testeComo usar seu tempo com mais foco e concluir os projetos do dia a dia

 

Todo mundo já chegou ao fim de um dia de trabalho com a sensação de que não havia feito tudo o que precisava. Ou já se pegou verificando o e-mail corporativo durante algum momento de lazer.

A sociedade atual nos faz acreditar que a produtividade é o segredo para ser bem-sucedido, e por isso preenchemos cada minuto de nossos dias com centenas de tarefas, muitas das quais acabam ficando esquecidas pelo meio do caminho.

Em Faça tempo, Jake Knapp e John Zeratsky defendem que essa produção em massa nunca nos deixará satisfeitos, a menos que sejamos capazes de concluir os projetos mais importantes para a nossa vida. Por isso, eles propõem um esquema em quatro etapas para que você consiga usar o seu tempo com sabedoria e focar no que realmente importa.

Ao definir um destaque, focar na realização do objetivo, encontrar a energia necessária para concluí-lo e refletir sobre o método para repeti-lo ou adaptá-lo, você finalmente terminará seus dias com a impressão de dever cumprido.

Dos mesmos autores de Sprint, Faça tempo: 4 passos para definir suas prioridades e não adiar mais nada chega às livrarias a partir de 12 de março. 

Compre em pré-venda na Amazon e garanta um brinde exclusivo do livro.

testeAlcance suas metas: uma lista de livros para você começar o ano inspirado

Fim de ano é o momento de avaliar o que foi realizado, o que ficou pendente, o que foi abandonado e o que será levado para os próximos 365 dias.

Talvez surja aquela crise: “meu deus, não fiz nada do que queria”. A correria do dia a dia, os boletos, os compromissos e até o medo da mudança adiam a realização de um projeto, e, muitas vezes, nossos objetivos ficam empacados, num canto empoeirado da rotina.

Mas o ano novo está logo aí e não há tempo a perder! Para ajudar na missão de concretizar os sonhos que ficaram em stand-by, sejam os mais mirabolantes ou os mais simples, profissionais ou pessoais, criamos uma lista de livros que vão tirar seus planos da imaginação e coloca-los em prática. Confira!

1) Para inspirar: Elon Musk e Ted Talks 

As mentes empreendedoras e visionárias são sempre uma inspiração. Aqueles que ousam arriscar e ir além do óbvio cedo ou tarde obtêm êxito. Dois exemplos são Elon Musk – “o Homem de Ferro da vida real” – e Chris Anderson, presidente e co-fundador do TED.

Para grande parte da elite corporativa e do Vale do Silício, Musk é uma mistura de Steve Jobs e Bill Gates: um empresário audacioso que está construindo um império. Entre suas próximas metas está colonizar Marte. Isso mesmo.

Na biografia Elon Musk, o experiente jornalista Ashlee Vance apresenta um olhar inédito sobre a vida e as realizações inacreditáveis desse homem audacioso, com relatos exclusivos e depoimentos do próprio Musk. Vance escreve sobre a jornada do empresário desde sua infância na África do Sul até a ascensão ao topo do mundo corporativo. A obra foi indicada a Livro do Ano do Financial Times em 2015.

TED Talks é o manual definitivo para quem deseja apresentar suas ideias e projetos de forma clara para um público desafiador. Desde que assumiu o comando do TED em 2001, Anderson tem mostrado o poder que as palestras curtas e diretas têm de compartilhar conhecimento, despertar empatia, gerar empolgação e promover sonhos. Nos bastidores, ele acompanhou de perto palestras individuais sobre os mais variados temas, de personagens que vão de Bill Gates a Bono Vox, entre outros. No livro, Anderson compartilha seus insights mais relevantes, que cobrem desde a formulação do conteúdo da conferência até como tirar melhor proveito do palco.

2) Fique por dentro do cenário: As upstarts e Como o Google funciona

Para colocar uma ideia no mundo, é preciso saber o que está acontecendo. Em As upstarts: Como a Uber, o Airbnb e as killer companies do novo Vale do Silício estão mudando o mundo, Brad Stone conta a história da Uber e do Airbnb, duas empresas gigantes que se tornaram um fenômeno e mudaram o mundo em que vivemos em menos de dez anos. Com detalhes dos bastidores, perfil dos fundadores e uma análise profunda sobre o impacto dessas companhias, As upstarts foi considerado um dos melhores livros do ano pela Amazon. Curiosamente, Stone também escreveu sobre esse gigante do comércio digital – a Amazon –, no livro A loja de tudo.

Ainda no universo digital, Como o Google funciona, livro de Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg, reúne as valiosas lições que transformaram o Google em uma das maiores empresas do mundo. A partir da história e de curiosidades do dia a dia da start-up, eles mostram o caminho para que gestores e empreendedores abracem o espírito de inovação, atraiam e mantenham talentos em suas equipes.

3) Colocando em prática: Sprint: O método usado no Google para testar e aplicar novas ideias em apenas cinco dias

Depois de se inspirar nas mentes brilhantes e conhecer melhor os cenários disponíveis, chegou o momento de tirar sua ideia do papel e colocá-la em prática. Para saber se um projeto inovador funciona ou não, é fundamental testá-lo. E nesse caso, nada melhor do que o método Sprint, um processo de trabalho fácil de entender e aplicar, criado pelo designer Jake Knapp na época em que ele trabalhava na Google.

Basicamente, consiste em desenvolver e testar uma nova ideia, produto ou modelo de negócio em apenas cinco dias. O método serve para equipes de todos os tamanhos, e pode ser utilizado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade e queira desenvolver ideias, novos produtos ou negócios.

E aí, vamos nessa?!

testePor que é tão difícil inovar no Brasil

l_img8_instagram_blog_01a_semtextoUm típico empreendedor brasileiro: preso no labirinto da burocracia

Repare que o título desta coluna é uma afirmação, não uma pergunta. Afinal, tal constatação já se tornou praxe. Mas é raro encontrar explicações. Vamos a elas.

Tentei empreender dois projetos: o primeiro com uma startup de impressão 3D e o segundo com uma empresa de mapeamento indoor. Desisti de ambos no meio do caminho. O primeiro foi para a frente, de forma tímida, depois da minha saída. O segundo desapareceu. Independentemente do sucesso ou do fracasso posterior, por que caí fora, sem arrependimentos?


1.

Por um fator simples: é difícil fazer negócios éticos no Brasil. Por exemplo, no meio do caminho para lançar a startup de impressoras 3D, que seriam acopladas à mão, surgiu um problema. Como tudo no país, mesmo para uma empresa tida como startup — logo, como seria no Vale do Silício, algo meio que “de garagem”, que mereceria facilidades —, é preciso, antes de operar, ter aprovações mirabolantes, que passam por contadores, advogados, cartórios… No meu caso, descobrirmos vários obstáculos.

Em teoria, precisaríamos de uma licença específica para instalar uma empresa de fabricação de qualquer coisa, de qualquer escala. E a nossa não poderia ser na região de São Paulo em que estávamos (o Centro!). Tudo isso custaria MUITO para ser superado. Algo que uma startup não conseguiria encarar. Em meio ao papo com outros sócios, surgiram formas de se esquivar da questão. A maioria exigia o “jeitinho brasileiro”. Sou contra “jeitinho” e achava adequado não correr o risco, ainda mais por ser tão apaixonado por escrita e jornalismo — não queria que essas minhas facetas fossem afetadas pelos problemas de empreendedor. Logo, optei por não me meter em qualquer provável futura lama.


2.

Rixas entre os sócios é algo típico em startups, mas que poderia ser superado. Porém, olhando agora com a devida distância temporal, percebi que as brigas tinham muito a ver com o fato de não podermos nos dedicar ao que queríamos, ao nosso trabalho, às nossas ideias. Na maior parte do tempo só discutíamos empecilhos burocráticos, leis e por aí vai. A parte chata. Nada a ver com o core do negócio. Isso não só me desmotivou como fez nascerem as rixas. Esse panorama brasileiro, de 70%, 80%, por vezes 90% do tempo — e da massa cerebral — do empreendedor iniciante ser gasto com cartórios e afins, por meses, destrói vontades e parcerias.

 

3.

Ah, e o principal. Descobri que não queria me dedicar tanto assim a impressoras 3D e mapeamento indoor. Minha praia é comunicação (e contar histórias: escritas, visuais, como forem). Se um dia regressar a esse mundo empreendedor — sobretudo se for para enfrentar as chatices brasileiras —, provavelmente me voltarei a áreas relacionadas a essa paixão. Entre nós, esse foi o fator decisivo. Se não fosse por isso, teria enfrentado, com muita raiva e inveja dos colegas americanos do Vale do Silício — com suas devidas facilidades que fazem de lá o maior polo de inovação do planeta —, as questões 1 e 2.

 

Porém, vamos sair do pessoal

graava clip

Graava, uma câmera que edita automaticamente os vídeos feitos: mais uma bela ideia de brasileiros, mas realizada no Vale do Silício

É regra.: todo empreendedor que conheço reclama da estupidez da burocracia brasileira. Municipal, estadual ou federal. Tanto faz. Há burrice em todas as alçadas. E o ecossistema nacional de negócios, principalmente os digitais — que exigem agilidade para se adequar, garantir a inovação e competir de igual para igual com a concorrência —, sofre com isso. Até os gigantes.

Vejamos, por exemplo, o caso do Google. Há dois anos, em papo com Hugo Barra, mineiro de grande renome em sua área e então vice-presidente da marca (hoje está na chinesa Xiaomi), perguntei: “Por que, apesar do interesse das grandes empresas pelo mercado brasileiro, os melhores smartphones e tablets demoram a chegar por aqui?” A resposta: “Queremos entrar no Brasil e vender produtos baratos. Mas é extremamente difícil fazer negócios neste país. A complicada e burocrática legislação brasileira coloca barreiras únicas no mundo para quem quer investir ou empreender. Há práticas fiscais e logísticas, além de leis protecionistas exageradas, que não são vistas em outras nações. Nesses quesitos negativos, o Brasil é incomparável.”

Sim, é de chorar. E a visão cruel sobre o ambiente de empreendedorismo brasileiro é uniforme entre os que aqui batalham para inovar.

Em almoço com Alex Tabor, CEO do Peixe Urbano, ele recordou como foi uma tormenta abrir seu negócio inovador de vendas on-line de cupons de ofertas. “No Brasil, às vezes demora meses só para conseguir o CNPJ (o registro inicial da empresa; ou seja, só para dar o start)”. Agora, quando ele foi abrir uma holding nos Estados Unidos, tudo se mostrou fácil. “Lá são exigidos só os documentos que fazem sentido serem apresentados e o processo leva dias”, completou.

Não é coincidência eu ter ouvido algo similar de Nelson Mattos, brasileiro que foi vice-presidente do Google e que hoje atua como consultor no Vale do Silício, sendo membro da renomada BayBrazil, organização que promove conversas entre inovadores brasileiros e californianos. Para ele, “não faltam mentes criativas em nosso país”. O problema é que “essas cabeças não conseguem trabalhar no Brasil devido a tantos impedimentos governamentais. Muitas vezes, as pessoas precisam se mudar para criar uma empresa inovadora”.

capa_OCliqueDeUmBilhaoDeDolares_WEBEm outras palavras, os labirintos surrealistas à la Franz Kafka à frente de qualquer empresário iniciante acabam expulsando os brasileiros de sua própria nação. Para onde eles levam suas ideias criativas — e, muitas vezes, fonte de milhões de dólares (que poderiam ser reais)? Vão para os Estados Unidos, para Israel, para a Inglaterra, para o Canadá etc. — ambientes que recebem os inovadores de portas abertas.

É para onde foi, por exemplo, Marcelo do Rio, outro brasileiro inovador, que criou em terras tupiniquins a cervejaria Devassa, vendida depois para a Schincariol. Após se admirar com o mundo tecnológico, ele se mudou para o Vale do Silício. Lá, com dois brasileiros, fundou a Graava, que fabrica uma interessante câmera filmadora capaz de editar automaticamente os vídeos feitos. Se for um fracasso, ou um sucesso maior que o da GoPro, pouco importa para o contexto desta coluna. O fato é que o Brasil perdeu Marcelo do Rio e a bela ideia da Graava. Disse ele em conversa que tivemos: “Não tenho a menor dúvida da competência do empreendedor brasileiro, extremamente criativo, habilidade que usa até para compensar a ineficiência do Estado. Não faltam mentes no Brasil. Falta estrutura.”

Não à toa há mãos brasileiras em diversas empreitadas reconhecidas em todo o mundo como de extrema criatividade. Caso do Facebook e do Instagram, sobre o qual escrevi este livro . Pena que esses cérebros não sobreviveriam — ao menos não da mesma forma saudável — em sua terra natal.

link-externoLeia um trecho de O clique de 1 bilhão de dólares

testeLançamentos de fevereiro

Blog_Fevereiro_600px

Um mais um, de Jojo Moyes — Em seu novo livro, a autora de Como eu era antes de você conta o engraçado e comovente romance entre uma mãe solteira falida e um milionário do ramo da tecnologia. A história começa com Jess precisando levar sua filha Tanzie para uma Olimpíada de Matemática na Escócia. O problema é que ela não sabe como chegar lá até conhecer Ed Nicholls, um geek estranho que oferece uma carona até o destino. A engraçada viagem provará que os opostos se atraem e que é possível encontrar o amor nos lugares mais improváveis. [+]
Leia um trecho.

Objetos cortantes, de Gillian Flynn — Em seu premiado romance de estreia, a autora de Garota exemplar narra a história da repórter Camille Preaker, que retorna à sua cidade natal para investigar o brutal assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra. À medida que as investigações para elaborar sua matéria avançam, Camille passa a desvendar segredos familiares perturbadores, quase tão macabros quanto os problemas que ela própria enfrenta. [+]
Leia um trecho.

A verdade é uma caverna nas Montanhas Negras, de Neil Gaiman — Resultado da parceria inédita entre Neil Gaiman e o ilustrador Eddie Campbell, a obra transita entre o graphic novel e o livro ilustrado, desafiando os limites entre texto e imagem. Esta narrativa fascinante sobre família, a busca por um tesouro e a descoberta de um mundo invisível deu origem, em 2010, a uma performance encenada no Sydney Opera House, com leitura de Neil Gaiman, trilha sonora do Quarteto de Cordas FourPlay e projeções das ilustrações de Eddie Campbell. O espetáculo, ainda em cartaz, já percorreu diversos países. [+]

Quase uma rockstar, de Matthew Quick — Amber Appleton é uma adolescente que mora em um ônibus escolar com a mãe e o leal vira-lata. Dona de um otimismo incansável, a menina se autoproclama princesa da esperança e se recusa a desistir, mesmo quando uma tragédia faz seu mundo desabar. Com personagens cativantes, Matthew Quick, autor do best-seller O lado bom da vida, constrói um universo de risadas, amizade e esperança. [+]

Como o Google funciona, de Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg com Alan Eagle — O atual presidente executivo do Google e o diretor de produtos que acompanhou o desenvolvimento do Gmail, Android, Chrome, entre outros, reúnem as valiosas lições que transformaram a start-up em uma das maiores empresas do mundo. A partir da história e de curiosidades do dia a dia do Google, eles mostram o caminho para que gestores e empreendedores possam abraçar o espírito de inovação da Era da Internet e atrair e manter talentos em suas equipes. Com prefácio de Larry Page, um dos fundadores da empresa. [+]
Leia um trecho.

Percy Jackson e os deuses gregos, de Rick Riordan —Com muito humor e tiradas sarcásticas, Percy Jackson explica sua versão da mitologia grega para a criação do mundo e dá aos leitores sua visão pessoal sobre quem é quem na Grécia Antiga, de Apolo a Zeus. Edição de luxo, em capa dura, inteiramente colorida e ilustrada por John Rocco. [+]
Leia um trecho.

Playbook: O manual da conquista, de Barney Stinson com Matt KhunBarney Stinson, da série de TV How I Met Your Mother, apresenta mais de setenta técnicas de sedução. Repleto de dicas, macetes, truques e conversa fiada, o livro sugere maneiras divertidas de abordar uma mulher e ser bem-sucedido. [+]
Leia um trecho.

Até você ser minha, de Samantha HayesA assistente social Claudia parece ter uma vida perfeita. À espera do bebê que sempre desejou, ela vive em uma linda casa com seu marido que a ama incondicionalmente. Até que Zoe — a babá contratada para ajudá-la quando a criança nascer — entra na sua vida. Claudia passa a desconfiar de Zoe. E um dia as suspeitas se tornam um medo real. [+]
Leia um trecho.

testeEstante Intrínseca: lançamentos de agosto

Vidas provisórias, de Edney Silvestre — Expatriados, separados no tempo e na geografia, Paulo e Barbara compartilham, além da experiência do exílio, o estranhamento pela perda de suas identidades, o isolamento e a sensação de interrupção do curso normal de suas vidas. Diferentes motivos os levam ao estrangeiro. Em 1970, Paulo, perseguido pela ditadura militar, é preso, torturado e abandonado sem documentação na fronteira, de onde segue para o Chile e depois para a Suécia. Barbara, com uma identidade falsa, deixa o país para trás em 1991 — durante o governo Collor —, fugindo de um rastro de violência, e se instala nos Estados Unidos como imigrante ilegal.

Em Vidas provisórias, o escritor e jornalista Edney Silvestre — vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance em 2010 — retoma a história de personagens de seus dois primeiros romances para criar um vigoroso retrato das transformações que ocorreram no país e no mundo nos últimos quarenta anos. Com sensibilidade, o autor se vale de sua experiência de onze anos como correspondente baseado em Nova York para revelar o universo dos imigrantes e, ao mesmo tempo, recriar de forma contundente um Brasil visto a distância.
[Leia um trecho]

A nova era digital, de Eric Schmidt e Jared Cohen — Um dos nomes mais notáveis do Vale do Silício, Eric Schmidt está entre os responsáveis pela transformação do Google de modesta start-up em um verdadeiro gigante. Diretor do Google Ideas, Jared Cohen tem profundos conhecimentos de relações internacionais e trabalhou como assessor para o Departamento de Estado do governo norte-americano, nas gestões de Condoleezza Rice e Hillary Clinton. Neste livro, Schmidt e Cohen combinaram seus conhecimentos para analisar algumas das questões mais relevantes sobre o futuro da sociedade. Quem será mais poderoso, os cidadãos ou o Estado? Os avanços tecnológicos facilitam ou dificultam o combate ao terrorismo? Será que a privacidade se tornará um luxo para poucos na nova era digital?

Com clareza e conhecimento de causa, Schmidt e Cohen anteveem a maior revolução da tecnologia da informação na história da humanidade.

Por que o mundo existe?, de Jim Holt —  Uma tragédia pessoal levou o filósofo e jornalista Jim Holt a empreender uma investigação sobre o mistério da existência, procurando grandes nomes de diferentes áreas do conhecimento, como o escritor John Updike, o filósofo Adolf Grünbaum e o físico Andrei Linde.

Em seu itinerário, Jim Holt incluiu uma parada reflexiva no famoso Café de Flore, reduto dos existencialistas em Paris, frequentado por Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. O resultado de suas inquietações é uma obra bem-humorada que mescla debates filosóficos, físicos e teológicos com diário de viagem e memórias. [Leia um trecho]

Vingança da maré, de Elizabeth Haynes — Depois de trabalhar duro por muito tempo — alternando um emprego como executiva de vendas durante o dia com o de dançarina de pole dance à noite —, Genevieve finalmente conseguiu juntar dinheiro para realizar seu sonho: comprar e reformar um barco e mudar-se para Kent, bem longe da vida estressante em Londres. Tudo parece enfim perfeito até que, na festa de inauguração do barco, um corpo aparece boiando próximo ao ancoradouro.

Em seu novo thriller, a premiada autora de No escuro constrói um submundo de corrupção, crimes e traição que revela os perigos de se misturar negócios e prazer.

Cidades de papel, de John Green No novo livro do autor de A culpa é das estrelas e O Teorema Katherine, Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que, certo dia, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.
Leia também: O capitão John Green
Novidades sobre a adaptação de A culpa é das estrelas para o cinema

Perdão, Leonard Peacock, de Matthew Quick Do autor de O lado bom da vida, romance que deu origem ao filme estrelado por Bradley Cooper e Jennifer Lawrence.

Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto.

Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.
Leia também: A biblioteca de Pat Peoples

Gataca, de Franck Thilliez — No novo livro do autor de A síndrome E, o cadáver de uma jovem cientista descoberto na jaula de um centro de estudos de primatas. Os restos mortais de uma família de Neandertais assassinada por um primitivo homem de Cro-Magnon, achados no topo de uma montanha nos Alpes. O assassino de crianças Gregory Carnot encontrado morto em sua cela, na cadeia. Um ginecologista especializado em genética selvagemente assassinado dentro de casa.

Para descobrir o elo invisível que une esses crimes atrozes, cometidos com trinta mil anos de diferença, os policiais Lucie Henebelle e Franck Sharko se lançam numa investigação em conjunto que os conduzirá às origens do mal. [Leia um trecho] Leia também: Mensagens subliminares 

O Olho do Mundo, de Robert Jordan Primeiro dos 14 volumes da série A Roda do Tempo, que compõem um elaborado universo fantástico, só comparável ao da obra de J. R. R. Tolkien (O Senhor dos Anéis).

Um dia houve uma guerra tão definitiva que rompeu o mundo, e no girar da Roda do Tempo o que ficou na memória dos homens virou esteio das lendas. Como a que diz que, quando as forças tenebrosas se reerguerem, o poder de combatê-las renascerá em um único homem, o Dragão, que trará de volta a guerra e, de novo, tudo se fragmentará.

Nesse cenário em que trevas e redenção são igualmente temidas, vive Rand al’Thor, um jovem de uma vila pacata que, após a chegada de uma forasteira, é invadida por Trollocs — bestas do universo das lendas. A mulher ajuda Rand a escapar, mas esse é só o começo: ela é uma Aes Sedai, artíficie do poder que move a Roda do Tempo, e acredita que Rand seja o profético Dragão Renascido. Aquele que poderá salvar ou destruir o mundo. [Leia mais]