testePlaylist cósmica de Vejo você no espaço

Se você pudesse enviar sons para futuras civilizações ou seres extraterrestres, quais músicas colocaria na sua playlist? 

Vejo você no espaço, livro de estreia de Jack Cheng, conta a jornada de Alex Petroski, um menino de dez anos fascinado por Carl Sagan e por tudo relacionado ao espaço sideral. Ao lado de seu cãozinho, ele cruza cidades e estados a fim de enviar seu iPod dourado em um foguete, que ele mesmo construiu. A ideia é dar sequência ao trabalho de seu grande herói, responsável por mandar os Discos de Ouro nas sondas Voyager.

Elaboramos uma lista com músicas inspiradas pelo cosmos e por mistérios da vida além do planeta Terra. Dê o play e embarque nessa viagem!

testeConheça Alex Petroski, protagonista de Vejo você no espaço e fã de Carl Sagan

Alex Petroski tem 11 anos e leva uma vida pacata em Rockview, Colorado, nos Estados Unidos, junto com sua mãe e seu amado cachorro, Carl Sagan – uma homenagem a seu grande herói, o astrônomo autor de Cosmos e Pálido ponto azul. Fascinado pelo cientista e por tudo relacionado ao espaço, ele decide construir um foguete e enviar um iPod dourado com sons de tudo que acontece ao seu redor. A missão de vida de Alex é dar continuidade ao trabalho de Sagan (o astrofísico, não o cãozinho), que mandou os Discos de Ouro nas sondas Voyager 1 e 2.

 Voltando um pouco na História…

Quando as duas sondas da missão Voyager foram lançadas ao espaço em 1977, o pessoal da NASA teve uma ideia incrível. As sondas estavam destinadas a viajar para sempre pelo espaço-tempo, indo muito além das fronteiras do Sistema Solar. Elas poderiam ser interceptadas, a qualquer momento, por uma civilização extraterrestre ou até mesmo por humanos do futuro. Pensando nisso, uma equipe liderada pelo genial astrofísico Carl Sagan desenvolveu o chamado Golden Record, um disco de cobre banhado a ouro que reúne diversos sons do planeta Terra. Um exemplar foi acoplado a Voyager 1, e o outro viajava a bordo da Voyager 2.

A ideia era contar um pouco da história da humanidade do século XX. A gravação incluía o choro de um bebê, o canto das baleias, música clássica de Beethoven e Bach, todas as saudações em 55 línguas diferentes, o som de uma mãe confortando um bebê que chora, o barulho do vento e da chuva, de trens, de carroças e de vários animais.*

 

A história de Vejo você no espaço, livro de estreia de Jack Cheng, começa quando Alex Petroski sai do Colorado com destino ao Novo México, com seu cachorro a tiracolo, seu foguete e seu iPod, afim de participar de um festival de foguetes para enviar ao espaço sua Voyager 3.

O menino grava tudo que acontece pelo caminho. Cada capítulo representa uma das faixas que os extraterrestres vão escutar, caso o iPod seja encontrado. Quase como um diário de bordo, Alex vai descrevendo os seus dias e encontros com pessoas variadas e fascinantes, entre elas o excêntrico Zed, a independente e gentil Terra e o cético Steve.

Esta típica road-trip acompanha a jornada de Alex enquanto ele desencava segredos e descobre que, mesmo para um menino com uma mãe e um irmão ausentes, família pode significar algo bem maior do que se imagina. Jack Cheng escreveu uma obra emocionante e sutil sobre temas que a infância não sabe explicar, como os complexos conflitos familiares e a solidão que nos obriga a crescer, e sobre aprendermos a discernir realidade e aparências.

Vejo você no espaço é uma lição de que com honestidade, força e amor nos tornamos tão grandiosos quanto o universo.

*Fonte: Wikipédia; Revista Galileu

testeLançamentos de Novembro

Confira as sinopses dos lançamentos do mês:

 

A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark MansonTodos os dias, sofremos com a pressão de sermos melhores do que os outros. A pressão de que nós temos que ser um sucesso profissional, pessoal, amoroso e ainda por cima fazer isso tudo sorrindo e sem derramar uma gota de suor. Só que a verdade é que quanto mais nos importamos em vencer na vida, maior é a decepção.

Em A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson nos convida de forma hilária a abraçarmos os fracassos da vida, dar valor ao que realmente importa para você e ligar o foda-se para o resto.

 

Mulheres sem nome, de Martha Hall Kelly — A socialite nova-iorquina Caroline está sobrecarregada de trabalho no Consulado da França, em função da eminência da guerra. O ano é 1939 e o Exército de Hitler acaba de invadir a Polônia, onde Kasia vai deixando para trás a tranquilidade da infância conforme se envolve cada vez mais com o movimento de resistência de seu país. Distante das duas, a ambiciosa Herta tem a oportunidade de se libertar de uma vida desoladora e abraçar o sonho de se tornar médica cirurgiã, a serviço da Alemanha.

Costurado por fatos históricos e personagens femininas poderosas, Mulheres sem nome é um romance extraordinário sobre a luta de mulheres anônimas por amor e liberdade. Um livro inspirador, que traz de volta a sensação da leitura de obras como A menina que roubava livros e Toda luz que não podemos ver.

 

Vejo você no espaço, de Jack Cheng — Alex tem onze anos e adora o universo. Seu maior sonho é enviar seu iPod dourado para o espaço a fim de mostrar aos extraterrestres como é a vida no nosso planeta, como seu grande herói, Carl Sagan, fez 40 anos atrás.

Um livro tocante e delicioso sobre aprendermos a discernir realidade e aparências, Vejo você no espaço é uma lição de que família também se constrói e de que, com honestidade, força e amor, nos tornamos tão grandiosos quanto o universo.

 

Endurance: Um ano no espaço, de Scott KellyVeterano de quatro viagens espaciais, o astronauta americano Scott Kelly viveu experiências pelas quais pouquíssimas pessoas tiveram oportunidade de passar. Agora, depois de ficar um ano na Estação Espacial Internacional, batendo o recorde americano de dias consecutivos no espaço, ele compartilha com o leitor o desafio extremo representado pela longa permanência no espaço — tanto os aspectos mundanos, como a saudade da família e o isolamento, quanto os potencialmente mortais, como os impactos em seu corpo e as expedições fora da estação. Memórias sem precedentes de uma viagem única para Kelly e definitiva para a humanidade.

O touro Ferdinando, de Munro Leaf e Robert Lawson — Publicado originalmente em 1938, O touro Ferdinando marcou gerações no mundo todo e chega aos cinemas pelos criadores de A era do gelo e Rio em janeiro do ano que vem. O livro conta a história de um touro que, apesar de seu tamanho e sua força, não tem interesse em participar das touradas. Tudo que ele quer é cheirar as flores e ficar quietinho no seu canto, mas às vezes o mundo à nossa volta não compreende aqueles que são diferentes da maioria.