testeAs mentiras mortais e suas consequências

A segunda temporada de Big Little Lies chegou ao fim este mês, deixando apenas saudade dos personagens e das crises – algumas hilárias, outras dramáticas, e frequentemente uma mistura dos dois (Renata, te amamos). A primeira temporada da adaptação de Pequenas grandes mentiras, livro de Liane Moriarty, chegou à televisão em 2017 e fez um grande estrondo. As atuações, a direção e a narrativa encantaram a todos, e a produção recebeu seis Emmys. Se você ainda não assistiu à série, cuidado: spoilers a seguir!

Como Big Little Lies foi pensada inicialmente para ser uma minissérie, o que viria na segunda temporada era uma surpresa para leitores e telespectadores. Em outras produções as facetas mais sutis de Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Bonnie (Zoë Kravitz) e Renata (Laura Dern) passariam despercebidas, mas a série expandiu e aprofundou as terríveis consequências das ações da primeira parte da série, apresentando situações realistas e personagens vulneráveis. 

Pequenas grandes mentiras nos apresentou mulheres aparentemente perfeitas de classe média alta com lindas famílias e sem muitas preocupações além das triviais. Mas, enquanto entramos mais na história, vemos que cada uma delas esconde um segredo, e tudo se torna ainda mais instigante em uma narrativa que alterna presente e passado e indica que um terrível assassinato ocorreu durante a Noite de Trívia na escola das crianças.

Madeline, decidida e enérgica, parece sempre conseguir o que quer, mas vemos que sua relação com a filha adolescente está desgastada e a menina prefere passar os dias com a madrasta Bonnie, fazendo a mãe se sentir constantemente como segunda opção. Celeste é casada com Perry, rico, bem-sucedido e o melhor pai do mundo para seus pequenos gêmeos, mas o homem controlador e violento a agride constantemente. Jane é uma jovem mãe solteira que acaba de se mudar para a cidade buscando melhores escolas para o filho pequeno, mas seu passado esconde um estupro e traumas que a perseguem até hoje.

Todas essas questões são exploradas de forma muito sensível, com um destaque especial para as cenas entre Celeste e a psiquiatra, em que a mulher fala pela primeira vez sobre seu casamento problemático. No último episódio, descobrimos que o terrível acidente é o assassinato de Perry, empurrado de uma grande altura por Bonnie. As cinco mulheres mentem para a polícia e afirmam que foi apenas um terrível acidente.

Em dois anos, o intervalo de tempo que separa as temporadas, a narrativa amadureceu e nos trouxe mais uma vez temas difíceis tratados com muita sensibilidade. Celeste está finalmente livre do marido violento, mas não se sente bem. Seu luto e sua nova vida ainda são um mistério para si mesma. Como ela deve agir depois de tanto tempo vivendo com seu abusador? Seria errado sentir falta dele? Seria errado não sentir falta dele? O processo de recuperação psicológica de vítimas de agressão é complicado e por vezes nebuloso, mas ao longo da temporada vemos como Celeste fica cada vez mais segura.

Jane descobriu a verdadeira identidade de seu agressor, e a culpa e o medo da personagem, tão evidentes na primeira temporada, mudam de ângulo. Seu próximo obstáculo é a dificuldade de se relacionar novamente e se abrir para novas pessoas, principalmente para um novo interesse romântico.

Bonnie não parece ela mesma. Em um estado quase catatônico de culpa pelo assassinato que cometeu, se fecha para todos em sua vida, incluindo o marido e a filha. As cinco mulheres se veem pressionadas pela mentira que contaram, envoltas em sussurros e encontros furtivos, e todos da cidade desconfiam que a noite na escola não foi um acidente. A mentira que parecia a melhor opção acabou trazendo consequências que nenhuma delas imaginava. Mary Louise, a mãe de Perry, acusa Celeste de matar o marido, e a briga entre as duas atinge o ápice quando a avó tenta ficar com a guarda das crianças. Inclusive, um destaque da segunda temporada é a brilhante atuação de Meryl Streep, que deixa os espectadores sem fôlego sempre que entra em cena. Amamos odiar a terrível e ácida sogra, sempre com um veneno velado na boca.

Se na primeira temporada investigamos as mentiras que compõem o mosaico da vida das personagens de Pequenas grandes mentiras, na segunda, entendemos as consequências de contar essas meias-verdades por muito tempo, os traumas, decepções e dificuldades que formam uma gigantesca bola de neve, nos perseguindo incessantemente até enfim desistirmos e sermos levados por ela.

testeSharp Objects é uma das grandes indicadas ao Emmy 2019

É isso mesmo! Os indicados ao Emmy 2019 foram revelados, e Sharp Objects foi uma das grandes nomeadas do ano. Inspirada no livro de Gillian Flynn, a minissérie produzida pela HBO foi estrelada por ninguém menos que Amy Adams e Patricia Clarkson – que também foram indicadas à premiação!

A trama conta a história de Camille, uma jornalista que acabou de sair de um hospital psiquiátrico e precisa retomar sua vida. Contudo, os desafios que tem pela frente não são fáceis: Camille precisa retornar para sua antiga cidade e investigar o brutal assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra, além de lidar com os fantasmas do próprio passado e sua família disfuncional.

Confira as indicações da série:

Melhor minissérie          

Chernobyl (HBO)
Escape at Dannemora (Showtime)
Fosse/Verdon (FX)
Sharp Objects (HBO)
When They See Us (Netflix)

Melhor atriz em minissérie ou filme para TV

Amy Adams (Sharp Objects)
Patricia Arquette (Escape at Dannemora)
Aunjanue Ellis (When They See Us)
Joey King (The Act)
Niecy Nash (When They See Us)
Michelle Williams (Fosse/Verdon)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV

Patricia Arquette (The Act)
Marsha Stephanie Blake (When They See Us)
Patricia Clarkson (Sharp Objects)
Vera Farmiga (When They See Us)
Margaret Qualley (Fosse/Verdon)
Emily Watson (Chernobyl)

testeHolocausto brasileiro, livro premiado de Daniela Arbex, ganha nova edição

 

Depois do emocionante Todo dia a mesma noite, o catálogo da Intrínseca ganha mais um sucesso da jornalista Daniela Arbex: Holocausto brasileiro.

Nesta premiada obra, Arbex faz uma denúncia sobre a situação de abandono a que eram submetidos os pacientes do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena. Conhecido como Colônia, o centro localizado em Minas Gerais funcionou de 1903 a 1996 e deixou o saldo de mais de 60 mil mortos e inúmeras vidas marcadas pelo descaso do Estado, dos médicos e da sociedade. Motivada pelas fotos chocantes das condições subumanas impostas aos pacientes, Arbex localizou sobreviventes e entrevistou ex-funcionários a fim de traçar o retrato de uma das maiores atrocidades perpetradas em nosso país, o que transformou o livro em um marco do jornalismo investigativo.

Aclamado pelo público e vencedor do segundo lugar na categoria livro-documentário do prêmio Jabuti e ganhador do APCA de melhor livro reportagem e do Lorenzo Natali (Bélgica), Holocausto brasileiro foi adaptado como documentário e lançado pela HBO em 40 países.

Forte, sensível e indispensável, a nova edição da obra, com posfácio da autora, chega às livrarias a partir de 11 de março.

testeSemana especial Liane Moriarty

O que falar sobre Liane Moriarty? Conhecida por seus best-sellers já publicados pela Intrínseca (Pequenas grandes mentiras, Até que a culpa nos separe e O segredo do meu marido), a autora ganha uma semana especial feita por nossos blogueiros parceiros, aproveitando o lançamento de O que Alice esqueceu.

No início do especial foram divulgadas as resenhas sobre o novo livro, que retrata a história de Alice, uma mulher de 29 anos que acredita ter a vida perfeita até que acorda no chão da academia e descobre que dez anos se passaram. Ela agora tem 39 anos, três filhos e um divórcio em andamento. Enquanto tenta descobrir como reverter sua amnésia, ela tem que lidar com a pessoa que se tornou: alguém de quem ela não gosta nem um pouco.

Scheila Flores, do blog Guardiã da Meia-Noite, disse que, mesmo não gostando de livros na terceira pessoa, adorou e se identificou muito: “Mesmo narrado em terceira pessoa (o que não é muito a minha praia), a autora consegue dar um ritmo ágil e delicioso à trama, onde vamos montando pouco a pouco um lindo mosaico sobre a vida de Alice, com capítulos/passagens sob o seu ponto de vista, mas também alternando entre outros personagens muito importantes para a reconstrução da vida dessa mulher que realmente poderia ser qualquer uma de nós.”

Já o blog Além do Livro ressalta que o verdadeiro valor da obra está nas entrelinhas: “Se na superfície O que Alice esqueceu nos faz pensar sobre o amor – seja ele entre homem e mulher, mãe e filho, amigos ou irmãos –, quando entramos em suas camadas mais profundas, a história nos leva além. Reforça o valor das lembranças, mas também revela a beleza do não saber. E nos apresenta novas perspectivas que nos mostram que quase sempre é possível perdoar e reconstruir.”

Laura Brand, do blog Nostalgia Cinza, conta que o livro também traz uma reflexão sobre nós mesmos: “Alice é uma mulher que se vê perdida em níveis bem mais profundos do que sua falta de memória aparenta. Ela percebe que se tornou alguém irreconhecível para si mesma e isso nos faz pensar sobre nossas próprias escolhas e nossas expectativas para o futuro.”

(Foto: @AsasdeTinta)

Em seguida, os outros livros de Liane foram revisitados. O blog A Menina que Comprava Livros fez um ranking com seus favoritos, elegendo como primeiro lugar O segredo do meu marido, lançado em 2014. Opinião compartilhada com a página Resenhas de Algodão, que contou um pouco da sua história com a autora e destacou o trecho: “Nenhum de nós conhece todos os possíveis cursos que nossas vidas poderiam ter tomado. E provavelmente é melhor assim. Alguns segredos devem ficar guardados para sempre.” Para o blog Por Essas Páginas, contudo, o favorito é Pequenas grandes mentiras, que deu origem à série Big Little Lies, da HBO. Eles descreveram o livro como “envolvente e surpreendente, escrito por uma autora que não tem medo de enfiar o dedo na ferida”.

(Foto: @stebookaholic)

Além disso, ao longo da semana os blogueiros também falaram sobre os principais temas trabalhados por Liane e as adaptações de suas obras para os meios audiovisuais. Todo o conteúdo do especial pode ser conferido aqui:

Resenha O que Alice esqueceu:

A Mãe Preta | A Menina que Comprava Livros | Abdução Literária | Além do Livro | Asas de Tinta | Borogodó | Colecionando Primaveras | Conjunto da Obra | Danuza e os Livros | Entrando Numa Fria | Eu Insisto | Guardiã da Meia-Noite | Hey Evellyn | SteBookaholic | Kids Indoors | Livro In Cena | Magia Literária | Mais Que Livros | Nostalgia Cinza | Parafraseando Livros | Por Essas Páginas | Resenhas de Algodão | Sobre um Livro | Talvez Geek | Vagando e Divagando | Viagem Literária | Viaje na Leitura

Outros livros da autora:

A Menina que Comprava Livros | Além do Livro | Conjunto da Obra | Danuza e os Livros | Entrando Numa Fria | Eu Insisto | Feed Your Head | Guardiã da Meia-Noite | Hey Evellyn | SteBookaholic | Mais Que Livros | Nostalgia Cinza | Parafraseando LivrosPipoca Nerd | Por Essas Páginas | Resenhas de Algodão | Talvez Geek | Vagando e Divagando | Vai Lendo |  Viaje na Leitura 

Os temas de Liane:

Conjunto da Obra | Entrando Numa Fria | Guardiã da Meia-Noite | SteBookaholic | Mais Que Livros | Nostalgia Cinza | Por Essas Páginas | Viaje na Leitura 

Adaptações para TV e cinema:

Danuza e os Livros | Feed Your Head | Livro Lab | Mais Que Livros | Portal Ju Lund | Vagando e Divagando 

Depois de conhecer melhor o estilo inconfundível da autora, a conclusão é clara: seja pelo mistério, pelas reviravoltas ou pelos personagens que são gente como a gente, O que Alice esqueceu, Pequenas grandes mentiras, Até que a culpa nos separe e O segredo do meu marido são livros que você não vai querer parar de ler. 

 

Leia um trecho de O que Alice esqueceu

testeVeja fotos de Objetos cortantes, série com Amy Adams inspirada em livro de Gillian Flynn

Foram divulgadas as primeiras imagens de Objetos Cortantes, série da HBO inspirada no primeiro thriller de Gillian Flynn que estreia em 2018.

Protagonizada por Amy Adams (A Chegada Animais Noturnos), a série será dirigida por Jean-Marc Vallée, responsável pelo filme indicado ao Oscar Clube de Compras Dallas e por Big Little Lies, série inspirada no romance de Liane Moriarty que levou oito prêmios Emmy, incluindo melhor série limitada, melhor diretor, melhor atriz para Nicole Kidman e melhores atriz e ator coadjuvantes para Laura Dern e Alexander Skarsgård.

Após o sucesso das adaptações para o cinema de Lugares escuros Garota exemplar, das quais Gillian Flynn participou como roteirista, a escritora também produzirá Objetos Cortantes, série que terá oito episódios no total. O primeiro será roteirizado por Marti Noxon, que escreveu episódios de Glee Mad Men. Além de ser responsável pela produção, Flynn também escreverá alguns dos episódios da série.

Com reviravoltas surpreendentes, Objetos cortantes narra o retorno da repórter Camille Preaker, recém-saída de um hospital psiquiátrico, à sua cidade natal para investigar o brutal assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra. Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã que praticamente não conhece. Hospedada na casa da família, a jornalista precisa lidar com as memórias difíceis de sua infância e adolescência. E à medida que as investigações para elaborar sua matéria avançam, Camille passa a desvendar segredos perturbadores, tão macabros quanto os problemas que ela própria enfrenta.

testeBig Little Lies recebe 16 indicações ao Emmy

O Emmy, premiação para programas e profissionais da televisão, divulgou a lista de indicados de 2017. Big Little Lies, série inspirada no livro Pequenas grandes mentiras, foi um dos grandes destaques do ano. A atração produzida pela HBO concorre à categoria de melhor minissérie.

Nicole Kidman e Reese Witherspoon, que deram vida às personagens Celeste e Madeleine, foram indicadas à categoria de melhor atriz em série limitada. Shailene Woodley e Alexander Skarsgård não ficaram de fora e disputam às categorias de melhor atriz e melhor ator coadjuvante.

Jean-Marc Vallée, conhecido por ter dirigido Clube de Compras Dallas, concorre à categoria de melhor direção em minissérie.  

American Gods, série inspirada no livro Deuses americanos, foi indicada às categorias de melhor efeito visual e melhor design de abertura.

Stranger Things, The Handmaid’s Tale, This Is Us, The Crown também estão entre os destaques da premiação, que acontece em 17 de setembro, em Los Angeles.

Confira a lista completa.

testeVida após a morte: a batalha de Damien Echols por justiça

Enviado para o corredor da morte em 1994, aos 20 anos, Damien Echols luta pelo fim da pena de morte nos Estados Unidos. Echols foi condenado, ao lado dos amigos Jason Baldwin e Jessie Misskelley, por um crime que não cometeu: o brutal assassinato de três crianças de oito anos, que foi interpretado pelos moradores da pequena cidade de West Memphis, no estado do Arkansas, como resultado de um culto satânico. Em agosto de 2011, após 18 anos de reclusão e sem nunca terem sido ouvidos pelo Estado, os réus foram soltos graças à forte pressão da opinião pública, em uma campanha liderada por celebridades como Johnny Depp, Eddie Vedder e o cineasta Peter Jackson.

“Eu sou a prova de que o estado do Arkansas realmente condena pessoas inocentes à morte, apesar dos políticos quererem que acreditemos no quão infalível o sistema é”, defende. No livro Vida após a morte, Damien Echols reúne as anotações de suas memórias no cárcere, registros que ele manteve por todos esses anos sem identificar as datas, pois considerava “doloroso demais ver os dias, meses e anos passando, a realidade fora do meu alcance”.

Echols só detém o título de único homem a deixar o corredor da morte no Arkansas por causa do interesse de Sheila Nevins, executiva da HBO, pelo caso que ficou conhecido como West Memphis Three. Após ler uma reportagem sobre o crime, Nevins procurou os cineastas Joe Berlinger e Bruce Sinofsky para fazer um filme que revelasse os detalhes do violento assassinato. Ao chegar em West Memphis, a equipe da HBO se deparou com os inúmeros erros crassos da investigação e fortes indícios de que os acusados eram, na realidade, inocentes. Assim surgiu a série de documentários Paradise Lost, dirigida pela dupla e dividida em três partes. A primeira, Paradise Lost: The Child Murders at Robin Hood Hills, lançada em 1996, apresentou ao mundo a verdadeira história dos garotos de West MemphisE a última, Paradise Lost 3: Purgatory, foi indicada ao Oscar e ao Emmy em 2012.

 

A história também inspirou Sem Evidências, longa de ficção com Reese Witherspoon, Colin Firth e James Hamrick no elenco. Dirigido por Atom Egoyan, o filme foi lançado em 2013.

 

Echols, sua esposa Lorri Davis e Peter Jackson também produziram West of Memphis, documentário indicado ao Bafta em 2013.

>> Leia um trecho de Vida após a morte

testeAs melhores séries do ano (até agora)

O ano já está na metade e os lançamentos de livros e séries de TV não param.  Com tantas opções, a revista Entertainment Weekly selecionou atrações que merecem a nossa atenção!

Confira:

1- The Leftovers (HBO)

A aclamada série baseada no livro de Tom Perrotta chegou à última temporada. Lançada em 2014, a história começa com o desaparecimento inexplicável e simultâneo de 2% da população mundial. O que aconteceu? Será que foi um evento sobrenatural ou um acontecimento bíblico? Com essas dúvidas, acompanhamos a vida dos que foram deixados para trás.

A série foi criada por Damon Lindelof, produtor-executivo de Lost.            

 

2- American Gods (Amazon Prime)

A série só tem uma temporada disponível na Amazon Prime (serviço de streaming da Amazon), mas já recebeu excelentes críticas de diversos veículos do mundo e surpreendeu os fãs logo nos primeiros episódios. Inspirada em Deuses americanos, livro de Neil Gaiman, a atração aborda temas atuais como imigração, preconceito e a importância de descobrir quem somos. A Entertainment Weekly acredita que a série tem cenas essenciais e é a obra-prima da TV neste ano!

 

3- One day at a Time (Netflix)

Sitcoms também entraram na lista da revista. One day at a Time conta a história e as confusões de uma família cubano-americana. A atração é um remake de um seriado da década de 1970 produzido pela Netflix.

A segunda temporada já está confirmada!

 

4- Big Little Lies (HBO)

Com uma playlist incrível, cenas dignas de cinema e um elenco estrelado, a série inspirada em Pequenas grandes mentiras, romance de Liane Moriarty, ganhou notoriedade ao trazer discussões importantes sobre temas como violência doméstica, feminismo e bullying.

 

Com muito mistério e drama, a atração de sete episódios conta a história de três mulheres que têm uma vida aparentemente comum em uma pequena cidade da Austrália, onde acontece uma misteriosa tragédia.

 

5- Master of None (Netflix)

Criada, produzida e protagonizada pelo humorista norte-americano Aziz Ansari, a série é um reflexo da vida de jovens entre 25 e 35 anos que encaram os dilemas da vida adulta. A busca pelo emprego ideal, pelos amores perdidos, o medo de envelhecer e pautas importantes, como preconceito e racismo, são os principais temas da atração.

A segunda temporada, lançada em maio, foi um presente para os fãs. Apesar de contar com novos personagens e cidades, Aziz conseguiu criar histórias encantadoras que poderiam acontecer em qualquer lugar do mundo!

 

6-  I Love Dick (Amazon Prime)

A série original da Amazon Prime acompanha um casal, interpretado por Kathryn Hahn e Griffin Dunne, enquanto suas ideias sobre amor e monogamia são desafiadas por um enigmático escritor.

 

7- Dear White People (Netflix)

Ambientada em uma universidade com alunos predominantemente brancos, a série, inspirada em experiências do seu criador, Justin Simien, conseguiu destaque ao apresentar o cotidiano de um grupo de estudantes negros. Dear White People mostra como há muito racismo na omissão e no silêncio em ambientes onde há suposta diversidade racial.

 

8- Legion (FX) 

Criada por Noah Hawley, roteirista de Fargo e autor de Antes da queda, a série deixa claro desde o primeiro episódio que não é apenas mais uma atração sobre super-heróis. Baseada no personagem das HQs dos X-Men, Legion acompanha a vida do jovem David Haller, diagnosticado com problemas mentais desde a adolescência. David passou os últimos cinco anos em um hospital e vê a sua vida mudar depois de um estranho encontro com um dos pacientes.

O design, o elementos típicos da Nouvelle Vague, as cenas de ação e a trilha sonora são os pontos fortes da série!

testeIntrínseca publica livro de Maria Semple que inspirou nova série de TV com Julia Roberts

Em agosto, chega às livrarias brasileiras Hoje vai ser diferente, romance de Maria Semple que inspirou a nova série da HBO que será protagonizada pela atriz Julia Roberts.

Roteirista de sucessos da televisão americana, como o semanal Saturday Night Live e os seriados Mad About You e Arrested Development, Maria Semple também será roteirista da atração que ainda não tem data de estreia definida.

Hoje vai ser diferente (Today Will Be Different) é uma história hilária e otimista sobre uma mulher que acorda determinada a ser a melhor versão dela mesma. Na trama, Eleanor Flood sabe que sua vida está uma bagunça, mas, um dia decide fazer diferente. Ela vai tomar banho e vestir roupas decentes. Vai à aula de ioga depois de deixar o filho, Timby, na escola. Vai almoçar com uma velha amiga. Não vai suar. E vai transar com o marido. Mas, antes mesmo de começar, a vida já lhe dá uma rasteira, forçando Eleanor a abandonar suas humildes ambições e acordar para um novo e inesperado futuro. 

 

Julia Roberts participa também da aguardada adaptação de Extraordinário, livro de R.J. Palacio que narra a história de Auggie Pullman, um garoto que tem uma deformidade facial e que enfrentará a escola pela primeira vez. No filme dirigido por Stephen Chbosky (As Vantagens de ser Invisível), Julia Roberts interpretará a mãe de Auggie (Jacob Tremblay). Com Owen Wilson, Daveed Diggs e Sônia Braga, Extraordinário chega aos cinemas em 23 de novembro.

 

testeBlake Lively vai protagonizar filme inspirado em O segredo do meu marido, de Liane Moriarty

Depois de Pequenas grandes mentiras, história que inspirou a série da HBO Big Little Lies, com Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley, mais um romance de Liane Moriarty será adaptado — agora para o cinema. Blake Lively (Gossip Girl) será a protagonista do filme baseado em O segredo do meu marido.

Na trama, Cecilia é um exemplo para a vizinhança: tem uma vida confortável, mantém um casamento estável com John-Paul e é mãe de três meninas. Sua vida segue tão dentro dos trilhos que ela até se pergunta como seria se houvesse uma pitada de emoção em sua rotina extremamente planejada. Mas, quando encontra uma carta de seu marido endereçada a ela no sótão de casa, Cecilia cogita se deve ou não investigar o conteúdo de algo que foi escrito à época do nascimento de sua primeira filha e que pode ter impactos devastadores para a sua família.

Com produção de Chris e Paul Weitz, o filme ainda não tem diretor e data de estreia definidos.

 

 

 

Mulheres em primeiro plano

Cena de Big Little Lies

Construir narrativa envolventes, repletas de intrigas e reviravoltas, a partir dos dilemas femininos contemporâneos é a marca da escritora australiana Liane Moriarty. Ao revelar como famílias aparentemente perfeitas podem guardar segredos perturbadores, a autora discute temas como maternidade, bullying, violência doméstica e alcoolismo.

“Precisamos ver experiências de mulheres reais, mesmo que isso envolva violência doméstica, assédio sexual, romance, infidelidade ou divórcio”, declarou Reese Witherspoon durante o lançamento de Big Little Lies. Produtora e uma das protagonistas da série, Reese também adquiriu os direitos para a adaptação de Até que a culpa nos separe, novo romance da autora.