testeO cronista de Wall Street

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“Wall Street consegue se iludir porque é paga para se iludir”, disse o jornalista e escritor Michael Lewis. O comentário parte de alguém familiarizado com o mercado financeiro: o autor de Flash boys – revolta em Wall Street trabalhou em um banco quando jovem e escreveu muitos livros sobre economia americana. Em seu livro mais recente, publicado pela Intrínseca, Lewis narra como operadores de alta frequência se utilizam de tecnologia para obter vantagens nas bolsas de valores e como um grupo de executivos decidiram combater essas distorções.

Formado em história da arte e com mestrado em Economia, Lewis publicou seu primeiro livro em 1989, contando suas experiências de quando trabalhou em um banco de investimentos de Wall Street e presenciou grandes fortunas surgirem ou ruírem em horas. A partir de então, seguiu carreira como jornalista econômico, escrevendo para publicações como Bloomberg News Vanity Fair, The New York Times Magazine e Foreign Affairs.

Não é apenas em Wall Street que Lewis mantém seu foco de interesse. Seu livro que conta a história Michael Oher, um jovem sem-teto que se torna estrela de futebol americano universitário quando é adotado, foi adaptado para os cinemas como Um Sonho Possível e rendeu a Sandra Bullock o Oscar de melhor atriz. Em 2009 publicou Home Game sobre os desafios de ser pai de três meninas e, em Treinador, narra as lições de vida que seu treinador de beisebol lhe ensinou na infância.

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Em Flash Boys, Lewis volta a Wall Street e narra a trajetória de Brad Katsuyama, que enquanto trabalhava em um banco desvendou um complexo esquema de manipulação do mercado financeiro. Brad percebeu que, ao tentar adquirir ações, o preço delas aumentava no segundo em que ele clicava no botão para enviar a ordem de compra para diferentes bolsas de valores. Investigando, ele descobriu que corretores intermediários compravam as ações da mesma empresa para revendê-las a um preço mais elevado para quem manifestou o interesse original. Era como se o que Brad via na tela de seu computador fosse uma ilusão, pois os valores ali mostrados se alteravam em um ínfimo espaço de tempo. O canadense radicado em Nova York iniciou, então, ao lado de outros especialistas, uma cruzada contra o caráter predatório desse tipo de operação.

Flash boys será adaptado para os cinemas, produzido por Scott Rubin, produzido por Scott Rudin, produtor de A Rede Social e Onde Os Fracos Não Têm Vez. A Intrínseca também publicará Moneyball, em que o autor investiga o sucesso de Billy Beane e do time de beisebol Oakland Athletics.

testeLANÇAMENTOS DA BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2014

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Em sua quarta participação na Bienal Internacional do Livro de São Paulo a Intrínseca publicará sete livros inéditos, entre eles Flash Boys, do jornalista norte-americano Michael Lewis; além da reedição de sucessos como a série infantojuvenil Percy Jackson e os Olimpianos e o livro interativo Destrua este diário com novas capas.

Os autores nacionais também marcarão presença: além do lançamento de Pó de lua, de Clarice Freire, também haverá sessões de autógrafos com Isabela Freitas; autora de Não se apega, não, com Pedro Gabriel, autor de Eu me chamo Antônio, e com a vencedora do Jabuti Míriam Leitão, que autografa Tempos extremos, sua estreia na ficção.

 Confira os lançamentos:

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Pó de lua, de Clarice Freire

Em 2011, discretamente, a publicitária Clarice Freire criou no Facebook uma página para reunir seus escritos e desenhos.  Batizou-a como Pó de Lua,  sua receita infalível “para diminuir a gravidade das coisas”. Desde então, ela vem conquistando uma legião de fãs fiéis e engajados, que se encantaram com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenhos e até fragmentos de palavras. Da internet para as páginas de um livro, foi mais um salto para a jovem autora recifense, de apenas 26 anos. Ela surpreende seus admiradores com uma proposta diferente. Pó de Lua, o livro, tem o formato de um dos cadernos moleskine em que Clarice exercita sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua – minguante, nova, crescente e cheia –, ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, repleta de belas ilustrações.

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Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan ― novas capas

Os cinco livros da série são relançados em edição limitada e com design exclusivo: as cinco lombadas dos livros compõem, juntas, uma ilustração especial de John Rocco. Em O ladrão de raios, Percy Jackson, o menino que aos doze anos descobre que é um semideus, filho de Poseidon, precisa impedir uma guerra entre os deuses que destruiria a civilização ocidental; em O Mar de Monstros, ele e os amigos se envolvem em uma perigosa aventura para defender o acampamento dos semideuses; em A maldição do titã, Percy descobre que o Senhor dos Titãs despertou e está disposto a destruir a humanidade; em A batalha do Labirinto, o semideus vai combater o perigoso titã no temido Labirinto de Dédalo; e em O último olimpiano, Percy tem que lidar não só com o exército de Cronos, mas também com a chegada de seu décimo sexto aniversário — e, assim, com a profecia que determinará seu destino.

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Flash Boys  revolta em Wall Street, de Michael Lewis

Descontrolado e invisível, o mercado financeiro atual, concebido para beneficiar apenas algumas pessoas, segue uma única lei: a velocidade. Tudo pode mudar num piscar de olhos, e há corretores de alta frequência que venderiam a própria avó em troca de um microssegundo de vantagem. EmFlash Boys, Michael Lewis volta a Wall Street para revelar como um punhado de indivíduos excêntricos e brilhantes está determinado a expor a verdade ao público. Esta é a história surpreendente de como um pequeno grupo decidiu enfrentar todo o sistema e declarar guerra contra algumas das pessoas mais ricas e poderosas do mundo.

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Circuito de mentiras, de Juliet Macur

Juliet Macur, premiada repórter do New York Times, acompanhou durante quase dez anos a incrível trajetória de Lance Armstrong, o ciclista que em 2006 atingiu o recorde de maior vencedor do árduo Tour de France ao conquistar sete títulos consecutivos, mas transformou-se num dos maiores párias da história esportiva devido a denúncias de que ele sempre teria recorrido ao doping para competir. Macur foi uma das poucas pessoas a ter acesso ao ciclista: obteve a versão do próprio Armstrong e reuniu relatos de centenas de testemunhas para revelar a dimensão do escândalo que transformou o ciclismo mundial. Em Circuito de mentiras, ela revela em detalhes o sistema elaborado por Armstrong e imposto aos atletas de sua equipe. O resultado é uma trama rica e abrangente sobre a ascensão de um homem para a fama e sua surpreendente queda.

 Novas capas

Destrua este diário, de Keri Smith ― duas novas capas

 Um diário costuma servir para anotar ideias, memórias ou registros do cotidiano. Keri Smith, ilustradora e artista canadense, inventou um tipo diferente de diário, que exige do usuário uma interação mais lúdica e inusitada. Com a proposta de estimular a criatividade e questionar convenções sobre a forma como lidamos com os objetos, Destrua este diário nos convida a rasgar páginas, rabiscar, pintar fora das linhas, manchar e até mesmo levar o livro para o banho. Com o sucesso da primeira edição brasileira, Destrua este diário volta com duas novas capas, aumentando ainda mais as possibilidades destrutivas para o leitor.

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Termine este livro, de Keri Smith

Um livro de conteúdo profundamente misterioso foi abandonado em um parque. As páginas, soltas, foram embaralhadas pelo vento, e a capa, quase ilegível, exibia as palavras Manual de instruções. Keri Smith, autora de Destrua este diário, oferece ao leitor um novo desafio — decifrar o que há por trás dessa história e completar o conteúdo desconhecido da obra. E é claro que Smith não deixaria o leitor desamparado: a fim de realizar a missão, ele passará por um treinamento intensivo nas artes da espionagem e aprenderá a desvendar códigos secretos, reconhecer padrões ocultos no ambiente e usar a criatividade para dar a objetos comuns utilidades extraordinárias.

 
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A busca, de Daniel Yergin

Daniel Yergin demonstra que a questão energética é o motor de transformações políticas e econômicas globais da atualidade. A busca é um relato arrebatador sobre um problema que afeta o mundo contemporâneo: onde encontrar a energia de que tanto necessitamos? Neste livro, o autor aborda as formas de energia tradicionais sobre as quais nossa civilização se ergueu e as novas fontes que prometem substituí-las. Das ruas engarrafadas de Pequim ao litoral do mar Cáspio, dos conflitos no Oriente Médio até o Capitólio e o Vale do Silício, Yergin revela as decisões que estão moldando o futuro.

 


untitledUma constelação de fenômenos vitais
, de Anthony Marra

Em uma vila coberta de neve na Chechênia, Havaa, de 8 anos, observa seu pai ser levado no meio da noite por soldados russos que o acusam de colaborar com rebeldes chechenos. Do outro lado da rua, Akhmed, um amigo da família, vê a cena e teme pelo pior quando os soldados ateiam fogo à casa da menina. Ao encontrar Havaa escondida na floresta com uma estranha mala azul, Akhmed decide buscar refúgio num hospital abandonado onde a única médica remanescente, Sonja, trata os feridos — uma decisão que irá mudar a vida dos três para sempre. Ao retratar o poder transcendente do amor em meio à guerra, Anthony Marra constrói, em Uma constelação de fenômenos vitais, um romance profundo e marcante sobre amizade, perda e os laços inesperados que as pessoas são capazes de construir.

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A 25ª hora, de C. Virgil Gheorghiu

Escrito durante o cativeiro do autor — preso pelas tropas americanas no fim da Segunda Guerra Mundial —, A 25ª hora conta a história de Iohann Moritz, um camponês romeno que é equivocadamente denunciado como judeu por um gendarme que lhe cobiça a esposa. Moritz cai nas garras dos nazistas, iniciando um périplo por diversos campos de concentração da Europa. Ao fugir com outros detentos para a Hungria, país “onde a vida é menos dura para os judeus”, acaba detido como espião romeno e é torturado. Deportado para a Alemanha, na condição de “trabalhador húngaro voluntário”, é examinado por um médico nazista que o considera um espécime excepcional da linhagem ariana. Ambientado num cenário irrespirável, A 25 a hora revela-se uma condenação não só do nazismo, como de todo tipo de totalitarismo. Um romance emocionante, com reflexões atuais e necessárias.

 

 

testeO IDEALISTA DE WALL STREET

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“A responsabilidade do mercado, no nosso ponto de vista, é assegurar que, quando uma compra ocorre, suas condições sejam justas”, disse Brad Katsuyama em entrevista ao site Business Insider. Brad é presidente e CEO da Investors Exchange, uma bolsa de valores que elimina vantagens dos operadores de alta frequência sobre outros investidores, e sua trajetória, de bancário a fundador de empresa própria, é um dos pontos centrais de Flash boys, de Michael Lewis.

Enquanto trabalhava em um banco em Wall Street, Brad percebeu que, ao tentar adquirir ações, o preço delas aumentava no segundo em que ele clicava no botão para enviar a ordem de compra para diferentes bolsas de valores. Investigando, ele descobriu que corretores intermediários — chamados de operadores de alta frequência ― compravam as ações da mesma empresa para revendê-las a um preço mais elevado para quem manifestou o interesse original. Era como se o que Brad via na tela de seu computador fosse uma ilusão, pois os valores ali mostrados se alteravam em um ínfimo espaço de tempo.

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O canadense radicado em Nova York iniciou, então, uma cruzada contra o caráter predatório desse tipo de operação. Comandou um departamento de pesquisa no Royal Bank of Canada e descobriu que essa manipulação era tecnológica: a informação percorre cabos de fibra ótica, que chega às diferentes bolsas de valores em tempos diversos, e os operadores de alta frequência se aproveitavam dessa variação para elevar valores de ações a seu favor.  “Foi quando entendi que os mercados são manipulados”, Brad contou ao autor Michael Lewis.

No Natal de 2012, percebendo que ele não poderia mudar os hábitos de Wall Street sendo funcionário de um banco, Brad tomou a decisão de fundar sua própria bolsa de valores. Reuniu outros profissionais talentosos que dividiam sua opinião sobre o mercado financeiro para combater o sistema manipulado e garantir que as informações cheguem aos investidores ao mesmo tempo, determinado a evitar abusos aos quais as outras bolsas estão suscetíveis. Flash Boys é o relato de como um idealista se dedicou a revolucionar Wall Street.

testeESTANTE INTRÍNSECA – LANÇAMENTOS DE AGOSTO

Mosaico

 

 

Pó de lua, de Clarice Freire

Em 2011, discretamente, a publicitária Clarice Freire criou no Facebook uma página para reunir seus escritos e desenhos.  Batizou-a como Pó de Lua,  sua receita infalível “para diminuir a gravidade das coisas”. Desde então, ela vem conquistando uma legião de fãs fiéis e engajados, que se encantaram com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenhos e até fragmentos de palavras. Da internet para as páginas de um livro, foi mais um salto para a jovem autora recifense, de apenas 26 anos. Ela surpreende seus admiradores com uma proposta diferente. Pó de Lua, o livro, tem o formato de um dos cadernos moleskine em que Clarice exercita sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua – minguante, nova, crescente e cheia –, ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, repleta de belas ilustrações.


Flash Boys
revolta em Wall Street, de Michael Lewis

Descontrolado e invisível, o mercado financeiro atual, concebido para beneficiar apenas algumas pessoas, segue uma única lei: a velocidade. Tudo pode mudar num piscar de olhos, e há corretores de alta frequência que venderiam a própria avó em troca de um microssegundo de vantagem. Em Flash Boys, Michael Lewis volta a Wall Street para revelar como um punhado de indivíduos excêntricos e brilhantes está determinado a expor a verdade ao público. Esta é a história surpreendente de como um pequeno grupo decidiu enfrentar todo o sistema e declarar guerra contra algumas das pessoas mais ricas e poderosas do mundo.

Circuito de mentiras, de Juliet Macur

Juliet Macur, premiada repórter do New York Times, acompanhou durante quase dez anos a incrível trajetória de Lance Armstrong, o ciclista que em 2006 atingiu o recorde de maior vencedor do árduo Tour de France ao conquistar sete títulos consecutivos, mas transformou-se num dos maiores párias da história esportiva devido a denúncias de que ele sempre teria recorrido ao doping para competir. Macur foi uma das poucas pessoas a ter acesso ao ciclista: obteve a versão do próprio Armstrong e reuniu relatos de centenas de testemunhas para revelar a dimensão do escândalo que transformou o ciclismo mundial. Em Circuito de mentiras, ela revela em detalhes o sistema elaborado por Armstrong e imposto aos atletas de sua equipe. O resultado é uma trama rica e abrangente sobre a ascensão de um homem para a fama e sua surpreendente queda.

 Destrua este diário, de Keri Smith ― duas novas capas

 Um diário costuma servir para anotar ideias, memórias ou registros do cotidiano. Keri Smith, ilustradora e artista canadense, inventou um tipo diferente de diário, que exige do usuário uma interação mais lúdica e inusitada. Com a proposta de estimular a criatividade e questionar convenções sobre a forma como lidamos com os objetos, Destrua este diário nos convida a rasgar páginas, rabiscar, pintar fora das linhas, manchar e até mesmo levar o livro para o banho. Com o sucesso da primeira edição brasileira, Destrua este diário volta com duas novas capas, aumentando ainda mais as possibilidades destrutivas para o leitor.

Termine este livro, de Keri Smith

Um livro de conteúdo profundamente misterioso foi abandonado em um parque. As páginas, soltas, foram embaralhadas pelo vento, e a capa, quase ilegível, exibia as palavras Manual de instruções. Keri Smith, autora de Destrua este diário, oferece ao leitor um novo desafio — decifrar o que há por trás dessa história e completar o conteúdo desconhecido da obra. E é claro que Smith não deixaria o leitor desamparado: a fim de realizar a missão, ele passará por um treinamento intensivo nas artes da espionagem e aprenderá a desvendar códigos secretos, reconhecer padrões ocultos no ambiente e usar a criatividade para dar a objetos comuns utilidades extraordinárias.

A busca, de Daniel Yergin

Daniel Yergin demonstra que a questão energética é o motor de transformações políticas e econômicas globais da atualidade. A busca é um relato arrebatador sobre um problema que afeta o mundo contemporâneo: onde encontrar a energia de que tanto necessitamos? Neste livro, o autor aborda as formas de energia tradicionais sobre as quais nossa civilização se ergueu e as novas fontes que prometem substituí-las. Das ruas engarrafadas de Pequim ao litoral do mar Cáspio, dos conflitos no Oriente Médio até o Capitólio e o Vale do Silício, Yergin revela as decisões que estão moldando o futuro.

Uma constelação de fenômenos vitais, de Anthony Marra

Em uma vila coberta de neve na Chechênia, Havaa, de 8 anos, observa seu pai ser levado no meio da noite por soldados russos que o acusam de colaborar com rebeldes chechenos. Do outro lado da rua, Akhmed, um amigo da família, vê a cena e teme pelo pior quando os soldados ateiam fogo à casa da menina. Ao encontrar Havaa escondida na floresta com uma estranha mala azul, Akhmed decide buscar refúgio num hospital abandonado onde a única médica remanescente, Sonja, trata os feridos — uma decisão que irá mudar a vida dos três para sempre. Ao retratar o poder transcendente do amor em meio à guerra, Anthony Marra constrói, em Uma constelação de fenômenos vitais, um romance profundo e marcante sobre amizade, perda e os laços inesperados que as pessoas são capazes de construir.

A 25ª hora, de C. Virgil Gheorghiu

Escrito durante o cativeiro do autor — preso pelas tropas americanas no fim da Segunda Guerra Mundial —, A 25ª hora conta a história de Iohann Moritz, um camponês romeno que é equivocadamente denunciado como judeu por um gendarme que lhe cobiça a esposa. Moritz cai nas garras dos nazistas, iniciando um périplo por diversos campos de concentração da Europa. Ao fugir com outros detentos para a Hungria, país “onde a vida é menos dura para os judeus”, acaba detido como espião romeno e é torturado. Deportado para a Alemanha, na condição de “trabalhador húngaro voluntário”, é examinado por um médico nazista que o considera um espécime excepcional da linhagem ariana. Ambientado num cenário irrespirável, A 25 a hora revela-se uma condenação não só do nazismo, como de todo tipo de totalitarismo. Um romance emocionante, com reflexões atuais e necessárias.

Os legados do Número Cinco, de Pittacus Lore

Nesse lançamento exclusivo em e-book, a origem do Número Cinco é revelada. Antes de se aliar aos maiores inimigos dos lorienos, antes de se infiltrar na Garde, antes de cometer a traição final, Cinco estava escondido. Quando seu Cêpan morre, o garoto é forçado a lutar sozinho pela sobrevivência. Ansioso para finalmente experimentar a liberdade e conhecer o mundo, Cinco se envolve com o tipo errado de pessoas — os mogadorianos.