testeNovo livro de Joël Dicker, autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert, será publicado em janeiro

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O novo livro do premiado escritor suíço Joël Dicker chega às livrarias 9 de janeiro e revisita seu personagem mais emblemático: Marcus Goldman, protagonista do best-seller mundial A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Em O livro dos Baltimore, acompanhamos a inesquecível juventude de Marcus Goldman em Baltimore, ao lado dos primos e dos tios, a parte bem-sucedida de sua família e que ele tanto admirava. Mas a felicidade aparente não condizia com a realidade, e o dia do Drama marcou o destino fatídico e inesperado de todos aqueles que ele mais amava.

Oito anos depois, Marcus ainda tenta montar o quebra-cabeça do Drama, lidar com as consequências e entender o que aconteceu. Desencavando o passado, reacendendo paixões e desvendando mistérios, ele decide escrever o próximo romance sobre sua família, numa tentativa de se libertar de antigos ressentimentos e redimir aqueles que foram punidos pelos infortúnios da vida.

Rivalidade, traição, sucesso, paixão e inveja: abordando temas presentes na vida de todos nós, Joël Dicker constrói brilhantemente o retrato de uma juventude, destacando a força do destino e a fragilidade de nossas maiores conquistas.

testeTop 10 de Pedro Gabriel

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Procurando por uma nova leitura? Confira as dez indicações de Pedro Gabriel, autor de Eu me chamo Antônio e Segundo: Eu me chamo Antônio. Os e-books de alguns títulos dessa seleção estão com preços promocionais na Google Play até a próxima quinta-feira, dia 3 de março. Confira aqui.

 

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Nesse romance vencedor do Prêmio Pulitzer de Ficção de 2015, você vai conhecer Marie-Laure, uma garota que ficou cega aos seis anos e que vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural, e Werner, um menino alemão, órfão, que se encanta por um rádio encontrado em uma pilha de lixo e cuja trajetória o leva a uma escola nazista.

Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Toda luz que não podemos ver é um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [+]

O árabe do futuro: uma juventude no Oriente Médio (1978 – 1984), de Riad Sattouf — Filho de mãe francesa e de pai sírio, o quadrinista Riad Sattouf conta o choque cultural que viveu quando foi, ainda bem criança, para a Síria e a Líbia, e fala também do retorno da família à França. Depois de viver em lugares tão diferentes, Riad se tornou um completo estrangeiro, com uma visão crítica, afiada e muito bem-humorada sobre o mundo.

Um relato literário pleno em forma de graphic novel, com traço simples e narrativa fluida e descontraída. Riad fornece ao mesmo tempo uma análise antropológica do embate entre o Ocidente e o mundo árabe e um autorretrato de sua própria infância plural. [+]

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker — Em 1975, na pequena cidade de Aurora, em New Hampshire, Nola Kellergan, de quinze anos, é vista pela última vez sendo perseguida na floresta e nunca mais é encontrada. Trinta e três anos depois, Marcus Goldman, jovem escritor de sucesso, vai a Aurora encontrar seu amigo e professor, o respeitado romancista Harry Quebert, na esperança de conseguir superar um bloqueio criativo. Durante esse tempo, ele descobre que seu mentor teve um caso com a adolescente.

Depois de encontrarem o cadáver da garota em seu jardim, Harry é preso, acusado de ter cometido assassinato. Marcus precisa correr contra o tempo para inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um romance bem-sucedido. [+]

 

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Queria ver você feliz, de Adriana Falcão — O Amor, essa entidade mítica, obstinada e perfeccionista, desempenha o papel de narrador na história real do casal Caio e Maria Augusta, pais da autora Adriana Falcão. Com linguagem poética e ao mesmo tempo bem-humorada, Adriana revela para seus leitores aquilo que poderia ser descrito como uma história trágica protagonizada por dois personagens atormentados por seus demônios.

Apaixonados, Caio e Maria Augusta se casam no Rio de Janeiro da década de 1950 e têm três filhas. Todo o sentimento que eles compartilham não impede que a personalidade exuberante de Maria Augusta se torne mais obsessiva e asfixiante com o passar do tempo, apesar dos medicamentos e dos tratamentos psiquiátricos a que é submetida. Caio, por sua vez, aprofunda uma melancolia que existia nele desde a adolescência, e que culmina nos anos 1970 em tentativas de suicídio. Mais do que uma história com final dramático, trata-se de memórias afetivas que alternam momentos de intensa felicidade e outros tantos de dor. [+]

Pó de lua, de Clarice Freire — Filha de Wilson Freire, parceiro do compositor Antônio Nóbrega, Clarice cresceu rodeada por artistas. Ela própria compõem letras de músicas e toca violão. Não é à toa que conseguiu encantar o público com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenhos e fragmentos de palavras.

A obra segue o formato dos cadernos moleskine em que Clarice acostumou-se a exercitar sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua — minguante, nova, crescente e cheia —, ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, enfeitada com ilustrações singelas. [+]

O livro sem figuras, de B. J. Novak — Um livro sem figuras? O que tem de divertido nisso? Combinando simplicidade e criatividade de uma forma surpreendentemente engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre adultos e crianças e apresentando aos pequenos leitores a poderosa ideia de que a palavra escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras.

Um livro original e divertido capaz de transformar qualquer leitor em um verdadeiro comediante, que vai fazer as crianças implorarem para ouvir a história repetidas vezes. [+]

 

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Paris versus New York, de Vahram Muratyan — Vahram Muratyan é um jovem artista gráfico de origem armênia criado em Paris. Em 2010, depois de uma longa temporada em Nova York, ele criou o blog Paris versus New York como uma espécie de registro visual de suas experiências, um bem-humorado confronto entre duas das mais míticas cidades do mundo. O sucesso foi surpreendente e o blog teve mais de cinco milhões de visitas em um ano. A sofisticada batalha visual, travada por um amante de Paris vagando por Nova York, se transformou em livro e firmou o artista como um designer renomado, com uma carteira de clientes que inclui grandes nomes da moda, entre eles Prada e Chanel.

Este amistoso confronto artístico é dedicado aos amantes de Paris, de Nova York e àqueles que estão divididos entre as duas cidades. [+]

A lebre com olhos de âmbar, de Edmund de Waal — Um dos mais importantes ceramistas da atualidade, Edmund de Waal era fascinado pela coleção de 264 miniaturas japonesas entalhadas em madeira e marfim guardadas no apartamento do tio-avô, que vivia em Tóquio. Nenhuma daquelas peças era maior do que uma caixa de fósforos e, no entanto, seu valor revelou-se grandioso.

Mais tarde, quando herdou estes netsuquês, Edmund descobriu que, além da riqueza artística, eles carregavam uma história muito maior: revelavam o passado de sua família e eventos cruciais do século XX. A partir dessa delicada coleção, A lebre com olhos de âmbar, obra vencedora do Costa Book Award na categoria Biografia e finalista do South Bank Sky Arts Award na categoria Literatura, transporta o leitor desde um império em Odessa — passando pela Paris do fin-de-siècle e pela Viena ocupada pelos nazistas — até o Japão e a Inglaterra contemporâneos. [+]

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver — Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive.

Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável. [+]

Eu me chamo Antônio, de Pedro Gabriel — Em seu primeiro livro, Pedro Gabriel apresenta uma narrativa que transita por todas as fases de um relacionamento amoroso: com um estilo simples e acessível, mas nem sempre óbvio, o leitor acompanha os encontros e desencontros de Antônio. Percebe-se uma irreverência no tom de versos e trocadilhos como: “Invista nos amores à primeira vista”. Outras emoções são apresentadas de forma singela, quando há uma separação, por exemplo: “Você, distante, diz tanto sobre mim”. Enquanto a angústia, sentimento que faz parte da instabilidade de qualquer casal, também é citada no livro: “Na dança do amor: dor pra cá, dor pra lá”.

Antônio é um personagem sensível e verossímil, talvez seja por isso que os leitores cultivem a dúvida sobre até onde vai a linha tênue que separa a realidade da ficção. [+]

testeAutores que já participaram da FLIP

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A charmosa cidade de Paraty recebe todos os anos autores conhecidos mundialmente durante a Festa Literária Internacional de Paraty. Para relembrar os escritores que já participaram da FLIP, um dos principais eventos literários do país, preparamos uma lista.

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O escritor, diretor e cartunista Riad Sattouf, de O árabe do futuro, é uma das atrações da programação principal da FLIP neste ano. O autor participa da mesa “De balões e blasfêmias” neste sábado, 4 de julho, às 15h.

O árabe do futuro – Nascido na França em 1978, filho de pai sírio e mãe bretã, Riad Sattouf viveu uma infância peculiar. Ele tinha apenas três anos quando o pai recebeu um convite para lecionar em uma universidade da Líbia. Em Trípoli, o menino entrou em contato com uma cultura completamente distinta e precisou superar o estranhamento diante de novos costumes – experiência que se repetiria pouco depois na Síria, quando o pai foi trabalhar lá. Com o olhar inocente de uma criança, Riad oferece um importante relato sobre os contrastes entre a vida na França socialista de Mitterand e os regimes autoritários na Líbia de Kadafi e na Síria de Hafez al-Assad.

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker

Jovem escritor americano sofrendo com bloqueio criativo, Marcus Goldman procura o renomado romancista e seu ex-professor de faculdade Harry Quebert. Surpreendido por um mistério que envolve seu mentor na morte de uma jovem de quinze anos, Marcus precisa correr contra o tempo para tentar inocentar o amigo, descobrir quem matou Nola Kellergan e escrever um livro bem-sucedido.

+ Os últimos dias de nossos pais

A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan

Da São Francisco dos anos 1970 à Nova York de um futuro próximo, Jennifer Egan tece uma narrativa caleidoscópica, que alterna vozes e perspectivas, cenários e personagens para contar como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. Obra vencedora do Pulitzer, do National Book Critics Circle Award e do LA Times Book Prize no ano de 2011, A visita cruel do tempo é composto por histórias curtas – 13 faixas sobre relações familiares, indústria fonográfica, jornalismo de celebridades, efeitos da tecnologia, viagens e a busca por identidade versus o esfacelamento de ideais -, interligadas pelas memórias de um grupo de personagens em diferentes pontos de suas vidas.

+ Circo invisível

Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver

Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos.

+ A nova república

 Cozinhar, de Michael Pollan

Nos dias de hoje, diante de uma vida atribulada, as pessoas pensam cada vez mais em comida, embora dediquem cada vez menos tempo ao preparo de suas refeições. Preocupam-se com a quantidade de calorias ingeridas e com a qualidade dos ingredientes, mas reservam mais horas para assistir aos programas de culinária na TV do que efetivamente passam dentro da cozinha. E enchem a despensa com produtos industrializados supostamente “saudáveis”. Nesse cenário tão contraditório, o escritor Michael Pollan convida o leitor a redescobrir a experiência fascinante de transformar os alimentos. A partir dos quatro elementos da natureza — fogo, água, ar e terra —, ele nos mostra o calor ancestral do churrasco, o caldo perfumado dos assados de panela, a leveza dos pães integrais e a magia da fermentação de um chucrute. Ao relatar suas experiências pessoais com os processos de preparação da comida, Pollan mergulha numa história tão antiga quanto a da própria humanidade e propõe uma redescoberta de sabores e valores esquecidos.

link-externoIntrínseca na FLIP 2015

testeOs últimos dias de nossos pais

Por Joël Dicker
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Escrevi Os últimos dias de nossos pais em 2009, quando tinha 24 anos. Naquela época, eu estava terminando a faculdade de direito, mas queria me tornar escritor. Em 2010, inscrevi o manuscrito do livro no Prêmio dos Escritores de Genebra, que a cada três anos recebe textos inéditos de ficção. Para minha surpresa, ganhei o prêmio e, em seguida, recebi de uma editora suíça a proposta de publicar o livro. Após seu lançamento na França, em 2012, a obra foi agraciada com uma menção especial do Prêmio Literário do Exército ‒ Erwan Bergot.

Os últimos dias de nossos pais conta a história pouco conhecida do surgimento da Executiva de Operações Especiais (SOE), uma seção do serviço secreto britânico criada durante a Segunda Guerra Mundial. Winston Churchill teve a ideia de recrutar membros para a SOE diretamente dos países onde desejava se infiltrar. Então, levou esses jovens até a Inglaterra, onde passaram por um treinamento intensivo, antes de mandá-los de volta aos territórios ocupados para atuarem despercebidos.

link-externoLeia um trecho da obra 

A narrativa acompanha a vida de diversos recrutas. Em um primeiro momento, quando são apenas desconhecidos que seguem juntos para o treinamento no interior da Inglaterra, e, depois, quando se separam para executar suas missões individualmente. São homens cujas vidas se unem pelo sentimento de amizade e pelo desejo comum de liberdade e de um mundo justo.

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Fico feliz que Os últimos dias de nossos pais tenha chegado aos meus leitores brasileiros. Estou ansioso para saber suas impressões e opiniões sobre o livro!

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Entrevista com Neill Lochary, autor de Brasil: os frutos da guerra
Conheça o vencedor do Pulitzer Anthony Doerr

testeOito livros sobre histórias durante a Segunda Guerra Mundial

Setenta anos após a morte de Adolph Hitler, as histórias passadas durante os anos em que o ditador nazista esteve no poder ainda emocionam e chocam. Para recordamos um dos períodos mais conturbados da história mundial, selecionamos uma lista com oito livros com tramas durante a Segunda Guerra Mundial.

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Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr — Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mudo visível.

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Leia também: Toda luz que não podemos ver recebe o Pulitzer de ficção

O último dia dos nossos pais, de Joël Dicker — Neste livro, Dicker  aborda a criação da SOE (Executiva de Operações Especiais) e mostra como um serviço composto em sua maioria por amadores tornou-se uma das peças-chaves da Segunda Guerra Mundial. O autor relata um feito pouco conhecido da Resistência francesa e ao mesmo tempo constrói uma história sobre o ser humano e suas fraquezas.

No jardim das feras, de Erick Larson — O livro reconstitui a ascensão de Hitler sob a singular perspectiva do então embaixador norte-americano em Berlim e de sua filha — uma jovem divorciada que se envolve com importantes homens do Terceiro Reich, como o primeiro chefe da Gestapo, Rudolf Diels.

A Segunda Pátria, de Miguel Sanches Neto — Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas alia-se ao Terceiro Reich. Neste cenário alternativo, o autor desenvolve uma surpreendente história de amor enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que não está nos livros de história, mas que nem por isso deixa de ser assustadoramente plausível.

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Leia também: Gente real, gente inventada

A menina que roubava livros, de Markus Zusak — Uma menina embrutecida pela guerra apela à literatura para driblar o nazismo então dominante. Rouba livros e confia às letras o poder de salvá-la daquela atrocidade. A história, narrada sob o inusitado ponto de vista da Morte, rendeu um dos mais elogiados best-sellers dos últimos tempos.

Inferno: o mundo em guerra 1939 -1945, de Max Hastings — Resultado de 35 anos de pesquisa, o livro traça um painel completo da Segunda Guerra Mundial em todas as linhas de frente, com enfoque na experiência humana. Em um volume único, Max Hastings entrelaça o testemunho de pessoas comuns e compõe uma narrativa capaz de revelar como foi viver, lutar e morrer em um mundo em conflito.

O diário de Helga, de Helga Weiss — Calcula-se que das 15.000 crianças que passaram pelo campo de Terezín, na antiga Tchecoslováquia, apenas 100 chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. Uma delas é Helga Weiss, que relata a vida no campo de concentração.

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Leia também: As cores do Holocausto

Os óculos de Heidegger, de Thaisa Frank — O livro mescla filosofia e romance em uma ficção inusitada. O cenário é a Operação Postal, programa nazista realizado durante a Segunda Guerra Mundial em que um grupo de intelectuais — salvos de fuzilamentos e dos campos de concentração pelo conhecimento de outras línguas — respondia às cartas enviadas aos mortos do Terceiro Reich.

testeLançamentos de abril

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Toda luz que não podemos ver , de Anthony Doerr — Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o órfão e curioso Werner se encanta pelo rádio. Combinando lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, Anthony Doerr constrói um tocante romance sobre o que há além do mudo visível.

Os filhos de Anansi, de Neil Gaiman  –  Embrenhando-se no território da mitologia africana, a narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis e divindades vingativas. Obra clássica do autor, Os filhos de Anansi ganha nova edição com conteúdo extra e orelha assinada por Fábio Moon.

Brasil: os frutos da guerra, de Neill Lochery – Neste livro, o historiador Neill Lochery revela a história do envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial, mostrando como a habilidade política e o oportunismo econômico de Getúlio Vargas e sua equipe transformaram o país numa potência regional graças ao conflito.

Léxico, de Max Barry  –  Eleito por veículos como o jornal The New York Times e pela revista Time como um dos melhores livros de 2013, o último romance de Max Barry, autor de Homem-Máquina, constrói uma trama sombria em que uma organização treina jovens talentosos para controlar a mente e o comportamento das pessoas usando o poder das palavras.

Os últimos dias de nossos pais, de Joël Dicker –  O primeiro romance do autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert aborda a criação e a verdadeira, porém desconhecida, história da SOE (Executiva de Operações Especiais). Dicker mostra como um serviço composto em sua maioria por amadores tornou-se uma das peças-chaves da Segunda Guerra Mundial. O autor relata um feito pouco conhecido da Resistência francesa e ao mesmo tempo constrói uma história com uma profunda reflexão sobre o ser humano e suas fraquezas.

link-externo Leia também: A verdade sobre Joël Dicker

Frank Einstein e o motor antimatéria (Série Frank Einstein – Vol. 1), de Jon Scieszka –  Frank Einstein é um gênio mirim. Klink é uma inteligência artificial automontada e Klank é uma inteligência artificial praticamente automontada. Juntos, eles constroem um motor antimatéria. Seus planos de ganhar o Prêmio de Ciências de Midville parecem estar garantidos… Até que entra em cena T. Edison, o colega de classe e arqui-inimigo de Frank.

Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara, de Meg Medina –   Piddy Sanchez acaba de mudar de escola quando uma garota surge de repente em seu caminho e avisa: Yaqui Delgado quer quebrar a sua cara. Filha de uma imigrante cubana, Piddy vive só com a mãe nos Estados Unidos. Ela nem faz ideia de quem seja Yaqui, mas está prestes a descobrir da pior maneira. O importante agora é sobreviver.

Isto não é um livro, de Keri Smith O que é um livro? –  Para Keri Smith, criadora de Destrua este diário e Termine este livro, essa pergunta pode ter várias respostas: pode ser uma mensagem secreta, um equipamento de gravação, um desafio… Em Isto não é um livro, ela nos faz questionar o que é esse objeto e como lidamos com ele.

testeJoël Dicker: “Por que escrever?

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Mais do que um romance policial ou de mistério, A verdade sobre o caso Harry Quebert é um livro sobre escritores e a arte da escrita. Quem afirmou isso foi o autor da obra, Joël Dicker, durante coletiva com a imprensa em Paraty, na Flip 2014.

– Eu já tinha escrito cinco livros e publicado apenas um. Foi quando me perguntei: “O que me leva a escrever?” Aí decidi fazer um livro a respeito disso – revelou Dicker.

Antes de mergulhar na história de Marcus Goldman e seu mentor, Harry Quebert, Dicker conta que procurava adequar seus livros às regras do mercado literário. Ele acreditava, por exemplo, que uma obra com mais de 200 páginas estaria fadada ao fracasso.

– Me diziam que não era possível vender um livro assim. As pessoas perderiam o interesse ao ver o número de páginas. Quando comecei a história sobre o Harry Quebert, não pensei em fazer isso para ter uma obra impressa. Fiz porque achei divertido, porque os personagens me instigavam e a história me dava prazer. Só depois pensei em como faria para tentar publicá-lo.

Dicker disse ainda que só ouvia falar do Brasil em feiras literárias internacionais e ficou impressionado com a recepção que teve ao chegar aqui.

– As editoras com que tratei lá fora parecem animadas com um ou outro lançamento. Já por aqui, na Intrínseca, vi uma empolgação com uma série de títulos diferentes. Os leitores também me parecem bastante engajados. Estou gostando muito de tudo isso.

 

testePergunte a Joël Dicker

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Os leitores brasileiros terão a oportunidade de conversar com Joël Dicker, autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert, em um chat especial no Facebook, no dia 29 de julho ao meio-dia. A dinâmica é simples: os participantes deverão comentar no post e o autor responderá aos comentários. Para compreender as perguntas, ele usará a ferramenta de tradução do Facebook.

Os interessados devem fazer suas perguntas sobre A verdade sobre o caso Harry Quebert e o processo de criação do autor. Vale ressaltar que serão aceitas somente perguntas relacionadas ao livro A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Os participantes que fizerem as 5 melhores perguntas de acordo com a organização do chat ganharão um exemplar autografado de A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Serão desclassificados comentários com conteúdos obscenos e que estiverem fora das regras de ortografia e gramática. A equipe da Intrínseca selecionará apenas as perguntas mais criativas e que estiverem de acordo com o assunto.

 

testeTempo de Flip

Lionel Shriver Jennifer Egan

O celular não pega. As ruas são confusas e andar é um perigo — quando finalmente é possível se equilibrar nas pedras centenárias que pavimentam Paraty, está na hora de ir embora. Todo ano é a mesma história, e sempre voltamos todos, mais ou menos ali pelo sétimo mês do ano, à próxima Festa Literária Internacional de Paraty. Para as duas escritoras que assessorei no evento, veteranas em festivais de literatura mundo afora, a Flip também deixou saudade.

A norte-americana Lionel Shriver, criadora do psicopata que assombra mães no mundo inteiro em Precisamos falar sobre o Kevin, não esquece a Flip 2010 — “a melhor festa literária de que já participei, com toda franqueza”, derramou-se em artigo escrito para o Blog da Intrínseca.

Dois anos depois, a Pulitzer de Literatura Jennifer Egan também se rasgou em elogios em uma mensagem para o nosso editor: “foi o ponto alto de 2012”. Naquele ano ela viajou o mundo com seu premiado A visita cruel do tempo — não é pouco. Veio com as crianças e o marido, bateu papo com o ídolo Ian McEwan e ouviu dele que Caixa preta, conto de Egan escrito para o Twitter, era a obra mais sensacional daquele ano.

De volta a Paraty, com os olhos pregados no chão de pedras e a atenção voltada para nossos escritores convidados em 2014 — o romancista Joël Dicker e o ensaísta Michael Pollan —, vamos lá conversar sobre livros maravilhosos e criar lembranças inesquecíveis. Fazer o quê? É tempo de Flip!

*Por Juliana Cirne, gerente de comunicação da Intrínseca.

testeParaty, paraíso dos escritores

Em A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker, o protagonista Marcus Goldman é um jovem escritor que viaja para a pequena cidade litorânea de Aurora para tentar superar um bloqueio criativo. Assim como a localidade fictícia, Paraty é uma cidade à beira-mar, com belas paisagens que inspiram qualquer escritor que esteja sofrendo uma crise de criatividade. Listamos algumas paisagens que poderiam inspirar Marcus a escrever um novo romance, caso ele viesse à Festa Literária Internacional de Paraty.

 Saco de Mamanguá
Saco do Mamanguá

Praia do Cachadaço
Praia do Cachadaço

Praia do Sono
Praia do sono

Praia da Lula
Praia da Lula

Cachoeira do Tobogã
Cachoeira do TobogãCachoeira da Pedra Branca
Cachoeira da Pedra Branca

Praia Vermelha
Praia VermelhaCentro Histórico
Paraty Centro Histórico
Pouso da Cajaíba
Pouso da Cajaíba

Ilha do pelado
ilha do pelado