testeMomento nostalgia: livros e filmes que marcaram a infância da nossa equipe

 

Que belo momento, a infância! É difícil encontrar alguém que não tenha ótimas lembranças relacionadas a essa fase da vida. Com mais um 12 de outubro se aproximando, fomos tomados pela nostalgia e convidamos as pessoas da nossa equipe para compartilhar o livro ou o filme que marcou a vida delas quando eram pequenas (com fotos fofíssimas de brinde)! Confira:

 

(Marina – Marketing)

Um dos livros que mais marcaram a minha infância se chama O peixe arco-íris. O personagem principal é um peixinho que tem umas escamas holográficas lindas e eu sei que amava passar a mão nas ilustrações. O problema é que os outros peixinhos não enxergavam essa diferença como algo legal e achavam que ele era estranho demais. No final, spoiler alert, tudo termina bem e ele descobre que aquilo que o torna diferente é, na verdade, muito especial. Fico feliz que esse livro tenha sobrevivido à minha fase pré-adolescente conhecida como “Eu sou uma adulta e não preciso mais disso” na qual joguei muita coisa fora. No final das contas, a gente sempre precisa lembrar dessa lição.

 

(Luana – Editorial)

A minha mãe sempre leu muito, então lá em casa tinha muito livro – os dela e os nossos. Mas a fase de leitura que mais me marcou foi a das enciclopédias para crianças que ela comprava de um vendedor que batia de porta em porta. Eu adorava as que falavam sobre o reino animal e territórios específicos, como a Antártida. O negócio me envolveu tanto que, apesar de ter ido trabalhar com texto e livros, eu ainda curto muito biologia (quase gabaritei no vestibular) e gosto muito de fazer livros de não ficção. Em um Carnaval, a minha mãe fez fantasias de vampiro pra ela, pra mim e pro meu irmão, mas eu teimei que queria sair vestida de um animal. Fui de onça e minha prima ficou com a de vampira.

 

(Talitha – Aquisições)

Quando tinha 9 anos, entrei em uma escola nova e queria muito fazer amizade com uma menina da turma que parecia muito legal. Um dia, ouvi a conversa dela com um menino sobre um livro. Anotei e corri para pedir para a minha avó de Dia das Crianças. Li correndo, focada em prestar atenção para, no dia seguinte, puxar conversa com minha nova amiguinha (na minha cabeça, já éramos melhores amigas que leriam livros incríveis e discutiríamos durante o recreio). O livro era Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li em dois dias, e li mais um milhão de vezes depois. A amizade não vingou, mas ficou a gratidão por ela ter me apresentado a esse livro que mudou a minha vida. Harry Potter pautou muitos caminhos pelos quais minha vida seguiu, inclusive o profissional. Se não fosse por ele, não estaria aqui hoje.

 

(Viviana – Comercial/Marketing)

Em 1996, uma editora publicou Eloise, de Kay Thompson, a história de uma garotinha de 6 anos cheia de energia e que nunca deixava o tédio invadir sua vida. Anos depois, vieram os filmes Eloise no plaza e O Natal de Eloise, que marcaram minha Sessão da Tarde para sempre. Já adolescente, assistia ao filme e dizia: se eu tiver uma filha vai se chamar Eloise. Muitos anos depois, a minha Eloise nasceu.

 

(Joyce – Marketing)

Quando era criança, eu amava Pokémon. Lembro de assistir ao desenho todos os dias com o meu irmão enquanto almoçava e me preparava para ir à escola. Eu jogava Pokémon sempre que podia, colecionava as miniaturas que vinham dentro da pokebola da Caçulinha do Guaraná Antarctica e me sentia a própria Misty, torcendo para que um dia eu pudesse me tornar uma verdadeira mestre Pokémon – sonho que consegui realizar aos 20 anos, percorrendo a cidade jogando Pokémon GO.

 

(Sheila – Editorial)

Meu livro preferido quando eu era pequena era um bem fininho e simpático sobre uma formiga que se chamava Gertrudes. Não tenho esse livro há muito tempo e não lembro o título nem o autor. Era todo ilustrado, mostrando o interior do formigueiro, cheio de formiguinhas em fila, trabalhando. A história era sobre a tal Gertrudes, que não gostava do nome dela. Em algum momento, é claro, ela percebia que não deveria se preocupar com isso e começava até a achar legal o nome, porque era diferente. Não lembro se eu achava feio ou não o nome, mas eu tinha uma professora chamada Gerusa na época e ela era muito legal, e Gertrudes parece um pouco Gerusa, então acho que eu devia gostar de Gertrudes também.

 

(Naotto – Marketing)

Lembro até hoje quando pedi para minha mãe comprar um gibi do Chico Bento enquanto esperávamos a barca para Niterói. Eu devia ter 7 anos na época. Nunca entendi por que gostava do personagem já que eu detestava todas as viagens que fazia com meus pais para uma área rural, mas sabia, de alguma forma, que o Chico era muito rico. A vida daquela criança, uma criança que poderia ser eu, com um cenário completamente diferente e questões completamente diferentes das que eu vivia, me fascinava. Talvez tenha sido o Chico Bento que me ensinou a ler.

 

(Rebeca – Editorial)

Um dos meus livros favoritos quando eu era criança era O menino que espiava para dentro, de Ana Maria Machado. Esse livro me ensinou a nunca deixar de sonhar que outro mundo é possível. Desde então, o que mais gosto de fazer é transformar sonhos em ideias e ideias em realidade.

 

(Ana – Marketing)

Com pernas enormes para abraçar o mundo, com macaquinhos no sótão, o Menino Maluquinho sabia de tudo, só não sabia ficar quieto. Não me lembro quantas milhares de vezes pedi para minha mãe, para meu pai ou para qualquer adulto que passasse por mim para ler a história do garoto que se vestia de fantasma, de cientista, que alargava o tempo, que era capaz de criar o sol, o riso e a alegria só com lápis de colorir. Essa história me marcou tanto que foi com ela que aprendi a ler. Li, reli, pintei e rabisquei por anos aquele livrinho. Guardado na estante, naquele lugar de honra, essa história me emociona até hoje. No fim, mesmo sabendo manejar o tempo como ninguém, mesmo pegando todas as bolas, o menino que não queria deixar de ser menino cresceu — e se tornou um cara muito legal. Pois como disse o genial Ziraldo, ele não tinha sido só um menino maluquinho, ele tinha sido uma criança feliz.

 

(Taila – Marketing)

Eu devia ter uns 6 anos quando li É proibido miar, do Pedro Bandeira. É sobre um filhotinho de uma família tradicional de cachorros chamado Bingo. Ele faz amizade com um gato e começa a miar. Mas, assim que sua família ouve o miado, se enfurece e chama a carrocinha para levar o filhotinho dali. Afinal, o que os cachorros da vizinhança iriam pensar se soubessem que o filho do senhor Bingão não era um cachorro decente? Nessa época, o maior preconceito que eu vivia era quando os meninos me proibiam de jogar bola porque eu era menina. Mas, mesmo criança, eu sabia que aquilo não estava certo. Eu carrego É proibido miar comigo até hoje e brinco que esse livro foi o começo de tudo, afinal, uma década depois de lê-lo, eu me vi na pele (pelo?) do Bingo: miando em um mundo que exigia que eu latisse.

 

(Vanessa – Comunicação)

Apesar de muitas vezes retratada como uma pequena Dora Aventureira (descamisada, descalça e na rua), passei incontáveis dias e noites dentro das cabaninhas de lençol, com uma lanterna, lendo. Minha família sempre incentivou a leitura e lembro de sempre ter comprado livros desde que comecei a ganhar qualquer dinheiro de mesada ou presente. Consigo facilmente pensar meu crescimento lembrando dos títulos que eu li. Na vida eu era a menina que levava até 8 títulos pro clube do livro semanal.

 

(Clara – Influenciadores)

O meu filme favorito na época era Tigrão – O filme, em que o Tigrão buscava a família porque ele se sentia sozinho. Meus pais fizeram a minha festa de 3 anos com o tema do filme, então eu estava completamente alucinada com o Pooh, o Tigrão e o Leitão gigantes na festa. No final da fita cassete com o registro da festa, tem um clipezinho da música tema do filme, chamada “Basta ouvir seu coração”, em que eles mesclaram fotos minhas e cenas do filme. Juro que choro até hoje quando vejo o DVD (convertemos a fita cassete). 

 

(Suelen – Editorial)

Minha relação com o universo dos livros começou com as revistinhas da Turma da Mônica. Ainda muito pequena, comecei a ter contato com as HQs por conta do meu irmão, quatro anos mais velho. Virei fã de toda a turminha e queria muito a boneca da Mônica. Quando ganhei uma, no aniversário de 2 anos, ela virou minha melhor amiga e ia comigo para todo canto. Acredito que ter contato com a leitura desde cedo nos ajuda a gostar mais dos livros e nos motiva a mergulhar em muitas histórias diferentes. Até hoje às vezes dou uma olhadinha no que está acontecendo com a Turma da Mônica. Afinal, não se abandona um melhor amigo, né?

 

(Heloiza – Marketing)

Um dos filmes que mais marcou minha infância foi o VHS de A Bela Adormecida. Eu e meus irmãos assistíamos todos os dias ao filme de 1h15 minutos e me lembro de cada parte como se fosse hoje: o início com a Malévola de quem eu morria de medo, a disputa da cor do vestido pelas fadas Fauna, Flora e Primavera e aquela roca bizarra na qual ela espetava o dedo. Gostava tanto da história que meu aniversário de 7 anos foi da Bela Adormecida com direito ao vestido confeccionado pela minha avó e bolo metade azul e metade rosa. Eu, meus irmãos e meus amigos tínhamos tanta segurança acerca do enredo (assistíamos todos os dias, repito) que resolvemos presentear os convidados da festa com uma interpretação exclusiva da história. Na foto sou eu, #PrincesaReflexiva, na coxia/varanda, esperando para entrar em cena.

 

(Márcia – Produção Gráfica)

Meu filme favorito era Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice).

 

(Marcela – Editorial)

Sempre fui macaca de imitação do meu irmão, como mostra a foto! Meu sonho era ser rock’n’roll que nem ele, mas meu gosto musical estava mais inclinado para Sandy & Junior e pop dos anos 90. Até que um belo dia ele trouxe da locadora uma fita aterrorizante que apelidei de “filme das caveirinhas”, mas que também é conhecido como O Estranho Mundo de Jack. Virou o meu filme preferido, e depois disso o sossego do meu irmão acabou porque passei a pedir o tempo todo: “Fabio, aluga o filme das caveirinhas!” Depois de muitos anos, ele me deu de presente o dvd e nunca mais precisou alugar para mim! 

 

(Pedro – Editorial)

O primeiro filme que eu me lembro de ter visto no cinema foi A Bela e a Fera, em 1992. Eu tinha 5 anos e fiquei impressionado. Saí do filme amando o castiçal e odiando o relógio, e confesso que fiquei um pouco decepcionado quando todos voltaram à forma humana (olha o spoiler!). Cheguei em casa e tentei ser amigo de um candelabro da minha mãe, mas ele vivia me deixando no vácuo. Apesar do meu ressentimento com os objetos inanimados lá de casa, o filme ficou na minha cabeça e eu sei quase todas as músicas até hoje.

 

(Martinho – Clube Intrínsecos)

Com 23 anos na cara, A Princesa e o Robô ainda é meu filme preferido de todos os tempos.

 

(Maria de Fátima – E-books)

Meu filme preferido da infância é ET. Vi na época, no cinema. Uma das poucas idas ao cinema que minha mãe me proporcionou. Eu adorava o ET, achava fofo e me identificava muito com ele. O desamparo de estar perdido longe dos seus. O sufocamento causado por quem não compreende aquilo que não conhece e tenta destruir e conter. Amor que se encontra onde não esperamos, mas pelo qual vale a pena enfrentar os mais difíceis territórios para deixar viver e ser livre.

Inspirados por essas histórias da infância que nos acompanham por toda a vida, lançamos a Coleção Pipoquinha, que reapresenta os clássicos dos anos 80 e 90 em lindos livros ilustrados, as edições perfeitas para apresentar E.T. – O extraterreste, De volta para o futuro e Esqueceram de mim para a geração que não precisa mais rebobinar.

E aí, consegue adivinhar quem é quem nas fotos? 😉 

testeColeção Pipoquinha traz de volta os clássicos dos anos 80 e 90 em livros ilustrados

Para as crianças dos anos 1980 e 1990, essa era uma cena comum: colocar a fita no videocassete, fazer um balde de pipoca, se esparramar no sofá e passar duas horas mergulhado numa história incrível antes de rebobinar a fita e fazer tudo isso de novo. Melhor ainda era quando a Sessão da Tarde exibia seu filme favorito e você nem precisava se preocupar em devolver o VHS para a locadora.

Abraçando essa nostalgia e com a certeza de que muitas das nossas lembranças mais queridas vêm desses tempos em que celulares não eram comuns e a Netflix nem pensava em existir, a Intrínseca apresenta a Coleção Pipoquinha, que viaja no tempo e leva os filmes De Volta para o Futuro, E.T – O Extraterrestre, Esqueceram de Mim das estantes das locadoras direto para uma nova estante: a da sua casa, numa edição especial em livro ilustrado.

Com as incríveis ilustrações de Kim Smith, as histórias ganharam uma nova cara, mas sem perder sua melhor característica: a capacidade de emocionar e divertir crianças e adultos.

Conheça a Coleção Pipoquinha e se encante mais uma vez (ou pela primeira vez) pelos inesquecíveis clássicos dos anos 80 e 90, agora no formato perfeito para a geração que não precisa mais rebobinar.

testeJulia Roberts será a protagonista do filme de Pequena abelha!

Parece que Julia Roberts é fã dos livros publicados pela Intrínseca. Depois de dar vida à mãe de Auggie no filme inspirado no best-seller Extraordinário, a atriz agora será a protagonista da adaptação cinematográfica do livro de Chris Cleave, Pequena abelha.

Na história, duas mulheres – uma jovem nigeriana e uma editora britânica – têm a vida transformada para sempre em um dia fatídico, que coloca uma delas diante de uma escolha de vida ou morte. Anos depois, elas se reencontram em uma situação complexa e misteriosa.

O filme ainda não tem previsão de estreia. Enquanto isso, leia um trecho do livro!

testeDose dupla de Leonardos! DiCaprio será Leonardo Da Vinci nos cinemas

A vida do nosso gênio favorito vai ganhar uma versão cinematográfica. A Paramount anunciou que John Logan — roteirista de 007: Operação Skyfall — será o responsável pela adaptação da biografia de Leonardo da Vinci, escrita por Walter Isaacson, para os cinemas.

O protagonista será vivido por Leonardo DiCaprio. Para o ator, o projeto é muito especial, já que seu nome de batismo carrega, por influência direta, o mesmo nome do cientista e artista italiano: a mãe de DiCaprio estava olhando para uma pintura de da Vinci quando o bebê chutou pela primeira vez.

DiCaprio, vencedor do Oscar, também é um dos principais produtores do longa. Ele e Logan já trabalharam juntos no filme O Aviador, de Martin Scorsese. A história do longa deve mostrar como as artes de Da Vinci se conectam com seus diversos estudos, em áreas como anatomia, geologia, pássaros, etc.

O livro foi publicado por aqui em outubro e já está há 13 semanas na lista dos mais vendidos. Além de pintar a obra de arte mais conhecida do mundo e ser de extrema importância para o movimento renascentista, Da Vinci sempre foi muito curioso. Walter Isaacson usou mais de 7 mil anotações do artista para compor sua biografia e escreveu um livro incrível e completo, mostrando o lado mais humano desta personalidade mundial. Leia um trecho aqui!

testeCinco lições que aprendemos com O Touro Ferdinando

Se tem um personagem que define a #DeixaAsPessoa, é o touro Ferdinando. Meigo e tranquilão, ele é diferente de todos os outros touros com quem vive no pasto. Ferdinando nunca gostou de brincadeiras brutas e violentas. Amante da natureza e dos outros animais, ele leva uma vida sossegada, passando os dias embaixo de sua árvore preferida, cheirando flores em paz.

O touro Ferdinando foi escrito em 1936 pelo norte-americano Munro Leaf em parceria com seu amigo, o ilustrador Robert Lawson. O livro foi lançado nove meses antes da eclosão da Guerra Civil espanhola, por isso, adeptos do ditador Francisco Franco o classificaram como um livro pacifista, sendo proibido em muitos países que adotaram modelos fascistas de governo. Em 1938, a Walt Disney adaptou o romance para um curta-metragem de animação que lhe rendeu o Oscar na categoria.

Em 2017, este clássico mundial da literatura infantil ganhou nova edição pela Intrínseca e virou um longa-metragem produzido pela Fox, com direção do brasileiro Carlos Saldanha. O filme entrou em cartaz no Brasil semana passada e está conquistando o público, provando que esta fábula não envelheceu um dia sequer. Com mais de 80 anos de vida, a história de Ferdinando continua atual, passando uma mensagem universal de respeito pelas diferenças.

Listamos algumas outras belas lições que este simpático touro nos ensina!

1 – Está tudo bem se você for introvertido

Enquanto os outros bezerros gostam de pular por aí e dar cabeçadas, Ferdinando prefere ficar sozinho, longe do bando. Mesmo sendo dócil e se dando bem com os colegas, ele curte ficar no seu próprio canto. E tudo bem! Ele só queria ficar “de boas”, contemplando a natureza. Para quê correr e tagarelar se você pode cheirar flores e ser feliz assim, não é mesmo?

 

2 – Ficar sozinho não é a mesma coisa que solidão

No princípio, a mãe de Ferdinando demorou a entender a personalidade do filho e temia que ele se sentisse isolado e, portanto, triste. Mas com o tempo ela percebeu que ele era feliz com a própria companhia. Não é preciso estar sempre rodeado de gente para se sentir preenchido.

 

3 – Siga suas próprias convicções

Todos os touros queriam participar da tourada em Madri, mas essa nunca foi uma aspiração de Ferdinando. Ele gosta do campo e não tinha interesse em ir para a cidade. Multidão, gritaria e luta? Vixe, não mesmo! Quando é escolhido por engano para ir às touradas, imagine como os outros touros não tentaram convencê-lo de que era a melhor coisa do mundo? Mas nem por isso ele se envergonha de preferir ficar onde está.

 

4 – Às vezes nossas ações são mal interpretadas. Cuidado!

Uma reação exagerada de Ferdinando fez com que os toureiros locais achassem ele perfeito para as touradas, pois seria um verdadeiro desafio domar aquele animal raivoso e descontrolado. Mas aquela não é a personalidade dele. Criou-se uma verdadeira confusão baseada em uma ação isolada.

 

5 – Não precisamos ser o que esperam de nós

“Deram a ele o nome de Ferdinando, o Feroz”. Que expectativa errada! Esse título nunca se encaixaria com o Touro mais dócil e amável da natureza. Ferdinando nunca foi bravo e sempre odiou brigas. Ele gostava de todos os animais e seres vivos, como as árvores, as plantas e as flores – suas inseparáveis companhias. Ou seja: não importa como os outros querem que você se comporte. Faça apenas aquilo que te deixa feliz.

 

Leia um trecho do livro aqui!

testeBaseado em Fatos Reais ganha trailer oficial. Confira!

O site Adoro Cinema divulgou o trailer oficial de Baseado em fatos reais, inspirado no livro homônimo de Delphine de Vigan. Na trama, a escritora Delphine atravessa uma fase de bloqueio criativo e de depressão após o sucesso de seu último livro. É nesse cenário que ela conhece a ghost-writer L., uma mulher sedutora e misteriosa que aos poucos passa a dominar todas as esferas da vida de Delphine, até que a relação se torna perigosa. A partir daí, começa uma grande brincadeira: a busca pelo fio que distingue realidade e ficção.

A adaptação foi dirigida pelo renomado diretor Roman Polanski, e traz Eva Green como Elle, misteriosa mulher que estabelece uma relação obsessiva com sua escritora predileta, Delphine Dayrieux (Emmanuelle Seigner). Com ecos do clássico Louca Obsessão, baseado na obra de Stephen King, o thriller psicológico é apontado como “magistral” pelo site The Hollywood Reporter. A estreia no Brasil está prevista para 12 de abril. Oh, ansiedade!

Assista ao trailer:

testeBryce Dallas Howard estreia na direção de Quase uma rockstar para a Netflix

Matthew Quick será responsável por adaptar seu livro Quase uma rockstar para a Netflix! Será a estreia de Bryce Dallas Howard como diretora, atriz conhecida por seus papéis em A Vila, Histórias Cruzadas e em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros.

O livro, lançado por aqui em 2015, narra a história de Amber Appleton, uma menina de 17 anos que mora em um ônibus escolar, o Amarelão, com a mãe e Bobby Big Boy, o leal vira-lata da adolescente. Apesar de as coisas não estarem boas para o seu lado, Amber, que se autoproclama Princesa da Esperança, se recusa a desistir… até que uma tragédia coloca seu otimismo em cheque.

A produção de Quase uma rockstar, já em andamento, é assinada por Lee Stollman, da Gotham Group e pela Temple Hill, conhecida por A Culpa É das Estrelas. Já o roteiro é de Ol Parker (Imagine Eu e VocêO Exótico Hotel Marigold).

Os direitos de exibição haviam sido adquiridos originalmente pela Fox em 2013, depois do sucesso de O Lado Bom da Vida, também de Quick. Bryce, que tem experiência na direção de curtas e clipes musicais, assume o cargo que até então era de Miguel Arteta.

testeFilmes para quem gosta dos livros de Lara Jean

Lara Jean assiste a muitos filmes em Agora e para sempre, terceiro livro da série Para todos os garotos que já amei. Ela e Peter Kavinsky resolvem fazer uma maratona que consiste em títulos que ela escolheu, que ele escolheu (os preferidos de Peter, que Lara ainda não viu) e longas que ambos ainda não assistiram.

Inspirados por esse casal que amamos, fizemos uma lista com os melhores filmes para você maratonar nesse fim de semana. Separe a pipoca e confira!

 

Os românticos:

1) Gatinhas e Gatões (1984)

Na adaptação de Para todos os garotos que já amei, o contrato de namoro falso entre Lara Jean e Peter inclui assistir a Gatinhas e Gatões. Esse clássico dos nos 1980 foi dirigido por John Hughes, o grande nome dos filmes adolescentes da época. Ele conta a história de Sam, uma menina que está completando 16 anos, mas ninguém lembra. Além de ter o aniversário esquecido, ela ainda precisa lidar com sua paixão por Jake Ryan, um dos meninos mais lindos da escola. Sabe a cena da mão no bolso de trás da calça? Foi inspirada nesse filme!

“Ele nem deve saber que eu existo”.

 

2) Sintonia de Amor (1993)

Preferido de Lara Jean, esse clássico estrelado por Tom Hanks e Meg Ryan mostra como dois estranhos se aproximam graças a um programa de rádio. Depois da morte de sua esposa, Sam muda-se para Seattle com o filho Jonah. Enquanto Sam fala sobre seus sentimentos no rádio, a repórter Annie se apaixona por sua voz. Mesmo estando noiva, Annie resolve arriscar e o convida para um encontro.

 

3) Aconteceu Naquela Noite (1934)

Esta comédia romântica foi o primeiro filme a conquistar as cinco categorias mais importantes do Oscar: melhor filme, diretor, ator, atriz e roteiro. Na história, Ellie Andrews, a filha de um milionário, foge de casa quando seu pai não permite que ela se case com seu pretendente. Na fuga, ela conhece Peter Warne, um charmoso jornalista desempregado, e os dois se tornam próximos. De forma relutante, Ellie aceita a ajuda do jornalista.

 

4) O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)

Está aí uma história perfeitamente encantadora para quem ama os livros de Jenny Han. A romântica Amélie é uma jovem do interior que se muda para Paris e logo começa a trabalhar em uma cafeteria. Num belo dia, ela encontra uma caixinha dentro de seu apartamento e decide procurar o dono. A partir daí, sua perspectiva de vida muda radicalmente.

 

5) Mensagem para Você (1998)

A dupla Tom Hanks e Meg Ryan aparece novamente nesta comédia romântica de 1998. Dona de uma pequena livraria, Kathleen Kelly odeia Joe Fox, proprietário da gigantesca rede de livrarias Foxbooks. Quando os dois se conhecem pela internet, iniciam um romance on-line intenso e anônimo. Um dia, Joe fica sabendo que a encantadora correspondente é sua rival de negócios.

 

Os que tiram o fôlego:

1) Clube da Luta (1999)

A primeira regra é: nunca fale sobre o Clube da Luta. Mas a gente precisa falar sobre ele, afinal, essa lista não estaria completa sem um dos filmes preferidos do Peter Kavinsky. Inspirado no livro de mesmo nome, o longa é dirigido por David Fincher e estrelado por Edward Norton, Brad Pitt e Helena Bonham Carter. Na produção, Jack, um homem insatisfeito com sua vida, acaba mergulhando em um mundo totalmente inesperado após conhecer o estranho e misterioso Tyler Durden.  

 

2) Aliens, o Resgate (1986)

Depois de um sono de cinquenta e sete anos, a única sobrevivente (Sigourney Weaver) de uma tragédia espacial descobre que o planeta onde ocorreu o desastre com sua nave foi colonizado. Ela então decide retornar para salvar as setenta famílias lá existentes. Porém, mesmo equipados com as armas mais modernas existentes eles não são páreo para as centenas de alienígenas que invadiram a colônia. O filme ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Especiais.

 

3) Duro de Matar (1988)

Mais um clássico para a lista. “Duro de matar” foi um dos primeiros longas a alçar Bruce Willis à fama mundial. Na trama, o policial nova-iorquino John McClane participa de uma confraternização de fim de ano na sede da empresa japonesa em que a esposa trabalha quando a festa é interrompida por terroristas que invadem o edifício de luxo. McClane não demora a perceber que não há ninguém para salvá-los, a não ser ele próprio. Este é “O” filme para quem gosta de muita ação.

 

Os irreverentes:

1) O Silêncio dos Inocentes (1991)

Vencedor de 5 Oscar, esse clássico de suspense é o primeiro filme sobre o assassino Hannibal Lecter. Clarice Starling, uma das melhores estudantes da academia de treinamento do FBI. Ela é convocada para entrevistar o Dr. Hannibal Lecter, um psiquiatra brilhante e também um psicopata violento, que cumpre prisão perpétua por vários crimes de assassinato e canibalismo. Crawford acredita que Lecter pode dar uma contribuição valiosa em um caso e que Starling, uma mulher jovem e atraente, pode ser a isca para atraí-lo. O filme rendeu a Anthony Hopkins o Oscar de Melhor Ator.

 

2) Romeu + Julieta (1996)

Leonardo DiCaprio e Claire Danes estrelam esta adaptação moderna da clássica tragédia romântica de Shakespeare. Nesta versão, os Capuletos e os Montéquios são duas gangues rivais. Romeu vai a um baile de máscaras organizado pelo pai de Julieta, e ele e a jovem se apaixonam perdidamente.

 

3) As Virgens Suicidas

Primeiro longa-metragem de Sofia Coppola, narra a história de cinco irmãs, as Lisbon, que moram em uma casa simples de subúrbio, em meados dos anos 70, nos Estados Unidos. Seus destinos se entrelaçam ao dos meninos da vizinha, todos obcecados por elas. A vida das irmãs é marcada por amor e repressão, fantasia e terror, sexo e morte, memória e desejo. Esta é uma história de mistério, que aborda os segredos dos adolescentes americanos.

teste5 livros para ler enquanto Extraordinário não estreia nos cinemas

Extraordinário é um dos filmes mais aguardados do ano! Com Julia Roberts e Jacob Tremblay no elenco, o longa teve sua estreia adiada para 7 de dezembro. Para tentar diminuir a espera de uma forma prazerosa, preparamos uma lista com cinco livros para ler enquanto o filme não chega às telas dos cinemas brasileiros.

 

1) Tartarugas até lá embaixo, de John Green:

O livro inédito de um dos nossos autores favoritos conta a história de Aza Holmes, uma heroína que precisa enfrentar uma batalha contra os próprios pensamentos.

 

Tartarugas até lá embaixo começa com uma investigação sobre o sumiço de um bilionário, mas na verdade nos apresenta uma história tocante de um forte laço de amizade capaz de durar a vida toda e da coragem de uma garota para enfrentar sua maior fragilidade: ela mesma.

 

2) Fantasma, de Jason Reynolds:

Fantasma é daqueles livros que cativam logo nos primeiros capítulos. Nele, nós vamos acompanhar a vida de Castle, um garoto negro, de origem humilde, que descobriu, na dor e no desespero, que correr era algo que ele realmente sabia fazer.

Finalista do National Book Award de 2016 — um dos prêmios literários de maior relevância no mercado — na categoria de literatura jovem, o livro aborda temas como desigualdade, bullying, invisibilidade social, amizade e racismo, além de discutir a importância do esporte na vida dos jovens, tudo isso em uma narrativa verossímil e sensível.

 

 3) Simon vs. a agenda Homo sapiens, de Becky Albertalli:

Os românticos que consideram justa toda forma de amor precisam conhecer e se apaixonar pelo Simon e pelo Blue, dois meninos do ensino médio que se correspondem virtualmente sem saber a verdadeira identidade um do outro. 

Simon vs. a agenda Homo sapiens é uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e dilemas que os adolescentes enfrentam.       

O livro também vai ser adaptado para os cinemas e terá Nick Robinson e Katherine Langford (a Hannah de 13 Reasons Why) no elenco.

 

4) Auggie e eu, de R. J. Palacio:

Como toda história tem dois lados,  Auggie & eu reúne contos extras sobre os personagens de Extraordinário. No livro temos a oportunidade de conhecer o ponto de vista de Julian, Christopher  e Charlotte, crianças que conviveram e tiveram sua vida impactada por Auggie. 

 

5) Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han:

É impossível não se apaixonar e se emocionar com a escrita envolvente de Jenny Han. Os dilemas do primeiro amor, as decisões tomadas em uma fases mais importantes da vida, questões relacionadas à família e aos amigos são alguns dos temas abordadas na série.

No primeiro livro da trilogia, vamos conhecer Lara Jean, uma doce menina que guarda suas cartas de amor em uma caixa que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu — uma para cada garoto que amou. São confissões sinceras, sem joguinhos ou fingimentos. Até que, um dia, elas são misteriosamente enviadas aos destinatários e, de repente, a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma.

A história de Lara Jean será adaptada para os cinemas e as gravações já começaram.