testeSharp Objects é uma das grandes indicadas ao Emmy 2019

É isso mesmo! Os indicados ao Emmy 2019 foram revelados, e Sharp Objects foi uma das grandes nomeadas do ano. Inspirada no livro de Gillian Flynn, a minissérie produzida pela HBO foi estrelada por ninguém menos que Amy Adams e Patricia Clarkson – que também foram indicadas à premiação!

A trama conta a história de Camille, uma jornalista que acabou de sair de um hospital psiquiátrico e precisa retomar sua vida. Contudo, os desafios que tem pela frente não são fáceis: Camille precisa retornar para sua antiga cidade e investigar o brutal assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra, além de lidar com os fantasmas do próprio passado e sua família disfuncional.

Confira as indicações da série:

Melhor minissérie          

Chernobyl (HBO)
Escape at Dannemora (Showtime)
Fosse/Verdon (FX)
Sharp Objects (HBO)
When They See Us (Netflix)

Melhor atriz em minissérie ou filme para TV

Amy Adams (Sharp Objects)
Patricia Arquette (Escape at Dannemora)
Aunjanue Ellis (When They See Us)
Joey King (The Act)
Niecy Nash (When They See Us)
Michelle Williams (Fosse/Verdon)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV

Patricia Arquette (The Act)
Marsha Stephanie Blake (When They See Us)
Patricia Clarkson (Sharp Objects)
Vera Farmiga (When They See Us)
Margaret Qualley (Fosse/Verdon)
Emily Watson (Chernobyl)

testeA lista perfeita para quem gosta de investigação

 

Geralmente tudo começa com um crime, policiais determinados, alguns suspeitos e muitas dúvidas no ar. Mas, apesar desses elementos já conhecidos do público, é quase impossível não se surpreender, ficar tenso e soltar gritinhos quando as peças parecem se encaixar. Para aqueles que adoram romances policiais, investigações intrigantes, mistérios e quebra-cabeças aparentemente impossíveis, preparamos uma lista de livros, séries e filmes imperdíveis! Confira:

 

1. O desaparecimento de Stephanie Mailer

Joël Dicker, autor do aclamado A verdade sobre o caso Harry Quebert, está de volta! Em seu novo romance policial, O desaparecimento de Stephanie Mailer, vamos conhecer a pequena e pacata cidade de Orphea, localizada nos Hamptons. Apesar das aparências, um crime chocante abala a vida de seus moradores: em 1994, no dia da estreia do primeiro festival de teatro da região, quatro pessoas são brutalmente assassinadas, entre elas o prefeito. O caso é solucionado por dois jovens policiais, Jesse Rosenberg e Derek Scott, e o responsável vai parar atrás das grades.

O problema é que, vinte anos depois, quando Jesse está prestes a se aposentar, a obstinada jornalista Stephanie Mailer afirma que houve um terrível erro na investigação. Quando ela desaparece misteriosamente, os policiais precisam reabrir o caso e desvendar segredos enterrados há décadas. Com uma narrativa que mistura passado e presente, essa é a leitura perfeita para os fãs do gênero.

 

2. True Detective

Falando em narrativas que misturam passado e presente, não podemos deixar de fora uma série que é mestre no assunto: True Detective. Na primeira temporada, protagonizada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, acompanhamos ao longo de 17 anos a busca de dois policiais por um serial killer na Louisiana. Na segunda, com um elenco completamente diferente, a história é outra: três detetives estão envolvidos em uma conspiração após um assassinato. Já na terceira, o ganhador do Oscar Mahershala Ali é um policial que investiga o desaparecimento de duas crianças ao longo de três linhas temporais distintas. O criador e roteirista da produção da HBO é Nic Pizzolatto, que publicou Galveston pela Intrínseca.

 

3. Sharp Objects (Objetos cortantes)

A HBO também é responsável por umas das minisséries mais faladas de 2018: Sharp Objects. Inspirada no livro de estreia de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar, a trama narra a história da repórter Camille Preaker (Amy Adams), uma mulher enigmática que acabou de sair de um hospital psiquiátrico. Ela é obrigada a voltar à sua cidade natal, Wind Gap, para investigar o assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra. Além dos crimes, ela também precisa lidar com as lembranças nada agradáveis de sua infância e adolescência, que envolvem uma mãe neurótica e uma meia-irmã que praticamente não conhece.

 

4. Zodíaco

Já que falamos em Gillian Flynn, é impossível não lembrar a excelente adaptação cinematográfica de Garota exemplar, dirigida por David Fincher. O diretor, famoso por seus ótimos filmes de suspense, como o grande sucesso Se7ven, não poderia ficar de fora dessa lista. Por isso, escolhemos Zodíaco, a produção de 2007 que conta a história real do assassino que matou sete pessoas em São Francisco entre dezembro de 1968 e outubro de 1969. Fincher passou dois anos estudando o caso, que, apesar de não ter respostas, ainda é um dos enigmas investigativos mais famosos de todos os tempos.

 

5. Mindhunter

Para finalizar, Mindhunter, a série da Netflix também dirigida por David Fincher. Nela, acompanhamos John Douglas, uma figura lendária no FBI que ajudou a revolucionar as investigações em uma época em que a expressão serial killer sequer existia. Ao longo de sua carreira, o agente especial que inspirou personagens como Jack Crawford de O Silêncio dos Inocentes, confrontou, entrevistou e estudou Charles Manson, Ted Bundy, Ed Gein, entre outros. A produção ­– cuja segunda temporada já foi confirmada – é inspirada no livro homônimo publicado pela Intrínseca.

testeBAFTA 2019: O Primeiro Homem e As Viúvas marcam presença na lista de indicados

A temporada de premiações começou e chegou a hora do BAFTA revelar os seus indicados. Um dos favoritos na disputa pelo “Oscar britânico”, o filme O Primeiro Homem aparece em sete categorias, sendo um dos mais indicados. Já As Viúvas conta com a presença da talentosa Viola Davis na disputa de Melhor Atriz.

Protagonizado por Ryan Gosling, O Primeiro Homem foi inspirado no livro homônimo sobre a vida de Neil Armstrong. Escrita por James R. Hansen, a biografia revela bastidores da missão Apollo 11, além de relatar toda a magnífica e emocionante trajetória do primeiro astronauta a pisar na lua.

Com um elenco impecável, As Viúvas terá uma representante de peso na saga pelo tão almejado prêmio: Viola Davis. Com roteiro de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Sharp objects: Objetos cortantes, e direção de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), a trama conta a história de três viúvas que perderam seus maridos em um grande assalto. Ao encontrarem os planos do crime, as mulheres decidem se unir para concluir o roubo que seus parceiros não foram capazes de finalizar.

Outros atores indicados ao prêmio e que moram nos nossos corações são Amy Adams e Timothée Chalamet. A protagonista da adaptação de Sharp Objects: Objetos cortantes aparece na disputa de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em Vice. Já o intérprete do nosso querido Elio de Me chame pelo seu nome concorre à Melhor Ator Coadjuvante pelo filme Querido Menino.

testeSharp Objects e Boy Erased indicados ao Globo De Ouro

 

O Globo de Ouro, um dos maiores prêmios da televisão e do cinema americanos, divulgou os indicados de 2019. Boy Erased e Sharp Objects, respectivamente filme e série inspirados em livros da Intrínseca, foram indicados.

 

A série Sharp Objects, inspirada em Objetos cortantes, de Gillian Flynn, foi indicada na categoria Melhor Minissérie. Amy Adams, que interpreta a problemática Camille, foi indicada a Melhor Atriz em Minissérie e Patricia Clarkson, que interpreta sua mãe, foi indicada a Melhor Atriz Coadjuvante. A série acompanha o retorno de Camille Preaker à sua cidade natal para escrever sobre um brutal assassinato. A investigação traz à tona as dolorosas lembranças da juventude e a relação com sua família disfuncional.

Lucas Hedges concorre ao prêmio de Melhor Ator pelo filme Boy Erased: Uma verdade anulada. A música Revelation, de Troye Sivan e Jósi, foi indicada a Melhor Música Original.

Inspirado no livro de mesmo nome, Boy Erased: Uma verdade anulada acompanha a emocionante trajetória real de Garrard Conley ao tomar uma decisão dolorosa: entrar para um programa de reorientação sexual ou ser renegado pela família. Durante essa jornada, ele reflete sobre família, identidade e encontra forças para aceitar a si mesmo. Além de Lucas Hedges, Boy Erased conta com Nicole Kidman e Russell Crowe no elenco. O livro que inspirou a história chega às livrarias a partir de 4 de janeiro e o filme estreia no dia 31 do mesmo mês.

Claire Foy foi indicada a Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em O primeiro homem, filme inspirado na biografia de Neil Armstrong, escrita por James R. Hansen e publicada pela Intrínseca em setembro. A trilha original do filme também foi indicada.

Timotheé Chalamet, nosso eterno Elio de Me chame pelo seu nome, foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante por seu papel no filme Beautiful Boy.

Os vencedores do prêmio serão anunciados durante o evento no dia 6 de janeiro. Façam suas apostas!

testeMulheres são perigosas quando colocam uma ideia na cabeça

Confira a entrevista com a criadora de As viúvas, livro que inspirou o novo filme com Viola Davis

Photo Credit: Courtesy Twentieth Century Fox.

Antes de existirem maratonas na Netflix, de showrunners se tornarem celebridades (alô, Shonda Rhimes!), do torrent e da internet, Lynda La Plante já fazia barulho nos corredores das emissoras de TV da Inglaterra. Formada em teatro shakespeariano, Lynda desistiu da carreira de atriz quando percebeu que era mais interessante escrever: “Começou como uma brincadeira. Escrevia papéis que gostaria de interpretar.”

Após desenvolver minisséries e sitcoms para o público infantojuvenil, ela ganhou fama internacional com a série de 1983 As Viúvas. Dividida em seis episódios, a trama acompanha mulheres que seguem um arriscado plano, deixado pelos falecidos maridos, de roubar um banco. Movidas por vingança e orgulho, essas viúvas ultrapassam todos os limites para conseguir o que desejam.

Desde a estreia da série, a autora lançou outros projetos de sucesso para a TV, como Prime Suspect, estrelado por Helen Mirren e vencedor de dois prêmios Emmy de Melhor Minissérie. Personagens femininas fortes são a marca registrada de Lynda. Décadas antes de a discussão sobre o problema dos estereótipos na TV e no cinema tomar a proporção que tem hoje, Lynda já defendia a dignidade das atrizes com quem trabalhava. “Me recuso a escrever cenas vulgares que não acrescentam nada à história. As atrizes sofrem muito abuso nos sets de filmagem. Sempre tentei protegê-las.”

Agora, trinta e cinco anos após o sucesso da série que tornou La Plante conhecida, As viúvas está de volta em uma versão atualizada. A trama original foi adaptada para o cinema pelo diretor Steve McQueen (12 Anos de Escravidão) e pela roteirista e escritora Gillian Flynn (Garota Exemplar). O longa ainda é protagonizado pela vencedora do Oscar Viola Davis. Precisa dizer mais?

Lynda, que manteve contato com a produção do filme, entrega: “A adaptação acrescenta um tom político e racial para a história original.” A autora aproveita então para relançar o livro escrito com base na série da década de 1980 e espera assim conquistar um novo público de leitores. “Na verdade, ainda escrevo porque tenho fãs maravilhosos. Eles sempre querem mais e eu me alimento dessa energia. Muitos até acham que me conhecem. O que mais eu poderia querer?”

Lynda La Plante conversou com a Intrínseca por telefone.

Hoje há uma grande discussão sobre a necessidade de as mulheres desempenharem papéis que não reproduzam os mesmos velhos estereótipos. Você é uma das roteiristas pioneiras a escrever personagens femininas fortes e realistas. O que a motivou?

Eu era atriz antes de ser escritora e sempre ficava frustrada com os papéis que recebia. De certa forma, comecei a escrever intuitivamente. Primeiro pensava em mim e nos papéis que gostaria de interpretar. Logo, percebi que gostava mais de escrever do que de atuar. Quando As Viúvas surgiu na década de 1980, tive a sorte de ter ao meu lado uma produtora que apostou em mim e em quatro atrizes desconhecidas. Hoje, grandes redes de televisão estão mais preocupadas com o peso dos nomes, não com o conteúdo.

 

Algo ainda a  incomoda na forma como as mulheres são retratadas na TV e no cinema?

Ainda submetemos as mulheres a papéis que beiram a pornografia leve. Chega um ponto que acabamos nos perguntando: “Por que essa jovem atriz precisa estar nua? Qual a necessidade de mais uma cena de sexo?” Os empresários deveriam proteger melhor seus clientes. Em Prime Suspect, nas cenas de autópsia, eu evitava focar no corpo nu das vítimas. Já percebeu que é sempre uma mulher nua na mesa fria da autópsia? O corpo do homem é protegido, enquanto o da mulher é explorado. Prefiro provocar o telespectador por meio de gestos sutis, não com algo explícito. Às vezes, a atriz é jovem e faz tudo que o diretor pede. Essa relação é perigosa, pois é assim que as histórias de abuso se proliferam nessa indústria. Precisamos trabalhar por essas mudanças.

 

Alguns showrunners, como Shonda Rhimes e Ryan Murphy, se tornaram tão conhecidos quanto as séries que criaram. Como você encara esse momento na TV?

Esse é um ponto interessante. Hoje, o escritor ou o roteirista chega com uma ideia para uma série de TV. Se ela se torna um sucesso, logo as emissoras pedem por mais temporadas, novas histórias. Agora com a nova tecnologia do streaming e o surgimento das “maratonas”, os escritores de série carregam uma pressão absurda. As séries só acabam quando elas param de dar dinheiro. Antes não era assim, pois sabíamos a hora de respeitar a história e parar. Ainda acredito que um dia vamos voltar a buscar qualidade acima de quantidade e deixar um pouco de lado o status de nomes de atrizes, roteiristas e produtores.

 

 

 Quais as principais diferenças entre escrever um romance e uma série para a TV?

A grande diferença é que o romance pertence a você e não há restrições de orçamento. Quando você produz coisas para a TV, tudo muda. Em um dos meus romances havia um criminoso que fugia em um helicóptero com duas crianças. Quando adaptamos isso para a TV, o orçamento não permitia alugar um helicóptero. Então, lembrei que um amigo tinha um jatinho e o convenci a me emprestar — mas não havia como filmar essa cena com as crianças. Ou seja, aprendi trabalhando na TV a ser uma escritora com mais recursos. É uma troca.

 

As Viúvas foi escrito para a TV na década de 1980. Agora, a série se transformou em livro e filme. Como foi revisitar essa história? E o que podemos esperar do filme?

Assim como o livro, o filme do Steve McQueen também é um thriller. A força do filme está nas mulheres, mas ele conseguiu adicionar um tom político e racial para a história. Claro, o filme também é mais violento. Mas, no final, ele respeitou a trama e as mulheres têm destaque. No filme, torcemos para que o crime seja perfeito. Já o livro oferece um melhor entendimento do psicológico de cada mulher, até onde elas se arriscam para alcançar um objetivo. Espero ganhar uma nova leva de fãs, pois a série foi lançada há muito tempo.

 

O sucesso de As Viúvas tem muito a ver com o fato de o crime ser cometido por mulheres, não por homens. Como você chegou a essa ideia?

Li uma matéria pequena em um jornal local que me deixou perturbada por dias. Tratava-se de uma viúva que acumulou muitas dívidas do marido. Para pagar as contas, ela tentou roubar uma agência dos correios. Imagino a pressão que essa mulher sentiu para ter se colocado nessa posição. Ela não era uma criminosa com passagem pela polícia, mas uma mulher comum; poderia ser minha vizinha. Foi a partir disso que surgiu a ideia para As Viúvas.

 

Vingança é um dos assuntos-chave de As Viúvas. Seria esse um tema atemporal?

Vingança é algo bastante pessoal. Não importa o quão evoluído você seja, uma hora ou outra você vai se sentir vingativo. Em As Viúvas, temos essa protagonista obcecada pelo marido. Ela ficou ao lado dele, mesmo nos momentos mais difíceis, por vinte anos. Ao contrário das outras personagens, a protagonista tem dinheiro suficiente para viver tranquilamente. Ou seja, ela se arrisca não pelo dinheiro, mas para mostrar que é capaz de fazer um trabalho tão bom ou melhor do que o do marido. Não sei como vocês falam no Brasil, mas aqui tem um velho ditado: “Mulheres são perigosas quando colocam uma ideia na cabeça.”

testeEstá aberta a votação dos melhores livros do ano, segundo o Goodreads

O Goodreads é uma plataforma digital de catálogo que, todos os anos, realiza uma votação entre usuários para premiar os melhores livros lançados nos últimos doze meses. Ao longo de novembro, os leitores poderão votar nos seus livros favoritos nas 21 categorias disponíveis. Já começaram as semifinais, e a Intrínseca tem vários livros na disputa!

Confira os indicados ao Goodreads Choice Awards:

Na categoria Melhor Ficção, tem Ainda sou eu, a conclusão da trilogia Como eu era antes de você, de Jojo Moyes, e Nine perfect strangers, o novo livro de Liane Moriarty, autora de Pequenas grandes mentiras.

Em Melhor Livro Jovem Adulto, tem o recém-contratado Emergency Contact e dose dupla de Becky Albertalli, com Leah fora de sintonia e a grande novidade What if it’s us! Escrito por Albertalli em parceria com Adam Silvera, o livro, ainda sem título em português, será lançado no Brasil em 2019. Ele narra a história de Ben, um menino que, depois de um término difícil, vai ao correio para enviar os pertences do ex-namorado e acaba conhecendo Arthur, que está de férias na cidade. O que poderá sair desse encontro? Os dois terão que se arriscar para descobrir.

Em Ciência & Tecnologia, estão concorrendo Breves respostas para grandes questões, o presente final de Stephen Hawking para a humanidade, e Como mudar sua mente, de Michael Pollan.

Em Infantojuvenil, tem Labirinto de fogo, terceiro livro da série As provações de Apolo, de Rick Riordan, e, na categoria Livro Ilustrado, o fofíssimo Love, a ser publicado.

O homem de giz, de C. J. Tudor, concorre em duas categorias: Mistério & Thrillers e Autor Estreante.

Mais escuro, o segundo livro da trilogia Pelos olhos de Christian, está concorrendo em Romance, e A forma da água, em Fantasia. As obras ainda não publicadas Where the crawdads sing, de Delia Owens, e We sold our souls, de Grady Hendrix, estão concorrendo respectivamente em Romance Histórico e Terror, e o segundo volume de Black Hammer, O evento, em Graphic Novels & Quadrinhos.

Na categoria Best of the Best, que reúne os livros mais votados das últimas edições da premiação, estão concorrendo alguns dos nossos livros favoritos: A culpa é das estrelas, de John Green; Pequenos incêndios por toda parte, de Celeste Ng; O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman; Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr; e Garota exemplar, de Gillian Flynn.

A votação vai até o dia 26 de novembro, e os vencedores serão anunciados no dia 4 de dezembro. Não esqueça de votar e escolher os seus favoritos!

testeAs viúvas: Livro que inspirou filme com Viola Davis

Em novembro chega aos cinemas um dos filmes mais aguardados do ano: As Viúvas. Inspirada na obra de Lynda La Plante, a adaptação conta com um elenco de peso, como Viola Davis, no papel principal, Liam Neeson, Colin Farrell e Michelle Rodriguez. E você pode conhecer essa história antes: o livro As viúvas, que deu origem ao filme, chega às prateleiras dia 29 de outubro.

A trama se desenrola após três homens morrerem na tentativa de realizar um grande assalto. Quando uma das viúvas encontra os planos do crime, decide se unir às outras para concluir o roubo que os maridos começaram. Enquanto policiais e criminosos as perseguem, elas descobrem que é necessária mais uma pessoa para o assalto – e não é possível confiar em nenhum homem para esse trabalho.

Assista ao trailer:

O filme vai abrir a vigésima edição do Festival do Rio de Cinema, que acontece no dia 1 de novembro no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro. As Viúvas chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 29 de novembro.

Um thriller emocionante, com personagens femininas fortes e complexas, As viúvas é baseado em uma série britânica dos anos 1980 e um dos programas favoritos do diretor vencedor do Oscar Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que decidiu fazer uma releitura para os cinemas. O roteiro ficou a cargo de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Sharp Objects: Objetos cortantes. Para além de As viúvas, Lynda La Plante é uma das mulheres mais poderosas da TV inglesa, considerada a rainha dos dramas criminais.

testeLivro que inspirou filme com Viola Davis chega às livrarias em outubro

Em novembro chega aos cinemas brasileiros o filme baseado em As viúvas, obra de Lynda La Plante.

Três homens morrem na tentativa de realizar um grande assalto. Quando as viúvas encontram uma caixa com dinheiro e os planos do crime, decidem se unir e concluir o roubo que seus maridos começaram. Enquanto policiais e criminosos as perseguem, querendo incriminar seus maridos, as viúvas descobrem que são necessárias quatro pessoas para o assalto. Alguém talvez alguém tenha sobrevivido ao acidente. Mas será que essa pessoa sabe do plano?

 

O filme é dirigido pelo vencedor do Oscar Steve McQueen (12 Anos de Escravidão) e protagonizado pela também vencedora do Oscar Viola Davis, com participação de Liam Neeson e Colin Farrell, e roteiro de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Sharp Objects: Objetos cortantes. Autora de As viúvas, Lynda La Plante é uma das mulheres mais poderosas da TV inglesa, considerada a rainha dos dramas criminais. O livro, ainda sem capa definida, chega às livrarias brasileiras em outubro.

 

Assista ao trailer:

 

teste3 motivos para assistir a Sharp Objects

Sharp Objects já está no ar, mas talvez você ainda esteja na dúvida se deve assistir à nova produção da HBO. Pode ser que você já tenha lido o livro que deu origem à série, saiba da história por alto ou quem sabe já tenha até mesmo recebido a indicação de algum amigo para assistir e, mesmo assim, não se convenceu de que valia a pena. Para fazer você mudar de ideia, criamos uma lista com curiosidades do elenco e da equipe para provar que a minissérie é imperdível.

 

 1. A atuação de Amy Adams


Se Camille Preaker, a personagem principal, é uma jornalista tentando manter seu emprego em um mercado selvagem, Amy Adams já está com sua carreira mais do que garantida. Apesar de Sharp Objects ser sua primeira série de TV como protagonista, a atriz já foi indicada a 5 Oscar e 7 Globo de Ouro. Além disso, ela esteve em 4 produções indicadas ao Oscar de Melhor Filme e atuou ao lado de 14 indicados ao prêmio de Melhor Ator.

Quando perguntada sobre o motivo que a levou a interpretar Camille, personagem completamente diferente de seus papéis anteriores, a atriz respondeu que estava ávida por um novo desafio.

Além disso, ela ainda é aprendiz de tricô de Meryl Streep.

 

 2. A direção de Jean-Marc Vallée


O diretor canadense ficou conhecido em Hollywood por ser o responsável por grandes atuações nos filmes que dirigiu. A primeira vez que chamou a atenção dos críticos foi com a atuação de Emily Blunt em A Jovem Rainha Vitória. Ele consolidou sua fama alguns anos depois, ao dirigir Clube de Compras Dallas, quando Matthew McConaughey e Jared Leto ganharam o Oscar por suas atuações. No ano seguinte, trabalhou em Livre com Reese Witherspoon e Laura Dern e, mais uma vez, a dupla de protagonistas foi indicada a Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante.

Também foi o responsável por Big Little Lies, série da HBO inspirada no livro de Liane Moriarty que conquistou 4 Globo de Ouro e lhe rendeu um Emmy de Melhor Diretor.

Em 2014, Jean-Marc havia sido escolhido para dirigir o filme da biografia de Janis Joplin e que teve a própria Amy Adams cogitada como protagonista. No entanto, a produção acabou sendo cancelada por problemas jurídicos.

 

3. A chance de conhecer o primeiro romance de Gillian Flynn


A autora de Objetos cortantes, livro que inspirou a série, foi crítica da revista Entertainment Weekly e perdeu o emprego durante a recessão do mercado americano em 2009. Logo depois, escreveu Garota exemplar, que ganhou uma adaptação cinematográfica estrelada por Ben Affleck e Rosamund Pike, indicado a Melhor Roteiro no Globo de Ouro. Garota exemplar, inclusive, foi o primeiro livro a tirar Cinquenta tons de cinza da lista de mais vendidos do The New York Times em 2012.

A autora afirma que já se cansou de personagens femininas heroicas e determinadas e que sente falta de boas e potentes vilãs: “Lados obscuros são importantes. Eles devem ser cultivados como repugnantes orquídeas negras.”

O filme favorito de Gillian Flynn aos 7 anos era Psicose, de Alfred Hitchcock, e ela jura que consegue imitar o sorriso de Norman Bates até hoje.

testeSorteio Instagram – Kit Gillian Flynn [Encerrado]

Vamos sortear 3 kits com livros de Gillian Flynn, a autora Sharp objects: Objetos cortantes. Cada kit contém um exemplar de Sharp objects: objetos cortantes e outro livro de Gillian Flynn da sua escolha!

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