teste9 leituras imperdíveis para crianças

 

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Confira a nossa lista com 9 leituras imperdíveis para crianças:

 

O livro sem figuras, de B.J. Novak
Combinando simplicidade e criatividade de forma engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Recebeu o selo Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.

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João & Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti

O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti recontam o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar os perigos de uma floresta sombria.

Obra vencedora da categoria de melhor tradução e adaptação de reconto do Prêmio FNLIJ 2016 e também contemplada com o selo Altamente Recomendável.
Indicado para leitores a partir de 6 anos.

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As inusitadas histórias de David Walliams

Dentistas sinistras, ratos que dançam break e tias trapaceiras são só alguns dos inusitados personagens criados por David Walliams, escritor que se tornou um fenômeno da literatura infantojuvenil na Inglaterra. Ator, roteirista e escritor premiado, Walliams trata com muito bom humor os dramas da vida da criança, sempre com muito respeito à inteligência dos leitores.

Indicado para leitores a partir de 10 anos.
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As descobertas de Peter Brown

Em duas narrativas sensíveis sobre a construção da identidade, o premiado escritor e ilustrador Peter Brown mostra, em Minha professora é um monstro!, como as aparências enganam (e como professores podem ser incríveis) e, em Sr. Tigre solto na selva, como descobrir seu lugar no mundo.

Indicado para leitores entre 4 e 6 anos.
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Série Os Dois Terríveis, de Jory John e Mac Barnett

Uma série sobre amizade e companheirismo, Os Dois Terríveis narra as aventuras de uma dupla de pregadores de peças que aterrorizam um cidade até então pacata, o Vale do Bocejo. Ricamente ilustrada, a série também é recheada de piadas hilárias.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.
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Série Os irmãos Tapper, de Geoff Rodkey

Com uma narrativa totalmente original, incluindo fotos, capturas de tela dos jogos, registros de chats e muitas mensagens trocadas pelo celular entre os pobres pais dos beligerantes, Os irmãos Tapper mostra, de forma autêntica e hilária, os conflitos entre dois irmãos adolescentes numa era saturada de recursos visuais e digitais.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.

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Série Frank Einstein, de Jon Scieszka

Com robôs e muitas experiências, Jon Scieszka apresenta conceitos de ciência de maneira fácil e divertida, criando histórias sobre disputas, espionagem e amizade. Frank Einstein é um menino de dez anos que adora passar o tempo no laboratório montado na garagem do avô, explorando ciência com inventos muito originais.

Série indicada para leitores a partir de 10 anos.

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O mistério do mapa (volume 1 da série Poptropica), de Kory Merritt e Jack Chabert

Inspirada no jogo educativo on-line, a história acompanha três amigos que embarcam em um passeio de balão, Oliver, Mya e Jorge nunca poderiam imaginar que acabariam caindo em uma ilha desconhecida habitada por animais exóticos e uma horda de vikings raivosos. Bem-vindo a Poptropica: um arquipélago completamente fora dos mapas, cuja existência é mantida em segredo do restante do mundo.

Série indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

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Série Como treinar o seu dragão, de Cressida Cowell

Os vikings são uma parte importante da história mundial. E nada melhor que acompanhar as aventuras do adorável Soluço Spantosicus Estrondus III,  herdeiro da tribo dos Hooligans Cabeludos, e de seu dragão Banguela. A série que inspirou a animação da DreamWorks é composta por 12 volumes — o último será publicado em janeiro de 2017.

Série indicada para leitores entre 6 e 10 anos.

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testeAs perguntas certas (ou Como turbinar o cérebro para aprender ciências)

Por Mário Feijó*

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A ciência se trata de fazer perguntas, por isso o fracasso é tão valioso quanto o sucesso se você descobrir o que deu errado da primeira vez. Faça as perguntas certas, e chegaremos lá. Palavras do vovô Einstein, que seu neto Frank, de um jeito ou de outro, acaba aprendendo. O quê? Ainda não conhece o jovem Frank Einstein? Então é hora de conhecer. E aprender. O menino é um gênio – meio maluco, é verdade, mas seu criador, Jon Scieszka, adora contar histórias malucas. Ele é bom nisso, muito bom. Com as ilustrações de Brian Biggs, a brincadeira fica ainda melhor.

Frank Einstein e o turbocérebro é o terceiro título da fabulosa série que começou com a invenção de dois robôs megahiperdivertidíssimos, Klink e Klank (que preferem ser chamados de inteligências artificiais automontadas).  Desde então, a vida do cientista-mirim e seus amigos não foi mais a mesma; ainda mais com o metido do T. Edison para perturbar com aquela ideia fixa de ser arqui-inimigo. Preciso realmente dizer quanta confusão acontece por causa dos planos de Edison para roubar as experiências inovadoras de seu rival Frank? Desta vez, a novidade é um equipamento para turbinar cérebros, que ajudaria crianças a aprender e idosos a se lembrar. Na cabeça do jovem vilão, porém, o experimento vira um perigo.

Se os personagens são constantes ao longo das aventuras de Frank Einstein, as lições estão sempre variando. Além de entreter, Frank e sua turma vieram para ensinar. Leitores de até doze anos terão um reforço escolar de primeira linha em ciências, com muito humor. Quem já passou da idade para quem Scieszka escreve poderá curtir adoidado as referências à cultura pop, além da oportunidade de relembrar conhecimentos fundamentais, agora apresentados de uma maneira bem mais interessante do que nos livros didáticos. E se você descobrir coisas totalmente novas, relaxe: acontece com a maioria dos pais e até com professores. Como saber nunca é demais, aproveite.

feA série foi pensada para ensinar matéria, energia, humanos, vida, Terra e universo. Do átomo ao cosmos. Para cada volume, um tema-guia. Perguntas curiosas, experiências práticas. A Intrínseca já publicou os primeiros volumes: Frank Einstein e o motor antimatéria e Frank Einstein e o eletrodedo. Agora chegou o terceiro, sobre o corpo humano. Apesar da trama fantástica em primeiro plano, é a aplicação da ciência no cotidiano que encanta educadores e pais entusiasmados com os superpoderes da curiosidade – e ainda permite alguns extras com figuras ilustres como Leonardo da Vinci, Nikola Tesla e até Albert Einstein (nenhum parentesco).

Embora os estilos e os séculos sejam diferentes, há momentos em que Jon Scieszka lembra nosso querido Monteiro Lobato. As crianças gozam de liberdade e independência, adultos só aparecem quando necessário. Os personagens mais charmosos são os não humanos: Klink, Klank e o símio sr. Chimp, que se comunica por meio da linguagem de sinais. A boa literatura quebra barreiras para unir arte, educação e ciência. O avô é o sábio que orienta as crianças, estimulando a observação, a experiência, o erro, a análise daquele erro, a reflexão com base nos fatos, a busca por uma resposta racional para o que aconteceu, a formulação de hipóteses para as próximas tentativas. As crianças sacam que aprender juntos é mais divertido do que separados. Que aprender é uma grande aventura.

Lobato escreveu vários livros com a turminha do Sítio do Picapau Amarelo em busca de saber. Havia enciclopédias, atlas, mapas, dicionários, obras didáticas à disposição da criançada nas escolas, mas Lobato acreditava que ensinar por meio da literatura era bem mais legal. Emília perguntava, o Visconde respondia. Não satisfeita com a resposta, a boneca procurava Dona Benta ou tia Nastácia para confirmar a viscondada. Pedrinho ou Narizinho podiam atestar as palavras do sabugo, mas não tinham a mesma credibilidade que as duas sábias da família. Conhecimentos formais com Dona Benta, conhecimentos populares com tia Nastácia. E o pobre do Visconde, coitado, questionando por que afinal Emília perguntava tanto se nunca queria ouvir sua resposta. É que ela implicava com o jeito dele de falar.

O menino Watson, melhor amigo de Frank, também costuma implicar com as explicações do robô Klink… No fundo, é um jogo dialógico à moda lobatiana. Os mesmos fatos são comentados por diferentes vozes, cada personagem com seu próprio registro: Klink é totalmente preciso, Watson é coloquial. Klank tenta ser engraçado, Frank é sagaz e empolgado. Da interação entre eles, mais vovô e Janegoodall, amiga dos meninos, temos uma aventura baseada em perguntas e respostas. Com muita comédia. O diálogo sobre o maior músculo humano, que é o glúteo máximo, também conhecido como bumbum, é hilário.

Não é indispensável ler os livros na sequência, mas sem dúvida é desejável, aproveita-se mais. O projeto gráfico gera um conjunto harmônico de textos e ilustrações, que se complementam com perfeição. Que venham os próximos volumes. Em casa ou na escola, é diversão garantida.

P.S.: Nunca mais confundirei macaco com símio. Valeu, sr. Chimp.

 

*Mário Feijó é doutor em Letras e professor da Escola de Comunicação da UFRJ. Fã de Júlio Verne e H.G. Wells, foi um devorador de aventuras de ficção científica.

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Confira sinopses e trechos dos livros que publicaremos neste mês:

 

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Destinos e Fúrias, de Lauren Groff — Aos 22 anos, Lotto e Mathilde são jovens, perdidamente apaixonados e destinados ao sucesso. Eles se conhecem nos últimos meses da faculdade e antes da formatura já estão casados. Seguem-se anos difíceis, mas românticos. Uma década depois, o caminho tornou-se mais sólido. Ele é um dramaturgo famoso e ela se dedica integralmente ao sucesso do marido. A vida dos dois é invejada como a verdadeira definição de parceria bem-sucedida.

Porém, nem tudo é o que parece, e em um casamento essa máxima se faz ainda mais verdadeira. Se em “Destinos” somos seduzidos pela imagem do casal perfeito, em “Fúrias” a tempestuosa raiva de Mathilde se revela fervendo sob a superfície. Em uma reviravolta complexa e emocional, o que começou como uma ode a uma união extraordinária se torna muito mais. [Leia +]

 

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Como eu era antes de você (capa filme), de Jojo Moyes — Depois de emocionar milhares de leitores no mundo todo, o irresistível romance de Jojo Moyes chega aos cinemas com roteiro adaptado pela própria autora e com Emilia Clarke (Game of Thrones) e Sam Claflin (Jogos Vorazes) nos papéis de Lou e Will.

Lou Clark, uma jovem cheia de vida e espontaneidade, perde o emprego e é obrigada a repensar toda sua vida. Will Traynor sabe que o acidente com a motocicleta tirou dele a vontade de viver. O que Will não sabe é que a chegada de Lou vai trazer de volta a cor à sua vida. E nenhum deles desconfia de que esse encontro irá mudar para sempre a história dos dois. [Leia +] >> Ouça a trilha sonora de Como eu era antes de você

 

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A última carta de amor, de Jojo Moyes Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a sua casa com o marido, descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com o amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Envolvida com um homem casado, Ellie fica obcecada em reunir os protagonistas desse amor proibido.

Com personagens realisticamente complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor, primeiro livro de Jojo Moyes publicado pela Intrínseca, entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda das personagens Ellie e Jennifer. [Leia +] >> Nossa editora Rebeca Bolite conta os bastidores da publicação do livro

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O oráculo oculto, de Rick Riordan — Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York.

Fraco e desorientado, ele agora é Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdome tanquinho. Sem seus poderes, a divindade de quatro mil anos terá que descobrir como sobreviver no mundo moderno e o que fazer para cair novamente nas graças de Zeus. [Leia +]

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Porcelain, de Moby — Havia diversas razões para Moby jamais deslanchar como DJ e músico na cena club nova-iorquina. Aquela era a Nova York das boates Palladium, Mars, Limelight e Twilo, a cidade do hedonismo desenfreado regado a drogas, e lá estava Richard Melville Hall, descendente distante do autor de Moby Dick, um garoto branco, pobre e magrelo de Connecticut, cristão devoto, vegano e totalmente careta. Ele encontrou seu espaço e alcançou o sucesso, que logo se mostrou efêmero e cheio de complicações. No desfecho da década de 1990, frente a um fim iminente, acabou criando o álbum que viria a ser o início de uma nova fase espetacular: Play, que vendeu milhões de cópias no mundo todo. [Leia +] >> Moby apresenta sua autobiografia para os leitores

 

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Garoto21, de Matthew Quick Finley utiliza o basquete para aliviar suas preocupações, enquanto Russ não quer mais se aproximar de uma bola. Depois de sofrer um grande trauma, ele fica em estado de negação e passa a se considerar um alienígena de passagem pela Terra.

Com a missão de ajudar Russ a se recuperar, Finley tenta convencer o garoto a voltar a jogar, mesmo que isso signifique perder o próprio lugar na equipe. Uma emocionante história sobre esperança, amizade e redenção, com a prosa sensível e inteligente de Matthew Quick. [Leia +] >> Qual personagem de Matthew Quick você é? 

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Como mentir com estatística, de Darrel Huff — Publicado pela primeira vez em 1954, o livro de Darrell Huff foi saudado como pioneiro em conjugar linguagem simples e ilustrações para explicar de que maneira o mau uso da estatística pode maquiar dados e abalizar opiniões. Indispensável para quem se vê bombardeado diariamente, seja pela mídia ou pela timeline do Facebook, por infográficos e estatísticas que se pretendem verdades incontestáveis.

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Os afetos, de Rodrigo Hasbún — Com elementos biográficos, históricos e ficcionais e narrado por diferentes personagens, Os afetos compreende um período de cinquenta anos da vida dos integrantes da família Ertl. Na polifonia da qual participam não apenas pai, mãe, filhas, mas também amantes e maridos, Rodrigo Hasbún reconta, à margem do idealismo, a convulsão política que abalou a América Latina na década de 1960, explorando as dificuldades que surgem ao se tentar conciliar as consequências das próprias decisões, tanto políticas quanto sentimentais. [Leia +]

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Ted Talks — O guia oficial do TED para falar em público, de Chris AndersonPalestras perfeitas, inspiradoras e de grande alcance. Um orador que sobe no palco e acerta no alvo. Assim são as Conferências TED, e este é o guia definitivo do TED para que você também possa fazer palestras inesquecíveis.

Desde que assumiu o comando do TED em 2001, Chris Anderson tem mostrado o poder que as palestras curtas, francas e cuidadosamente elaboradas do programa têm de compartilhar conhecimento, despertar empatia, gerar empolgação e promover sonhos. Feita da maneira certa, uma apresentação é capaz de eletrizar um auditório e transformar a visão de mundo da plateia — seu impacto pode ser mais poderoso que o de qualquer informação escrita. [Leia +]

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Frank Einstein e o turbocérebro, de Jon Scieszka — No terceiro livro da série Frank Einstein, Frank (um gênio mirim, cientista e inventor), Klink (uma inteligência artificial automontada) e Klank (uma inteligência artificial praticamente automontada) constroem um artefato inédito: um mecanismo capaz de turbocarregar as ondas cerebrais, potencializando a velocidade, a força e até mesmo a memória de qualquer pessoa. Tudo isso porque uma grande amiga, Janegoodall, precisa de uma forcinha para entrar no time de beisebol da cidade. [Leia +]

testeLista Dia das Crianças

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Selecionamos algumas sugestões de presentes para o Dia das Crianças. Tem livro para os pequenos, para os que gostam de ciência, para os bagunceiros, para os que gostam de mitologia, de contos clássicos e muito mais!

Confira:

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Combinando simplicidade e criatividade de forma engenhosa, o livro inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

A espada do verão, de Rick Riordan — Primeiro livro da nova série do autor: Magnus Chase e os deuses de Asgard. Desde a morte da mãe, em um acidente misterioso, Magnus vive nas ruas de Boston, até que um dia descobre um segredo improvável: ele é filho de um deus nórdico. Magnus vai ter que enfrentar trolls, gigantes e outros monstros para impedir o fim do mundo. O novo herói de Rick Riordan vai empreender uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos.

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Leia também 9 fatos inusitados sobre Magnus Chase

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Extraordinário, de R. J. Palacio  — Auggie nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Frank Einstein e o eletrodedo, de Jon Scieszka — O esperto inventor-mirim Frank está trabalhando para criar o “eletrodedo”, um dispositivo que pode fornecer energia solar de graça para a sua cidade. Mas para isso vai ter que enfrentar seu arqui-inimigo T. Edison, que deseja controlar toda a eletricidade de Midville monopolizando as fontes de energia e ficar ainda mais rico. Sequência de Frank Einstein e o motor antimatéria, este segundo livro da série mostra que é possível aprender ciências de um jeito bem divertido.

Minha professora é um monstro, de Peter Brown — Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e deixa sem recreio as crianças que gostam de jogar aviõezinhos de papel. Ela é um monstro! Por sorte, Beto sempre tem os fins de semana para se divertir e brincar no parque. Até que um dia… ele encontra sua professora em seu lugar preferido. Com humor leve e belas ilustrações, o livro ensina que nem sempre as pessoas são o que parecem.

Os Dois Terríveis, de Jory John e Mac Barnett — Miles era o garoto mais terrível de sua escola, mas acaba de se mudar para a entediante cidade de Vale do Bocejo, conhecida unicamente por suas muitas vacas. Só que Vale do Bocejo já tem um rei das travessuras. E dos bons. Se quiser roubar o posto, Miles vai ter que se superar.

João e Maria, de Neil Gaiman e Lorenzo Mattotti — Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar com coragem os perigos de uma floresta sombria. Em uma bela edição de capa dura, Gaiman reconta com maestria a clássica história que vem encantando gerações até hoje.

Cidades de Papel, de John Green — Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certa noite, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que Margo desapareceu. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

untitledTitia Terrível, de David Walliams — Nesta aventura repleta de surpresas e ricamente ilustrada, o leitor vai conhecer Stella, uma menina de 12 anos, única herdeira da Mansão Saxby. O problema é que a terrível tia Alberta e sua coruja gigante vão fazer de tudo para roubar a herança da menina. Elas só não imaginam que Stella conta com a ajuda de um fantasma e os dois juntos vão unir forças para enfrentar a tia e impedir que ela fique com o único bem da  sobrinha.

O mundo imaginário de…, de Keri Smith — Nesse livro, Keri Smith propõe um mundo inteiramente novo, com nomes, mapas, moeda, habitantes e histórias que o próprio leitor deverá criar com a ajuda do livro.

Percy Jackson e os deuses gregos, de Rick Riordan — Com muito humor e tiradas sarcásticas, Percy Jackson explica sua versão da mitologia grega para a criação do mundo e dá aos leitores sua visão pessoal sobre quem é quem na Grécia Antiga, de Apolo a Zeus. Edição de luxo, em capa dura, inteiramente colorida e ilustrada por John Rocco.

Como treinar o seu dragão, de Cressida Cowell — Divertida aventura que se passa num mundo mítico de vikings corpulentos e dragões ferozes. A história gira em torno de Soluço, um adolescente franzino que vive na ilha de Berk, onde precisa capturar e treinar o dragão mais impressionante de todos. Soluço tem um coração viking, mas não é o herói que seu pai queria que ele fosse. Ao se unir a Banguela, um dragão teimoso, mal-educado e nada ameaçador, finalmente o menino tem a chance de mostrar quem realmente é. Inteiramente ilustrado, este é o primeiro livro da série Como treinar o seu dragão, sucesso no mundo inteiro.

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EstanteIntrinsecaOut_600x442Magnus Chase, de Rick Riordan — A vida de Magnus Chase nunca foi fácil. Desde a morte da mãe, em um acidente misterioso, ele vive nas ruas de Boston, até que um dia descobre um segredo improvável: Magnus é filho de um deus nórdico. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo Magnus deve empreender uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. [Leia +]

Aliança do crime, de Dick Lehr e Gerard O’Neill — Inspiração para o filme homônimo estrelado por Johnny Depp, Aliança do crime narra a vida do lendário gângster James “Whitey” Bulger, um dos criminosos mais cruéis e notórios da história dos Estados Unidos, que  na década de 1980 aterrorizou a cidade de Boston praticamente sem ser importunado pela lei. Após anos foragido, o segredo de Bulger finalmente foi revelado: ele era um protegido do FBI. [Leia +]

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A redenção de Johnny Depp

Operação Impensável, de Vanessa Barbara — Neste romance, vencedor do Prêmio Paraná de Literatura em 2014, Vanessa Barbara acompanha os cinco anos de relacionamento entre Lia e o programador Tito, um amor pontuado por e-mails espirituosos, vocabulário próprio, muitas sessões de cinema e longas e disputadas partidas de jogos de tabuleiro. Com humor ácido, ela desvenda a lenta desintegração de um casamento. [Leia +]

Primatas da Park Avenue, de Wednesday Martin — Em um mergulho inusitado em um dos endereços mais charmosos e cobiçados do mundo, o livro descreve a vida das mães ricas e glamorosas do Upper East Side. Usando seus conhecimentos de antropologia e primatologia, a autora busca entender o comportamento, a migração sazonal, o culto ao corpo e o desejo avassalador de consumo nos personagens dessa região privilegiada de Nova York. [Leia +]

Um cão chamado Jimmy, de Rafael Mantesso — Com o fim de seu casamento, Rafael Mantesso se viu num apartamento vazio, exceto pela presença de seu cão, Jimmy Choo. Espantou a melancolia e redescobriu o prazer de desenhar, transformando o parceiro  em modelo para fotos bem-humoradas, cheias de referências pop. As imagens foram parar no Instagram e conquistaram milhares de fãs no mundo inteiro, incluindo veículos como The Huffington Post, USA Today e Daily Mail. [Leia +]

Endgame: A Chave do Céu  (Série Endgame – Vol. 2), de James Frey e Nils Johnson-Shelton — No segundo livro da série, o Jogo continua, e agora os nove Jogadores remanescentes precisarão ser mais ágeis, inteligentes e cruéis, se quiserem salvar suas linhagens e a si mesmos. A Chave do Céu — onde quer que esteja, o que quer que seja — é a próxima meta. [Leia +]

É possível salvar a Europa?, de Thomas PikettyReunião de crônicas mensais publicadas no jornal Libération de setembro de 2004 a dezembro de 2011, o livro traz as análises e os pensamentos de Thomas Piketty sobre o continente europeu durante um período profundamente marcado pela crise financeira mundial desencadeada em 2007-2008. [Leia +]

Miniaturista, de Jessie Burton — Após um casamento arranjado com um ilustre comerciante de Amsterdã, Nella Oortman recebe um extraordinário presente: uma réplica de sua nova casa em miniatura,  capaz de ajudá-la a desvendar os segredos — e perigos — da família. Eleito o melhor livro de 2014 pelo Observer e traduzido para 32 idiomas, Miniaturista é uma magnífica história de amor e obsessão, traição e vingança, aparência e verdade. [Leia +]

Frank Einstein e o Eletrodedo (Série Frank Einstein -Vol. 2), de Jon Scieszka — Neste segundo livro, Frank está trabalhando para criar o “eletrodedo”, um dispositivo que pode fornecer energia solar de graça para a cidade. Mas isso não está nos planos de T. Edison, que deseja controlar toda a eletricidade de Midville monopolizando as fontes de energia e ficar ainda mais rico. Em uma corrida contra o tempo, Frank e seus amigos são os únicos que podem impedir Edison e seu astuto chimpanzé, o sr. Chimp!

A última viagem do Lusitania, de Erik LarsonEm 1915, durante a Primeira Guerra Mundial, um luxuoso transatlântico saiu de Nova York com destino a Liverpool, com um número recorde de bebês e crianças a bordo. Era uma surpresa que os passageiros estivessem tão tranquilos, já que a Alemanha declarara os mares ao redor da Inglaterra como zona de guerra e havia meses os U-boats alemães levavam terror ao Atlântico Norte. Com um trabalho minucioso, o livro se baseia em documentos oficiais, recortes de jornal, diários e obras escritas pelos sobreviventes sobre um dos maiores desastres marítimos da nossa história. [Leia +]

teste12 livros que podem salvar (ou não) sua pele caso o planeta seja destruído

DiaDaToalha

No Dia da Toalha, os especialistas em sobrevivência da Intrínseca listaram 12 livros que podem ajudá-lo (ou não) a salvar sua pele. Após exaustivas pesquisas, detectamos quatro comportamentos clássicos mediante cataclismos. Mas tenha em mente que nem todos podem garantir sua sobrevivência.

 

Essa é sua chance! Com base em tudo o que você já leu, esse pode ser o seu momento de salvar o mundo! Ainda não leu nada que possa ajudar? Bom, temos algumas dicas…

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1 – Aniquilação, de Jeff VanderMeer: Quem sabe, se você prestar bastante atenção, consiga achar um jeito de não se dar mal. A bióloga da 13ª expedição a Área X precisou se lembrar de todas as suas experiências observando a natureza para (tentar) entender as bizarrices que aconteciam por lá.

2 – Frank Einstein e o motor antimatéria, de Jon Scieszka: Se interessar por ciência é muito importante, mas é preciso ser criativo para aproveitar TUDO que temos em volta. Você pode ser a salvação do seu povo. Ou faça amizade com o Frank, certeza de que ele terá um plano incrível.

3 – Breve história do tempo, de Stephen Hawking: Nunca subestime o conhecimento. Sempre dá para usar física quântica para explicar por que não é uma boa ideia destruir seu planeta para construírem uma rodovia espacial.

 

O mundo vai acabar… E EU COM ISSO? Sério, você já rala demais todo dia. Não tem por que correr atrás de salvar o mundo também. Duvida? Talvez você se identifique com esses livros…

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4 – O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman: Às vezes o melhor é simplesmente ficar na sua. Talvez, se tivesse ouvido Lettie, o protagonista de O oceano, não teria se enfiado numa furada tão grande.

5 – Selva de gafanhotos, de Andrew Smith: Um apocalipse em forma de louva-a-deus canibais e tarados provocado por dois adolescentes. Como sobreviver baseado nessa história? Simples! Faça o contrário de tudo que Austin e Robby fizerem.

6 – Listografia, de Lisa Nola: Talvez não dê tempo de escrever uma biografia inteira para deixar para os arqueólogos aliens que com certeza vão xeretar os destroços do planeta para provar que, apesar de meio ingênua, nossa espécie tinha capacidade artística e cultural. Mas algumas listas devem conseguir exprimir toda a sua individualidade e transformá-lo em um exemplo da raça humana.

 

Xi, não deu… seu planeta já foi destruído… Mas espere! Você conseguiu entrar numa nave e escapar!

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7 – O olho do mundo, de Robert Jordan: Viagens espaciais são LONGAS. Muito longas. Aquele livrinho de 240 páginas não vai dar conta de te distrair. Uma série de livros grandes e um universo complexo é mais garantida. Dica: se precisar economizar espaço na bagagem, leia em e-book.

8 – Silo, de Hugh Howey: O confinamento também pode ser problemático e te deixar meio doido. Pouco espaço, sabe? Faça igual aos habitantes do silo e mantenha seu ambiente limpo. Apresentação é tudo e pode manter sua sanidade mental (por um tempo).

9 – Como o Google funciona, de Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg: Okay, okay, não deu pra salvar o planeta. Tudo bem. Se você foi esperto e conseguiu se enfiar uma nave, deve estar pronto para começar seu próprio império de informação em outro lugar.

 

Tá, na verdade o planeta não foi destruído. Mas vai que… Nunca é cedo demais para se preparar para um apocalipse. E nada melhor que aprender com quem já tem experiência no assunto.

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10 – Endgame, de Nils Johnson-Shelton e James Frey: Doze tribos treinam heróis para vencer um jogo criado por seres de outro planeta. Quer um manual melhor que esse de como agradar aqueles que vão destruir o seu planeta? Hora de procurar as chaves, parceiro.

11- Léxico, de Max Barry: Habilidades especiais são muito úteis em caso de apocalipse. Comece a exercitar sua mente. A arte de mover objetos e convencer pessoas será essencial para sua sobrevivência. Afinal, é primordial estar na primeira nave.

12 – O colapso de tudo, de John Casti: Não adianta aprender a sobreviver se os  humanos acabarem com o planeta antes. É preciso estar preparado para outras possíveis catástrofes, o que o manterá vivo para, sabe como é, ver seu planeta dar lugar a uma via expressa.