testeMulheres são perigosas quando colocam uma ideia na cabeça

Confira a entrevista com a criadora de As viúvas, livro que inspirou o novo filme com Viola Davis

Photo Credit: Courtesy Twentieth Century Fox.

Antes de existirem maratonas na Netflix, de showrunners se tornarem celebridades (alô, Shonda Rhimes!), do torrent e da internet, Lynda La Plante já fazia barulho nos corredores das emissoras de TV da Inglaterra. Formada em teatro shakespeariano, Lynda desistiu da carreira de atriz quando percebeu que era mais interessante escrever: “Começou como uma brincadeira. Escrevia papéis que gostaria de interpretar.”

Após desenvolver minisséries e sitcoms para o público infantojuvenil, ela ganhou fama internacional com a série de 1983 As Viúvas. Dividida em seis episódios, a trama acompanha mulheres que seguem um arriscado plano, deixado pelos falecidos maridos, de roubar um banco. Movidas por vingança e orgulho, essas viúvas ultrapassam todos os limites para conseguir o que desejam.

Desde a estreia da série, a autora lançou outros projetos de sucesso para a TV, como Prime Suspect, estrelado por Helen Mirren e vencedor de dois prêmios Emmy de Melhor Minissérie. Personagens femininas fortes são a marca registrada de Lynda. Décadas antes de a discussão sobre o problema dos estereótipos na TV e no cinema tomar a proporção que tem hoje, Lynda já defendia a dignidade das atrizes com quem trabalhava. “Me recuso a escrever cenas vulgares que não acrescentam nada à história. As atrizes sofrem muito abuso nos sets de filmagem. Sempre tentei protegê-las.”

Agora, trinta e cinco anos após o sucesso da série que tornou La Plante conhecida, As viúvas está de volta em uma versão atualizada. A trama original foi adaptada para o cinema pelo diretor Steve McQueen (12 Anos de Escravidão) e pela roteirista e escritora Gillian Flynn (Garota Exemplar). O longa ainda é protagonizado pela vencedora do Oscar Viola Davis. Precisa dizer mais?

Lynda, que manteve contato com a produção do filme, entrega: “A adaptação acrescenta um tom político e racial para a história original.” A autora aproveita então para relançar o livro escrito com base na série da década de 1980 e espera assim conquistar um novo público de leitores. “Na verdade, ainda escrevo porque tenho fãs maravilhosos. Eles sempre querem mais e eu me alimento dessa energia. Muitos até acham que me conhecem. O que mais eu poderia querer?”

Lynda La Plante conversou com a Intrínseca por telefone.

Hoje há uma grande discussão sobre a necessidade de as mulheres desempenharem papéis que não reproduzam os mesmos velhos estereótipos. Você é uma das roteiristas pioneiras a escrever personagens femininas fortes e realistas. O que a motivou?

Eu era atriz antes de ser escritora e sempre ficava frustrada com os papéis que recebia. De certa forma, comecei a escrever intuitivamente. Primeiro pensava em mim e nos papéis que gostaria de interpretar. Logo, percebi que gostava mais de escrever do que de atuar. Quando As Viúvas surgiu na década de 1980, tive a sorte de ter ao meu lado uma produtora que apostou em mim e em quatro atrizes desconhecidas. Hoje, grandes redes de televisão estão mais preocupadas com o peso dos nomes, não com o conteúdo.

 

Algo ainda a  incomoda na forma como as mulheres são retratadas na TV e no cinema?

Ainda submetemos as mulheres a papéis que beiram a pornografia leve. Chega um ponto que acabamos nos perguntando: “Por que essa jovem atriz precisa estar nua? Qual a necessidade de mais uma cena de sexo?” Os empresários deveriam proteger melhor seus clientes. Em Prime Suspect, nas cenas de autópsia, eu evitava focar no corpo nu das vítimas. Já percebeu que é sempre uma mulher nua na mesa fria da autópsia? O corpo do homem é protegido, enquanto o da mulher é explorado. Prefiro provocar o telespectador por meio de gestos sutis, não com algo explícito. Às vezes, a atriz é jovem e faz tudo que o diretor pede. Essa relação é perigosa, pois é assim que as histórias de abuso se proliferam nessa indústria. Precisamos trabalhar por essas mudanças.

 

Alguns showrunners, como Shonda Rhimes e Ryan Murphy, se tornaram tão conhecidos quanto as séries que criaram. Como você encara esse momento na TV?

Esse é um ponto interessante. Hoje, o escritor ou o roteirista chega com uma ideia para uma série de TV. Se ela se torna um sucesso, logo as emissoras pedem por mais temporadas, novas histórias. Agora com a nova tecnologia do streaming e o surgimento das “maratonas”, os escritores de série carregam uma pressão absurda. As séries só acabam quando elas param de dar dinheiro. Antes não era assim, pois sabíamos a hora de respeitar a história e parar. Ainda acredito que um dia vamos voltar a buscar qualidade acima de quantidade e deixar um pouco de lado o status de nomes de atrizes, roteiristas e produtores.

 

 

 Quais as principais diferenças entre escrever um romance e uma série para a TV?

A grande diferença é que o romance pertence a você e não há restrições de orçamento. Quando você produz coisas para a TV, tudo muda. Em um dos meus romances havia um criminoso que fugia em um helicóptero com duas crianças. Quando adaptamos isso para a TV, o orçamento não permitia alugar um helicóptero. Então, lembrei que um amigo tinha um jatinho e o convenci a me emprestar — mas não havia como filmar essa cena com as crianças. Ou seja, aprendi trabalhando na TV a ser uma escritora com mais recursos. É uma troca.

 

As Viúvas foi escrito para a TV na década de 1980. Agora, a série se transformou em livro e filme. Como foi revisitar essa história? E o que podemos esperar do filme?

Assim como o livro, o filme do Steve McQueen também é um thriller. A força do filme está nas mulheres, mas ele conseguiu adicionar um tom político e racial para a história. Claro, o filme também é mais violento. Mas, no final, ele respeitou a trama e as mulheres têm destaque. No filme, torcemos para que o crime seja perfeito. Já o livro oferece um melhor entendimento do psicológico de cada mulher, até onde elas se arriscam para alcançar um objetivo. Espero ganhar uma nova leva de fãs, pois a série foi lançada há muito tempo.

 

O sucesso de As Viúvas tem muito a ver com o fato de o crime ser cometido por mulheres, não por homens. Como você chegou a essa ideia?

Li uma matéria pequena em um jornal local que me deixou perturbada por dias. Tratava-se de uma viúva que acumulou muitas dívidas do marido. Para pagar as contas, ela tentou roubar uma agência dos correios. Imagino a pressão que essa mulher sentiu para ter se colocado nessa posição. Ela não era uma criminosa com passagem pela polícia, mas uma mulher comum; poderia ser minha vizinha. Foi a partir disso que surgiu a ideia para As Viúvas.

 

Vingança é um dos assuntos-chave de As Viúvas. Seria esse um tema atemporal?

Vingança é algo bastante pessoal. Não importa o quão evoluído você seja, uma hora ou outra você vai se sentir vingativo. Em As Viúvas, temos essa protagonista obcecada pelo marido. Ela ficou ao lado dele, mesmo nos momentos mais difíceis, por vinte anos. Ao contrário das outras personagens, a protagonista tem dinheiro suficiente para viver tranquilamente. Ou seja, ela se arrisca não pelo dinheiro, mas para mostrar que é capaz de fazer um trabalho tão bom ou melhor do que o do marido. Não sei como vocês falam no Brasil, mas aqui tem um velho ditado: “Mulheres são perigosas quando colocam uma ideia na cabeça.”

testeConfirmada a sequência do filme Para Todos os Garotos que Já Amei

Os pedidos foram atendidos! Depois de centenas de cartinhas implorando pelo reencontro com Lara Jean, a Netflix confirmou que o filme Para Todos os Garotos que Já Amei vai ter uma sequência! As etapas de pré-produção já começaram, mas ainda não foram divulgados o enredo do novo filme nem a data de lançamento.

Embora não se saiba se a diretora Susan Johnson retornará para o segundo filme, os atores principais já foram confirmados, então preparem o coração, porque vai ter mais Lana Condor e Noah Centineo nas telinhas!

Inspirado no livro de Jenny Han, o filme estreou na plataforma de streaming em agosto desse ano e rapidamente se tornou o filme original Netflix mais assistido da história. A série possui três livros: Para todos os garotos que já amei, P.s: Ainda amo você e Agora e para sempre, Lara Jean.

testeTudo o que já sabemos sobre o filme Caixa de pássaros

 

Está acabando a espera! A Netflix divulgou hoje o primeiro trailer e o pôster estrangeiro oficial da adaptação cinematográfica do livro Caixa de pássaros.

Confira abaixo tudo que já sabemos sobre esse filme que promete tirar o fôlego:

 

  1. O elenco é fantástico.

 

Além de ter Sandra Bullock como a protagonista Malorie, a adaptação de Caixa de pássaros conta com Sarah Paulson, de American Horror Story, Rosa Salazar, da série Divergente, Trevante Rhodes, de Moonlight: Sob a Luz do Luar, Danielle Macdonald, de Patti Cake$ e Jacki Weaver, de O Lado Bom da Vida e John Malkovich, que dispensa apresentações.

 

  1. A estreia será em dezembro

A primeira sessão do filme será exibida no AFI Fest, nos Estados Unidos, no dia 12 de novembro, mas a estreia mundial na Netflix está prevista para 21 de dezembro.

 

  1. O primeiro trailer legendado já está disponível

 

 

  1. Assim como o primeiro pôster, ainda com o título em inglês

 

  1. A direção é da dinamarquesa Susanne Bier

Bier é conhecida por dirigir a minissérie The Night Manager e Hævnen, filme sueco-dinamarques ganhador do Oscar.

 

  1. Josh Malerman acompanhou as gravações

Autor de Caixa de pássaros, Uma casa no fundo de um lago e Piano vermelho, o autor acompanhou de perto as gravações do filme e publicou diversas imagens dos bastidores em suas redes sociais.

 

  1. Sandra Bullock e Trevante Rhodes virão ao Brasil!

Bullock e Rhodes estarão na Comic Con Experience 2018, que acontece em São Paulo, no domingo, 9 de dezembro.Os atores participarão da ação especial para divulgação do filme Bird Box no estande da Netflix.

 

Fiquem de olho, pois atualizaremos o post toda vez que surgir uma novidade sobre a produção!

Quem mais está ansioso para 21 de dezembro?

testeNovidades sobre o elenco da adaptação de Hush, Hush

As primeiras notícias do filme inspirado em Hush, Hush, livro de Becca Fitzpatrick, começam a aparecer. A autora divulgou no seu perfil do Twitter que o roteiro já está pronto e que o filme será rodado na Cidade do Cabo, África do Sul. Além disso, Becca contou que o elenco deve ser anunciado muito em breve!

Ahhh! O roteiro! ♥

Está confirmado: O filme de HUSH, HUSH vai ser rodado na Cidado do Cabo. Sim, eu vou estar no set. Sim, eu estou pulando e gritando. Cidade do Cabo, sabe? ♥♥♥

Acredito que eu vá anunciar esta semana o elenco! Para mais novidades, siga @kelcyrus, que é a diretora do filme.

Só digo uma coisa: O ator que vai ser o Patch é ♥

A diretora será Kellie Cyrus, veterana da TV americana que já atuou em produções como Diários de Um Vampiro, O.C. e Dexter. Composta por quatro livros (Sussurro, Crescendo, Silêncio, Finale), a série é publicada pela Intrínseca desde 2010.

 

Para você, qual seria o elenco ideal?

testeLivro que inspirou filme com Viola Davis chega às livrarias em outubro

Em novembro chega aos cinemas brasileiros o filme baseado em As viúvas, obra de Lynda La Plante.

Três homens morrem na tentativa de realizar um grande assalto. Quando as viúvas encontram uma caixa com dinheiro e os planos do crime, decidem se unir e concluir o roubo que seus maridos começaram. Enquanto policiais e criminosos as perseguem, querendo incriminar seus maridos, as viúvas descobrem que são necessárias quatro pessoas para o assalto. Alguém talvez alguém tenha sobrevivido ao acidente. Mas será que essa pessoa sabe do plano?

 

O filme é dirigido pelo vencedor do Oscar Steve McQueen (12 Anos de Escravidão) e protagonizado pela também vencedora do Oscar Viola Davis, com participação de Liam Neeson e Colin Farrell, e roteiro de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar e Sharp Objects: Objetos cortantes. Autora de As viúvas, Lynda La Plante é uma das mulheres mais poderosas da TV inglesa, considerada a rainha dos dramas criminais. O livro, ainda sem capa definida, chega às livrarias brasileiras em outubro.

 

Assista ao trailer:

 

testeBoy Erased, livro que inspirou filme com Lucas Hedges e Nicole Kidman, chega às livrarias em janeiro

A Intrínseca lançará Boy Erased, livro de memórias do ativista americano Garrard Conley que, aos 19 anos, se assumiu gay em uma pequena cidade conservadora do Arkansas. Filho de pastores, Conley relata sua traumática experiência em um programa de reorientação sexual que prometia curá-lo da sua homossexualidade.

A história ganhará uma adaptação cinematográfica dirigida por Joel Edgerton (Operação Red Sparrow) e estrelado por Lucas Hedges, Nicole Kidman e Russell Crowe. O filme tem estreia prevista para novembro nos EUA.

 

Confira o trailer do filme:

testeCinco motivos para ficar animado com a estreia de “Para todos os garotos que já amei” na Netflix

Para todos os garotos que já amei conta a história de Lara Jean, uma garota inteligente, planejada e responsável que escreve cartas para todos os crushes que já teve. Assim, ela consegue expressar tudo que não consegue dizer a nenhum deles. Um dia, essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos respectivos destinatários, e a vida amorosa da personagem ganha um rumo inesperado.

Finalmente foi divulgado o trailer da adaptação desse livro tão fofo, e não poderíamos estar mais animados!

O elenco e a própria Jenny Han, autora do livro, são superligados nas redes sociais. Depois de nos deixarem cada vez mais curiosos com diversas fotos das filmagens, agora podemos sentir como será o clima do filme, que estreia no dia 17 de agosto na Netflix.

Com tantas novidades, não poderíamos deixar de separar cinco motivos para você ficar tão entusiasmado quanto a gente!

 

1. Jenny Han revelou no seu Twitter três detalhes incríveis sobre as suas inspirações para o livro

O primeiro foi um e-mail em que conta para a amiga – e também autora – Siobhan Vivian que a ideia do título surgiu quando ela estava no táxi.

(Foto: Instagram Jenny Han)

“Ontem, voltando para casa de táxi, tive uma ideia de título para um livro. ‘Para todos os garotos que já amei’. Fofo, né? Agora preciso decidir sobre o que será o livro. Desde o ensino médio, faço essa coisa para tentar dizer adeus a alguém e seguir em frente. Escrevo uma longa carta dizendo todas as coisas que eu nunca diria ao vivo. Então, selo tudo, coloco na minha caixa de chapéu e nunca envio. Será que tem alguma coisa aí? Talvez ela escreva essas cartas também, e elas acidentalmente são enviadas.”

Jenny ainda postou a foto da caixa original na qual guardava as próprias cartas de amor.

(Foto: Instagram Jenny Han)

E também compartilhou uma dessas cartas, com o destinatário escrito em francês, para que ninguém descobrisse quem era. Que espertinha!

(Foto: Instagram Jenny Han)

“Para meu primeiro amor, o garoto que roubou meu coração quando eu tinha quase treze anos.”

 

2. O quarto da Lara Jean 

(Foto: Netflix)

Como superar esse quarto maravilhoso, apesar de um pouco bagunçado? O papel de parede, as luzinhas, os móveis vintage: é tudo tão lindo que dá vontade de redecorar a própria vida!

 

3. A trilha sonora

Pelo trailer, já vimos que esse filme vai render playlists bacanas e músicas que não vão sair da nossa cabeça.

 

4. Os garotos

Se você leu o livro, também deve ter ficado curioso para saber como seriam os amores de Lara Jean. Adoramos o jeito como eles foram apresentados!

 

5.As irmãs Song

Todo mundo já sabia que essas irmãs iam arrasar juntas, mas, se antes já éramos fãs da Kitty, agora somos os presidentes do fã-clube!

testeFilme estrelado por Amy Schumer chega aos cinemas dia 28 de junho

No fim desse mês chega aos cinemas do Brasil a comédia “Sexy por Acidente”, estrelada por Amy Schumer. No filme, a personagem Renee é uma mulher comum que, por estar fora dos padrões, luta diariamente contra a insegurança em relação ao próprio corpo e sua personalidade. Até que um dia ela sofre um acidente na academia e, ao acordar, a visão que tem de si mesma muda completamente e ela acredita estar dentro de todos os estereótipos sociais nos quais sempre quis se encaixar. Com isso, passa a viver com mais confiança e sem medo de falhas.

Assista ao trailer:

Amy Schumer é comediante, atriz, roteirista, produtora e diretora norte-americana que já foi indicada a uma série de prêmios – entre eles o Emmy e o Tony Awards. Conhecida pelos fãs de comédia, ela lançou em 2016 o livro A garota com a tribal nas costas, no qual compartilha com os leitores detalhes importantes de sua vida pessoal, desde as histórias de adolescência, até os dramas familiares e sua relação com relacionamentos abusivos e sexo, sempre mantendo o bom humor e travando uma importante conversa sobre aquilo que a mídia não mostra.

Já estamos ansiosos para assistir a esse feat. de Amy Schumer com O que Alice esqueceu e fica uma dica importante para esse mês de junho: muito cuidado quando estiver na academia!

testeAssista ao primeiro trailer de “Para todos os garotos que já amei

“As cartas foram enviadas.”

Saiu o primeiro trailer de Para todos os garotos que já amei! Assista agora:

O filme inspirado no livro de Jenny Han terá no elenco Lana Condor, de X-MenApocalipse, e John Corbett, de Casamento grego. Noah Centineo, de The Fosters, dará vida ao apaixonante Peter KavinskyJanel Parrish, de Pretty Little Liars, será Margot, a irmã mais velha da protagonista; Israel Broussard, de Bling Ring: A gangue de Hollywood, vai interpretar Josh; e Anna Cathcart será Kitty, a fofa irmã mais nova.

Para todos os garotos que já amei conta a história de Lara Jean, uma garota atrapalhada e ingênua, mas muito forte. Romântica, ela escreve cartas para os garotos por quem se apaixonou. Mas tem um detalhe: nunca as envia. Até que um dia essas cartas são misteriosamente enviadas aos respectivos destinatários, e a vida amorosa da personagem ganha outro rumo.

O filme estreia na Netflix no dia 17 de agosto.

testePor que “Com amor, Simon” é umas das histórias mais importantes do ano

Com amor, Simon é a história de um adolescente que ainda não contou para ninguém que é gay. A única pessoa que sabe do seu segredo é um menino que ele conheceu por e-mail, e por quem está a cada dia mais apaixonado. O livro de Becky Albertalli inspirou o filme com Nick Robinson e Katherine Langford que chegou aos cinemas neste ano.

Esse é o primeiro filme de um grande estúdio focado em um romance adolescente LGBTQ+. Isso marca uma nova era para comédias românticas jovens, uma com muito mais representatividade, aceitação e talvez menos mortes dolorosas no final de cada filme. Pensando nisso, perguntamos aos leitores por que o livro e o filme foram tão importantes para eles. Confira algumas respostas:

    1. Essa é a história de muitos

 

    2. Uma história de amor com um final feliz <3

 

  3. Representação 

 

  4.  Sem estereótipos!

 

  5. O filme nos dá coragem

 

   6. Todo mundo merece uma grande história de amor

 

 

Saiba mais sobre o livro