

4) “As coisas que fazemos sobrevivem a nós.”

5) “A sorte favorece os bravos.”

6) “Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo.”

7) “Nem todos aqueles que vagam estão perdidos.”

8) “Ser bom é sempre um ato de coragem.”

9) “Grande é aquele cuja força conquista mais corações pela atração do próprio coração.”

10) “Não tenha amigos que não estejam à sua altura.”

11) “Não precisamos dos olhos para amar, certo? Apenas sentimos dentro de nós.”

12) “Amizades definitivamente não têm a ver com medalhas.”

13)  “Seja gentil, pois cada pessoa que você encontra está travando uma grande batalha.”

14) “Quase sempre uma história tem mais de dois lados.”

15) “A questão é que todos temos que lidar com os dias ruins.”

16) “Às vezes magoamos as pessoas sem querer.”

17) “O bom da vida é que às vezes podemos consertar nossos erros. Aprendemos com eles. Nós nos tornamos pessoas melhores.”

18) “Coragem. Bondade. Amizade. Caráter. Essas são as qualidades que nos definem como seres humanos e acabam por nos conduzir à grandeza.”

19) “Palavras gentis não custam muito, e ainda assim conquistam muito.”

20) “É engraçado como às vezes nos preocupamos muito com uma coisa e ela acaba não sendo nem um pouco importante.”

21) “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.”

22) “É muito estranho como um dia você pode estar neste mundo e, no dia seguinte, não estar mais.”

23) “É melhor saber algumas perguntas do que todas as respostas.”

24) “Sejam gentis com a natureza e ela será gentil em retribuição.”

25) “O que é belo é bom, e o que é bom em breve será belo.”

26) “Às vezes é bom recomeçar.”

27) “Um sonho é como um desenho em sua mente que vai ganhando vida.”

28) “Como é extraordinário ninguém precisar esperar um momento específico para melhorar o mundo.”

29) “A vida está diante de nós. Se perdemos muito tempo olhando para trás, não vemos aonde estamos indo!”

30) “Apenas seja quem você quer ser, não o que os outros querem ver.”

teste5 fatos que provam que Neil Gaiman está em todos os lugares!

Cena de Os Simpsons com a participação do autor

Cena de Os Simpsons com a participação do autor

É impossível que Neil Gaiman seja apenas uma pessoa. Em 2017, o autor, roteirista, produtor, pai e britânico com um belo corte de cabelo está mais presente na cultura pop do que nunca. Listamos cinco novidades do autor que provam (para quem ainda duvidava) a criatividade aparentemente infinita de Gaiman — e de seus clones.

– Série inspirada em Deuses americanos

Diversas obras do autor já foram adaptadas para a televisão e o cinema, mas nenhuma tão marcante quanto American Gods. A adaptação de Deuses americanos levou anos para ser produzida e chamou atenção ao esbanjar qualidade visual, ação e estilo. A começar pela abertura:

– Série Belas Maldições

Mais uma adaptação para a TV de um livro de Gaiman, escrito em parceria com Terry Pratchett. A série Belas Maldições acompanha um anjo e um demônio nos dias que antecedem o apocalipse e, assim como American Gods, conta com o próprio autor na produção executiva.

Miologia nórdica

Mas nem só de séries vive um escritor, não é mesmo? Em 2017, Gaiman investiu na não ficção e lançou Mitologia nórdica, em que reconta as principais lendas escandinavas, que tanto o influenciaram em sua carreira, mostrando as versões mais próximas dos textos originais, já perdidos ao longo dos séculos. O livro é um sucesso em todo o mundo e, no Brasil, permanece firme e forte na lista de mais vendidos desde o início do ano.

– Vem mais novidade por aí

Como se não bastassem os lançamentos deste ano, Neil Gaiman já anunciou novos livros, entre eles a sequência para dois de seus maiores romances: Lugar Nenhum e Deuses americanos. Sobre estes, tudo que ele contou até o momento é que a continuação de Lugar Nenhum abordará temas como imigração e xenofobia. Vemos um novo clássico a caminho?

Os Simpsons

Os multitalentos do autor ainda vão levá-lo a uma das séries mais famosas de todos os tempos: Os Simpsons! O episódio especial de Halloween vai incorporar elementos de suas obras e muitas referências. Qual será o personagem que será dublado por Gaiman?

 

teste10 dicas de presente para o Dia dos Pais

Existe presente melhor que livro? Para ajudar os filhos indecisos, preparamos uma lista com dicas de obras para diversos estilos de pais. Tem opção para todos os gostos!

Para pais que gostam de história e de política:

Em nome dos pais — A obra de Matheus Leitão conta a história dos pais do autor, os jornalistas Marcelo Netto e Míriam Leitão, que foram presos e torturados durante a Ditadura. Resultado de incansáveis investigações, que começaram pela busca do delator e seguiram com a localização dos agentes que teriam participado das sessões de tortura de seus pais, o livro reconstitui com rigor eventos do início dos anos 1970 e, ao mesmo tempo, apresenta a emocionante peregrinação do autor pelo Brasil atrás de respostas.

 

O árabe do futuro — Se seu pai se interessa por outras culturas, política e gosta de artes visuais, nossa dica é a premiada série autobiográfica em quadrinhos de Riad Sattouf.

 Filho de mãe francesa e pai sírio, Riad foi morar na Líbia ainda bem pequeno, e, depois, na Síria. Os primeiros três livros da série englobam os anos entre 1978 e 1987, período em que os dois países árabes passavam por regimes ditatoriais.

Para pais que gostam de fantasia:

Deuses americanos — A obra-prima de Neil Gaiman foi adaptada para a televisão em março e a série já é considerada uma das grandes revelações do ano!

O livro acompanha Shadow Moon, que passou quase três anos na cadeia ansiando por voltar para casa. Dias antes do fim da pena, ele fica sem rumo na vida ao descobrir que a esposa faleceu em um acidente.

Após o velório, ele conhece o sr. Wednesday — um homem com olhar enigmático e que está sempre com um sorriso insolente no rosto  —, que  lhe oferece um emprego. É na nova função que Shadow começa a desvendar a real identidade do chefe e a se dar conta de que os Estados Unidos, ao receberem pessoas de todos os cantos do mundo, também se tornaram a morada de deuses dos mais variados panteões.

 

Para pais que curtem economia:

A grande saída — Para os pais que gostam de entender a sociedade atual, nossa sugestão é o livro de Angus Deaton, vencedor do Prêmio Nobel de Economia e um dos maiores especialistas em estudos sobre bem-estar, desigualdade e desenvolvimento econômico.  

A obra analisa por que as desigualdades ainda são tão presentes no mundo e debate como é possível mudar esse cenário.

 

O projeto desfazer — Para os que se interessam por teorias e ideias revolucionárias, sugerimos o novo livro de Michael Lewis sobre a história da colaboração e amizade de Daniel Kahneman e Amos Tversky, dois psicólogos israelenses.

A dupla criou uma das mais importantes teorias psicológicas que mudou completamente áreas como medicina, direito, economia, entre outras.

 

Para pais empreendedores e moderninhos:

Sprint: O método usado no Google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco diasSe seu pai tem um projeto na cabeça, mas não sabe como tirá-lo do papel, temos o presente ideal para ajudá-lo. 

Sprint é uma metodologia de trabalho fácil de entender e aplicar, indicada para quem quer desenvolver ideias, novos produtos ou negócios.

 

 

As upstarts: Como a Uber, o Airbnb e as killer companies do novo Vale do Silício estão mudando o mundo Para os pais que gostam de tecnologia e costumam acompanhar as novidades desse mercado,  nossa sugestão é o novo livro de Brad Stone.

A obra traz a história da Uber e do Airbnb, duas empresas gigantes que se tornaram um fenômeno e mudaram o mundo em que vivemos em menos de dez anos. Com detalhes dos bastidores, perfil dos fundadores e uma análise profunda sobre o impacto dessas companhias, As upstarts é considerado um dos melhores livros do ano pela Amazon.

 

Para pais que gostam de thrillers e música:

Piano vermelho — Se seu pai gosta de histórias assustadoras e diferentes, ele precisa conhecer o novo livro de Josh Malerman, autor de Caixa de pássaros.

Os Danes, uma banda de rock que fez muito sucesso em Detroit, são convidados por um misterioso funcionário do governo dos Estados Unidos para embarcar em uma viagem a um deserto na África. O objetivo? Descobrir a origem de um som com enorme poder de destruição!

Ninguém entende muito bem o que está acontecendo e os integrantes da banda estão dispostos a desvendar esse mistério. Só que eles não imaginam que estão prestes a entrar em uma jornada sinistra.

 

Para pais que gostam de livros sobre alimentação:

Cozinhar — A obra de Michael Pollan é perfeita para os pais que se interessam por alimentação, culinária, história e práticas antigas e modernas de cozinha.

O livro fala sobre a experiência fascinante de transformar os alimentos. A partir dos quatro elementos da natureza — fogo, água, ar e terra —, Michael Pollan mostra o calor ancestral do churrasco, o caldo aromático dos assados de panela, a leveza dos pães integrais e a magia da fermentação de um chucrute.

A obra foi adaptada para a Netflix no ano passado.

 

Para pais que gostam de obras literárias e de histórias no estilo Cidade de Deus:

Breve história de sete assassinatos — A partir da tentativa de assassinato a Bob Marley, ocorrida às vésperas das eleições jamaicanas em 1976, a obra explora o instável período histórico do país, quando disputas entre gangues viram uma escalada sem precedentes. O autor, Marlon James, apresenta uma sucessão de personagens — assassinos, traficantes, jornalistas e até mesmo fantasmas — que andaram pelas ruas de Kingston nos anos 1970, dominaram o submundo das drogas de Nova York na década de 1980 e ressurgiram em uma Jamaica radicalmente transformada nos anos 1990.

Vencedor do Man Booker Prize, Marlon James foi um dos grandes destaques da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) neste ano.

testeCenas que me fizeram suspirar ou que me deixaram #chateada em Cinquenta tons mais escuros

Por Nina Lopes*

Como boa fã de Cinquenta tons de cinza, esperei ansiosamente pelo segundo filme. Portanto, assim que estreou, corri para marcar uma sessão de cinema com vários amigos. Chegando lá, pegamos nossa pipoca (afinal de contas, Grey gosta que a gente esteja sempre alimentada) e nos preparamos para curtir a sequência de uma das histórias de amor mais emblemáticas dos últimos tempos.

Confesso que adorei o filme, mas minha expectativa também era muito alta e fiquei um pouco frustrada com alguns detalhes. Não podia ser diferente, pois tudo o que envolve o Grey é polêmico, e a gente gosta mesmo de babado e confusão!

Segue abaixo uma pequena lista com os altos e baixos do filme, com base apenas na minha opinião. Aproveitem também para comentar e dizer o que amaram ou não no filme!

Cinquenta tons de alegria plena:

  1. A cena do pedido de casamento. Que cenário mais romântico! Minha deusa interior ficou boquiaberta.
  2. Christian Grey malhando. Não, não a cena que aparece no trailer. A que ele está no cavalo com alças. Multiplica, senhor!
  3. O embate de Anastasia com as inimigas: a ameaça de Leila, que dá um tom realmente assustador ao filme, e a cena em que Ana diz as verdades que Elena precisa ouvir.
  4. As revelações de Christian sobre seu passado. Adoro ver o lado sensível dele. Ai, assim meu coração não aguenta!

 

Cinquenta tons de esperava mais:

  1. Estou até agora me perguntando por que Christian Grey não conseguia tirar aquela calça jeans…
  2. As cenas de conflito duram muito pouco. No livro, os obstáculos que os dois precisam superar parecem muito mais desafiadores. Caprichem mais nas tretas, gente!
  3. A cena do sorvete de baunilha ficou de fora para a nossa tristeza.
  4. Os diálogos dos protagonistas no primeiro filme tinham mais comentários irônicos e bem-humorados. E nós amamos o lado sarcástico de Grey!

 

*Nina Lopes é editora assistente no setor de ficção da Editora Intrínseca e é dessas que se apaixonam pelos personagens dos livros que lê.

testeUma lista assustadora para o dia das bruxas

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Para celebrar a chegada de mais um dia das bruxas, temos a já tradicional lista de histórias assustadoras para manter a tradição de sustos, monstros e medo em geral. Confira!

Caixa de pássaros, de Josh Malerman

Há algo que não pode ser visto. Algo que enlouquece as pessoas e as leva a cometer atos violentos seguidos de suicídio. A população foi aconselhada a trancar as portas e as janelas e a vendar os olhos. Com uma narrativa cheia de suspense e que alterna passado e presente, o livro conta uma incrível história de terror psicológico em um mundo pós-apocalíptico.

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O adulto, de Gillian Flynn

Escrito a pedido de George R. R. Martin, o conto é uma homenagem às clássicas histórias de terror. Na obra, uma jovem ganha a vida se passando por vidente e oferecendo serviços de leitura de aura para donas de casas ricas e tristes. Certo dia, ela atende uma mulher desesperada por injetar um pouco de emoção em sua vida monótona e planeja tirar vantagem da situação. No entanto, quando visita a casa da mulher, a jovem se depara com acontecimentos aterrorizantes, e se convence de que há algo tenebroso à espreita.

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Orgulho e preconceito e zumbis, de Seth Grahame-Smith e Jane Austen

“É uma verdade universalmente aceita que um zumbi, uma vez de posse de um cérebro, necessita de mais cérebros.” Assim começa essa paródia da obra consagrada de Jane Austen, que se tornou um best-seller do The New York Times. Agora, porém, no tranquilo vilarejo de Meryton, Elizabeth Bennet, treinada nos rigores das artes marciais, está determinada a eliminar a ameaça zumbi. Até que sua atenção seja desviada pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy.

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Loney, de Andrew Michael Hurley

Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno em uma extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, um homem é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes, quando ainda era jovem e visitou o lugar. Com personagens ricos e idiossincráticos, um cenário sombrio e a sensação de ameaça constante, Loney é uma leitura perturbadora e impossível de largar, que conquistou crítica e público. Uma história de suspense e horror gótico, ricamente inspirada na criação católica do autor, no folclore e na agressiva paisagem do noroeste inglês.

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Cidade dos etéreos, de Ransom Riggs

Um grupo de crianças com dons inusitados precisa escapar de monstros terríveis, numa história ilustrada por sombrias fotografias antigas. Na sequência da celebrada série iniciada com O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, Jacob, um garoto de dezesseis anos, parte com seus novos amigos para enfrentar as perigosas criaturas que ameaçam o universo peculiar.

Biblioteca de Almas, de Ransom Riggs

Na conclusão da série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, Jacob descobre uma habilidade poderosa e vai usá-la na perigosa jornada para resgatar os amigos. Acompanhado de Emma, a menina que produz fogo, e um sábio cão peculiar, eles descobrem a fortaleza dos cruéis acólitos e estão preparados para a batalha final.

Contos peculiares, de Ransom Riggs 

As histórias que as crianças peculiares escutavam da srta. Peregrine, as pistas para a localização das fendas temporais, o livro dentro dos livros. Contos peculiares, coletânea citada ao longo da série O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares, é ao mesmo tempo um delicioso complemento e uma porta de entrada para o rico e sombrio universo criado por Ransom Riggs.

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Filme noturno, de Marisha Pessl

Em uma noite fria de outono, Ashley Cordova é encontrada morta em um armazém abandonado em Manhattan. Embora a polícia suspeite de suicídio, o jornalista Scott McGrath acredita que exista algo mais por trás dessa história. Seu interesse pelo caso não é gratuito: Ashley é filha do famoso e recluso diretor de filmes de terror Stanislas Cordova, um homem que não é visto em público há mais de trinta anos e que, no passado, teve um papel trágico na vida de McGrath.

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O hipnotista, de Lars Kepler 

O massacre de uma família mobiliza a polícia sueca. Sob o comando do detetive Joona Linna, as investigações dependem da única testemunha: o filho adolescente, que está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna convence o Dr. Erik Maria Bark a hipnotizar o garoto, dando início a uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos.

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testeEdição especial: a maior treta do Olimpo dos últimos tempos

Por Rachel Rimas *ImagensBlogApolo-06

Por essa o Olimpo não esperava: acabamos de ser informados de que Apolo, também conhecido como deus-sol, deus da cura, da arquearia, das vacas e de quase tudo que existe, acabou de ser despejado do Olimpo pelo próprio pai, Zeus. Sim, você leu certo! DESPEJADO. Fontes afirmam que o imbróglio foi resultado da guerra com Gaia (ver nossa edição especial “Gaia gaiata” e nossa entrevista exclusiva com Octavian), que deixou Zeus chateadíssimo com o deus-sol. E o que ele fez? Expulsou Apolinho do Olimpo, cortou o 4G divino dele e, PIOR: anulou seus poderes. NÃO! O PIOR VEM AGORA: Zeus, em toda a sua fúria, transformou o majestoso e sublime deus em MORTAL. Pelas barbas de Poseidon! Sabe toda aquela beleza, graciosidade e esbelteza? Esqueça! Apolo agora é um adolescente de dezesseis anos, com espinhas horrendas e uma pancinha de fazer inveja a Dioniso. Parece que o jogo virou, não é mesmo?

Nesta edição especial e urgentíssima, você ficará por dentro da maior treta do Olimpo dos últimos tempos, com direito a uma entrevista exclusiva com Zeus, Meg McCafrey (ninguém a conhece, mas ela é importante, acreditem) e com o próprio — o agora ex-deus — Apolo.

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O deus dos deuses aceitou nos receber em seu duplex no Monte Olimpo para uma entrevista rápida, já que ele e Hera haviam marcado uma sessão de drenagem linfática com a melhor massagista da SPArta Coiffeur.

P: Zeus, me conta: você…

Zeus: O SENHOR.

P: O senhor considera que talvez, por acaso, sua decisão tenha sido um pouco… precipitada?

Z: PRECIPITADA? COMO É QUE É?

P: É que expulsar um deus do Olimpo foi bem… ousado.

Z: BOM, EU SOU O DEUS DOS DEUSES, ACHO QUE MEU CURRÍCULO ME PERMITE SER… COMO FOI QUE VOCÊ FALOU?

P: Ousado?

Z: ISSO. OUSADO. ENFIM. MINHA JOVEM, SE VOCÊ TIVESSE UM FILHO COMO APOLO, ENTENDERIA PERFEITAMENTE MINHA DECISÃO. SABE POR QUÊ? PORQUE ESSES DEUSES DA GERAÇÃO Y SÓ QUEREM SABER DE MOLEZA. NÃO ASSUMEM A RESPONSABILIDADE POR NADA, NEM POR SEUS DESCENDENTES, ORA VEJA. ACHAM QUE SÃO UM FLOQUINHO DE ICOR ESPECIAL. SÓ QUEREM FICAR POR AÍ TOCANDO HARPA, COMENDO AMBROSIA, TRAÇANDO DESTINOS CRUÉIS PARA MORTAIS DESAVISADOS, ESTOURANDO O PLANO DE DADOS COM FACEBOOK, INSTAGRAM…

P: Snapchat…

Z: SNAP… NÃO, SNAPCHAT NÃO. SNAPCHAT É TUDO. AMO/SOU. INCLUSIVE, O MEU É: ZEUS.TDPODEROSO.

P: É, faz sentido. Mas o senhor não acha que Apolo merece uma segunda chance?

Z: MINHA JOVEM, SABE QUEM TEVE UMA SEGUNDA CHANCE? MEUS IRMÃOS, QUE FORAM DEVORADOS POR MEU PAI, CRONOS, NO ALMOÇO. DEVORADOS. MAS EUZINHO AQUI FUI LÁ E ACABEI COM AQUELA PALHAÇADA E SALVEI MEUS MANOS. ENFIM, APOLO ESTÁ SÓ PLANTANDO O QUE COLHEU. E OLHA QUE FUI BONZINHO. PODERIA TER DADO UM CASTIGO BEM PIOR.

P: E há uma previsão de quando Apolo poderá retornar ao Olimpo?

Z: BOM, O FUTURO A ZEUS PERTENCE.  OU SEJA, A MIM. E AGORA TENHO OUTRAS PRIORIDADES.

[Voz ao fundo: Senhor Zeus, a massagista chegou.]

Z: ENTÃO É ISSO. VOU-ME. PODE IR EMBORA AGORA, MOCINHA.

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Exatamente, caros leitores. Também nos perguntamos quem era essa tal de Meg McCaffrey na fila do néctar, mas parece que ela veio para ficar. Sabemos apenas que é uma semideusa, filha de Deméter, com ligações escusas com o pessoal de Roma. Mas por que ela está aqui? Porque agora Apolo serve a essa menina de doze anos, depois de eventos complicados envolvendo caçambas, frutas podres e trombadinhas. Por Skype, conversamos com a menina.

P: Oi, Meg. Pode nos contar um pouco mais sobre como Apolo virou seu servo? O que aconteceu?

Meg: Não aconteceu nada, pô. Que mania de ficar perguntando tudo! Só estávamos no mesmo lugar, na mesma hora. Ele caiu no lixo, estava fora de si, desnorteado, eu vi uma oportunidade ali e pronto.

P: E como está sendo a convivência?

M: Bom, fora as choradeiras dele (sério. TODO. SANTO. DIA. Hoje foi por causa do wi-fi, que não funcionava de jeito nenhum, e ele queria porque queria jogar Pokémon Go), o ego maior do que o do Kanye West e um desmaio aqui e ali, está indo tudo bem.

[Voz esganiçada ao fundo: Meeeeg, você acha que essa blusa realça meus olhos?]

P: Epa, esse foi o Apolo? Quer dizer, o Lester?  Pode chamá-lo?

M: AFF. Chega. Vou desligar. Tchau.

Nota do editor: depois de alguns xingamentos da entrevistada e de prometermos um ano de McDonald’s de graça para ela, a menina concordou em convencer Apolo/Lester a nos dar uma entrevista exclusiva.

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Em sua primeira entrevista como mortal adolescente, Apolo nos conta como tem sido sua temporada na Terra e o que está disposto a fazer para voltar ao Olimpo.

P: Apolo, como está sendo a vida humana, a tão falada mortalidade?

Apolo: Um embuste! Um verdadeiro horror!

P: Mas não tem nenhuma vantagem?

A: Querida, eu era um deus. UM DEUS. Eu só tinha que me preocupar em dirigir minha Carruagem do Sol, me bronzear, tocar meu ukulele, escrever meus haicais, amaldiçoar mortais, me apaixonar por mortais, essas coisas. Agora é espinha, é pança, é dilema existencial, ponta dupla… NÃO DÁ PARA VIVER SENDO TROUXA ASSIM.

P: Mas você até fez amigos!

A: Mas é claro que eu fiz amigos. Continuo com minha personalidade cativante e envolvente. Claro, uma bad aqui e ali, mas ainda sou Apolo, ainda que sem poderes e sem a beleza estonteante.

[Apolo começa a chorar.]

A: É muita coisa, sabe? (Chorando.) É oráculo que não funciona, é semideus perdido, é gente estranha atrás de mim… Eu só queria comer minha uvinha sem caroço e ver Gilmore Girls! (Agora aos prantos.)

[Cinco minutos depois.]

A: Ok, estou melhor agora.  Enfim, minha querida, não está sendo fácil. Mas resolvi tirar algo bom disso tudo. Já estou trabalhando em meu livro, uma história de superação em cinco volumes com caderno de fotos e uma seção de haicais motivacionais. Pensei em algo como As provações de Apolo, mas ainda estou vendo isso.

[Meg sussurra algo no ouvido dele.]

A: Bem, fui informado de que um tal de Rick Riordan está escrevendo uma série de livros com esse título e que o segundo volume será lançado em maio de 2017. Como ele ousa? AFF. Vou mandar meus advogados entrarem em contato com esse senhor. Bom, querida, eu tenho mais o que fazer, tipo, SALVAR O MUNDO DE FORÇAS MALIGNAS. Então você me dá licença, ok? Beijos de luz divina.

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E essa foi nossa edição especial sobre os deuses e suas tretas. Quer mais? Percy Jackson e os deuses gregos, o GRANDE LIVRO DAS TRETAS, já está disponível nas melhores livrarias do Olimpo.

 

* Rachel Rimas é editora assistente do setor de ficção jovem da Intrínseca e é uma voyeur nata de tretas, ainda mais se envolverem deuses do Olimpo, rivalidades homéricas e algum chororô.