testeIntrínseca na Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Está chegando o momento mais aguardado do ano: a Bienal. Preparem-se para 10 dias muito intensos para os apaixonados por livros! Para nós da Intrínseca, essa é a chance de encontrar com vocês, conversar sobre nossas histórias preferidas e reunir autores e leitores em um estande que — spoiler! — está ficando lindo.

A 25ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece entre os dias 3 e 12 de agosto no Pavilhão do Anhembi. O nosso estande, que terá várias promoções e brindes exclusivos, vai ficar na rua G 58, em frente ao Salão de Ideias.

Confiram abaixo a agenda com debates e sessões de autógrafos com os nossos autores. Atenção: para participar dos eventos na Arena Cultural, você deve retirar suas senhas gratuitamente no site da Bienal. Já no Salão de Ideias, as senhas serão distribuídas 30 minutos antes de cada evento no próprio local.

Também teremos dois dias com programação especial: quinta-feira, 9, as ações serão voltadas para Mentes sombrias, distopia que inspirou o novo filme dos produtores da série Stranger Things. E sexta-feira, 10, reserva surpresas para os fãs de Para todos os garotos que já amei, romance de Jenny Han que virou filme da Netflix.

 

Venha encontrar nossos autores na Bienal

Míriam Leitão, uma das jornalistas mais importantes do país, lança na Bienal seu novo livro, Refúgio no sábado, uma coletânea de crônicas intimistas nas quais compartilha memórias de sua infância, suas leituras e experiências de viagens, entre muitas outras histórias pessoais. No primeiro sábado do evento, dia 4 de agosto, a autora participa da mesa “A crônica”, realizada no Salão de Ideias, ao lado de Antonio Prata. Em seguida, autografa o novo livro em nosso estande.

Também no sábado, a premiada jornalista Daniela Arbex fala sobre o processo de produção de seu último livro no encontro “Grandes reportagens sobre tragédias recentes”, no Salão de Ideias. Para escrever Todo dia a mesma noite, Daniela fez uma pesquisa minuciosa e reconstituiu os acontecimentos em torno do incêndio da boate Kiss — que em 2013 deixou 242 mortos na cidade de Santa Maria (RS).

Na manhã de domingo, dia 5, será a vez de Pedro Gabriel, autor de Eu me chamo AntônioSegundo e Ilustre poesia, movimentar a Bienal. Ele estará no Salão de Ideias no bate-papo com o tema “Poesia nas redes”.

“10 anos de blogosfera” é o nome da mesa da qual participa Camila Coutinho, a maior blogueira de moda do país, na terça-feira, 7 de agosto, na Arena Cultural. Criadora do blog “Garotas Estúpidas”, Camila acaba de publicar o livro Estúpida, eu?, em que conta sua trajetória como empreendedora.

Pac e Mike, criadores do canal do YouTube TazerCraft e autores de TazerCraft: Uma aventura Chume Labs, conversam com o público no dia 8, também na Arena Cultural.

No último domingo, dia 12, Felipe Castilho fala sobre o universo que criou para A ordem vermelha e debate a produção de fantasia no Brasil.  

 

04 de agosto, sábado

Míriam Leitão

15h Participa com Antonio Prata da mesa “A crônica” – Salão de Ideias
16h30 Sessão de autógrafos no estande da Intrínseca
As senhas para o bate-papo serão distribuídas 30 minutos antes do evento no Salão de Ideias.

Confirme sua presença no evento.

Daniela Arbex

17h Participa com Rafael Henzel e Rogério Pagnan da mesa “Grandes reportagens sobre tragédias recentes” – Salão de Ideias
18h Sessão de autógrafos no estande da Intrínseca
As senhas para o bate-papo serão distribuídas 30 minutos antes do evento no Salão de Ideias.

Confirme sua presença no evento.

05 de agosto, domingo

Pedro Gabriel

11h Participa com @akapoeta e Fabrício Carpinejar da mesa “Poesia nas redes” – Salão de Ideias
12h Sessão de autógrafos no estande da Intrínseca
As senhas para o bate-papo serão distribuídas 30 minutos antes do evento no Salão de Ideias.

Confirme sua presença no evento.

 

07 de agosto, terça-feira

Camila Coutinho

18h30 Participa com Lu Ferreira e Cris Guerra da mesa “10 anos de blogosfera” – Arena Cultural
19h30 Autógrafos na Arena Cultural

Para participar da sessão de autógrafos, retire sua senha no site da Bienal.

Confirme sua presença no evento.

 

08 de agosto, quarta-feira

Pac e Mike

11h Mesa “Bate-papo com Pac e Mike do TazerCraft”  – Arena Cultural
12h Autógrafos na Arena Cultural

Para participar da sessão de autógrafos, retire sua senha no site da Bienal.

Confirme sua presença no evento.

 

12 de agosto, domingo

Felipe Castilho

13h30 Participa com Leonel Caldela da mesa “Literatura Fantástica” – Arena Cultural
14h30 Autógrafos na Arena Cultural

Para participar da sessão de autógrafos, retire sua senha no site da Bienal.

Confirme sua presença no evento.

testeFormigueiro humano

Por Felipe Castilho*

O inferno de Serra Pelada (Fonte)

Acho que quando somos muito pequenos, as imagens nos marcam com mais facilidade. Como se fôssemos folhas de papel vegetal, transparentes, e os acontecimentos fossem canetas de tinta forte, daquelas que vazam para o outro lado do papel.

Comigo não foi diferente. Queda do Muro de Berlim. Gente chorando ao ver sua conta poupança esvaziada. Um extraterrestre fazendo uma bicicleta voar. Ayrton Senna, num Fórmula 1 azul (tão errado), se acidentando e não voltando para nenhuma outra corrida. Freddie Mercury cantando com Montserrat Caballé e pouco depois não cantando mais nada. Uma enxurrada de documentários e reportagens sobre a corrida do ouro em Serra Pelada…

Aquelas imagens. Serra Pelada me aterrorizava! Mesmo para uma criança que pouco sabia da vida (não que eu saiba muita coisa agora), aquelas imagens causavam aflição e certo sentimento de “isso não deveria estar acontecendo hoje em dia”. A cor opaca que todos adquiriam ao carregar sacos na cabeça. Pessoas sujas de lama, dez delas onde deveria caber só uma, espremendo-se em desfiladeiros, carregando fardos…

A exploração de ouro de Serra Pelada (Fonte)

Serra Pelada me marcou de tal maneira que algo chacoalhou dentro de minha cabeça e minha noção de mundo se tornou mais… ampla. Eu tinha conforto, mesmo nos dias ruins. Já aquelas pessoas… bem, conforto era algo inexistente para elas. Miséria era o estado padrão.

Isso porque meu medo era quase totalmente visual e minhas comparações, pueris; eu ainda não sabia sobre a prostituição na região, sobre a violência e sobre o que permitira surgir aquele inferno a céu aberto. Sebastião Salgado tem aquele célebre livro (que, ironicamente, repousa na mesa de centro de algumas pessoas muito ricas) em que as fotos em preto e branco quase correspondem à realidade monocromática dos homens que chafurdavam na lama, peneirando seus sonhos.

Tenso.

Mas o tempo, felizmente, passa. São Paulo, décadas depois de Serra Pelada ter sido fechada: ali estava eu, entrando num projeto gigantesco de um universo completamente original, nascido dentro da Comic Con Experience. A Ordem Vermelha viria ao mundo no formato de um livro, e caberia a mim escrever a história. Fiz as primeiras reuniões com a equipe criativa (no dia, estavam presentes Érico Borgo, Renan Pizii, Daniel Lameira, Rodrigo Bastos Didier e Victor Hugo Sousa; estes dois últimos são cocriadores desse universo, comigo) e voltei para casa pensando em fazer um conto ou uma amostra do que eu pensava que seria a linguagem do livro. Já tinha como norte a punch line de eu seria “Cidade de Deus em Westeros”, então os primeiros esboços já conteriam elementos de Alta Fantasia em um cenário facilmente identificável por qualquer brasileiro. Um lugar desigual, claustrofóbico e perigoso.

Hoje, do jeito que está nas livrarias, Ordem Vermelha: Filhos da Degradação é a história de Aelian, um falcoeiro, e Raazi, uma guerreira que, junto com a esposa, descobre um segredo de Una (a deusa de mil anos que governa a cidade de Untherak) capaz de acabar com o governo opressor e com a escravidão. É a história de um povo dominado e reduzido a servos, um povo que jamais deve questionar Una, nem seu braço direito (o general Proghon), nem o “clero” (conhecido como Centípede e formado por misteriosos encapuzados). A história nem sempre foi assim, embora os primeiros rascunhos já contivessem, em essência, esses cenários.

Num dos esboços originais — fui pensando e anotando essas coisas de pé no metrô, assim que saí da reunião no quartel-general do Omelete —, eu já tinha em mente uma mina nos mesmos moldes de Serra Pelada. O local seria explorado por anões e haveria guardas batizados — a galera estaria possuída pela Mácula, uma espécie de piche genético-espiritual que existe no universo do livro — cuidando para que os “trabalhadores” não dispersassem durante o garimpo. Foi aí que surgiu a Tenente Sureyya. Ela ainda não era Tenente de Una e não tinha toda a importância que tem em Filhos da Degradação. Nessa época, eu a imaginava com o poder de metamorfose em vez dos poderes avessos aos kaorshs, e comecei a escrever algo sobre um anão contando que estava ali pensando em como fugir de Untherak através dos túneis, e não procurando metais preciosos. Ele contaria isso para um outro anão, abriria seu coração — e, no final, esse segundo sujeito seria Sureyya transformada, armando uma tocaia. Malditinha desde sua versão beta, a Tenente.

Os túneis secretos foram mantidos; a cidade em que a história se passa, Untherak, é toda cortada por caminhos subterrâneos. O anão infeliz sumiu — ou talvez esteja lá, misturado aos milhares de outros anões que servem a Una e vivem com medo. Talvez já tenha morrido também, não sei. Muita gente morre em Untherak — e alguns têm planos suicidas que envolvem também a morte de uma deusa. Mas algo que esteve na história desde o início foi a noção de formigueiro humano, com pessoas trabalhando à exaustão em nome de um sonho impossível, imaginando que talvez sejam recompensadas caso trabalhem com afinco. Tudo que ouvi sobre o tráfico de entorpecentes em Serra Pelada colaborou para a criação da ideia do carvão fumado pelos servos de Una em cachimbos improvisados.

Acho que não preciso dizer que o descaso com a saúde pública, tanto física quanto mental, também inspirou as zonas de risco dos Assentamentos e a Vila B, onde são confinados os batizados na Mácula. Mas aí o assunto é mais atual e fica para uma próxima. Nós crescemos, nos tornamos folhas mais grossas. Mas a tinta que é derramada sobre nós também se torna mais espessa.

testeLivros para um carnaval literário

Seja você um folião recluso ou alguém que gosta de curtir o bloco na rua, separamos dicas de leituras incríveis para aqueles (poucos) momentos de descanso durante o Carnaval:

A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson

Poucas épocas do ano pedem tanto o botão do f*da-se ligado quanto o Carnaval, não é mesmo? Em A sutil arte de ligar o f*da-se, Mark Manson usa toda a sua sagacidade e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.

Saiba seus limites, aproveite a festa, e, para o resto, ligue o f*da-se até a Quarta-Feira de Cinzas!

Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson

Filho ilegítimo, à margem da educação formal, gay, distraído e, por vezes, herético, o Leonardo desenhado na biografia de Walter Isaacson é uma pessoa real, extraordinária pela pluralidade de interesses e pelo prazer que tinha em combiná-los.

Depois de conhecer a pessoa por trás das obras de arte, temos certeza que Da Vinci adoraria conhecer o Carnaval brasileiro.

Mais escuro, de E L James

E L James revisita Cinquenta tons mais escuros com um mergulho mais profundo e sombrio na história de amor que envolveu milhões de leitores em todo o mundo.

O relacionamento quente e sensual de Anastasia Steele e Christian Grey chega ao fim com muitas acusações e sofrimento, mas Grey não consegue tirar Ana da cabeça. Determinado a reconquistá-la, ele tenta suprimir seus desejos mais obscuros e sua necessidade de controle absoluto, aceitando a amar Ana nos termos estabelecidos por ela.

 

Me chame pelo seu nome, de André Aciman

A casa onde Elio passa os verões fica em um verdadeiro paraíso da costa italiana. Filho de um importante professor universitário, ele está bastante acostumado à rotina de, em todos os verões, hospedar na casa da família um novo escritor que, em troca da boa acolhida, ajuda seu pai com correspondências e outras tarefas. Quando chega Oliver, o novo hóspede, acontece uma revolução na vida de Elio. Me chame pelo seu nome explora a paixão com delicadeza inigualável, em uma narrativa magnética, inquieta e sensual.

 

Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty, e Como eu era antes de você, de Jojo Moyes

Esse é o Carnaval do poder feminino! Para entrar no clima, indicamos duas leituras com mulheres incrivelmente fortes, cada uma a sua maneira: Pequenas grandes mentiras, de Liane Moriarty – que inspirou a premiadíssima série da HBO, Big Little Lies -, e Como eu era antes de você, de Jojo Moyes, que lançou o desfecho da trilogia no último dia 8, Ainda sou eu!

 

Mindhunter, de John Douglas e Mark Olshaker

Um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e um elenco formado por Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

 

Ordem Vermelha: Filhos da Degradação, de Felipe Castilho

Que tal viajar para a última cidade do mundo durante o feriado?  Conheça Untherak, seus becos e histórias que farão qualquer bloco superlotado parecer tranquilo. Localizada aos pés do monte Ahtul, ao lado dos Grandes Pântanos, a cidade abriga humanos e kaorshs, gigantes e anões,  gnolls e sinfos que vivem para servir à deusa Una.

Cumprindo sua missão milenar, eles coexistem em relativa paz. Até que a kaorsh Yanisha descobre um segredo capaz de abalar as estruturas do Palácio. Junto com a esposa, Raazi, ela arquiteta um plano tão corajoso quanto arriscado, que terá como cenário o Festival da Morte.

 

Tartarugas até lá embaixo, de John Green

O mais pessoal de todos os livros do autor de A culpa é das estrelas, Tartarugas até lá embaixo é recheado de frases sublinháveis, amizades cativantes, fanfics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses. Um livro sobre as mais incríveis surpresas que surgem ao longo da vida de todos nós.

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Extraordinário, de R. J. Palacio

Auggie Pullman é um menino com uma severa deformidade facial que precisa enfrentar o estranhamento e o preconceito de crianças e adultos. O livro, que foi adaptado para os cinemas em 2017, se tornou uma ode à empatia, à tolerância e à gentileza. “Escolha ser gentil”: um mantra, uma atitude, uma mensagem valiosa para a atualidade.

 Simon vs. a agenda Homo sapiens, de Becky Albertalli

Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar.

testeIntrínseca na Comic Con Experience 2017!

 

Entre os dias 7 e 10 de dezembro, São Paulo se tornará a cidade mais nerd do planeta! E a Intrínseca trará uma novidade em sua terceira participação na Comic Con Experience: o lançamento de seu primeiro livro nacional de fantasia, Ordem Vermelha: Filhos da Degradação.

A última região habitada do mundo, Untherak, é povoada por humanos, anões e gigantes, sinfos, kaorshs e gnolls. Nela, a deusa Una reina soberana, lembrando a todos a missão de suas vidas: servir a Ela sem questionamentos. No entanto, um pequeno grupo de rebeldes, liderado por uma figura misteriosa, está disposto a tudo para tirá-la do trono.

Com essa fagulha de esperança, mais indivíduos se unem à causa e mostram a Una que seus dias talvez estejam contados. Um grupo instável e heterogêneo que precisará resolver suas diferenças a fim não só de desvendar os segredos de Untherak, mas também enfrentar seu mais terrível guardião, o General Proghon, e preparar-se para a possibilidade de um futuro totalmente desconhecido. Se uma deusa cai, o que vem depois?

Durante todo o evento, o autor Felipe Castilho estará no estande da Intrínseca, localizado na Rua I, autografando o livro. Confira os horários: 

Quinta-feira – 7 /12: 15 às 19h 

Sexta-feira – 8/12: 15h às 19h

Sábado – 9/12: 14 às 16h e 18h às 21h

Domingo – 10/12:  14 às 16h e 18h às 20h

No dia 8/12, teremos um painel às 14h no Auditório Ultra com o autor e os co-criadores do universo de Ordem Vermelha, Victor Hugo Sousa e Rodrigo Bastos Didier. Após o evento, os criadores estarão em nosso estande para um bate-papo e sessão de autógrafos. Confirme sua presença!

Esperamos que aproveitem a jornada por mais uma CCXP e que conheçam a caótica e fantástica Untherak. #VaiSerÉpico

 

HORÁRIOS

Quinta (Abertura), 7/12: 12h às 21h

Sexta, 8/12: 12h às 21h

Sábado, 9/12: 11h às 21h

Domingo, 10/12: 11h às 20h

 

LOCAL

São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda, São Paulo.

 

Confira o mapa do evento clicando aqui.

testeConheça Ordem Vermelha, primeiro livro de fantasia nacional da Intrínseca!

As seis faces da deusa Una

Observam você aonde quer que você vá.

Às vésperas de mais um Festival da Morte,

Chegou a hora de retribuir esse olhar.

Bem de perto.

Em dezembro, os leitores vão conhecer Untherak, a última região habitada do mundo. Nela, a deusa Una reina soberana, lembrando a todos a missão maior de suas vidas: servir a Ela sem questionamentos. No entanto, um pequeno grupo de rebeldes, liderado por uma figura misteriosa, está disposto a tudo para tirá-la do trono, desvendar os segredos do lugar e se preparar para a possibilidade de um futuro totalmente desconhecido. Se uma deusa cai, o que vem depois?

Ordem Vermelha: Filhos da Degradação é o livro que inicia a jornada de quatro improváveis heróis lutando pela liberdade de um povo. Um épico sobre resistir à opressão, lutar contra o status quo e construir bravamente o próprio destino. É a porta de entrada para um novo mundo, com inspirações de fantasia medieval, personagens marcantes e uma narrativa que salta das páginas a cada vila, ruela e beco de Untherak.

Primeiro livro de fantasia que a Intrínseca lança em parceria com a CCXP – Comic Con Experience –, escrito por Felipe Castilho em cocriação com Rodrigo Bastos Didier e Victor Hugo Sousa, será lançado em 7 de dezembro, durante a CCXP, e já está em pré-venda.

Leia um trecho e saiba mais sobre o livro.