testeDe Game of Thrones a Shrek: os sucessos que se inspiraram em “A princesa prometida”

Mesmo que já tenha passado despercebido, você com certeza já viu referências de A princesa prometida em algum lugar.  A obra de William Goldman é um marco dentro da cultura pop, inspirando produtores e roteiristas de todos os gêneros até hoje. O filme homônimo se tornou um grande clássico dos anos 80, com personagens marcantes e bordões inesquecíveis.

Pensando nisso, separamos uma lista de séries e filmes que possuem referências desta grande obra:

 

  1. How I Met Your Mother

O episódio Last Time In New York (9×03) é recheado de referências ao nosso queridinho. Marshall e Ted refazem o grande duelo de esgrima de Inigo Montoya, enquanto repetem a clássica frase: “Olá, meu nome é Inigo Montoya. Você matou o meu pai. Prepare-se para morrer.” Além dos dois, Robin e Lily também refazem a mesma cena juntas na sala de Ted.

 

  1. The Big Bang Theory

Outra série que usou a famosa frase de Inigo Montoya foi The Big Bang Theory. No episódio A Implementação Transpiração (9×05), durante o duelo de esgrima entre Howard e Raj, os dois também repetem o bordão de Inigo Montoya. Além disso, no 16º episódio da décima temporada, Raj diz que A Princesa Prometida é o seu filme favorito.

 

  1. Supernatural

Supernatural é outra série que aparentemente ama A princesa prometida. No episódio Reichenbach (10×02), adivinha o que o personagem Dean fala? Sim, o grito de guerra do nosso hispânico ressentido. Já no episódio Livro dos Condenados (10×18), o Infame Pirata Roberts é mencionado.

 

  1. Game Of Thrones


Em Game Of Thrones, o duelo entre Montanha e Víbora Vermelha é uma referência à fantástica luta final de Inigo Montoya. Víbora Vermelha também é motivado pela vingança e repete o tempo todo que Montanha matou sua irmã e seus filhos.

 

  1. Shrek 2

As similaridades entre as obras já começam em seus enredos: as duas são paródias aos contos de fadas tradicionais e fazem isso com muito bom humor, sendo Shrek o nosso garoto da fazenda e Fiona a belíssima Buttercup.

 No segundo filme da série Shrek, o Burro e o Gato de Botas vão ao castelo resgatar a princesa Fiona, assim como fizeram Westley, Fezzik e Inigo Montoya para salvar Buttercup. Com um sotaque espanhol carregado, o Gato de Botas diz: “É hora de pagar a minha dívida!”, se virando para os guardas do castelo. Essa cena é idêntica à de A Princesa Prometida, e quem disse essa frase primeiro foi Inigo Montoya.

 

 

  1. Gilmore Girls

No 19ª episódio da segunda temporada, Jess diz o famoso “Como quiser” para Rory, em referência à fala de Westley para Buttercup.

  1. Gossip Girl


Em sua quarta temporada, Cyrus se refere diversas vezes à Blair Waldorf como “a princesa prometida”, durante seu noivado e casamento com o príncipe.

 

  1. Parks and Recreation

E essa cena de Parks and Recreation? Os personagens Leslie e Ben se fantasiaram de Buttercup e Westley no Halloween no 7º episódio da sexta temporada.

 

  1. This is Us

Em seu aniversário, Kevin pediu que o tema de sua festa fosse “A princesa prometida”.

 

  1. Suits

No primeiro episódio da quarta temporada, Harvey diz para Mike outra famosa frase de Inigo Montoya: “Acho que não significa o que você pensa” e, como resposta, Mike fala o grande bordão de Vizzini: “Inconcebível!”

 

  1. The Vampire Diaries

No 12º episódio da quarta temporada de The Vampire Diaries, Stefan Salvatore diz para Rebekah: “Westley mata ratos gigantes por amor”, em referência à cena de Westley e os roedores de tamanho descomunal do pântano de fogo, que embora apareça no filme, é muito mais detalhada e emocionante no livro.

 

Vocês conhecem mais alguma referência? Contem pra gente!

teste14 coisas que você precisa saber antes de começar a ler A Roda do Tempo

Por Flora Pinheiro e Rayssa Galvão*

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Os livros de Robert Jordan compõem uma das maiores séries de fantasia de todos os tempos, literalmente: são 14 volumes que narram uma jornada cheia de reviravoltas, em que heróis e anti-heróis enfrentam um grande desafio — parar de brigar entre si e se unir para salvar o mundo. Aqui estão 14 coisas que você precisa saber antes de começar a leitura:

 

1) George Martin é fã

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Martin fez várias homenagens a Jordan em seus livros. A mais conhecida é a Casa Jordayne, cujo brasão é uma pena de escrever em um fundo verde. O nome de seu lorde é Trebor, ou seja, “Robert” ao contrário.

 

2) Está entre as dez séries de fantasia mais populares de todos os tempos

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A Roda do Tempo vendeu mais de 80 milhões de exemplares ao redor do mundo. Apesar de ser considerado “o Tolkien americano”, Jordan criou seu próprio universo, sem reaproveitar elfos, anões e dragões, além de não se limitar a influências da mitologia europeia. Se tiver receio de encarar uma série tão longa, lembre-se: não é à toa que Jordan é referência em literatura fantástica.

 

3) Foge do eurocentrismo

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É verdade que a série tem muitos elementos que lembram a Idade Média europeia, inclusive cavaleiros, inquisição religiosa e outras analogias, mas dá para notar a influência de muitas outras culturas e religiões. Diversas palavras e nomes foram tirados da cultura árabe e da religião hebraica — como um dos nomes do vilão principal, Shai’tan —, e o próprio conceito de tempo cíclico, a tal roda do tempo, vem do hinduísmo.

4) Não é só descrição de paisagem

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Nós amamos fantasia, mas quem nunca suspirou de exaustão diante de um longo parágrafo descrevendo toda a flora de um continente imaginário que atire a primeira pedra. Para nossa sorte, Jordan traz personagens interessantes que quebram a monotonia das descrições. Um queridinho dos fãs é Mat, que prefere se manter longe dos conflitos. Durante um discurso dramático, com um de seus amigos tentando mergulhar de cabeça em uma situação perigosa, Mat aparece ao fundo com dois cavalos, gesticulando, desesperado, para que o amigo monte no animal e fuja com ele.

 

5) Lugar de mulher é… no livro de fantasia

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Jordan não limita as personagens femininas a papéis secundários e donzelas indefesas. Apesar de o primeiro livro ter sido lançado há 26 anos, não faltam mulheres fortes. Um dos reinos, por exemplo, é governado exclusivamente por rainhas, e há também uma sociedade de mulheres guerreiras.

 

6) Não é só mais uma fantasia medieval

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Sim, A Roda do Tempo tem aspectos parecidos com a série de TV Game of Thrones e a trilogia O Senhor dos Anéis. Mas também possui inúmeras diferenças marcantes. Uma delas é que o universo não corresponde à Idade Média. Segundo Jordan, é como se a história se passasse no fim do século XVII, mas a pólvora jamais tivesse sido inventada.

 

7) É uma distopia

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Como a história se passa num mundo aparentemente medieval, é fácil pensar que se refere ao passado, mas os acontecimentos de A Roda do Tempo na verdade se passam no futuro! O tempo da roda se divide em 7 Eras, que passam em ciclos. Nossa Era já passou, e tudo o que resta dela são resquícios e ruínas. Ao longo dos livros, é possível encontrar várias dicas de “objetos mitológicos”, de lâmpadas a usinas nucleares. Dá até para brincar de caçar referências!

 

8) É muito mais que uma história

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Como todo bom gênio da fantasia, Jordan criou mais do que uma história: ele construiu um mundo. As complexidades são tantas e seu universo é tão bem-feito que existe até um sistema de RPG baseado na série. Os povos são muito diversos, e você vai se divertir aprendendo as particularidades de cada um ao longo dos livros.

 

9) Apesar da fantasia, nem tudo tem solução mágica

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Jordan não quis criar saídas fáceis, e representou muito bem temas realistas e polêmicos, como a loucura, a escravidão e o preconceito. A falta de comunicação e a demora em enviar mensagens nesse mundo praticamente medieval afetam a política, as guerras e o humor das pessoas ao redor.

 

10) A magia não funciona da forma que estamos acostumados

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Uma das coisas mais legais da série é o uso do Poder Único: a força que alimenta a magia nos livros. Existem diferenças no uso para homens e mulheres (e o uso por homens é considerado tabu). Além disso, o mecanismo é mais complexo que simplesmente decorar feitiços: as Aes Sedai aprendem a “tecer” fios de elementos do Poder Único de forma a criar uma trama que traga os resultados desejados.

 

11) As intrigas políticas vão ganhando destaque

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Com o passar dos livros, o universo da obra se amplia e as maquinações aumentam. O Jogo das Casas, porém, nem sempre tem um final sangrento. Enquanto a política do mundo real nos faz chorar, a do universo de Jordan muitas vezes é motivo de riso, com críticas veladas muito bem-humoradas.

 

12) Você vai passar a entender um monte de referências espalhadas por aí

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A série é tão querida pelos amantes de fantasia que George Martin não é o único a incluir referências em sua obra. Isso acontece em vários jogos, como o primeiro da série Dragon Ages, e a Blizzard já incluiu referências em World of Warcraft e Diablo. Além disso, algumas bandas já fizeram músicas em homenagem à série. A mais famosa é do Blind Guardian:

13) Nem todos os livros foram escritos por Robert Jordan

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Após a morte de Jordan, Brandon Sanderson assumiu a série. Com a ajuda da viúva de Jordan, Harriet Ridgney, que trabalhava como editora do marido, Sanderson escreveu três livros a partir das anotações do autor. Sanderson já era fã convicto da série e afirma que cresceu lendo e relendo os livros lançados até então. Ele é mais conhecido pela série Mistborn, mas não decepcionou os fãs de A Roda do Tempo.

 

14) Vai ter série!

Harriet Ridgney, viúva de Jordan, anunciou este ano que os direitos de adaptação de A Roda do Tempo foram vendidos e a obra será transformada em uma série de TV. Para quem acha que “o livro é melhor porque tem mais detalhes”, a hora de começar a ler é agora. Afinal, A Roda do Tempo gira, e as Eras vêm e vão, mas a internet continua cheia de spoilers.

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Flora e Rayssa se conheceram através do amor mútuo por livros de fantasia. Para editar a série A Roda do Tempo, as duas abriram mão do contato com amigos e família. Elas trocam GIFs quando sentem falta de conviver em sociedade.

teste10 livros para o Dia das Mães

Confira nossas sugestões de presentes:

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Como eu era antes de você, de Jojo Moyes Lou Clark, uma jovem cheia de vida e espontaneidade, perde o emprego e é obrigada a repensar toda sua vida. Will Traynor sabe que o acidente com a motocicleta tirou dele a vontade de viver. O que Will não sabe é que a chegada de Lou vai trazer de volta a cor à sua vida. E nenhum deles desconfia de que esse encontro irá mudar para sempre a história dos dois.

Depois de emocionar milhares de leitores no mundo todo, o irresistível romance de Jojo Moyes chega aos cinemas em 16 de junho com roteiro adaptado pela própria autora e estrelado por Emilia Clarke (Game of Thrones) e Sam Claflin (Jogos Vorazes). [Leia +] 

Leia também:  Assista ao trailer e confira a trilha sonora do filme
Conheça a nova capa do livro inspirada no cartaz do filme

Alucinadamente feliz: Um livro engraçado sobre coisas horríveis, de Jenny Lawson  Longe de ser uma pessoa comum, Jenny Lawson se considera uma colecionadora de transtornos mentais: depressão altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.

Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e resolve revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para se levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade. [Leia +]

Toda luz que não podemos ver, de Anthony Doerr —  Marie-Laure, cega aos seis anos, vive em Paris com o pai, chaveiro responsável pelas fechaduras do Museu de História Natural. Na Alemanha, o curioso órfão Werner se encanta pelo rádio.

Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. [Leia +]

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Eu sou o Peregrino, de Terry Hayes  Uma mulher é brutalmente assassinada em um hotel decadente de Manhattan, seus traços dissolvidos em ácido. Um pai é decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita. Na Síria, um especialista em biotecnologia tem os olhos arrancados ainda vivo. Restos humanos ardem em brasas na cordilheira Hindu Kush, no Afeganistão. Uma conspiração perfeita, arquitetada para cometer um crime terrível contra a humanidade, e apenas uma pessoa é capaz de descobrir o ponto exato em que todas essas histórias se cruzam.

Romance de estreia do renomado roteirista britânico Terry Hayes (Mad Max 2 e Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão), Eu sou o Peregrino é uma narrativa ágil, com ritmo alucinante, cujos personagens são construídos de forma primorosa em toda a sua complexidade psicológica. Uma jornada épica e imprevisível contra um inimigo implacável. [Leia +]

É isso que eu faço: Uma vida de amor e guerra, de Lynsey Addario — Após os atentados de 11 de Setembro, a fotojornalista Lynsey Addario foi chamada para cobrir a invasão americana ao Afeganistão. Nesse momento, ela fez uma escolha que se repetiria muitas vezes depois: abrir mão do conforto e da previsibilidade a fim de correr o mundo confrontando com sua câmera as mais duras verdades.

As imagens captadas pelas lentes de Lynsey parecem buscar sempre um propósito maior. No livro, ela retrata os afegãos antes e depois do regime talibã, os cidadãos vitimados pela guerra e os insurgentes no Iraque, expõe a cultura de violência contra a mulher no Congo e narra a ocasião do próprio sequestro, orquestrado pelas forças pró-Kadafi durante a guerra civil na Líbia. [Leia +]

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O amor segundo Buenos Aires, de Fernando Scheller Com largas avenidas, cafés em estilo europeu e bairros charmosamente decadentes, Buenos Aires é o lugar perfeito para histórias de amor inesquecíveis. A capital argentina é cenário e, ao mesmo tempo, personagem do primeiro romance de Fernando Scheller, repórter do jornal O Estado de S. Paulo.

É por amor que Hugo deixa o Brasil rumo à capital argentina. Embora o relacionamento com Leonor não sobreviva, seu fascínio pela cidade resiste à dor da separação e à descoberta de que sofre de uma grave doença. Hugo cria laços com o arquiteto Eduardo e com a comissária de bordo Carolina, que evidenciam o poder regenerador das amizades verdadeiras. Ele se reaproxima de seu pai, Pedro, que troca a rotina de um casamento desgastado por uma vida em que é possível encontrar profundos afetos. [Leia +] Leia também: Colunas de Fernando Scheller publicadas no blog

Uma pergunta por diaTodos os dias criamos uma imensa quantidade de registros em celulares, redes sociais e aplicativos. No entanto, quase nunca temos o hábito de retornar a eles. Às vezes podem parecer só besteiras, mas quantos desses relatos não mostrariam nosso crescimento e nossas mudanças em todos esses anos?

Uma pergunta por dia convida a registrar suas respostas a uma variedade de questões, das mais simples às mais complicadas, como “Para onde você quer fazer sua próxima viagem?” ou “Escreva a primeira linha da sua autobiografia”. Em cada página há espaço para cinco respostas, uma por ano, ao longo de cinco anos. Com o passar do tempo, quando voltar a um dia já anotado, o dono do diário encontrará seus pensamentos anteriores, num exercício divertido e construtivo de recordar e refletir. [Leia +]

Operação Impensável, de Vanessa Barbara — Neste romance, vencedor do Prêmio Paraná de Literatura em 2014, Vanessa Barbara acompanha os cinco anos de relacionamento entre Lia e o programador Tito, um amor pontuado por e-mails espirituosos, vocabulário próprio, muitas sessões de cinema e longas e disputadas partidas de jogos de tabuleiro. Com toques de humor ácido, ela desvenda a lenta desintegração de um casamento. O afeto e a cumplicidade dão lugar à desconfiança, a um clima de tensão e de ameaças implícitas. Como na Guerra Fria, objeto de pesquisa da dissertação de mestrado de Lia, não há um confronto bélico declarado, embora algo sempre pareça prestes a explodir. [Leia +] Leia também: Colunas de Vanessa Barbara publicadas no blog

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A sexta extinção, de Elizabeth Kolbert — Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco extinções em massa. Hoje, a sexta extinção vem sendo monitorada, e a causa não é um asteroide ou algo similar, e sim a própria raça humana. Vencedor do Prêmio Pulitzer de Não Ficção de 2015, A sexta extinção explica de que maneira o ser humano tem alterado a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie fez até hoje. Para isso, Kolbert apresenta trabalhos de dezenas de cientistas em diversas áreas e viaja aos lugares mais remotos em busca de respostas. [Leia +]

Miniaturista, de Jessie Burton — Após um casamento arranjado com um ilustre comerciante de Amsterdã, Nella Oortman recebe um extraordinário presente: uma réplica de sua nova casa em miniatura, capaz de ajudá-la a desvendar os segredos — e perigos — da família. Eleito o melhor livro de 2014 pelo Observer e traduzido para 32 idiomas, Miniaturista é uma magnífica história de amor e obsessão, traição e vingança, aparência e verdade. [Leia +]

testeDivulgado trailer de Como eu era antes de você [ATUALIZADO!]

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Os leitores apaixonados por Como eu era antes de você já podem comemorar! A espera por novidades sobre a adaptação está chegando ao fim. O primeiro trailer e o pôster oficial do filme — que estreia nos cinemas em junho — foram divulgados pela autora Jojo Moyes.

[Atualizado] Confira o trailer estendido de Como eu era antes de você, com introdução dos atores Sam Claflin e Emilia Clarke!

Como eu era antes de você conta a história de Louisa Clark, uma jovem do interior sem muitas ambições que, quando vê a cafeteria em que trabalha fechar as portas, é obrigada a se tornar cuidadora de um tetraplégico.

Emilia Clarke, conhecida por interpretar Daenerys, da série Game of Thrones, dará vida à personagem Lou. A atriz conta que devorou o livro nos intervalos de gravação de Exterminador do futuro: Gênesis e que desejava muito ser escalada para o elenco.

A adaptação terá ainda Sam Claflin, de Jogos vorazes, Matthew Lewis, de Harry Potter, Charles Dance, de Game of Thrones, e Jenna Coleman, de Doctor Who. Ansiosos?

Depois de você, continuação de Como eu era antes de você, chega às livrarias em 15 de fevereiro.

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testeBastidores do filme Como eu era antes de você

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Emilia Clarke dará vida à personagem Lou na adaptação de Como eu era antes de você para os cinemas. Conhecida por interpretar Daenerys, da série Game of Thrones, a atriz conquistou a simpatia de Jojo Moyes, autora do romance que inspirou o filme, desde o primeiro momento.

Recentemente, Jojo, que trabalhou no roteiro do filme, declarou que Emilia é a pessoa ideal para o papel. A autora acredita que a estrela tem entusiasmo e carisma na medida certa.

A adaptação estreia nos cinemas em junho de 2016. Sam Claflin, de Jogos vorazes, Matthew Lewis, de Harry Potter, Charles Dance e Jenna Coleman também foram escalados para o longa.

Além do elenco de peso, o filme está sendo produzido por Michael H. Weber e Scott Neustadter, de A culpa é das estrelas e (500) dias com ela.

Como eu era antes de você conta a história de Louisa Clark, uma jovem do interior sem muitas ambições que, quando vê a cafeteria em que trabalha fechar as portas, é obrigada a se tornar cuidadora de um tetraplégico. A continuação do livro está prevista para ser lançada no primeiro trimestre de 2016.

link-externoLeia um trecho do livro

Enquanto aguardamos o lançamento nos cinemas, confira as fotos das gravações do filme.